| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 40430971000196 | ITAU UNIBANCO ASSET MANAGEMENT LTDA | 1900-01-01 | R$ 500,0 mil |
MOSTRA INTERNACIONAL DE DANÇA celebra a diversidade da dança como expressão artística. Projeto totalmente gratuito.
- PROJETO TOTALMENTE GRATUITO; - FAIXA ETÁRIA: LIVRE - PÚBLICO: APRESENTAÇÕES DE DANÇA: Durante os quatro dias da Mostra a estimativa de público é de 1.000 pessoas – sendo a capacidade do Auditório do Itaú Cultural de 250 lugares por dia. - abrangência para o público em geral; FORUM: Durante os quatro dias da Mostra a estimativa de público nas cinco atividades do Fórum é de 300 pessoas – sendo a capacidade da sala de palestras do Itaú Cultural de 60 lugares por dia. - abrangência principalmente para profissinais das artes em geral, bailarinos, diretores e professores. MOSTRA VIVA: A estimativa de views dos materiais publicados nas redes sociais (12 vídeos) deve exceder o número de 60.000 visualizações – sendo contabilizadas aqui uma média de 5 mil visualizações por vídeo durante o evento. Os 16 videodanças estarão na plataforma do site da Associação Pró-Dança e a estimativa é de que tenham mais de 10 mil acessos. - abrangência para o público em geral, estudantes, bailarinos, produdores, videomakers, diretores e profissionais das artes.
Em atendimento a Decreto 11.453 de 23.03.2023, o presente projeto se enquadra: Artigo 2º: Inciso I: do Programa Nacional de Apoio à cultura _ Pronac, de que trata a Lei 8313, de 1991: Artigo 3º: Inciso V: incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; Inciso VI: fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e diversidade cultural; Inciso VII: desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais; Inciso XII: impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão culturais; A Mostra Internacional de Dança abre espaço para vivenciarmos um recorte do que se dança no nosso tempo, em três eixos interligados: Fruição, Formação e Fomento, palavras que representam diferentes aspectos e ações no mundo da arte e é um projeto que celebra a diversidade da dança como expressão artística. A formação é o processo de aprendizado e desenvolvimento artístico. A fruição é a experiência de apreciação estética e emocional. E o fomento é o suporte e incentivo para a produção e difusão artística. Juntas, essas palavras desempenham um papel crucial na criação, disseminação e valorização da arte em todas as suas formas. Os três eixos terão como ações: Espetáculos, performances, difusão, registro, reflexão da arte da dança, unindo tradição e inovação em uma mostra cuja proposta é reunir expressões da dança a partir de sua diversidade. O fomento à produção artística e iniciativas de apoio são fundamentais para ampliar a difusão da dança. O projeto também preserva a memória da dança, gravando entrevistas e depoimentos para divulgação online, além de destacar videodanças de diversas partes do mundo. A mostra revela a potência e a diversidade da dança de hoje com apresentações de grupos do Sul, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste, além de uma apresentação internacional, revelando danças do nosso tempo com ênfase em linguagens como: Dança Afro-Diaspórica, Dança Contemporânea, Jazz Dance, Neoclássico, Dança Flamenca. Essa iniciativa busca reunir expressões da dança de forma diversificada, promovendo um diálogo entre tradição e inovação. Valoriza não só a diversidade internacional, mas também a riqueza da dança no Brasil, reconhecendo produções de qualidade fora dos centros tradicionais. Com uma seleção cuidadosa de espetáculos e atividades reflexivas, a Mostra não apenas impulsiona a expressão artística da dança, mas também captura histórias essenciais para a preservação e ampliação da visibilidade desta arte. O objetivo é oferecer ao público uma experiência enriquecedora, promovendo conhecimento, diálogo e um maior interesse na apreciação e participação na dança. OBJETIVOS GERAIS A Mostra Internacional de Dança de São Paulo acontecerá nos dias 29, 30 e 31 de agosto e 1 de setembro, de 2024, com distintas ações nos três eixos interligados: Formação, Fruição e Fomento. Esses três eixos - Formação, Fruição e Fomento - atuam em conjunto nesta Mostra Internacional de Dança para nutrir e fortalecer o ecossistema da dança. A formação contínua dos artistas alimenta a qualidade e a inovação da arte, enquanto a fruição proporciona uma conexão significativa entre criadores e apreciadores, e o fomento sustenta e impulsiona toda essa cadeia, viabilizando a produção, difusão e valorização da dança em sua diversidade de expressões. As ações que refletem esses três eixos são: - Mostra de Espetáculos - Fórum _ Encontros e Diálogos e - Dança Viva. Assim distribuídos: 1. APRESENTAÇÕES DE DANÇA: Apresentação de espetáculos que visam ampliar a fruição artística a partir de várias perspectivas da arte da dança. A programação contempla: 4 (quatro) dias de espetáculos com dois grupos a cada noite/dia, 1 (uma) Companhia internacional e 7 (sete) companhias brasileiras. Espetáculos Dia 29 agosto | Quinta-feira | 21h Yebo Musical, Gamboot Dance, de São Paulo Aterrágua, da Cia de Dança do Sesc Petrolina, de Pernambuco Dia 30 agosto | Sexta-feira, 21h Concreto, com, com Cia Flamenca Ale Kalaf, de São Paulo Dois Olhares, com a Eliane Fezter Cia. de Dança, de Curitiba Dia 31 de agosto | Sábado, 21h Estreia, com a Cia. Jovem de São José dos Campos, de São José dos Campos Entre Poemas, com a Cia. Jovem do Basileu França, de Goiânia Dia 1 de setembro | Domingo 18h Ininterrupto, com a Cia. Híbrida, do Rio de Janeiro Measurable Existence, com Yin Yue Dance Company, de Nova York CARGA HORÁRIA DOS ESPETÁCULOS Cada uma das noites tem duração de 1h30, sendo em média de 40 minutos por grupo, além de um intervalo de 20 minutos entre eles. Totalizando um tempo de 6 horas de duração. ====================================================== 2. FÓRUM - ENCONTROS E DIÁLOGOS: O Fórum _ Encontros e Diálogos visam ampliar os espaços de reflexão nessa área a partir de relatos de experiências de artistas, convidados, performes, entre outros. Serão atividades de reflexão e experimentações com 1 palestra antes do início do evento do primeiro dia, 2 mesas redondas, 2 rodas de discussão e apresentações de grupos do Brasil. Dia 29 agosto | Quinta-feira | 19h às 20h30 Palestra de abertura: O Papel das Instituições Culturais na Programação e na Circulação de Arte Convidados: Presidente da Fundação Itaú, MASP, Memorial da América Latina, Associação Pró-Dança. Dia 30 agosto | Sexta-feira, 15h às 17h Mesa redonda: Processos Criativos em Dança. Convidados: Renato Cruz, Eliane Fetzer, Liliane de Grammont e Binho Pacheco Dia 31 de agosto | Sábado, 15h às 17h Mesa redonda: Pensando dança(s) por meio de diferentes Olhares Convidados: Ivan Bernardelli, Kelson Barros e Rubens Oliveira Dia 31 de agosto | Sábado, 17h30 às 19h30 Pitch de grupos do Brasil via inscrição e seleção por curadoria sendo 7 minutos _ para apresentação de cada grupo _ e até 8 grupos selecionados por ter sinergia com os programadores. As inscrições são abertas para aqueles que quiserem se inscrever via plataforma do evento e o curador poderá ajudar o respectivo grupo com roteiro de apresentação para programadores da cena paulista. O pitch oferece uma oportunidade para grupos de dança do Brasil apresentarem seus trabalhos de forma sucinta e estimular a sinergia entre grupos e programadores, promovendo possíveis colaborações e contratações proporcionando visibilidade a grupos diversificados no cenário da dança. Dia 1 de setembro | Domingo, 15h às 17h Mesa redonda _ Planejamento, Circulação e Produção Artística de Companhias Convidados: Alex Soares (Cia. de Dança de Jundiaí), Ana Botosso (Cia de Danças de Diadema), Sivaldo Camargo (Cia. de Dança de Bauru). CARGA HORÁRIA: A palestra de abertura tem duração de 1h30. As mesas redondas e rodas de discussão tem duração de 2 horas cada um, totalizando 8 horas de duração. Assim a carga horária do Fórum é de 9h30. ====================================================== 3. DANÇA VIVA: Um dos pilares fundamentais da Mostra Internacional de Dança é o registro e preservação dessa forma de arte. E para perpetuar e compartilhar essa ação capturaremos depoimentos e entrevistas com os artistas participantes do evento. As mesmas serão transformadas em produtos de diversos formatos e divulgadas nas redes sociais. 12 breves vídeos, com cerca de cinco minutos cada, apresentarão entrevistas reveladoras, oferecendo insights sobre os participantes da Mostra e suas contribuições no vasto universo da dança. Além disso, uma mostra especial de videodança, com curadoria exclusiva, estará disponível na plataforma online da Pró-Dança. Essa seleção de 16 videodanças provenientes de diferentes localidades será criteriosamente escolhida pela curadoria. Esses vídeos serão exibidos no site da Pró-Dança e em outros canais de nossos parceiros no festival. Os criadores dos vídeos serão remunerados com R$ 1.000 por obra, e as exibições poderão permanecer no ar durante um período determinado. É importante salientar que seis vídeos são da Associação Pró-Dança e não recebem remuneração. Essas iniciativas visam não apenas celebrar a diversidade da dança, mas também preservar sua essência e fomentar sua apreciação, oferecendo uma oportunidade para ampliar o trabalho dos artistas. VIDEODANÇAS SELECIONADAS 1. LE CHAMBRE | Joelle Bouvier e Regis Obadia | 1989 | 10 minutos Video inspirado no texto "L’Esquisse, vida tranquila', de Marguerite Duras": "Eu não queria me mudar e, ao mesmo tempo, queria ir embora ou nunca mais encontrá-los. Não porque eles tivessem me deixado sozinho ou por tédio, mas eu gostaria de ter uma prova de que eu era capaz de fazê-lo, a lembrança de que fui capaz de fazê-lo. Foi porque meu corpo estava tão pesado de fadiga que meus pensamentos se afastaram, foram tão livremente, tão leves. Pensei no mar que não conhecia. Meus olhos estavam fechados, mas eu ainda não estava dormindo. Naquele momento eu gostaria de olhar para algo que, como o meu cansaço fosse igual e interminável. Adormeci." 2. DUO #3 - STACCATO | de Paulo Caldas | 2010 | 9 minutos Registros editados de espetáculos da companhia desde sua criação em 1993. A companhia Staccato Sob a direção de Paulo Caldas, _ estabelecida em seus primeiros anos basicamente como um duo _ evoluiu para um núcleo estável de pesquisa e criação composto por seis bailarinos, compositor, produtor e diretor/coreógrafo, além de diversos artistas convidados conforme as especificidades de cada projeto. Seu repertório, singularizado por uma bem-sucedida aproximação com a linguagem cinematográfica. 3. VEIAS ABERTAS | Jorge Garcia - Camaleão Grupo de Dança | 2021 | 18 minutos "Veias Abertas" é uma videodança que trata da energia vital que move o mundo, a partir de uma dança que percorre as águas, a terra, as comunidades ribeirinhas e sua história. A performance é realizada pelo Camaleão Grupo de Dança, que foi fundado em 1984 pela diretora Marjorie Quast. Além de realizar expedições pelas cidades ribeirinhas e se relacionar com o rio e com essas comunidades, a obra fala da importância de sua preservação, tendo como foco o Rio das Velhas, principal abastecedor de água da região metropolitana de Belo Horizonte (MG). 4. G1S3LL3 | Esdras Hernandes | 2021 | 10 minutos Quando voltamos ao teatro após meses de isolamento devido à pandemia, nossa sala de A peça audiovisual, que acontece na oficina de pintura da Câmara Municipal de Santiago, conta a história de um grupo de personagens que trabalham num projeto denominado G1S3LL3. Consiste na realização de testes e experimentos em um aldeão que está trancado e conectado às máquinas desses misteriosos personagens. A musicalização da obra foi composta para a ocasião e foi inspirada na partitura de Giselle. 5. CRUSHING WEIGHT | Vinicius Cardoso | 2014 | 3 minutos Este é um poema visual que vai da decadência à luz. Através dele a mulher caminha; através do abandono. Um desejo que passa e não existe mais. É transcendência em meio ao caos. Dança de terror. Espírito que, mesmo quando tem força, move-se com ambiguidade. Ela é a beleza que ainda não foi vista no espelho. É a vaidade ainda presa no limbo da dúvida, numa selva de associações furiosas e violentas. Ali, entre aquelas paredes, a alma vive num lugar etéreo. Ela sente o corpo dele, vê-o através de um espelho negro, um portal para seus movimentos de angústia. Atravessa sem ver, ainda. Ela não se vê, mas sabe que tudo é passageiro. Vai da dor ao éter. Do cinza ao claro pairando acima do limite. Ainda não é hora de pagar pela sua vaidade. Tal narrativa ganha peso representada entre as ruínas de um hospital e a luz da arte. Uma conexão excepcional que aconteceu no conjunto de prédios históricos da cidade de Matarazzo, localizado próximo à Avenida Paulista, em São Paulo. O espaço abriu as portas para uma exposição no final de 2014. Há um antigo posto de saúde, abandonado há 20 anos, e durante um mês mais de 100 artistas plásticos do Brasil e do mundo habitaram suas salas e laboratórios para o "Made By. . Feito por brasileiros". Cheia de dança e do poder ambivalente de sua linguagem, ela salta do palco para revelar novos registros do corpo em movimento. 