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O projeto Espiral Valente: Arte e potência nos territórios educativos visa abordar a problemática do adoecimento docente por meio de oficinas artísticas com base no Teatro do Oprimido (TO), destinadas a professores de escolas públicas. Os registros das oficinas serão transformados em material audiovisual, que será exibido de forma gratuita e democrática em instituições públicas de ensino, seguido de um debate com profissionais da cultura e da educação sobre a importância da presença da arte nos espaços educativos e ficará acessível no canal da Espiral Valente no Youtube. A iniciativa quer destacar a arte como grande aliada no fortalecimento físico e psíquico dos educadores, reconectar o público docente às suas raízes e manifestações culturais, além de potencializar metodologias de ensino-aprendizagem para gerar transformações positivas no ambiente escolar e na qualidade de vida de nossos educadores.
Oficinas do Teatro do Oprimido - a técnica de arte cênica Teatro do Oprimido, criada por Augusto Boal, será utilizada para entendermos melhor a dinâmica da rotina escolar no corpo e a partir das atividades teatrais e das experiências vividas nas cenas, pensarmos juntos em soluções coletivas que possam melhorar a qualidade de vida dos professores e levar a arte para dentro das salas de aula. Oficina 1: Atividade: Introdução ao TO e sensibilização (formação de grupo e relação de confiança para desenvolver o trabalho) Oficina 2: Teatro Imagem e outras formas de dizer o que se pensa (que não por palavras), a Estética do Oprimido. Pensar de forma coletiva como podemos utilizar os exercícios do dia nas aulas com os alunos Oficina 3: Aquecimento Corporal e algumas dinâmicas de grupo ( Bons Dias, Cinco Gestos e Testa Nariz e Queixo, Círculo de Rítmos Monteiro Lobato, Meios de Transporte e O Jogo do Poder. Criação de Personagens - Iniciação à Dramaturgia - Quem é esse personagem, o que ele deseja, qual seu ponto forte e sua maior fragilidade? Nesta oficina vamos exercitar "se tornar" o personagem, mostrando que quando mais se acredita poder ser outro, melhor é sua interpretação! Oficina 4: Improviso de cenas curtasOficina 5: Alongamento e Aquecimento Corporal - Dinâmicas: Círculo de Nós, Imagem do Poema, Imagem da Palavra). Cada grupo vai criar uma brincadeira com essas dinâmicas que possa ser usada em sala de aula e apresentar para os demais grupos.Oficina 6: Categorias do TO: Sentir o que se toca, Escutar o que se ouve, Estímulo de Vários Sentidos, Ver o que se olha. Alongamento e Aquecimento Corporal - Dinâmicas: Hipnotismo Colombiano, Batizado Mineiro, A imagem do som e Série Espaço. Escrita Livre sobre o Ofício de ser professora.Oficina 7: Construção coletiva com exemplos de como podemos inserir a arte para dinamizar a aprendizagem nas aulas com os alunosOficina 8: Construção de cenas curtas abertas para debate - Teatro ForumOficina 9: Outras técnicas do Teatro do Oprimido como a árvore (cajueiro de Natal). Escolha de um tema, que toca o grupo coletivamente e que gostariam de trabalhar artisticamente. Fazer uma pesquisa, dentre as vivências do grupo e o contexto social onde a escola está inserida para exercitar a criação artística. O que querem destacar? De que forma? Oficina 10: Movimentos Espontâneos de Aquecimento - Dinâmicas: Quantos As, Máquina Rítmica, 1,2,3 de Bradford, Imagem de Magritte, Floresta de Sons, Completar a Imagem e Exercícios de ImprovisaçãoOficina 11: Criar de forma coletiva um momento da aula onde a arte esteja presente para enriquecer a aprendizagem de algum conteúdo. Criar uma história coletiva que depois possa ser interpretada pelo grupo para os demais participantes.Oficina 12: Fechamento da criação artística e dos encontros. Criação de um relato coletivo da experiência com o teatro. O Material Audiovisual apresentará o registro de uma jornada sobre a presença da arte em territórios educativos, a partir de oficnas artísticas tendo como base o Teatro do Oprimido, tendo os professores como protagonistas. A ideia é registrar a diferença que o encontro da arte com a educação pode trazer nas formações docentes em contato com suas raízes culturais, tendo como foco a criação de metodologias mais ativas e potentes envolvendo a arte e o impacto da experiência sobre a saúde dos educadores participantes e a qualidade da educação oferecida aos nossos estudantes.
