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A proposta visa ressaltar a cultura e arte nordestinas do Brasil através do um espetáculo com músicas clássicas do repertório artístico do Nordeste como Assum Preto, Carcará e Pavão Misterioso. A inserção da literatura de cordel permeando o texto em prosa também destaca esse valor. A Proposta incluirá apresentações gratuitas para escolas públicas, intérprete em LIBRAS, oficina de escrita realizada pelo autor, oficina de teatro realizada por um dos atores e distribuição de 10% dos ingressos para ongs, associações e projetos culturais.
No sertão Nordestino, paira soberano sobre as demais criaturas da caatinga, o temido CÁRCARA.Famoso por sua visão aguçada, coragem e ataque infalível, ele é respeitado em toda a caatinga.É isso que nos conta o ASSUM PRETO, um pobre pássaro cego da região e que será nosso condutor nessa história.Cárcara era, até então, uma espécie de líder da região. Enquanto alguns animais temiam sua presença, outros viam o seu papel como a de uma espécie de cangaceiro que defendia o povoado.Mas tudo mudou após a chegada de um misterioso artista de rua, o exuberante PAVÃO REI. Assim que soube de chegada do forasteiro, Carcará foi assuntar, descobri de onde vinha e quais eram as intenções daquele belo pássaro. Assim que o viu, encantou-se por suas cores e movimentos hipnotizantes.Mas não foi só a beleza de Pavão eu atraiu Carcará, suas histórias vividas ao redor do mundo, despertaram em Carcará de voar além das fronteiras do sertão.Pavão lhe diz que de tanto viajar por aí, seus pés tornaram-se tão diferentes de suas belas penas.Aos poucos, tornaram-se amigos. O prazer em estar ao lado do Pavão era tanto, que, muitas vezes, Carcará esquecia-se de caçar.Assum Preto, então, que também era uma espécie de mensageiro da região, contou o descontentamento do povoado com Carcará. Segundo a população ele estava descuidando da segurança do local e permitindo que alguma animais se multiplicassem em larga escala, já que quase não os caçava mais. Carcará estava mal falado na região e todos comentavam da amizade “estranha” que ele tinha com o exótico Pavão.Para recuperar sua reputação, Carcará afasta-se de Pavão. O pássaro de belas penas sente falta de seu amigo e se dá conta de que está apaixonado por ele. Pavão indaga Assum Preto sobre o paradeiro de Carcará e Assum lhe diz que, se ele realmente ama Carcará, é melhor afastar-se dele.Pavão não se dá por vencido e procura seu amado. Ao finalmente encontrá-lo, Pavão fica aterrorizado com o que vê: Carcará está destroçando uma presa. Ao ver o horror nos olhos de seu amado, Carcará sente vergonha. Pavão decide ir embora por ele e Carcará são de naturezas muito diferente. Pavão vai embora e Carcará passa seus dias apático, sem forças para caçar. Desiludido, Carcará inspira-se em Assum Preto e, já que não poderá mais ver seu amado Pavão, dono da maior beleza que ele já viu diante dos olhos, Carcará decide cegar-se.Mas Pavão arrepende-se de partir, pois também não poderá viver sem seu amado Carcará.Pavão volta para o sertão para declarar-se ao seu amado. Mas, cego, Carcará lhe confunde com uma presa e, o que Pavão esperava ser um abraço, é sua sentença de morte. Pavão é assassinado pelo grande amor de sua vida. Ao se dar conta do que fez, Carcará deixa os restos de Pavão para os outros animais do sertão e voar para bem longe, levando consigo, eu seu bico, apenas uma das penas de seu querido Pavão.
