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PRONAC 2410004Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

TCHIRIBIM TCHIRIBOM - CANTANDO PELO MUNDO

FORTUNEE JOYCE SAFDIE PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 521,6 mil
Aprovado
R$ 521,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-03-03
Término
2025-12-31
Locais de realização (10)
Salvador BahiaFortaleza CearáVitória Espírito SantoBetim Minas GeraisCuritiba ParanáRecife PernambucoDuque de Caxias Rio de JaneiroRio de Janeiro Rio de JaneiroFlorianópolis Santa Catarina

Resumo

Realização de 10 apresentações em cidades brasileiras do espetáculo de teatro musical Tchiribim Tchiribom-Cantando pelo mundo, que através de músicas populares infantis dá volta ao mundo passando por lugares como a China, Senegal, Itália, México, Nova Zelândia, França, Israel, Egito e outros. No decorrer do espetáculo, e em tom de brincadeira, descobrimos objetos, personagens e peculiaridades de cada região do mundo.

Sinopse

Roteiro do espetáculo: Duração: 60 minutos Abre Mais a Roda (Brasil) Tema do folclore brasileiro abre o espetáculo convidando as crianças a ampliarem a roda, criando uma comunhão entre crianças da plateia e os artistas do palco. O número de abertura do espetáculo teatral faz referência às brincadeiras infantis brasileiras. Através do esconde-esconde, roda-roda, palmas e ciranda, os contadores de história mostram os jogos tradicionais que vieram dos povos que deram origem a cultura brasileira: o índio, o branco e o negro que agregaram valores e virtudes à nossa vida. Epo I Tai (Nova Zelândia) Falamos de alguns temas atuais como a sobrevivência numa nova terra... Na segunda cena do espetáculo, Fortuna e os contadores de história se transformam no povo Maori, os primeiros habitantes da Nova Zelândia. Diz a lenda que a tribo chegou em pequenas canoas das ilhas polinésias e é assim que nossos contadores aportam na ilha. Cantando “Epo I Tai” que quer dizer “Eu não sou triste eu serei feliz”. Sobre nós um céu sem fim (China) Na terceira cena, quando nossos contadores chegam à ilha, ficam impressionados com a beleza do lugar, olham para as árvores, o mar e são surpreendidos pela imensidão do céu estrelado. É debaixo deste céu que nossos contadores vão descansar e é a Fortuna que vem velar o sono deles, permitindo que a criança que habita em cada um deles possa sonhar, crescer e se tornar os indivíduos que vivem no bem, em paz e se tornam pertencentes, protegidos pelo imenso céu ao redor. Cesto de Bambu (China) Quando nossos contadores despertam na quarta cena, estão na China, próximo deles além das bolachinhas e o suave aroma do chá chinês, há um cesto de bambu... ao descobrirem o que tem no cesto, nossos contadores montam nos burrinhos e vão se aventurar cruzando a muralha da China, passam pelo Quirguistão, Cazaquistão e Paquistão até chegar na Itália com o segredo do cesto de bambu... “O que tinha lá?” História do Macarrão (Itália) Alguns fatos históricos foram incorporados nas letras, muita vezes inusitadas. É o caso, por exemplo, da tarantela. Ao abrir o cesto de bambu Fortuna e nossos contadores encontram “O Macarrão”. Eis que em meio a comilança e a tarantela aparece um velho professor que nos conta que o macarrão nasceu na China, mas foi na mão dos italianos “que ele virou coisa fina”. Martinha Bonitinha (Itália) Ainda na Itália, nossos contadores de história encontram na sexta cena “a Martinha” ... uma menina muito bonita mas também muito triste: ela tinha um cachorro, uma gata, um galo, uma galinha... e mesmo assim se sentia muito sozinha... Por que? O que é que ela tinha? Os contadores apresentam para Martinha o João, um rapaz que lhe ensina uma nova maneira de ver a vida. Voar! Para crianças (Itália) Fortuna e os contadores de histórias se despedem de Martinha, do João e de toda a Itália voando pelo infinito céu azul, e quanto mais alto eles voam, mais feliz eles se sentem. Na Na Iê – Maria Farinha (África) Na oitava cena, Fortuna e os contadores de história chegam na África onde encontram os Iorubás, que contam a história da “Maria Farinha” um caranguejinho amarelinho que corre veloz, têm uma pinça gigante e outra menor. Neste momento nossos contadores voltam a ser crianças e perseguem os caranguejinhos na areia. Gan Gan