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O projeto FIJI propõe a realização do I Festival Internacional de Jazz Instrumental de Campos do Jordão, a ser realizado pelo selo Blaxtream. O festival acontecerá nos dias 6, 7 e 8 de setembro de 2024 e contará com atrações como Banda Mantiqueira, Michael Pipoquinha, Louise Woolley, Pó de Café & USP Filarmônica, Cleber Almeida e as atrações internacionais, Gonzalo Rubalcaba e Daria Chernakova. Durante a semana do festival também serão oferecidas oficinas para alunos de música do projeto Guri da cidade com alguns dos músicos que irão se apresentar.
O Festival visa resgatar a essência de icônicos festivais de jazz, em que grandes instrumentistas emocionavam os espectadores com performances icônicas. Festivais que marcaram época, como o Free Jazz Festival no Brasil, o Montreux na Suíça ou o Newport nos EUA, começaram sendo palco para ícones como Chick Corea, César Camargo Mariano, Herbie Hancock, Hermeto Pascoal, Pat Metheny, Hélio Delmiro, Egberto Gismonti, Zimbo Trio, Winton Marsalis, e tantos outros gênios.O Festival trará um line-up bem pensado, buscando abrangência e inclusão.• Banda Mantiqueira, pelo formato big band brasileira, liderada por Nailor Proveta.• Louise Woolley, pianista e compositora que desponta na música instrumental brasileira.• Gonzalo Rubalcaba, o genial pianista cubano que representa a verve latina dentro do jazz, sendo um dos maiores pianistas da história.• O grupo Pó-de-Café & USP Filarmônica, que une o jazz do interior ao erudito, por meio da Suíte do Café.• Michael Pipoquinha, com seu talento arrebatador, representa a nova geração que desponta na internet com relevância internacional.• Daria Chernakova, contrabaixista acústica russa, praticamente uma embaixadora da música brasileira na Rússia.• Cleber Almeida ‘Bem Sacolejado’ leva o jazz para o baile de forró, tornando quase impossível o espectador ficar parado, enquanto casais bailam ao som de improvisações geniais.
O objetivo do projeto é a realização do I Festival Internacional de Jazz de Campos do Jordão, trazendo alguns dos principais nomes do jazz instrumental da cena atual. Serão 3 dias de festival com 7 shows em seu line-up, 3 oficinas e 2 noites de cortejo musical seguido de uma jam para aproximação de artista e público/fãs. Objetivos específicos: • Proporcionar à população de Campos do Jordão e turistas, o acesso gratuito a um festival internacional de classe mundial; • Promover o movimento da cadeia produtiva de Campos do Jordão fora da alta temporada, gerando trabalhos e aquecendo o comércio; • Oferecer a estudantes de música da cidade e região, oficinas gratuitas ministradas por grandes referências da música instrumental; • Abrangência: ser um espaço para diferentes vertentes do jazz, brasileiro e mundial, transitando entre o forró, a música cubana, o contemporâneo, a big band, a música do interior, a fusão com o erudito, e tantas outras. • Ser um espaço de inclusão, garantindo as posições merecidas de instrumentistas e público de todo o gênero, cor ou região. • Promover proximidade e troca entre músicos, por meio das jam's após os shows. • Se tornar um evento perene, posicionando Campos do Jordão no mapa dos grandes festivais de jazz. • Fazer o registro em vinil desta primeira edição, eternizando para gerações futuras esse acontecimento e difundindo a produção brasileira em outros países onde o vinil tem ganhado cada dia mais forças.
