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Este projeto propõe a realização da tradicional exposição de artes visuais 1º de Maio _ a maior mostra de arte ao ar livre da América Latina _ realizada em homenagem aos trabalhadores.
Não se aplica
Objetivo Geral Realizar uma (1) exposição gratuita e ao ar livre na Avenida Paulista, no município de São Paulo, visando difundir as artes visuais, além de valorizar e disseminar a produção de artistas brasileiros. O projeto pretende valorizar a cultura nacional e fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade pois o projeto é integralmente gratuito e exposto na maior avenida da America Latina. Objetivos Específicos · Produção de uma exposição, ocupando cerca de um (1) quilometro da Avenida Paulista com painéis expositivos gigantes, com cerca de 12m2 cada um, sobre o canteiro central da via. Nesta edição de aniversário de 10 anos da já Expo da Paulista iremos tratar de um tema que faz alusão às conquistas do trabalhador ao longo da gigantesca caminhada. Dois artistas convidados, Marcelo Cipis e Derlon, irão traduzir 15 tópicos cada dessa luta histórica. Exibição pelo período de 30 dias. · Exibição de cerca de 30 obras ampliadas durante 30 dias; · Produção de um site da exposição, viabilizando o seu acesso também digitalmente;
A Avenida Paulista é um dos corredores mais importantes do mundo. A já tradicional Exposição Primeiro de Maio leva artes visuais para esse espaço democrático e inclusivo e visa homenagear os trabalhadores de nosso país por meio da cultura e expressões artística, apresentando obras pensandas para cada edição da mostra, conforme a curadoria de cada ano. No ano de 2024 celebramos 10 anos de projeto, tratando como tema central a luta histórica dos trabalhadores por meio da produção de dois artistas convidados. O projeto contribui de maneira concreta com os processos de formação e fruição cultural, ampliando repertórios e criando espaços de reflexão por meio da experiência cultural. Essa proposta foi concebida para ser executada de forma inteiramente gratuita, daí a necessidade de patrocínio para viabilizá-la. No que se refere ao enquadramento do projeto, citamos os os seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; o projeto acontece de forma itegralmente gratuita na avenida mais imprortante de São Paulo III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; o projeto exibe a produção de artistas brasileiros de diversos segmentos VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; o projeto apresenta diversas técnicas e práticas das artes visuais e em cada edição convida diferentes artistas, crinado um espaço de estiulação da produção artística nacional. _____________________________________ Para cumprir essas finalidades, atenderemos os seguintes objetivos citados no Art. 3° da mesma Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; pois prevê a realização de uma exposição IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos: pois o acesso à exposição e integralmente gratuito.
PROJETO EXPOGRÁFICO Linha Curatorial: Nesta edição de aniversário de 10 anos da já Expo da Paulista iremos tratar de um tema que faz alusão às conquistas do trabalhador ao longo da gigantesca caminhada. Dois artistas convidados, Marcelo Cipis e Derlon, irão traduzir 15 tópicos cada dessa luta histórica. O estudo foi pontuado pelos professores da UNICAMP Claudio Batalha e José Dari Krein, com coordenação do professor Erledes Elias da Silveira. Os 15 tópicos são: 1. ORGANIZAÇÃO DOS TRABALHADORES: a principal modalidade de proteção dos trabalhadores e de resistência à exploração se dá por meio da organização. Foram as organizações de trabalhadores que possibilitaram a obtenção de direitos trabalhistas, sociais e, por vezes, políticos. 2. MIGRAÇÕES: A história da humanidade é constituída de migrações populacionais, seja de forma voluntária seja de forma forçada, como por meio do tráfico de escravizados para as Américas. Esses contingentes populacionais foram essenciais para o funcionamento de diversas atividades, particularmente aquelas que exigiam grandes contingentes de mão de obra. 3. JORNADA DE TRABALHO: Parte substancial da história dos trabalhadores se voltou para a luta pela diminuição da jornada de trabalho, resultando em movimentos na maior parte do mundo em torno dessa questão. 4. TRABALHO FEMININO: As mulheres continuam em condição mais desfavorável no mercado de trabalho, apesar dos grandes avanços a partir do movimento feminista. Esta é uma luta de equiparação de direitos. 