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PRONAC 240863Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

20º PARATY EM FOCO - FESTIVAL INTERNACIONAL DE FOTOGRAFIA

Galeria Zoom de Fotografia de Paraty
Solicitado
R$ 705,0 mil
Aprovado
R$ 705,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais/Mostras
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Parati
Início
2024-05-02
Término
2025-03-31
Locais de realização (1)
Parati Rio de Janeiro

Resumo

Realização do 20º Paraty em Foco _ Festival Internacional de Fotografia, em Paraty, RJ. Com diversas atividades ao ar livre e em espaços do Centro Histórico de Paraty, o evento promove uma ampla programação de palestras, exposições, projeções e outras atividades relacionadas à discussão e à difusão da fotografia. Neste ano, com o tema que celebra os 20 anos do festival, em 5 dias de programação.

Sinopse

Haverá 10 palestras distintas abordando diversos aspectos da fotografia contemporânea, em torno da comemoração de 20 anos do festival. A programação será desenvolvida pela curadoria e direção artística nos primeiros meses do projeto.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS Consagrado como um dos mais influentes eventos do gênero na América Latina, o Paraty em Foco recebe um público estimado em 6 mil pessoas e envolve cerca de 60 convidados, entre fotógrafos, curadores, editores, críticos, jornalistas e profissionais relacionados à fotografia. Os organizadores investem em uma atuação diversa, buscando novas plataformas e espaços para exibir e discutir a fotografia internacional. Com 19 anos de bagagem, seguem se perguntando quais os fundamentos da fotografia, o que é a fotografia hoje, e quais as linhas possíveis para seu futuro. A curadoria do festival segue o desafio de ir além das paredes fechadas da cidade para ocupar, com projeções e exposições fotográficas em grande formato, as ruas, praças, praias e outros espaços pouco convencionais da cidade de Paraty. A realização é da Galeria Zoom, sediada em Paraty, coordenada pelo fotógrafo italiano radicado no Brasil Giancarlo Mecarelli. OBJETIVOS ESPECIFICOS Realizar os diversos produtos culturais em um mesmo evento, concentrando durante 5 dias na cidade de Paraty, RJ, um importante questionamento e investigação acerca da fotografia e quem a representa hoje. a) realizar a chamada "convocatória", uma espécie de edital em que fotógrafos de todo o mundo podem se inscrever para ter seus trabalhos avaliados pelos curadores do festival. Os vencedores ganham uma exposição durante o festival. O programa segue funcionando como uma ferramenta de democratização de acesso de artistas ao festival, e visa incentivar a pluralidade de olhares e a participação de artistas em ascensão. Os melhores trabalhos apresentados são divulgados no site do Festival, durante os meses que antecedem o evento, e podem integrar a programação da Tenda Multimídia e dos demais espaços de projeção do Festival, a critério da curadoria. Os trabalhos serão julgados por um júri especializado. Os três melhores trabalhos em cada categoria ganham uma exposição na praça da Matriz e os autores são convidados a visitar o festival, tendo custeados pelo Festival a exibição do trabalho, além do transporte do autor à Paraty e sua hospedagem na cidade. b) realizar mínimo de 8 exposições em espaços abertos e públicos. Com entrada gratuita e duração mínima de 5 dias, as exposições ocupam espaços não convencionais como a Rodoviária e um muro extenso no Centro. A intenção é experimentar novos formatos expositivos e dialogar com cada transeunte, participante do festival ou morador da cidade. O projeto abre espaço para trabalhos relacionados aos convidados do Festival e também a trabalhos selecionados por meio de convocatória publica. Todas as mostras têm acesso gratuito. c) realizar no mínimo 10 palestras com proeminentes fotógrafos, que falarão sobre suas carreiras, seus processos de construção artística e o impacto das novas tecnologias na fotografia. Chamado de "Encontros e Entrevistas" o ciclo de palestras pode ser acompanhado por um público de até 200 pessoas, além de serem transmitidas de forma online. Os encontros dão voz às mais diversas gerações de fotógrafos para fomentar as discussões que pautam a programação do evento. d) realizar projeções na Praça da Matriz, em uma tenda montada nesta que é a principal praça da cidade, apresentando trabalhos multimídia de vanguarda. O objetivo é a ocupação urbana de maneira acessível, desmistificando o pouco interesse do público pela visitação de galerias.

