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PRONAC 240963Apresentou prestação de contasMecenato

Bom de Nota, Bom de Dança - Plano Anual 2025

ASSOCIACAO PRO-ESPORTE E CULTURA
Solicitado
R$ 1,53 mi
Aprovado
R$ 1,38 mi
Captado
R$ 1,03 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (4)
CNPJ/CPFNomeDataValor
43619832001760BRANCO PERES ACUCAR E ALCOOL S/A1900-01-01R$ 440,0 mil
61082988000170Maringá S/A - Cimento e Ferro Liga1900-01-01R$ 381,4 mil
45372893000134Caldema Equipamentos Industriais Ltda.1900-01-01R$ 108,6 mil
01285504000168ASSOCIACAO PRO-ESPORTE E CULTURA1900-01-01R$ 103,7 mil

Eficiência de captação

74.8%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano anual
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
Ribeirão Preto
Início
2025-01-01
Término

Resumo

Por meio deste Plano Anual, a Associação Pró-Esporte e Cultura (APEC) atenderá, com ações relacionadas à dança, comunidades de regiões periféricas. A metodologia da proposta, desenvolvida pela APEC, permite que crianças da rede pública de ensino realizem aulas de Balé e Danças Urbanas acompanhadas por profissionais qualificados que fazem dos passos de dança uma extensão da escola. Ao fim do ano, produz-se um espetáculo de encerramento em cada núcleo atendido.

Sinopse

Os roteiros e temas de cada um dos espetáculos serão definidos após o início da execução do projeto, em um trabalho conjunto entre os coordenadores, as equipes técnicas e o roteirista contratado.

Objetivos

Objetivo Geral: O objetivo principal do plano é impactar positivamente a formação integral de crianças e adolescentes que vivem em situação de vulnerabilidade, utilizando-se da Dança como ferramenta principal, estando assim em alinhamento com o inciso VI do artigo 3º do Decreto 11.453 de 2023 que propõe: fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural. Seus objetivos específicos são: - Realizar 06 oficinas de danças urbanas, cada uma delas oferecendo duas aulas por semana, com duração de 1h por aula, pelo período de 11 meses, totalizando atendimento a 288 crianças e adolescentes regularmente matriculados na rede pública de ensino, com carga horária total de 90h/aula por oficina; - Realizar 06 oficinas de balé, cada uma delas oferecendo duas aulas por semana, com duração de 1h por aula, pelo período de 11 meses, totalizando atendimento a 288 crianças e adolescentes regularmente matriculados na rede pública de ensino, com carga horária total de 90h/aula por oficina; - Produzir 04r que nosso objetivo não é formar bailarinos profissionais, mas caso alguma das crianças evidencie enorme talento (como já ocorrido em outros projetos que desenvolvemos), faremos o encaminhamento a companhias que trabalhem com a profissionalização de bailarinos.

Justificativa

A Associação Pró-Esporte e Cultura tem como preceitos a valorização da educação, do consumo e da produção cultural como caminhos para resolução de problemas relacionados à desigualdade social, saúde coletiva, meio ambiente e demais desdobramentos. Buscamos desenvolver, então, técnicas e instrumentos simples que possam atingir facilmente crianças e jovens e, quando aplicados, auxiliem a promoção da educação formal e não formal, garantindo, assim, o desenvolvimento da cidadania. A relação professor-aluno tem sido a base para o sucesso do "Bom de Nota, Bom de Dança", que já vem sendo realizado há anos com recursos da Lei 8313/91. A atual proposta de Plano Anual representa a renovação da ação, com ampliação no número de atendidos e núcleos, buscando-se assim prezar pelo inciso I do Art. 1º da referida lei, este projeto abrange os seguintes pontos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Trabalhamos com as vivências socioculturais das crianças atendidas, entendendo que "a dança, hoje, retrata as ansiedades, ideias, necessidades e interesses da nossa época, aliadas à forte necessidade do ser humano de extrapolar a sua essência ou transcender a sua existência em evasões positivas e significativas nas circunstâncias de sua vida real" (NANNI, 2002). Portanto, o ato de dançar não é por nós entendido como privilégio de alguns, mas sim como um excelente método capaz de auxiliar na formação pedagógica e capaz de desenvolver em seus praticantes uma consciência corporal enquanto sujeitos transformadores do tempo e do espaço. Logo, no que tange ao Art. 3° da Lei 8313/91, temos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Nesse contexto, trabalhamos com uma metodologia de ensino que motiva os professores a saírem do lugar comum e se dedicarem à relação de aprendizagem implícita nas práticas corporais. Mais do que treinar e desenvolver habilidades motoras e técnicas, entendemos como nossa tarefa desenvolver a capacidade de resolução de conflitos, promoção de autonomia e criatividade, entre outros aspectos da conduta que serão apreendidas pelos alunos a partir da prática cultural. Com tudo isso, temos visto reais e significativos ganhos no que tange à formação integral das crianças atendidas. E entendemos que a continuidade do trabalho com cada beneficiário se configura como aspecto de extrema importância.

