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PRONAC 240620Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Turnê Comemorativa InsanaCena 2024 - Ancestralidades

MOURA PROJETOS ARTISTICOS E CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 519,4 mil
Aprovado
R$ 519,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2024-05-01
Término
2027-03-05
Locais de realização (8)
Brasília Distrito FederalBelo Horizonte Minas GeraisBrumadinho Minas GeraisMariana Minas GeraisOuro Preto Minas GeraisCampinas São PauloRibeirão Preto São PauloSão Paulo São Paulo

Resumo

A Notom Produções Artísticas compondo seu planejamento para2024traz para o Brasil a Cia Insana Cena de Portugal,artistas que promovem as artes performativas, democratizando o espaço da criação dando ao público um lugar de pertencimento na cena artística. São artistas brasileiros que atuam nos dois países, Brasil e Portugal.A turnêserá composta por uma programação com três espetáculos, "Haverá" , "Raízes e "O Medo que nos Move", apresentados separadamente em várias cidades brasileiras, sudeste e centro oeste do Brasil.

Sinopse

Espetáculo | O medo que nos move Espetáculo Cênico que se assenta na partilha de um sentimento de urgência de pensar a condição da mulher e da feminilidade na sociedade contemporânea, elaborando questões acerca do medo que se sente por se ser mulher. Do que é que temos medo? Como é que ele surgiu? Até onde nos acompanha? Em que situações nos imobiliza? Quais as estratégias poderíamos ter para enfrenta lo? Questões que aparecem na cena entremeadas aos textos e movimentos cantados, encenados e dançados. Ë um espetáculo multifacetado como é também o feminino. Camadas do ser mulher vão sendo apresentadas cena a cena, como peles sendo trocadas e vestidas. Traduzindo bem o modo como as mulheres se adaptam socialmente nos contextos duros do patriarcado, como transgridem ainda que sutilmente esse contexto, e vêm resistindo ao longo dos anos na história da humanidade, rompendo muito vagarosamente essa estrutura forjada pelo masculino, em busca de equanimidade no mínimo e poder viver sem um medo inerente e poder andar na rua sozinhas! Espetáculo | Haverá HAVERÁ é um grito de resistência, uma micro-revolução dentro de um corpo que se debate consigo em busca de um desvio possível. O monólogo incorpora elementos que interconectam corpo, palavra e música para comunicar de maneira lírica e bem humorada conceitos fundamentais como autocuidado, escuta e autoestima. O público é convidado a contemplar as muitas contradições humanas, mergulhando em profundezas físicas e psicológicas, ao mesmo tempo que estabelece paralelos com as vastidões do mundo marinho. Espetáculo | Raízes Raízes parte de uma reflexão sobre o impacto da mineração no Brasil, no qual o maior desastre tecnológico social e ambiental do mundo, responsável por destruir Bento Rodrigues (Minas Gerais, Brasil), ganha visibilidade. O espetáculo, de carácter documental e autobiográfico, nasce da necessidade de o criador se expressar sobre o tema, ao mesmo tempo que o redescobre e o transporta para a atualidade, numa fusão entre relembrar o passado e prevenir o futuro, unindo pontos que se aproximam e que podem resultar nas mesmas consequências desastrosas.A redescoberta das tradições e raízes do bailarino ganha forma através da dança e da fusão de elementos cénicos e conduz o público a um estado de iminência permanente que denuncia o que ainda poderá estar por vir, não só no Brasil, mas no mundo.

