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PRONAC 240787Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Camerata Juiz de Fora

Bruna Caroline de Souza
Solicitado
R$ 998,8 mil
Aprovado
R$ 998,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Erudita
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
MG
Município
Juiz de Fora
Início
2024-12-01
Término
2025-11-30
Locais de realização (1)
Juiz de Fora Minas Gerais

Resumo

Projeto artístico de criação da Camerata Juiz de Fora, que busca ampliar o acesso da população da Zona da Mata Mineira à música de concerto e promover oportunidades de profissionalização a jovens músicos da região. O projeto prevê uma série de concertos gratuitos e acessíveis em teatros, igrejas e parques municipais de Juiz de Fora.

Sinopse

O conteúdo das apresentações a serem realizadas pela Camerata Juiz de Fora contempla um repertório musical diversificado, com obras nacionais e internacionais, eruditas e populares, de estilos, épocas e localidades de produção diversificadas. Os programas dos concertos terão seus detalhes definidos na etapa de pré-produção do projeto, em conjunto com o diretor artístico-musical, e após a seleção dos músicos integrantes. Todas as apresentações terão classificação etária livre. As palestras que antecederão os concertos levarão ao público informações relevantes acerca das características musicais e estilísticas das obras que serão ouvidas em cada apresentação.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS · Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais ao promover concertos gratuitos realizados em diversos espaços do município de Juiz de Fora (teatros, igrejas e parques municipais); · Promover a cidadania cultural a partir da promoção de acessibilidade às atividades artísticas do projeto e sua difusão nas plataformas digitais (site, Instagram, Facebook, YouTube, etc); · Impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão culturais, ao constituir-se um espaço qualificado de vivências musicais de orquestra, com oportunidades de profissionalização aos jovens músicos envolvidos; · Valorizar a cultura nacional, através da inclusão de músicas brasileiras (eruditas e populares) nos programas de concerto. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Realização de 12 apresentações da Camerata Juiz de Fora em teatros, igrejas e parques municipais, com repertório musical diversificado (obras nacionais e internacionais, eruditas e populares, de estilos, épocas e localidades de produção diversificadas). Todas as apresentações terão entrada gratuita e classificação livre. Os registros fotográficos e audiovisuais dos concertos serão divulgados nas plataformas digitais do projeto (site, Instagram, Facebook e canal do YouTube da Camerata Juiz de Fora). Espera-se alcançar um público total de 8400 espectadores ao final do período de execução do projeto. Considera-se, ainda, o alcance regional de milhares de pessoas impactadas pelo conteúdo gerado pela Camerata Juiz de Fora nas plataformas virtuais.

Justificativa

Durante cerca de 40 anos, Juiz de Fora contou com uma produção cultural própria e vigorosa, que deixou marcas no cenário cultural do país. O Centro Cultural Pró-Música, criado em 1971 para promover concertos mensais de música erudita, foi uma instituição (a princípio) sem vínculo com o poder público e sem fins lucrativos que promoveu mais de 3.800 eventos culturais, elaborou mais de 30 edições do Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga, manteve orquestras sinfônicas, de câmara e estudantis, e promoveu dois concursos de âmbito nacional (de piano e de cordas friccionadas), entre outras ações relacionadas à música popular e às artes visuais. Todos esses projetos eram mantidos graças ao Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, via patrocínios de empresas privadas e parcerias com a Prefeitura de Juiz de Fora. A incorporação do Centro Cultural Pró-Música à Universidade Federal de Juiz de Fora em junho de 2011, contudo, teve por consequência um significativo declínio na produção artístico-musical da cidade, sobretudo no que diz respeito à música de concerto, devido às limitações administrativas, financeiras e burocráticas que advieram desta união. Este projeto, portanto, busca retomar a produção de concertos com alta qualidade artística em Juiz de Fora por meio de uma orquestra de câmara que leva o nome da cidade — a Camerata Juiz de Fora, que será a primeira orquestra profissional do município e que se inspira nos anos de ouro da produção artística local outrora vividos. Para tanto, e considerando a magnitude e o impacto que pretende gerar, é indispensável a utilização de recursos advindos de Leis de Incentivo à Cultura, de forma a garantir o acesso da população juiz-forana à música de concerto, com a formação de novos públicos, de maneira ainda mais democrática e acessível. Esta proposta se enquadra, ainda, nos seguintes objetivos expressos no art. 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto também se enquadra perfeitamente nos objetivos do art. 3° da mesma Lei: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