6. QUEDA LIVRE | Galeria Produções | 2020 | 9 minutos É possível ser verdadeiramente livre? Há liberdade e verdade dentro do comodismo de uma vida dentro dos padrões ditados e impostos pelas tradições sociais e pelas relações de poder estabelecidas no mundo? A libertação é um risco, mas também traz prazer e verdade. A quebra dos padrões nem sempre é pacífica, pois a liberdade conquistada é revolucionária. 7. CONTRAPESO| de Cássio Carvalho e Cristian Veja | 2011 |4 minutos Vídeodança realizada a partir de pesquisas e coreografias de Eva Harvez e Agustina Albanessi. Recebeu prêmio de melhor curta-metragem de dança, melhor vídeo/vídeo dança de dança (Sesc Santos Show, 2013 - BRASIL). Cássio Carvalho é artista brasileiro radicado em Argentina. 8. AURORA | Luzca Films| 2021| 13 minutos As informações transmitidas pelos repórteres, a vida social através dos vermelhos, a história e um episódio traumático foram compartilhados na morte de uma dançarina chamada Aurora. Um gesto de amor consegue acordá-la. Aurora é um projeto independente e autogerido por talentosos bailarinos do Ballet Estable del Teatro Colón de Buenos Aires com a colaboração de Gabriel Bucher, Eric Dawidson, Eric Elizondo, Damián Saban, Alfredo García, Pablo Lisandro Calvo e Sebastián "Fisu" Viola. . Começamos a gerir em junho de 2020 respeitando o distanciamento social. A vontade de ficar quietos e nos conectar com a arte nos manteve juntos. 9. HILO DE PLATA - Fernando Milagros feat | A Couple Of Things | 2016 | 3 minutos "Hilo de Plata" foi gravado no projeto "Volta ao Mundo em 80 Videoclipes", dirigido por Diana Boccara e Leo Longo (A Couple Of Things), casal de cineastas brasileiros que viajam pelo mundo gravando videoclipes em sequência. Fernando Milagros com uma das suas músicas mais marcantes, em colaboração com Yeimy Compañía de Danza e com coreografia de Yeimy Navarro, se juntam neste vídeo que foi criado, produzido e gravado em Santiago, Chile. 10. Fora de Campo, de Claudia Muller | 2006| 7 minutos A videodança parte da experiência de entregar dança contemporânea em locais onde ela não é esperada, procurando espaços despercebidos, brechas no cotidiano. Busca-se a reconstrução desse acontecimento por meio do olhar daqueles que o vivenciaram, mergulhando no que persiste em cada um após a passagem desse corpo em movimento. O resgate do ponto de vista do observador torna presente a obra que permanece no fora de campo. Produção viabilizada pelo Programa Rumos Itaú Cultural Dança 2006-2007 Vídeos da Associação Pró-Dança: 1. Extrato Imaginária Serenata de CANTARES E DANÇARES | com direção Inês Bogéa e Paulo Zuben | 2020 | 4 minutos Ao som de Imaginária Serenata (1990), de Edmundo Villani-Côrtes, com piano solo de Ricardo Ballestero, os bailarinos Ana Roberta Teixeira e Nielson Souza dançam interpretações muito particulares de composições do século XX que refletem sobre as origens da cultura brasileira, fazendo uma ponte entre erudito e popular. Cantares e Dançares foi um projeto concebido e realizado durante a quarentena de acordo com o distanciamento social e todos os protocolos sanitários exigidos pelas entidades governamentais para o enfrentamento ao novo coronavírus. 2. Cartas para um Outro Tempo, com direção Inês Bogéa e coreografia Letícia Forattini | 2020 | 30 minutos Os bailarinos Letícia Forattini e Otávio Portela, integrantes da São Paulo Companhia de Dança (SPCD), criaram a performance "Cartas para um Outro Tempo" para o programa Dança #EmCasaComSesc. A obra, que conta com dramaturgia de Bastian Thurner e direção de Inês Bogéa reflete sobre o período de isolamento social causado pela pandemia do novo coronavírus. Inspirado em correspondências e cartas enviadas por familiares e amigos e realizado no espaço doméstico, o espetáculo parte da conexão à distância, típica deste momento de quarentena, e das sensações provocadas por estes tempos de pandemia. As perguntas que norteiam "Cartas para um Outro Tempo" são: como será a nossa realidade daqui a alguns anos? Como iremos olhar para o que estamos vivendo agora? 3. Colapso | Beatriz Hack para Reflexos de um Tempo Presente - Dança Hoje com direção Inês Bogéa e Paulo Zuben | 2021 | 6 minutos A São Paulo Companhia de Dança e Theatro São Pedro em Reflexos de um Tempo Presente trazem diferentes ambientes do Theatro, fachada, saguão, corredores, balcões, plateia e palco _, revelando esse patrimônio arquitetônico da capital paulista sob novas perspectivas a partir da interação com a dança e a música orquestral na forma de videodanças nos quais os bailarinos dialogam com instrumentistas da Orquestra do Theatro São Pedro. 4. IKIGAI | Renata Peraso - Dança Hoje, com direção Inês Bogéa I 2020 | 5 minutos Ikigai (生き甲斐) é uma palavra de origem japonesa que significa "razão de viver", "objeto de prazer para viver" ou "força motriz para viver". De acordo com a tradição nipônica, todos têm um ikigai. A partir disso, coreógrafa e bailarino, sob direção de Inês Bogéa refletem sobre a motivação e as dificuldades da vida e como a busca pela própria essência pode ser boa e, muitas vezes, perturbadora. 5. Amálgama - O Filme, de Inês Bogéa | 2020 | 24 minutos Fruto de uma parceria entre São Paulo Companhia de Dança, Museu de Arte Contemporânea da USP e Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo - Osesp, "Amálgama" é um filme que propõe um olhar multifacetado para a produção cultural do século XX por meio dos cruzamentos possíveis entre as sete artes: Arquitetura, Cinema, Dança, Escultura, Literatura, Música e Pintura. Conduzidos por uma coreografia inédita de Henrique Rodovalho, os bailarinos da SPCD vestem figurinos de Ricardo Almeida ocupam os corredores do MAC USP para dialogar com 23 obras presentes na exposição permanente "Visões da Arte no Acervo do MAC USP, 1900-2000", tudo dançado ao som de composições de Francisco Mignone (1897-1986) e Rafael Amaral executadas pela Osesp e Quarteto Osesp, com direção de Inês Bogéa. 6. Scrappy | de Ammanda Rosa e Nielson Souza para SPCD No Museu, com direção Inês Bogéa e Alexandre Cruz| 2022 | 3 minutos "Trata-se de um experimento coreográfico em torno da busca de conexão e relação de interferência entre os diferentes elementos da cena (ambiente, música, câmera e bailarinos)." Realizado em parceria entre a São Paulo Companhia de Dança e o Museu do Ipiranga/Museu Paulista, o vídeo dá pistas do que o público pode vivenciar com reinauguração desse espaço. CARGA HORÁRIA: Cada uma das entrevistas editadas deverá ter em média de 2 a 5 minutos, totalizando aproximadamente 30 minutos de material. As 16 videodanças selecionadas tem 158 minutos de duração. Totalizando um tempo de 3 horas de duração. ======================================================================= OBJETIVOS ESPECÍFICOS · 4 dias de apresentações de grupos variados de dança; · 4 dias com palestras e mesas redonda apliando o espaço de discussão; · Depoimentos e entrevistas transformadas em vídeos breves como oportunidade de ampliação do trabalho realizado pelos artistas. =======================================================================
· O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: Inciso I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Inciso VIII _ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; · O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91: Inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. A possibilidade de captação de recursos pela Lei Federal para a realização de eventos gratuitos ou a preços populares para a população é a grande fonte de inclusão de pessoas formando plateia para a dança. A dança, como manifestação artística, é um universo vasto e diversificado, repleto de linguagens, formas e abordagens singulares. Conscientes da importância de ampliar o acesso a essa riqueza e diversidade, a Mostra Internacional de Dança se propõe a oferecer perspectivas e reflexões profundas, concentrando-se na multiplicidade de expressões presentes nesse universo artístico. Entendemos a informação como a chave para explorar a profusão de linguagens contidas nessa manifestação artística. Ela representa não apenas uma oportunidade para enriquecer repertórios e descobrir novos horizontes, mas também um meio de promover encontros e despertar uma variedade de emoções. Acreditamos que a informação torna a dança acessível a todos, reconhecendo sua pluralidade e permitindo que o espectador se envolva ativamente, enriquecendo seu próprio repertório criativo. Com a MOSTRA INTERNACIONAL DE DANÇA, buscamos direcionar o olhar para as diversas danças existentes, abraçando a diversidade, pois não há um único caminho. Queremos abrir um leque de opções, com uma seleção plural que inclui a participação de diversos países, promovendo o diálogo entre as diferentes manifestações da dança. Não apenas buscamos representações de diferentes continentes, mas também valorizamos a rica diversidade da dança presente no Brasil, destacando a existência de produções de qualidade em regiões fora dos tradicionais centros. Tudo isso é feito com base nos princípios da excelência e da diversidade da dança, tendo como objetivo central oferecer visibilidade aos inúmeros protagonistas envolvidos nessa arte em palcos igualmente diversos. Refletir sobre a riqueza e diversidade das danças brasileiras nos impulsiona a reconhecer os variados territórios e nuances que as compõem, sempre em diálogo com seus contextos e as transformações da sociedade. Buscamos conectar os artistas da dança deste vasto país e da América Latina, ampliando as conexões do público com essas linguagens e suas possibilidades de vivência e intercâmbio. MOSTRA INTERNACIONAL DE DANÇA de São Paulo é um evento de relevância ímpar para a expressão artística da dança. Sua abrangência e singularidade estimulam e impulsionam essa forma de arte por meio de uma programação criteriosamente selecionada, que inclui espetáculos de excelência. Além disso, promove uma variedade de atividades reflexivas e críticas, capturando as histórias e experiências de personalidades significativas nessa arte. Por meio desses registros, a Mostra contribui para preservar a memória da dança, fortalecendo-a e ampliando sua visibilidade. Por intermédio da Mostra, almejamos proporcionar ao público uma vasta gama de informações, permitindo a cada indivíduo escolher e apreciar a dança de maneira única. Nosso propósito é estabelecer um diálogo aberto com diversos públicos, buscando expandir o conhecimento, fomentar o diálogo e atrair um público ainda mais amplo interessado nessa forma de arte. =======================================================================
Argumento para inscrição independente. A MOSTRA INTERNACIONAL DE DANÇA representa uma iniciativa única que se destaca pela abordagem em três eixos interligados: Fruição, Formação e Fomento. Esse projeto não apenas celebra a diversidade da dança como expressão artística, mas também se posiciona como uma plataforma essencial para a promoção, preservação e valorização dessa manifestação cultural. Os três eixos, fundamentados em ações como espetáculos, fóruns e registros audiovisuais, convergem para criar uma experiência envolvente que transcende as barreiras temporais e geográficas. A oportunidade de realização do projeto surgiu em um encontro entre diferentes fazedores de arte, no segmento da dança, pensando na oportunidade de trazer diferentes formas de expressão do corpo através da diversificação de grupos de dança convidados e dos encontros com profissionais e estudantes da arte por meio das mesas redondas e rodas de discussão com narrativas de experiências entre artistas e convidados como uma resposta à necessidade de ampliar o acesso e a compreensão da arte da dança em sua complexidade e ao concentrar-se esses três eixos. O projeto preenche lacunas no cenário cultural, promovendo não apenas a apreciação da arte, mas também a formação contínua dos artistas e o fomento à produção artística. A pluralidade de linguagens, representada por espetáculos de diversos grupos nacionais e internacionais, demonstra um compromisso genuíno em celebrar a diversidade e a riqueza cultural. Além disso, a abordagem inclusiva do projeto, com ações específicas de acessibilidade e contrapartidas gratuitas para a população, demonstra um comprometimento em tornar a dança acessível a todos os públicos, fortalecendo laços com a comunidade e incentivando uma participação ativa. A MOSTRA é apresentada como projeto independente do PLANO ANUAL da Associação Pró-Dança como primeira experiência. A partir da avaliação após a execução do projeto é que incorporaremos ou não nas atividades do calendário normal da Entidade.