5. NÃO AO TRABALHO INFANTIL: A condenação social do trabalho infantil já é secular, mas continua presente na realidade brasileira e nos países periféricos do capitalismo. 6. RACISMO: Constitui aspecto inerente à exploração do trabalho e à limitação de direitos políticos e sociais. Mesmo fora dos marcos legais, o racismo ainda prevalece em diversas esferas, entre as quais o acesso ao mercado de trabalho. 7. TECNOLOGIA A SERVIÇO DA VIDA: As tecnologias fazem parte das relações sociais e servem aos interesses de quem detém o poder econômico. Não somos contra as tecnologias, mas é fundamental observar como elas podem servir a coletividade. 8. FIM DO TRABALHO ESCRAVO: O Brasil, dada a história da escravidão tem a obrigação de eliminar o trabalho análogo ao escravo. É o tipo de exploração humana grave, atenta contra a dignidade humana, a liberdade, os direitos humanos e a vida. 9. LUTA PELA TERRA: Hoje existem muitas situações heterogêneas no campo. Por um lado, existe a luta pela terra, alguns casos com a morte de lideranças sindicais rurais e defensores da natureza. Ao mesmo tempo há a luta por políticas públicas que viabilizam a produção a partir da agricultura familiar, da agroecologia e da permanência da população originária. 10. LUTA PELO PLANETA: O homem buscou dominar a natureza e dela extrair de forma incessante recursos naturais. No entanto, esses recursos são finitos e a persistência de modelos econômicos pautados sobre a exploração intensiva da natureza tem conduzido às mudanças climáticas, ao crescimento de desastres naturais e ao esgotamento desses recursos. 11. DIREITOS SOCIAIS E TRABALHISTAS: A partir dos pressupostos que a economia capitalista gera uma relação desigual entre capital e trabalho, que o trabalho não pode ser considerado uma mercadoria como qualquer outra (pois envolve a vida das pessoas) foram construídos direitos sociais como forma de proteger as pessoas da vulnerabilidade. A vida humana e, em particular a dignidade do trabalhador, precisam ser preservados e assegurados. 12. JUVENTUDE: A qualificação profissional e a elevação da escolaridade são muito importantes como direito democrático e como condição de cidadania. 13. DISCRIMINAÇÃO POR ORIENTAÇÃO SOCIAL: Do mesmo modo que o racismo, a discriminação por orientação sexual limita o acesso ao mercado de trabalho. Essa discriminação ocorre em todos os setores, inclusive no setor público. A discriminação por orientação sexual não é algo recente, ainda que tenha ganhado maior visibilidade mais nos últimos anos. 14. PESSOAS COM DEFICIÊNCIA: As pessoas com deficiência eram invisibilizadas e encontravam muitas dificuldades de entrar e se manter no mercado de trabalho. Atualmente o Brasil adotou políticas de cotas, obrigando as médias e grande empresas a contratar um percentual de pessoas com deficiência. 15. SAÚDE: O trabalho árduo e em condições adversas é associado a danos à saúde psíquica e física dos trabalhadores. Assim como a busca por metas e resultados combinados com um ambiente de trabalho inseguro tende expor os trabalhadores a acidentes de trabalho. SOBRE OS ARTISTAS: MARCELO CIPIS transita por diversas linguagens artísticas como a pintura, desenho, colagem, esculturas, instalações. Graduado em Arquitetura pela FAU – USP, tem vasta experiência como ilustrador e também como escritor. Em 2000 ganhou um importante prêmio internacional outorgado pela Fundação Pollock Krasner, de NY, que levou o trabalho do artista para diversas instituicões e galerias de todo o mundo. DERLON é pernambucano, vive em SP. O trabalho de Derlon resgata a fotopintura, a estética dos cordéis, com traços e personagens que lembram e valorizam a figura do brasileiro e as tradicões brasileiras. Suas obras são propositadamente simples e expressivas. A opção estética do artista é reduzir traços e acentuar o poder comunicativo de suas obras. SOBRA O FORMATO Serão fixados 30 painéis em formato gigante (12m2), instalados a 4m de altura, ao longo de um (1) quilometro da Avenida Paulista, sobre o canteiro central da via. Cada painel é acompanhado de um galhardete contendo descritivo com legenda e créditos. Cada painel terá iluminação HQI para visibilidade noturna. 30 Obras; Impressão de alta resolução em lona fosca com tinta anti UV; Dimensões: 4m x 3m instalados a 4m de altura nos postes da Paulista; Galhardetes anexos com crédito e ficha técnica.
