| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 16404287000155 | SUSANO PAPEL E CELULOSE S.A | 1900-01-01 | R$ 150,0 mil |
O Projeto visa a edição, publicação e distribuição gratuita do Livro "AMAZÔNIA - A CULTURA DOS POVOS ORIGINÁRIOS MANTÉM VIVO O SABER DA FLORESTA", um livro de valor artístico humanitário sobre aspectos artísticos, culturais, tradições, artesanato, gastronomia dos povos originários e de outras culturas tradicionais da Amazônia, envolvendo também a preservação da floresta e ações de sustentabilidade que tem transformado vidas de comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas. A tiragem é de 4.000 exemplares. O livro contém 256 páginas.
Sinopse Um outro país dentro do Brasil. Assim podemos considerar o universo diverso e autêntico que compõe a Amazônia. Atrás da maior floresta tropical do mundo, existem seus habitantes e histórias que vão além da sua biodiversidade. Tradições que constituem uma cultura peculiar, herdada por seus povos ancestrais, indígenas, quilombolas e ribeirinhos. Pessoas que se tornaram guardiões do bioma e da história da Amazônia. Com área de aproximadamente 6,74 milhões de quilômetros quadrados, a Amazônia se estende por oito países: Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Peru e Venezuela e Suriname mais o território da Guiana Francesa. No Brasil, essa região é composta por 9 estados: Amazonas, Acre, Rondônia, Roraima, Pará, Maranhão, Amapá, Tocantins e Mato Grosso. Dona de uma culinária exótica, arquitetura com características europeias e artistas legítimos de povos tradicionais, sua riqueza vai além do gigante acervo natural. A região amazônica possui memórias que outros estados brasileiros não possuem. Sua natureza, por exemplo, dá origem a espécies singulares - casos do pirarucu e o boto cor-de-rosa - somente encontrados nas águas dos rios amazônicos, ou nas lendas folclóricas contadas pelos pescadores da região. Fora dos rios, as ervas e ingredientes como cupuaçu, tucupi, tucumã, arubé e outros com nomes de origem indígena, constituem em receitas que fazem da culinária amazônica um sabor inigualável, e que tem se destacado internacionalmente. Por falar em influência indígena, não são somente os alimentos que conservam o dialeto desta etnia. Os próprios povos originários mantém sua língua mesmo após a colonização. São 175 famílias linguísticas distribuídas entre os povos de regiões diferentes do país, e que definem desde o próprio nome dos indígenas à denominação de parentescos, objetos e todas as palavras necessárias, mas que são bem diferentes do português. Essa linguagem dos primeiros habitantes da floresta é apresentada por artistas da mesma origem, em exposições fora da Amazônia. Na arte, o talento é múltiplo. Dos quadros, à literatura e à música. A cultura amazônica inspira quem nasce dentro dela. São vários músicos conhecidos e artistas se destacando no Brasil e em outros países, que contam a história dos povos originários, sua cultura e beleza natural - seja por meio de imagens, som ou papel. As fotografias da luta Yanomami de Cláudia Andujar, os quadros sobre as tradições indígenas de Duhigó, ou a viagem pela leitura de obras do escritor Milton Hatoum, retratam a trajetória da grande Amazônia. Mas nem só de história vive o homem. Mudando o ditado, eles precisam de pão também. Seus habitantes precisam de educação, emprego e renda para sobreviverem em meio à floresta. Como solução, projetos de capacitação gratuitos aos povos indígenas e quilombolas levam informação, e ensinam a forma correta dos povos extraírem insumos da floresta sem derrubá-la. Orientam a consumir e manter de pé sua fonte de renda e também de alimento, dando conhecimento, acesso à internet, dignidade e oportunidades de chegar ao ensino superior, a quem só sabia pescar. Também para a sobrevivência no meio da mata, é preciso desenvolvimento econômico. Nesse papel, empresas de infraestrutura têm cumprido com excelência, além de fazer parte da história e evolução na Amazônia. Prova disso são os avanços no transporte, por exemplo, antes somente por rios, hoje por estradas, ferrovias e aeroportos, que dão aos povos originários os principais benefícios: acesso e emprego. É o caso da Estrada de Ferro Carajás e dos aeroportos assumidos pela Vinci. Incluído nesse ramo da infraestrutura, não podemos ignorar o mais polêmico: o setor da mineração. A atividade considerada impactante está mudando seu próprio conceito em prol da Amazônia. Além de passar a cumprir novas exigências da legislação ambiental, a valorização das comunidades onde atuam se tornou seu principal objetivo. Diversas mineradores passaram a se destacar pelas suas compensações executadas por meio de ações ESG (Environmental, Social and Governance) governança ambiental, social e corporativa. Projetos sociais que agora transformam não somente os municípios em que estão sediadas, mas a vida das pessoas que vivem neles. Por fim, essas e outras histórias só mostram que a Amazônia deixou de ser conhecida somente por suas riquezas naturais, mas a humana. O bioma considerado “pulmão do mundo” também tem cultura e gente, além do verde. Gente que cuida das fontes naturais, mas que também precisam de cuidados. Que precisam de educação e arte, e necessitam ser reconhecidos pelo seu talento e por fazerem da Amazônia um patrimônio, a ser preservado de pé e vivo.
