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PRONAC 240796Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Azirai (Circulação)

SARAU AGENCIA DE CULTURA BRASILEIRA LTDA
Solicitado
R$ 1,42 mi
Aprovado
R$ 1,72 mi
Captado
R$ 1,14 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33000167000101PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS1900-01-01R$ 1,14 mi

Eficiência de captação

66.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-05-08
Término

Resumo

O projeto prevê ensaios e apresentações do monólogo étnico-musical Azira’i.

Sinopse

Azira’i consiste em um espetáculo-performance-instalação em formato de monólogo étnico-musical que evidencia e traz à tona a relação a relação de Zahy Tentehar com Alzira, sua mãe. A atriz promove uma reflexão acerca da relação do humano com a natureza, propondo uma reconciliação entre ambos através da cura e da conscientização.

Objetivos

Objetivos Gerais: Decreto nº 11.453/2023Art. 3º Os mecanismos de fomento cultural contribuirão para: I - Valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; Valorizaremos a cultura nacional através da inovação das ofertas culturais apresentadas à população a partir de obras plurais, democratização e ampliação do acesso às atividades e dinâmicas culturais e artísticas. II - Estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; Através do fomento ao intercâmbio entre as diferentes culturas raízes do Brasil e ao protagonismo do povo indígena com relação às suas próprias vivências. VI - Fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural; Alcançaremos este objetivo através da democratização e ampliação do acesso às atividades e dinâmicas culturais e artísticas, da formação de público e do olhar para os espectadores como multiplicadores das experiências culturais. VIII - Fomentar o desenvolvimento de atividades artísticas e culturais pelos povos indígenas e pelas comunidades tradicionais brasileiras. O projeto Azira’i fomenta o protagonismo e representatividade à mulher indígena e nordestina, através da construção de um espetáculo-instalação em formato musical que pretende explorar as multipotencialidades da artista Zahy Tentehar. Objetivos específicos:- Realizar ensaios do espetáculo étnico-musical Azira’i; - Realizar temporada do espetáculo no Rio de Janeiro/RJ, com 24 apresentações; e - Realizar circulação do espetáculo por 06 cidades: Crato/CE (02 apresentações), Juazeiro do Norte/CE (02 apresentações), Fortaleza/CE (02 apresentações), Belo Horizonte/MG (03 apresentações), Belém/PA (02 apresentações) e Manaus/AM (02 apresentações), totalizando 37 apresentações.

Justificativa

Desde a colonização do Brasil, sabe-se que os povos indígenas vêm sofrendo massacres e extermínios ao longo dos séculos no território brasileiro. Esse tem sido um dos assuntos mais emergentes nos últimos anos, e, ao contrário do que muitos pensam, o uso das tecnologias e das ferramentas da urbe pelos indígenas não necessariamente fere as origens da sua cultura. Pelo contrário, tais ferramentas têm ajudado os povos indígenas a se comunicarem entre si e com o mundo branco, facilitando ações que os permitam resistir e preservar suas origens e raízes culturais. Durante a pandemia que vivemos ficou mais do que provado que a tecnologia pode se tornar uma verdadeira aliada na preservação e sobrevivência da cultura e dos povos indígenas. Difundir artisticamente a cultura justifica-se por torná-la acessível a um Brasil que nem sempre chega ao seu próprio povo. O projeto Azira’i visa dar mais protagonismo e representatividade à mulher indígena e nordestina, através da construção de um espetáculo-instalação em formato musical que pretende explorar as multipotencialidades da artista Zahy Tentehar: atriz, cantora, performer, fotógrafa, videomaker e artista plástica. Ela dará voz à Alzira, mãe de Zahy, uma das primeiras pajés mulheres da reserva de Cana Brava, relatando os conflitos humanos e a relação de espiritualidade vivida entre as duas, através de histórias e canções contadas e cantadas em Tupi Guarani e na Língua Portuguesa. Num momento em que a natureza grita por socorro, sofrendo com os avanços da indústria, com o aquecimento global, com o aumento desenfreado de produção de lixo, dentre outras consequências do capitalismo selvagem, o espetáculo Azira’i trará à tona a importância da reconexão com a terra mãe, assim como se reconectaram Zahy e sua mãe Alzira, através do amor, da cura, do perdão e do cuidado. Para além da pertinência de seu conteúdo no contexto da atualidade, a ficha técnica do projeto se mostra extremamente capacitada em currículo e histórico de realizações, promovendo um encontro de trajetórias de notório reconhecimento na cena teatral com potencialidades artísticas pulsantes e inovadoras. A Lei de Incentivo é uma das poucas formas de se conseguir parceria na iniciativa privada para a realização de um projeto cultural, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura no País. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso as fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX _ Priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento a produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Especificação técnica