Objetivos

Objetivo geral: 1. Circular com o repertório da Cia Insana Cena por Minas Gerais, São Paulo e Brasília, espetáculos: "Haverá", "Raízes", "O medo que nos move", em comemoração à trajetória da Cia. Objetivos específicos: 1. Produzir as apresentações dos espetáculos de forma separada, a partir do perfil da obra artística, serão 9 apresentações, três em cada local. 2. Realizar em cada cidade onde o espetáculo for apresentado, uma vivência com artistas locais profissionais ou interessados pela arte, partilhando o processo criativo e a experiência da prática do movimento em dança. Serão 3 oficinas, uma em cada cidade. 3. Garantir postos direto de trabalho com mão de obra local em cada cidade, produtor, assistente de produção, técnicos de som e luz, e indiretos como transporte, hospedagem, alimentação. 4. Produzir um encontro em Ouro Preto com os 3 artistas protagonistas dos espetáculos, fechando a turnê comemorativa, duas noites de apresentações onde o público poderá assistir ao repertório completo da turnê. 5. Registrar em vídeo e fotos todo processo de execução criando nas redes sociais um diário de viagem, para que o público possa acompanhar os bastidores das produções. Apresentação: A Notom Produções Artísticas compondo seu planejamento para 2024 t apreseraz para o Brasil a Cia Insana Cena de Portugal, artistas que promovem as artes performativas, democratizando o espaço da criação dando ao público um lugar de pertencimento na cena artística. São artistas brasileiros que atuam nos dois países, Brasil e Portugal, que mais tarde também incluíram artistas portugueses na medida em que as trocas artísticas foram se aprofundando. A turnê será composta por uma programação com três espetáculos, "Haverá" , "Raízes e "O Medo que nos Move", apresentados separadamente em várias cidades brasileiras, sudeste e centro oeste do Brasil. A circulação contempla, Minas Gerais, São Paulo e Brasília, onde teremos produtores locais alinhados ao trabalho da Cia e poderão maximizar a execução com parcerias, fidelização de público e assessoria de imprensa especializada. A proposta de realizar uma turnê comemorativa não se dá por premissa ao tempo de existência, que é normalmente o que nos leva a celebrar, marcamos o tempo na história e na memória das pessoas, do público que acompanha o trabalho. A premissa é a história de 4 artistas brasileiros que tiveram que deixar o seu país em busca de oportunidades para firmarem sua identidade enquanto criadores e trabalhadores da cultura. As obras que compõem o repertório são resultado da experiência pessoal de cada um deles, sair, ficar, voltar, resistir, insistir, desejar, corpos que a partir da pesquisa de movimento coreografaram espetáculos que expressam no espaço e ao público emoções, dores, alegrias, ideologias, sem a pretensão de contar alguma história, mas compartilhar expressões de si mesmo e da própria visão de mundo. Um mundo que passou a ser mais extenso geográfica e culturalmente, a inevitável experiência do choque de realidade, das diferenças de costumes, crenças, o olhar torto para o emigrante, e a busca de voltar a se sentir em casa mesmo sabendo que está fora de casa. E o desejo mais profundo dentro deste contexto é celebrar a possibilidade de voltar pra primeira casa, se apresentar diante de plateias com o mesmo sotaque, com o acolhimento do abraço, do toque, do beijo, comportamentos presentes na cultura brasileira e nem sempre encontrados em outros países. São artistas com assinaturas artísticas muito distintas, proporcionando ao público diversidade de técnicas, de linguagem artística e abordagem corporal. Uma realidade que favorece um diálogo plural, com diversos perfis de público, seja de gênero, raça, classe social, faixa etária, permitindo também que se tenha um mercado mais amplo de investidores e patrocinadores. Resumidamente o objeto central é a circulação do repertório, serão 9 apresentações, em Minas Gerais nas cidades de Brumadinho, Belo Horizonte e Mariana, em São Paulo na capital paulista, em Ribeirão Preto e Campinhas e no Distrito Federal apenas em Brasília, terminando em Ouro Preto com duas apresentações, que foi a cidade onde tudo começou. Em cada cidade uma vivência artística com profissionais das artes ( dança, teatro, circo) com duração de duas horas, para partilhar o processo criativo e como cada um destes artistas construiu sua assinatura nas artes da cena. Ao todo teremos, portanto, 9 apresentações e 7 oficinas, sendo que em Ouro Preto terá a participação dos 3 artistas criadores. Sobre o Insana Cena : A InsanaCena promove as artes performativas, democratizando a arte contemporânea para todos. A companhia atua como uma ponte entre diferentes formas de artes cênicas, incluindo teatro de rua, teatro físico, marionetes e dança contemporânea. O foco artístico abraça causas ambientais e sociais, concentrando-se em grupos marginalizados: imigrantes, movimento negro, feminista. A equipe artística e técnica prioriza uma dramaturgia que explora a interação entre o teatro e outras expressões artísticas, técnicas, conceitos e até a ciência. O objetivo é dedicar tempo e espaço à pesquisa para descobrir novas estéticas nas artes cênicas, cultivando diálogos e escutas que permitam o florescimento dessas novas formas. O coletivo busca ainda abordar questões locais e comunitárias, ao mesmo tempo que conecta ao universal. Procura gerar empatia com o público em diferentes níveis - emocional, intelectual, sensorial e sensível - por meio de metáforas visuais, textuais e estéticas, promovendo um acontecimento teatral único que desafia as noções tradicionais de palco e plateia. A companhia visa proporcionar uma experiência em que o espectador possa fruir, sentir e interpretar a obra com base em sua própria vivência e experiências pessoais, mediadas pelo encontro com o evento teatral. Dentro dessa abordagem, a companhia produz arte contemporânea que se relaciona intimamente com o teatro, a comunidade e promove a arte-educação. Alguns de seus espetáculos incluem "Amoroscuro," "Trinta e Três Tramas de Um Rezo Para Mar," "Pelas Minas Luas Vermelhas," "O Segredo do Chá," "Zebrantika," "Bicharada,", "O Medo Que Nos Move" e "Haverá". A mudança para Portugal em 2016 impactou positivamente a InsanaCena, permitindo-lhe crescer e expandir suas atividades artísticas em um contexto europeu. Essa transição trouxe novas oportunidades de financiamento e apoio, além de proporcionar uma rica fonte de inspiração para o desenvolvimento dos espetáculos. Atualmente, a Companhia é composta por diversos membros brasileiros e portugueses, incluindo Guto Martins, Mariana Vasconcelos, Leonor Cabrita, Magnum Soares, Mariana Correia, Ludmila Van Lammeren, Beatriz Teodósio, Vitória Regina e Juliana Trindade.