Especificação técnica

PROJETO PEDAGÓGICO OBJETIVO GERAL: desenvolver habilidades técnicas e trabalhar conceitos básicos relacionados às modalidades de dança oferecidas pelo projeto, fazendo dos passos um instrumento de transformação social, ou seja, utilizando-se da arte para trabalhar temas transveresais e desenvolver valores como cooperação, solidariedade e respeito. Uma consideração importante acerca do método empregado no projeto está relacionada ao Boletim de Talentos. Os alunos serão estimulados a executarem missões, é papel do professor, monitor e assistente de coordenação estimular e ser agente facilitador destas missões. Isto é, incentivar e encorajar as crianças nas atividades e, ao mesmo tempo, organizá-las e contribuir para que elas desenvolvam as missões da maneira delas. Portanto, algumas aulas são reservadas para o desenvolvimento deste papel de tutoria dos grupos. A configuração do boletim de avaliação tem como principal objetivo manter uma atenção constante e ampla ao desempenho do aluno no projeto. Para isto, volta-se o olhar também ao ambiente escolar e familiar. Desta forma, este dispositivo contém alguns indicadores diversos com caráter autoavaliativo, abordando a auto avaliação nas esferas: escola, projeto e casa. Além desses indicadores, o boletim comporta uma ferramenta de mapeamento da rede de apoio do aluno, também nestes três planos. Este dispositivo visa estimular uma reflexão do seu cotidiano e, assim, pretende que este aluno se perceba cada vez mais consciente e responsável pelo seu desenvolvimento. Para isso, o aluno terá adesivos que variam entre -1, 0 e +1, para colar no seu boletim de acordo com a autoavaliação nas três esferas. No campo escola, ele atribui pontos a sua frequência, utilizando os dados da escola. Ou seja, de acordo com sua assiduidade nas aulas. Ainda no campo escola, ele se avalia tendo como base a nota emitida pela escola. Isto é, a partir da nota obtida nas matérias escolares (Português e Matemática) ele irá refletir, com o auxílio do professor do projeto, e escolherá o adesivo que mais representa sua nota. Por último, no campo escola, ele se auto avaliará utilizando os critérios Solidariedade, Cooperação e Respeito. Assim, ele atribui a si mesmo um adesivo de acordo como ele pensa estar sendo seu comportamento na escola com base nestes 3 valores. Já no campo projeto, o aluno terá que completar 2 espaços, um reservado a sua frequência no projeto, outro ao seu comportamento. Um terceiro espaço será reservado para a avaliação do professor. Dessa forma, no primeiro espaço ele atribui pontos de acordo com sua assiduidade no projeto. No segundo espaço, é o aluno quem refletirá a respeito do seu comportamento no projeto e se auto avaliará, com base nos mesmos valores (Solidariedade, Cooperação e Respeito). É interessante neste espaço que o aluno seja estimulado a refletir sobre suas condutas, sobre o que fez e sobre o que se compromete a fazer para os próximos bimestres. E o terceiro momento da avaliação no projeto