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PRONAC 240958Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

BRINCADEIRA DE CRIANCA

EMPORIO EMPREENDIMENTO ARTISTICOS E CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 1,06 mi
Aprovado
R$ 1,06 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-06-03
Término
2025-09-30
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto BRINCADEIRA DE CRIANÇA se propõe, a partir das obras de grandes nomes da pintura brasileira, criar um universo lúdico e interativo em torno da infância e do universo infantil representados pelas antigas brincadeiras de rua, povoado pelo imaginário e pelos elementos divertidos que dele decorrem. A ideia é resgatar na obra destes mestres-pintores, registros e memórias de nossa infância, seja em pequenas ações, elementos, referências ou passatempos. É esse o universo artístico que se pretende mostrar garantindo aos pequenos, seja na escola e no ceio familiar momentos e materiais que possibilitem o exercício do brincar, mas também estimulem, auxiliem a garotada a desenvolver suas potencialidades de maneira lúdica e prazerosa.

Sinopse

Não se aplica

Objetivos

OBJETIVO GERAL Conceber, produzir e apresentar uma montagem expositiva, concebida a partir de uma seleção de obras de arte que traçam uma narrativa do universo infantil, povoado pelo imaginário e por elementos lúdicos dele decorrentes, seguindo uma linha curatorial que destaque: 1) a criança exercendo o seu legítimo direito de "brincar"; 2) a criança de posse do seu brinquedo; e 3) a importância da criança no sentimento brasileiro e na estrutura da família tal como a entendemos. resgate das antigas brincadeiras de rua. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. Oferecer um amplo programa de arte educação, que promova visitas mediadas à mostra com atividades práticas alusivas à temática expositiva propostas ao longo do percurso expositivo; 2. realizar uma série de 8 (oito) oficinas artísticas / encontros de contação de histórias que serão registradas e exibidas na forma de e-book para arte educadores e recreadores; 3. divulgar e popularizar as antigas brincadeiras infantis, estimulando a criatividade, a coordenação motora, a imaginação, a percepção visual, auditiva e tátil das crianças e na sua capacidade imaginativa;4. manter e preservar o patrimônio imaterial permitindo que as crianças voltem a brincar nas ruas e nos parques tranquilamente;5. contribuir para a promoção da memória infantil;6. chamar atenção para a atividade física e o acesso às brinquedotecas.