A grande maioria dos festivais desse nível, possui valores de ingressos que excluem ou tornam proibitivo o acesso e a formação de um público de baixa renda. Em tempo, uma parte considerável do público amante de jazz e instrumental, são estudantes de música e músicos que muitas vezes se sustentam de cachês que não pagam o valor de um ingresso de um festival internacional de jazz - que chegam a custar 400,00, 500,00 ou mais. O festival busca trazer à luz esse momento único, de uma cena em formação sem precedentes, e consciente da importância da valorização da música instrumental brasileira, que, per se, é a própria valorização dos artistas, compositores, instrumentistas e profissionais que nessa arte também acreditam e dedicam suas vidas, enriquecendo a música instrumental do Brasil. Artístas que são admirados no mundo todo e que são filhos de nosso país e cultura. Buscamos também com participação de artistas internacionais, promover um intercâmbio de nacionalidades. Dito isso, dentre as importâncias e prioridades da realização deste festival, está proporcionar gratuitamente à população apresentações musicais instrumentais de classe mundial, democratizando o acesso à música instrumental, além de difundir a diversidade do jazz feito por talentos de todo o gênero, cor ou região. Campos do Jordão é uma cidade turística em que a sazonalidade tem afetado de forma significativa a sua população. Notoriamente é um destino tradicional nos invernos, porém, fora das temporadas os trabalhadores, pequenos negócios, hotéis, restaurantes e toda a cadeia, têm enfrentado dificuldades com a escassez de demanda. Estatísticas mostram que comércios têm fechado portas, e outros têm se mantido fechados fora das temporadas, diminuindo a oferta de emprego e a rotatividade. A cidade tem então, buscado alternativas para atrair mais pessoas em outras épocas do ano, com eventos que tornem a cidade atrativa também além dos meses de maio a julho. Portanto, a realização do festival criará sinergia com a necessidade de movimentação da cadeia produtiva da cidade e região fora da temporada. Também teremos uma movimentação econômica com a equipe de técnicos e prestadores de serviços que sairão de Ribeirão Preto, São Paulo, São Carlos para trabalharem no festival e músicos vindo de diversas regiões do Brasil.
O Blaxtream é uma união de pessoas em prol de um propósito comum. Formalmente é definido como Selo, mas é um 'movimento' em seu DNA. Um projeto apresentado em temporadas anuais e que, em 2019, realizou sua terceira temporada. Um selo musical e gravadora com um modelo não-convencional, não-lucrativo, cujo propósito fundamental é reunir grandes talentos, novos ou consagrados instrumentistas, compositores e intérpretes de música instrumental, promovendo um intercâmbio de musicalidade e cultura, conectando pessoas, do Brasil e de outros lugares do mundo, por meio do jazz e da música instrumental. Dentre importâncias e prioridades estão a visão global, a acessibilização da cultura, oferecer à sociedade produtos culturais de alta qualidade, difundir cultura de maneira inovadora, aproximar artista e público, construir um legado para futuras gerações. O Blaxtream iniciou as gravações dos 4 primeiros álbuns em outubro de 2016. Na seqüência, em novembro de 2016, deu início às captações audiovisuais de seu projeto ‘KEY:WE’ – em passagens por vários países, com o propósito de promover um intercâmbio de musicalidade e cultura, conectando nações e pessoas por meio da música instrumental e do jazz. No dia 30 de junho de 2017, deu-se o grande lançamento do projeto, na cidade de São Paulo, tendo como palco o tradicional ‘Jazz Nos Fundos’, em uma noite de recorde de público. Philippe Baden Powell e seu grupo ‘Ludere’, Fábio Gouvea Quinteto, Vinícius Gomes Quinteto e Paulo Almeida Quarteto, apresentaram seus respectivos álbuns para uma audiência que contava com críticos renomados, como Carlos Calado e Maria Luiza Kfouri; jazzistas consagrados como Arismar do Espírito Santo e Nenê; além de amantes, apreciadores e ávidos por boa música e cultura. Nesta noite, também fora apresentada primeira edição do KEY:WE – um vídeo com instrumentistas de 8 países que historicamente vivem ou vivenciaram conflitos, como