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O presente projeto tem como objetivo angariar recursos para a produção e encenação do inédito espetáculo "A Terra dos Meninos Pelados", baseado na obra de Graciliano Ramos, com a adaptação de Vitor Rocha e a direção de Ricardo Grasson. A proposta visa realizar 24 apresentações na cidade de São Paulo em teatros com capacidade média para 300 espectadores.
Entre seus vizinhos, Raimundo é considerado estranho. Não falam com ele e o apelidam de Raimundo Pelado. Por não ter amigos, começa a falar sozinho, cria um país imaginário chamado Tatipirun, onde as pessoas têm um olho preto e outro azul, onde não existem cabelos em suas cabeças, e onde as plantas e animais falam. Um dia, fugindo do bullying dos amigos, vai parar nesta terra diferente, Tatipirun. Lá, descobre que os habitantes também têm a cabeça pelada e os olhos azuis e pretos. Graciliano Ramos se utiliza da fantasia para falar sobre o tema do preconceito e o respeito ao diferente. Assim, ele cria um mundo de criaturas diferentes e um vocabulário repleto de neologismo para compor esse universo imaginário vivenciado pelo personagem.
Construir o IMAGINÁRIO COLETIVO e uma IDENTIDADE BRASILEIRA é a primeira tarefa deste Projeto de TEATRO MUSICAL BRASILEIRO que traz a literatura nacional de Graciliano Ramos através da materialidade cênica proposta por grandes artistas pensadores do nosso tempo. O componente LÚDICO se sobressai nesta obra de realismo fantástico numa proposta que promove uma experiência cultural de impacto, especialmente no que se refere ao exercício da imaginação e às temáticas do bullying e da sustentabilidade ambiental. Na concepção cênica de Ricardo Grasson, diretor artístico do projeto, o espetáculo provoca o imaginário do espectador de forma sensorial, imagética, cheia de texturas, ritmo e tamanhos, promovendo uma experiência imersiva, guiada pela intrigante obra de Graciliano Ramos. Na presente versão, cuidadosamente adaptada e contemporizada por Victor Rocha, um talento promissor da nova geração, o texto adquire nuances transcendentais, contribuindo para uma escala rica em diversidade que abraça elementos como raça, cor, gênero, idade, estilo e, por fim, a subjetividade singular de cada indivíduo. O projeto também contará com abertura de audições para a formação do elenco, convocando artistas negros, transsexuais, PCD e indígenas, dando assim, oportunidade para talentos pouco conhecidos do público. Objetivo específico **Objetivo do Projeto:** - Angariar recursos para a produção e encenação do espetáculo "A Terra dos Meninos Pelados". **Abordagem Artística:** - Abordagem das temáticas do bullying e da sustentabilidade ambiental. - Utilização da literatura nacional de Graciliano Ramos. - Experiência cultural de impacto. - Enfoque no exercício da imaginação. - Promover a diversidade no campo artístico. - Promoção da tolerância entre indivíduos distintos. - Promover a cultura da proteção das crianças e adolescentes. **Número de Apresentações:** - 24 apresentações em São Paulo. **Duração do Projeto:** - Seis meses. **Público-Alvo:** - Espetáculo infanto-juvenil.
