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A proposta contempla o desenvolvimento do roteiro e produção de um média metragem, genêro documentário, intitulado "Amadeo Lorenzatto - O filme", duração de 70 minutos, finalização/ resolução em 4K, abordando a personalidade criativa do artista plástico Lorenzatto, como é conhecido. Como contrapartida social serão realizadas vivências dentro de escolas públicas, com exibição comentada de trechos do média metragem.
Indicação de censura: A.1. Livre SINOPSEA partir de uma entrevista inédita concedida a um projeto de Memória Oral da Universidade Federal de Minas Gerais em 1991, o documentário recupera a trajetória e a memória do artista Lorenzato, através de sua própria voz como guia principal. Obras, recortes, fotos, cartões de viagens, recriações ficcionais e breves depoimentos complementares permeiam as falas do artista. Imagens atuais colhidas no bairro Cabana (Belo Horizonte), local da residência atelier do artista, e outros locais temas de sua pintura são a base fotográfica atual da montagem. (duração prevista 90 min.) O ARTISTA Amadeo Luciano Lorenzato nasceu em Belo Horizonte, no primeiro dia do ano de 1900. Aos 20 anos, seus pais retornaram à Itália, levando-o junto. Lá foi um simples pintor de paredes, mas estudou pintura clássica e percorreu vários países, sempre atento às manifestações artísticas Na Europa conheceu a garçonete Emma Casprini e, contava ele, vendo-a subir numa escada para pegar um pão, apaixonou-se. Ela se tornou a companheira da vida inteira. Retornando ao Brasil, lançou sobre a ambiência da periferia de BH seu olhar estrangeiro de artista. Uma reportagem, em 2000, “Atualidade de Lorenzato”, mostrava como, no seu centenário de nascimento e quinto ano de sua morte, nada ou quase nada estava sendo preparado para homenagear o artista que teve uma repercussão imediata no meio das artes plásticas. 22 anos se passaram e, apesar de livros terem sido publicados, alguns vídeos produzidos, ainda não há um documentário robusto sobre a vida e obra de Amadeo Luciano Lorenzato. É isto que este trabalho pretende cumprir. Perto da morte, o artista concedeu um depoimento monumental às professoras Thais Velloso Cougo Pimentel e Walquiria da Costa, da UFMG, um verdadeiro roteiro biográfico que é o guia desta narrativa, afinal, apesar de ser apenas registro auditivo, é ali que temos a voz original do artista narrando sua história e seus pontos de vista sobre a vida e a arte. Documentos raros, recortes e guardados pessoais do artista, bem como sua própria casa-ateliê, na Zona Oeste de Belo Horizonte, complementam a ambiência visual do documentário. A formação do Lorenzato, apesar de não exatamente acadêmica, pois ele estudou na Reale Accademia delle Arti, em Vicenza. Mas certamente sua pintura é não acadêmica, o que importa muito mais. Seu trabalho como operário da construção civil tem uma importância enorme na sua gramática pictórica, somados a seu contato com os mestres italianos do pré-Renascimento e do Renascimento, além dos mestres pintores decorativos de Belo Horizonte no início do século para os quais ele trabalhou como assistente. Segundo o escritor Rodrigo Moura, a tentativa de rotular o artista como ingênuo e primitivo – não é de forma nenhuma um acidente, mas sim o produto de uma mentalidade elitista nos meios artísticos, que relegaram e relegam artistas imigrantes, afrodescendentes, diaspóricos, não brancos, com formação não escolar e oriundos da classe trabalhadora a um lugar menor. No caso de Lorenzato, esses apodos se dão logo de saída, nos anos 1960, e coincidem com a sua emergência num meio de arte e que tenta confiná-lo ao lugar de pintor-curiosidade. Ora, isso mais denota a pequeneza desse meio do que da obra em si, que tem o poder de comunicar e ativar significados para muito além desses círculos, como sua longevidade e alcance atual atestam.