PRODUTO PRINCIPAL - ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS 01 Temporada na cidade do Rio de Janeiro, com 24 apresentações 01 Circulação na cidade de Crato/CE, com 02 apresentações 01 Circulação na cidade de Juazeiro do Norte/CE, com 02 apresentações 01 Circulação na cidade de Belo Horizonte/MG, com 03 apresentações 01 Circulação na cidade de Fortaleza/CE, com 02 apresentações 01 Circulação na cidade de Belém/PA, com 02 apresentações 01 Circulação na cidade de Manaus/AM, com 02 apresentações Total de 37 apresentações. 01 sessão com intérprete de libras e disponibilização de abafadores de ruído por cidade, totalizando 07 sessões. DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO 07 palestras formativas após uma das apresentações com intérprete de libras e disponibilização de abafadores de ruído. AÇÃO FORMATIVA DE CONTRAPARTIDA SOCIAL 01 palestra online com a atriz e o diretor do espetáculo sobre o processo de criação do espetáculo.

Acessibilidade

O projeto foi elaborado e aprovado para captação ainda sob a vigência da Instrução Normativa anterior (INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11/2024), quando não havia a exigência de alocação integral dos custos de acessibilidade na categoria de custos vinculados. No entanto, ao revisar o orçamento para adequá-lo às novas orientações e às exigências do edital Petrobras, identificamos que será necessário reduzir parte das medidas de acessibilidade inicialmente propostas no momento da inscrição do projeto. Essa adequação é necessária para que os custos de divulgação já acordados com a Petrobras (15% do valor do custo vinculado), somados às ações de acessibilidade, possam ser integralmente acomodados dentro do limite de 20% destinado aos custos vinculados. Diante da limitação orçamentária imposta por esse teto percentual, não há margem financeira para absorver a totalidade das medidas inicialmente previstas, sendo necessário priorizar aquelas compatíveis com os recursos disponíveis. O projeto respeitará o Art. 27 da IN 11/2024, contendo em seu plano de acessibilidade: Produto Espetáculo de Artes Cênicas Comunicação Acessível – O projeto contará com estratégias de divulgação direcionadas ao público PCD, garantindo que as informações sobre as condições de acessibilidade estejam disponíveis de forma clara e acessível. Acessibilidade no aspecto arquitetônico: - Escolha prioritária de espaços que já atendam às normas de acessibilidade física. Caso não possuam, a equipe se responsabiliza por facilitar o acesso a portadores de deficiência física ou com dificuldades de locomoção. Acessibilidade para deficientes visuais: - Descrição de imagens em postagens nas redes sociais do espetáculo, com o uso da hashtag #PraCegoVer, como forma de atender a deficientes visuais; Acessibilidade para deficientes auditivos: - Intérprete de libras em uma apresentação por cidade. Acessibilidade para deficientes intelectuais: - Para garantir uma experiência confortável e inclusiva, disponibilizaremos abafadores de ruído para pessoas com deficiências intelectuais sensíveis a sons altos em 01 sessão por cidade. Esses equipamentos ajudam a reduzir estímulos auditivos intensos, promovendo maior bem-estar durante a apresentação. Produto Contrapartida Social e Democratização de acesso Acessibilidade no aspecto arquitetônico: - Escolha prioritária de espaços que já atendam às normas de acessibilidade física. Caso não possuam, a equipe se responsabiliza por facilitar o acesso a portadores de deficiência física ou com dificuldades de locomoção. Acessibilidade para deficientes visuais: - Descrição de imagens em postagens nas redes sociais do espetáculo, com o uso da hashtag #PraCegoVer, como forma de atender a deficientes visuais; Acessibilidade para deficientes auditivos: - Intérprete de libras na ação de contrapartida social e nas ações de democratização de acesso. Acessibilidade para deficientes intelectuais: - Para garantir uma experiência confortável e inclusiva, disponibilizaremos abafadores de ruído para pessoas com deficiências intelectuais sensíveis a sons altos na ação de contrapartida e nas ações de democratização de acesso.

Democratização do acesso

O projeto respeitará o Art. 29º da IN Nº 11/2024, contendo em seu plano de distribuição: - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo. O projeto aderirá em sua realização o princípio colocado no item IV do Art. 46º da IN Nº 23/2025, contendo em seu plano de distribuição: - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00 (cinquenta reais). Conforme Art. 30º da IN Nº 11/2024, adotaremos a seguinte medida de ampliação de acesso: - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. Como medida de ampliação de acesso do projeto, será realizada uma palestra por cidade, ao todo 07 palestras. A atividade tem caráter pedagógico e visa ampliar a compreensão sobre os processos de criação no teatro contemporâneo, com ênfase na construção dramatúrgica a partir de memórias pessoais, na valorização dos saberes ancestrais e na escuta sensível de narrativas plurais. Carga horária: 1h

