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Este é um projeto de intercâmbio entre Espaço Comum Luiz Estrela (Brasil) e La Futileria (Colômbia), através da condução principal do bailarino Vladimir Rodriguez (Diretor Artístico/Coreógrafo - Colômbia), Luciana Lanza e Fábio Costa (Bailarinos - Brasil). O resultado deste intercâmbio será a criação e temporada de estreia de um espetáculo dirigido por Vladimir Rodriguez, com atuação de Fabio Costa e Luciana Lanza. O projeto inclui também uma temporada de oficinas de dança gratuitas destinada a jovens de comunidades periféricas, além de rodas de conversae ações de formação de público.
A proposta é a criação de um espetáculo dirigido por Vladimir Rodriguez, com atuação de Fabio Costa e Luciana Lanza, que só será possível através do envolvimento e relação com os Espaços (Luiz Estrela e La Futileria) Para o processo criativo, os artistas pretendem mapear e vivenciar, o espaço interno e também os arredores de fora do Estrela e da Futileria, entre praças, pontos de ônibus, bares, comércios e pessoas de todos os tipos, que percorrem e fazem parte daquela região central. A partir desse mapeamento e também de práticas conduzidas por Vladmir Rodriguez na técnica de piso móvil, a performance será construída. Qual história, qual memória e quais relações serão estabelecidas de fato só poderemos saber quanto a experiência acontecer.
Objetivo Geral: Promover o intercâmbio entre 2 importântes centros culturais, La Futileria (Bogotá/Colômbia) e Espaço Comum Luiz Estrela (Belo Horizonte/MG/Brasil), através de ações e atividades conduzidas pelos artistas Vladimir Rodriguez (Diretor Artístico/Coreógrafo - Colômbia), Luciana Lanza e Fábio Costa (Bailarinos/Produtores - Brasil), na busca por envolver toda comunidade local das duas regiões e desta forma gerar trocas, aprendizados e crescimento para toda população envolvida. Objetivos específicos: Através do intercâmbio entre os artistas Vladimir Rodriguez (Diretor Artístico/Coreógrafo - Colômbia), Luciana Lanza e Fábio Costa (Bailarinos/Produtores - Brasil), realizar uma pesquisa de movimento, para a criação de um espetáculo que terá uma temporada de estreia, sendo 2 dias em Belo Horizonte/Brasil e 2 dias em Bogotá/Colombia, com entrada gratuita, sujeito a lotação. Promover o intercâmbio entre agentes de 2 centros culturais de diferente países, La Futileria (Bogotá/Colômbia) e Espaço Comum Luiz Estrela (Belo Horizonte/MG/Brasil), fortalecento as trocas de experiências sobre gestão e produção de espaços de cultura, estratégias curadoria de formação de público para lugares que tem como missão oferecerem arte e cultura de maneira acessível e democrática. Esse intercâmbio deve acontecer através de 2 rodas de conversa destinada a agentes culturais dos 2 países e também aberta ao público interessado. Oferecer a jovens de comunidades periféricas de Belo Horizonte e Bogotá, a possibilidade de experimentar a oficina de dança contemporânea ministrada pelos artistas Vladimir Rodriguez (Diretor Artístico/Coreógrafo - Colômbia), Luciana Lanza e Fábio Costa (Bailarinos/Produtores - Brasil). Serão 2 dias de oficina em cada cidade, com o objetivo de atender o total de aproximadamente 40 jovens. Realizar ações de formação de público Formação de público através de convite direcionado a Escolas Públicas e Projetos Sociais. Garantir a presença de 2 Escolas/Projetos Sociais por cidade. Realizar um bate-papo com os alunos dessas escolas antes ou depois da apresentação. Prevemos atender 120 alunos, no total. Convidar alunos da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais para assistir a apresentação/performance e desenvolver críticas a respeito da obra.