PROJETOS PEDAGÓGICOS: 1. APRESENTAÇÕES DE DANÇA 2. FORUM - ENCONTROS E DIÁLOGOS 3. DANÇA VIVA Inseridos em documentos do projeto - INFORMAÇÕES ADICIONAIS e listados abaixo: PROJETO PEDAGÓGICO – APRESENTAÇÕES DE DANÇA Cada um dos espetáculos que a Mostra Internacional de Dança levará ao palco revela a potência e a diversidade da dança de hoje, com grupos de diferentes localidades – como Curitiba, Rio de Janeiro, São Paulo, Pernambuco, entre outros, que trazem à tona linguagens como: Dança Afro-Diaspórica, Dança Contemporânea, Jazz Dance, Neoclássico e Dança Flamenca. Os espetáculos são divididos em quatro noites distintas, nas quais se apresentam dois grupos por vez. As apresentações duram em média 1h15, contam com recursos de acessibilidade – audiodescrição e intérprete de libras – e tem entrada gratuita. Das noites: Dia 29 agosto | Quinta-feira | 21h Yebo Musical, Gamboot Dance, de São Paulo Yebo Musical apresentado pelo grupo Gumboot Dance Brasil é um show percussivo de dança, que traz à cena a musicalidade percussiva e corporal nascida na África do Sul. A partir da direção de Rubens Oliveira, Yebo traz para o palco o encontro potente entre a música e a dança Africana e Afro-brasileira. A Gumboot Dance (dança de botas de borracha) é uma forma de dança popular que foi criada pelos trabalhadores no século XIX nas minas de ouro e de carvão da África do Sul. Homens negros, com sua a força de trabalho explorada pelos senhores do capital, lutavam para conquistar riquezas que jamais teriam para si. Expondo suas vidas ao risco, distante de suas aldeias e famílias, diariamente cavando buracos cada vez maiores, onde ficavam enterradas suas histórias, suas memórias e suas vozes. Yebo aborda a exploração, tanto das minas, como dos sete povos levados para extração do minério. É a criação de um dialeto sonoro a partir das batidas nas botas de borracha e transformado em um alegre espetáculo percussivo em que a dança produz o som, e o som, conta as histórias dos poucos momentos de descanso e animação que esses trabalhadores tinham. Aterrágua, da Cia de Dança do Sesc Petrolina, de Pernambuco Aterrágua, da Cia de Dança do Sesc Petrolina, sob direção de Jailson Lopes, integra a pesquisa do grupo em torno das corporeidades ribeirinhas e das identidades negro indígenas que fazem parte da constituição identitária da região do Vale do São Francisco. O espetáculo investiga modos de se mover contextualizado as realidades locais e foi desenvolvido a partir de pesquisas práticas no território quilombola da Ilha do Massangano (PE) e no território indígena Pankararu (PE) que, por sua vez, são espaços de confluência de povos negros e indígenas. A Cia. vem desenvolvendo trabalhos com essas comunidades há cerca de 10 anos. Desde sua estreia o espetáculo já foi apresentado no território indígena Pankararu (PE), Ilha do Massangano (PE), Petrolina (PE), Recife (PE), Quilombo do Castainho (PE), Garanhuns (PE), Araraquara/FIDA (SP), entre outros. Dia 30 agosto | Sexta-feira, 21h Concreto, com Cia Flamenca Ale Kalaf, de São Paulo Concreto é inspirado no livro "Tentativa de Esgotamento de um Local Parisiense" de George Perec, obra que revela a experiência contemporânea de um vouyer urbano, contemplador e narrador da cidade. No ano de 1974, Perec permaneceu três dias seguidos na praça de Saint-Sulpice, em Paris, anotando tudo o que via. Com essa proposta, transformou os acontecimentos cotidianos em um texto composto por fotografias escritas, um catálogo de ações, gestos e imagens, uma lista de fatos insignificantes da vida cotidiana. A coreógrafa Ale Kalaf repetiu a experiência de Perec na cidade de São Paulo, 44 anos depois, observando essa realidade que nos escapa. A partir dessa vivência, encontrou vieses possíveis para esboçar os contornos dessa relação entre os indivíduos e suas cidades e o lugar que essa cidade ocupa no interior de cada um. O caminho coreográfico escolhido, não tem regras, cadência ou hierarquia. A proposta é trazer uma estética urbana para o estado corporal do flamenco, ressignificando assim seus gestos e suas intenções. A movimentação foi construída para além da estética e estrutura do flamenco tradicional. A inspiração dos gestos vem da experiência do ordinário, do simples, daquilo que acontece quando nada acontece e da poesia que transborda dessa realidade banal e cotidiana, propondo a rua como um elemento de fronteira entre o familiar e o estranho, entre o próximo e o distante, entre o eu e o outro. Dois Olhares, da Eliane Fezter Cia. de Dança, de Curitiba Sob direção e coreografia de Eliane Fetzer, o espetáculo conta uma fase da vida em que a mulher lutava por direitos e descobria seu verdadeiro valor na sociedade. Com um recorte no palco, homens e mulheres dividem mundos diferentes, mas quebram a passagem no decorrer da obra. A criação tem base em uma época onde homens e mulheres enfrentavam a sociedade e seus limites. O retrato desse tempo era a incapacidade de aceitar a mulher, entretanto as modernas da época, que frequentavam os salões traduziam o seu comportamento, o modo de vestir e transmitiam o espírito da também chamada Era do Jazz. “Dois Olhares” se desenvolve dentro do estilo jazz contemporâneo e trás toda uma história que faz parte de décadas que se passaram e ainda permanecem na memória das pessoas. Dia 31 de agosto | Sábado, 21h Estreia, Cia. Jovem de São José dos Campos, de São José dos Campos Em Samba e Amor (nome provisório) Inspirada na letra do clássico “Samba e Amor”, composta por Chico Buarque em 1970, Lili de Grammont quer dar vida a canção transformando-a em dramaturgia. “Samba e Amor”, de Chico, inspiram poesia, sensualidade e serenidade. Através de versos, o autor deixa explícito o que na vida vale a pena. Calma, quase preguiçosa, Samba e Amor trata-se de uma música que exalta os prazeres e a leveza. A obra receberá trilha sonora original de Ed Cortes, fazendo referências a este ícone da Bossa Nova. Entre Poemas, da Cia. Jovem do Basileu França (Goiânia) Inspirado nas composições do autor e compositor Chico Buarque, que retratam sobre as relações e a vida cotidiana, os bailarinos compõem a cena entre poemas, críticas e denúncias. A coreografia é de Binho Pacheco, que já coreografou obras para o Conservatório Nacional de Lisboa, São Paulo Cia. de Dança, Theatro Municipal do Rio de Janeiro e é coreógrafo residente da Cia. Jovem do Teatro Basileu França. A Cia Jovem Basileu França tem direção artística de Simone Malta, que desde 1998 esta à frente da Coordenação de Dança do Itego em Artes Basileu França e Centro Cultural Gustav Ritter. Dia 1 de setembro | Domingo 18h Ininterrupto, com a Cia. Híbrida, do Rio de Janeiro Quais são as peças da engrenagem que detém o controle sobre os corpos e sobre a vida em nossa sociedade atualmente? O corpo, tal qual uma máquina, é cada vez mais exigido, porém, se antes o controle se exercia de forma externa em uma sociedade disciplinar, agora, ele cede cada vez mais a pressões internas. A pressão por desempenho, a pressão por produção, parecem ser os novos elos da corrente que nos une a todos e nos transforma em agressores e vítimas, tudo ao mesmo tempo. Que mecanismo é esse que decide o caminho da maioria e age como uma cela escura que te contém por dentro, borrando a visão e fazendo desaparecer a alteridade e a estranheza? Parar, resistir, permanecer para depois seguir. Inevitável é desfazer o equívoco desta “liberdade coercitiva” diagnosticada pelo filósofo Byung-Chul Han, na qual o sujeito é juiz e algoz de sua própria condição, numa sociedade caracterizada pelo excesso de estímulos, informações e impulsos. In(in)terrupto é a segunda parte da trilogia sobre o tempo, composta pelas obras Non Stop (2015) e Contrafluxo (2019). A peça propõe uma discussão sobre poder, controle e a noção de corpo enquanto mercadoria. Adagietto, de Oscar Arraiz com o Ballet do Teatro Colón, da Argentina Coreografado sobre um movimento da 5ª Sinfonia de Gustav Mahler, Adagietto é uma obra de Oscar Araiz que foi celebrada pela crítica francesa como “las bodas del agua y del air” por ocasião de sua montagem para a Ópera de Paris. Fluidez, densidade e nível caracterizam a peça, idealizada como uma prefiguração da comunhão amorosa. Sua estreia em 1971 foi a cargo do Ballet Contemporâneo da Cidade de Buenos Aires e depois foi interpretada por elencos do Canadá, França, Brasil e Suíça. Measurable Existence, com Yin Yue Dance Company, de Nova York Diretamente de NYC, a YYDC traz para a cena a técnica de movimento original da companhia, a Técnica FoCo, assim como sua característica física refinada em um trabalho em grupo íntimo e intrincado, cujo movimento representa o espectro entre a ordem e o caos. Em Measurable Existence, Yue Yin investiga como descobrimos aspectos de nós mesmos ao descobrir outras pessoas ao nosso redor. Quando percebemos que as nossas jornadas são paralelas, se cruzam, se repelem ou colidem com as experiências dos outros, iniciamos uma nova compreensão da nossa própria existência que pode assustar, desafiar e, ao mesmo tempo, sustentar-nos e unir-nos. RESPONSÁVEL PELA COORDENAÇÃO Direção Geral | Inês Bogéa Inês Bogéa é bailarina, documentarista, escritora e professora. Formada bailarina e professora (Royal Academy of Dance), graduada em Filosofia (PUC-SP), doutora em Artes (Unicamp) e MBA em Gestão Estratégica de Pessoas: Desenvolvimento Humano de Gestores pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Atualmente é Diretora Artística e Educacional da São Paulo Companhia de Dança e da São Paulo Escola de Dança, professora nos cursos de especialização Arte na Educação: Teoria e Prática da Universidade de São Paulo (USP) e Pós-Graduação em Linguagem e Poética da Dança: Documentário, Memória e Dança da Universidade Regional de Blumenau (FURB) em parceria com a Fundação Fritz Muller (FFM), além de documentarista e escritora. De 1989 a 2001, foi bailarina do Grupo Corpo (Belo Horizonte). Foi crítica de dança da Folha de S. Paulo de 2001 a 2007 e integrou o júri técnico/crítico do quadro Dança dos Famosos do programa Domingão do Faustão/TV Globo de 2016 a 2021. Autora dos livros infantis: O livro da dança; Contos do balé e Outros Contos do balé. Organizadora dos livros Oito ou Nove Ensaios sobre o Grupo Corpo; Passado-Futuro – Textos e fotos sobre a São Paulo Companhia de dança, entre outros. Na área de arte-educação, foi consultora da Escola de Teatro e Dança Fafi (2003-2004) e consultora do Programa Fábricas de Cultura da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo (2007-2008). É autora de mais de setenta documentários sobre dança, entre eles Renée Gumiel, A Vida na Pele (2005), Maria Duschenes – o espaço do movimento (2006), e da série Figuras da Dança da SPCD. É autora dos textos do programa “Por Dentro da Dança” com a São Paulo Companhia de Dança, veiculados entre 2019 e 2021 na Rádio CBN. Curadoria| Marcela Benvegnu Marcela Benvegnu é jornalista, pesquisadora de dança. É Superintendente de Desenvolvimento Institucional da Associação Pró-Dança, instituição gestora da São Paulo Companhia de Dança e da São Paulo Escola de Dança. É