Justificativa

"Sabem porque eu pinto tanto menino em gangorra e balanço? Para bota-los no ar, feito anjos."Candido Portinari Brincadeiras na rua ou no quintal de casa junto dos amigos, essa era a verdadeira essência dos jogos de antigamente. Brincar até escurecer e só entrar quando os nossos pais chamassem. Eram brincadeiras simples, mas extremamente divertidas e que envolviam muita atividade física e criatividade. Muitos artistas pintores souberam como ninguém traduzir esses momentos de lazer e descontração em suas obras. Aqui, nasce a mostra BRINCADEIRA DE CRIANÇA que levará os pequenos _ e muitos adultos - a entrarem em contato com a arte falando a língua delas e levando-as a interagir de uma forma que seja compreensível. É claro que não se deve deixar as tecnologias e os brinquedos dos dias atuais de fora, mas podemos manter o melhor das duas gerações juntas para extrair o melhor de cada época.Brincadeiras como pular amarelinha, pular corda, jogar queimada, futebol, soltar pipa e dança da cadeira, são apenas alguns dos exemplos das atividades que fazem bem para as crianças, elas contribuem na queima de calorias, para saúde e para o desenvolvimento dos pequenos, e o melhor, são brincadeiras praticamente gratuitas e que pode te deixar ainda mais próximo de seus filhos, além de render muitas gargalhadas e bons momentos. A interatividade aqui proposta se dará a partir do universo presente na obra dos mestres selecionados. A manifestação artística expressa nas pinturas fará com que as crianças revivam as brincadeiras do passado e percebam por meio de recursos visuais e de uma linguagem multimídia a importância de "brincar". Todos nós sabemos que as crianças de hoje em dia precisam da magia de antigamente, toda aquela coisa lúdica que felizmente tivemos a oportunidade de estar envolvidos. Não é só a nostalgia que vão estar presente nas brincadeiras, a forma que brincávamos antes, proporcionam benefícios como:· Criatividade· Respeito ao próximo· Responsabilidade· Integração social· Autonomia· Independência· Muito, mas muito bate-papo Além de ser um meio importante de aprendizado, a exposição BRINCADEIRA DE CRIANÇA é um estímulo cultural, na medida em que utiliza uma elaborada linguagem cenográfica composta de ricos elementos visuais e de arte interativa. O conceito pedagógico a ser implantado pelo Programa Educativo se dará a partir de atividades recreativas que aliarão o entendimento da arte e a prática das inspirações artísticas ao longo da visita à mostra. O principal foco da ação educativa que propomos conjuntamente com esta exposição é retomar as antigas brincadeiras de criança, enquanto atividade pedagógica, psicomotora e social, identificando nesse universo lúdico e despretensioso um mecanismo de formação moral, de intelecto e desenvolvimento físico na criança. Buscamos, também, no conjunto das atividades pedagógicas que remontam este programa de arte e educação, formar e qualificar o educador do ensino fundamental estimulando-o na articulação das atividades artísticas, recreativas e de educação física com as outras disciplinas curriculares. Nesse sentido, pensamos em produzir uma webserie, onde especialistas em arte educação serão convidados a criar um número cada vez maior de ações que levem as crianças a perceber e entender o conceito expositivo a partir da Arte. Buscamos com isso o resgate e o deleite de brincar na sua maneira mais simples e despretensiosa. Tendo a cultura e a educação trabalhando a lado a lado se trilha caminhos fáceis de serem percebidos, quando direcionados por um corpo pedagógico que pensa cultura com esse propósito. Em tempo, vale destacar que intuímos sempre uma política de continuidade do aprendizado e, em especial, focada na formação que se inicia na 1a Infância. A infância é uma das fases mais importantes de nossas vida. Tudo que vivenciamos nesse momento que passa rápido em nossas vidas perdura por toda vida. Por isso, é preciso se permitir, conhecer, arriscar, brincar, cair e se levantar quantas vezes forem necessárias. Só assim crescermos fortes e confiantes para a vida adulta. Além disso, essas brincadeiras são capazes de auxiliar as crianças com hiperatividade. O corpo foi feito para ficar em movimento, por isso, estimule o pega-pega, o pique-esconde, o bambolê, tudo isso vai trazer só coisas para a saúde e ajudam para criar boas memórias. O projeto se enquadra nos incisos I, III, IV, V e VIII do Art. 1º da Lei 8313/91 e atinge os objetivos definidos na alínea "e" do inciso II e alínea "a" do inciso IV, ambos do Art. 3º da mesma lei.