Será contratado um arranjador profissional para a confeccção de arranjos exclusivos de música popular para performance da Camerata Juiz de Fora em suas apresentações. Está previsto, na planilha orçamentária, o pagamento de direitos autorais para as apresentações. Item na planilha orçamentária: arranjador, ECAD. A Camerata Juiz de Fora realizará seus ensaios no Teatro Paschoal Carlos Magno, espaço administrado pela Prefeitura de Juiz de Fora, que não cobra aluguel para uso em ensaios e eventos gratuitos mediante agendamento prévio. Por isso, não consta na planilha orçamentária aluguel de espaço para ensaios. Além disso, tradicionalmente os locais listados para os concertos (vide detalhamento da seção "local de realização") não cobram aluguel para apresentações culturais, desde que gratuitas ao público.

Especificação técnica

A Camerata Juiz de Fora será composta por 20 integrantes, sendo: 1 regente, 6 primeiros violinos, 5 segundos violinos, 4 violas, 3 violoncelos e 1 contrabaixo. Os concertos terão duração média de 1h30m.

Acessibilidade

O projeto contará com a manutenção de uma equipe especializada na promoção de acessibilidade do conteúdo a ser divulgado nas plataformas virtuais e de comunicação (com legendas e Libras), a qual também será responsável pela recepção do público com deficiência nos dias de concerto. Item na planilha orçamentária: Perícias e Vistorias APRESENTAÇÃO DE MÚSICA ERUDITA Acessibilidade Física: os locais de apresentação receberão uma visita técnica, a ser realizada por um profissional que elaborará e executará o projeto de acessibilidade, e por um deficiente físico (que prestará consultoria sobre as soluções de acessibilidade disponíveis). A partir do projeto resultante, os espaços serão adequados a pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida, com rotas acessíveis, rampas de acesso e espaços exclusivos destinados às pessoas com deficiência física. Para locais em que as apresentações forem relativamente longe da entrada (como os parques municipais, por exemplo), será feita uma parceria com a Comissão Permanente de Acessibilidade (órgão vinculado a Secretaria de Sustentabilidade em Meio Ambiente e Atividades Urbanas - SESMAUR, da Prefeitura de Juiz de Fora), para fornecimento de transporte acessível da entrada até o local da apresentação. Itens na planilha orçamentária: Perícias e Vistorias, assistente de produção. Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: contratação de mediadores treinados para assessorarem pessoas com deficiência visual e impressão de programas em Braile para leitura de deficientes visuais. Item na planilha orçamentária: monitores. (A impressão de programas em Braille será feita com a verba de custos vinculados ao projeto - custos de administração, que possibilitam os gastos com impressões). Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: a palestra que antecederá os concertos contará com intérpretes de libras para pessoas com deficiência auditiva terem acesso ao conteúdo da apresentação. Nos concertos realizados em parques municipais, em que a Camerata contará com o serviço de amplificação sonora, será colocado um tablado de madeira com uma caixa de som em seu inferior, para que os deficientes auditivos sintam corporalmente a vibração acústica da performance orquestral. Item na planilha orçamentária: Intérprete de libras, assistente de produção, sonorização. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: serão oferecidos abafadores de som para pessoas dentro do espectro autista (devido à hipersensibilidade auditiva) e a apresentação contará com mediadores treinados no atendimento ao público com deficiência (ou para assessorarem seus responsáveis). Item da planilha orçamentaria: material de consumo e monitores.

Democratização do acesso

Todas as apresentações da Camerata Juiz de Fora terão entrada gratuita. Além disso, adotaremos as seguintes medidas de ampliação de acesso expostas no art. 30 da Instrução Normativa nº 11/2024: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, [...], acompanhado com libras e audiodescrição: a disponibilização acontecerá através da plataforma YouTube. V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, [...], palestras, [...]: todos os concertos serão antecedidos por uma palestra que apresentará ao público as características musicais das obras contidas no programa da apresentação. VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil: um dos concertos a serem realizados nos parques municipais de Juiz de Fora será um concerto didático voltado ao público infantil.