Objetivo Geral: A proposta visa destacar a arte como uma poderosa ferramenta para o fortalecimento da saúde física e mental de professores e cocriação de metodologias ativas e potentes de ensino-aprendizagem, capazes de gerar transformações positivas no ambiente escolar e consequentemente na sociedade. Para isso, busca-se reconectar os professores com a riqueza de suas raízes culturais e expressões artísticas, promovendo a construção coletiva de espaços de arte educação, a partir de oficinas artísticas, com base no Teatro do Oprimido de Augusto Boal, comprometidas com a ética do cuidado e conscientes das questões sociais que atravessam os muros da escola. A iniciativa quer criar um espaço seguro para o desenvolvimento integral dos docentes, permitindo uma jornada de autodescoberta e desenvolvimento de habilidades socioemocionais, a partir das vivências artísticas e culturais, de modo que cada docente seja protagonista do seu papel de educador sem adoecer, tornando-se lideranças nas salas de aula comprometidas com o cuidado de si, do outro e do mundo. Objetivos Específicos: - Oferecer e desenvolver 12 oficinas de Teatro do Oprimido (TO) durante 3 meses com encontros realizados uma vez por semana no Centro Cultural de Petrópolis, totalizando 18 horas de encontros, para professores e professoras da rede pública de ensino de Petrópolis. As oficinas serão gratuitas e com divulgação realizada para toda rede pública de Petrópolis, sendo abertas 40 vagas para que educadores e educadoras possam se inscrever livremente. - Produzir um registro audiovisual de 7 minutos, mostrando as experiências vividas nas oficinas junto aos educadores, no sentido de inspirar, fortalecer e mostrar a potência da conexão arte-educação para gerar transformações sociais e inovações educativas. - CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: - Realizar 2 exibições sociais gratuitas em 2 escolas públicas da cidade de Petrópolis, seguidas de rodas de conversa/encontros gratuitos presenciais ou virtuais e abertos ao público, com a presença de profissionais da cultura e da educação, tendo como tema a importância da presença da arte na escola para potencializar a educação brasileira. O material audiovisual ficará acessível no canal da Espiral Valente no Youtube para divulgação, inspiração e replicações da iniciativa. - Promover o acesso para professores da rede pública de ensino à cultura e oficinas artísticas gratuitas
Em meio ao cenário desafiador do adoecimento docente, torna-se imperativo repensar o fazer educativo nas escolas. O projeto Espiral Valente: Arte e potência nos territórios educativos surge como uma resposta emergencial, propondo uma abordagem inovadora que busca revitalizar o ambiente escolar por meio da integração da arte em suas metodologias de aprendizagem. É incontestável que o corpo docente enfrenta um quadro de estresse, angústia, desmotivação e desvalorização, impactando diretamente na qualidade da educação oferecida. Reconhecendo a urgência de proporcionar novas perspectivas de atuação nos ambientes educativos, a Espiral Valente fundamenta-se na premissa de que a educação é um território de formação para o cuidado ativo. As oficinas serão capazes de cultivar um espaço seguro para desenvolvimento integral dos docentes, por meio das competências socioemocionais, cocriando uma jornada de autodescoberta, crescimento social e emocional, de modo que cada docente seja protagonista do seu papel de educador, tornando-se uma liderança nas salas de aula comprometidos com o cuidado de si, do outro e do mundo. A arte é identificada como um elemento potente capaz de transformar a realidade da educação pública para melhor. A implementação de oficinas artísticas com base no Teatro do Oprimido, visa reconectar os professores com a riqueza de suas raízes culturais e expressões artísticas. Estas experiências sensoriais não apenas são sentidas no corpo e na alma, mas também visam promover reflexões profundas sobre uma educação que considere as vontades do corpo, cuide das emoções e fortaleça as relações interpessoais. A partir da experiência do contato com a arte, professores estarão trabalhando em seu corpo e suas emoções, no sentido de melhorar sua qualidade de vida, ampliar seu olhar para as possibilidades de se fazer educação, construindo de forma coletiva, metodologias mais lúdicas de ensino-aprendizagem, que preservem sua saúde e sejam mais atrativas para os alunos, tendo a arte como mola propulsora do conhecimento. Os recursos solicitados via Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet) são essenciais para garantir a viabilidade prática do projeto, assegurando uma estrutura profissional, administrativa e financeira adequadas à uma ação de grande impacto. A presença da arte na escola, por meio do Espiral Valente: Arte e potência