master em Mídia, Comunicação e Negócios pela University of California (USA, 2017) e foi bolsista do programa de mentoria executiva da Harvard Business School (USA, 2019). É mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC (crítica de dança), pós-graduada em Estudos Contemporâneos em Dança pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e em Gestão de Negócios pelo Business Behavior Institute, de Chicago. Foi coordenadora de Educativo e Comunicação (2009-2017) e de Registro e Memória, da São Paulo Companhia de Dança e consultora (2021). Atua como jurada, palestrante, crítica e jornalista convidada em eventos no Brasil e exterior. Já ministrou palestras na Broadway Dance Center, em Nova York (2009); na Crossroads of Arts, em Los Angeles (2017); na West London University, em Londres (2018); no Encludança, em Portugal (2023). É codiretora do Congresso Internacional de Jazz Dance no Brasil desde 2009. Foi diretora executiva/artística da Bloch Brasil (2019/2020). É professora do curso de Pós-Graduação em Dança e Consciência Corporal na Universidade Estácio de Sá e USC. Também dirige a MB – Gestão de Imagem e Comunicação para a Dança, assinando estratégias, conteúdos e experiências para nomes da dança. OBJETIVOS GERAIS: Diversidade de Expressões Artísticas: Apresentar espetáculos que representam diferentes linguagens e abordagens da dança a, proporcionando ao público uma experiência rica e diversificada. Internacionalização da Dança: Promover a internacionalização da dança ao incluir uma companhia internacional em sua programação, fomentando o intercâmbio cultural e artístico entre diferentes países. Inclusão e Acessibilidade: Garantir a inclusão de públicos diversos, disponibilizando recursos de acessibilidade como audiodescrição e intérprete de Libras durante os espetáculos, para que a experiência seja acessível a pessoas com deficiência visual e auditiva. Valorização de Companhias Brasileiras: Destacar a qualidade e diversidade da produção artística brasileira, apresentando sete companhias nacionais em diferentes noites da mostra. Formação de Público: Contribuir para a formação de um público mais consciente e apreciativo em relação à dança, incentivando a participação em espetáculos de diferentes estilos e origens. Diálogo entre Tradição e Inovação: Proporcionar um diálogo entre tradição e inovação, ao apresentar tanto espetáculos que exploram formas mais clássicas quanto aqueles que abraçam abordagens mais contemporâneas e experimentais. Gratuidade e Acesso Amplo: Oferecer acesso gratuito aos espetáculos, tornando a arte da dança acessível a um público diversificado, independente de sua condição socioeconômica. Fortalecimento do Cenário Artístico Local: Contribuir para o fortalecimento do cenário artístico local ao incluir grupos de diferentes regiões do Brasil, destacando a diversidade cultural e criativa presente no país. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Exploração de Linguagens Artísticas: Proporcionar ao público a oportunidade de explorar e compreender diferentes linguagens da dança, desde a Dança Afro-Diaspórica ao Jazz Dance, enriquecendo assim sua apreciação estética. Fomento à Interculturalidade: Estimular a troca cultural ao incluir uma companhia internacional na programação, promovendo o entendimento e apreciação das diversas manifestações da dança ao redor do mundo. Inclusão Efetiva: Assegurar que a experiência da dança seja inclusiva ao oferecer recursos como audiodescrição e intérprete de Libras, garantindo que pessoas com deficiência visual e auditiva possam desfrutar plenamente dos espetáculos. Destaque à Produção Nacional: Valorizar e promover a produção artística brasileira, proporcionando visibilidade a companhias nacionais em diferentes noites, contribuindo para o reconhecimento e fortalecimento do talento local. Educação Cultural: Desenvolver a educação cultural do público ao incentivá-lo a participar ativamente dos espetáculos, ampliando seu repertório artístico e proporcionando uma experiência educativa e enriquecedora. Inovação na Programação: Incentivar a inovação na programação ao apresentar espetáculos que dialogam tanto com a tradição quanto com abordagens mais experimentais, promovendo uma experiência dinâmica e diversificada. Acesso Universal: Promover o acesso universal à arte da dança, eliminando barreiras financeiras ao oferecer os espetáculos de forma gratuita, garantindo que a experiência artística seja compartilhada por públicos diversos. Reconhecimento Regional: Contribuir para o reconhecimento regional e nacional das companhias participantes, destacando a diversidade de expressões artísticas presentes em diferentes regiões do Brasil. Por meio desses objetivos, a Mostra Internacional de Dança almeja criar uma experiência cultural única, enriquecendo o panorama da dança a e promovendo a diversidade artística em um contexto internacional e nacional. JUSTIFICATIVA A Mostra Internacional de Dança emerge como uma iniciativa significativa e necessária, respaldada por uma série de razões que solidificam sua relevância cultural, educacional e social. A dança, como forma de expressão artística, é intrinsecamente diversa, incorporando uma multiplicidade de linguagens e abordagens. A mostra coreográfica se justifica como uma plataforma para celebrar essa diversidade, oferecendo ao público a oportunidade única de explorar e apreciar distintas manifestações da dança contemporânea. Ao incluir uma companhia internacional na programação, este evento também se torna um catalisador de intercâmbio cultural, permitindo a troca de experiências entre artistas de diferentes partes do mundo. Esse diálogo transcultural enriquece não apenas a cena artística local, mas também fortalece os laços globais no cenário da dança. A integração de recursos de acessibilidade, como audiodescrição e intérprete de Libras, destaca a preocupação com a inclusão, permitindo que pessoas com deficiência visual e auditiva participem plenamente da experiência artística. Isso alinha a mostra com princípios fundamentais de igualdade e acesso universal à cultura. Ao destacar sete companhias brasileiras em sua programação, a mostra desempenha um papel crucial na valorização da produção artística nacional. Isso não apenas proporciona visibilidade às diversas expressões culturais presentes no Brasil, mas também contribui para a consolidação e reconhecimento do talento artístico local. Sua realização busca estimular a apreciação artística e cultural, incentivando o público a expandir seus horizontes e mergulhar em experiências estéticas variadas. Essa iniciativa educativa contribui para a formação de um público mais crítico, consciente e engajado com as artes. Em síntese, a Mostra Internacional de Dança se justifica como uma iniciativa que vai além do entretenimento, consolidando-se como um agente de transformação cultural, inclusão, valorização artística e intercâmbio global na esfera da dança contemporânea. CARGA HORÁRIA DOS ESPETÁCULOS Cada uma das noites tem duração de 1h30, sendo em média de 40 minutos por grupo, além de um intervalo de 20 minutos entre eles. Totalizando um tempo de 6 horas de duração. ACESSIBILIDADE As aberturas de noite contam com a participação de um intérprete de Libras e de audiodescrição de todas as obras apresentadas, por meio de um aplicativo AppLiveVoice, que atende a especificidade de transmitir uma audiodescrição previamente gravada – ao mesmo tempo em que permite intervenções para inserções de descrição ao vivo. METODOLOGIA QUE SERÁ APLICADA Apresentações de espetáculos de dança MATERIAL DIDÁTICO UTILIZADO Programa digital com conteúdo detalhado das apresentações da noite, release, ficha técnica, imagens, currículos, entre outros necessários para a comunicação e o entendimento das performances. ====================================================== PROJETO PEDAGÓGICO – FÓRUM ENCONTROS E DIÁLOGOS O Fórum – Encontros e Diálogos visa ampliar os espaços de reflexão nessa área a partir de relatos de experiências de artistas, convidados, performes, entre outros. Serão atividades de reflexão e experimentações com 1 palestra antes do início do evento do primeiro dia, 2 mesas redondas e 2 rodas de discussão e apresentações de grupos do Brasil. Dia 29 agosto | Quinta-feira | 19h às 20h30 Palestra de abertura: O Papel das Instituições Culturais na Programação e na Circulação de Arte Convidados: Presidente da Fundação Itaú, MASP, Memorial da América Latina, Associação Pró-Dança. Dia 30 agosto | Sexta-feira, 15h às 17h Mesa redonda: Processos Criativos em Dança. Convidados: Renato Cruz, Eliane Fetzer, Liliane de Grammont e Binho Pacheco Dia 31 de agosto | Sábado, 15h às 17h Mesa redonda: Pensando dança(s) por meio de diferentes Olhares Convidados: Ivan Bernardelli, Kelson Barros e Rubens Oliveira Dia 31 de agosto | Sábado, 17h30 às 19h30 Pitch de grupos do Brasil via inscrição e seleção por curadoria sendo 7 minutos – para apresentação de cada grupo – e até 8 grupos selecionados por ter sinergia com os programadores. As inscrições são abertas para aqueles que quiserem se inscrever via plataforma do evento e o curador poderá ajudar o respectivo grupo com roteiro de apresentação para programadores da cena paulista. O pitch oferece uma oportunidade para grupos de dança do Brasil apresentarem seus trabalhos de forma sucinta e estimular a sinergia entre grupos e programadores, promovendo possíveis colaborações e contratações proporcionando visibilidade a grupos diversificados no cenário da dança. Dia 1 de setembro | Domingo, 15h às 17h Mesa redonda – Planejamento, Circulação e Produção Artística de Companhias Convidados: Alex Soares (Cia. de Dança de Jundiaí), Ana Botosso (Cia de Danças de Diadema), Sivaldo Camargo (Cia. de Dança de Bauru). RESPONSÁVEL PELA COORDENAÇÃO Direção Geral | Inês Bogéa Inês Bogéa é bailarina, documentarista, escritora e professora. Formada bailarina e professora (Royal Academy of Dance), graduada em Filosofia (PUC-SP), doutora em Artes (Unicamp) e MBA em Gestão Estratégica de Pessoas: Desenvolvimento Humano de Gestores pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Atualmente é Diretora Artística e Educacional da São Paulo Companhia de Dança e da São Paulo Escola de Dança, professora nos cursos de especialização Arte na Educação: Teoria e Prática da Universidade de São Paulo (USP) e Pós-Graduação em Linguagem e Poética da Dança: Documentário, Memória e Dança da Universidade Regional de Blumenau (FURB) em parceria com a Fuação Fritz Muller (FFM), além de documentarista e escritora. De 1989 a 2001, foi bailarina do Grupo Corpo (Belo Horizonte). Foi crítica de dança da Folha de S. Paulo de 2001 a 2007 e integrou o júri técnico/crítico do quadro Dança dos Famosos do programa Domingão do Faustão/TV Globo de 2016 a 2021. Autora dos livros infantis: O livro da dança; Contos do balé e Outros Contos do balé. Organizadora dos livros Oito ou Nove Ensaios sobre o Grupo Corpo; Passado-Futuro – Textos e fotos sobre a São Paulo Companhia de dança, entre outros. Na área de arte-educação, foi consultora da Escola de Teatro e Dança Fafi (2003-2004) e