Justificativa

Justificativa cultural A ancestralidade é fonte de vida, sabedoria, identidade, pertencimento e criatividade, é o fio que tece passado, presente e futuro, formando uma teia de relações que conecta humanidades. É também a memória que transcende espaço e tempo para recriar futuros possíveis e saudáveis. Tem mais a ver com memória do que com o passado.Pensar em todas as pessoas que vieram antes de nós dessa forma é entender que há algo dentro de você muito maior, um caminho que já vinha sendo traçado de várias formas, inclusive culturalmente. A ancestralidade cumpre o nosso sincero desejo de pertencimento, de inclusão, de conexão com a teia da vida. Ser brasileiro é uma rica mistura ancestral que passa pelos povos originários, indigenas, homens negros e mulheres ne gras que vieram da África, vai se construindo neste hibridismo cultural e numa reflexão diária sobre laços de pertencimento, do que nos torna nação. Uma memória histórica que carrega uma dicussão permanente sobre identificação social e cultural, nos aproximamos mais dos europeus ou dos nossos hermanos latinos? Então imagine quando um brasileiro, músico, bailarino, ator, atriz, performer, arrisca outros pousos, esta luta interna e externa de precisar ceder ao que é necessário para conviver e trabalhar e ao mesmo tempo não ceder ao que vai nos anular ou descaracterizar. E quando cito este profissional das artes da cena e não de outra área é porque sua matéria prima de trabalho no seu espaço de inspiração e criação está também nas interferências do cotidiano, da dinâmica social da vida, que naquele momento se apresenta em outro país, está distante dos seus costumes e sua cultura. O projeto em questão carrega todas estas reflexões, a decisão de sair do seu país, não abrir mão de sua escolha pela arte, ser oprimido pela necessidade de sobreviver, escolhendo outras ocupações remuneradas, mesmo tendo competência e experiência dentro do seu campo de trabalho. Uma realidade que dentro do campo da cultura nem precisa sair do país pra ser uma realidade. O que estamos dizendo é que as obras apresentadas no repertório são leituras de mundo muito pessoais de cada artista, que ao mesmo tempo também podem ser de qualquer outra pessoa. Foram criadas a partir de um momento especifico da vida, mas acabam sendo lidas e relidas em qualquer tempo, por sua atemporalidade, são problemas sociais que permeiam nosso cotidiano ano após ano, geração após geração. Contudo, não queremos levantar os problemas em si, mas a superação e a beleza de transformar histórias de luta em espetáculos sensíveis, conectados com a vida, com a poesia, com as emoções mais circulares de cada um de nós, comemorar o encontro destes artistas que juntos formam o InsanaCena, celebrar todos os encontros e reencontros, amores, afetos. A vida é esta travessia tão citada por Guimarães Rosa, que existe entre dois pontos, nascer e morrer, e que se refaz todos os dias, aperta, afrouxa, inquieta e desinquieta, nos move para além de nós e ao mesmo tempo para dentro de nós. Realizar esta turnê é proporcionar ao público brasileiro visitar e apreciar a arte de brasileiros que representam nossa cultura em outros países, que nos orgulham, que contribuem para que sejamos respeitados na cena artística mundial como referência de criatividade, realização e inspiração. Uma programação com 7 cidades, 9 apresentações, 7 oficinas, mais de três mil pessoas beneficiadas, além de empregos gerados, fomento à economia criativa e o investimento que permite que novos espetáculos sejam criados pela Cia Insana cena. É um projeto que se justifica em seus objetivos e resultados a serem alcançados. Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;