Justificativa

Paraty no centro das discussões da fotografia O Paraty em Foco despontou em meio a uma revolução que se iniciava no setor, trazendo à cena um eclético elenco, formado por personagens enraizados no sistema tradicional e por aqueles comprometidos com a transformação de vanguarda, o que possibilitou uma troca de conhecimento sem precedentes, ao mesmo tempo em que se fortaleceram as redes já existentes na fotografia. Durante seus dezenove anos de existência, o Festival tem ajudado na construção de uma fotografia brasileira e latinoamericana cada vez mais consistente, dinâmica e criativa. O Paraty em Foco criou um ponto de encontro e de intercambio com importância crescente entre profissionaisndo meio, conquistando um público fiel e cada vez amplo. Tornou-se um evento influente e com grande capacidade de mobilização no campo das artes visuais. Além disso, o conteúdo gerado pelo blog e pelas mídias sociais vinculadas ao Festival é cada vez mais valorizado. Hoje, estas plataformas são vistas como espaços de formação de opinião, de interação entre profissionais e de acesso a informações continuamente atualizadas sobre o setor. Paraty já era conhecida e frequentada por conta de sua beleza natural e arquitetura histórica colonial, alinhada à preservação de seu patrimônio e meio ambiente. Somou-se a essa dinâmica, nos últimos anos, o valor das atividades culturais ali sediadas, tornando a cidade um dos mais importantes destinos turísticos da região Sudeste do país. O chamado turismo cultural é uma das mais efetivas ferramentas de desenvolvimento econômico e social que uma região pode ter. Nos últimos anos é crescente o número de estrangeiros e brasileiros de todos os cantos que fazem de setembro seu mês de férias aproveitando o Paraty em Foco. Desde a primeira edição do Festival, o fluxo de participantes é crescente: 200 no primeiro ano, 500 no segundo e mais de 5 mil pessoas na última edição, caracterizando o evento como um importante estímulo ao aquecimento da economia local. O projeto atende ao Artigo 1o da Lei 8313/91 em seus incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Da mesma forma, atende ao artigo 3o da mesma lei nos incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Estratégia de execução