consultora do Programa Fábricas de Cultura da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo (2007-2008). É autora de mais de setenta documentários sobre dança, entre eles Renée Gumiel, A Vida na Pele (2005), Maria Duschenes – o espaço do movimento (2006), e da série Figuras da Dança da SPCD. É autora dos textos do programa “Por Dentro da Dança” com a São Paulo Companhia de Dança, veiculados entre 2019 e 2021 na Rádio CBN. Curadoria | Sayonara Pereira Professora Livre docente e pesquisadora de dança moderna e composição coreográfica na Universidade de São Paulo, onde dirige o grupo de pesquisas cênicas LAPETT-ECA-CNPq, para quem já coreografou e dirigiu diferentes produções entre 2010-2023. Pós-doutora pela Freie Universität Berlin, e pela UNICAMP, onde também concluiu o doutorado. Atuou como bailarina e coreógrafa na Alemanha durante 19 anos (1985-2004). É Pedagoga em Dança pela Hochschule Für Musik und Tanz-Köln/Alemanha. Aluna convidada por Susanne Linke para estudar na Folkwang Hochschule-Essen – Alemanha (1985), na época dirigida por Pina Bausch. Em 2020 foi professora visitante na Universität Hamburg UHH/Alemanha. Inclui ainda na sua trajetória profissional criações com artistas da dança e de diversas áreas afins. Na cena independente brasileira tem participado de projetos com o Núcleo Dédalos (Piracicaba), Nave Gris (SP), Terpsí Teatro de Dança (Porto Alegre), Bando Cia. SP/RJ, Cia. de Teatro Heliópolis (SP), entre outros, nas funções de preparadora corporal, diretora de cena, provocadora ou coreógrafa. É também autora de diversas publicações na área de dança. OBJETIVOS GERAIS: Promover Reflexão e Discussão: Estimular reflexões críticas e discussões construtivas sobre temas relevantes no cenário da dança, promovendo o pensamento crítico e a troca de ideias. Ampliar Conhecimento em Processos Criativos: Proporcionar uma compreensão mais profunda dos processos criativos na dança, explorando diferentes abordagens, estilos e desafios enfrentados pelos artistas. Compartilhar Experiências: Criar um espaço para o compartilhamento de experiências e boas práticas, permitindo que profissionais da dança aprendam uns com os outros e desenvolvam suas habilidades. Fomentar Colaborações e Sinergias: Facilitar o encontro entre diferentes atores da dança, como artistas, programadores e produtores, buscando criar colaborações e sinergias benéficas para o desenvolvimento da arte. Dar Visibilidade a Grupos de Dança do Brasil: Proporcionar uma plataforma para grupos de dança brasileiros apresentarem seus trabalhos, ampliando sua visibilidade e oportunidades de colaboração e de contratação. Explorar o Papel das Instituições Culturais: Analisar o papel fundamental das instituições culturais na programação e circulação da arte, promovendo uma compreensão mais ampla da infraestrutura cultural. Incentivar Planejamento Estratégico na Dança: Discutir estratégias eficazes de planejamento, circulação e produção artística para companhias de dança, incentivando práticas que impulsionem o desenvolvimento sustentável da arte. Criar Oportunidades de Networking: Facilitar oportunidades de networking entre profissionais da dança, promovendo a construção de conexões valiosas que podem impactar positivamente o cenário artístico. Contribuir para o Desenvolvimento da Dança: Contribuir ativamente para o desenvolvimento e enriquecimento da danç, fornecendo recursos educativos, discussões relevantes e plataformas de promoção. Incentivar a Participação e Engajamento: Incentivar a participação ativa do público, artistas e demais envolvidos, criando um ambiente de engajamento e interação que potencialize a experiência de todos. Esses objetivos gerais visam assegurar que o Fórum Encontros e Diálogos seja um evento abrangente, enriquecedor e colaborativo, contribuindo significativamente para o avanço da dança e para a promoção de um diálogo construtivo dentro da comunidade artística. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Palestra de Abertura: "O Papel das Instituições Culturais na Programação e na Circulação da Arte": Proporcionar uma visão abrangente sobre o papel das instituições culturais na promoção e difusão da arte. Incentivar reflexões sobre a importância dessas instituições na programação cultural e na circulação de obras artísticas e estabelecer um diálogo entre representantes de instituições renomadas para compartilhar insights e experiências. Mesa Redonda Processos Criativos em Dança: Explorar e analisar os processos criativos na dança, proporcionando insights valiosos para artistas e apreciadores da arte. Oferecer uma plataforma para a discussão de abordagens inovadoras e desafios enfrentados no processo de criação em dança. Estimular a troca de experiências entre os convidados e o público, enriquecendo o entendimento sobre a dança em geral. Mesa Redonda Pensando dança(s) por meio de diferentes Olhares: Promover uma análise crítica e enriquecedora sobre a diversidade de perspectivas na dança reunindo profissionais de diferentes grupos para discutir e refletir sobre a multiplicidade de linguagens, estilos e abordagens presentes no universo da dança. Pitch de Grupos do Brasil com Seleção por Curadoria: Oferecer uma oportunidade para grupos de dança do Brasil apresentarem seus trabalhos de forma sucinta e estimular a sinergia entre grupos e programadores, promovendo possíveis colaborações e contratações proporcionando visibilidade a grupos diversificados no cenário da dança. Mesa Redonda Planejamento, Circulação e Produção Artística de Companhias: Discutir estratégias eficazes de planejamento, circulação e produção artística para companhias de dança, compartilhar experiências práticas e desafios enfrentados por profissionais envolvidos na gestão de companhias de dança, oferecer orientações para artistas e gestores interessados em otimizar suas práticas de gestão e produção. Estes objetivos específicos visam enriquecer o Fórum Encontros e Diálogos, proporcionando uma plataforma rica em aprendizado, discussões significativas e oportunidades de networking para os participantes envolvidos na dança contemporânea. JUSTIFICATIVA: A realização do Fórum Encontros e Diálogos surge da necessidade de criar um espaço dedicado à reflexão, troca de experiências e aprofundamento no universo da dança. Considerando a riqueza e complexidade dessa forma de expressão artística, entendemos que um fórum dedicado ao diálogo e à construção coletiva de conhecimento, atrelado a uma mostra de dança e outra de videodanças, é fundamental para impulsionar o desenvolvimento e fortalecimento dessa área. O Fórum visa promover uma imersão no conhecimento da dança de forma plural, proporcionando discussões aprofundadas sobre processos criativos, organização de festivais, produção artística e outros temas pertinentes. Ao trazer palestras, mesas redondas e rodas de discussão, o evento busca estimular a reflexão crítica sobre questões atuais e desafios enfrentados por artistas, programadores, produtores e demais profissionais do campo da dança. A criação de um espaço para o compartilhamento de experiências entre artistas, convidados e performers visa enriquecer o repertório de todos os envolvidos, contribuindo para o aprimoramento individual e coletivo. A presença de pitchs de grupos do Brasil e a seleção por curadoria oferecem também oportunidades tangíveis para colaborações e parcerias entre grupos de dança e programadores, fortalecendo a rede colaborativa no cenário artístico. O evento se propõe a ser um ponto de encontro entre diferentes artistas da dança, gestores culturais, programadores, produtores e demais profissionais, criando um ambiente propício para trocas e conexões significativas. O Fórum atende à demanda por um espaço de reflexão que contribui para a evolução constante desse vibrante campo artístico. CARGA HORÁRIA: A palestra de abertura tem duração de 1h30. As mesas redondas e o pitch tem duração de 2 horas cada um, totalizando 8 horas de duração. Assim a carga horária do Fórum é de 9h30. METODOLOGIA QUE SERÁ APLICADA: O Fórum conta com a metodologia expositiva para as palestras e picht e debates nas mesas redondas incluindo interação com a plateia. As ações são mediadas pela coordenadora do Fórum. MATERIAL DIDÁTICO UTILIZADO: Programa digital com conteúdo detalhado das videodanças, release, ficha técnica, programação das mesas de discussão, participantes do pitch, entre outros necessários para a comunicação e o entendimento das atividades. ================================================================= PROJETO PEDAGÓGICO – MOSTRA DANÇA VIVA Um dos pilares fundamentais da Mostra Internacional de Dança é o registro e preservação dessa forma de arte. E para perpetuar e compartilhar essa ação prevemos duas ações: - Capturaremos depoimentos e entrevistas com os artistas participantes do evento que darão origem a 12 breves vídeos, com cerca de dois a cinco minutos cada oferecendo insights sobre os participantes da Mostra e suas contribuições no vasto universo da dança. Esses resultados serão veiculados nas mídias sociais do evento. - Promoveremos uma mostra de 16 videodanças previamente selecionadas revelando também a diversidade de materiais produzidos neste segmento, que estarão disponíveis na plataforma online da Pró-Dança e em e canais parceiros. Essas iniciativas visam não apenas celebrar a diversidade da dança, mas também preservar sua essência e fomentar a apreciação, oferecendo uma oportunidade para ampliar o trabalho dos artistas. Das videodanças, são elas: LE CHAMBRE | Joelle Bouvier e Regis Obadia | 1989 | 10 minutos Video inspirado no texto “L’Esquisse, vida tranquila', de Marguerite Duras”: “Eu não queria me mudar e, ao mesmo tempo, queria ir embora ou nunca mais encontrá-los. Não porque eles tivessem me deixado sozinho ou por tédio, mas eu gostaria de ter uma prova de que eu era capaz de fazê-lo, a lembrança de que fui capaz de fazê-lo. Foi porque meu corpo estava tão pesado de fadiga que meus pensamentos se afastaram, foram tão livremente, tão leves. Pensei no mar que não conhecia. Meus olhos estavam fechados, mas eu ainda não estava dormindo. Naquele momento eu gostaria de olhar para algo que, como o meu cansaço fosse igual e interminável. Adormeci." DUO #3 - STACCATO | de Paulo Caldas | 2010 | 9 minutos Registros editados de espetáculos da companhia desde sua criação em 1993. A companhia Staccato Sob a direção de Paulo Caldas, – estabelecida em seus primeiros anos basicamente como um duo – evoluiu para um núcleo estável de pesquisa e criação composto por seis bailarinos, compositor, produtor e diretor/coreógrafo, além de diversos artistas convidados conforme as especificidades de cada projeto. Seu repertório, singularizado por uma bem-sucedida aproximação com a linguagem cinematográfica. VEIAS ABERTAS | Jorge Garcia - Camaleão Grupo de Dança | 2021 | 18 minutos “Veias Abertas” é uma videodança que trata da energia vital que move o mundo, a partir de uma dança que percorre as águas, a terra, as comunidades ribeirinhas e sua história. A performance é realizada pelo Camaleão Grupo de Dança, que foi fundado