Estratégia de execução

Deslocamentos / Passagens aéreas

Especificação técnica

Espetáculo | O medo que nos move Público-alvo M/14Duração 60 minutos 1) O chão da sala deverá conter linóleo ou madeira; Necessidades técnicas : Palco ou espaço cênico alternativo com área mínima de 200 metros quadrados, com piso flutuante próprio para teatro e dança ou forrado com linóleo. Duas cadeiras resistentes, sem braços. Aparelho/caixa de som com wifi com alcance para público mínimo de 50 pessoas/ ou equipamento de teatro com mesa em canais/ PA e retorno de palco. Iluminação cênica 4 focos - Ribalta para rotunda ou na frente do palco Gelatinas âmbar/ violeta/ azul/ laranja/amarelo e vermelho Duas torres Q30 uma de cada lado com moving light programável ou par 64 - no mínimo 4 de cada lado - podendo ser também iluminação em varas Dois refletores de Corte Projeto pedagógico | Workshop "Corpo e Memória" Oficina teórico/prática dirigida ao público feminino, com jogos cênicos, exercícios de organização corporal, autocuidado, escrita criativa, criação e composição livremente inspiradas e permeadas pela temática de gênero e as violências subjacentes, no intuito de promover reflexão a partir das memórias individuais encorpadas na trajetória de cada participante. A oficina terá uma finalização com criação coletiva, podendo ser apresentada ou não em caráter de ensaio conversa com o público local. Público Alvo: mulheres e adolescentes a partir de 16 anos - Duração da oficina: 3h com um intervalo de 20 minutos Necessidades técnicas workshop: Espaço de no mínimo 100 metros quadrados - com piso quente - seja madeira, vinílico, próprio para trabalhos corporais no chão, com linóleo. Equipamento portátil de som com wifi - bluetooth Papel resma/ em quantidade para os participantes Caixas de lápis de cor e lápis grafite e caneta Espetáculo | Haverá Público-alvo M/14Duração 40 minutos 1) O chão da sala deverá conter linóleo ou madeira; 2) O tempo para montagem e afinação técnica é de 4 horas e 1 hora para desmontagem (não está incluído o tempo de ensaio); 3) O tamanho mínimo da sala é 4x6 metros, a obra poderá ser adaptada; Projeto pedagógico | Workshop "Abrir Espaço" A temática gira em torno do corpo como meio e via capaz de afetar e ser afetado pelo entorno, e do surgimento do movimento que nasce a partir da construção de pontes entre corpo e mundo. De acordo com Spinoza, o corpo é definido pelos afetos que é capaz de gerar, gerir, receber e trocar. Para ele um corpo não é separável de suas relações com o mundo posto que é exatamente uma entidade relacional.O desejo de investigar o nascer do movimento a partir da relação entre corpo e mundo vem acompanhado por um interesse imenso de ampliar a escuta das interferências e movimentos sobre os quais um corpo é afetado. A partir desse pensamento, encontro como ponto de apoio e segurança a Segunda Proposição Espinoziana sobre o que é o corpo, citada por Eleonora Fabião no artigo “Performance e teatro: poéticas e políticas da cena contemporânea”: o quê move o corpo ou qual o princípio energético e cinético do corpo? Um corpo tem o poder de afetar e ser afetado – esta capacidade determinante também define as particularidades do corpo: o quê ele afeta e como afeta, e pelo quê ele é afetado e como é afetado. Metodologia do trabalho O projeto será realizado numa estrutura laboral que se constituirá por uma prática experimental investigativa, onde serão selecionados alguns focos de atenção que servirão de estímulos para que o corpo, sendo ele permanentemente informado pelo mundo, seja gerado. Como por exemplo, estímulos através do toque, do contato com materiais pré-selecionados (como carvão), objetos, sons e relações entre as qualidades de movimento: tempo, espaço, fluência e peso. Público-alvo: Criadores, bailarinos, actores, diletantes, desconhecidos, curiosos dos corpos, dos espaços e dos processos criativos; Duração: 3horas Faixa-etária: adultos,a partir de 18 anos. Espetáculo | Raízes Público-alvo M/14Duração 50 minutos Rider Técnico - As necessidades técnicas descritas representam as condições ideais para a realização do espetáculo, podendo ser alteradas de acordo com as especificidades de cada espaço. Estas alterações deverão ser acordadas entre o diretor técnico do Teatro/Festival e o diretor técnico do espetáculo. Palco Espaço cénico (dimensões mínimas)Largura: 7 metrosProfundidade: 7 metrosAltura: 4 metros Cenografia - é necessário que o espaço cénico apresente uma teia, ou uma estrutura semelhante a uma teia, para fixar o cenário, que desce e sobe através de fios manipulados pelo intérprete em palco. - será utilizado terra e água no espetáculo, pelo que é necessário que o chão do palco estejapreparado para tal, ainda que seja em pouca quantidade. - O tempo para montagem e afinação técnica é de 4 horas e 1 hora para desmontagem (não está incluído o tempo de ensaio); Projeto pedagógico | Workshop "Expressão e movimento" Sinopse: Ao explorar os movimentos naturais e quotidianos, a oficina tem como foco a procura da organicidade decada corpo na sua singularidade. A dança contemporânea é o fio condutor que ajudará a dar formas e linhasà criatividade de cada um e o trabalho de expressão consiste na ligação da voz com o movimento. Através do"jogo", descobriremos a relação do corpo no espaço, ampliando as noções de forma, ritmo e fluxo. Peloestímulo da imaginação e da espontaneidade, o trabalho de improvisação conduzirá os participantes numaviagem de descoberta por gestos e palavras. Memória Descritiva: A oficina será dividida em três momentos distintos: aquecimento, dinâmicas de grupo e composiçãocoreográfica. No aquecimento, são dinamizados exercícios e jogos com o intuito de exercitar e aquecer oscorpos, como também de estabelecer contato entre os participantes. No segundo momento, sãopartilhadas algumas técnicas da dança contemporânea e propostos alguns exercícios para estimular eexplorar a criatividade coletiva e individual. Depois de uma pausa, ocorre a última parte da oficina, na qualos participantes podem experimentar a sua criatividade através de composições de partiturascoreográficas, individualmente e em grupo. Neste momento, os participantes podem colocar em práticaalgumas técnicas de dança e movimento partilhadas nos exercícios anteriores. Esta oficina tem comoobjetivo proporcionar um espaço de convívio e de criatividade coletiva e também potenciar a expressãosingular de cada participante. Condições logísticas e de apoio técnico necessárias: Necessitamos de apoio logístico na receção dos participantes e no encaminhamento para aoficina. Necessitamos de uma sala vazia, sem mesas nem cadeira, com espaço para as criançasse movimentarem. Pode ser dinamizado em escolas, teatros, festivais, jardins, etc. Público-alvo: Crianças (9 aos 12 anos) ou Adolescentes (13 aos 17 anos)Limite de lotação: 25 pessoasDuração: 1h30