RESPOSTA À DILIGÊNCIA a) beneficiários do produto da proposta e forma de seleção; Para os artistas que têm suas exposições no Paraty em Foco, a seleção acontece em dois formatos: artistas cujos trabalhos dialogam com o tema do ano são convidados através da curadoria do festival, que avalia os trabalhos e conversa com o artista para formarem o conjunto de obras a serem expostas, se a exposição não estiver pronta.Outra forma de participação é através das chamadas “convocatórias”, que são em formato de concurso. Os artistas inscrevem seus trabalhos, avaliados por um conselho do festival. Os finalistas têm sua obra exibida nas exposições Convocatória e Selfie em Foco.Para o público visitante, não há seleção. As exposições são abertas à visitação e gratuitas. b) justificativa acerca do conteúdo ou acervo indicado para o segmento de público a ser atingido, no caso de mostra; A justificativa acerca do conteúdo é sensibilizar a transformação do público. Em um momento que o mundo passa por uma suspensão, transformar é resgatar o que somos, o lugar que pertencemos. Mas acima de tudo , é a fusão do “eu” com o “outro”. É lembrar que um ecossistema não pode se desenvolver sem o outro. Transformar é ter empatia, é se abrir para novas realidades, possibilidades e pensamentos. Para transformar não é preciso primeiro agir, só é preciso enxergar. A fotografia é hoje a manifestação artística mais praticada no mundo. Dessa forma, pretendemos sensibilizar os visitantes acerca dos temas abordados, assim como apresentar artistas e diferentes linguagens. c) detalhamento dos objetivos, das atividades e do formato do evento; O Festival tem como formato exposições, palestras, debates e masterclasses. O objetivo é a mescla de linguagens artísticas e vivências visando no poder de transformação que a fotografia é capaz de resultar. As exposições localizadas em pontos estratégicos de Paraty têm como objetivo ressignificar os espaços cotidianos, com trabalhos que possibilitem um impacto não apenas nos olhares apurados dos fotógrafos, como também nos habitantes e visitantes da cidade. As palestras da série Encontros & Entrevistas promovem encontros entre curadores, fotógrafos, diretores de arte, colecionadores e outros profissionais da área das artes visuais. Assim como as masterclasses, são encontros para produção e disseminação do saber, com o objetivo primordial da troca de experiências entre os participantes. d) indicação do curador, dos componentes de júri, da comissão julgadora ou congênere, quando houver; A curadoria do Festival é feita pelo Diretor Geral do Festival Giancarlo Mecarelli e pelo Curador Juan Esteves. Giancarlo Mecarelli iniciou como ilustrador publicitário e assistente na direção de arte em São Paulo em 1964. Como diretor de arte, trabalhou em importantes agências de publicidade de São Paulo e Rio de Janeiro tais como: Norton Propaganda, Standard Propaganda, Alcântara Machado, D.P.Z., McCann Erickson e Denison. Na Europa, sempre como diretor de arte trabalhou em Barcelona, Madri e Milão para a Youg & Rubican, J.W.Tompson, McCann Erickson e CBC. Decidiu ser fotógrafo e diretor de arte freelancer em Milão em 1987 e como tal, assinou várias campanhas publicitárias, além de capas e editoriais para revistas de moda e de opinião, italianas e estrangeiras. Realizou exposições em Milão e em outras cidades italianas. Em 1996, foi convidado a expor seu trabalho “Donne per Forza” na Escola Panamericana de Artes de São Paulo, mostra que rendeu notícias nos principais cotidianos, capa com matéria de várias páginas na extinta revista ÍRIS e, matérias televisivas, entre elas uma entrevista no programa Onze e Meia do Jô Soares. Em 2004 lançou em Milão o livro de retratos com personalidades da media, "City Angels", http://galeriazoom.com/exposicao/city-angels/ No mesmo ano, em uma viagem a trabalho ao Brasil, o levou a visitar Paraty por dois dias, um encontro não programado que provocou em poucos meses, uma mudança radical na sua vida, a de deixar a Itália onde vivia desde 1984, para vir morar em 2005 bem no Centro Histórico, onde abriu a Galeria Zoom de Fotografia de Paraty: http://galeriazoom.com/ e criou o Paraty em Foco – Festival Internacional de Fotografia. Juan Esteves Fotógrafo desde 1980, com imagens publicadas e expostas em diversos países como Brasil, Estados Unidos, Dinamarca, Holanda, Suíça, Alemanha, Inglaterra, Itália, Espanha, Portugal, França, China e Japão. Foi fotojornalista e editor da Folha de S.Paulo, onde também escreveu sobre fotografia para o caderno Ilustrada e para outras publicações importantes nacionais e internacionais como Select e Columbia Review of Journalism/ESPM. É articulista da revista Fotografe Melhor e de publicações brasileiras, trabalhando também como editor de livros de fotografia, e curador de exposições, livros e em grandes festivais como o Festival Internacional da Fotografia Paraty em Foco, Festival de Fotografia de Tiradentes e o Encontro de Coletivos Ibero Americanos (ECO) entre outros. e) projeto pedagógico com currículo do responsável, no caso de proposta que preveja a instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, à capacitação, à especialização e ao aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura; Não se aplica. O projeto não envolve curso. f) plano de execução contendo carga horária e conteúdo programático no caso de oficinas, de workshops e de outras atividades de curta duração; A edição 2020 do Paraty em Foco contempla 5 encontros do tipo Masterclass, com fotógrafos respeitados no meio, com obras e trabalhos acadêmicos relevantes. Os ministrantes serão escolhidos pelos curadores. Cada MasterClass tem duração de 5 horas e atende ao público de fotógrafos profissionais e amadores. O objetivo da experiência não se limita apenas em compartilhar técnicas, e sim, apresentar caminhos que compõem a singularidade do olhar do ministrante. O propósito consiste ainda como ferramenta de inspiração, para que os fotógrafos possam acessar outros campos da criatividade, abrindo janelas que venham a somar na leitura e desempenho do próprio trabalho.

Especificação técnica

O evento tem duração de 5 dias, com classificação livre e maior parte de suas atividades acontecendo de forma gratuita.