em 1984 pela diretora Marjorie Quast. Além de realizar expedições pelas cidades ribeirinhas e se relacionar com o rio e com essas comunidades, a obra fala da importância de sua preservação, tendo como foco o Rio das Velhas, principal abastecedor de água da região metropolitana de Belo Horizonte (MG). G1S3LL3 | Esdras Hernandes | 2021 | 10 minutos Quando voltamos ao teatro após meses de isolamento devido à pandemia, nossa sala de A peça audiovisual, que acontece na oficina de pintura da Câmara Municipal de Santiago, conta a história de um grupo de personagens que trabalham num projeto denominado G1S3LL3. Consiste na realização de testes e experimentos em um aldeão que está trancado e conectado às máquinas desses misteriosos personagens. A musicalização da obra foi composta para a ocasião e foi inspirada na partitura de Giselle. CRUSHING WEIGHT | Vinicius Cardoso | 2014 | 3 minutos Este é um poema visual que vai da decadência à luz. Através dele a mulher caminha; através do abandono. Um desejo que passa e não existe mais. É transcendência em meio ao caos. Dança de terror. Espírito que, mesmo quando tem força, move-se com ambiguidade. Ela é a beleza que ainda não foi vista no espelho. É a vaidade ainda presa no limbo da dúvida, numa selva de associações furiosas e violentas. Ali, entre aquelas paredes, a alma vive num lugar etéreo. Ela sente o corpo dele, vê-o através de um espelho negro, um portal para seus movimentos de angústia. Atravessa sem ver, ainda. Ela não se vê, mas sabe que tudo é passageiro. Vai da dor ao éter. Do cinza ao claro pairando acima do limite. Ainda não é hora de pagar pela sua vaidade. Tal narrativa ganha peso representada entre as ruínas de um hospital e a luz da arte. Uma conexão excepcional que aconteceu no conjunto de prédios históricos da cidade de Matarazzo, localizado próximo à Avenida Paulista, em São Paulo. O espaço abriu as portas para uma exposição no final de 2014. Há um antigo posto de saúde, abandonado há 20 anos, e durante um mês mais de 100 artistas plásticos do Brasil e do mundo habitaram suas salas e laboratórios para o “Made By. . Feito por brasileiros". Cheia de dança e do poder ambivalente de sua linguagem, ela salta do palco para revelar novos registros do corpo em movimento. QUEDA LIVRE | Galeria Produções | 2020 | 9 minutos É possível ser verdadeiramente livre? Há liberdade e verdade dentro do comodismo de uma vida dentro dos padrões ditados e impostos pelas tradições sociais e pelas relações de poder estabelecidas no mundo? A libertação é um risco, mas também traz prazer e verdade. A quebra dos padrões nem sempre é pacífica, pois a liberdade conquistada é revolucionária. CONTRAPESO| de Cássio Carvalho e Cristian Veja | 2011 |4 minutos Vídeodança realizada a partir de pesquisas e coreografias de Eva Harvez e Agustina Albanessi. Recebeu prêmio de melhor curta-metragem de dança, melhor vídeo/vídeo dança de dança (Sesc Santos Show, 2013 - BRASIL). Cássio Carvalho é artista brasileiro radicado em Argentina. AURORA | Luzca Films| 2021| 13 minutos As informações transmitidas pelos repórteres, a vida social através dos vermelhos, a história e um episódio traumático foram compartilhados na morte de uma dançarina chamada Aurora. Um gesto de amor consegue acordá-la. Aurora é um projeto independente e autogerido por talentosos bailarinos do Ballet Estable del Teatro Colón de Buenos Aires com a colaboração de Gabriel Bucher, Eric Dawidson, Eric Elizondo, Damián Saban, Alfredo García, Pablo Lisandro Calvo e Sebastián “Fisu” Viola. . Começamos a gerir em junho de 2020 respeitando o distanciamento social. A vontade de ficar quietos e nos conectar com a arte nos manteve juntos. HILO DE PLATA - Fernando Milagros feat | A Couple Of Things | 2016 | 3 minutos “Hilo de Plata” foi gravado no projeto “Volta ao Mundo em 80 Videoclipes”, dirigido por Diana Boccara e Leo Longo (A Couple Of Things), casal de cineastas brasileiros que viajam pelo mundo gravando videoclipes em sequência. Fernando Milagros com uma das suas músicas mais marcantes, em colaboração com Yeimy Compañía de Danza e com coreografia de Yeimy Navarro, se juntam neste vídeo que foi criado, produzido e gravado em Santiago, Chile. Fora de Campo, de Claudia Muller | 2006| 7 minutos A videodança parte da experiência de entregar dança contemporânea em locais onde ela não é esperada, procurando espaços despercebidos, brechas no cotidiano. Busca-se a reconstrução desse acontecimento por meio do olhar daqueles que o vivenciaram, mergulhando no que persiste em cada um após a passagem desse corpo em movimento. O resgate do ponto de vista do observador torna presente a obra que permanece no fora de campo. Produção viabilizada pelo Programa Rumos Itaú Cultural Dança 2006-2007 Vídeos da Associação Pró-Dança: Extrato Imaginária Serenata de CANTARES E DANÇARES | com direção Inês Bogéa e Paulo Zuben | 2020 | 4 minutos Ao som de Imaginária Serenata (1990), de Edmundo Villani-Côrtes, com piano solo de Ricardo Ballestero, os bailarinos Ana Roberta Teixeira e Nielson Souza dançam interpretações muito particulares de composições do século XX que refletem sobre as origens da cultura brasileira, fazendo uma ponte entre erudito e popular. Cantares e Dançares foi um projeto concebido e realizado durante a quarentena de acordo com o distanciamento social e todos os protocolos sanitários exigidos pelas entidades governamentais para o enfrentamento ao novo coronavírus. Cartas para um Outro Tempo, com direção Inês Bogéa e coreografia Letícia Forattini | 2020 | 30 minutos Os bailarinos Letícia Forattini e Otávio Portela, integrantes da São Paulo Companhia de Dança (SPCD), criaram a performance "Cartas para um Outro Tempo" para o programa Dança #EmCasaComSesc. A obra, que conta com dramaturgia de Bastian Thurner e direção de Inês Bogéa reflete sobre o período de isolamento social causado pela pandemia do novo coronavírus. Inspirado em correspondências e cartas enviadas por familiares e amigos e realizado no espaço doméstico, o espetáculo parte da conexão à distância, típica deste momento de quarentena, e das sensações provocadas por estes tempos de pandemia. As perguntas que norteiam "Cartas para um Outro Tempo" são: como será a nossa realidade daqui a alguns anos? Como iremos olhar para o que estamos vivendo agora? Colapso | Beatriz Hack para Reflexos de um Tempo Presente - Dança Hoje com direção Inês Bogéa e Paulo Zuben | 2021 | 6 minutos A São Paulo Companhia de Dança e Theatro São Pedro em Reflexos de um Tempo Presente trazem diferentes ambientes do Theatro, fachada, saguão, corredores, balcões, plateia e palco –, revelando esse patrimônio arquitetônico da capital paulista sob novas perspectivas a partir da interação com a dança e a música orquestral na forma de videodanças nos quais os bailarinos dialogam com instrumentistas da Orquestra do Theatro São Pedro. IKIGAI | Renata Peraso - Dança Hoje, com direção Inês Bogéa I 2020 | 5 minutos Ikigai (生き甲斐) é uma palavra de origem japonesa que significa "razão de viver", "objeto de prazer para viver" ou "força motriz para viver". De acordo com a tradição nipônica, todos têm um ikigai. A partir disso, coreógrafa e bailarino, sob direção de Inês Bogéa refletem sobre a motivação e as dificuldades da vida e como a busca pela própria essência pode ser boa e, muitas vezes, perturbadora. Amálgama - O Filme, de Inês Bogéa | 2020 | 24 minutos Fruto de uma parceria entre São Paulo Companhia de Dança, Museu de Arte Contemporânea da USP e Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo - Osesp, "Amálgama" é um filme que propõe um olhar multifacetado para a produção cultural do século XX por meio dos cruzamentos possíveis entre as sete artes: Arquitetura, Cinema, Dança, Escultura, Literatura, Música e Pintura. Conduzidos por uma coreografia inédita de Henrique Rodovalho, os bailarinos da SPCD vestem figurinos de Ricardo Almeida ocupam os corredores do MAC USP para dialogar com 23 obras presentes na exposição permanente "Visões da Arte no Acervo do MAC USP, 1900-2000", tudo dançado ao som de composições de Francisco Mignone (1897-1986) e Rafael Amaral executadas pela Osesp e Quarteto Osesp, com direção de Inês Bogéa. Scrappy | de Ammanda Rosa e Nielson Souza para SPCD No Museu, com direção Inês Bogéa e Alexandre Cruz| 2022 | 3 minutos “Trata-se de um experimento coreográfico em torno da busca de conexão e relação de interferência entre os diferentes elementos da cena (ambiente, música, câmera e bailarinos).” Realizado em parceria entre a São Paulo Companhia de Dança e o Museu do Ipiranga/Museu Paulista, o vídeo dá pistas do que o público pode vivenciar com reinauguração desse espaço. RESPONSÁVEL PELA COORDENAÇÃO Direção Geral | Inês Bogéa Inês Bogéa é bailarina, documentarista, escritora e professora. Formada bailarina e professora (Royal Academy of Dance), graduada em Filosofia (PUC-SP), doutora em Artes (Unicamp) e MBA em Gestão Estratégica de Pessoas: Desenvolvimento Humano de Gestores pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Atualmente é Diretora Artística e Educacional da São Paulo Companhia de Dança e da São Paulo Escola de Dança, professora nos cursos de especialização Arte na Educação: Teoria e Prática da Universidade de São Paulo (USP) e Pós-Graduação em Linguagem e Poética da Dança: Documentário, Memória e Dança da Universidade Regional de Blumenau (FURB) em parceria com a Fundação Fritz Muller (FFM), além de documentarista e escritora. De 1989 a 2001, foi bailarina do Grupo Corpo (Belo Horizonte). Foi crítica de dança da Folha de S. Paulo de 2001 a 2007 e integrou o júri técnico/crítico do quadro Dança dos Famosos do programa Domingão do Faustão/TV Globo de 2016 a 2021. Autora dos livros infantis: O livro da dança; Contos do balé e Outros Contos do balé. Organizadora dos livros Oito ou Nove Ensaios sobre o Grupo Corpo; Passado-Futuro – Textos e fotos sobre a São Paulo Companhia de dança, entre outros. Na área de arte-educação, foi consultora da Escola de Teatro e Dança Fafi (2003-2004) e consultora do Programa Fábricas de Cultura da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo (2007-2008). É autora de mais de setenta documentários sobre dança, entre eles Renée Gumiel, A Vida na Pele (2005), Maria Duschenes – o espaço do movimento (2006), e da série Figuras da Dança da SPCD. É autora dos textos do programa “Por Dentro da Dança” com a São Paulo Companhia de Dança, veiculados entre 2019 e 2021 na Rádio CBN. Curadoria Videodanças| Charles Lima Atualmente é Gerente do departamento de Memória da São Paulo Companhia de Dança, sendo responsável por toda produção de captação, edição ao vivo e acervo em fotos e vídeos. Nos últimos 15 anos participou da produção de 300 produtos audiovisuais, dentre eles mais de 20 videodanças, nos quais atuou de diversas maneiras, como produtor, roteirista, câmera, editor e/ou finalizador. Tem trabalhos difundidos na TV Cultura, Curta! e Arte 1, além das visualizações via YouTube superando a marca de 1 milhão. Trabalhou com diversos diretores como José Celso Martinez Corrêa, Antônio Carlos Rebesco (Pipoca), Alexandre Roit, Sergio