fica a cargo do professor que, em um diálogo com este aluno, mostrará os seus motivos para a escolha de determinado adesivo, sempre utilizando como critérios os valores Solidariedade, Cooperação e Respeito para avaliar comportamento. No último campo, casa, o aluno atribui uma nota, levando em conta os mesmos critérios citados (Solidariedade, Cooperação e Respeito) e escolherá um adesivo que melhor represente sua avaliação. É papel do professor ficar atento neste campo, estimular e se interessar pela forma como esse aluno está realizando esta avaliação. Se preciso, este profissional poderá entrar em contato com a equipe gestora do projeto para um olhar mais profundo e cuidadoso para esta criança. No mapeamento das redes de apoio, a criança preenche um pequeno universo, no qual ela é o centro e, em espaços vazios nas 4 órbitas, ela deverá completar com as pessoas que mais a apoiam. Portanto, a figura será preenchida a partir da pergunta: Quem mais te ajuda em casa? E no projeto? E na escola? Assim, a avaliação pretende compreender como esta criança está se desenvolvendo nestes três planos, a partir de indicadores. Entretanto, o diálogo entre professor e aluno buscará garantir que a mensuração dos pontos não será o maior objetivo deste boletim. Pelo contrário, os pontos são importantes, mas compreender e estimular a apropriação deste aluno para com seu desenvolvimento nestes três planos citados é o objetivo deste dispositivo. Na sequência, existe um outro mecanismo que pretende trabalhar a coesão grupal, trabalhando temas transversais e estimulando a inserção e intervenção do grupo na comunidade em que ocorre o projeto. O intuito disto é o desenvolvimento de ações autônomas que motivem um engajamento em grupo para cumprir missões. Para isto, a cada bimestre os alunos têm uma missão que deverá ser executada em grupo. Portanto, em grupos eles deverão executar uma tarefa relativa ao tema transversal abordado pelo projeto. Os grupos serão avaliados nesta missão preenchendo individualmente um quadro que contém a seguinte questão: “Cumpriu a missão?”. Como resposta, eles podem escolher entre sim, não ou em partes. E em seguida este mecanismo pretende explorar o caráter auto avaliativo dos alunos. Então, utiliza-se uma linguagem moderna e acessível para que o aluno assinale entre duas opções: “curtir” ou “não curtir”. É importante lembrar que o professor do projeto também conduzirá essa avaliação, e neste momento ele informará às crianças que elas deverão levar em conta os valores cooperação, solidariedade e respeito para avaliar seu trabalho no grupo. Assim, este profissional deverá estimular o posicionamento, discussões e reflexões acerca do trabalho executado pelo grupo. Lembrando que serão atribuídos pontos para estas atividades em grupo contabilizados também com o desempenho individual, cada um com sua proporção. Então, o grupo inteiro terá que atingir um número X de pontos somados ao final para conseguirem ganhar um prêmio eles escolherem dentro das opções apresentadas.

