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VOLTADO PARA A INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA, o projeto teatral intitulado "CIRCULAÇÃO NACIONAL DA ORQUESTRA BRASILEIRA DE CANTORES CEGOS - SP", contempla um conjunto de ações para a afirmação e desenvolvimento de CANTORES CEGOS, promovendo a visibilidade e a valorização de sua atividade artística, a fim de alcançar a abrangência nacional, especificamente com APRESENTAÇÕES EM SÃO PAULO de um espetáculo de canto coral produzido no Espírito Santo com linguagem híbrida e canções populares de domínio público representativas do território nacional.
O BRASIL É RETRATADO NA VOZ DE CANTORES CEGOS Com canções representativas da tradição oral dos diversos estados, um Brasil múltiplo é retratado no espetáculo que mistura a linguagem cênica e o canto coral, passando por manifestações populares como o congo do Espírito Santo, o Coco de Tebei de Pernambuco e a Bata do Feijão do Maranhão. Através de canções originárias de tradições diversas, estão representados os povos originários Mehinako do Alto Xingu (MT) e os Guaranis da aldeia Marake'nã residentes do Rio de Janeiro, a comunidade quilombola Kalunga de Cavalcante (GO), os territórios de Angicos (RN) e Santo Antônio da Patrulha (RS); Serra Preta (BA), Vale do Jequitinhonha (MG) e Arapiraca (AL). São vinte e cinco artistas em cena, dentre maestro, pianista, sete atores da Cia Poéticas da Cena Contemporânea e dezesseis cantores cegos, dedicados a uma linguagem híbrida. Para executar a regência com pessoas que não enxergam, o maestro Thomas Davison desenvolveu uma técnica que vai além dos movimentos de braços e mãos. Trata-se de percussão corporal e dinâmicas rítmico-espaciais que lembram a dança contemporânea. O maestro rege com estalos, palmas, batidas dos pés no chão, e também com giros e contorções do tronco, a fim de orientar deslocamentos espaciais e a alternância das vozes do grande coro dividido em quatro naipes. As vozes foram arranjadas pela compositora e artista visual Tarita de Souza, de modo a unir erudito e popular e dialogar com a tradição da música instrumental brasileira, primando por construções harmônicas, dissonâncias e tensões, incorporando sussurros e os ruídos das bengalas batendo no chão e cadeiras caindo. Em uma das cenas mais marcantes, o palco chega ao frenesi para ceder lugar à calma de uma “canção de esmola” interpretada pela solista soprano Maria Trancoso. Os deslocamentos do grande coro são auxiliados por atores videntes da Cia Poéticas da Cena Contemporânea, e as bengalas, que acabam imprimindo o sentido de “instrumento de luta”, reforçando a camada visual junto ao alto-contraste da Iluminação de André Stefson, sombras, raios e silhuetas que mudam de lugar conforme o movimento dos corpos. Cada canção traz um contexto social, levando as culturas de trabalho à cena, de modo a gerar signos. A presença de ações corporais representativas de cada uma delas, constrói uma historicização de atividades coletivizadas, como colheitas do café, da cana, a bata do feijão e festejos, além da cultura do acolhimento, inclusão e amizade, tematizados em canções como “Não Me Deixe Cantar Só” e “Saudade”. A Orquestra Brasileira de Cantores Cegos em 2024 vai para a segunda temporada com repertório novo e prepara uma turnê nacional do seu primeiro repertório. A Associação SOCA BRASIL pesquisa a linguagem cênica desde 2017, tendo realizado os espetáculos "Pele" com cadeirantes e "Quando Acordar a Cidade" com cegos, a performance "Slam Corpo Grita" com surdos; e mais recentemente, com o Vídeo e a Fotografia, as mostras "Olhares Sobre o Feminino" e "c-o–n-t-a-g-i-o de Videoperformance"; os projetos "Camera Obscura", "Fora!" e (em pré-produção) "Escola de Fotógrafos Cegos e Exposição 'Quando Fecho os Olhos Vejo Mais Perto'".
Realizar circulação nacional da "Orquestra Brasileira de Cantores Cegos", produzida do Espírito Santo, com apresentação em São Paulo, visando a transformação do olhar sobre as PCDs e desenvolvimento de artistas com deficiência, visando incluir cegos na cena cultural brasileira. De acordo com o Art. 3º do Decreto 11.453, de 23 de março de 2023, a proposta contribui para: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais; IX - apoiar as atividades culturais de caráter inovador ou experimental; XII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão culturais; XV - apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação. *OBJETIVOS ESPECÍFICOS* A) Realizar 2 (duas) apresentações da ORQUESTRA BRASILEIRA DE CANTORES CEGOS, com a participação de 16 (dezesseis) cantores (as) cegos (as) e 8 (oito) atores, maestro e pianista, num total de 26 (vinte e seis) artistas em cena, com 45 (quarenta e cinco) minutos de duração e um repertório de 15 (quinze) canções extraídas da Cultura Popular de domínio público transmitidas pela tradição oral, com acesso gratuito em espaço fechado em São Paulo-SP. Capacidade estimada de 600 pessoas por sessão totalizando 1.200 pessoas.