Ficha técnica

Atuação - Zahy Tentehar Criação e dramaturgia – Zahy Tentehar e Duda Rios Direção artística - Denise Stutz e Duda Rios Direção de arte – Batman Zavareze Direção de projeto - Leila Maria Moreno Direção de criação – Andréa Alves Iluminação – Ana Luzia Molinari de Simoni Designer de som – Gabriel D’Angelo Direção musical e trilha sonora – Elisio Freitas Figurino – Carol Lobato Coordenação do projeto – Sarau Cultura Brasileira Breves currículos: Ana Luzia Molinari de Simoni Iluminadora Cênica com mais de 19 anos de experiência em teatro e música. Faz a concepção de luz de grandes espetáculos e companhias brasileiras. É também iluminadora da artista Maria Bethânia, uma das maiores cantoras brasileiras de todos os tempos. Foi indicada ao Premio Shell de teatro 2017, 2019 e 2023, ao Botequim cultural 2019, ao prêmio APTR de 2023, ao Premio CBTIJ de teatro infantil 2016, 2018, 2019 e 2023 e ao Zilka Salaberry 2018. Com o espetáculo Azira'i foi indicada aos Prêmios APTR e Shell, tendo conquistado dois prêmios na mesma edição do prêmio Shell, sendo um deles Azira'i. Andréa Alves A carioca Andréa Alves fundou a Sarau Agência quando concluía seus estudos em jornalismo, nas Faculdades Integradas Hélio Alonso, e produção cultural, na Universidade Cândido Mendes. O prazer pela música encostou no apreço pela escrita e pela história da cultura nacional. Junto a um lado bastante pragmático de organização e gestão, construiu uma trajetória sólida, alcançando reconhecimento no Brasil, com a idealização e realização dos espetáculos de maior sucesso de público e mais premiados nos últimos anos. Em 2018, o jornal Folha de São Paulo a procurou para fazer uma matéria sobre a originalidade e brasilidade de suas produções, que reinventaram o mercado de musicais no Brasil: http://bit.ly/AndreaFolhaSP_SP Batman Zavarese Começou sua carreira na MTV e ao longo dos anos acumulou projetos com grandes nomes da música popular brasileira, como Marisa Monte, Los Hermanos, Paralamas do Sucesso, Tribalistas, Gilberto Gil, entre outros. Foi responsável pela abertura dos Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro, com as inesquecíveis projeções no gramado do maracanã. Referência no campo audiovisual nas últimas décadas, é diretor e curador do Festival Multiplicidade desde 2005, festival que investe no diálogo entre som e imagem através do cruzamento de tecnologias hitech e low-tech o qual se entrelaçam em linguagens artísticas híbridas, avançadas, investigativas e transversais. O festival já viajou o mundo, com colaborações artísticas na Inglaterra, Escócia, Itália, Suiça, França, Dinamarca dentre outros. As experiências entre arte e tecnologia realizadas no festival são inusitadas e imersivas, sejam nas suas performances, instalações, site-specifics, exposições, workshops, residências e debates. Carol Lobato Carol Lobato é figurinista especializada em cinema, teatro, musicais e publicidade. Natural do Rio de Janeiro e formada em Design de Moda pelo Instituto Zuzu Angel, foi premiada nas principais categorias de teatro do Brasil, trabalhando com diretores renomados como Paulo de Moraes, João Fonseca, e Charles Moeller. Com um olhar sensível e detalhista, Carol desenvolve personagens e imagens baseadas em estudos profundos de aspectos físicos, psicológicos e do roteiro. No cinema, assina produções como Tinted Glass (2022), Poropopó (2019) e Eu Não Faço A Menor Idéia do que eu tô Fazendo com a Minha Vida (2013). Além do vasto conhecimento em indumentária, integra sua expertise com cenografia, iluminação e trilha sonora, atuando também em projetos publicitários com grandes produtoras como Hungry Man, O2, Zohar e Conspiração. É proprietária do acervo Carambola. Denise Stutz Denise Stutz iniciou seus estudos de dança em Belo Horizonte, onde nasceu. Em 1975, junto com outros 10 bailarinos, fundou o Grupo Corpo, onde permaneceu até 1986. Trabalhou com a diretora de teatro Celina Sodré e atuou nas montagens Ispirituincarnadu, William Wilson e Cinema Karamazov e foi professora do curso técnico da Escola Angel Vianna. Em 2003, estreou seu primeiro solo, Decor, que busca transformar a história da memória do corpo em algo legível, fazendo do tempo e do espaço um jogo cênico. Foi um dos destaques do Festival Panorama de Dança. A partir de 2009, Denise inicia parceria com o artista visual Felipe Ribeiro, e juntos constroem três espetáculos, Justo uma imagem – Cartas e Processo, obra que surge do diálogo