O projeto carrega consigo um PROPÓSITO que se desdobra desde as primeiras ações até sua conclusão, culminando em uma devolutiva para a sociedade. A montagem deste espetáculo visa assegurar a transmissão de uma cultura de proteção e acolhimento das crianças, promovendo mudanças nas dinâmicas familiares por meio da experiência teatral, lúdica e educativa. Ao encenar uma obra tão genuinamente brasileira como "A Terra dos Meninos Pelados", do renomado Graciliano Ramos, propomos não apenas dar continuidade, mas aprofundar uma pesquisa sobre as múltiplas facetas das brasilidades e os "diferentes Brasis". Buscamos ir além do já conhecido, visando restabelecer nossa capacidade de imaginar e ressignificar laços afetivos com nossas próprias histórias, com o teatro, com a literatura e, acima de tudo, com nossa essência infantil. O Teatro, como uma poderosa ferramenta de transformação, representa um ponto de convergência entre diversas linguagens e pessoas. Nele, é possível vislumbrar o mundo por meio de uma perspectiva lúdica e onírica, oferecendo um espaço propício para o resgate de valores e a experimentação. Este projeto, voltado para o público infanto-juvenil, proporciona uma experiência de imersão lúdica, festiva e surpreendente. Convida o espectador a adentrar em um universo onírico, repleto de elementos provenientes da literatura, da música e da dança. Além da vivência artística, a iniciativa propõe um debate em torno de temas de extrema relevância nos dias atuais, especialmente a promoção da tolerância entre indivíduos distintos. Por meio da vivência teatral, lúdica e educativa, almejamos estimular a reflexão acerca da importância crucial da educação como um pilar fundamental para o crescimento e a formação de cidadãos conscientes e críticos. Queremos ressaltar a necessidade de uma educação que celebre a diversidade, promovendo a inclusão social e combatendo o preconceito em todas as suas formas. Entendemos essa virtude como fundamental para a construção de uma sociedade mais igualitária e justa, fomentando empatia e respeito desde a infância e estendendo-se aos pais e educadores. **POR QUÊ MONTAR?** Acreditamos na construção coletiva do pensamento. Através da fusão de linguagens como literatura e teatro almejamos sensibilizar e promover o incentivo à leitura, tanto para as crianças como para seus responsáveis.
Não se aplica.
A Terra dos Meninos Pelados. Classificação: Livre Duração: 60min.
Em atendimento ao Art. 47 da Instrução Normativa nº 01/2017 do MinC, a produção se responsabiliza por locar o teatro adequado para o atendimento preferencial a idosos e portadores de deficiência, disponibilizando, ainda, rampas de acesso, espaço e assentos adequados que permitam o gozo e o pleno exercício de seus direitos culturais ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO:Está previsto 01 apresentação em libras e 01 em audiodescrição na cidade de São Paulo-SP
Propomos a ampliação das contrapartidas sociais do espetáculo infanto juvenil, por meio de um ciclo de debates que abordará as temáticas exploradas no texto. Além disso, oferecemos 2 oficinas culturais que envolveram o processo de criação da peça teatral. Sendo, uma oficina voltada para crianças e adolescentes e outra para pais e adultos interessados com enfoque na promoção da cultura de proteção para crianças e adolescentes. Essas ações servirão como uma conexão entre o público interessado em mergulhar nas camadas mais profundas da obra e o encontro de artistas de diferentes linguagens. Detalhamento da oficina: Oficina Cultural para pais e adultos: Serão realizadas 2 sessões Sociodramaticas, tendo início com uma roda de conversa, utilizando jogos dramáticos e debates para o compartilhamento do conteúdo e da experiência. A base para os encontros será a Metodologia Educacional Psicodramática com o intuito de difundir o conhecimento do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a fim de promover a cultura de proteção a crianças e adolescentes, além de abordar temas como bullying e sustentabilidade presentes no espetáculo. Dessa forma, buscamos proporcionar uma experiência enriquecedora, que vá além da apresentação do espetáculo em si. Através dos debates e oficinas, pretendemos estimular reflexões e diálogos sobre os temas abordados, promovendo uma maior interação entre o público e os artistas envolvidos. Serão distribuídos gratuitamente para ONGs o número de ingressos informados no Plano de Distribuição. Serão distribuídos 20% da bilheteria a preços populares a R$20,00
A Terra dos Meninos Pelados Do conto de Graciliano Ramos 07 artistas sendo 05 atores e 02 instrumentistas que serão audicionados conforme descrito nos objetivos. Direção geral: Ricardo Grasson Adaptação: Vitor Rocha Direção musical e arranjos: Marco França Assistência de direção: Heitor Garcia Arte Gráfica: Victor Grizzo Figurinos: Ronaldo Fraga Músicas e Voz: Assucena Desenho de luz: Cesar Pivetti Arquitetura cênica: Bonecaria: Bruno Dante Visagismo: Alysson Rodrigues Assessoria de imprensa: Morente Forte Produção executiva: Igor Dib Diretor de produção: Leonårdo Miggiorin Produção: LM Produções Artísticas LTDA. CURRÍCULOS Produtora: LM Produções Artísticas Ltda A empresa LM Produções Artísticas Ltda, fundada em 2005, tem desempenhado um papel significativo em projetos culturais, destacando-se como prestadora de serviços artísticos sob a liderança de seu fundador, Leonardo Miggiorin. Miggiorin, reconhecido ator, participou em projetos de grande repercussão e visibilidade nacional, sendo não apenas proponente através do Ministério da Cultura, mas também envolvendo-se em produções não incentivadas, como "A redação" (2012), "O encontro das águas" (2016) e "Aquele que diz sim e Aquele que diz não" (2018), nos quais atuou como Diretor Artístico e Produtor Cultural. A empresa concentra-se na realização de projetos culturais dedicados à formação de jovens e à aproximação do público com a arte, buscando emocionar e transformar vidas. Ao longo dos anos, a LM Produções Artísticas tem organizado uma variedade de eventos culturais, incluindo espetáculos, oficinas, cursos de extensão e montagens teatrais, contando sempre com o comprometimento e paixão de seu fundador. Diretor de produção: Leonårdo Miggiorin Leonårdo Miggiorin, formado em Artes Cênicas pelo Colégio Estadual do Paraná, acumula uma vasta experiência com mais de 40 montagens teatrais, abrangendo comédias, musicais, dramas e peças infantis. Destacou-se no elenco de "Grande Sertão: Veredas" (2017-2019), dirigido por Bia Lessa, e no prestigiado espetáculo "Equus" (2012). Sua trajetória na TV começou aos 17 anos em "Flora Encantada" (1999), mas foi na minissérie "A Presença de Anita" (2001), interpretando o tímido Zezinho, que conquistou reconhecimento precoce. Desde então, colaborou com renomados autores e diretores, participando de novelas como "Senhora do Destino", "Mulheres Apaixonadas", "Cobras e Lagartos", "Viver a Vida", "Malhação" e "Insensato Coração" na Rede Globo, além de atuar em "A Terra Prometida" e "Jezabel" na Record TV. No cinema, destacou-se