Acessibilidade

Espetáculo de artes cênicas ( produto principal) Acessibilidade no aspecto arquitetônico: O espetáculo será apresentado em teatros com a caixa cênica com palco italiano, com estrutura de rampas de acesso, corrimão, cadeiras especiais para pessoas com obesidade e espaços reservados para cadeirantes. Acessibilidade visual: placas indicativas em braile no chão e nas paredes, inclusive nos banheiros. Será feita uma versão do programa do espetáculo em Braile que ficará à disposição no stand da produção executiva. Audiodescrição na abertura das apresentações e nos vídeos enviados para as redes sociais. Acessibilidade auditiva: Tradução em libras durante as apresentações, nos momentos de fala e também em todos os materiais em vídeo e audio enviados para as redes sociais. Acessibilidade intelectual: Para atender pessoas com sindrome de down, autismo e outras sindromes correlatas, teremos protetores auriculares com a produção para distribuição gratuita, oculos escuros descartáveis, além de toda assistência necessária. Contrapartida social ( produto secundário) - Oficinas Acessibilidade no aspecto arquitetônico:As oficinas serão em escolas públicas, com estrutura de rampas de acesso, corrimão, cadeiras especiais para pessoas com obesidade e espaços reservados para cadeirantes. Acessibilidade visual: placas indicativas em braile no chão e nas paredes, inclusive nos banheiros. Audiodescrição durante as oficinas. Acessibilidade auditiva: Tradução em libras durante as apresentações, nos momentos de fala e também em todos os materiais em vídeo e audio enviados para as redes sociais. Acessibilidade intelectual: Para atender pessoas com sindrome de down, autismo e outras sindromes correlatas, teremos protetores auriculares com a produção para distribuição gratuita, oculos escuros descartáveis, além de toda assistência necessária.