Este projeto foi aprovado e contemplado pelo edital Iberescena, na categoria AYUDAS A LA COPRODUCCIÓN DE ESPECTÁCULOS DE ARTES ESCÉNICAS, edição 2024. O que ja garante respaldo e reconhecimento da capacidade dos profissionais e espaços envolvidos. Porém o projeto foi contemplado com menos da metade da verba idealizada. Desta forma recorremos a outras fontes de financiamento para garantir a completude e total qualidade das ações. Diante disso a Lei de Incentivo a Cultura parece uma ótima alternativa. Os 3 principais artistas envolvidos, Vladimir Rodriguez (Diretor Artístico/Coreógrafo - Colômbia), Luciana Lanza e Fábio Costa (Bailarinos/Produtores - Brasil), já possuem carreiras consolidadas e apresentam em seu currículo e portifólios(anexos) as comprovações das grandes capacidades para realização deste projeto com total profissionalismo, qualidade e organização necessária. Os 2 espaços que receberão o projeto são de extrema importância para a história das Artes Cênicas e para a valorização e preservação de Centros Culturais de referência em seus países. Considerando ainda que o Espaço Comum Luiz Estrela é um patrimônio histórico tombado. SOBRE O ESPAÇO COMUM LUIZ ESTRELA: Rua Manaus, 348. Santa Eficiência. Brasil @espacoluizestrela Situado à Rua Manaus 348, do bairro Santa Efigênia, em Belo Horizonte, o Espaço Comum Luiz Estrela é uma ocupação de caráter cultural e artístico que completa 10 anos em 2023, com o objetivo principal de democratizar o acesso à cultura e descentralizar espaços de lazer na cidade. O cenário se abre em 2013, quando de forma autônoma e voluntária um grupo de artistas e ativistas ocuparam o casarão até então conhecido por ser construído como hospital militar. A edificação, construída em 1912 e tombada municipalmente em 1994 por seu valor histórico e arquitetônico, pertence ao Conjunto Arquitetônico da Praça Floriano Peixoto, tombado pelo IEPHA-MG. No anseio de renovar os ares de um antigo espaço público abandonado e em ruínas, fruto de 19 anos de desprezo e das políticas de apagamento do Estado, o grupo de artistas e ativistas ocupou o casarão em 26 de Outubro de 2013. Ao completar 10 anos de existência e resistência, o Coletivo é hoje constituído de núcleos que atuam de forma orgânica e autogestionada, buscando oferecer à cidade um espaço de uso comum ainda que sem amparo dos órgãos públicos ou privados. Reconhecida no último ano como um Museu de Território, a ocupação cria e movimenta seu espaço museográfico no presente, ao passo que explora entre as trincas e pequenos detalhes uma história que urge ser contada, numa espécie de acervo em construção contínua. SOBRE LA FUTILERIA: 59 RUA Nº 17-48. Bogotá. Colômbia @la.futileria Este espaço da Cortokinesis pretende alargar os horizontes da empresa para o diálogo com outras linguagens artísticas, interagir com elas e partilhar inquietações que aprofundem a investigação-criação. Nesta intenção, um primeiro momento conduz à promoção de laços com os criadores e as suas preocupações disciplinares no quadro de reflexões pedagógicas, laboratórios, residências, enfim, experiências simultaneamente enriquecidas pela partilha. As ações de oficinas gratuitas, formação de platéia com escolas públicas e fomento a consciência critica através da relação com estudantes da Universidade de Artes Cênicas da UFMG, garantem o caráter formativo do projeto, fortalecendo e ampliando o intercâmbio de ideias e aprendizados entre muitas pessoas. Este é um projeto de pequeno porte mas que atende a todos os incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3º I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023) II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
Intercâmbio entre os artistas do Brasil e Colômbia com 5 encontros virtuais + 40 dias presenciais, sendo 20 em cada país. Espetáculo de classificação livre. Duração de 30 minutos. Desenvolvido para espaços alternativos como Museus e Centros Culturais. Oficina de Dança Contemporânea com duração de 2 horas por dia. Destinada a jovens estudantes de periferia e ministrada por Fabio e Luciana: Sobre a metodologia da oficina: O primeiro momento da oficina explora o deslocamento pelo chão com técnicas de Dança Contemporânea (piso movil) através dos princípios de deslizar,empurrar e puxar Na segunda parte, os participantes são conduzidos a experimentar entradas e saídas do chão, com técnicas do Breaking Dance utilizando os princípios de apoio e transferência de peso . Dando seguimento a oficina trabalha improvisação com rolamentos e saltos. Para finalizar, Fábio e Luciana propõe revisitar o processo através de uma sequência coreografada pelos artistas utilizando as técnicas experimentadas na oficina .
