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PRONAC 240763Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Samba da Mata

Gean Carlos Almeida dos Santos
Solicitado
R$ 83,0 mil
Aprovado
R$ 83,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Samba
Ano
24

Localização e período

UF principal
BA
Município
Feira de Santana
Início
2024-07-01
Término
2025-05-01
Locais de realização (1)
Salvador Bahia

Resumo

Este projeto propõe oficinas de dança, percussão e capoeira que culminarão em apresentações do grupo Samba deRoda da Mata Inteira, um grupo tradicional formado por percussionistas e sambadeiras das periferias de Salvador,que pesquisam e difundemas culturas tradicionaisatravés da música afro-brasileira difundindo ancestralidade erecuperando a memória, a partir da música, da dança, da capoeira e da preservação do meio ambiente.

Sinopse

As oficinas terão como objetivo preparar os participantes para uma apresentação final no formato de Samba deRoda na própria comunidade participante: Alto das Pombas, Calabar, Nordeste de Amaralina, Cabula, Cajazeiras,Alto da Sereia e Mata Escura.- Oficina de dança: A oficina de dança terá como objetivo principal levar aos participantes conhecimentos sobre ahistória do samba de roda, valores, principais legados e iniciativas, bem como apresentar movimentos, dinâmicas eregras-Oficina de percussão: Introdução à instrumentos percussivos como atabaque, berimbau, pandeiro, agogo, recoreco e outros. O foco será na sonoridade, ritmo e também haverá uma abordagem histórica de cada instrumento efunção dentro de culturas afrobrasileiras como o samba, candomblé e capoeira. - Oficina de capoeira: treinos e rodas de capoeira: Será focado em treinos e movimentos introdutórios da capoeira,utilizará elementos de dança e percussão já que a capoeira é uma mistura de dança e luta e ritmada porinstrumentos percussivos. Além das aulas práticas também focaremos na história da capoeira e seus principaisfundamentos. - Ao fim das oficinas acontecerão apresentações do samba de roda da Mata Inteira em cada territórios participante:Alto das Pombas, Calabar, Nordeste de Amaralina, Cabula, Cajazeiras, Alto da Sereia e Mata Escura. Nestas ocasiõespretende-se que os público das oficinas possam atuar tanto como apreciadores, instigando o acesso ao lazer e acultura, quanto fazendo parte do corpo artístico a partir dos conhecimentos adquiridos nas oficinas.

Objetivos

Objetivo Geral: O maior objetivo é democratizar o acesso da população periférica de Salvador à tecnologias sociaisafrobrasileiras como o samba, a percussão e a capoeira. Além disso, promover acesso ao lazer, cultura e arte nosterritórios, enquanto facilitamos o compartilhamento de saberes, resgate da identidade e a autoestima dascomunidades ocupadas. Durante 7 meses, percorreremos 6 comunidades com uma carga horária formativa de 20hem cada uma delas.Objetivos específicos: - Realizar oficinas e apresentações gratuitas do samba de roda da Mata Inteira em 6 territórios periféricos dacidade de Salvador: Alto das Pombas, Calabar, Nordeste de Amaralina, Cabula, Cajazeiras, Alto da Sereia e MataEscura.- Oficina de dança: Histórico, regras, dinâmica, movimentos e coreografias 5h-Oficina de percussão: Introdução básica à instrumentos percussivos como atabaque, berimbau, pandeiro, agogo,reco-reco 5h - Oficina de capoeira: treinos e rodas de capoeira 5h - Samba de roda: resultado final - 5h- Democratizar o acesso a cultura tradicional- Promover trocas e conexões multiculturais entre os moradores de diferentes comunidades.