Ucrânia, Rússia, Angola, Síria, Alemanha e França, com a participação especial da querida Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, tocando juntos uma música instrumental. “Quando diferentes pessoas, de diferentes culturas, tocam juntas uma música instrumental… elas estão falando a mesma língua”. Em 5 dias obteve um alcance de mais de 100.000 pessoas. O Blaxtream foi notícia em canais referência, como a ‘Ilustrada’ (Folha De SP), 'Caderno 2' (O Estado de SP), G1, CBN, entre diversos outros. Link para acesso ao vídeo do intercâmbio KEY:WE promovido pelo Blaxtream:https://www.facebook.com/blaxtream/videos/1899958256920201/ Para o ano de 2018, o Blaxtream dobrou sua meta e realizou a gravação de mais 8 álbuns de grandes talentos da música instrumental. Sempre fiel ao seu pilar, reuniu nomes consagrados como Salomão Soares, Edu Ribeiro, Toninho Ferragutti, Fábio Peron, André Marques, a novos e talentos do interior como Diego Garbin, Caetano Ribeiro, Carrapicho Rangel, obtendo um alcance global dessas produções, que agora cruzaram o oceano e encontraram apreciadores e ouvintes nos 4 cantos do globo. Com críticas e resenhas sendo publicadas em diversos países, artistas realizando turnês internacionais, o Blaxtream realizou seu primeiro lançamento internacional, em Paris, em outubro de 2018: o álbum ‘Pinheiros’, do quinteto franco-brasileiro ‘Garrafa Jazz’, no tradicional Sunset/Sunside; e o álbum ‘Resiliência’, de Vinícius Gomes, no também tradicional ‘38Riv’, ambos os shows com lotação máxima. O Blaxtream entrou em 2019 com 3 artistas selecionados para o Festival ‘Jazz A La Calle’, no Uruguai: Rubinho Antunes, Salomão Soares e Fábio Gouvea. E um grande feito: a seleção do grupo ‘Ludere’ para o showcase do Jazzahead!, maior meeting de jazz do mundo, que ocorre anualmente na Alemanha. Uma matéria no Caderno 2 (Estadão), ganhou destaque e repercussão. 2019 | Terceira Temporada Em junho de 2019, deu-se o lançamento oficial da terceira temporada, com os lançamentos dos álbuns ‘Primavera’, de Nenê Trio; ‘Live At Bird’s Eye’, do Ludere; ‘Decênio’, de Fábio Gouvea; ‘Transição’, de Thiago Carreri; e ‘Colorido Urbano’, de Salomão Soares. No mês de outubro de 2019, o Blaxtream realizou o primeiro lançamento exclusivamente de 4 álbuns de instrumentistas MULHERES, já realizado no Brasil. Apoiando e valorizando a conquista de seus espaços também na música instrumental. Foram elas: a carioca Carol Panesi, vencedora do Prêmio MIMO Instrumental e do Prêmio Profissionais da Música. Maiara Moraes, flautista revelação da cena paulistana. Louise Woolley, premiada pianista que retornou ao Brasil após formação no Conservatório de Paris. E Daria Chernakova, talentosa contrabaixista Russa, que se apresenta com grandes nomes do jazz mundial. Edição Especial: Lançamento ‘MULHERES NO JAZZ’ Nossa visão é assumidamente global. E obtemos êxito nesse objetivo, alcançando uma audiência em nível mundial, exportando nossa música instrumental por toda a América e Europa e países como Japão e Rússia. E a cereja do bolo: fomos agraciados, não com 1, mas com 2 indicações ao 20th GRAMMY Latino 2019, onde tivemos a oportunidade de acompanhar a cerimônia em Las Vegas, EUA, e torcer pelas produções ribeirãopretanas em categorias internacionais: “Best Jazz Album” e “Best Instrumental Album”. Edição Especial: Pedro II Series. Theatro Pedro II. Um dos maiores e mais importantes teatros de ópera do Brasil.A expressividade e grandiosidade que cada detalhe dele contempla, vêm de encontro ao profundo desejo de representar nossa música em nível mundial. É como se o Theatro pudesse transmitir, com sua beleza e riqueza de detalhes, o que queremos transmitir com a música. Então o palco vira platéia, e o gigante e imponente Theatro se torna o cenário, e o motivo desses álbuns que nascem da edição 'Pedro II Series'. Link para o primeiro álbum-visual do 'Pedro II Series', filmado e gravado no Theatro Pedro II, onde o premiado pianista Salomão Soares, se apresenta ao piano Steinway & Sons modelo D residente do teatro. Salomão Soares - Interior. https://youtu.be/QK3Fohw3VW0?si=Enm8w3xtewCwJUs8 Nosso perfil no instagram, 14,4 mil + seguidores:www.instagram.com/blaxtream Será um prazer tê-los conosco nesta jornada!