Roizenblit, Tatiana Lohmann, Moira Toledo, Lula Carvalho, Evaldo Mocarzel, Kiko Goifman, entre outros. Muito de sua carreira foi construída no audiovisual ao lado da diretora Inês Bogéa. Seu inicio no audiovisual se deu no Teatro Oficina Uzyna Uzona, companhia do diretor Zé Celso Martinez Corrêa, participando da montagem dos Sertões 2005 a 2008, como operador de câmera e editor ao vivo, além de ser responsável técnico de vídeo na turnê pelo Brasil. Dentro do circuito audiovisual mais voltado para o cinema, participou como coprodutor do curta-metragem “Trópico das Cabras” filme este que ganhou o Festival de Brasília, Portugal e o Clemont Ferrand (França) 2007/2008, evidenciando o diretor Fernando Coimbra; e a direção de produção do filme "A Garrafa do Diabo". Curadoria Videodanças | Daniel Reca Nasceu em Rosário, Argentina. Estudou na Escola de Ballet do Teatro Colón com o maestro Mario Galizzi e, posteriormente, formou-se pela Escola de Dança Contemporânea do Teatro San Martin, em Buenos Aires, sob direção de Norma Binaghi. Em 2007, integrou o elenco do Ballet Contemporâneo do Teatro San Martin, sob direção de Maurício Wainrot. Em 2008 ingressou no Ballet de Santiago (BDS), no Chile, com direção de Marcia Haydée, onde permaneceu até 2013. No BDS, dançou, além dos clássicos criados pela diretora, obras de importantes coreógrafos como John Cranko; Maurice Bejart, Bem Stevenson, Sir Kenneth MacMillan, Ronald Hydn, Glenn Tetley, Mauro Bigonzetti e outros. Integra o elenco da São Paulo Companhia de Dança, sob direção de Inês Bogéa, desde 2013, onde teve a oportunidade de ampliar o seu repertório somando obras de corógrafos destacados como Jiri Kylián, Nacho Duato, entre outros, e de trabalhar com grandes nomes da dança contemporânea internacional e local como Édouard Lock, Joëlle Bouvier, Goyo Montero, Jomar Mesquita, entre outros. Desde 2018 colabora com a equipe de Comunicação e Audiovisual da Pró-Dança através do Programa de Desenvolvimento das Habilidades Futuras do Artista da Dança. A partir de 2020 começa a se dedicar especificamente à produção de conteúdo e edição de obras completas dentro da Equipe de Audiovisual. Como resultado da provocação artística da direção e dos gestores destes departamentos surgem produtos como Conheça o Artista - Temporadas 1 e 2, documentários de turnês, reels de sala de ensaio, teasers das obras, entre outros conteúdos. Curadoria Entrevistas | Galeria Produções A Galeria Produções nasce da ideia de unir a criatividade de um cineasta e um jornalista, sendo um espaço que une a criação de vídeos para clientes e projetos autorais desde 2014. Possuem no nosso currículo a criação e produção de vídeo clipes, vídeo danças, documentários autorais, documentários em dança, vídeos para projetos sociais, institucionais e vídeos para clientes variados, como: Artefacto, Tegra Incorporadora, Shopping D&D, Grupo BTC Decor, Grupo Marquise, Paris Filmes, Universal Pictures, Guardian Blindagens, entre outros. OBJETIVOS GERAIS: Documentação da Experiência Artística: Capturar depoimentos e entrevistas com os artistas participantes para documentar e preservar suas experiências, contribuindo para a construção de um registro histórico da dança. Revelação de Insights e Contribuições Individuais: Produzir 12 vídeos curtos com insights dos participantes da Mostra, destacando suas contribuições individuais para o vasto universo da dança, promovendo o reconhecimento de suas trajetórias e inovações. Ampliação do Alcance nas Mídias Sociais: Veicular os vídeos nas mídias sociais do evento tem como objetivo ampliar o alcance e a visibilidade das contribuições dos artistas, envolvendo a comunidade online e incentivando a apreciação da dança. Difusão da Diversidade Artística: Promover uma mostra de 16 videodanças selecionadas busca difundir a diversidade de materiais produzidos na arte da dança, proporcionando ao público uma visão abrangente das diferentes expressões artísticas presentes no evento. Acesso Online e Parcerias Estratégicas: Disponibilizar a mostra de 16 videodanças na plataforma online da Pró-Dança e em canais de parceiros busca ampliar o acesso do público a essas produções, estabelecendo parcerias estratégicas para maximizar a visibilidade. Preservação e Valorização da Essência da Dança: As iniciativas de registro visam preservar a essência da dança, reconhecendo-a como uma forma de arte viva e dinâmica, enquanto valoriza o trabalho dos artistas que contribuem para sua evolução. Estímulo à Apreciação Artística: Oferecer uma oportunidade para ampliar o trabalho dos artistas e estimular a apreciação artística por parte do público, enriquecendo a compreensão e o envolvimento com a dança contemporânea. Incentivo à Produção Artística Contínua: Ao celebrar a diversidade da dança e promover o trabalho dos artistas, o projeto pedag
APRESENTAÇÕES DE DANÇA ACESSIBILIDADE FÍSICA: Para os cidadãos idosos, os espetáculos previstos no projeto estão adequados às determinações do art. 23 da Lei 10.741, de 1º de outubro de 2003 (Estatuto do Idoso), uma vez que será respeitada a prática da meia-entrada para idosos. No que se refere às pessoas com deficiências é de conhecimento da produção que os local escolhidos para a realização das ações da “MOSTRA INTERNACIONAL DE DANÇA” está totalmente adequado com equipamentos e instalações que facilitem o livre acesso da pessoa com deficiência, de modo a possibilitar o pleno exercício dos seus direitos culturais, em conformidade com os Art. 46 e 47 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999 tais como: acesso por meio de rampas, banheiros adaptados para pessoas com deficiência, lugares adaptados e reservados na plateia, entre outras condições de acessibilidade. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Em termos de acessibilidade o projeto da MOSTRA INTERNACIONAL DE DANÇA prevê: · Audiodescrição para os espetáculos ao vivo, oferecendo narração verbal detalhada sobre a ação, cenários, figurinos e expressões faciais, proporcionando uma experiência mais completa para pessoas com deficiência visual. · Intérpretes de Libras permitindo que pessoas surdas ou com deficiência auditiva participem ativamente das discussões e interações. Essas ações visam garantir que os espetáculos da Mostra sejam acessíveis a todos, proporcionando uma experiência inclusiva e enriquecedora para pessoas com deficiências sensoriais, físicas ou cognitivas. · medidas para desabilidades auditivas: intérprete em libras; ITEM ORÇAMENTÁRIO NA PLANILHA: · medidas para desabilidades visuais e cognitivos: audiodescrição; ITEM ORÇAMENTÁRIO NA PLANILHA: ======================================================================= FÓRUM - ENCONTROS E DIÁLOGOS ACESSIBILIDADE FÍSICA | Para os cidadãos idosos, os espetáculos previstos no projeto estão adequados às determinações do art. 23 da Lei 10.741, de 1º de outubro de 2003 (Estatuto do Idoso), uma vez que será respeitada a prática da meia-entrada para idosos. No que se refere às pessoas com deficiências é de conhecimento da produção que os local escolhidos para a realização das ações da “MOSTRA INTERNACIONAL DE DANÇA” está totalmente adequado com equipamentos e instalações que facilitem o livre acesso da pessoa com deficiência, de modo a possibilitar o pleno exercício dos seus direitos culturais, em conformidade com os Art. 46 e 47 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999 tais como: acesso por meio de rampas, banheiros adaptados para pessoas com deficiência, lugares adaptados e reservados na plateia, entre outras condições de acessibilidade. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO · Intérpretes de Libras para Mesas e Palestras: Garantir a presença de intérpretes de Libras em mesas de debate, palestras e qualquer evento que envolva diálogo verbal, permitindo que pessoas surdas ou com deficiência auditiva participem ativamente das discussões e interações · medidas para desabilidades auditivas: intérprete em libras; ITEM ORÇAMENTÁRIO NA PLANILHA: · medidas para desabilidades visuais e cognitivos: audiodescrição; ITEM ORÇAMENTÁRIO NA PLANILHA: ======================================================================= DANÇA VIVA - Vídeodança ACESSIBILIDADE FÍSICA | não se aplica ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO Legendagem dos materiais do Dança Viva: Publicação de materiais em formatos acessíveis (como legendagem e ou legendas acessíveis) para garantir que todos os espectadores tenham acesso às informações relevantes · medidas para desabilidades auditivas: intérprete em libras; ITEM ORÇAMENTÁRIO NA PLANILHA: · medidas para desabilidades visuais e cognitivos: audiodescrição; ITEM ORÇAMENTÁRIO NA PLANILHA: ======================================================================= Temos ciência, conforme Instrução Normativa MINC nº 11 de 30 de janeiro de 2024, artigo 27, inciso II, parágrafo 2º, da obrigatoriedade de divulgação das medidas de acessibilidade em todo o material de divulgação do projeto. =======================================================================
DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO Projeto totalmente gratuito: Apresentações de Dança, Forum de debates e Vídeodanças. 1. Em atendimento à Instrução Normativa MINC nº 11 de 30 de janeiro de 2024, artigo 30, inciso III - disponibilizará na Internet, registros audiovisuais do segmento DANÇA VIVA – 16 videodanças formatos acessíveis (como legendagem e ou legendas acessíveis) para garantir que todos os espectadores tenham acesso às informações relevantes; 2. Em atendimento a Instrução Normativa MINC nº 11 de 30 de janeiro de 2024, artigo 30, inciso V: realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios,cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. =======================================================================