PRODUTO EXPOSIÇÃO ACESSIBILIDADE FÍSICA: a Avenida Paulista não apresenta restrição de acesso à pessoas com deficiência. Possui rampas, pisos táteis e demais adaptações necessárias para o acesso físoco de pessoas com deficiência. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: para as pessoas com deficiência visual será apresentado um QR Code que leva os espectadores para um portal virtual com audiodescrição das imagens: rubrica: audiodescrição ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: não há limitações para PcDs Auditivos pois trata-se de uma mostra visual. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: não há limitações para PcDs cognictivos pois trata-se de uma mostra visual que permite que as pessoas interajam de forma livre com as obras. PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: as palestras de contrapartida serão realizadas em locais com acessibilidade arquitetonica. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: para as palestras, serao apresentadas descrições detalhadas das imagens apresentadas nas palestras. As falas dos palestrantes não apresentam restrições a pessoas com deficiencia visual, será feita a audiodescrição das imagens apresentadas. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: intérprete de libras nas palestras apresentadas. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: monitoria para as palestras para o atendimento de pessoas com deficiencia cognitiva
Democratização de Acesso O projeto realizado de forma integralmente gratuita. A exposição é realizada em espaço público com acesso irrestrito, beneficiando um público amplo e diverso. Ampliação de acesso Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso (Anexo I): IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;
Maná Produções – Coordenação Geral e Produção executiva (responsável pela Gestão Financeira do projeto). Inaugurada em 2008, é uma empresa de abrangência nacional especializada na criação, organização, planejamento, produção, gerenciamento de eventos culturais e sociais. É responsável pela realização de alguns dos principais eventos do País como, Festival Folclórico de Parintins, Carnaval de São Paulo e Festival das Tribos Indígenas em Juruti (PA), além de exposições e eventos como congressos,feiras e shows. Concebeu, projetou e executou eventos para homenagear grandes personagens da história brasileira através de Exposições como: Gonzagão e os 60 anos do Baião, Vitória! Ayrton Senna 15 anos, Futebol Majestade- 70 anos de Pelé, 30 Anos da Redemocratização do Brasil. Fernando Costa Netto – Curadoria Fernando Costa Netto é jornalista, fotógrafo e empresário. Sócio da DOC Galeria | Escritório de Fotografia e idealizador da Mostra SP de Fotografia. É um dos fundadores da revista Trip, criou outros projetos editoriais como as revistas VeniceMag (1993), Boom (1994) e 2005, foi editor-chefe do extinto jornal Notícias Populares, do Grupo Folha, entre 1997 e 2000 e integrante do coletivo Polaroid SX70. Abaixo, destaque de algumas exposições realizadas e atividades culturais: “Fotocolecionismo”, galeria Luisa Strina [1999]; “Imagens da Violência, Retrato da Exclusão”, MIS Museu da Imagem e do Som [2000]; “Oscar Niemeyer, um Olhar sobre a Obra”, galeria Paparazzi[2001]; SX70, Galeria Vermelho [2002]; Dear Sarajevo, um documento fotográfico com registros da capital da Bósnia durante a guerra de 1993-1994 e 10 anos depois, 2006, na Caixa Cultural, abrindo o Mês Internacional de Fotografia em SP [2007]; curou “Futebol Majestade” para as comemorações do 1º de Maio, com fotos inéditas de Pelé, provenientes do arquivo do jornal Última Hora, de Samuel Wainer; organizou e fez curadoria da exposição “Peladas”, com imagens de futebol de rua de 30 países diferentes de autoria de Caio Vilela. Organizou a exposição “PIIOTOS WTC 1973-2011 SP/NY” exibida simultaneamente no Brasil, Espaço SOMA e em NY, na 1500 Gallery para lembrar os 10 anos do 11 de Setembro. Artistas Marcelo Cipis Arquiteto formado pela FAUUSP, mas nunca exerceu a profissão. Trabalha com ilustração para revistas, jornais e livros desde 1977. Fez a trajetória dos Salões de Arte Contemporânea de São Paulo nos anos 80, participou do workshop Berlin-in-São Paulo, no MASP e no Kunsthalle de Berlin em 1988, ano que realizou sua primeira individual na galeria Documenta em São Paulo. Em 1991, participou da 21ª Bienal de São Paulo com a instalação “Cipis Transworld, Art, Industry & Commerce”, onde eu criou o “stand” de uma empresa multinacional fictícia, com produtos, anúncio em tv, etc. No mesmo ano doou parte da instalação ao MACUSP, que a montou de forma adequada em 2012. Derlon Recife – PE / 1985 (vive e trabalha em São Paulo)Sua relação com as artes é diretamente com a imagem gráfica. Baseando-se na estética da xilogravura popular e investindo na expressividade de traços simples e reduzidos, cria obras que valorizam a interação com o público em trabalhos predominantemente monocromáticos. Interessa-se por desenho desde muito cedo, na adolescência é atraído pela arte urbana, em especial pelo graffiti. Nesse período, além de fazer intervenções em muros e paredes nas ruas, também é influenciado pela simplicidade impactante das imagens da xilogravura e frequenta cursos em que aprende técnicas de gravura. Seus estudos concentram-se em criar uma simbiose entre as pinturas murais com a estética da xilogravura, criando assim uma nova linguagem visual. Passa a utilizar suas descobertas pictóricas nas intervenções que faz em muros do centro do Recife, e logo se expandindo para outros suportes onde ganhou notoriedade e chamou a atenção do público em geral. As pinturas do Derlon são propositalmente simples e expressivos. Na maioria das obras, ele usa a cor preta sobre fundo branco. A opção estética do artista é reduzir traços e acentuar o poder comunicativo deles para criar suas obras. O objetivo é manter o peso visual, da forma mais simples possível, efeito que se obtém pela transposição da estética da xilogravura para o conceito gráfico e minimalista sobre novos suportes.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.