Objetivo geral: **Pesquisa, escrita e desenvolvimento do roteiro, produção de um média metragem, genêro documentário de 70 minutos, sobre a história do artista Amadeu Lorenzato, com finalização/resolução em 4k. Objetivos específicos: 1.Gravar e exibir o documentário sobre a história do artista Amadeu Lorenzato em salas de cinema comerciais e não comerciais, em cine clubes do interior de Minas de Gerais e outros estados brasileiros. Produzir a exibição em 10 espaços, abarcando os estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo. 2.Produzir o lançamento do documentário, seguido da exibição comentada em Belo Horizonte. 3.Realizar como contrapartida social formativa a exibição de um recorte do filme, em escolas públicas, atendendo no montante de 500 alunos da rede de ensino em dez escolas, fomentando o olhar atento para as artes visuais e o audiovisual. 5.Gerar 16 postos diretos de trabalho, direção do filme, montador, colorista, direção de fotografia, produção, assistente de produção, continuísta, pesquisador, 3 técnicos, som direto, assessoria de imprensa, artistas do teatro (3), e ainda 150 postos indiretos através da contratação de terceiros. Apresentação "O cinema é um modo divino de contar a vida." Federico Fellini Quem ousaria olhar para um pintor de paredes, trabalhador da construção civil e dizer "você será um artista reconhecido nas artes plásticas? Ou aquele homem que trabalhava na quitandinha em Petrópolis no Rio de Janeiro? O cinema é mesmo um modo divino de contar a vida. Neste projeto a vida a ser contada é do artista Amadeu Luciano Lorenzato, uma imersão no improvável, no notável, na clareza geométrica da sensibilidade, atravessada pelas linhas penteadas por ele, literalmente há de se dizer. Sem a pretensão de uma linha do tempo ou um roteiro cronológico, trazer à tona a poética da maneira peculiar que Lorenzato tinha ao criar suas obras, a vida simples, mas não sem notoriedade, um mineiro com ares de italiano, pintor e escultor, escritor e protagonista de sua própria história. Estranhamente, uma paisagem arbórea se projeta da parede, presa pela lateral. Troncos e galhos formam uma espécie de rede, da qual emergem duas borboletas coloridas. A posição peculiar da pintura expõe o texto pintado na parte de trás, escrito em letra cursiva com tons terrosos semelhantes aos da paisagem: "Amadeo Luciano Lorenzato / Pintor autodidata e franco atirador / Não tem escola / Não segue tendências / Não pertence a igrejinhas / Pinta conforme lhe dá na telha / Amém /". discurso, v. 52, n. 1 (2022), p. 168_210. Lorenzato sobreviveu à gripe espanhola no Brasil e à Segunda Guerra Mundial na Itália, passou pela Real Academia de Arte em Vicenza, conheceu o Leste Europeu de bicicleta e, de volta ao Brasil, trabalhou como operário. Sua primeira exposição individual aconteceu aos 67 anos de idade. No registro oficial Amadeu Luciano Lorenzato (1900-1995), nasceu e morreu em Belo Horizonte, capital mineira. Mudou-se com a família em 1920 para Arsiero (Itália), onde trabalhou como pintor de paredes. Estudou na Reale Accademia delle Arti, em Vicenza. Em 1926, foi para Roma, onde ficou dois anos em companhia do pintor e cartazista holandês Cornelius Keesman, com quem desenhava nos fins de semana. Em 1928, ambos iniciaram uma viagem de bicicleta ao leste europeu, passando por Áustria, Eslováquia, Hungria, Bulgária e Turquia. Em Paris, participou da montagem dos pavilhões da Exposição Internacional Colonial. No início da década de 1930, voltou para a Itália, onde permaneceu até 1948, quando retornou ao Brasil. Em BH, retomou o ofício de pintor de paredes até meados dos anos 1950, quando, devido a um acidente, passou a se dedicar apenas à pintura. Foi um artista que não obedecia a moldes historiográficos usuais, como enquadramento em estilos, estava fora do eixo Rio-SP e utilizava técnicas não usuais, aspectos duais sempre estiveram presentes em suas obras; figurativo versus abstrato, estética brasileira versus internacional, imaginário versus autêntico, ele fazia congregar esses opostos de maneira híbrida, erudita e intuitiva, tornando-o ele próprio denominador comum de sua obra. Em 1940, já no plano de modernização de Juscelino Kubitschek, prefeito de Belo Horizonte, Oscar Niemeyer entregava o complexo arquitetônico da Pampulha, que simbolizava o ansiado progresso urbanístico da cidade, Lorenzato assumia uma obsessão formal pela arquitetura moderna, mas como um contraponto, entre as suas mais de cinco mil obras tinham centenas de telas que representavam as favelas de Belo Horizonte. Os pequenos caixotes como ficaram conhecidos, indicavam as construções simples que se multiplicaram nos subúrbios da capital mineira, que a despeito de ser uma cidade planejada, teve um crescimento desordenado. A simplicidade ali não sugere só uma filiação ao despojamento decorativo. Ao contrário desloca o olhar para a periferias da cidade, território habitado pelo artista durante toda sua vida. E assim é o acervo do artista, ele vai pintando sua própria vida, atravessando e sendo atravessado pelos deslocamentos físicos, pelos encontros afetivos e profissionais, deixando-se ser contado ponto a ponto, pintura a pintura, apenas quem mergulha na sua história compreende que na verdade a arte foi pra ele a única via em que pode expressar sua visão do mundo e de si mesmo. É este o motivo deste projeto, verbalizar o que Lorenzato disse esculpindo, pintando, criando, sem a pretensão de uma moral da história, a incansável experiência do sentir, experimentar, abstrair e assim seguir eternizando este trabalho precioso deste artista mineiro. Assim, o objeto central é um média metragem documentário, com perfil poético