O Festival terá a duração de 3 dias com o total de:• 7 apresentações musicais de 1 hora de duração - sendo 2 internacionais.• 3 oficinas de 2 horas de duração.• 2 jam's de 3 horas de duração.
FÍSICA- Para que o evento ocorra de maneira que todas as pessoas possam participar, devemos iniciar observando a acessibilidade arquitetônica; para isso será destinada uma equipe de especialistas para levantar possíveis necessidades de adaptação, porém o parque Capivari é 100% acessível como parque público.- Será destinada uma equipe de acolhimento para receber quaisquer os convidados e deireciona-los;CONTEÚDO- Durante os shows teremos o serviço de intérpretes de Libras;- Para material impresso será feita adaptação acessível;- Todo material terá os símbolos de acessibilidade;- Será construído o site do festival com acessibilidade; INCLUSIVA- Será contratada para parte da equipe PCD's.
Para garantir que a população tenha conhecimento do evento e alcançar o engajamento do público com as ações, teremos a seguintes estratégias nas ações do projeto: Pela maior eficácia, abrangência e assertividade ao público-alvo, o plano de divulgação se dará com enfoque na mídia digital impulsionada nas principais redes sociais. Assessoria de imprensa e gerenciamento especializado de redes sociais serão contratadas para ação contínua de divulgação durante 3 meses e serão contratados músicos que tem poder de influenciar e movimentar o público para postagens em suas redes sociais, além das redes sociais dos artistas do evento, garantindo um alcance de pessoas de diferentes gerações de instrumentistas, estudantes de música, alunos de escolas públicas e projetos sociais da cidade como projeto Guri e Lia Maria Aguiar e todos os amantes de jazz instrumental. Também será feita uma divulgação direcionada para pessoas que buscaram hotéis e restaurantes da cidade, entregando também as divulgações para os turistas e possíveis novos amantes do gênero. Dentro do plano de engajamento de público, teremos um pequeno vídeo de apresentação de cada artista convidado, a fim de criar confluência de públicos.Investiremos em Google ADS para ampliar alcance. Serão criados flags para os postes da cidade que serão instalados com 45 dias de antecedência e um Serão criados e difundidos flyers eletrônicos de todas as ações do projeto. O evento também será transmitido simultaneamente pelo canal do Blaxtream no Youtube. Para ampliar o acesso, após as apresentações do festival acontecerá o 'cortejo' que seguirá até o local da "Jam", onde publico e artistas terão chance de tocarem juntos. Complementando o festival, serão oferecidas 3 oficinas com os artistas para alunos do projeto Guri da cidade de Campos do Jordão.
