Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Propostas
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Links úteis
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 240633Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Fêmea

LEONARDO VAZ SILVA
Solicitado
R$ 246,4 mil
Aprovado
R$ 246,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-05-01
Término
2027-05-01
Locais de realização (2)
São Bernardo do Campo São PauloSão Paulo São Paulo

Resumo

Projeto de produção e lançamento do álbum musical Fêmea de música regional (forró) com duas apresentações de lançamento e vídeo making of.

Sinopse

O disco Fêmea de Léo Vaz, traz um artista pernambucano e gay que expressa sua arte através de sua voz andrógina e sua poética cultural e nordestina. Um trabalho regional onde reúne forró, xote, frevo e baião misturado com elementos eletrônicos. Léo Vaz é de Venturosa - PE e desde criança se encanta com a arte de interpretar. Aos 21 anos migrou para São Paulo, se formou com ator e no teatro descobriu a poesia e que também poderia cantar. Um ator que canta suas composições que navega na raiz regional nordestina, cantando músicas ora no eu lírico feminino, onde ultrapassa fronteiras, pois um gay também pode cantar forró. O disco traz 11 músicas autorais e alguns poemas. Músicas que mostram em suas letras a força da mulher nordestina e também, letras urbanas que não traduzem em sentimentos. A sanfona, o triângulo e a zabumba são presentes nos arranjos, que assim elevam a cultura do Brasil.

Objetivos

Objetivos gerais do projeto "Fêmea": 1. Promover a cultura nordestina e a diversidade através da música e da poesia. 2. Expandir o alcance da arte do artista Léo Vaz, compartilhando suas vivências e experiências por meio do álbum e dos shows.3. Contribuir para o fortalecimento da cena cultural independente, tanto regionalmente quanto nacionalmente. Objetivos específicos do projeto "Fêmea": 1. Gravar um álbum intitulado "Fêmea" com 11 músicas autorais e inéditas, incluindo 4 poemas, em um período de até 7 meses. 2. Produzir um documentário do processo de gravação para o canal do artista no YouTube. 3. Realizar dois shows de lançamento do álbum, um na Fábrica de Cultura de São Bernardo e outro em São Paulo. 4. Lançar o álbum em todas as plataformas de streaming, com foco no YouTube, visando alcançar um público diversificado.

Justificativa

A justificativa para o projeto "Fêmea" é fundamentada na importância da representatividade e da diversidade cultural no cenário artístico contemporâneo. O álbum de Léo Vaz não apenas celebra suas raízes nordestinas, mas também desafia estereótipos de gênero e orientação sexual ao apresentar um artista pernambucano e gay que expressa sua arte de maneira autêntica e corajosa. Léo Vaz, com sua voz andrógina e sua poética cultural e nordestina, traz uma proposta musical que mescla elementos tradicionais da música regional, como forró, xote, frevo e baião, com uma abordagem contemporânea que incorpora elementos eletrônicos. Essa fusão de estilos reflete não apenas sua jornada pessoal, mas também a riqueza e a diversidade da cultura brasileira. Além disso, o álbum "Fêmea" não se limita apenas a uma narrativa musical, mas também funciona como uma plataforma para a expressão artística e a visibilidade de questões sociais importantes. As letras das músicas, que abordam temas como a força da mulher nordestina e as experiências urbanas, refletem uma narrativa multifacetada que ressoa com públicos diversos. Ao navegar entre o eu lírico feminino e explorar temas que transcendem fronteiras culturais e de gênero, Léo Vaz desafia normas preestabelecidas e promove a inclusão e a aceitação. A presença de instrumentos tradicionais como sanfona, triângulo e zabumba nos arranjos musicais não apenas enriquece o som, mas também ressalta a importância de preservar e valorizar as tradições culturais brasileiras. Dessa forma, o projeto "Fêmea" não apenas visa promover a carreira artística de Léo Vaz, mas também contribuir para um diálogo mais amplo sobre identidade, diversidade e representatividade na sociedade contemporânea. Ao compartilhar sua história e sua arte, Léo Vaz inspira outros a abraçar sua autenticidade e a celebrar suas próprias origens e experiências. Trata-se de um projeto de artes cênicas, com relevância para pleitear recursos da Lei de acordo especialmente com os incisos I, II, III e IX do Art. 1o da lei 8313/91 (I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX - priorizar o produto cultural originário do País). Esta proposta está contemplada no Art 3o da lei 8313/91 Inciso II a, que estabelece o papel da lei como incentivadora no fomento à produção cultural e artística, mediante realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore e edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.

Acessibilidade

ÁLBUM: A Acessibilidade de CONTEÚDO: Versão visual com interprete de libras e legendagem~ APRESENTAÇÕES A Acessibilidade FÍSICA: Espaços com acessos e banheiros adaptadosA Acessibilidade de CONTEÚDO: Interprete de libras e audiodescrição VÍDEO A Acessibilidade de CONTEÚDO: Interprete de libras, audiodescrição E legendagem descritiva

Democratização do acesso

Atendendo a art 28 da IN 01/2023, este projeto se compromete a:VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras,exposições, mostras e oficinas;