Ficha técnica

A ficha técnica completa, com os currículos resumidos de todos os principais participantes do projeto, enconta-se na seção "documentos". Bruna Caroline de Souza Berbert - Coordenadora do projeto Bruna Caroline iniciou seus estudos musicais há 17 anos, no curso básico de formação musical da Faculdade de Música do Espírito Santo (FAMES). Possui graduação (bacharelado e licenciatura, ambos pela UFJF), mestrado (pela UFMG) e doutorado (pela Unicamp) concluídos na área de música, tendo como foco a performance musical. Durante seu bacharelado, foi contemplada com uma bolsa de estudos para cursar música na Universidade de Évora, em Portugal, durante 6 meses. Entre suas premiações, constam duas edições do concurso Jovem Músico BDMG (2014 e 2017), dois processos seletivos para apresentação no programa Segundas Musicais da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (2018 e 2020) e o Projeto Sesc Cultura ConVIDA. Além disso, foi classificada em 5 concursos públicos de instituições federais de ensino para os cargos de violinista, regente, violoncelista e educadora musical. Durante sua formação, participou da Orquestra de Câmara Pró-Música (com a qual solou o Concerto para Dois Violinos de Johann Sebastian Bach) e integrou as orquestras sinfônicas dos Festivais de Campos do Jordão (SP), Juiz de Fora (MG) e Ouro Branco (MG). Realizou diversos recitais solo e de música de câmara e possui ampla experiência na área de eventos sociais (casamentos e shows, entre outros). No decorrer de atuação profissional, dirigiu a Orquestra Acadêmica da Universidade Federal de Juiz de Fora e o Coral Vozes do Vale, além de ter coordenado o projeto “Escola de Música do IF Sudeste MG - Campus Rio Pomba”. Possui artigos acadêmicos publicados em periódicos Qualis A1 (classificação CAPES) e é frequentemente convidada como parecerista ad hoc para a avaliação de submissões em revistas na área de música e cultura. Atua como TAE/Músico na Universidade Federal de Juiz de Fora. Bruna Caroline será responsável por toda a gestão do processo decisório do projeto e receberá pela rubrica "Coordenação Geral". César Timóteo - Direção artística e regência César Timóteo é graduado em violino e canto pela Universidade Federal de Minas Gerais e Pós-graduado em Gestão de Pessoas pela Universidade de São Paulo. Estudou regência com o Maestro Issac Karabtchevsky, que o recomendou para reger as orquestras Sinfônica do Recife e Sinfônica de Barra Mansa na Mostra Internacional de Música em Olinda (MIMO), e a World Youth Orchestra no “Musica Riva Festival”, em Riva Del Garda (Itália). César Timóteo foi o idealizador e fundador da Orquestra de Câmara Inhotim e, por 10 anos, foi Gestor de Educação, Diretor Artístico e Coordenador Pedagógico dos Projetos de Música do Instituto de Arte Contemporânea Inhotim. É Diretor de Música na Rede Batista de Educação e regente da Orquestra Jovem de Belo Horizonte, grupo formado por estudantes de música da cidade e que trabalha dentro de uma gestão inovadora, visando inspirar novas gerações e estimular ações criativas em prol do desenvolvimento cultural, por meio da prática musical e do empreendedorismo. César Timóteo será responsável pela direção artística e regência da Camerata Juiz de Fora e receberá pela rubrica "Diretor artístico e musical". Álisson Carvalho Berbert - Spalla Técnico-administrativo em Educação/Violino pela Universidade Federal de Juiz de Fora, Álisson Berbert é Doutor em Música pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), Mestre em Música pela Universidade Federal de Minas Gerais, e Bacharel em Violino pela Universidade Estadual de Maringá (UEM). Já participou de masterclasses com Edson Queiroz, Paulo Bosísio, Priscila Vargas, Pedro Della Rolle, Cecília Guida, Cláudio Cruz, Evgueni Ratchev, Alejandro Drago, Carmelo de los Santos e Cynthia Miller Freivogel. Foi finalista do 15º Concurso Nacional de Cordas Paulo Bosísio, premiado no concurso Jovem Músico BDMG em 2017 