Acessibilidade

Curso/Oficina/Estágio: Acessibilidade física: Para a execução do projeto, a entidade proponente firma o compromisso com os espaços de que estes manterão a estrutura de acessibilidade existente em bom estado de conservação. Podemos garantir, portanto, que as aulas serão desenvolvidas em locais acessíveis a todos os públicos. Em todas as cidades atendidas, os centros de atividades contam com rampas de acesso, banheiros adaptados, sinalização e vagas para cadeirantes. Mas, além do local em si, é importante destacar que as atividades do projeto estarão completamente abertas para a participação de pessoas com deficiência. Nossa equipe técnica estará preparada e capacitada para lidar com as necessidades desse público, adaptando os exercícios e atividades sempre que necessário. Isso porque a entidade já possui expertise com projetos voltados especificamente a este público e, inclusive, organiza vivências e workshops acerca do tema. Item da planilha orçamentária: não envolve custos. Acessibilidade para deficientes visuais: Nossa equipe técnica estará preparada e capacitada para lidar com as necessidades desse público, adaptando os exercícios e atividades sempre que necessário. Vale destacar que possuímos uma impressora em braile para confecção de materiais pedagógicos, se for o caso. Item da planilha orçamentária: não envolve custos. Acessibilidade para deficientes auditivos: Nossa equipe técnica estará preparada e capacitada para lidar com as necessidades desse público, adaptando os exercícios e atividades sempre que necessário. Na coordenação do projeto, há profissionais capacitados para comunicação em Libras. Se preciso for, instruiremos os educadores nesse sentido também. Item da planilha orçamentária: não envolve custos. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Em nossa equipe temos psicólogos e assistentes sociais com experiência no trabalho com crianças com deficiência, autismo, síndrome de down, entre outras, além de desenvolvermos diversos projetos voltados para esse público. Inclusive, elaboramos uma apostila para treinamento sobre educação cultural para grupos diversos e portanto, estamos capacitados para preparar a equipe de educadores que for selecionado para saber lidar com esse público e as atividades de dança serão adaptadas, se necessário, de acordo com a necessidade de cada turma. Item da planilha orçamentária: não envolve custos. Espetáculo de Artes Cênicas: Acessibilidade física: O evento será realizado em local de fácil acesso, com rampas de acesso, piso tátil, sinalização, banheiro adaptado e vagas exclusivas para pessoas com deficiência no estacionamento; Item da planilha orçamentária: não envolve custos. Acessibilidade para deficientes visuais: Haverá confecção de materiais de apoio em Braille, quando necessário, com o objetivo de contemplar Pessoas com Deficiência Visual. Item da planilha orçamentária: não envolve custos. Acessibilidade para deficientes auditivos: Nos espetáculos de encerramento, contaremos com intérpretes de Libras realizando tradução simultânea de toda a apresentação. Item da planilha orçamentária: Intérprete de LiBras. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Nossa equipe explicará, quando necessário, o espetáculo apresentado e dará o suporte necessário para que este público tenha o entendimento e experiência que desejamos transmitir. Item da planilha orçamentária: não envolve custos. Plano Anual: Acessibilidade física: As atividades do projeto estarão completamente abertas para a participação de pessoas com deficiência e a equipe coordenativa está pronta para acolher qualquer público interessado e capacitar os educadores para lidar com necessidades pontuais. Item da planilha orçamentária: não envolve custos. Acessibilidade para deficientes visuais: Nossa equipe técnica estará preparada e capacitada para lidar com as necessidades desse público, adaptando os exercícios e atividades sempre que necessário. Também haverá a confecção de materiais de apoio em Braille, quando necessário, com o objetivo de contemplar Pessoas com Deficiência Visual que se interessarem por participar das atividades da Associação Pró‐Esporte e Cultura. Item da planilha orçamentária: não envolve custos. Acessibilidade para deficientes auditivos: A proponente conta com colaboradora fluente em libras, preparada para para o atendimento de demandas e esclarecimentos de dúvidas referentes a todas as ações do Plano Anual. Item da planilha orçamentária: Secretária executiva. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Em nossa equipe temos psicólogos e assistentes sociais com experiência no trabalho com crianças com deficiência, autismo, síndrome de down, entre outras, além de desenvolvermos diversos projetos voltados para esse público. Inclusive, elaboramos uma apostila para treinamento sobre educação cultural para grupos diversos e portanto, estamos capacitados para preparar a equipe de educadores que for selecionado para saber lidar com esse público e as atividades de dança serão adaptadas, se necessário, de acordo com a necessidade de cada turma. Item da planilha orçamentária: não envolve custos.

Democratização do acesso

No que concerne ao atendimento do art. 30 da IN nº 11/2024, o projeto prevê a adoção das seguintes medidas de democratização do acesso às atividades, conforme produto cadastrado: Curso/Oficina/Estágio: VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Todas as oficinas serão gratuitas e voltadas a estudantes de 07 a 14 anos. Espetáculo de Artes Cênicas: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, dasatividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redespúblicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; Todas essas iniciativas serão gratuítas e registradas com fotos e filmagens.