A proposta pretende realizar a montagem do texto inédito brasileiro do espetáculo "O Carcará & o Pavão, uma fábula do sertão" com direção de Kleber Montanheiro. O objetivo geral é realizar uma temporada na cidade de São Paulo com 24 apresentações e trazer à tona pilares fundamentais para a reflexão social, por esse motivo, contamos com artistas nordestinos, negros, lgbtqipa+ para ressaltar a pluralidade da construção identitária brasileira. Ao oferecer um espetáculo acessível e de qualidade para a comunidade, estamos promovendo a inclusão social e cultural do público, além das apresentações, contamos com objetivos específicos e contrapartidas que corroboram para a formação do público: - Produzir um espetáculo teatral musical; - Realizar a temporada com 24 apresentações do espetáculo, sendo 4 apresentações gratuitas para estudantes de instituições públicas (Municipal, Estadual, Federal) - Distribuir gratuitamente 10% dos ingressos para ongs, associações e projetos sociais; - Realizar 10 apresentações com intérprete de LIBRAS; - Oferecer 1 oficina de escrita, realizada pelo autor; - Oferecer 1 oficina de voz realizada pelo diretor musical; -Oferecer 1 oficina de teatro realizado por um dos atores; Estas ações integradas à temporada do espetáculo só tem a contribuir para a valorização da cultura nordestina, promover o intercâmbio cultural e democratizar o acesso à cultura.
Os contrastes de um musical _ gênero mundialmente famoso na Broadway _ feito para contar uma história genuinamente brasileira que brinca com versos em formato de cordel. Os instrumentos clássicos habitam o mesmo espaço da zabumba, do triângulo e da sanfona. Personagens que parecem saídos de uma fábula infantil contam uma tragédia do sertanejo. A proposta cenográfica também bebe das artes plásticas no conceito da xilogravuras. Tudo isso vai ao encontro do Art. 1º da Lei 8313/91 em diversos de seus parágrafos. "Em 1950 mais de dois milhões de nordestinos viviam fora dos seus Estados natais...". Em sua apresentação histórica de Carcará, Maria Bethânia, inseriu esses importantes dados históricos juntos aos versos de João do Vale e José Cândido. Seja nas questões sociais implícitas no enredo, na celebração da canção e do artista nordestino através das canções escolhidas ou no formato de Cordel presente em trechos do texto esse é um espetáculo com forte presença da riqueza cultural regional brasileira. (Art. 1º da Lei 8313/91: IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional/ III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores) A cultura nordestina, a condição socioeconômica do sertão e as paixões proibidas contrastam beleza e brutalidade em um cenário árido, mas que pulsa fertilidade e diversidade. O Carcará anseia por matar sua fome, seu instinto mais primitivo de sobrevivência. Mas seu encontro com o efêmero Pavão, lhe mostra que há algo até então intocado em sua essência. A beleza da arte, da emoção, do sentimento, da erudição e do prazer. É então que sobreviver dá lugar ao viver. Apesar de consagrados na Broadway, os musicais têm sua mais provável origem na Europa. Incorporar a um espetáculo musical elementos da cultura nordestina brasileira é ressignificar a presença deste gênero em nosso país _ sem negá-lo _ assumindo nosso papel de idealizadores artísticos e, assim, resgatar, também, nossas raízes e a maneira como ela se expressa em nossa contemporaneidade (Art. 1º da Lei 8313/91: V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira) Fábulas, tragédias e cordéis em um espetáculo do teatro musical. Questões sociais e assuntos como diversidade sexual trajados de poesia. "O Carcará & o Pavão" busca, como as aves que estão no título da obra, os paradoxos e as analogias capazes de fazer todos esses elementos fazerem sentido juntos, criando um espetáculo que seja ao mesmo tempo de fácil acesso aos mais diversos públicos, mas que também apresente as camadas necessárias para torná-lo mais rico e original artisticamente falando. A ideia de realizar um espetáculo de teatro musical nordestino em São Paulo, possibilita o intercâmbio cultural entre os dois lugares. A cidade de São Paulo é um importante centro cultural do país, e recebe artistas e grupos de todo o Brasil e do mundo. Ao apresentar um espetáculo nordestino, é possível aproximar o Nordeste e São Paulo, promovendo a troca de experiências artísticas e culturais (Art. 1º da Lei 8313/91: VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória). Por fim, é importante destacar que um espetáculo de teatro musical nordestino pode contribuir para a formação de plateia e para o acesso à cultura. Muitas vezes, o acesso à cultura nordestina é limitado a quem vive na região e, assim, um espetáculo em São Paulo pode democratizar o acesso a essa riqueza cultural para pessoas que talvez não tivessem a oportunidade de conhecer o Nordeste de perto (Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais).