Justificativa

Salvador é a cidade do Brasil com maior número de pessoas negras fora do continente Africano, a primeira capitaldo nosso país é marcada por uma história forjada a partir das violências contra os povos indígenas e africanos,contudo, apesar desse passado que marcou nossa nação em estruturas desiguais de poder, de acessos e dequalidade de vida, existimos e lutamos a partir de uma contranarrativa, que ultrapassa as dores e as feridasabertas da colonização. O povo negro se mantém de pé diante das políticas de morte, dos genocídios, da pobreza e da fome. A resiliênciaque ensinamos para os nossos advém da ancestralidade e da memória que é contada e repassada a partir dashistórias dos mais velhos, da literatura, dos patrimônios marcados pelo nosso suor e sangue, mas sobretudo, pelanossa cultura viva e pulsante. O processo de enfraquecimento e desvalorização da cultura afro diaspórica élatente, existe uma investida sistêmica pelo epistemicídio e apagamento das histórias do nosso povo. No entanto,no fronte pela manutenção das nossas tradições, mesmo sem incentivo e financiamento, o samba de roda resiste,pois sua continuidade é também uma marca de preservação da nossa forma de existir no mundo.A construção da identidade étnica brasileira tem como base tradições culturais que se mantém como o sacrifíciodos seus praticantes e adeptos, que combatem as perseguições e as tentativas cotidianas de destruição. Terreirosde Candomblé, Grupos de Capoeiras e de Samba de Roda, Nações de Maracatu e de Jongo são espaços onde acosmo percepção Afro Brasileira é reforçada e salvaguardada. A riqueza imaterial e o potencial transmissor deconhecimento dessas tradições possibilitam a preservação da nossa identidade."No samba circulam saberes que constroem identidades. É um jeito de viver. Assim como a educação, possibilitaafirmação social e fortalece indivíduos na luta contra a desigualdade social." (Nilcemar Nogueira, 2023)O samba corre forte nas veias da cidade de Salvador, diante de tantos modos e ritmos dentro do próprio estilomusical, existem manifestações que ultrapassam as melodias que dão significados para o cotidianos dostrabalhadores e trabalhadoras da cidade, são os sambas de roda envolvidos com as tradições dos quilombos urbanosda metrópole, nesse bojo o Grupo Cultural Mata Inteira tem grande destaque por se localizar no centro de diversasperiferias. Há 21 anos, o Grupo Cultural Mata Inteira tem preservado e difundido expressões culturais e artísticas da Bahia,sobretudo a Afro-baiana, com uma linguagem que perpassa tradições de capoeira, de religiões de matriz africana,afoxé e tantas outras manifestações latentes nos solos soteropolitanos.Na sede que ocupam, são ofertadas oficinasde percussão, audiovisual, práticas integrativas de cura, permacultura, sustentabilidade e saberes populares afrobrasileiros, para moradores das comunidades periféricas do seu entorno como São Lázaro, Alto das Pombas, Morroda Sereia, Alto de Ondina, Calabar, Federação. O Samba de Roda da Mata surgiu nesse contexto de atividades, aproximando os participantes do grupo de grandesmestras e mestres do samba, como mãe Aurinda. O vínculo com os mais velhos mantêm o conhecimento25/01/24, 01:51 salic.cultura.gov.br/admissibilidade/admissibilidade/imprimirpropostacultural/idPreProjeto/418397https://salic.cultura.gov.br/admissibilidade/admissibilidade/imprimirpropostacultural/idPreProjeto/418397 7/7compartilhado na roda de samba, fazendo com que juventude periférica se aproprie da tradição e dê continuidadea suas raízes. A memória a ser contada pelo Samba é tão significativa que em 2005 o samba de roda recebeu o título dePatrimônio Imaterial da Humanidade da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura(Unesco) e posteriormente reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil pelo Instituto do PatrimônioHistórico e Artístico Nacional (Iphan). Enquanto uma prática contra-colonial, ele permite a construção de sentidose valores contra hegemônicos, na contramão das violências racistas e dos epistemicídios culturais,consequentemente contribui para afirmar a identidade do povo, e no caso do projeto tem o compromisso defomentar essas narrativas potencializadoras ao público soteropolitano, majoritariamente composto por pessoasnegras e periféricas.Os primeiros registros do bem cultural surgiram na Bahia, mas o gênero se tornou símbolo do Brasil, representandoa herança negra trazida pelos antepassados Africanos. Assim, o projeto Samba de Roda da Mata pretendesalvaguardar esse bem, fortalecendo a identidade dos participantes do projeto, dos moradores das periferiasenvolvidas ao promover trocas interculturais entre quem produz a cultura e quem pode difundir esses registros. Diante de tantas mazelas enfrentadas pelo povo brasileiro, e principalmente no contexto baiano, são grandes osdesafios para a população, a exclusão social de alguns territórios e de seus habitantes causa a baixaimplementação de políticas públicas no campo da cultura, assim a desassistência do Estado agrava a necessidadede trabalhos como o Samba de Roda da Mata. Ocupações feitas pela periferia e para a periferia, cujos objetivosprincipais são promover cultura, educação e entretenimento através da arte, vão na contramão da negligência e dadesproteção. Uma pesquisa feita pelo IBGE mostrou a desigualdade no acesso a cultura no Brasil, os dados apontam que no Nortee Nordeste do país, onde a maioria da população é preta e parda, o número de equipamentos culturais é reduzido.Além disso, capitais e regiões centrais recebem mais incentivo, o que contribui para o desequilíbrio no acesso àcultura. O projeto da Mata valoriza a cultura afro-brasileira resgata a origem, a identidade dos participantes, compartilha acultura tradicional com comunidades periféricas e majoritariamente negras, reforça as identidades, a autoestima,os valores e a cultura dos participantes, sejam eles os artistas ou o público, e combate a desvalorização e osataques à cultura afro diaspórica sofridos há mais de 500 anos desde o sequestro atlântico. Revisitar e promover amanutenção da memória a partir da cultura é fundamental para revisar o passado, criar outros significados nopresente e possibilitar mudanças estruturantes para o futuro.