Acessibilidade

FESTIVAL / MOSTRA (exposição Convocatória e Tenda de Projeções, em espaços públicos) ACESSIBILIDADE FÍSICA: A exposição resultado da Convocatória e a Tenda de Projeções são montadas na Praça da Matriz, ponto central da cidade de Paraty, que conta com os critérios de acessibilidade comuns aos espaços públicos. Em 2011, a Praça da Matriz passou por uma ampla reforma, ganhou novo paisagismo, bancos, rampas e piso, com foco na acessibilidade. Há rampas para acesso à área central da praça, assim como pisos planos e fácil acesso para quaisquer pessoas. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Na abertura da Tenda de Projeções haverá um interprete de Libras traduzindo os discursos de abertura e comentários dos artistas. O conteúdo - fotografias e vídeos - são naturalmente acessíveis a portadores de deficiências de audição. EXPOSIÇAO DE ARTES VISUAIS (exposições na Casa da Cultura e demais galerias da cidade) ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os organizadores do Circuito de Exposições de Fotografia privilegiam a escolha de espaços adaptados ao acesso de cadeirantes e de pessoas com dificuldades de locomoção. É preciso considerar que Paraty tem calçamento de pedra e que esta característica integra o tombamento da cidade pelo Iphan, tornando limitada a adaptação urbana do Centro Histórico. Visando tornar o evento o mais acessível possível, e contornando as limitações inerentes ao Centro Histórico de uma cidade preservada como Patrimônio Histórico, o Circuito assume o compromisso de envolver em sua equipe monitores que estarão disponíveis para auxiliar pessoas com dificuldades de locomoção. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: O conteúdo - fotografias e vídeos - são naturalmente acessíveis a portadores de deficiências auditivas. Haverá também o guia de programação em braile. SEMINARIO (série de palestras Encontros & Entrevistas) ACESSIBILIDADE FÍSICA: As palestras da série Encontros & Entrevistas acontecem na Casa da Cultura de Paraty, que dispõe de rampa de acesso ao predio histórico, espaço na plateia para cadeirantes, banheiros adaptados e corrimão. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Todas as palestras do Festival terão um intérprete de libras presente. CONTRAPARTIDA SOCIAL / AÇÃO FORMATIVA (palestra) ACESSIBILIDADE FÍSICA: As palestras acontecem preferencialmente na Casa da Cultura de Paraty, que dispõe de rampa de acesso ao predio histórico, espaço na plateia para cadeirantes, banheiros adaptados e corrimão. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Todas as palestras do Festival terão um intérprete de libras presente.

Democratização do acesso

PRODUTO: FESTIVAL / MOSTRA (exposição Convocatória e Tenda de Projeções, em espaços públicos) [100% gratuita] Todas as exposições e projeções da programação têm acesso gratuito e devem ser visitadas por mais de 1 mil pessoas. O produto atende ao Artigo 21 da Instrução Normativa 2/2019 nos seguintes incisos: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; PRODUTO: EXPOSIÇAO DE ARTES VISUAIS (exposições na Casa da Cultura e demais galerias da cidade) [100% gratuita]Todas as exposições da programação têm acesso gratuito e devem ser visitadas por mais de 5 mil pessoas. O produto atende ao Artigo 21 da Instrução Normativa 2/2019 nos seguintes incisos: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; PRODUTO: SEMINARIO (série de palestras Encontros & Entrevistas) Palestras [20% gratuita. Ingressos a preços populares] O produto atende ao Artigo 21 da Instrução Normativa 2/2019 nos seguintes incisos: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;