A proposta apresentada, está alinhada às finalidades expressas no Art.1° da Lei 8.313/1991, incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. E, em consonância com os objetivos do Art.3° da referida lei para cumprimento das finalidades expressas no art. 1°da Lei 8.313, atenderá, os seguintes objetivos: II: fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. O projeto inova: Contribuindo para que pessoas cegas se insiram na tessitura social como fazedores de cultura, artistas, valorizados em sua produção; Estabelecendo princípios e a práxis em laboratório continuado para que chegue, aos cegos, o conhecimento necessário à produção artística; Contribuindo para que pessoas cegas possam articular pensamento crítico sobre a própria obra, e análise reflexiva sobre as relações entre arte e sociedade; Contribuindo para a inserção de pessoas cegas na cadeia de produção de bens simbólicos valorizados socialmente;Contribuindo para aflorar no tecido social, instituições e público, a valorização do cego enquanto artista. O projeto leva até pessoas cegas, arsenal metodológico, promovendo a inclusão, o acesso ao conhecimento e meios para o exercício da autonomia em procedimentos de criação artística através da participação em uma orquestra de vozes e repertório de Canção Popular Brasileira de tradição oral. O projeto leva a produção de artistas cegos à sociedade, expondo-a em ambiente externo público, a fim de surpreender com o impacto do seu canto coral. Expondo a sua produção em espaço público com amplo acesso, objetiva-se: a mudança de olhar sobre a pessoa com deficiência e a valorização de suas potencialidades, mostrando um repertório que comporta a riqueza da tradição oral de canções populares, do Espírito Santo e do Brasil. Apresentamos, assim, a ORQUESTRA BRASILEIRA DE CANTORES CEGOS em São Paulo, esperando que possamos mostrar a beleza da realização coral, oferecendo à sociedade a produção de artistas cegos e abrindo perspectivas para que passem a fazer parte da cadeia de produção de bens simbólicos, contribuindo para o acesso à cultura e à arte como fazedores de cultura.
BENEFICIÁRIOS DAS PASSAGENS E SUAS RESPECTIVAS FUNÇÕES: TRECHOS: IDA: Vitória (ES) - São Paulo (SP) VOLTA: São Paulo (SP) - Vitória (ES). Justificativa: Equipe, Elenco e Assistentes dos PCDS precisam se deslocar para São Paulo e retornar a Vitória, para a realização do produto principal, a saber: 2 apresentações de ORQUESTRA BRASILEIRA DE CANTORES CEGOS. Os cantores cegos precisam de assistência na hospedagem, para alimentação em restaurante, etc, e ir e vir, por se tratar de um espaço novo, que não conhecem, de modo que irão acompanhados com assistentes. Total de passagens: 40** Cantores Cegos e seus assistentes (24)Sayonara Reis, Kelly Almeida e 1 assistenteMaria Trancoso, Joseni Vitorino e Marta TrancosoAdair Jervaz, Antonio Fadini e 1 assistenteGeovana Santos e 1 assistenteEusilane Lopes Soares e 1 assistenteElizabeth Mutz, Manoel Peçanha e 1 assistente Lucinéia Santos, Maria das Graças e 1 assistenteRogério Souza e 1 assistenteElias Barcellos, Maykon Machado e 1 assistente** Equipe (8): Rejane Arruda - Direção Maestro - Thomas Davison Pianista - Ewelyn DrummondTécnico de Som - Erique LunaOperador de Som - A definirTécnico de Luz - Mari RodriguesVideomaker - Josefine Brazil (nome social)Assistente de Produção - Júlio Rezende ** Elenco vidente (8): Fagner SoaresMariana ZanelattoRenza LuizaAlberto ContaratoDaniel MonjardimJuliana NevesYasmin TorettaJuliana Neves
A.) Apresentação de "ORQUESTRA BRASILEIRA DE CANTORES CEGOS" EM SÃO PAULO Espetáculo de linguagem híbrida, juntando o canto coral com a linguagem das Artes Cenicas, formado por 17 cantores cegos, mais 9 atores em cena, 1 maestro e 1 pianista. Com 15 CANÇÕES DE DOMÍNIO PUBLICO, representativas da diversidade cultural nacional. Em duas (2) apresentações gratuitas em espaço de fácil acesso em São Paulo - SP. Duração: 45 Minutos O elenco de cantores cegos conta com o auxílio de sete atores, que fazem o papel de "assistentes-videntes", auxiliando os deslocamentos dos artistas cegos, além de comporem ações corporais representativas das culturas de origem das canções. O espetáculo conta com direção Artística e Direção de arte, primando pela visualidade cênica, figurinos, iluminação e adereços. Lotação: 600 lugares 2 apresentações = 1.200