em filmes como "O Casamento de Romeu e Julieta" (Bruno Barreto), "Rinha" e "Colegas" (Marcelo Galvão), e "O Diabo na Rua, no Meio do Redemunho" (Bia Lessa). Atualmente, além de dedicar-se a projetos culturais, envolve-se em atividades de Psicodrama em escolas e empresas. Com formação em Psicologia, Miggiorin é professor universitário na UniBTA, enquanto continua seus estudos de Psicodrama na ABPS e de Cinema na AIC, em São Paulo. Direção geral: Ricardo Grasson Ricardo Grasson é ator, produtor e diretor de teatro. Formado em cinema pela "NUCT " Nuova Università dell Cinema e della Televisione - Roma – Itália. Produziu nos últimos anos mais de 60 espetáculos ao lado de diretores como, Caco Ciocler, Eric Lenate, Marco Antonio Rodrigues, Vanessa Bruno, Michele Ferreira, Wolf Maya, José Possi Neto, Cyntia Falabella, Marcela Lordy, Elias Andreato entre outros. Como ator participou das montagens "Pirandello per sempre", direção de Thomas Otto Zinzi Roma – Italia. No C.P.T. Centro de Pesquisa Teatral participou dos espetáculos, “Medèia”, "O Canto de Gregório" e O Jardim das Cerejeiras, todos com direção de Antunes Filho. No cinema recebeu o prêmio de melhor ator por sua atuação no filme, Uriele, de Nana Frozzina Festival de Marsala, Sicília, Itália em 2006. Como ator revelação pelo mesmo filme no Glob Festival de Roma, 2007. Na sua formação como ator e diretor constam nomes como, Bernardo Bertolucci, Giuseppe Tornatore, Antunes Filho, Célia Helena, Mario Monicelli, Stanley Donen, Carlo Lizzani, Vittorio Storaro, Michelangello Antonioni, Ettore Scola, Giuseppe Argiro, Furio e Giaccomo Scarpelli, Adriano Tagliavia, Stefano Bessoni. Em 2018 dirigiu o espetáculo "SOMOS TÃO JOVENS " em 2019 dirigiu o espetáculo O OVO DE OURO e em 2020 o espetáculo A BICICLETA DE PAPEL, seus últimos trabalhos como diretor e encenador foram "Identidade X MAX E EVA", "MARIA THEREZA E DENER", "O FALCÃO VINGADOR" e "O BEM AMADO - MUSICADO” no qual foi indicado ao Prêmio PRIO do Humor 2023 na categoria de melhor direção, ao prêmio Bibi Ferreira como melhor direção e espetáculo Brasileiro, foi premiado como melhor diretor no prêmio DID Teatro musical 2022 e melhor espetáculo no prêmio ARCANJO SP. Suas últimas direções são dos espetáculos O Dia Seguinte com Adriana Birolli e Eduardo Pelizzari e é diretor da montagem brasileira de The Boys in the Band. Adaptação: Victor Rocha Vitor Rocha (Pouso Alegre, 13 de outubro de 1997) é um ator, diretor, escritor e roteirista brasileiro. Eleito pela revista Forbes um dos 90 jovens mais bem sucedidos e promissores do país em 2019. Seu trabalho mais notório é o musical Cargas D'Água - Um Musical de Bolso, que lhe rendeu diversas indicações a prêmios de teatro, o consagrou o primeiro autor a receber um Prêmio Bibi Ferreira, na categoria revelação e ganhou montagens em Londres e Nova York.[4] Além de outros espetáculos, é autor do livro Casusbelli e fundador do projeto social homônimo que une artistas em prol de crianças de ONGs e escolas rurais. Direção musical e arranjos: Marco França Ator Profissional, Arte-Educador, Maquiador e professor de Línguas (Português e Inglês). É formado em Artes Cênicas (2006) e Letras (2010) e Pós-Graduado em Língua Portuguesa (2012), todos pela Unimonte – Santos/SP. Iniciou sua carreira pela Escola Livre de Artes Cênicas – SECULT/Santos em 1996. Ingressou no TESCOM em 2000 e desde então, desenvolve seu trabalho de ator e também em outras áreas como iluminação, cenografia, direção, figurino. É professor desde 2001. Outra área de