OBJETIVO GERAL A publicação e distribuição gratuita do Livro "AMAZÔNIA - A CULTURA DOS POVOS ORIGINÁRIOS MANTÉM VIVO O SABER DA FLORESTA", tem como objetivo demonstrar ao grande público e oferecer materiais de pesquisa a Bibliortecas Públicas sobre aspectos artísticos, culturais, tradições, artesanato, gastronomia dos povos originários e de outras culturas tradicionais da Amazônia, envolvendo também a preservação da floresta e ações de sustentabilidade que tem transformado vidas de comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS PRODUTO - LIVRO TIRAGEM: 4000 EXEMPLARESCAPA COM ORELHA: 270x593mm, 4x4 cores, Padrão Escala em Supremo Alvura 250g. Saída em CTP. Duas orelhas de 80mm cada.MIOLO: 256 págs, 210x270mm, 4 cores, Padrão Escala em Couche Fit Fosco 115g. Saída em CTP.LOMBADA:15mm, Prova Digital, Laminação Bopp Fosca=1 Frente (Capa c/Orelha), Vinco(Capa c/Orelha), Dobrado Manualmente(Capa c/Orelha), Refile Final(Capa c/Orelha), Dobrado(Miolo), Intercalado(Miolo), PUR, Refile Trilateral, Shrink Individual(Miolo), Entregue em caixa de papelão.
Um outro país dentro do Brasil. Assim podemos considerar o universo diverso e autêntico que compõe a Amazônia. Atrás da maior floresta tropical do mundo, existem seus habitantes e histórias que vão além da sua biodiversidade. Tradições que constituem uma cultura peculiar, herdada por seus povos ancestrais, indígenas, quilombolas e ribeirinhos. Pessoas que se tornaram guardiões do bioma e da história da Amazônia.Dona de uma culinária exótica, arquitetura com características europeias e artistas legítimos de povos tradicionais, sua riqueza vai além do gigante acervo natural. A região amazônica possui memórias que outros estados brasileiros não possuem. Sua natureza, por exemplo, dá origem a espécies singulares - casos do pirarucu e o boto cor-de-rosa - somente encontrados nas águas dos rios amazônicos, ou nas lendas folclóricas contadas pelos pescadores da região. Fora dos rios, as ervas e ingredientes como cupuaçu, tucupi, tucumã, arubé e outros com nomes de origem indígena, constituem em receitas que fazem da culinária amazônica um sabor inigualável, e que tem se destacado internacionalmente. Por falar em influência indígena, não são somente os alimentos que conservam o dialeto desta etnia. Os próprios povos originários mantém sua língua mesmo após a colonização. São 175 famílias linguísticas distribuídas entre os povos de regiões diferentes do país, e que definem desde o próprio nome dos indígenas à denominação de parentescos, objetos e todas as palavras necessárias, mas que são bem diferentes do português. Essa linguagem dos primeiros habitantes da floresta é apresentada por artistas da mesma origem, em exposições fora da Amazônia. Na arte, o talento é múltiplo. Dos quadros, à literatura e à música. A cultura amazônica inspira quem nasce dentro dela. São vários músicos conhecidos e artistas se destacando no Brasil e em outros países, que contam a história dos povos originários, sua cultura e beleza natural - seja por meio de imagens, som ou papel. As fotografias da luta Yanomami de Cláudia Andujar, os quadros sobre as tradições indígenas de Duhigó, ou a viagem pela leitura de obras do escritor Milton Hatoum, retratam a trajetória da grande Amazônia. Mas nem só de história vive o homem. Mudando o ditado, eles precisam de pão também. Seus habitantes precisam de educação, emprego e renda para sobreviverem em meio à floresta. Como solução, projetos de capacitação gratuitos aos povos indígenas e quilombolas levam informação, e ensinam a forma correta dos povos extraírem insumos da floresta sem derrubá-la. Orientam a consumir e manter de pé sua fonte de renda e também de alimento, dando