Democratização do acesso

Inciso/medida do art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo será adotada no projeto: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; Contrapartida social e formativa 1. Oficina de dança nas escolas públicas, será uma vivência de noções básicas passando pela história da dança. 2. Roda de conversa sobre a experiência de deixar o corpo dançar. Público alvo: alunos e alunas da rede pública de ensino, serão 10 escolas, 40 alunos por escola, 400 alunos (as) no total.

Ficha técnica

Equipe gestora do projeto: Regina Moura ( representante legal, Coordenação geral do projeto) Formação acadêmica: Licenciada e Mestre em Ciências Sociais pela PUC, diretora de produção com registro no SATED/MG DRT 6605 Experiência artística: Atuou como professora de dança de 2001 a 2006 nos projetos BH CIDADANIA e Arena da Cultura em Belo Horizonte, como produtora cultural atua desde 2003 passando pela Cia Seráquê, Mimulus Cia de Dança e Grupo de Dança Primeiro Ato, em 2018 segue carreira solo com a empresa Moura Projetos Artísticos Culturais Ltda, passando a atender diversos artistas das mais diversas área, dança, teatro, música, cinema, criando seus próprios projetos e agenciando o planejamento de carreiras de alguns artistas. Mariana (Atriz, pesquisadora e gestora financeira do projeto) Mariana Vasconcelos inicia seus estudos teatrais no âmbito profissional no Curso técnico em Arte dramática da Fundação Clóvis Salgado (2004-2006), em Belo Horizonte - MG. Foi co-fundadora do grupo Uma Companhia (2007-2015), onde dedicou-se a pesquisa da linguagem improvisacional: Impro - Improvisação como espetáculo, atuando como atriz em diversos festivais e eventos nacionais e internacionais. Entre 2007 e 2012, conclui a licenciatura em Teatro pela Universidade Federal de Minas Gerais. Desde então começa a trabalhar como Arte-educadora em diferentes projetos de descentralização e inclusão através do ensino do teatro. Nesta mesma altura suscita -lhe maior interesse sobre os estudos do movimento, da dança e da fiscalidade do ator. Em 2014 inicia pesquisa com a palhaçaria e integra a equipe fixa do grupo Uniclown, ondeatua como palhaça em hospitais, maternidades e lares de idosos. Muda-se para Portugal em 2016, onde intensifica sua pesquisa sobre o movimento noCentro de estudo do movimento - CEM e no Fórum Dança. Na sequência ingressa no mestrado em Artes Cénicas pela Universidade Nova de Lisboa (2017-2019). Integra o coletivo luso-brasileiro InsanaCena, onde tem atuado como atriz dos seus espetáculos, tendo criado o seu primeiro solo: HAVERÁ. Também é actriz convidada e parceira em projetos pedagógicos junto a Associação Folha de Medronho, em Loulé e integra a equipe de professores dos Projetos artísticos do Conservatório de Música e Artes de Lagos. Guto Muniz (Ator, pesquisador e diretor de produção de projeto) Multi-artista brasileiro estabelecido em Portugal, natural de Santa Bárbara – Minas Gerais, com formação enquanto encenador , diretor teatral, diretor de palco, dublador, marionetista, bailarino e ator. Com vasta experiência em teatro de rua, teatro físico, teatro de marionetas e dança contemporânea. Mestre em Encenação Teatral pela Escola Superior de Teatro e Cinema, Lisboa, Portugal. Bacharel em Direção Teatral pela Universidade Federal de Ouro Preto, Minas Gerais, Brasil. Doutorando em Ciências Musicais pela Universidade Nova de Lisboa, especialidade em Etnomusicologia. Técnico em Dança Contemporânea pelo Investiga Dança de Ouro Preto, Minas Gerais. Técnico em Dublagem pela DuBrasil, São Paulo. Marionetista pela Escola de