nos territórios educativos, visa tornar o ambiente educativo mais prazeroso e empoderador, promovendo saúde, aprendizagens significativas e formação cidadã. O projeto é um convite poético à diversidade das linguagens artísticas, mostrando que não há educação de qualidade sem educadores e educandos apropriados da cultura de seu território. Muitos professores e alunos da rede pública não tem acesso a programações culturais e oficinas artísticas. Muitas vezes o único local onde podem ter contato direto com a arte é a escola. A cultura escolar aliada às diversas manifestações artísticas pode potencializar todos os resultados e metas da educação. Sendo assim, essa proposta se compromete a captar e canalizar recursos para (I) contribuir para facilitar, a todos, os meios o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, (III) apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores, (V) salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira, (VIII) estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores do conhecimento, cultura e memória (Artigo 1° - Lei nº 8.313 de 23 de Dezembro de 1991). Ao oferecer aos professores o acesso às oficinas artísticas baseadas na técnica do Teatro do Oprimido de forma gratuita, ampliam-se os recursos de se fazer educação a partir de ferramentais culturais, fazendo com que as aprendizagens adquiridas tragam benefícios não só para os professores, mas também aos alunos. A proposta apoia a luta dos educadores contra o adoecimento docente, que já acomete 66% dos educadores brasileiros, e traz a arte para dentro das escolas como elemento capaz de gerar transformações positivas. Quando investimos nos professores, respeitamos o direito de acesso à cultura e à formação continuada, sonhando juntos com uma educação de qualidade para todos os brasileiros, independentemente de sua realidade social. Quando a educação vem acompanhada de nossas raízes artísticas e culturais, nos aproximamos de nossa essência, tornamos o ambiente escolar potente e vemos toda uma sociedade ser transformada por ela. O Projeto Espiral Valente: Arte e potência nos territórios educativos tem finalidade cultural e propósito educativo, com proveito para a sociedade. Para além das oficinas, os registros das experiências vividas serão transformados em material audiovisual de 7 minutos, mostrando o percurso do projeto, bem como a abertura de caminhos para uma educação potente através da arte. Serão contratados profissionais da cultura para tornar a execução do projeto possível e a iniciativa fomentará a produção cultural e artística por meio da produção de material audiovisual. Sendo assim, a proposta contempla os incisos (II) a- produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragens e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural e (V) b- contratação de serviços para elaboração de projetos culturais (Artigo 3° - Lei nº 8.313 de 23 de Dezembro de 1991). Uma educação transformadora, onde a arte ocupa um papel central, pode restituir o encanto ao fazer docente. A escola não deve prescindir de sua riqueza cultural e artística, em uma aprendizagem que respeita a integralidade do ser humano e promove uma sociedade mais consciente de suas raízes, responsabilidade cidadã e potencial para formar agentes de transformação social. Com esta proposta, queremos garantir o acesso dos educadores às aprendizagens e vivências oferecidas pelas oficinas artísticas e disseminar as práticas e conhecimentos obtidos nesta experiência, inspirando outros educadores a incorporarem a arte em seus métodos de ensino. Criar formas de convidar à reflexão sobre o efeito potencializador da arte nos territórios educativos, faz com que ela esteja mais presente e viva em nossas formações educativas, relacionais, pessoais e cidadãs.
Projeto Pedagógico: Serão ministradas 12 Oficinas Artísticas de Teatro do Oprimido para professores/as da rede pública de ensino de Petrópolis/RJ. Público Alvo: professores de instituições públicas de ensino Carga horária total: 18 horas Objetivo Geral: Destacar a arte como uma poderosa ferramenta para o fortalecimento da saúde física e mental de professores e cocriação de metodologias ativas e potentes de ensino-aprendizagem, capazes de gerar transformações positivas no ambiente escolar e consequentemente na sociedade. Para isso, busca-se reconectar os professores com a riqueza de suas raízes culturais e expressões artísticas, promovendo a construção coletiva de espaços de arte educação em instituições públicas de ensino, a partir de oficinas artísticas, com base no Teatro do Oprimido de Augusto Boal, comprometidas com a ética do cuidado e conscientes das questões sociais que atravessam os muros da escola. A iniciativa quer criar um espaço seguro para o desenvolvimento integral dos docentes, permitindo uma