Cicero de Andrade – Currículo Artístico Proponente Formado em em Educação Artística com habilitação em Artes Cênicas pela Faculdade Mozarteum de São Paulo (FAMOSP) e com Pós Graduação em História da Arte pela Faculdade Paulista de Artes (FPA). Desde o início da sua formação em 2007 concilia a pesquisa em Artes e Educação, pois acredita que ambos contribuem para a formação do indivíduo.Em 2007 iniciou sua pesquisa no Teatro Vocacional da cidade de São Paulo, com o curso de Construção da Personagem com Eliana Bolanho. De 2008 a 2012 fez parte do grupo Teatral Saga, o qual realizava uma pesquisa na Dramaturgia Universal e Nacional, com o auxílio de orientadores reconhecidos e respeitados na cena teatral como Alejandra Sampaio, Elisa Band, Bárbara Campos e Robson Alfieri. Durante esse período encenou espetáculos como O auto da Compadecida, Bailei na Curva, Mãe Coragem, A Megera Domada e Cyrano de Bergerac.Ainda nessa época fez parte do grupo de teatro Trapiche, grupo o qual possui uma pesquisa em obras literárias, nesses quatro anos de pesquisa e prática os espetáculos montados foram: O Cortiço, Capitães da Areia, O Auto da Barca do Inferno, O menino maluquinho, Os três porquinhos, Marcelo Marmelo Martelo.Em 2013 ingressa em cursos complementares de Performance na Cia São Jorge e Variedades, de Interpretação com Inês Aranha no Núcleo experimental e História do Teatro na Escola Livre de Teatro com Antônio Rogério Toscano. No ano de 2014 participa do Núcleo de Artes Cênicas – NAC – na Universidade do Estado de São Paulo, com a orientação do Ator Lee Taylor e passa a estudar canto com Fernanda Maia e na escola de música Ateliê de la musique. Nos anos de 2015 e 2016 inicia uma pesquisa de espetáculos com temáticas LGBTQIA+, estreia e faz temporada do espetáculo Romeu e Julieta com o Núcleo Experimental e sob direção de Zé Henrique de Paula. Em 2017 Estreia em musicais independentes como Ruindade o musical e O príncipe desencantado – o musical. No ano de 2018 e 2019 faz temporada do espetáculo Sonho de uma noite de Verão contemplado pelo PROAC.Nos anos de 2020 e 2021 realiza alguns espetáculos em formato Híbrido. Criança Ve(t)ada com direção de Lufe Steffen e História de Cy com direção de Ivy Souza.É formado em produção cultural Base 3 e inicia sua trajetória em 2013 com a produção do espetáculo No Exit, entre quatro paredes, com direção do Caco Ciocler. Em 2014 produz os espetáculos: Sit Down Drama Ludwing e suas irmãs, ambos com direção de Eric Lenate. Em 2015 Produz o espetáculo Mantenha Fora do Alcance do Bebê e assume a direção de dois espetáculos infantis: A Bela Adormecida – uma ópera rock com direção de Daniela Biancardi e Brincar de Pensar com direção de Vanessa Bruno.Em 2016, segue com a Mosaico Produções, produtora a qual é representante legal, e produz espetáculos como: Ruindade o Musical, O poço o Musical, Noites de Sol todos musicais independentes. 2018 realiza Mosaico Produções realiza a temporada do espetáculo a Minicostureira com direção de Cynthia e Débora Falabella e São Paulo Refúgio na Caixa Cultural. Em 2019 produz o espetáculo o Aquário, com direção de Cássio Brasil, nos anos de 2020 e 2021 Naked Boys Brasil, Criança Vetada. Em 2022 realiza a temporada do espetaáculo Zoológico de Vidro, com direção de Lavinia Pannúnzio.Recentemente realizou a OFICINA DE ESCRITA DE PROJETOS CULTURAIS com Amanda Alves.