de abordagem, que pretende dar ao público a possibilidade de revisitar o efêmero antes da obra em si, a crítica antes da materialidade dos quadros ou esculturas. Uma maneira de gerar e produzir o gosto pelas artes plásticas e a identificação com o artista, nascido e criado na periferia, que sabia como ninguém utilizar o que estava à mão, a começar pela sua própria história. Quem capitaneia esta proposta imersiva sobre a história de Amadeu Lorenzato é o colecionador de arte Pedro Olivotto, que tem no cinema uma das suas principais paixões, é o principal exibidor mineiro de cinema de arte, é sócio proprietário dos cinemas Espaço Unibanco de Belo Horizonte e, desde 1996, também dos Espaços Belas Artes, Ponteio e Nazaré. Em 2000, ampliou seus negócios acrescentando a seu circuito os Cinemas Jardim. Em 1999, tornou-se sócio fundador do Espaço Unibanco Dragão do Mar, em Fortaleza. É presidente da Associação BH Cine e do Sindicato dos exibidores de Belo Horizonte, Contagem e Betim, além de diretor do Projeto Cinema ao Ar Livre. Foi coordenador do Panorama Mundial do Cinema Independente em 1998 e 1999. Coordena, desde 2000, o projeto Curtabelas. É diretor das mostras nacional e internacional dos cinemas Liberdade desde 1996, nascido em Extrema, interior de Minas Gerais, antes de se dedicar ao cinema formou-se em odontologia, em Campinas e encontrou nas obras de Lorenzato seu refúgio poético, a forma sublime de recontar histórias. Não poderia escolher melhor caminho, transpor para as telas do cinema o que as mãos de Lorenzato desenhou ou poderia dizer penteou, que é a arquitetura social das cidades, não a de concreto, mas a que a dinâmica da vida humana constrói e ressignifica todos os dias, com suas dores, alegrias, paisagens reais e sonhadas, vividas e esperadas, um horizonte imaginado e imaginário, de um acervo atemporal, que agora vai provocar outras percepções e reflexões em escolher assistir esta experiência audiovisual.
Justificativa cultural Assim, podemos dizer que a conservação do patrimônio imaterial tanto acontece de forma orgânica, ou seja, passando naturalmente de geração a geração, como também de forma consciente quando pesquisadores e a sociedade mobilizada entendem a importância do patrimônio e se mobilizam para preservá-lo. www.sabra.org.br/site/patrimonio-imaterial Existe uma forma de preservar o que é material? Sim e com o cuidado devido, será preservado por décadas, talvez séculos. E o que é imaterial? Só a oralidade é capaz, preservar o imaterial é recontar geração após geração, garantindo a essência, mas sabendo que haverá sempre uma ressignificação da forma como cada um apreende o sentido e o valor de cada coisa. A ancestralidade é o cimento que faz a memória afetiva seguir construindo o sentimento de lugar, de pertencimento. Aqui caberia dizer que a obra não se descola de seu criador, não há valor cultural em separado, ao contrário, a irreprodutibilidade é dada por este laço indissociável. O que estamos querendo dizer? É que a obra de Lorenzato e de qualquer outro artista se mantém viva pela memória cultural imaterial, pelo valor que a oralidade aplica ao seu legado, dissemina através das gerações. Quem diria que Lorenzato não estudou arte formalmente? Ganhou a vida como pintor na construção civil e importava as técnicas da pintura de parede para as telas. Original e intuitivo, produzia sua própria tinta e "inventou" o uso de pentes (aqueles mesmos, de cabelo!) em complemento ao tradicional uso de pinceis. Atento observador do seu entorno, desenhava o que via até no verso do maço de cigarro para depois usar como inspiração em uma obra. Nos anos 30, participou do restauro dos afrescos de Rafael Sanzio, na Villa Farnesina, em Roma, e nos aposentos do Papa, na residência de Castelgandolfo. Lorenzato não tinha aspirações financeiras além do necessário para sua subsistência e a de sua família. Com uma renda fixa, vinda da aposentadoria por invalidez, passou a se dedicar integralmente ao que amava. Sua primeira exposição individual aconteceu em 1957, no Minas Tênis Clube. A partir desse período passou a vender mais, inicialmente cobrando o preço de custo. Depois fixou o valor da qualquer obra a meio salário-mínimo. Apesar de reconhecido por alguns críticos e artistas mineiros, sua arte não ultrapassava os limites de Minas, pois era considerada primitiva, naif ou popular. Curioso (e triste) que o pensamento dominante à época achasse que uma pessoa de condições simples não pudesse ser sofisticada e dotada de imensa sensibilidade, como indivíduo e como artista. Lorenzato é popular e erudito, refletindo em sua pintura um poder de síntese artística raro. "O escultor Amílcar de Castro, amigo e fã do trabalho de Lorenzato, brincava que Lorenzato "penteava" muito bem a pintura." Então, como deixar que esta história perdida entre os guardados? É preciso destacar artistas e suas trajetórias, trajetos definidores da nossa identidade cultural brasileira, que diz quem somos. Assim, é dentro deste contexto que entendemos que esta obra audiovisual será uma ferramenta, um instrumento a serviço da oralidade, que vai materializar as artes visuais na tela do cinema, tornando possível que a obra do artista viaje pelas redes sociais, pelas plataformas de streaming, que seja exibida não somente em galerias ou museus, ou nos acervos dos colecionadores, mas a tela na tela, a história em pixels, encantando aos amantes das artes plásticas, mas aos ávidos olhos dos cinéfilos e pesquisadores, se tornando material de estudo acessível ao campo acadêmico, ao ensino básico e seus docentes. O objetivo é a valorização de artistas e as obras nacionais, um olhar para a riqueza da cultura brasileira, que ora é mais aclamada fora em outros países que pelos seus. O documentário cumpre o papel de registrar a memória artística, mas também educativo, quando o desdobramento proposto passa pela exibição em escolas, universidades, centros culturais, além do planejamento de distribuição comercial, envio para festivais nacionais e internacionais de cinema. O projeto conta com uma equipe profissional experiente, reconhecida no campo do audiovisual, além da consultoria artística e especializada de Pedro Olivotto, idealizador e que é um admirador das obras de Lorenzato, tendo um acervo expressivo. Assim, almejamos entregar um produto cultural que propicie destaque na cena nacional de cinema e projete Belo Horizonte no cenário internacional. No planejamento o lançamento está previsto para o segundo semestre de 2024. Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;
Na diligência pediram que : O CNPJ deve possuir código de Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) correspondente ao segmento da proposta de acordo com o anexo VII da IN 01/2023. A correção foi feita, não há acima uma exigência de que seja a atividade principal, segue abaixo o que consta no meu CNPJ: 59.11-1-99 - Atividades de produção cinematográfica, de vídeos e de programas de televisão não especificadas anteriormente Assim como foi anexado também o contrato social atualizado. E pediram ainda: a) Argumento cinematográfico contendo a estratégia de abordagem, lista de locações e personagens documentados e a ideia cinematográfica do projeto que deve conter em si uma visão sobre os fenômenos abordados (não se trata de descrição do tema ou de sua importância). foi anexado b) Plano de direção: apresentação dos procedimentos estilísticos que se pretende utilizar na obra, a ser redigido pelo diretor, descrevendo como será a linguagem da obra cinematográfica e fazendo menção aos diversos setores do filme. foi anexado c) Proposta de produção, incluindo Plano de produção, Detalhamento técnico, Estratégia de produção, dentre outras informações consideradas relevantes para a obra audiovisual. foi anexado d) Termo de compromisso dos titulares da proposta e dos detentores dos direitos da obra cinematográfica, de entrega de um máster do produto resultante do projeto, para preservação na Cinemateca Brasileira. ➢ Para o depósito legal de obras audiovisuais é necessária apresentação de declaração do proponente que irá realizar a entrega da matriz de preservação conforme especificações abaixo, dentro dos padrões técnicos adequados para exibição em salas de cinema: ● Matriz Digital de Preservação em LTO-9 . ● Digital Cinema Package - DCP em Disco rígido CRU DX115 ou Disco rígido externo. OBS: Os arquivos não podem ser criptografados. Os recursos de acessibilidade devem estar contidos no pacote DCP. foi anexado e) Breve currículo dos principais membros da equipe técnica especificando a função que cada integrante irá exercer no projeto. foi anexado f) Declaração do detentor dos direitos sobre o nome do artista de ciência do uso do nome no projeto. Caso seja o proponente o detentor, deve anexar a declaração informando que é o detentor dos direitos para o uso do nome do artista (quando a obra é sobre alguém). foi anexado
Finalizado em resolução 4k de 1920 x 1080 ele terá masterização DCP nesta resolução, criando uma pequena área de Pillar Box na projeção, como o aspecto 1.85:1 também cria ao ser projetado na resolução de 1998 x 1080. Masterização: Máster em WMV, AVI, MPEG-4 ou Quick Time (.mov). O WMV é um codec padrão do WMP/PC é o mais recomendado para uso em cinema.
Produto principal ( O FILME) Reiterando que o objeto central é a produção do filme e a exibição em 10 espaços distintos: ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Nas cidades do interior teremos uma tenda em praça pública com rampas de acesso ao palco para cadeirantes, banheiros químicos adaptados, espaços especiais para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, junto ao palco. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS:: Tradução em libras e legenda para surdos e ensudercidos (LSE) em todas as etapas de filmagem e na finalização do produto. O mesmo se aplica nas exibições do filme nas cidades. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audio descrição no filme e nos totens estrategicamente posicionados junto às entradas de cinema, com fones para serem disponibilizados em cada exibição, assim como em praças públicas. Placas indicativas em braile no alto e no chão. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS para atender pessoas com autismo, sindrome de down (e também outros PCD's) será feita uma versão interativa para o youtube, com um pocket para contar a história do artista, em versão animada. Produto secundário : Contrapartida social Exibição comentada de recortes do documentário, de acordo com o tempo e necessidade de cada escola pública, atendendo 200 alunos e alunas no total. ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: as vivências irão acontecer nas escolas públicas, com rampa de acesso e banheiro adaptado. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Tradução em libras e legenda para surdos e ensudercidos (LSE). ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: audio descrição no inicio de cada vivência. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS para atender pessoas com autismo, sindrome de down, entre outras, a prefeitura em parceria com o projeto, irá disponibilizar sem custo, profissionais formados em educação especial, protetores de ouvido, oculos para minimizar o excesso de luz. Caso a prefeitura não cumpra com este acordo, o proponente fará com recursos próprios.