Estratégia de execução

Acreditamos que o fator comunicacional estratégico , a nossa organização criativa, as relações orgânicas e o estreitamento com a população local e dos lugares visitados, respeitando cada lugar que visitaremos a partir das suas diversidades e modos de ver e viver o mundo. Adotaremos como estratégias de democratização e de acessibilidade do público, desde os processos da pré-produção; com a manutenção das redes sociais, plano de comunicação,, além da vinculação dos processos do projeto no canal do youtube da Raízes Tv e do Grupo Cultural Mata Inteira, além de contato com midías e jornais. O projeto tem uma responsabilidade social, que desde a representatividade da equipe e do público alvo direcionado prioriza pela diversidade e inclusão, fortalecendo-se através da promoção da equidade étnico-racial, de gênero, diversidade sexual e PcDS.

Especificação técnica

Formato: 4 semanas em cada comunidade sendo:Final de semana 1 oficina de dança - carga horária: 5hFinal de semana 2 oficina de percussão - carga horária: 5hFinal de semana 3 - oficina de capoeira - carga horária: 5hFinal de semana 4 - Samba de Roda/Apresentação final - carga horária: 5hpúblico alvo: moradores da comunidade, crianças, jovens e adultos (livre)Profissionais envolvidos: mestre griot, percussionistas, sambadeiras, capoeiristas carga horária total: 20hMaterial de apoio: Registros sonoros e visuais que ajudem a compor as dinâmicas formativas.

Acessibilidade

Acessibilidade física: Escolha de espaços com fácil acesso à (banheiros, rampas, guias tãteis)Acessibilidade de conteúdo: para PcD visuais - videos com audiodescrição, Para PcD auditivos intérprete de libras

Democratização do acesso

Conforme artigo 28 da IN nº 01/2023, utilizaremos como medidas para a democratização ao acesso:IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, dasatividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos,estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Neste Sentido, o formato do nossoprojeto já abarca a realização gratuita de oficinas de percussão, capoeira e dança, bem como a exibição defilmes. VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; As oficinas serão dividas entre um públicomaior de idade e crianças e adolescentes.