O proponente emitirá nota fiscal referente a GESTAO FINANCEIRA E CAPTAÇÃO DE RECURSOS =========================================================== FICHA TÉCNICA Coordenação Geral | Associação Pró-Dança Direção Artística | Inês Bogéa Curadoria Mostra de Espetáculos| Marcela Benvegnu Curadoria Mostra de Videodanças | Charles Lima e Daniel Reca Coordenação Fórum | Sayonara Pereira Coordenação Dança Viva | Galeria Produções Coordenação de Produção | Marcio Branco =================================================================== ASSOCIAÇÃO PRÓ-DANÇA (Proponente) Criada em janeiro de 2008, a São Paulo Companhia de Dança (SPCD) é gerida pela Associação Pró-Dança e dirigida por Inês Bogéa, doutora em Artes, bailarina, documentarista, escritora e professora. A difusão da dança, produção e circulação de espetáculos é o núcleo principal de seu trabalho. A SPCD apresenta espetáculos de dança no Estado de São Paulo, no Brasil e no exterior e é hoje considerada uma das mais importantes companhias de dança da América Latina pela crítica especializada. Desde sua criação, já foi assistida por um público superior a 900 mil pessoas em 18 diferentes países, passando por mais de 150 cidades em mais de 1.100 apresentações e acumulando 48 prêmios nacionais e internacionais. Durante a temporada 2018/2019, foi eleita como melhor companhia de dança na França ao receber o Grand Prix de la Critique. No mesmo período, também recebeu o Critics’ Choice of Dance Europe como uma das melhores companhias de dança da temporada 2018/2019. Um dos pilares da São Paulo Companhia de Dança é fomentar a cultura e a experimentação na área da dança, alcançando diferentes públicos. Neste sentido, somamos esforços com diferentes projetos sociais para a realização de intercâmbios educacionais e culturais. Os Programas Educativos e de Formação e Sensibilização de Plateia para a Dança, outra vertente de ação da SPCD, vem no movimento da Companhia - a cada cidade por onde nos apresentamos encontramos pessoas que apreciam e praticam a arte da dança. Nas Palestras de Dança temos a oportunidade de diálogo sobre os bastidores dessa arte; nas Oficinas de Dança, um encontro para vivenciar o cotidiano dos bailarinos da SPCD e nos Espetáculos Gratuitos para Estudantes e Terceira Idade a proposta é de ver, ouvir e perceber o mundo da dança. Oficinas de Capacitação Técnica favorecem aprendizados a um público amplo em torno de áreas dos bastidores da Companhia, como Audiovisual e Técnica de Palco; e o Meu Amigo Bailarino, projeto por meio do qual bailarinos da Companhia se apresentam em asilos, hospitais, escolas e entidades assistenciais, levando assim a dança a quem não pode ir ao teatro. No campo do Registro e Memória da Dança, há o projeto Figuras da Dança, composto por uma série de documentários sobre a vida e a trajetória de personalidades fundamentais no cenário da dança. A série pode ser vista nos canais Arte 1, Canal Curta!, TV Cultura, Multicultura, Univesp TV e no canal da Companhia no YouTube. O repertório da São Paulo Companhia de Dança contempla remontagens de obras clássicas, modernas e contemporâneas, além de peças inéditas, criadas especialmente para o seu corpo de bailarinos. No Brasil não há tradição de apresentações de obras canônicas da dança, como o repertório clássico dos séculos XIX e XX. Ao levar estas obras e suas criações inéditas para o público das diferentes regiões do país, a Companhia propicia amplo acesso aos bens culturais da humanidade. As apresentações da Companhia ocorrem na Capital, no interior e litoral do Estado de São Paulo, e em outros Estados. A SPCD realiza também turnês internacionais a fim de promover a arte do Brasil no exterior. A dança tem muitas histórias, e para revelar um pouco delas a Companhia procura eterniza-las através de documentários. ======================================================================= Direção Geral | Inês Bogéa Inês Bogéa é bailarina, documentarista, escritora e professora. Formada bailarina e professora (Royal Academy of Dance), graduada em Filosofia (PUC-SP), doutora em Artes (Unicamp) e MBA em Gestão Estratégica de Pessoas: Desenvolvimento Humano de Gestores pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Atualmente é Diretora Artística e Educacional da São Paulo Companhia de Dança e da São Paulo Escola de Dança, professora nos cursos de especialização Arte na Educação: Teoria e Prática da Universidade de São Paulo (USP) e Pós-Graduação em Linguagem e Poética da Dança: Documentário, Memória e Dança da Universidade Regional de Blumenau (FURB) em parceria com a Fundação Fritz Muller (FFM), além de documentarista e escritora. De 1989 a 2001, foi bailarina do Grupo Corpo (Belo Horizonte). Foi crítica de dança da Folha de S. Paulo de 2001 a 2007 e integrou o júri técnico/crítico do quadro Dança dos Famosos do programa Domingão do Faustão/TV Globo de 2016 a 2021. Autora dos livros infantis: O livro da dança; Contos do balé e Outros Contos do balé. Organizadora dos livros Oito ou Nove Ensaios sobre o Grupo Corpo; Passado-Futuro – Textos e fotos sobre a São Paulo Companhia de dança, entre outros. Na área de arte-educação, foi consultora da Escola de Teatro e Dança Fafi (2003-2004) e consultora do Programa Fábricas de Cultura da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo (2007-2008). É autora de mais de setenta documentários sobre dança, entre eles Renée Gumiel, A Vida na Pele (2005), Maria Duschenes – o espaço do movimento (2006), e da série Figuras da Dança da SPCD. É autora dos textos do programa “Por Dentro da Dança” com a São Paulo Companhia de Dança, veiculados entre 2019 e 2021 na Rádio CBN. ======================================================================= Curadoria| Marcela Benvegnu Marcela Benvegnu é jornalista, pesquisadora de dança. É Superintendente de Desenvolvimento Institucional da Associação Pró-Dança, instituição gestora da São Paulo Companhia de Dança e da São Paulo Escola de Dança. É master em Mídia, Comunicação e Negócios pela University of California (USA, 2017) e foi bolsista do programa de mentoria executiva da Harvard Business School (USA, 2019). É mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC (crítica de dança), pós-graduada em Estudos Contemporâneos em Dança pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e em Gestão de Negócios pelo Business Behavior Institute, de Chicago. Foi coordenadora de Educativo e Comunicação (2009-2017) e de Registro e Memória, da São Paulo Companhia de Dança e consultora (2021). Atua como jurada, palestrante, crítica e jornalista convidada em eventos no Brasil e exterior. Já ministrou palestras na Broadway Dance Center, em Nova York (2009); na Crossroads of Arts, em Los Angeles (2017); na West London University, em Londres (2018); no Encludança, em Portugal (2023). É codiretora do Congresso Internacional de Jazz Dance no Brasil desde 2009. Foi diretora executiva/artística da Bloch Brasil (2019/2020). É professora do curso de Pós-Graduação em Dança e Consciência Corporal na Universidade Estácio de Sá e USC. Também dirige a MB – Gestão de Imagem e Comunicação para a Dança, assinando estratégias, conteúdos e experiências para nomes da dança. ======================================================================= Curadoria | Sayonara Pereira Professora Livre docente e pesquisadora de dança moderna e composição coreográfica na Universidade de São Paulo, onde dirige o grupo de pesquisas cênicas LAPETT-ECA-CNPq, para quem já coreografou e dirigiu diferentes produções entre 2010-2023. Pós-doutora pela Freie Universität Berlin, e pela UNICAMP, onde também concluiu o doutorado. Atuou como bailarina e coreógrafa na Alemanha durante 19 anos (1985-2004). É Pedagoga em Dança pela Hochschule Für Musik und Tanz-Köln/Alemanha. Aluna convidada por Susanne Linke para estudar na Folkwang Hochschule-Essen – Alemanha (1985), na época dirigida por Pina Bausch. Em 2020 foi professora visitante na Universität Hamburg UHH/Alemanha. Inclui ainda na sua trajetória profissional criações com artistas da dança e de diversas áreas afins. Na cena independente brasileira tem participado de projetos com o Núcleo Dédalos (Piracicaba), Nave Gris (SP), Terpsí Teatro de Dança (Porto Alegre), Bando Cia. SP/RJ, Cia. de Teatro Heliópolis (SP), entre outros, nas funções de preparadora corporal, diretora de cena, provocadora ou coreógrafa. É também autora de diversas publicações na área de dança. ======================================================================= Curadoria Videodanças| Charles Lima Atualmente é Gerente do departamento de Memória da São Paulo Companhia de Dança, sendo responsável por toda produção de captação, edição ao vivo e acervo em fotos e vídeos. Nos últimos 15 anos participou da produção de 300 produtos audiovisuais, dentre eles mais de 20 videodanças, nos quais atuou de diversas maneiras, como produtor, roteirista, câmera, editor e/ou finalizador. Tem trabalhos difundidos na TV Cultura, Curta! e Arte 1, além das visualizações via YouTube superando a marca de 1 milhão. Trabalhou com diversos diretores como José Celso Martinez Corrêa, Antônio Carlos Rebesco (Pipoca), Alexandre Roit, Sergio Roizenblit, Tatiana Lohmann, Moira Toledo, Lula Carvalho, Evaldo Mocarzel, Kiko Goifman, entre outros. Muito de sua carreira foi construída no audiovisual ao lado da diretora Inês Bogéa. Seu inicio no audiovisual se deu no Teatro Oficina Uzyna Uzona, companhia do diretor Zé Celso Martinez Corrêa, participando da montagem dos Sertões 2005 a 2008, como operador de câmera e editor ao vivo, além de ser responsável técnico de vídeo na turnê pelo Brasil. Dentro do circuito audiovisual mais voltado para o cinema, participou como coprodutor do curta-metragem “Trópico das Cabras” filme este que ganhou o Festival de Brasília, Portugal e o Clemont Ferrand (França) 2007/2008, evidenciando o diretor Fernando Coimbra; e a direção de produção do filme "A Garrafa do Diabo". ======================================================================= Curadoria Videodanças | Daniel Reca Nasceu em Rosário, Argentina. Estudou na Escola de Ballet do Teatro Colón com o maestro Mario Galizzi e, posteriormente, formou-se pela Escola de Dança Contemporânea do Teatro San Martin, em Buenos Aires, sob direção de Norma Binaghi. Em 2007, integrou o elenco do Ballet Contemporâneo do Teatro San Martin, sob direção de Maurício Wainrot. Em 2008 ingressou no Ballet de Santiago (BDS), no Chile, com direção de Marcia Haydée, onde permaneceu até 2013. No BDS, dançou, além dos clássicos criados pela diretora, obras de importantes coreógrafos como John Cranko; Maurice Bejart, Bem Stevenson, Sir Kenneth MacMillan, Ronald Hydn, Glenn Tetley, Mauro Bigonzetti e outros. Integra o elenco da São Paulo Companhia de Dança, sob direção de Inês Bogéa, desde 2013, onde teve a oportunidade de ampliar o seu repertório somando obras de corógrafos destacados como Jiri Kylián, Nacho Duato, entre outros, e de trabalhar com grandes nomes da dança contemporânea internacional e local como Édouard Lock, Joëlle Bouvier, Goyo Montero, Jomar Mesquita, entre outros. Desde 2018 colabora com a equipe de Comunicação e Audiovisual da Pró-Dança através do Programa de Desenvolvimento das Habilidades Futuras do Artista da Dança. A partir de 2020 começa a se dedicar especificamente à produção de conteúdo e edição de obras completas dentro da Equipe de Audiovisual. Como resultado da provocação artística da direção e dos gestores destes departamentos surgem produtos como Conheça o Artista - Temporadas 1 e 2, documentários de turnês, reels de sala de ensaio, teasers das obras, entre outros conteúdos. ======================================================================= Curadoria Entrevistas | Galeria Produções A Galeria Produções nasce da ideia de unir a criatividade de um cineasta e um jornalista, sendo um espaço que une a criação de vídeos para clientes e projetos autorais desde 2014. Possuem no nosso currículo a criação e produção de vídeo clipes, vídeo danças, documentários autorais, documentários em dança, vídeos para projetos sociais, institucionais e vídeos para clientes variados, como: Artefacto, Tegra Incorporadora, Shopping D&D, Grupo BTC Decor, Grupo Marquise, Paris Filmes, Universal Pictures, Guardian Blindagens, entre outros. =======================================================================
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.