jornada de autodescoberta e desenvolvimento de habilidades socioemocionais, a partir das vivências artísticas e culturais, de modo que cada docente seja protagonista do seu papel de educador sem adoecer, tornando-se lideranças nas salas de aula comprometidas com o cuidado de si, do outro e do mundo. Objetivo Específico das Oficinas de Teatro do Oprimido: entendermos melhor a dinâmica da rotina escolar no corpo e a partir das atividades teatrais e das experiências vividas nas cenas, pensarmos juntos em soluções coletivas que possam melhorar a qualidade de vida dos professores e incluir a arte em suas metodologias de ensino de forma lúdica, onde os docentes têm a oportunidade de se envolver de forma mais profunda com o conteúdo e aplicar as lições aprendidas em suas vidas cotidianas e com seus alunos, desenvolvendo identidades saudáveis, capazes de gerenciar emoções, alcançar objetivos pessoais e coletivos, sentir e demonstrar empatia pelos outros, criando redes de apoio e tomando decisões responsáveis e cuidadosas. Justificativa: Em meio ao cenário desafiador do adoecimento docente, torna-se imperativo repensar o fazer educativo nas escolas. O projeto Espiral Valente: Arte e potência nos territórios educativos surge como uma resposta emergencial, propondo uma abordagem inovadora que busca revitalizar o ambiente escolar por meio da integração da arte em suas metodologias de formação docente e de aprendizagem. É incontestável que o corpo docente enfrenta um quadro de estresse, angústia, desmotivação e desvalorização, impactando diretamente na qualidade da educação oferecida. Reconhecendo a urgência de proporcionar novas perspectivas de atuação nos ambientes educativos, a Espiral Valente fundamenta-se na premissa de que a educação é um território de formação para o cuidado ativo. As oficinas serão capazes de cultivar um espaço seguro para desenvolvimento integral dos docentes, por meio das competências artísticas e socioemocionais, cocriando uma jornada de autodescoberta, crescimento social e emocional, de modo que cada docente seja protagonista do seu papel de educador, tornando-se uma liderança nas salas de aula comprometidos com o cuidado de si, do outro e do mundo. Oficinas do Teatro do Oprimido: Metodologia: Técnicas do Teatro do Oprimido Profissionais Envolvidos: Mariana López mais 1 Monitor/a Conteúdos: Oficina 1: Atividade: Introdução ao TO e sensibilização (formação de grupo e relação de confiança para desenvolver o trabalho) Oficina 2: Teatro Imagem e outras formas de dizer o que se pensa (que não por palavras), a Estética do Oprimido. Pensar de forma coletiva como podemos utilizar os exercícios do dia nas aulas com os alunosOficina 3: Aquecimento Corporal e algumas dinâmicas de grupo ( Bons Dias, Cinco Gestos e Testa Nariz e Queixo, Círculo de Rítmos Monteiro Lobato, Meios de Transporte e O Jogo do Poder. Criação de Personagens - Iniciação à Dramaturgia - Quem é esse personagem, o que ele deseja, qual seu ponto forte e sua maior fragilidade? Nesta oficina vamos exercitar "se tornar" o personagem, mostrando que quando mais se acredita poder ser outro, melhor é sua interpretação! Oficina 4: Improviso de cenas curtasOficina 5: Alongamento e Aquecimento Corporal - Dinâmicas: Círculo de Nós, Imagem do Poema, Imagem da Palavra). Cada grupo vai criar uma brincadeira com essas dinâmicas que possa ser usada em sala de aula e apresentar para os demais grupos.Oficina 6: Categorias do TO: Sentir o que se toca, Escutar o que se ouve, Estímulo de Vários Sentidos, Ver o que se olha. Alongamento e Aquecimento Corporal - Dinâmicas: Hipnotismo Colombiano, Batizado Mineiro, A imagem do som e Série Espaço. Escrita Livre sobre o Ofício de ser professora.Oficina 7: Construção coletiva com exemplos de como podemos inserir a arte para dinamizar a aprendizagem nas aulas com os alunosOficina 8: Construção de cenas curtas abertas para debate - Teatro ForumOficina 9: Outras técnicas do Teatro do Oprimido como a árvore (cajueiro de Natal). Escolha de um tema, que toca o grupo coletivamente e que gostariam de trabalhar artisticamente. Fazer uma pesquisa, dentre as vivências do grupo e o contexto social onde a escola está inserida para exercitar a criação artística. O que querem destacar? De que forma? Oficina 10: Movimentos Espontâneos de Aquecimento - Dinâmicas: Quantos As, Máquina Rítmica, 1,2,3 de Bradford, Imagem de Magritte, Floresta de Sons, Completar a Imagem e Exercícios de ImprovisaçãoOficina 11: Criar de forma coletiva um momento da aula onde a arte esteja presente para enriquecer a aprendizagem de algum conteúdo. Criar uma história coletiva que depois possa ser interpretada pelo grupo para os demais participantes.Oficina 12: Fechamento da criação artística e dos encontros. Criação de um relato coletivo da experiência com o teatro.