conhecimento, acesso à internet, dignidade e oportunidades de chegar ao ensino superior, a quem só sabia pescar. Também para a sobrevivência no meio da mata, é preciso desenvolvimento econômico. Nesse papel, empresas de infraestrutura têm cumprido com excelência, além de fazer parte da história e evolução na Amazônia. Prova disso são os avanços no transporte, por exemplo, antes somente por rios, hoje por estradas, ferrovias e aeroportos, que dão aos povos originários os principais benefícios: acesso e emprego. É o caso da Estrada de Ferro Carajás e dos aeroportos assumidos pela Vinci. Incluído nesse ramo da infraestrutura, não podemos ignorar o mais polêmico: o setor da mineração. A atividade considerada impactante está mudando seu próprio conceito em prol da Amazônia. Além de passar a cumprir novas exigências da legislação ambiental, a valorização das comunidades onde atuam se tornou seu principal objetivo. Diversas mineradores passaram a se destacar pelas suas compensações executadas por meio de ações ESG (Environmental, Social and Governance) governança ambiental, social e corporativa. Projetos sociais que agora transformam não somente os municípios em que estão sediadas, mas a vida das pessoas que vivem neles. Por fim, essas e outras histórias só mostram que a Amazônia deixou de ser conhecida somente por suas riquezas naturais, mas a humana. O bioma considerado "pulmão do mundo" também tem cultura e gente, além do verde. Gente que cuida das fontes naturais, mas que também precisam de cuidados. Que precisam de educação e arte, e necessitam ser reconhecidos pelo seu talento e por fazerem da Amazônia um patrimônio, a ser preservado de pé e vivo.Para realizar a edição e impressão de um livro de tal relevância e magnitude, permeado por fotografias belíssimas que retratam a pujança da Amazônia em todo o seu esplendor, com arte, cutura e memória dos povos originários, da ancestralidade amazônida e também, um olhar sobre o futuro, a preservação da floresta e de suas riquezas naturais com sustentabilidade, que será distribuído gratuitamente para o público e para Bibliotecas Públicas do Sistema Nacional de Bibliotecas faz-se necessário o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, sobre o qual destaco os seguintes incisos do Art. 1° da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitosculturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursoshumanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelopluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores deconhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.No que se refere ao Art. 3° da Lei 8313/91, destaco os incisos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos - neste caso, a distribuição gratuita da tiragem do livro. IMPACTO SOCIOCULTURAL/EDUCATIVO/AMBIENTAL:O livro AMAZÔNIA - A CULTURA DOS POVOS ORIGINÁRIOS MANTÉM VIVO O SABER DA FLORESTA pode contribuir com a consolidação da Agenda 2030 e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), por meio dos seguintes ODS: ODS 4 - Educação de qualidade - no momento em que será distribuído como material para pesquisa, para o Sistema Nacional de Bibliotecas; ODS 8 - Trabalho decente e crescimento econômico - no momento em que empregará uma equipe profissional pelo período de 7 meses; ODS 14 - Vida na água - neste caso, conservação e uso sustentável dos rios - quando menciona a magnífica fauna encontrada somente nos rios da Amazônia e chama a atenção para o risco de extinção da mesma; ODS 15 - Vida Terrestre - no momento em que aborda a cultura, a tradição e os meios de vida dos povos originários, quilombolas e ribeirinhos da Amazônia, abarca toda a sua integração com a flora e a fauna da região.