Projeto Pedagógico Eixo Central - Arte e Literatura Objetivo Específico - democratizar e ampliar a cultura popular nodestina Público alvo - a partir dos 16 anos; atores e não-atores Quantidade - 30 pessoas por oficina Data a ser realizada - durante a temporada do espetáculo Oficina Vocal - Será realizada uma oficina de 4 horas com o diretor musical Oficina Teatral - Literatura de cordel - Duração de 6hs. OFICINA DE ROTEIRO E DRAMATURGIA PARA PESSOAS PERIFÉRICAS, DA COMUNIDADE LGBTQIA+, IMIGRANTES E DESCENDENTES DIRETOS DE IMIGRANTES NORDESTINOS - 8hs Para aferição contaremos com lista de presença, registros de fotos e nas redes sociais.
Com o intuito de promover um melhor acesso, a proposta pretende realizar o espetáculo na Sala Paschoal Carlos Magno - SP, que conta com, 143 lugares + 6 espaços de cadeirantes, isso significa que o projeto estará atrelado ao Art 44 Lei Brasileira de Inclusão que diz - nos teatros, cinemas, auditórios, estádios, ginásios de esporte, locais de espetáculos e de conferências e similares, serão reservados espaços livres e assentos para a pessoa com deficiência, de acordo com a capacidade de lotação da edificação, observado o disposto em regulamento. Além disso a sala conta com captação e transmissão ao vivo, alcançando, assim um maior número de espectadores. Além disso, para fomentar ainda mais o acesso, 10 das apresentações do espetáculo em LIBRAS e 2 com áudio descrição.
A proposta pretende realizar algumas medidas de garantia de ampliação de acesso: - Além da realização de 4 apresentações, totalmente gratuitas, para escolas públicas, 10% dos ingressos serão distribuídos, gratuitamente para ongs e associações durante a temporada; - Realizaremos 3 ensaios abertos gratuitos do espetáculo; - Serão oferecidas, gratuitamente, 3 oficinas para todo o público. A seleção se dará por meio de carta de interesse. As oficinas serão realizadas da seguinte forma: Oficina Vocal - Será realizada uma oficina de 4 horas com o diretor musical.Será trabalhada a música Pavão Misterioso em arranjo a quatro vozes, onde será falado sobre técnica coral e diferentes emissões vocais. Além de questões técnicas, serão trabalhadas noções de regionalismo musical dentro de um contexto sociocultural e geográfico. Será trabalhado técnicas de respiração, aquecimento vocal e desaquecimento. Oficina Teatral - Literatura de cordel - Duração de 6hs. Na primeira parte do encontro realizaremos a leitura e interpretação dos versos de cordel - Nessa etapa os participantes poderão aprender um pouco sobre a estrutura da poesia de cordel, como os versos são construídos e como a rima funciona.Na segunda parte realizaremos jogos e improvisos. Nessa etapa, os participantes serão convidados a escolher uma história ou verso de cordel para ser encenado.Por fim, nos dois últimos encontros realizaremos as apresentações e aferições das obras encenadas. OFICINA DE ROTEIRO E DRAMATURGIA PARA PESSOAS PERIFÉRICAS, DA COMUNIDADE LGBTQIA+, IMIGRANTES E DESCENDENTES DIRETOS DE IMIGRANTES NORDESTINOS Visando contribuir com a formação de criadores e artistas que estejam em seu lugar de fala, será oferecida uma oficina de roteiro e dramaturgia para pessoas periféricas, da comunidade LGBTQIA+, imigrantes nordestinos ou descendentes diretos dos mesmos. O objetivo e fornecer ferramentas para que estas pessoas possam contar suas próprias histórias, as do meio em que vivem e as do grupo da qual fazem parte. O programa de aulas prevê questões técnicas como formatação e gêneros de roteiro, bem como propor discussões éticas envolvendo os conteúdos utilizados nas narrativas. Cada encontro será dividido em partes teóricas, embasadas em uma bibliografia específica e conhecimentos do ministrante/facilitador e práticas, com devolutivas individuais para cada exercício. Ao final da oficina, cada aluno sairá com o roteiro de um curta-metragem ou monólogo teatral pronto, de acordo com a escolha de cada um. Serão 8hs , sendo que as duas últimas serão reservadas para o desenvolvimento e devolutivas do trabalho final. Todas as aulas ficarão gravadas e ficarão à disposição dos alunos que as solicitarem dentro do período de tempo de 1 mês a contar do término das aulas/encontros.