entre o cinema ao vivo, a dança contemporânea e a troca de cartas. Duda Rios É um dos fundadores da Barca dos Corações Partidos, atualmente uma das companhias mais destacadas e premiadas do Brasil, pela qual já participou de diversos espetáculos e assina a dramaturgia do espetáculo Jacksons do Pandeiro, além da assistência de direção do espetáculo Auê e codireção do clipe Calcanhar de Elba Ramalho com participação da companhia. Adaptou a peça A Gaiola, de Adriana Falcão, com direção de Duda Maia, pela qual ganhou o Prêmio CBTIJ de melhor texto adaptado; escreveu o espetáculo Contos Partidos de Amor, indicado a melhor texto original no prêmio Zilka Sallaberry; e colaborou para a série Louco por Elas da Rede Globo. Integra o Patuanú - Núcleo de Pesquisa em Dança Pessoal, sob a coordenação de Carlos Simioni (LUME Teatro). Em 2010 e 2011 compôs o elenco dos Doutores da Alegria, uma organização mundialmente reconhecida, que utiliza a arte do palhaço para intervir junto a crianças, adolescentes e outros públicos em situação de vulnerabilidade e risco social. Elisio Freitas Elisio é multinstrumentista, produtor musical e mestre em música pela UFRJ, com especialização em produção musical pelo Conservatório Brasileiro de Música. Com sólida formação em "Música e Tecnologia" e "Música para TV e Cinema", estudou com renomados profissionais como Tim Rescala, David Tygel e Nelson Faria. Atuante na cena musical brasileira, produziu álbuns de artistas como César Lacerda, Aline Lessa, Flavio Tris, Luisa Lacerda, Ilessi e Juliana Linhares. Trabalhou com nomes como Lenine, Zeca Baleiro e Maria Gadú. Também tem experiência em trilhas sonoras para teatro e cinema, com destaque para o Leão de Ouro em Cannes em 2022 e a direção musical do musical "Clube da Esquina: os sonhos não envelhecem". Atualmente, é guitarrista em diversas bandas e professor no Conservatório Brasileiro de Música, além de atuar como produtor e compositor para álbuns e publicidade. Gabriel D’Angelo Cursou Áudio pela IATEC, Produção Fonográfica e Cinema pela Universidade Estácio, trabalha como técnico de som há 25 anos. Com experiência em grandes Musicais Brasileiros e adaptações da Broadway, há 10 anos expandiu sua atuação para o cinema (edição e mixagem). Entre outros trabalhos para TV, NETFLIX com “Sintonia”, HBO com “Odilon o reu de si mesmo”. Buscando trocar experiências e estudos, vem desenvolvendo um conceito na Arte de provocar diferentes sensações e sentimentos com direcionamento original para o Áudio como Designer de Som. Gabriel possui uma vasta experiência como designer de som em Teatro com mais de 30 projetos em seus currículo. Leila Maria Moreno Leila Maria Moreno, produtora há 25 anos, formada em Artes Cênicas pela Universidade do Rio de Janeiro | Uni-Rio. Produtora experiente, trabalhou ao lado de grandes diretores, atores, criadores e importantes companhias cariocas. Produtora de dezenas de projetos culturais e algumas edições dos principais festivais de teatro do Rio de Janeiro. Além de temporadas no eixo Rio-São Paulo, coordenou produções que circularam por todo o país, participando da agenda dos grandes festivais nacionais e circulações internacionais. Coordenou projetos executados em palcos abertos, com gerenciamento de estrutura para grandes plateias. Ex-parecerista do Ministério da Cultura e muitas vezes analista de projetos em editais. Atualmente integra o corpo docente do MBA em Gestão e Produção Cultural da UniCarioca e é diretora de projetos da Sarau Cultura Brasileira. Zahy Tentehar Artivista, índigena, do povo Tentahar Guajajara, natural da Aldeia Colônia. Filha da pajé Alzira e mãe de Kwarahy, é atriz e performer. Criou, roteirizou e atuou na vídeo-performance Aikuè (R-existo), em parceria com Mariana VillasBoas, no Kannibal Fest, em Berlim, e no Festival de Curtas do Rio. Atuou em Macunaíma, com a Barca dos Corações Partidos, dir. Bia Lessa, pela qual ganhou destaque em críticas pela força da sua atuação e de seus cantos. No cinema: Não Devore Meu Coração, dir. Felipe Bragança; Semente Exterminadora, dir. Pedro Neves Marques; Zahy Uma Fábula Sobre a Aldeia Maracanã, dir. Felipe Bragança; e Estranhos Rumores do Jardim Fantástico, dir. Fábio Baldo.

Providência

Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$284.032,98 em 09/02/2026.

2026-05-31
Locais de realização (7)
Manaus AmazonasCrato CearáFortaleza CearáJuazeiro do Norte CearáBelo Horizonte Minas GeraisBelém ParáRio de Janeiro Rio de Janeiro