DEVIDO AOS LIMITES DE CARACTERES NA SEÇÃO "DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DO PRODUTO" CONTINUAREMOS A DETALHAR O CONTEÚDO DO LIVRO, NESTA SEÇÃO "OUTRAS INFORMAÇÕES" Continuação do Capítulo 4: A grife comercializa peças expressando traços, histórias e elementos artísticos característicos da comunidade em cada grafismo, valorizando a memória e a identidade cultural indígena nos desenhos. A fundadora é Shirley Arara, da aldeia Paygap, que foi uma das painelistas na Conferência Internacional Amazônia Novas Economias em Belém (PA), em setembro de 2023. Imagens de grafismos, sua história e significado. Falando em moda sustentável, o Projeto Borracha Nativa da Mercur, que compra borracha natural produzida em quatro territórios indígenas, desenvolveu junto com o povo indígena Xipaya o material necessário para a linha de bolsas, carteiras e mochilas impermeáveis da Bossapack, chamada Ipá Tiá (leite da árvore, ou látex). As bolsas e mochilas são feitas com tecido 100% algodão, impermeabilizado por meio do encauchado, como é popularmente chamado o tecido impregnado de látex natural. A produção das bolsas e mochilas sustentáveis está gerando renda e ocupação para diversas famílias indígenas extrativistas, representando 50% da comunidade Xipaya. Destes produtores, 20 são jovens, entre 16 e 30 anos. (Incluir ensaio fotográfico das atividades na comunidade Xipaya que fazem parte do projeto Borracha Nativa) 5 - No ciclo da borracha, a arquitetura neoclássica chega a Belém e Manaus Aconteceu em algumas décadas, em torno de 1860 a 1912, quando decolou a demanda global por borracha natural para produtos industrializados como pneus, com alta vertiginosa de preço e a produção brasileira de látex era a maior do mundo. Em Belém, a renda per capita elevou-se em 800% nesse período e a população multiplicou-se por 400%, impulsionado pelo fluxo enorme de migrantes que vieram trabalhar nos seringais e na crescente economia local. Em Manaus, o mesmo fenômeno se repetiu. Nessas capitais, a bonança estimulou a importação de tecidos e outros artigos da Europa e essas cidades tinham luz elétrica, rede de água, telefone, jornais impressos, exposições e concertos, vias públicas largas e calçadas—e certa atmosfera europeia. Belém inaugurou o Theatro da Paz em 1878, com projeto do engenheiro militar José Tiburcio de Magalhães inspirado no Teatro Scalla de Milão, na Itália. A plateia comporta 900 pessoas, com excelente acústica, lustres de cristal importados, piso de madeira nobre e afrescos e peças de valor histórico. Passou por diversas reformas; em 1904, uma pilastra da fachada foi removida. Mantém hoje intensa programação de concertos e espetáculos. O Teatro Amazonas que estreou seu evento inaugural em 1896 exibe sua imponência no centro de Manaus, lembrando o apogeu do ciclo da borracha. O estilo arquitetônico é renascentista e inclui detalhes ecléticos. A famosa cúpula se sobressai pelas 36 mil peças nas cores da bandeira brasileira, importadas da França. Os 198 lustres vieram da Itália, bem como o mármore de Carrara das escadas e colunas. O teatro tem 684 lugares e teto côncavo, com telas representando música, dança, tragédia e ópera –esta última homenageia o compositor Carlos Gomes. O pano de boca foi confeccionado pelo artista brasileiro Crispim do Amaral, descrevendo o encontro dos rios Negro e Solimões. O teatro mantém ainda um museu que conta a história de alguns espetáculos, como o conhecido Festival Amazonas de Ópera. As sapatilhas do bailarino amazonense Marcelo Mourão Gomes, dos celebrados Mikhail Baryshnikov e Margot Fonteyn estão lá expostos. (Incluir ensaio fotográfico da própria arquitetura e das obras de arte no Theatro da Paz em Belém e no Teatro Amazonas de Manaus, além de imagens urbanas - arquivo histórico - das duas cidades no período do Ciclo da Borracha). 