especialização é a maquiagem teatral, em que desenvolve trabalhos profissionais para os grupos de teatro da região e trabalha em eventos como carnaval etc, além de ministrar aulas de Maquiagem Artística na TESCOM | Escola de Teatro e Agência de Artistas e Técnicos. Dentre alguns trabalhos, destacam-se: Ator em ‘O Mendigo ou o Cão Morto’ de Bertold Brecht – Direção Pedro Norato. Ator em ‘Era Uma Vez… Um Dragão’ adaptação e direção de Karla Lacerda. Ator em ‘Anjo Negro’ de Nelson Rodrigues – Direção Karla Lacerda. Ator em ‘Um Bonde Chamado Desejo’ de Tennesse Williams – Direção Karla Lacerda. Ator em ‘1793’ – Adaptação da Obra Marat/Sade de Peter Weiss. Direção Roberto Peres. Ator em ‘Canção para Othello’ de Vital Santos e Antonio Guinho – Direção Tanah Corrêa. Diretor em ‘Os Saltimbancos’, de Sérgio Badorti. Diretor em ‘O Grande Circo Místico’, a partir da obra de Newton Moreno e Alessandro Toller. Ator no espetáculo “Nó Na Garganta”, de Ronaldo Fernandes, uma produção do Grupo TESCOM e Cia Trilha. Ator no espetáculo “Barrela”, de Plínio Marcos, com direção de Tanah Corrêa. Participou de diversos festivais regionais e estaduais sendo premiado como ator, maquiador, diretor, iluminador. Figurinos: Ronaldo Fraga Foi selecionado pelo Design Museum de Londres como um dos sete estilistas mais inovadores do mundo em 2010 e 2014 da qual também participaram Miuccia Prada, Rick Owens e Raf Simons. No teatro, trabalhou com o diretor Felipe Vidal, criando os figurinos dos espetáculos Louise Valentina e Depois da Queda, de Arthur Miller. Também desenvolveu os cenários e figurinos da peça Fonchito e a Lua, adaptação teatral do livro do escritor peruano Mario Vargas Llosa, com dramaturgia de Pedro Brício e direção de Daniel Herz. Em 2018 recebeu o prêmio Shell por melhor figurino da peça “ A visita da Velha Senhora”. Na área da dança, assinou figurinos de produções como Santagustin, do Grupo Corpo; Por Parte do Pai, de Nathália Marçal, em homenagem à obra de Bartolomeu Campos de Queirós; e Passanoite, da São Paulo Companhia de Dança. É autor do livro Moda, Roupa e Tempo: Drummond selecionado e ilustrado por Ronaldo Fraga e Caderno de Roupas, Memórias e Croquis.Ilustrou vários livros, como Mary Poppins, publicado no Brasil pela Cosac Naify, e Uma festa de cores: memórias de um tecido brasileiro, da editora Autêntica, escrito por Anna Göbel e premiado como melhor livro infantil de 2014 Músicas e Voz: Assucena Iniciou sua carreira artística em 2011 na banda universitária Preto por Preto, que depois se tornou As Bahias e a Cozinha Mineira, e mudou novamente de nome para As Baías. Ao lado de Raquel Virgínia e Rafael Acerbi, manteve-se na banda até os anos de 2021, quando saiu para seguir carreira solo. No período em que esteve na banda lançou os álbuns “Mulher” (Independente, 2015), “Bixa” (YB Music/ Pommelo, 2017), “Tarântula” (Universal Music, 2019), “Enquanto estamos distantes” (Universal Music, 2020). Em 2021 apresentou o show “Rio e também posso chorar – Fatal 50”, em comemoração aos 50 anos do disco “Fatal”, da cantora baiana Gal Costa. Em 2022 lançou seu primeiro single solo e autoral “Parti do alto”. Nesse mesmo ano realizou o show “Minha voz e eu”, acompanhada do violonista Rafael Acerbi, com músicas autorais e versões de músicas lançadas por Elis Regina e Gal Costa. Lançou o single autoral “Menino pele cor de jambo”. Em 2023 apresentou na casa de shows Manouche, no Rio de Janeiro, o show “Rio e também posso chorar – Um tributo a Gal Costa”, em companhia dos músicos: Rafael Acerbi (violão, guitarra e direção musical), Beatriz Lima (baixo) e Bianca Predieri (bateria e programações). Nesse mesmo ano lançou seu primeiro álbum solo, intitulado “Lusco-fusco”, com dez faixas autorais, dentre as quais os singles “Menino da pele cor de jambo”, “Nu” e “A última quem sabe”. Desenho de luz: Cesar Pivetti Cesar Pivetti, Iluminador, 27 anos de carreira dedicados ao teatro, show, tv e eventos. Ao longo de 27 anos Cesar Pivetti desenvolveu inúmeros projetos de iluminação não somente no Brasil mas em algumas partes do mundo. Principais espetáculos: 2024 – Cá entre nós Texto – Raphael Gama Direção – Eduardo Martini Elenco – Suzy Rego, Cristiana Oliveira, Eduardo Martini 2024 – Irineu Texto – Tiago Luchi Direção – Ricardo Grasson Elenco – Genésio de Barros, Pamela Otero, Tiago Luchi 2024 – Palhaços Texto – Timochenko Wehbi Direção – Leo Stefanini Elenco – José Rubens Chacha e Caio Paduam 2023 – The Boys In The Band Texto – Mart Crowley Direção – Ricardo Grasson Elenco – Leonardo Miggiorim, Otavio Martins, Caio Paduam, Tiago Barbosa, Matheus Ribeiro, Bruno Narchi, Caio Evangelista 2023 – O que faremos com Walter Texto – Juan Jose Campanella e EmanueL Diez Direção – Jorge Farjalla Elenco – Elias Andreato, Flavio Galvão, Norma Blum, Grace Gianoukas, Marcelo Airoldi, Mariana Armelline, Fernando Vitor 2023 – Nosso irmão Texto – Alejandro Melero Direção – Ricardo Grasson Elenco – Regiane Alves, Marina Elias, Bruno Ferian 2023 – O dia seguinte Texto – Regiana Antonini Direção – Ricardo Grasson Elenco – Adriana Birolli e Eduardo Pelizari 2023 – E vocês, quem são? Texto – Jonathan Raymundo Direção – Samuel de Assis Elenco – Samuel de Assis 2023 – Kiss Me Kate Texto – Sam e Bella Spewack Direção – Claudio Botelho Elenco – Miguel Falabella, Alessandra Verney, Fafy Siqueira e grande elenco 2023 – Aquário com Peixes Texto – Franz Keppler Direção – Marcela Lordy Elenco – Nathalia Rodrigues e Carolina Manica 2022 – Brilho Eterno Texto – André Magalhães e Jorge Farjalla Direção – Jorge Farjalla Elenco – Reinaldo Gianechinni – Taina Muller – Renata Bras – Wilson de Santos – Fabio Ventura e Tom Karabashian 2022 – O Bem Amado Texto – Dias Gomes Direção – Ricardo Grasson Elenco – Cassio Scapin e grande elenco INDICAÇÕES A PRÊMIOS – CATEGORIA MELHOR ILUMINAÇÃO 2023 – Prêmio Bibi Ferreira por – Gaslight indicado 2023 – Prêmio Bibi Ferreira por – O bem amado - indicado 2023 – Prêmio Shell de Teatro por – Brilho Eterno - Vencedor 2022 – Prêmio Bibi Ferreira por – Brilho Eterno - Vencedor 2019 – Prêmio Shell de Teatro por – O mistério de Irma Vap 2019 – Prêmio Bibi Ferreira por – O mistério de Irma Vap – Vencedor Bonecaria: Bruno Dante Dante é artista visual e bonequeiro, com especialização em ilustração na Saint Martin College of Art and Design em Londres. Tem sua trajetória artística marcada pela criação de artes gráficas para diversos espetáculos teatrais, assim como bonecos e esculturas aplicadas nas artes da cena, tv, plasticas e cinema. Em sua trajetória desenvolveu projetos autorais para diversas empresas e cias artísticas como tv Globo, Escola de Samba Paraíso do Tuiutí, Globoplay, Companhia Dos a Deux, Artesanal Cia de Teatro, Cia Pequod, Companhia Brasileira, Cia Theatrum Mundi, Rocco editora, Cia Viaje Imóvil, Teatro Municipal de Santiago - Chile, entre outros. Reúne diversos prêmios referentes a seu trabalho como artista visual e da cena, como: Prêmio Shell de Teatro, Prêmio Zilka Sallaberry, Rio Novos Designers, Prêmio CBTIJ.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.