Ficha técnica

Coordenação Geral e Curadoria - Proponente: Galeria Zoom de Fotografia de Paraty, através de seu sócio fundador Giancarlo Mecarelli Coordenadora: Rosa Máxima está a frente da Galeria Zoom, que é o principal espaço dedicado à fotografia na cidade de Paraty. É realizadora do Paraty em Foco ­­ Festival Internacional de Fotografia desde a origem do Festival. Além do Festival, a Galeria mantem uma programação constante, já tendo realizado exposições de artistas de grande reconhecimento internacional. Nos últimos dois, a Galeria realizou as seguintes exposições: “Ramos”, de Julio Bittencourt [curadoria de Isabel Amado]; “Flieg: Fotógrafo”, de Hans Gunter Flieg [curadoria de Sérgio Burgi]; “Copacabana”, de Kitty Paranaguá; “Antártica”, de Marina Klink; “20 anos de Bourbon Street”, de Roger Sassaki, Alexandre Marchetti, Silvana Franco, Giancarlo Mecarelli e Edgard Radesca. CURADORES Giancarlo Mecarelli é fotógrafo , diretor de arte, produtor de eventos fotográficos e dono da Zoom, galeria de arte especializada em fotografia localizada em Paraty, por onde já passaram exposições de importantes fotógrafos, como Miguel Rio Branco, Francesco Cito, Eustáquio Neves, Maureen Bissiliat e Claudio Edinger . Atuando em publicidade e propaganda desde 1964, e com fotografia da partir de 1987, Mecarelli criou em 2004 o Paraty em Foco – Festival Internacional de Fotografia , considerando um dos 10 mais influentes do mundo. Trabalhou na Espanha, Portugal, Itália e Brasil como diretor de arte e fotógrafo e teve o seu trabalho reconhecido internacionalmente em ambas as áreas. Entre as inúmeras agências para as quais trabalhou estão Standard Propaganda, Alcântara Machado, D.P.Z., McCann Erickson, Denison, Young & Rubican e J.W.Tompson. Com dezenas de exposições no Brasil e na Europa em seu currículo , Mecarelli teve um dos seu mais conhecidos trabalhos, “City Angels”, publicado pela editora itálo-suíça Zoom em 2004. Paulo Marcos de Mendonça Lima é graduado em fotografia pelo Brooks Institute (EUA), em jornalismo pela Faculdade da Cidade e pós graduado em fotografia pelo IUPERJ/UCAM. Fotógrafo profissional desde 1980, pertenceu aos quadros de Manchete, O Dia e Veja-Rio. Entre 1992 e 2010, foi editor de fotografia dos jornais O Globo, O Dia e LANCE!, TV Globo Veja-Rio e coordenou o curso de cinema da Faculdade da Cidade. Publicou os livros: “SAARA Rio de Janeiro“ (2010); Kuarup Quarup (2007); Imagem do Som (2002 -2007) e “Rio Imperial” (1989). Participou de inúmeras exposições coletivas, entre elas Brazilian Faces no Museu Ludwig, Alemanha (2005). Em 2006 fez uma exposição individual na Galeria 32, em Londres. Desde 2012 coordena o GIF (Grupo Interessado em Fotografia). Em 2014 passou a ser um dos sócios-diretores do Ateliê Oriente. Em 2015 participou do Fotorio com a exposição “Adeus Perimetral”, no Museu Histórico Nacional, e como leitor de portfólios. Em agosto de 2015 foi o curador da exposição coletiva Delicadeza no Centro Cultural da Light. Ainda em 2015, lançou e coordenou o Prêmio Carlos Lacerda de Fotografia e fez a curadoria da 2ª Mostra Fotográfica GIF. MEMBROS DO CONSELHO Agnaldo Farias é Professor Doutor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, Crítico de Arte e Curador. Realizou curadorias, entre outras instituições, para o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Instituto Tomie Ohtake, Itaú Cultural, Centro Cultural Banco do Brasil, Centro Cultural Dragão do Mar, de Fortaleza, Museu Oscar Niemeyer, de Curitiba, Museu de Arte do Rio Grande do Sul – MARGS -, Fundação Iberê Camargo e para a Fundação Bienal de São Paulo. Nesta última foi Curador da Representação Brasileira da 25a. Bienal de São Paulo (1992), Curador Adjunto da 23a. Bienal de São Paulo (1996) e da 1a. Bienal de Johannesburgo (1995). Foi Curador Geral do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1998/2000) e Curador de Exposições Temporárias do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (1990/1992). Atualmente é consultor de curadoria do Instituto Tomie Ohtake, membro do Comitê Curatorial da Fundação Iberê Camargo e do Museu Oscar Niemeyer. Prêmio Maria Eugênio Franco - APCA 2011, Melhor exposição do ano. Rogério Reis Nasceu no Rio de Janeiro, em 1954, onde ainda vive e trabalha. Formou-se em jornalismo pela Universidade Gama Filho em 1978, quando já trabalhava há um ano como fotógrafo do Jornal do Brasil. Teve uma breve passagem pelo jornal O Globo no ano seguinte, antes de retornar ao Jornal do Brasil, onde permaneceu entre 1980 e 1982, passando depois à revista Veja, com a qual colaborou durante os anos de 1983 e 1984. Entre 1985 e 1987 integrou a seção carioca da