Inciso/medida do art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo será adotada no projeto: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; Diante dos incisos acima, estamos propondo: 1. Teremos exibição gratuita nos cineclubes, mas nas capitais usaremos salas de cinema, então o valor do ingresso será R$30,00 ( garantindo a meia-entrada, conforme a legislação vigente) 2. Serão doadas cópias para instituições públicas de Belo Horizonte, acervo da Fundação Clóvis Salgado, acervo da Setor de Audiovisual da Secretaria Municipal de Cultura de Belo Horizonte. 3. Será garantida a captação de imagens durante do processo de filmagem do documentário, disponibilizando gratuitamente nas redes sociais. Contrapartida social e formativa 1. Exibição comentada de recortes do documentário, de acordo com o tempo e necessidade de cada escola pública, atendendo 500 alunos e alunas no total. 2. Roda de conversa sobre quem foi Amadeo Lorenzatto, em parceria com os professores de artes. Público alvo: alunos e alunas da rede pública de ensino, serão 10 escolas, 50 alunos por escola, 500 alunos (as) no total.
Regina Moura dos Santos Silva ( será a gestora financeira e Diretora executiva do filme) E-mail: projetosreginamoura@gmail.com Data de nascimento: 07/03/1975 CPF: 923.454.686-53 DRT: 6605 A NoTom Produções Artísticas é uma empresa focada no planejamento estratégico de carreiras artísticas, desde pensar ideias, transformá-las em projetos e submetê-los nas leis de incentivo, desde editais privados até a produção cultural propriamente dita, execução, gestão do projeto e gestão de prestação de contas. Formação acadêmica: Sou socióloga, licenciada e Mestre em Ciências Sociais pela PUC MINAS, a linha de pesquisa voltada para políticas públicas para cultura, estudo sobre a precarização da condição de trabalho no exercício da função a partir das Leis de Incentivo. Atualmente doutoranda em Ciências da Educação, com foco na sociologia da educação. Experiência profissional: São 20 anos de atuação na área cultural, professora de dança, produtora e gestora cultural. Fiquei com o Grupo de Dança Primeiro Ato por doze anos, Mimulus Cia de Dança (2005 a 2007), Seráquê Cultural (2001 a 2005), atuando na cena nacional e internacional, Festivais como Viva Dança, Festival de Inverno de Ouro Branco, Congonhas, Ipatinga e Itabira, Festival de dança de Recife, Festival de Inverno de Friburgo, Circuito Sesc de Artes ( 2009/2010/2014), Execução temporada Petrobrás (2012), Festival Ibero-americano de Teatro de Cádiz, Festival de Dança de Assunção ( Paraguai), Noite de Belo Horizonte em Buenos Aires, Lançamento do espetáculo e do CD do Zeca Baleiro no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, produções no teatro São Pedro em Porto Alegre, Guaíba em Curitiba, Teatro Carlos Gomes em Vitória, Teatro Amazonas em Manaus, Teatro Palácio das Artes em Belo Horizonte, Campanha de Popularização do Teatro e Dança de Belo Horizonte, Festival Internacional de Dança (FID), Simpósio Internacional de Dança (SID) . No planejamento estratégico e elaboração de projetos artísticos sociais, são mais de 150 artistas sendo acompanhados em todas as etapas da produção, com 100% de aprovação na Lei Rouanet, 70% nos mecanismos de fundo e editais municipais e estaduais. Atualmente agenciando 10 artistas e coletivos. MARCOS BARROS DE FARIA ( Diretor de arte) Graduação no curso de Publicidade na PUC-MG (1984-1987)Pós-Graduação em Marketing na FUNDAÇÃO JOÃO PINHEIRO (1995) Diretor de Produção e sócio da produtora VERSÃO BRASILEIRA, quando produziu vários vídeos ligados a arte e cultura brasileira, onde se destacam:Vídeo “Murilo Rubião – Piroténico Zacarias”, com roteiro e direção de Rodolfo Magalhães, selecionado e financiado pela Prefeitura de Belo Horizonte – Projeto Memória Viva e exibido no Festival de BelimVideo “Bracher-VanGogh”, exibido em diversos países, inclusive na TV Nacional da China. Diretor de produção e sócio na produtora CICLOPE MULTIMÍDIA, primeira produtora de projetos multimídia