Os espaços La Futileria e Espaço Comum Luiz Estrela possuem acessibilidade física para cadeirantes e pessoas com dificuldade motoras. Durante as apresentações serão garantidos espaços/acentos/vagas para pessoas com necessidade fisicas especiais. Durante os bate-papos haverá a presença de um profissional em libras. Para as escolas públicas este projeto inclui transporte gratuito (30 acentos) com acesso a cadeirantes.
As 4 apresentações serão gratuitas mediante retirada de ingresso. A produção do projeto deverá garantir 30 vagas/acentos para alunos de escolas públicas por cidade. As oficinas e bate-papos também serão gratuitos, abertos e também gravados e disponibilizados em canal de youtube aberto.
Proponente e bailarina criadora, oficineira, palestrante: Luciana Lanza Luciana Lanza atualmente é mestranda da Escola de Belas Artes da UFMG e professora de dança no projeto social Instituto Unimed BH. Foi bailarina contradada do Camaleão Grupo de Dança entre os anos de 2013 a 2023 , sob Direção de Marjorie Quast e Inês Amaral. Estreou em 2022, no Festival Cenas Curtas do Galpão Cine Horto, “Tudo que é vivo enferruja sem deixar de florescer" sob direção de Papoula Bicalho, onde compartilha a atuação de cena com o grande diretor e ator Paulo César Bicalho. Esta cena também gerou o filme curta-metragem de mesmo nome, com estreia prevista para o 2º semestre de 2023. É assistente de coreografia e produtora do solo “Umbigo do Sonho” de Fábio Costa. Fez parte do elenco do Grupo de Dança 1º Ato de 2007 a 2011, sob direção de Suely Machado. Fez parte do elenco da Trupe Estrela, onde atuou e produziu “Escombros da Babilônia” e “Assembléia Comum” no FIT 2019, dentre outros. Entre 2012/2022 fez parte do grupo de pesquisa teatral em Stanislavski, sob direção de Papoula Bicalho e Paulo César Bicalho. Como Produtora, atua na gestão do Espaço Comum Luiz Estrela, desde 2018, e em 2021 foi eleita Diretora de Projetos e Pesquisa do Espaço, onde divide a parceria com o ator e produtor Rafael Bottaro. Foi assistente de produção e direção do Camaleão por 7 anos. Realizou grandes produções com diversos artistas, como o Festival “1, 2 Na Dança”, e “Horizontes Urbanos” sob Direção de Jacqueline de Castro e Wagner Tameirão, Festival VivaDança da Bahia em versão BH, Festival Dança em Trânsito do RJ versão BH, dentre outros. Foi produtora da Companhia Mário Nascimento de 2011 a 2013 Formada em Dança pelo Palácio das Artes (CEFART) e em Jornalismo pela FUMEC-MG, ambos no ano de 2006. Realizou Assessoria de Imprensa e/ou Elaboração de Projetos para Grupo Camaleão, Espaço Luiz Estrela, Jacqueline de Castro, Mário Nascimento, fotógrafa Márcia Charnizon, Grupo Teatro Público etc. Diretor artístico do espetáculo, oficineiro, palestrante: Vladimir Rodriguez SOBRE VLADIMIR RODRIGUEZEle nasceu em Bogotá, Colômbia. Em 2003 fundou a companhia de dança contemporânea Cortocinesis com a qual desenvolve as suas pesquisas e "apostas" coreográficas, ao mesmo tempo que constrói o sistema de formação "piso móvel" dentro da companhia. Em 2005 ganhou a Bolsa de Criação em Dança Contemporânea em Bogotá com a qual realizou “La Mesa”. Em 2007, para comemorar os 15 anos da empresa mexicana Delfos, criou "Húmeda". Em 2008 ganhou a Bolsa de Criação em Dança Contemporânea em Bogotá e criou sua última peça “Papayanoquieroserpapaya”. Participou no concurso coreográfico 10Masdanza (2005) e 12Masdanza (2007) em que foi finalista. Em 