6 - Peixes que sustentam famílias, também preservam lendas e tradições da Amazônia Considerado o maior peixe de água doce do mundo, o Arapaima Gigas, ou, popularmente Pirarucu - da língua tupi (em que pira significa "peixe"; e urucum significa "vermelho"), pelo fato de as escamas de sua cauda adquirirem, na época da reprodução, um tom avermelhado - sustenta famílias ribeirinhas de diferentes regiões da Amazônia. O gigante que possui em média de 2 a 3 metros e o peso de 100 a 200kg, se tornou a principal fonte de alimento e renda a partir do manejo sustentável, como mostrou dados da Fundação Amazônia Sustentável (FAS) em 2023: foram 23,7 toneladas de pirarucu e 12,03 de tambaqui comercializados por 178 manejadores da Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Mamirauá, resultando uma renda de R$ 409.177,44 às famílias pesqueiras. Além da importância econômica e ambiental do peixe, a história do gigante da Amazônia também conserva tradições e lendas pesqueiras. Segundo a Embrapa, o pirarucu é uma espécie muito antiga e chegou a conviver com os dinossauros há 200 milhões de anos. Além de ser um peixe pré-histórico, outra curiosidade é sobre o fato de ele precisar ir até a superfície para respirar. Se ele não fizer isso, pode morrer afogado, pois tem uma bexiga natatória modificada que funciona como pulmão. Esse é o momento de vigília para os pescadores que praticam o manejo. Além do contexto histórico, o pirarucu é personagem de uma lenda indígena, que conta que antes de virar peixe, a espécie era um jovem índio, grande e forte, mas que fez uma maldade em sua comunidade. Como castigo, e por Pirarucu ter zombado dos deuses, o índio foi transformado em peixe e levado para as profundezas dos rios. Outra espécie que possui lenda folclórica se referindo aos humanos é o boto cor-de-rosa. O peixe, que ao contrário do pirarucu, foi proibido para pesca em 2023 (portaria interministerial nº 4, de 30 de junho de 2023, publicada pelo Ministério do Meio Ambiente e Ministério da Pesca), tem expressiva importância cultural e também para o ecossistema. Como predador, o animal ajuda no controle populacional de peixes e outros animais aquáticos e também é presa para espécies como onças e jacarés, além de ser um dos principais personagens do folclore da Amazônia. Segundo a lenda do boto cor-de-rosa, durante à noite, ele se transforma em um belo e charmoso rapaz, saindo da água para conquistar as mulheres ribeirinhas na Amazônia. Após conquistá-las, o rapaz desaparece antes do amanhecer, voltando à sua forma animal na água, sem que ninguém o veja. (Incluir fotos dos manejadores da Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Mamirauá pescando, dos mesmos medindo Pirarucu - E de botos cor-de-rosa) 7 - Capacitação e valorização dos povos originários Os habitantes da floresta são os guardiões e também “patrimônio humano” da Amazônia. Eles precisam de conhecimento não somente para preservar o ambiente em que vivem, mas para ter o direito a ler, escrever e ter informação, além dos ensinamentos de seus ancestrais. Exemplo de iniciativas que valorizam e oferecem educação aos povos originários da Amazônia são os projetos sociais e ambientais da empresa Benevides Madeiras. A madeireira trabalha há alguns anos na disseminação da importância do manejo sustentável e além de promover capacitação em Gurupá, no Pará, e outras comunidades onde atua, também construiu escolas, postos de saúde e acessos nas localidades, oferecendo dignidade a um povo que tem carências, como é o caso dos quilombolas. Recentemente, a madeireira lançou mais um projeto voltado para a educação em meio à floresta. Firmou um convênio com a Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), para realização de estudos e pesquisas florestais a serem executados na Floresta Nacional de Caxiuanã, também no Pará, onde a empresa venceu uma concessão federal, em certame aprovado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos não Renováveis (Ibama). A Floresta Nacional de Caxiuanã é uma unidade de conservação federal do Brasil criada em 1961. É a Floresta Nacional mais antiga da Amazônia Legal e a 2ª do Brasil. APRESENTAREMOS O CONTEÚDO COMPLETO DO LIVRO EM ANEXO, DEVIDO À FALTA DE CARACTERES NESTA SEÇÃO.