Todos os espaços utilizados para as oficinas e exibições estarão equipados com todas as medidas de acessibilidade exigidas pela Lei Rouanet. As escolas públicas já são espaços adaptados à pessoas com necessidades especiais devido a Lei nº 13.146/2015, Lei Brasileira de Inclusão (LBI), que tem como objetivo assegurar e promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania. Como as oficinas e exibições acontecerão dentro de instituições públicas de cultura e ensino, serão asseguradas a presença de estruturas físicas como rampas, banheiros adaptados e piso tátil. Se algum professor participante das oficinas for PcD visual, auditivo ou intelectual, necessitando de algum apoio de áudiodescrição, intérprete de libras, monitores treinados para trabalhos desta natureza e que a sala possua preparação cuidadosa e sensorial para portadores de TEA, o projeto Espiral Valente: Arte e potência nos territórios educativos conta com organização de recursos financeiros e profissionais para atendê-los, lembrando que muitas escolas já fazem uso desses profissionais de Educação Inclusiva.
Serão abertas 40 vagas para as oficinas artísticas com base no Teatro do Oprimido (TO) para professores, de forma gratuita e sem nenhum tipo de processo seletivo. A oportunidade será divulgada em toda rede pública de Petrópolis, sendo oferecidas 18 horas de oficinas, que acontecerão 1x por semana com duração de 1h30min cada. Para contemplar a democratização ao acesso, atenderemos ao inciso VI – realizar gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;O material audiovisual resultante da jornada de oficinas será exibido também de forma gratuita em 2 escolas da rede pública de Petrópolis seguidas de rodas de conversa com a presença de profissionais da cultura e da educação de forma gratuita, democrática e acessível. Deixaremos o material disponível online no canal da Espiral Valente no Youtube para divulgação, inspiração e replicações da iniciativa em outros espaços.
MARIANA LÓPEZ (dirigente da instuição proponente): Elaboração e Coordenação Geral do Projeto, responsável pela captação de recursos, gestão da execução do cronograma de atividades do projeto e transparência na prestação de contas. Será também responsável pela mediação das Oficinas do Teatro do Oprimido junto à um/a monitor/a. Mestre em Educação (UNIRIO), Educadora Física (UFRJ) e Social, há 16 anos desenvolvendo e coordenando projetos na área de arte, saúde e educação no Brasil e na América Latina. Psicomotricista Educacional, Oficineira do projeto “Encontro com o Boal e o Teatro do Oprimido”, Multiplicadora da técnica do Teatro de Oprimido (TO) em escolas e Idealizadora e Coordenadora do Projeto Espiral Valente: promoção de saúde e prevenção do adoecimento docente no contexto escolar. Membro da Equipe de profissionais do NASF/Petrópolis – Programa Saúde da Escola e Formação de Grupos Comunitários: atividades físicas e corporais utilizando como base a técnica do TO. Ganhadora do Prêmio Ecofuturo de Educação para a Sustentabilidade com a realização de um projeto de arte educação para crianças vivendo em situação de vulnerabilidade social. Coordenadora do Projeto Educativo Abrindo a minha cabeça tem o quê lá dentro? Uma das realizadoras do Projeto Grafitando com os Anjos, oficinas de graffiti para crianças e adolescentes do Morro dos Anjos/Caxambu- Petrópolis. Participante das Bibliotecas de Rua Itinerantes e dos Festivais do Saber: Cultura e Conhecimentos Populares em comunidades no Brasil e América Latina. MIRIAM BARRUTIA – Responsável pela estratégia de comunicação, gestão das mídias sociais e realização do Designer Gráfico da logo do projeto, dos materiais de divulgação e comunicação e portfólios. Também será a responsável pelo registro de imagens das oficinas e edição do material audiovisual final. Formada em Arquitetura com enfoque digital com especialização em Desenho e Comunicação em Publicidade. Artista multidisciplinar, tem experiência nas áreas de audiovisual, ilustração, escrita, designer gráfico e música. Realizou diversos trabalhos na área da cultura e das artes, tais como: Exposições (Sesc Quitandinha e Museu Casa do Colono), Livros: Autah "A Menininha mais Feliz" como ilustradora e "Minimis na Cidade que Desmorona" como autora e ilustradora, Designer Gráfico para o Centro de Defesa dos Direitos Humanos de Petrópolis, Documentário: Contando a História do Agroecovida, Filmagem e edição: Casa das Margaridas, Desenho Gráfico: Guarany eu sou o Menino do Cinema Paradiso, Memória Cultural Petropolitana 1 e 2, Cinema é Drops e Prêmio Argila. Capa de discos: Alexandre Gialluisi e Raimundo Neves, cantor venezuelano residente em Madrid.
PERÍODO DE EXECUÇÃO DO PROJETO ATUALIZADO.