Thalita Magalhães Thalita é engenheira de produção e responsável pela produção executiva dos discos e shows de lançamento de todos os artistas lançados pelo selo. No projeto ela assume o cargo de direção geral, coordenando todas as equipes de subgestão, prestadores de serviços e ao lado de seu sócio Thiago Monteiro, que fará a direção artística. Juntos eles estarão na diração de todo festival. Thalita Mara Celani Magalhães - Produção Executiva. Engenheira de produção com especialização em gestão de projetos e gestão de pessoas, co-fundadora do selo e gravadora Blaxtream ao lado de Thiago Monteiro, e atua à frente da gravadora deste a idealização do projeto. Há 7 anos é responsável pela direção executiva do Blaxtream, selo e gravadora, onde realizou a gravação e lançamento de 25 álbuns de Jazz instrumental, sendo 2 lançamentos internacionais, e 2 álbuns recebido a honrada INDICAÇÃO NO LATIN GRAMMY’S 2019, como “best instrumental álbum e best jazz álbum”, o que chancela a qualidade e compromisso com as produções que realizam.Thalita é idealizadora da edição MULHERES NO JAZZ, uma edição especial da gravadora que registrou e lançou 3 álbuns de mulheres, instrumentistas e compositoras, fortalecendo a luta pelo espaço feminino na sociedade e fomentando as próximas gerações a buscarem e ocuparem seu tão especial lugar na arte. Coordena também um projeto social de música em hospital há 6 anos, onde leva uma equipe de profissionais para tocarem e cantarem em leitos de UTI’s, CTI’s, enfermarias e pediatria no HC Ribeirão Preto. É uma apaixonada pelas mais diversas fontes de arte e uma grande fomentadora de iniciativas independentes de vários setores socioculturais como empreendedorismo, desigualdade social e empoderamento feminino. Thiago Monteiro – Diretor Artístico. Thiago Monteiro é Engenheiro de Áudio, Produtor e Pianista. Com 27 anos de carreira e uma extensa lista de trabalhos realizados com artistas, tanto independentes quanto do mainstream, Thiago Monteiro é um dos recorrentes nomes da produção fonográfica na atualidade. De Chico César e Ivan Lins, a Titãs e NX Zero, Thiago também trabalhou ao lado de grandes produtores - de Rick Bonadio e Alê Siqueira, a Paulo Calazans e Swami Jr. Em 2015 tomou a decisão de retornar ao interior para a realização de seu sonho mais antigo, alinhado às suas raízes musicais: a formação de um selo e gravadora dedicada ao jazz brasileiro e à música instrumental: o ‘Blaxtream’. Desde então, das primeiras gravações em 2016 e lançamento em 2017, até 2019, foram 21 álbuns com qualidade de classe mundial, produzidos e registrados no interior de São Paulo, com repercussão em nível nacional e internacional - inclusive com 2 indicações ao GRAMMY Latino 2019: ‘Edu Ribeiro convida Toninho Ferragutti e Fabio Peron – Folia de tReis’, indicado na categoria ‘Melhor Álbum de Música Instrumental’ e ‘André Marques – Rio/São Paulo’, indicado na categoria ‘Melhor Álbum de Jazz’. Thiago também tem realizado mixagens para artistas dos EUA, Rússia, China, Suíça, Holanda, Irlanda, Itália. Participou do seminário ‘Mix With The Masters’, na França, com Tony Maserati (Mariah Carey, Beyoncé, James Brown) e do ‘Record Plant School’ com Roy Cicalla (John Lennon, Frank Sinatra, Jimi Hendrix). Como pianista, acompanhou nomes como Rafael Alterio, Pedro Viáfora, Vanessa Moreno e Arthur Maia. Nailor Aparecido Azevedo (Proveta) - Artista Principal. Antes de aprender as letras do nosso alfabeto, Proveta já lia as notas musicais. Aos 6 anos de idade, tocava clarinete na banda de Leme, SP, sua cidade natal. Também muito cedo iniciou sua carreira profissional tocando em bailes no conjunto liderado por seu pai o acordeonista e