Estratégia de execução

Eu vejo da janela um bando de crianças brincando na praça e logo imagino que nada representa mais a ideia de cultura para mim do que este fato: a zorra que a criançada faz brincando na rua. Fico meia-hora observando a garotada quizumbando o chão e acontece tudo que o campo da cultura para mim apresenta: consenso, tensões, recriações constantes, apagamentos, influências mútuas, assimilações de comportamentos, diferenças inconciliáveis, afetos partilhados, jogo, carinho e, eventualmente, porrada. Sem linearidade, mas de forma circular, onde tudo vai acontecendo ao mesmo tempo. Ciranda de roda. Vamos brincar dessa maneira? Vamos! Não; vamos brincar de outra forma. Você faz assim, o outro faz assado, a gente brinca junto, mas tem quem não queira brincar. Me ensina a chutar dessa forma, eu te ajudo a subir no trepa-trepa, não quero ouvir o que você fala, vamos cantar juntos, vou te ensinar um jogo, quero uma camisa igual a sua, eu canto essa música de outra maneira, eu te ensino isso e você me ensina aquilo, vou te dar um abraço, vou te dar um soco, me dá um pedaço de algodão doce… Por cultura, afinal, entendo um conjunto incessante de modos de inventar a vida que caracteriza os grupos sociais: maneiras de nascer, dançar, cantar, comer, amar, ter medo, se vestir, celebrar nascimentos, lamentar os mortos, torcer, rezar, jogar, criar e recriar sentidos para aquilo que, aparentemente, não tem sentido algum: a vida. Quando me pego pensando nessa encrenca que é o Brasil, percebo a brasilidade como uma praça de elaborações de sentidos que é tensionada (e tensiona), é afetada (e afeta), escapa, ginga, joga, faz mandinga e desconforta o Brasil oficial. Por este me refiro aqui a um projeto institucional fundamentado na exclusão, na espoliação, na aniquilação de corpos, saberes e percepções de mundo desconfortáveis e desafiadores ao projeto colonial normativo, branco e patriarcal. O Brasil como encrenca só pode ser minimamente decifrado escapando das zonas de conforto do pensamento: identidades fixas, mitos de origem imaculados, essencialismos não sujeitos às rasuras, tensões, criações, recriações, afetações, batalhas, belezas e horrores que confrontam a aventura insistente na vida e os projetos contundentes de morte. Enquanto matuto sobre isso, as crianças continuam na praça, trocando experiências, expressando sentimentos de mundo em corpos serelepes que, cada um a seu modo, parecem querer alçar voo em direção ao imponderável espaço em que a vida pode ser possível como brincadeira de alegria e liberdade. No fim das contas, é disso mesmo que deveríamos ser feitos: de trocas, compartilhamento de expectativas, astúcias, desafios inventados, sanidade de corpos miúdos que se arriscam em gangorras, balanços, escorregas. A meninada malandra sabe que a vida não é feita da gente ou do outro; mas da gente e do outro; com o outro. Mesmo que não seja eventualmente por amor. Mesmo que seja só para que a brincadeira – como jogo – incessantemente continue. Luiz Antonio SimasÉ professor, escritor e compositor. Mestre em História do Brasil pela UFRJ, é autor e coautor de mais de 20 livros sobre o que costuma definir como o universo das culturas de rua: festas, religiosidades populares, futebol, música popular e carnaval. Ganhou, pelo Dicionário da História Social do Samba, em parceria com Nei Lopes, o Prêmio Jabuti de Livro de Não Ficção do Ano, em 2016. Foi finalista do Prêmio Jabuti em 2017, com o livro “Coisas Nossas” e em 2020, com “O Corpo Encantado das Ruas”. Tem mais de uma centena de artigos e textos publicados em jornais, revistas e livros sobre cultura popular brasileira. É jurado do Estandarte de Ouro, premiação mais importante do carnaval do Rio de Janeiro. Em 2020 lançou, em mais uma parceria com Nei Lopes, “Filosofias Africanas: uma introdução”.

Acessibilidade

Produto Exposição de Arte Acessibilidade física: o espaço onde será realizada a exposição, obrigatoriamente, contará com instalações adequadas para o acolhimento de pessoas com necessidades especiais, mobilidade reduzida e idosas; Acessibilidade para deficientes auditivos: as visitas mediadas contarão com monitores intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras). Acessibilidade para deficientes visuais: a exposição oferecerá mediação especializada na manipulação do material e produção das obras (linguagem oral). Produto Oficinas artísticas / encontros (Contrapartida Social) Acessibilidade física: serão realizadas e registradas, presencialmente, em local com instalações adequadas para pessoas com necessidades especiais, mobilidade reduzida e idosas; Acessibilidade de deficientes auditivos: o projeto prevê intérprete de libras tanto no momento da realização das oficinas, quanto nas webséries que resultarão do registro das oficinas; Acessibilidade para deficientes visuais: mediadores especializados ficarão encarregados de dar atendimento aos deficientes visuais. As webséries contarão com áudio descrição e cardápio para opção de letras aumentadas. Programa de Acessibilidade Singular Plural, onde o Núcleo de Educação receberá instituições públicas e particulares dedicadas à educação e saúde com interesse em conhecer a exposição. Serão atendidas pessoas com deficiência intelectual, pessoas com transtornos mentais, pessoas com comprometimentos neuromotores e pessoas com deficiências múltiplas. a. Visitas especiaisb. Oficinasc. Palestrasd. Organização e realização de eventos em parceriae. Produção de materiais de apoio

Democratização do acesso

Em atendimento ao disposto no artigo 21 da IN no 2 de 23 de abril de 2019, do Ministério da Cidadania, as seguintes medidas serão adotadas para ampliação do acesso: III - disponibilizar na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no parágrafo 2 da IN no 02/2019 do Ministério da Cidadania; IV - permitir a captação de imagens, das atividades e dos espetáculos ou autorizar a sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas ao projeto, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art, 22; Ao todos serão 08 oficinas, com capacidade para atender 200 crianças. Todas as oficinas serão oferecidas gratuitamente.