de Minas Gerais, onde coordenou projetos multimídia: “BH 100 anos” CD Rom e quiosques – Clientes: Diários Associados e Prefeitura de Belo Horizonte“MAP - Museu da Pampulha” –CDd Rom e quiosques - Clientes: Fundação Roberto Marinho e Museu da Pampulha” Zapp Cultural – 1ª. Revista Eletrônica” – 5 edições - CD Rom e quiosques - Cliente: Prefeitura de Belo Horizonte“Ouro Preto – Guia Eletrônico” – CD Rom trilingue – Projeto realizado juntamente com o Sebrae-MG e apoio do Governo de Minas (SELT), MCT-Softex2000-FUMSOFT, Secretaria de Turismo e Cultura de Ouro Preto, Ass.Com. Ind. e Agrop. de Ouro Preto. “Campo das Vertentes” - CD Rom trilingue – Projeto inscrito na Lei de Incentivo à Cultura do Ministério das Comunicações, patrocinado pela Telemig e com apoio do Sebrae-MG, Governo de Minas (SELT), MCT-Softex2000-FUMSOFT, Secretaria de Turismo e Cultura de Ouro Preto, Ass.Com. Ind. de São joão Del Rei, Assoc. Com. De Tiradentes, FUNREI – Fundação de Ensino Superior de SJDR, Fundação Rodrigo Melo Franco, UFMG, FUMSOFT SOFTEX 2000, IPHAN. Diretor de produção e sócio na produtora VENTO SUL CINEMA E VIDEO, onde produziu diversos filmes culturais, institucionais e publicitários. Sócio do GRUPO EVEN (2013-2018), formado por um espaço de eventos de caráter cultural/empresarial/social + produtora de filmes publicitários e institucionais. Rodolfo Magalhães (PRODUTOR ROTEIRISTA E DIRETOR ) Rodolfo Magalhães é formado em Comunicação Social pela UFMG (1990). É fundador e ex-sócio diretor da produtora Ciclope Multimídia e atualmente dirige a Aroda Comunicação. Sua experiência autoral em redação e literatura fundamenta o desdobramento profissional da comunicação com novas tecnologias - trabalhos como diretor, roteirista de projetos audiovisuais educativos, séries para TV, institucionais, videoclipes, videoarte e documentários, além de produção e direção de mídias digitais. Seus principais trabalhos foram exibidos em mostras e festivais de diversos países, além do Brasil; Alemanha, Áustria, Holanda, França, Inglaterra, Japão, China, Colômbia, Argentina, Cuba e Estados Unidos. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL EM AUDIOVISUAL MOTRIZ Roteiro e direção Curta metragem ficção HD – 18 min. 2019 TECNO-POP Direção de RODOLFO MAGALHÃES Série Documental - HD - 13 episódios - 26 Minutos/Episódio 2018 - TV Escola - Roteirista, Diretor e Supervisor geral OFÍCIO DA PALAVRA – Direção de Rodolfo Magalhães Série Documental - HD - Temporadas 1 e 2 - 7 e 9 Episódios - 26 Minutos/Episódio 2018/2019 - Roteirista e Diretor APARECIDO Direção de Mario Lúcio Brandão Documentário - Longa Metragem - HD - 115 min. 2019 - Trade Produção e Comunicação - Roteirista AZULEJARIA Direção de Bruno Pacheco Série Documental - HD - 13 episódios - 26 Minutos/Episódio 2018 - Bezouro Filmes - Roteirista. FALCOARIA - ENTRE O CÉU E A TERRA (2017) Direção de Bruno Pacheco Série Documental - HD - 06 episódios - 26 Minutos/Episódio 2018 - Bezouro Filmes - Corroteirista. CIÊNCIAS MÉDICAS Direção de Rodolfo Magalhães Videoinstalação 2015 - Faculdade de Ciências Médica - Roteirista e Diretor. PRIMEIRO SINAL - HISTÓRIA DO TEATRO EM BELO HORIZONTE Dos primórdios até os anos 80 Direção de Rodolfo Magalhães e Chico Pelúcio Documentário - Longa-metragem - HD - 89min 2014- Grupo Galpão - Codiretor UM HOMEM, UMA CIDADE, UMA UNIVERSIDADE Direção de Rodolfo Magalhães Documentário - Média-metragem - 57min 2012 - Quarteto Filmes - Diretor e Roteirista PARA TCHEKOV Direção de Rodolfo Magalhães e Inês Peixoto Ficção - Média-metragem - HD - 42min 2012 - Grupo Galpão - Codiretor FLOR MINHA FLOR Direção de Rodolfo Magalhães e Chico Pelúcio Documentário - Curta-metragem - HD - 24min 2012 - Grupo Galpão - Roteirista e Codiretor ENTOADOS Direção de Rodolfo Magalhães Documentário - Longa-metragem - HD - 88min - Vale 2007 - Bureau Santa Rosa - Roteirista e diretor. • Indie 2007 - Mostra de Cinema Mundial - Palácio das Artes/Sala Humberto Mauro - Belo Horizonte/MG - 2007 • 12ª Mostra Internacional do Filme Etnográfico