Ficha técnica

Léo Vaz - Músico e responsável técnico/administrativo pelo projeto Léo Vaz é natural de Venturosa - PE e com quase 22 anos imigrou para São Paulo com o objetivo de buscar seus sonhos na arte. Se matriculou na Escola Nacional de Teatro no curso Técnico em Arte Dramática. E no curso começou a escrever seus primeiros poemas e a cantá-los com o incentivo de um professor. Se formou em 2015, como ator. E começou a fazer teatro independente junto com os seus colegas de turma atuando em peças em pequenos espaços culturais em São Paulo, Santo André, Diadema e outros. Também participou de Saraus recitando poesias próprias e criou o show: Cantando a Poesia, onde interpretou músicas clássicas da música brasileira. Resgatando músicas de Luiz Gonzaga, Belchior, Zé Ramalho, Caetano Veloso e outros expoentes da nossa música, também começou a colocar músicas próprias no repertório, além dos seus poemas. Chegou a cantar com Elba Ramalho, sua grande inspiração. Se apresentou em pequenos teatros com o seu projeto “Cantando a Poesia”. E durante a pandemia transmitiu lives em suas redes sociais. Também foi contratado pelas Fábricas de Cultura, a primeira vez em 2022, em 7 unidades da zona leste de São Paulo. Em 2022 ingressou em mais um grupo de teatro independente, grupo esse de Carapicuíba - SP, mas atuante em São Paulo. Em 2023 foi mais uma vez contratado pelas Fábricas de Cultura, performando uma circuito em 7 unidades. Se apresentou também no festival Satirianas 2023 com a peça: “A dança das 7 Marias”. Léo Vaz é ator, cantor, poeta, compositor e dramaturgo. Um artista independente que luta para mostrar sua arte, sempre elevando a cultura nordestina para São Paulo. FORMAÇÃO ACADÊMICA E CURSOS EXTRAS: - Técnico em Arte Dramática, pela Escola Nacional de Teatro (2012 a 2015) - Workshop de Técnica Vocal, pela Escola Nacional de Teatro com Saulo Vasconcelos (2016) - Oficina Contação de Histórias, pelo Grupo Nóis na Mala com Bruno Cordeiro e João Alves.(2016 a 2017) - Oficina “Jogo, improvisação e presença cênica”, com Imara Reis (2014). - Curso de Preparação de atores, pela Escola Nacional de Teatro (2012)  NIVEL MÉDIO - CONCLUÍDO - ESCOLA QUITERIA VANDERLEY SIMÕES (2008)CANTO: Entre 2015 a 2023, dediquei-me às apresentações como cantor, compositor e poeta em pequenos teatros, duas vezes na Fábrica de Cultura com o projeto “Cantando a Poesia”. FORMAÇÃO ACADÊMICA E CURSOS EXTRAS:- Técnico em Arte Dramática, pela Escola Nacional de Teatro (2012 a 2015)- Workshop de Técnica Vocal, pela Escola Nacional de Teatro com Saulo Vasconcelos (2016)- Oficina Contação de Histórias, pelo Grupo Nóis na Mala com Bruno Cordeiro e João Alves.(2016 a 2017)- Oficina “Jogo, improvisação e presença cênica”, com Imara Reis (2014).- Curso de Preparação de atores, pela Escola Nacional de Teatro (2012)• NIVEL MÉDIO - CONCLUÍDO - ESCOLA QUITERIA VANDERLEY SIMÕES (2008)CANTO: nos últimos 5 anos dediquei-me a apresentações como cantor e compositor em pequenos teatros, incluindo 7 unidades da Fábrica de Cultura, com o projeto Cantando a PoesiaTEATRO:- “Ralé (No fundo)”, como Luka, direção de Bruno Cordeiro (2015).- “A megera domada”, como Grêmio, direção de Maria Silvia do Nascimento (2014).- “O Capeta de Caruaru”, como o Padre, direção de Ricardo Mancini (2014).- “Cartas sobre tudo”, como Ricardo Maia (Prostituto), direção de André Castelani (2013).- “O pagador de promessas”, como Sacristão, direção de Ricardo Mancini (2013).- “Velhos Tempos, Velhos Dias”, como Petúnio, direção de Gisele Ramos (2012).- “Um Amor no Sertão”, como Diabo, autoria e direção própria (2011) Allan Spirandelli (produtor do CD) Cantor, compositor, violonista e guitarrista brasileiro. Amante do violão e da música popular brasileira, é pós-graduado em Violão pela Faculdade Santa Marcelina e formado em Violão Popular pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul.Envolvido ativamente no cenário musical paulista de maneira versátil desde meados de 2000, integrou diversos projetos musicais. Atualmente, além de seu trabalho solo autoral, é guitarrista da banda Samuca e a Selva, com quem lançou dois álbuns: "Madurar" (2016) -indicado ao Prêmio da Música Brasileira 2017 como “Melhor Grupo – Categoria Canção” e "Tudo que move é Sagrado"(2018) - homenagem aos 70 anos do compositor Ronaldo Bastos e que conta com participações de artistas como Criolo, Luedji Luna, Siba, Lenna Bahule, Filipe Catto e outros. Tem realizado parcerias com Lurdez da Luz e Quebrante Coletivo, com quem lançou dois singles nas plataformas digitais e em compacto de vinil. Com a banda Ba-Boom, lançou os álbuns "Incendeia" (2012) e "Somos Um" (2015); com Allumar, lançou o videoclipe e single de sua composição "Valsa ao Motorista" (2017).Em 2018 teve três de suas canções premiadas nos festivais: Festival de Canção de Bueno Brandão-MG e FEJACAN 2018 – SESC/PR. Foi também finalista nos festivais “Canta Mariana 2018”(MG) e “37º Festival de Música de Cruzília” (MG). Em 2020 foi premiado pelo edital 05/2020 da Secretaria de Cultura de São Bernardo do Campo. Em 2021 foi premiado em dois projetos pela Lei Aldir Blanc de São Bernardo do Campo, nº004/2020 – Prêmio Por Histórico de Realização e nº015/2020 – Prêmio Projetos Inéditos – Linguagens Livres – no qual viabilizou a produção de seu primeiro álbum solo “Se eu tô, eu tô”, produzido por Swami Jr

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.