Bonecos de Mariana, Minas Gerais, Brasil. Atua como professor na área de artes cênicas desde 2007, seja em projetos sociais no Brasil, ou professor universitário de teatro na Universidade do Estado do Amazonas, onde entre os anos de 2020 e 2022 foi responsável pelas disciplinas: Expressão Vocal, Sonoplastia e Canto para o Teatro.No ensino formal em Portugal trabalha com primeiro, segundo e terceiro ciclo desde 2023. Foi professor de teatro no Agrupamento de escolas das Ferreiras e Artista Pedagogo pelo Plano Nacional das Artes pela Escola Secundária de Albufeira ( ESA) 2023 com o projeto "Eu Quero Ser Xapiri". Com uma trajetória profissional que se iniciou em 2010 nas artes cênicas, ele participou em mais de 40 produções nos seguintes países: Brasil, Portugal, República Tcheca, Eslováquia, França, Peru, Rússia, Macedônia, Eslovênia, Holanda e Romênia. Encenou espetáculos na República Tcheca, Brasil e Portugal. Suas colaborações envolveram trabalhos com companhias, como o Estúdio Internacional de Teatro Físico Farm in The Cave em Praga, República Tcheca; a Nome Próprio Companhia de Dança no Porto, Portugal; a Amálgama Companhia de Dança em Lisboa, Portugal; Pigmalião Escultura Que Mexe em Belo Horizonte, Brasil; S.A Marionetas em Sintra, Portugal; Teatro Da Figura em Belo Horizonte, Brasil; Mambembe em Ouro Preto, Brasil; DiNinguém Núcleo de Investigação em Dança em Ouro Preto, Brasil; Chapitô Escola de Circo em Lisboa, Portugal; Museu da Marioneta em Lisboa, Portugal; FAMU - Academia de Filme em Praga, República Tcheca; TVI em Lisboa, Portugal; Palácio Das Artes em Belo Horizonte, Brasil; Escola de Teatro Macunaíma em São Paulo, Brasil; Escola Livre de Teatro de Santo André em São Paulo, Brasil; Lycée Français de Prague em Praga, República Tcheca; CIM - Companhia de Dança Inclusiva em Lisboa, Portugal; Teatro e Dança Mundu Rodá em São Bernardo do Campo, São Paulo; e Teatro Navegante de Marionetas em Mariana, Brasil. Durante sua carreira, teve o privilégio de colaborar com uma ampla gama de talentosos artistas, incluindo nomes como Madonna (EUA), Alexandra Batagllia (Portugal), Victor Hugo Pontes (Portugal), Eduardo Félix (Brasil), Viliam Docolomansky (Eslováquia), Roger Mor (Portugal), Catin Nardi (Argentina), Carla Gontijo (Brasil), Ioana Popovicni (Romênia), Rita Clemente (Brasil) e Julliana Pautila (Brasil). Ficha técnica dos espetáculos: Espetáculo | O medo que nos move Equipe Mista:, Encenação: Vitória Regina , Direção: Rita Gusmão, Adaptação de textos originais autorizados - arquivo Cia Insanacena: Vitória Regina e Rita Gusmão, Cenografia e luz: Waldomiro Francisco, Trilha original: Leonor Cabrita, Figurino: Silma Dornas, Produção executiva: Fábio Dornas, Comunicação e assessoria de imprensa: Diana Mourão, Apoio institucional: Centro de Referência da dança BH/MG. Espetáculo | Haverá Criação e Interpretação: Mariana Vasconcelos, Partitura sonora e Interpretação musical: Leonor Cabrita & Mariana Correia, Desenho de luz: Guto Martins, Figurinos: Guto Martins, Mariana Correia e Maria João Caseiro, Apoio técnico: Guto Martins, Material gráfico e audiovisual: Leonor Cabrita, Produção: Regina Moura Espetáculo | Raízes Coreografia e interpretação: Magnum Soares, Dramaturgia Pedro de Filippis, Assistência coreográfica: Bárbara Cordeiro, Assistência cénica: Guto Martins, Música original: André Xina, Desenho de luz: Luís Moreira, Cenografia: Magnum Soares e Luís Moreira, Apoio cenográfico: Élio Antunes, Figurinos: Magnum Soares, Acompanhamento artístico: Adriana Melo, Produção: InsanaCena

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.