e Vídeos de Cinema e Antropologia - Caixa Cultural/Cinema Espaço Museu da República - Rio de Janeiro/RJ - 2007 • Centro Nacional do Folclore e Cultura Popular/IPHAN e Ministério da Cultura - 2007 Prêmio Manuel Diegues Junior - Categorias Desenvolvimento da Pesquisa e Roteiro. • Cine-Sul - Festival Ibero-americano de Cinema e Vídeo - 2008 • Mostra Bossas Musicais - 2008 • Delhi International Ethnographic Film Festival - Department of Sociology, University of Delhi - Mostra Focus on Brazil - 2008 ESTRADAS REAIS - DAS MINAS AO MAR Direção de Luis Sander Documentário l Média-metragem l HD l 60min l DirectTV/Ancine 2006 - Cara de Cão - Roteirista VEREDAS Direção de Claudia ribeiro Série Documental - HD - 26 episódios - 24 Minutos/Episódio 2005 - Rede Minas - Roteirista FAPEX (2002) Direção de Rodolfo Magalhães Série Documental - HD - 26 episódios - 24 Minutos/Episódio 2005 – Alterosa Cine-Vídeo - Roteirista e Supervisor Direção Seriado de vídeos educativos l Curta-metragem l 26min | Agência de Avaliação da UFBA Redação base e supervisão de textos de 30 roteiros para vídeos educativos direcionados a professores ensino Fundamental do Estado da Bahia. PALESTRAS MINISTRADAS • Oficina de Roteiro para Trem da Vale (2007) • Itaú Cultural BH - 31/10/2001 - Literatura e tecnologia - caso Belém Embrulhada. • Palestra Tecnologia na produção de vídeo e roteiros na ECA/USP - Mestrado, disciplina Prof. Júlio Plaza - (agosto, 1992) • Palestrante em Seminário “Linguagem Vídeo e Cinema X Literatura”- Escola Superior de Propaganda e Marketing ESPM - SP, com Hugo Giorgetti e Denoy Oliveira (1992) • Curso sobre Uso de Computação Gráfica - UFMaranhão/ Guarnicê de Cinema e Vídeo • 1992 - Organização Mostra VideofestBerlim 92 para Instituto Goethe/ Festival Inverno da UFMG de 21 a 24 julho de 1992 • Encontro do Artista - Instituto Cultural Itaú São Paulo • Palestrante Seminário “Produção Autoral em Novas Mídias”- CRAV - Belo Horizonte • Palestra com Adélia Prado sobre Cinema e Poesia Brasileira, no Centro Cultural Hermes de Paula, durante VII Salão Nacional de Poesia, em Montes Claros - MG • Encontro com Artistas - para Instituto Cultural Itaú SP - Vídeo Benjamim. Os vídeos Bracher Van Gogh e Franz Weissmann foram incorporados ao acervo Pedro Olivotto ( narrador e organizador das histórias do Lorenzatto) Principal exibidor mineiro de cinema de arte, é sócio proprietário dos cinemas Espaço Unibanco de Belo Horizonte e, desde 1996, também dos Espaços Belas Artes, Ponteio e Nazaré. Em 2000, ampliou seus negócios acrescentando a seu circuito os Cinemas Jardim. Em 1999, tornou-se sócio fundador do Espaço Unibanco Dragão do Mar, em Fortaleza. É presidente da Associação BH Cine e do Sindicato dos exibidores de Belo Horizonte, Contagem e Betim, além de diretor do Projeto Cinema ao Ar Livre. Foi coordenador do Panorama Mundial do Cinema Independente em 1998 e 1999. Coordena, desde 2000, o projeto Curtabelas. É diretor das mostras nacional e internacional dos cinemas Liberdade desde 1996. Nascido em Extrema, interior de Minas Gerais, antes de se dedicar ao cinema formou-se em odontologia, em Campinas. De 1994 a 1999 foi sócio do Cineclube Unibanco Savassi e do Usina Unibanco de Cinema, dando assim início a sua carreira de exibidor. Em 2001, iniciou uma parceria com Adhemar Oliveira também na programação das salas do seu circuito. Em 2005, inaugurou o Shopping Casa Park, cinema com oito salas em Brasília, e o Shopping Ponteio, com 5 salas, em Belo Horizonte. Pedro Olivotto já militava na área do cinema quando passou a fazer parte da equipe do cine Belas Artes, em 1996. A partir dali, foram mais de duas décadas ocupando várias funções no icônico espaço da rua Gonçalves Dias, numa trajetória que definiu não só a sua vida profissional. Davi Aroeira Kacowicz ( historiador) ● BDMG Cultural Autor convidado – Revista do BDMG Cultural (Nº Especial “Lygia e Amílcar”, 2020)Produção, roteiro e edição das videoaulas BRASIL: HISTÓRIA E ARTE NAS DÉCADAS DE1950-60, contemplado pelo edital "Redes de Conhecimento/BDMG" (abril 2020) Rio Memórias – Museu virtual do Rio antigo AGO 2022 / ATUALPesquisador, revisor e produtor de conteúdo para o museu virtual www.riomemorias.com.br, o perfil do instagram @riomemorias e o Podcast Rio Memórias. Projeto República/UFMG: núcleo de pesquisa, documentação ememória JAN 2014 / JUN 2017 - MAR 2020 - MAI 2022 Pesquisador, revisor e produtor de conteúdo (textual, audiovisual e expográfico) de viés histórico e para finalidades diversas (científico, didático, bibliográfico, museográfico, consultorias e roteiros-base). Marisa Merlo ( produtora audiovisual) Nascida e criada em Sertãozinho/SP, Marisa Merlo (1986) é graduada em cinema pela Unespar (Faculdade de Artes do Paraná/Curitiba). É produtora, produtora executiva, diretora de produção, coordenadora de produção e curadora. Foi, de 2008 a 2016, sócia da produtora Grafo Audiovisual (Curitiba/PR), atualmente vive em Belo Horizonte/MG e possui a empresa ANACOLUTO, produtora de projetos audiovisuais autorais e prestadora de serviços freelancer (de filmes, séries e mostras). É cofundadora do Olhar de Cinema - Festival Internacional de Curitiba. Atuou em diversas áreas da produção em mais de 30 obras, sendo 13 longas e diversos curtas-metragens, que passaram por festivais nacionais e internacionais como Festival de Brasília, do Rio, Mostra de São Paulo, Gramado, Semana da Crítica de Cannes, Sundance, Rotterdam, Montreal, Habana e Pré-indicação ao Oscar, Short-list do Oscar, e também lançados em circuito comercial em diversas capitais do Brasil e licenciados para canais de TV / players como TV Brasil, TV Cultura, Globo, Sesc TV, Canal Brasil, Canal Curta!, RPC TV, Canal Plus (França), AXN, Turner, Now, Vivo Play, iTunes, Google Play. LONGAS-METRAGENS E SÉRIES DESERTO PARTICULAR Ficção, 125’, 2021 direção ALY MURITIBA empresa produtora GRAFO, FADO FILMES festivais PRÉ-INDICADO BRASILEIRO AO OSCAR 2022, FESTIVAL DE VENEZA Produção associada JESUS KID Ficção, 90’, 2021 direção ALY MURITIBA empresa produtora GRAFO, SPM festivais GRAMADO Produção associada Patrícia Maneira Barreto ( diretora de cenografia) Formação Curso de Cinema e Vídeo com especialização em produção da Secretaria do Estado da Cultura de Minas Gerais realizado em 1998. Longa-metragens Produção de Arte “A Pedra do Sino“ - direção de Elza Cataldo (Persona Filmes) - 2022 “Luna“ – direção Cristiano Azzi (Cristiano Azzi Me ) – 2016 “Além do Homem” – direção de Wiily Biondani – (Bossa Nova Produções) 2015 “Vazio Coração” - direção de Alberto Araújo – (Kanal Cine Vídeo e Propaganda). 2011 “Cada vez mais longe” - direção de Osvaldo Eduardo Lioi – (Kadiweu). 2011 “Pequenas Histórias” - direção de Helvécio Ratton - (Quimera Filmes). 2006 “Fronteira” - direção de Rafael Conde (Camisa Listrada). 2006 “Cinco Frações de uma Quase História” - direção de Cristiano Abud, Armando Mendezz, Guilherme Fiúza, Cristiano Azzi, Thales Bahia e Lucas Gontijo - (Camisa Listrada). 2006 “Batismo de Sangue” - direção de Helvécio Ratton - (Quimera Filmes). 2005 “Benjamim” - direção de Monique Gardenberg – (Dueto Produções). 2002 “O Vestido” - direção de Paulo Thiago – (Vitória Produções). 2001 “Rádio Favela” - direção de Helvécio Ratton - (Quimera Filmes). 2001 “O Circo das Qualidades Humanas” - direção de Jorge Moreno, Paulo Augusto Gomes, Geraldo Veloso e Milton Alencar - (Fam Produções). 1998 Assistente de Produção “O Aleijadinho” - direção de Geraldo Santos Pereira – (Vila Rica Produções). 1999 Curta-metragens Produção de Arte – Cenografia “Revertere at Locun” - direção de Armando Mendezz – (Abuzza Filmes). 2009 Direção de Arte – Produção de Objetos “Moto Boy” - direção de Thales Bahia - (Brócolis Filmes). 2008 Assistente de Produção “Françoise” - direção de Rafael Conde - (Filmegraph). 2001 “Remédios do Amor” - direção de João Vargas Penna. 2000 “A Nível de ... ” - direção de Ivan Curi e Júlia Nogueira. 1998 “Um Minuto de Tragédia” - direção de Antônio Eustáquio. 1998
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.