Ficha técnica

Robson Bento Outeiro, Curadoria e Coordenação Geral É graduado em Administração com especialização em Marketing Cultural e pós-graduado em História da Arte e Literatura. Com experiência comprovada de mais de dez anos de atuação na área - colaborou sempre em parceria, em projetos de grande relevância no mercado cultural: Entre os anos de 2011 e 2012, respondeu pela coordenação de artes visuais, centros culturais e museus da Cidade da SMC-RJ. Sempre atuando em iniciativas de gestão cultural, tendo como ênfase a estruturação, a circulação e o fomento à produção cultural e projetos de Arte Educação, de Preservação e Memória. De dez/2012 a dez/2016, assumiu a direção executiva da Cidade das Artes respondendo pela gestão e planejamento estratégico de recursos e na formulação de políticas públicas. Desde março de 2017, vem atuando na coordenação de programas e projetos independentes e, em paralelo respondendo pela Superintendência Executiva da Fundação Iberê Camargo no âmbito da gestão de equipamentos culturais. Carla Siqueira, Pesquisa de Conteúdo Professora de Metodologia de Pesquisa em Comunicação e História da Imprensa no Brasil da PUC Rio, atua desde 2005 - na pesquisa e produção de conteúdo para projetos culturais (cinema, TV, livros, exposições, museus etc), além de de desenvolvimento de projetos de memória. Miriam Celeste, Programa de Arte Educação Arte-educadora com formação em Artes Plásticas. Doutora pela Faculdade de Educação/USP (1999). Mestre pela Escola de Comunicações e Artes - ECA/USP (1992). Cursos de especialização em História da Arte. Mestrado: “Não sei desenhar”. Implicações no desvelar/ampliar do desenho na adolescência – uma pesquisa com adolescentes em São Paulo. São Paulo, 1992, Dissertação (Mestrado), Escola de Comunicações e Artes/USP.Doutorado: ARTE - o seu encantamento e o seu trabalho na educação de educadores:a celebração de metamorfoses da cigarra e da formiga. São Paulo, 1999. Tese (doutorado). Faculdade de Educação/USP. Atualmente é professora da Pós-graduação do Instituto de Artes/UNESP e coordenadora do Grupo de Pesquisa Mediação arte/cultura/público. Assessorias, palestras e coordenação de projetos em instituições educacionais e culturais (Rizoma Cultural, onde é sócia-diretora). Felipe Tassara, Projeto Cenográfico Cenógrafo e diretor de arte. Formado em arquitetura pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU/USP), atua há mais de 15 anos na área de design de exposições e cenografia para os principais museus do país, em parceria com a cenógrafa e diretora Daniela Thomas (1959). Além de desenvolver projetos expográficos nacionais, Tassara tem experiências de produção fora do país, em mostras como De Picasso a Barceló (2001), no Museu de Belas Artes de Buenos Aires Brésil Indien (2005), no Grand Palais, em Paris. Carla Marins, Designer Gráfico Carreira desenvolvida em instituições culturais de grande porte - Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Theatro Municipal do Rio de Janeiro e Cidade das Artes - atuando no Rio de Janeiro em posições de liderança na área de design. Experiência com identidade visual, branding, mídias sociais, comunicação, impressos, sinalização e projeto de exposições. Gestão de projetos relacionados ao mercado da arte que envolvem a interlocução direta com patrocinadores, artistas, curadores, maestros, fotógrafos e cineastas. A experiência adquirida na coordenação do departamento de design do MAM Rio inclui a realização de trabalhos em parceria com instituições internacionais como MoMA PS1, Stedelijk Museum, Fondation Alberto et Annette Giacometti, Cisneros Fontanals Art Foundation, Fundación Proa e nacionais como Fundação Bienal de São Paulo, Itaú Cultural, MNBA, Instituto Tomie Ohtake, Casa das Onze Janelas, CCBB RJ, Pinacoteca SP. Liderança de equipe, vivência em processos de transformação organizacional. Acompanhamento completo de todas as etapas de desenvolvimento do projeto ou produto. Realização de laudos técnicos de perícias em desenho industrial para a Justiça.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.