e selecionado em duas edições do Programa Segundas Musicais da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (2018 e 2020). Como solista, interpretou o Concerto para Violino e Orquestra em Sol menor de Max Bruch frente a Orquestra Filarmônica UniCesumar, e, ao lado de Paulo Egídio Lückman, solou o Concerto para Dois Violinos de J. S. Bach com a Orquestra de Cordas da UEM. Álisson Berbert atuará como spalla na Camerata, sendo responsável pela execução de solos e atuação como regente substituto. Receberá pela rubrica "Spalla". Lenara Finotti Amaral de Oliveira - Chefe de naipe das violas Iniciou seus estudos musicais aos oito anos de idade, no Conservatório Estadual de Música de Juiz de Fora - MG. Em 2003, ingressou no curso de Bacharelado em Música/Viola na Universidade Federal de Santa Maria, na classe da Dra. Yara Quércia Vieira. Em 2007, ingressou no Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos em Tatuí, para se aperfeiçoar no instrumento, na prática de orquestra e música de câmara. Neste conservatório, teve oportunidade de tocar em diversas formações de câmara e participar de uma camerata dedicada à Performance Historicamente Informada. Neste período também manteve aulas regulares com o Dr. Emerson de Biaggi. Em 2011, iniciou sua participação na Orquestra de Heliópolis, projeto no qual teve orientação de Renato Bandel e Isaac Karabtchevsky. Participou de diversos festivais no território nacional, com masterclasses com de renomados violistas, como Jadenir Lacorte, Jairo Chaves, Ori Kam, Barbara Westphal, Mark Newman, Alexandre Razera, Marcelo Jaffé, Renato Bandel e Emerson de Biaggi, entre outros. Integrou orquestras e grupos de câmara, com concertos em várias cidade do Brasil, Paraguai, Uruguai e Peru, destacando-se: Sinfônica do Conservatório de Tatuí, Collegium Musicum, Sinfônica de Sorocaba, Sinfônica de Piracicaba, Camerata de Indaiatuba, Orquestra Sinfônica de Santa Maria, Orquestra de Campinas e Orquestra Sinfônica de Londrina. Ganhou o 1º lugar no concurso de viola de arco do Conservatório de Tatuí no ano de 2009 e ganhou também (com o Trio de piano, clarinete e viola) o concurso de Música de Câmara realizado pela mesma instituição. Lenara Finotti atuará como chefe de naipe das violas, sendo responsável pela sua liderança e pela direção dos ensaios deste naipe. Receberá pela rubrica "Preparador de naipe". Ana Júlia Chinelato - Chefe de naipe dos violoncelos Ana Júlia Chinelato iniciou sua formação musical aos 6 anos de idade no Conservatório Estadual de Música Haidèe França-Americano. De 2003 a 2010, foi integrante da Orquestra Filarmônica de Juiz de Fora e participou como bolsista de 8 edições do Festival Internacional de Música Scala (CINVES), além de ter participado de aulas com professores renomados e em orquestras no Festival de Violoncelos de Ouro Branco, Semana da Música de Câmara, Festival Música nas Montanhas, Festival Internacional de Música Colonial e Música Antiga de Juiz de Fora, Festival de Música Eletroacústica, Vertentes Musicais, Inverno Cultural, Festival Vale do Café, Festival Música nas Cidades Históricas, Festival Estrada Real, Encontros da Associação Brasileira de Violoncelistas (ABRACELLO), Festival Gramado in Concert e MusikEspedition no Brasil e na Alemanha. Em 2019, ganhou primeiro lugar no concurso de jovens solistas da UFSJ. Em 2020 e 2021 participou da Academia Virtual da Filarmônica de Minas Gerais e da Academia da Orquestra Sinfônica da Bahia. É bacharela em violoncelo pela Universidade Federal de Juiz de Fora, licenciada e mestranda em Música pela Universidade Federal de São João del-Rei. Já atuou como violoncelista em grupos de câmara, em gravações e como professora de música em projetos sociais e conservatórios mineiros de música. Ana Júlia atuará como chefe de naipe dos violoncelos, sendo responsável pela sua liderança e pela direção dos ensaios deste naipe. Receberá pela rubrica "Preparador de naipe".

Providência

PROJETO ARQUIVADO.