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DA IMPRESSÃO DO LIVRO TIRAGEM: 4.000 exemplares Capa c/Orelha: 270x593mm, 4x4 cores, Padrão Escala em Supremo Alvura 250g. Saída em CTP. C/02 ORELHAS 80mm CADA.Miolo: 256 págs, 210x270mm, 4 cores, Padrão Escala em Couche Fit Fosco 115g. Saída em CTP.Lombada:15mm, Prova Digital, Laminação Bopp Fosca=1 Frente (Capa c/Orelha), Vinco(Capa c/Orelha), Dobrado Manualmente(Capa c/Orelha), Refile Final(Capa c/Orelha), Dobrado(Miolo), Intercalado(Miolo), PUR, Refile Trilateral, Shrink Individual(Miolo), Entregue em caixa de papelão.
O livro AMAZÔNIA - A CULTURA DOS POVOS ORIGINÁRIOS MANTÉM VIVO O SABER DA FLORESTA terá volumes impresssos em BRAILE para ser disponibilizada para instituições e público portador de cegueira total ou parcial. Os eventos de lançamento do livro serão em locais criteriosamente selecionados, que contenham banheiros PCD, rampas de acesso e/ou elevadores para PCD. As palestras em cada evento de lançamento (serão 6), contarão com a presença de intérprete de LIBRAS.
O livro AMAZÔNIA - A CULTURA DOS POVOS ORIGINÁRIOS MANTÉM VIVO O SABER DA FLORESTA, terá distribuição gratuita, sendo 20% da tiragem, destinada ao Sistema Nacional de Bibliotecas e o restante, disponibilizado ao público, em especial distribuído a OSCs da Amazônia que trabalham pela preservação da memória, tradições, costumes e sustentabilidade. Adotaremos a seguinte medida de ampliação do acesso:V - realizar, gratuitamente, palestras durante cada evento de lançamento do livro, que serão 6 eventos, nas cidades de Manaus (AM), Porto Velho (RO), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG) e Brasília (DF).
FICHA TÉCNICA Guilherme Young – Coordenador Geral Juliana Sampaio de Souza – Coordenadora Editorial Joseph Young – Curador Juliana Sampaio de Souza – Coordenadora Editorial PERFIL PESSOAL / RESUMO Jornalista, pós-graduada em Marketing Digital, pós-graduada em Jornalismo Político, e Especialização em Marketing Político. Cursando inglês, atualmente nível intermediário. Trabalha como jornalista PJ prestando serviços para a editora M3 Editorial, que produz as revistas O Empreiteiro e Minérios & Minerales, bem como o Site Amazônia Sustentável. É também coautora do livro “Os Caminhos da Amazônia Sustentável”, obra da mesma editora situada em São Paulo. Experiências anteriores com Marketing Político, como Assessora de Imprensa e Assessora Parlamentar por oito anos em Resende-RJ, com produção de releases e conteúdo para redes sociais. Foi chefe de redação de jornal impresso, e também coordenadora na Superintendência de Relações Comunitárias de setor público. Também em assessoria, mas em São Paulo, atuou na agência CDI Comunicação, que presta serviços de assessoria de imprensa à mais de 500 companhias e marcas nacionais e internacionais. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL Jornalista – Reportagem e edição (2022 e Atualmente) - Revista O Empreiteiro - Revista Minérios&Minerales - Site Amazônia Sustentável *Anteriores - Chefe de redação do jornal impresso "Folha Fluminense", cobertura Sul do Estado do Rio de Janeiro. (2008 a 2012) - Repórter no Jornal A Voz da Cidade", cobertura Sul do Estado do Rio de Janeiro. ( 2008 a 2012) - Repórter nos Jornais " O Povo" e " O Jornal do Interior" (cobertura Sul do Estado do RJ). ( 2008 a 2012) - Jornalista responsável na campanha proporcional em Resende- RJ ( 2012) Experiências em Assessoria de imprensa - Assessora/atendimento executivo – CDI Comunicação (2023) - Coordenadora de Promoção da Igualdade Racial na Superintendência de Relações Comunitárias da Prefeitura de Resende – RJ (2021). - Assessora de Imprensa e Assessora Parlamentar na Câmara Municipal de Resende -RJ.