tecladista Geraldo Azevedo. Mudou-se para São Paulo e, com apenas 16 anos de idade, já era integrante da orquestra do Maestro Sylvio Mazzucca, famosa em todo o Brasil. Proveta teve, então, oportunidades de dividir o palco com renomados artistas, entre os quais Anita O’Day, Joe Williams, Paquito D’Rivera, Benny Carter, Natalie Cole. Fez diversas turnês pelo Brasil tocando na orquestra de Ray Conniff. Freqüentou cursos de aperfeiçoamento musical e formou os grupos: Banda Aquarius, Sambop Brass e, por último, a Banda Mantiqueira – liderando essas formações e escrevendo a maioria dos arranjos. Já no seu primeiro CD “Aldeia”, a Banda Mantiqueira foi nominada ao Prêmio Grammy, em 1998, na categoria Melhor Performance de Jazz Latino. É um dos músicos mais requisitados pelos estúdios de gravação e figura numa centena de álbuns dos mais consagrados artistas da música popular brasileira, não só como instrumentista mas, também, como arranjador. Apresenta-se com muita assiduidade no exterior com César Camargo Mariano, Joyce, Mônica Salmaso para citar alguns exemplos. É também freqüentemente convidado a ministrar workshops nos principais festivais de música. Pode-se dizer sem medo de errar, que Proveta ocupa lugar de destaque na galeria dos principais músicos do Brasil de todos os tempos. Cleber Almeida - Artista Principal. Um defensor ferrenho dos ritmos que moldam a música brasileira. Considerado um dos importantes pesquisadores e divulgadores dos ritmos brasileiros da atualidade, o músico possui um álbum autoral de nome "Música de Baterista" na formação de Septeto, onde passeia pela polirritmia da cultura popular como o samba de gafieira, forró, valsa e maracatu. Cleber tem misturado seu caldeirão de ritmos e diversas influências ao longo do tempo com alguns grupos que integra como o Trio Curupira, Trio Macaíba, Banda Mantiqueira, Hermeto Pascoal Big Band. Acompanha regularmente grandes nomes da música como Heraldo do Monte, Arismar do Espirito Santo, Antônio Nóbrega, Toninho Horta, Toninho Ferragutti. Lecionou durante 17 anos no Conservatório de Tatuí e ministrou aulas em diversos festivais no Brasil e exterior. Apontado pela crítica especializada como um dos expoentes da bateria e da percussão brasileira seguindo os passos dos Mestres Nenê, Airto Moreira, Toninho Pinheiro, Robertinho Silva, Márcio Bahia.João Donato, Laércio de Freitas, Zé Menezes, Alaíde Costa, Sadao Watanabe, Fabiana Cozza, Osesp, Zé da Velha, Monarco da Portela, João Bosco são outros nomes que o músico já acompanhou em shows e gravações. Ganhador de um Grammy Latino com Hermeto Pascoal Big Band "Natureza Universal" de melhor álbum de Jazz Latino de 2018, uma indicação ao Grammy Latino 2008 e para o Prêmio da Música Brasileira de 2009 com o Trio Curupira, álbum "Pés no Brasil cabeça no mundo" Michael Pipoquinha - Artista Principal.É um baixista brasileiro nascido em 1996 na cidade de Limoeiro do Norte, no estado do Ceará.Ele começou a tocar guitarra aos 10 anos, mas logo se apaixonou pelo baixo. Aprendeu a tocar assistindo a videoaulas sob a orientação de seu pai, Elisvan Silva, baixista. Pipoquinha é um instrumentista que vem ascendendo na cena jazzística brasileira e mundial antes mesmo de ter lançado, há sete anos, o primeiro álbum, Cearensinho (2015), de título alusivo ao fato de o artista ter nascido em Limoeiro do Norte (CE) – cidade do interior do Ceará, filho do também baixista conhecido como Pipoca – e de ter sido menino prodígio no toque do baixo. Ele já tocou em festivais de jazz no Brasil e na Europa e ministrou workshops na Letônia, Riga, Áustria e Suécia. Também participou do Standard Jazz Festival em Grahamstown, na África do Sul.
PROJETO ARQUIVADO.