2006 e 2008 colabora com a Academia Superior de Artes de Bogotá/Colômbia e em 2010 e 2011 colabora com a Escola Superior de Dança de Mazatlán, com a Bruja Danza Company e com a Tumàka't Company no México, em todas elas como coreógrafo convidado. Em 2011 trabalha para a empresa italiana Déjàdonne e para a empresa eslovena En Knap no espetáculo “Not made for Flying” em Ljubljana/Eslovênia e Tuoro/Itália. Em 2010 obteve o Prêmio Nacional de Dança na Colômbia. Atualmente desenvolve o projeto "ESCrito Absurdo" junto com o bailarino Omar Carrum em Bogotá, Paris e Mazatlán. Bailarino criador, oficineiro, palestrante: Fabio Costa SOBRE FABIO COSTAAtualmente Fabio Costa é bailarino da Companhia de Dança do Palácio das Artes (BH/MG), e colaborador do Camaleão Grupo de Dança(BH-MG), atuando como bailarino, intérprete e criador. É professor de Dança contemporânea contratado pela Cia de Dança do Palácio das Artes. É educador social do projeto Desembola na Idéia, coordenado por Musso Greco, voltado para receber jovens em conflito com a Lei, que comprem medida socioeducativa. É professor de Dança Contemporânea no Minas Tênis Clube, Cia de Dança Palácio das Artes (BH). Entre 2021 e 2022 foi também educador social do Projeto Corpo Cidadão, atuando no GED-Grupo Experimental de Dança. Em 2020 estreou o espetáculo solo “Umbigo do Sonho” sob direção do psicanalista Musso Greco, graças ao Prêmio Cena Plural. Compôs o elenco da Cia Mário Nascimento de 2012 a 2019. Profissionalizou-se no Grupo Gestus, sob a direção de Gilsamara Moura e percorreu 17 cidades do Brasil. Fez parte do Balé e Concertos no Theatro Municipal de São Paulo. Representou o Brasil no Danza Nueva em Lima (Peru) e na Embaixada do Brasil em Assunción (Paraguai). Fez parte do projeto “Microdanças que se desfazem ou Episódios que não se repetem” com os coreógrafos Mário Nascimento, Cláudia Muller (Rio de Janeiro) e André Masseno (Rio de Janeiro) e direção de Gilsamara Moura e circulou pelo SESC Ribeirão Preto, Bauru, Campinas, Ipatinga, São Carlos, Araraquara e São José do Rio Preto. Além do 5º Fórum de Dança, Virada Cultural Paulista, 7º Festival de Dança de Araraquara, Circuito Sesi. Integrou a Cia. ShuffleTrips com o espetáculo “Ritmos da Vida” de Steven Harper (Rio de Janeiro) que foi apresentado em La Paz(Bolívia), Mostra Corumbá, 4º Fórum de Dança de Rio Preto. Foi convidado a participar do Festival internacional em Dança realizado em Manta e Quito (Equador) e do IPL (Laboratório Internacional de Performance). Sob direção do Iraniano Khosro Adibi, participou do Projeto Fronteiras realizado em Lima (Peru), Rosário(Argentina), Concepción (Chile). Com direção de Sonia Destri (Rio de Janeiro - RJ), atuou nos trabalhos (9+1) e (Chapa Quente), da Cia Urbana de Dança e participou do Festival Fall For Dance(USA) e Avignon (França) . Compôs o elenco do trabalho “O corpo é a mídia da dança? Outras partes”, sob direção de Vanilton Lakka (Minas-Gerais), e se apresentou no Festival de Dança de Araraquara, Circuito Sesc deDança 2011– Festival de Manaus, Rumos Itaú Cultural, Rumos Itaú cultural da Bahia, nos Festival de Dança do Recife e Fortaleza e Andanza na Bolívia, Peru, Alemanha, Bélgica ,França Portugal, Espanha, Suíça, Holanda. Com a Membros Cia de Dança(RJ) participou da Bienal Sesc de Dança e de festivais na França, Bélgica e África, com o espetáculo “Meio Fio” sob direção de Paulo Emílio Azevedo.
PROJETO ARQUIVADO.