( 2013 a 2020). - Redatora publicitária em duas Eleições Municipais Majoritárias em Resende – RJ ( 2012, 2016 e 2020). - Freelancer na Assessoria de Comunicação Prefeitura de Rio Claro -RJ.(2012) - Chefe de redação do jornal impresso "Folha Fluminense", cobertura Sul do Estado do Rio de Janeiro. (2008 a 2012) - Repórter no Jornal A Voz da Cidade", cobertura Sul do Estado do Rio de Janeiro. ( 2008 a 2012) - Freelancer como repórter nos Jornais " O Povo" e " O Jornal do Interior" (cobertura Sul do Estado do RJ). ( 2008 a 2012) - Freelancer na produção de Informativos de parlamentares na campanha proporcional em Resende- RJ ( 2012) FORMAÇÃO ACADÊMICA • Pós-graduação em Marketing Digital ( Faculdade Dom Alberto, EAD – RS) • Pós-graduação em Jornalismo Político ( Posead, EAD – DF) • Especialização em Marketing Político ( Facha – Faculdades Integradas do Rio de Janeiro, presencial, Unidade Méier – RJ) • Graduação Bacharel em Jornalismo ( UBM – Centro Universitário de Barra Mansa, presencial em Barra Mansa – RJ) • Curso de Capacitação em Jornalismo Cultural (Rio Press Assessoria de Imprensa, Rio de Janeiro -RJ) • Cursando Inglês, Nível Intermediário ( Particular) Joseph Young – Curador PERFIL PESSOAL / RESUMO Jornalista, fundador e diretor da M3 Editorial, responsável pela produção impressa e versão digital dos veículos de comunicação: Revista OE "O Empreiteiro"(desde 1968), dedicada à Infraestrutura e Construção - https://revistaoe.com.br/, Revista Minérios & Minerales(desde 1976), dedicada à Indústria Mineral e de Metais - https://revistaminerios.com.br/, e Site Amazônia Sustentável - https://amazoniasustentavel.com/. Joseph Young é autor e coautor de diversas publicações da mesma editora, tais como: "Cidades de Minerais e seus personagens"; "Dois Brasis - O que a infraestrutura está mudando"; "Estrada de Ferro Vitória a Minas - Um Retrato"; "Minerais Extraordinários"; e os que foram em conjunto com o jornalista Nildo Carlos Oliveira: "O Mestre da Arte de Resolver Estruturas, a história do engenheiro Bruno Contarini", "Aço e concreto que parecem voar"(pela Eolis Produções Culturais, incentivado pela lei Rouanet), entre outros. A obra mais recente é o livro "Os Caminhos da Amazônia Sustentável", publicado em 2022, com lançamento em 2023 em diversos eventos em São Paulo, Minas Gerais, além da distribuição em escolas estaduais e livrarias da capital paulista e do Rio de Janeiro, e o lançamento e distribuição gratuita na Conferência Internacional Amazônia e Novas Economias, em Belém, no Pará, em Agosto de 2023, com larga repercussão. Atualmente, é diretor e editor das publicações da M3 Editorial, e conduz a produção de um segundo livro sobre a cultura e preservação dos povos tradicionais da Amazônia, previsto para lançamento em 2024. FORMAÇÃO ACADÊMICA É jornalista profissional com registro no Ministério do Trabalho. É fluente em inglês e tem conhecimento de espanhol e francês. Visitou projetos de infraestrutura e empreendimentos de mineração e metalurgia em países das Américas, Europa e China. Guilherme Young – Coordenador Geral Formação em Marketing pela Universidade Presbiteriana Mackenzie Espanhol – intermediário Inglês – fluente Experiência profissional Unius Marketing e ComunicaçãoUnius Marketing e Comunicação - nov de 2015 - set de 2016 . Atendimento e prospecção de clientes da Unius. Entendimento das necessidades, levantamento de custos e propostas, negociações e acompanhamento dos projetos. Agência Árvore - set de 2016 - out de 2017 . Gerente de contas Coordenador do Estúdio Havas - fev de 2018 - jun de 2021 . Coordenação de todos os trabalhos de foto e video das agências Z+, BETC, Havas Life e VBeta Administrador da M3 Editorial · Tempo integral - jun de 2021 - o momento . Administrador geral
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.