FICHA TÉCNICA Diretor Artístico - Kleber Montanheiro Diretor Musical - Rodolfo Shcwenger Texto/Dramaturgia - Cleber Marques Elenco - Beatriz Amado, Cícero de Andrade, Neusa Romano, Renan Mansur Músicos - Ivan (reed), Felipe Parisi (cello), Marcia Fernandes (percussão), Fernando Cardoso (trombone), Jeff de Lima (violão) Cenário - Fernando Pedersoli Figurino - Kleber Montanheiro Maquiagem/Visagismo - Leopoldo Pacheco Iluminação - Gabriele Souza Operador de Luz - acombinar Técnico e Operador de som - Kauê Ravaneda Técnico de Palco - Tatah Cerquinho Direção de Produção - Cícero de Andrade Produtor Executivo - Vivian Vineyard Assistente de Produção - Felipe Costa DIREÇÃO KLEBER MONTANHEIRO - INDICADO "PRÊMIO BIBI FERREIRA 2022" CATEGORIA "MELHOR DIREÇÃO EM MUSICAIS" Produtor, ator, diretor, cenógrafo, figurinista e iluminador. Dirigiu em 2013 no Teatro Popular do SESI: Crônicas de Cavaleiros e Dragões, de Paulo Rogério Lopes, inspirado no livro A Saga de Siegfried, de Tatiana Belinky, recebendo o prêmio FEMSA 2013 de melhor iluminação. Ganhou o prêmio APCA 2008 por Sonho de Uma Noite de Verão e o prêmio FEMSA 2009 por A Odisséia de Arlequino, ambos de melhor diretor. Recentemente foi indicado na categoria “Melhor Direção em Musicais” no Prêmio Bibi Ferreira 2022. ROTEIRO CLEBER MARQUES Dramaturgo, roteirista, redator e letrista. Pós-graduado em roteiro para audiovisual pela FAAP. Autor do curta “Dúdú e o Lápis Cor da Pele” premiado na categoria Best Narrative Short Film pelo London ArtHouse Film Festival (2019) - filme disponível no YouTube commais de 1 milhão de visualizações. Participou dos dois módulos do curso Criação de Musicais, do Núcleo Experimental, com Fernanda Maia e Roteiro para Teatro Musical, da Motivo, com Ana Toledo. Em 2011 participou do Núcleo de Dramaturgia SESI - British Council e, sob a supervisão da dramaturga Marici Salomão, desenvolveu o uma nova dramaturgia que foi publicada em 2013 pelo próprio SESI-SP em uma das edições das coletâneas de peças desenvolvidas pelo grupo de dramaturgos assistidos. É autor do espetáculo musical “Me dá Sua Mão”, que esteve em cartaz em São Paulo (2019 e início de 2020). Lançou pela editora Ideias Vocais, em Outubro 2023, o livro com o roteiro ilustrado (artista brasileira Zana) do espetáculo em questão. DIREÇÃO MUSICAL RODOLFO SHCWENGER É Bacharel em Música, com habilitação em Composição e Regência, pela UNESP e técnico em Regência pela Escola de Música de São Paulo. Atuou nos musicais: Crazy For You, Chaplin – O Musical, MPB-Musical Popular Brasileiro e Aparecida-Um Musical, O Palhaço e a Bailarina, Ghost – O Musical, Aladdin, Summer –Donna Summer Musical, Mudança de Hábito, Wicked, Do outro lado, Annie, Amor por anexins, A família Addams (2022), Nautopia, Ney Matogrosso, homem com H, Tempo Certo - O musical, O rei leao, Bob Esponja, O antipássaro, Kiss me Kate e Tarsila - A brasileira. Composição e direção musical: Me dá sua mão - O musical e dos canais @defeitoemcasa e @clubedaemcruza. Arranjador convidado do musical Paralamas em Cena.Piano ao vivo na peça Amigas, pero no mucho e O antipássaro. Pianista dos shows Desafiando a amizade e Lírios na lama. Direçãoo musical, arranjo e piano nos shows La fuerza de mi destino A mis hermanos heridos, Nosso Porto, Mujeres latinas e Pacha Mama de Orlando Braga. Foi jurado no 1º Festival Solte a Sua Voz de Mossoró.
PROJETO ARQUIVADO.