Ficha técnica

Os membros da diretoria da Associação Pró-Esporte e Cultura serão responsáveis, de forma voluntária, pela gestão do processo decisório do Plano Anual, incluindo atividades técnico-financeiras, além de fornecer todo o método de trabalho aos profissionais contratados. Com mais de duas décadas de atuação com projetos de cunho social, a entidade desenvolveu propostas metodológicas que combinam elementos culturais e esportivos à educação formal, além de trabalhar conceitos de cidadania e participação social com crianças e adolescentes. Com base nos instrumentais metodológicos produzidos pela Associação, será realizada capacitação inicial de todos os técnicos contratados e acompanhamento frequente do desenvolvimento do projeto. Além disso, pretende-se contar com os seguintes profissionais: EDUARDO ZANELLO (COORDENADOR GERAL) - Formado em Direito pela Universidade de Ribeirão Preto (UNAERP), já atuou como jogador de futebol profissional nas equipes do Botafogo F.C., Portuguesa de Desportos, Clube Atlético Mineiro e El Paso Patriots/Texas. Possui MBA em Gestão de Marketing pela Fundace/USP e em Gestão Empresarial GV/COC. É fundador da Associação Pró-Esporte e Cultura (APEC). MARIANA DE BARROS SOUZA (COORDENADORA ARTÍSTICA) - é bacharela em administração pela Universidade de São Paulo (USP), mestra e doutoranda pela mesma instituição. Possui experiência em gestão de projetos culturais, além de publicações acadêmicas na área. ÉVERTON AGRIPINO (PROFESSOR DE DANÇAS URBANAS) - Dançarino de Breaking desde 2009, iniciou a carreira na dança em um projeto que acontecia aos finais de semana na “Escola da Família”. Teve sua primeira participação em um evento de Hip Hop que acontecia em Rio Claro – SP, que se chamava “BATALHA DA AMIZADE” no ano de 2010. Daí em diante começou a se aprofundar na dança e a cada ano foi a mais eventos, conhecendo outras pessoas, estados e países, com isso conquistando espaço nas competições, aprendendo e crescendo na carreira como B.Boy. Atualmente é atleta da Everlast Energy Drink, Professor/ Arte Educador de Hip-Hop, ministrando aulas de Breaking na Secretaria de Cultura de Porto Ferreira, na APEC (Associação Pró Esporte e Cultura) no projeto Bom de Nota Bom de Dança e produtor do Metanóia Battle ( evento de Hip-Hop de Porto Ferreira). Tem o Breaking como trabalho e instrumento de transformação, participa de festivais e competições nacionais e internacionais representando os grupos: METANÓIA CREW, MOS CREW e o time de atletas da Everlast Energy Squad. ANA ROBERTA EVANGELISTA (MONITORA DE DANÇAS URBANAS) - Dançarina de Breaking a 10 anos, atualmente faz parte do grupo Metanóia Crew, representando a cidade de Porto Ferreira SP. Faz parte também de um coletivo de mulheres Hotstepper SisterHood empoderando as Mulheres no Hip Hop. Integrante do GHH (Generation Hip-hop), onde são trabalhadas e discutidas soluções para nossa Cultura. Atleta da Federação Paulista de Breaking. Arte educadora, atualmente ministra aulas de breaking em projetos sociais para crianças, jovens e adultos pela região de Porto Ferreira, Descalvado e Santa Rita visando o público feminino. Produtora Cultural idealizadora do Evento que ocorre todos os anos em Porto Ferreira "Metanóia Battle". RHAYANI ZAGO (PROFESSORA DE BALÉ) - Bailarina de Jazz Dance há 25 anos. Bailarina de Ballet Clássico há 11 anos. Ministra aulas de Baby Class, Ballet Infantil, Juvenil e Adulto há 10 anos. Ministra aulas de Jazz Dance, Ballet Moderno e Contemporâneo há 5 anos. Instrutora de baliza durante 4 anos de escolas municipais de Descalvado.Formada no curso Técnico em Dança pela EACP - Escola Artística Cultural de Pirassununga nos cursos de Ballet Clássico e Ballet Moderno. WILLIAN GOMES (MONITOR DE BALÉ) - Frequenta aulas de Hip Hop/Breaking Dance há 4 anos. Frequentou aulas de Jazz Dance durante 2 anos. Atua como professor substituto na Academia Corpo e Movimento. Auxilia nas aulas de Baby Class e Ballet Infantil na Academia Corpo e Movimento. Participou de um projeto de dança através da Lei Aldir Blanc com alguns alunos e professores da Academia Corpo e Movimento. Participa dos festivais da Academia Corpo e Movimento atuando como dançarino, construtor de cenários e auxiliando nos cuidados com os alunos. Trabalhou com montagem de som e iluminação durante 1 ano.

Providência

DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.

2025-12-31
Locais de realização (5)
Adamantina São PauloDescalvado São PauloFlórida Paulista São PauloItapeva São PauloRibeirão Preto São Paulo