agência F 4 e em 1989 fundou, com Claus Meyer e Ricardo Azoury, a agência Tyba, na qual atua até o hoje. Foi editor de fotografia do Jornal do Brasil de 1991 e 1996. Em 2002 seu retrato do poeta Carlos Drummond de Andrade sentado na praia de Copacabana serviu de base para uma escultura que hoje é uma das referências turísticas do Rio de Janeiro. Em paralelo ao trabalho comercial desenvolve também séries de expressão pessoal, como o registro de foliões em estúdio improvisado em plena rua que resultou na publicação do livro Carnaval na Lona (2001). Rogério inspirou o personagem do fotógrafo de mesmo nome do filme Cidade de Deus, de Fernando Meirelles, baseado no livro de Paulo Lins. Com forte influência do jornalismo, Rogéio Reis discute questões urbanas contemporâneas . Suas principais séries são Surfistas de Trem de Japeri ( 1988), Na Lona (1987- 2001), Microondas ( 2004), Travesseiros Vermelhos ( 2006), Av. Brasil 500 (2009), Vôo de Papel (2009), Linha de Campo (2010) e Ninguém é de Ninguém (2011 – 2014). Joaquim Arnaldo de Paiva Oliveira (Vitória ES 1946). Fotógrafo. Estuda direito, inicialmente na Universidade do Estado da Guanabara, no Rio de Janeiro, e depois na Universidade de Brasília, onde veio a se formar em 1970. Entre 1968 e 1969, faz o Curso de Preparação à Carreira de Diplomata, no Instituto do Rio Branco, na cidade do Rio de Janeiro. Seu primeiro trabalho fotográfico é sobre o Núcleo Bandeirante (que congrega os operários que haviam trabalhado na construção de Brasília), mas passa pouco a pouco dos ensaios consagrados ao povo e à arquitetura das cidades em que vive para os trabalhos de expressão pessoal de enfoque autobiográfico. É o maior colecionador de fotografia brasileira contemporânea, contando hoje com perto de 2.800 imagens de mais de 130 fotógrafos diferentes; acervo que já expôs por diversas vezes tanto no Brasil quanto no exterior. Desenvolve também importante trabalho de pesquisa, tendo traduzido a célebre obra de Susan Sontag, Ensaios sobre a fotografia, para o português em 1981; publicando ainda, em 1989, um livro de entrevistas com 25 fotógrafos brasileiros: Olhares refletidos. Milton Guran é fotógrafo, doutor em Antropologia (EHESS, França, 1996), com pós-doutorado na USP (2004-2005) e mestre em Comunicação Social (UnB, 1991). Coordenador-geral do FotoRio e curador independente, com mais de uma centena de exposições realizadas no Brasil e no exterior. Autor de Linguagem fotográfica e informação (Ed. Gama Filho, 2002, 3ª ed), dentre outros títulos. Ganhou o Prêmio VITAE (1990), o X Prêmio Marc Ferrez da FUNARTE (1998) e o Prêmio Pierre Verger da Associação Brasileira de Antropologia (Prêmio Especial do Júri - 2002), o Prêmio Ori 2007 da Prefeitura do Rio e o Prêmio Orilaxé 2009 do AFROREGGAE, a Ordem Nacional do Mérito Cultural (2012) e a Ordem do Rio Branco (2006). Dom João de Orleans e Bragança estreou na fotografia profissional em 1977, com a publicação de uma série de artigos na Manchete e na Revista Geográfica. Realizou a primeira exposição, Sombras e grafismos, em 1987, na Galeria Maurício Leite Barbosa, no Rio de Janeiro, e publicou o primeiro livro no ano seguinte: Rio Imperial. Desde então, desenvolveu intensa atividade expositiva e editorial quase que integralmente centrada em temas brasileiros, com exceção do ensaio dedicado ao oásis de Siwa. Mas esse também era baseado em idêntico impulso de busca das próprias origens, pois o Egito é a terra natal de sua mãe. E, ao fotografar o sítio do célebre Oráculo de Amon (consultado por Alexandre Grande em 331 antes da Era Moderna), João efetuou uma elipse no tempo que o aproximou de outro ensaio em preto e branco, dedicado à cidade fluminense de Trajano, em 1990. Dividindo-se com igual talento entre a cor e o preto e branco, assim como entre o retrato e a fotografia de paisagem, João se inscreve na linhagem dos grandes reporters, que percorrem milhares e milhares de quilômetros em desconfortáveis viagens não para buscar a imagem mais rara e espetacular, mas sim a mais humana e compassiva. Por outro lado, especializou-se também na fotografia aérea, na ânsia de estabelecer uma síntese visual da imensidão brasileira naquilo que o país-continente tem de mais característico e sedutor: o encontro entre terra e mar. Elaborou então uma poética exaltação plástica da paisagem, tanto pelos dramáticos efeitos de luz ou do movimento das ondas, quanto pela sensualidade dos recortes naturais de rios, praias, pedras, encostas, matas ou das areias esculpidas pelo vento. Em 2009 lançou “Olhar de João”, livro com 138 imagens dos seus mais de 30 anos de fotografia.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.