Ficha técnica

ALEX BELO - PRODUÇÃO EXECUTIVA/OFICINEIRO DE CAPOEIRA: Graduado em Cinema e Audiovisual, especialista emMarketing Integrado, atualmente é aluno especial do Programa de Comunicação e Cultura Contemporâneas daUFBA. Já passou por produtoras, agências de conteúdo, live marketing, influência, consultorias de pesquisa,laboratórios de inovação e instituições renomadas como o SESC e a ONU Mulheres. É idealizador da CoolhuntingKebrada, uma comunidade criativa multidisciplinar, que investiga o comportamento e consumo periféricodesenvolvendo metodologias de pesquisa com foco em comunicação e inovação social. Também é Coordenador deComunicação voluntário no Instituto Nzinga de Estudos da Capoeira Angola e de Tradições Educativas Banto noBrasil.RODRIGO ARAÚJO - OFICINEIRO DE PERCUSSÃO E CAPOEIRA: Produtor Cultural, Músico, Arte-Educador, realizadoraudiovisual e Co-idealizador da produtora independente Raízes BA. Atua no Centro Cultural Mata Inteira comatividades de Criação Artística, Arte-Educação, Fortalecimento e Salvaguarda da Cultura Popular afro-brasileira,conscientização e preservação da Natureza e pesquisa etnográfica no universo da Música Afro-baiana. Integra onúcleo de comunicação do Grupo de Mulheres do Alto das Pombas, sendo responsável pelo Podcast ComunicaGRUMAP. Com expressiva atuação na Cultura Popular, é Monitor do Grupo de Capoeira Angola Guerreiro dePalmares.É Graduado em Artes Interdisciplinares na UFBA e pesquisador do Grupo de Pesquisa HCEL - História daCultura Corporal, Educação, Esporte, Lazer e Sociedade. É integrante também do Grupo de Pesquisa EtnográficaKORINGOMA da UNEB.25/01/24, 01:51 salic.cultura.gov.br/admissibilidade/admissibilidade/imprimirpropostacultural/idPreProjeto/418397https://salic.cultura.gov.br/admissibilidade/admissibilidade/imprimirpropostacultural/idPreProjeto/418397 3/7GEAN ALMEIDA - OFICINEIRO DE PERCUSSÃO: Artista Visual e Produtor Cultural e realizador audiovisual. É um dosco-idealizadores do “Raízes BA”, produtora cultural e de realização audiovisual independente, criada em 2018como construto de novas formas de se pensar e fazer Audiovisual e Cinema em prol de perspectivas detransformação e lutas por melhorias e construções de novas perspectivas de vida e bem viver.Desenvolve atividadesjunto com o Grupo Cultural Mata Inteira, espaço que desenvolve atividades ligadas à cultura popular, a preservaçãoambiental, artes integradas e processos de curas através das medicinas naturais e ancestrais.É membro do NYAMA,Núcleo de animação negra Brasil /África. Como artista visual, desenvolve trabalhos ligados a ilustração e cinemade animação.AMANDA COELHO DE ARRUDA - OFICINEIRA DE DANÇA/SAMBADEIRA: Amanda Arruda é artista, formada em Teatropelo CEFART, Palácio das Artes de Belo Horizonte e estudante do último período de Comunicação da PUC Minas.Atuou nas artes cênicas por 5 anos, entre pesquisas, oficinas e espetáculos, e atualmente tem vivenciado etrabalhado com foco no audiovisual e na dança. Participou da criação de obras visuais como o documentário Beju,à flor da carne, produzido por Laroyê Filmes, o vídeodança Descolamento, da bailarina Andressa Fonseca e vídeosda Studio Sol, Cifra Club, onde trabalhou por 2 anos. LUANA LARISSA DE CARVALHO - OFICINEIRA DE DANÇA/SAMBADEIRA: Formada em Pedagogia, Especialista emEducação Inclusiva e Mestre em Educação, profissionalmente atua como Pesquisadora, Educadora Social eFotógrafa. Durante dois anos, desenvolveu atividades artísticas relacionadas a arte-educação, musicalização,movimento corporal e dança e artes teatrais em uma escola ribeirinha no Pantanal de Mato Grosso do Sul.Desenvolve atividades junto com o Grupo Cultural Mata Inteira, espaço que desenvolve atividades ligadas à culturapopular, a preservação ambiental, artes integradas e processos de curas através das medicinas naturais eancestrais.MARIA LUIZA DA SILVA DAMIÃO - OFICINEIRA DE DANÇA/SAMBADEIRA: Jornalista e ativista cultural, trabalha com cultura popular há 3 anos. Atualmente é responsável pela elaboraçãodos projetos culturais da Mata Inteira, além de fotografar e registrar a participação do grupo em eventos eoficinas. É mestranda em estudos interdisciplinares sobre mulheres, gênero e feminismo, na UFBA, monitora doCurso de Ações Afirmativas na UFMG e tem desenvolvido pesquisas, dentro e fora da Universidade, sobre astrajetórias e histórias de mulheres negras no BrasilOLDAIR RIBEIRO LOPES SANTOS JR - OFICINEIRO DE PERCUSSÃO E CAPOEIRA: Músico e percussionista do GrupoCultural Mata Inteira. É artista, modelo e ator. Nos últimos anos vem se desenvolvendo no audiovisual e em outrasproduções realizadas pelo Raizes/BA, como fotógrafo, filmmaker e assistente de produção. Formado emInformática, também é empreendedor e trabalha com Digital/Marketing.MESTRE LUIZ CARLOS - MESTRE DE PERCUSSÃO/GRIOT: 56 anos, griot de cultura poular é o guardião da filosofia doGrupo Mata Inteira, que une arte, cultura, ancestralidade e preservação da natureza. Toca este projeto há mais de20 anos tendo recebido este legado de seu mestre, Ivan Machado, idealizador do Grupo Mata Inteira. Especialistaem percussão, é o responsável por repassar os saberes técnicos e culturais ancestrais ao restante do grupo.Morador do quilombo urbano, Alto da Sereia, comunidade de pescadores no Rio Vermelho, se divide entre suacomunidade e a sede do grupo Mata Inteira, que fica em uma pequena mata atlântica no bairro de Ondina, atrás daEscola de Dança da UFBA. Lá, de forma independente e com recursos próprios, realiza um trabalho de preservaçãoda floresta que é reconhecido pelos estudantes e profissionais de educação do entorno.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.