De acordo com o Art. 27. da Instrução Normativa 11/2024, a proposta cultural contém medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível para a linguagem artística de seu produto, de modo a contemplar: I - no aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios como banheiros, áreas de alimentação e circulação; e II - no aspecto comunicacional de conteúdo, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiências intelectual, auditiva e visual para permitir o acesso ao conteúdo dos produtos culturais resultantes do projeto. De acordo com o § 1º os custos com as ações de acessibilidade estão previstos no orçamento analítico do projeto, nas seguintes rubricas: A.) 2 (duas) apresentações GRATUITAS da “Orquestra Brasileira de Cantores Cegos”, em espaço fechado no município de São Paulo. Visando proporcionar ampla acessibilidade a todos os públicos, será disponibilizado: * Acessibilidade física: rampas, corrimões, banheiros adaptados. Item da planilha orçamentária: Locação de espaço para apresentação * Para deficientes auditivos: Intérprete de Libras Item da planilha orçamentária: Intérprete de Libras * Para deficientes visuais: Audiodescrição Itens da planilha orçamentária: Tradução Simultânea. * Para pessoas diagnosticadas com o transtorno do espectro autista (TEA): acolhimento de profissional especializado. Itens da planilha orçamentária: Instrutor. De acordo com o § 2º, o material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto conterá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade.
TODOS OS PRODUTOS TEM DISTRIBUIÇÃO INTEIRAMENTE GRATUITA. A proposta está de acordo com o Art. 29. da NI 11/2024, prevendo medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. De acordo com o Art. 30 a IN 11/2024, em complemento, o proponente prevê a adoção das seguintes medida de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição. . Tendo a ciência de que de acordo com o Art. 31, considera-se: I - de caráter social, a distribuição de ingressos e produtos culturais para pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como: negros, indígenas, povos tradicionais, nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIA+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e CadÚnico; e II - de caráter educativo, a distribuição a alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior.
REJANE KASTING ARRUDA - Presidente da entidade proponente - Coordenação Geral e Direção Artística - Atriz, vídeo-artista e diretora em Teatro e Cinema, bacharel,mestre doutora em Artes Cênicas pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo e pós-graduada em Cinema pela Universidade Estácio de Sá. É membro-fundadora do Centro de Pesquisa em Experimentação Cênica do Ator (USP) e da Cia Poéticas da Cena Contemporânea (UVV/ES). Desde 2006 se dedica a pesquisas em Direção e Atuação Teatral, Interface entre Arte e Psicanálise e Relações entre a Arte e a Inclusão. Professora e coordenadora do curso de Artes Cênicas Universidade Vila Velha de 2014 a 2021. Ministrou palestras e oficinas em Paris, Lisboa, Santiago do Chile e Cidade do México. Tem livros e artigos publicados em revistas especializadas nacionais e internacionais. Foi indicada melhor atriz no Festival Internacional de Cinema Independente (2016), por Eclipse Solar, e recebeu prêmios de Melhor Atriz na Mostra de Curtas Gaúchos do Festival de Gramado e Festival Cine Serra (2018) por Sem Abrigo. Dirigiu o filme “A Mulher do Treze” (2018), e os espetáculos “Quando Acordar a Cidade” e “Pele”, entre outros. É coordenadora geral de projetos como “Terra-Cine”, “Performa-ES”, “Surdos Cegos e Cadeirantes na Cena Diversa do Teatro Capixaba”, “Mostra c-o-n-t-á-g-i-o de Vídeo-performance", “Escola de Fotógrafos Cegos”, “Nada Me Falta” e “Orquestra Brasileira de Cantores Cegos”. Realizadora audiovisual, diretora e roteirista de “A Mulher do Treze” e “Pai Fotógrafo” (em pré-produção). FAGNER SOARES DE SOUZA - Tesoureiro da entidade proponente - Coordenação Adminstrativo-financeira e Assistente de Direção - Formado em Artes Cênicas pelaUniversidade Vila Velha (ES),dedicadoàs pesquisa em Artes Cênicas com ênfase em dramaturgia, atuação, fotografia e performatividade. Atua em Cinema e Teatro desde2013 tendo participado doscurtas"Casa de Vó" de André Ehrlich Lucas (2016) e "Os Mais Amados" de Rodrigo de Oliveira (2019), e das peças "A Verdadeira História de Tony eClóvis" (2014/2015),"Navalha naCarne" (2015/2016), "Quem Tem Medo de Plínio Marcos" (2015/2016), "Veto à Voz" (2017), "Peter Pan" (2017/2018), "Love Fair"(2017/2018), "Kafka, EmProcesso" (2018).Também dirigiu as peças "A Cantora Careca" (2015), "O Matadouro Municipal" (2017) e participou da direção compartilhada de "Navalha na Carne"(2015/2016). Desenvolveu duas pesquisas de iniciação científica: em 2015 publicando o artigo "Fala Interna Como Raiz e Suas Ramificações" e em 2016 desenvolvendo o'dispositivo"Dramaturgia em Performance". Em 2017 fez o Curso de Sonoplastia com Geovany Wandekoken - Universidade de Vila Velha. Criou as trilhas sonoras dos espetáculos"Matadouro Municipal" (2017) e "Vestido de Noiva" (2018), do vídeo "Eu não Compreendo" (2020) e "I don't sleep" para o banco de trilha da SOCA(2021), Lab de Sonoridade. Trabalha também com vídeo experimental, cinema e fotografia; foi propositor e fotógrafo do projeto “Fora!; ”oficineiro, montador e finalizador do projeto “Mostra contágio de Videoperformance”, coordenador geral do projeto “Spo”, assistente-vidente e coordenador administrativo financeiro de “Orquestra Brasileira de Cantores Cegos”, fotógrafo, videografista e professor na “Escola de Fotógrafos Cegos”; assina a direção de fotografia do curta-metragem “Pai Fotógrafo”. RENATA MATTAR - Pesquisa de Repertório Musical - Renata Mattar atuou como cantora no espetáculo A Vida É Sonho, de Gabriel Villela (1992), diretora musical de Auto da Paixão (1993), de Romero de Andrade Lima, e diretora musical dos espetáculos Romeu e Julieta e Auto do Rico Avarento, do grupo Romançal de teatro, formado porAriano Suassuna. É fundadora do grupo Comadre Florzinha e fundou em 2001 o grupo Beija-Fulô na Casa de Cultura da Penha, ganhando o prêmio VAI, da Prefeitura Municipal de São Paulo, em 2003. Desde 2002 atua como cantora e acordeonista do grupo Palavra Cantada. Participou do projeto do Ministério do Desenvolvimento Agrário,intitulado Sons e Imagens da Terra – um mapeamento dos cantos de trabalho ligados à agricultura em todo o país. Vocalista e acordeonista da banda As Orquídeas do Brasil, de Itamar Assumpção. Fundou a Cia Cabelo de Maria e com o grupo realizou os CDs Cantos de Trabalho, São João do Carneirinho e Baianá – Parece Cinema, além dos espetáculos Imbalança Eu Caio e POIN – Pequena Orquestra Interativa, contemplado com edital do proac 2014, e Cantos de Trabalho volume II com lançamento em agosto de 2018. TARITA DE SOUZA - Arranjadora - Tarita de Souza é artista múltipla com atuação na música, teatro, artes visuais, educação e pesquisa. Fez a graduação e o mestrado na Universidade de São Paulo na área de educação musical e atualmente estuda linguagens artísticas híbridas em seu doutorado. Como musicista é cantora, compositora,regente, arranjadora e preparadora vocal. Seu primeiro álbum solo, A Árvore e o Vento, de 2014, mescla nomes consagrados da MPB com canções autorais e conta com participações de Renato Braz, André Mehmari, Ivan Vilela, Kabé Pinheiro, Neymar Dias entre outros. Em 2019 lançou o álbum Crisálidas em parceria com a pianista Thais Nicodemo com canções autorais do DUO. Os olhos escutam, a alma canta é seu mais novo lançamento. São canções autorais produzidas pela artista em parceria com André Mehmari, Conrado Goys e Rodrigo Bragança, além de múltiplos singles lançados nos últimos. Como preparadora vocal e atriz trabalhou junto ao compositor Zeca Baleiro no espetáculo Lampião e Lancelote, de Fernando Vilela e Bráulio Tavares (2013-2014), espetáculo que ganhou os prêmios APCA (2013) melhor espetáculo infanto-juvenil, FEMSA (2013), Bibi Ferreira (2013). Também como atriz e diretora musical, participou das montagens do grupo XIX de teatro na Ópera do malandro (2011), de Chico Buarque e Hoje o Escuro vai atrasar para que possamos conversar (2018 – 2021).
Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$5.000,00 em 02/04/2026.