Gan Gan Gai (África) Ainda na África, nossos contadores de histórias aprendem a cantar uma música em “Yorubá”: o idioma da família linguística nigero-congolesa falado secularmente em diversos países ao sul do Saara, Nigéria, Benim e Togo. A maneira de cada um, nossos contadores vão se apropriando dos passos da alegre dança africana. Mariá (África) A caminho da Serra Leoa, Fortuna e os contadores de história conhecem Mariá, uma garota que se arruma todos os dias para se encontrar com o mar. Abraçados pelo som do reggae, um ritmo dançante e suave, os contadores admiram Mariá a surfar como uma sereia no oceano. Senegal (África) É na décima primeira cena que chega o momento de nossos contadores de histórias se despedirem da África. Dentro de um navio, Fortuna vê quantos amigos fez, tantas pessoas incríveis que conheceu e como é difícil dar adeus a todos eles. Enquanto olha de longe, Fortuna nos lembra que um dia, há muito tempo atrás, o Senegal e o Ceará foram o mesmo lugar e diz aos contadores de história que mesmo distantes algo ainda é igual entre esses dois territórios e canta o baião que aprendeu no Senegal. Cameloteca (Egito) Baseada em uma história de verdade, do vizir Abdul Kassem Ismael, que amava a leitura e montou uma biblioteca, em ordem alfabética, em um de seus camelos. No Oriente Médio, Fortuna e os contadores de história montam em cima de camelos e vão conhecer a terra de Sherazade e das mil e umas noites. Mas ao invés de encontrar com o rei Shariar, nossos contadores encontram um vizir chamado Abdul Kassem Ismael que assim como o rei, também gosta muito de histórias. E embalado pelo som da Pérsia, o vizir escuta a história da viagem de Fortuna e seus companheiros. Cai a Noite (Israel) Já é noite na décima terceira cena. Fortuna e seus companheiros de viagem chegam a Israel e junto da comunidade judaica eles fazem uma roda em volta do fogo, que tem uma importância grande e recebe uma benção especial, pois o fogo representa a luz que nos protege da escuridão, que ilumina as difíceis circunstâncias vindas de lugares inesperados, proporcionando a renovação, sabedoria, a paz e o perdão. Tchiribim Tchiribom (Israel) A cena que recebe o título do espetáculo mostra os contadores de histórias e Fortuna no porto de Haifa a espera de um navio que irá levá-los a Paris. Com fome, nossos aventureiros vão até uma lanchonete onde o cardápio é diferente de tudo que eles já haviam visto até agora. O cozinheiro explica que sua cozinha é Kasher e como em Haifa vivem muitos árabes, ele pode preparar um bom falafel. Satisfeitos, Fortuna e os contadores de histórias sobem no navio e se despedem de Israel ao som de uma canção idische chamada tchiribim tchiribom. Era uma vez um marinheirinho (França) Chegando na França, Fortuna e seus amigos conhecem “ O Marinheirinho”, que lhes conta a difícil aventura de sua primeira viagem de navio: perdidos no meio do oceano, os companheiros do Marinheirinho resolveram que iriam comê-lo inteiro... eis que um milagre acontece e o Marinheirinho consegue ser salvo. La Bamba (México) Com chapéu mexicano Fortuna e os contadores de história se transformam em uma trupe de equilibristas. Enquanto Fortuna canta, os “novos trapezistas” fazem um pouquinho de graça e tentam até fazer uma pirâmide humana ... y arriba y arriba... Manacá (Japão) A poesia impregna alguns momentos do espetáculo: SAKURA, uma cerejeira e uma pérola de melodia pentatônica do Japão que se transformou em Manacá. Depois da bagunça no México, os contadores de histórias e Fortuna são fisgados pelo cheiro de um Manacá que os leva até o Japão. Diante do Manacá nossos amigos desfrutam a delicadeza da natureza e da cultura japonesa: “Como pode uma flor de doce aroma nascer branca e se tornar rosa ou lilás depois de madura?” Ô Que Sopa (Romênia) Enfim... algo que resumiria bem o espírito deste trabalho para crianças e suas famílias é a frase da canção-história. Chegamos enfim à última cena e também última parada da nossa viagem. Fortuna e os contadores de histórias chegam à Romênia onde conhecem uma comunidade de ciganos. Simpáticos e acolhedores os ciganos cantam, dançam e oferecem a toda turma uma sopa: “Mas o que tem na sopa?” Tem bagunça e alegria. E assim na estação, Fortuna e os contadores de história esperam o trem que os levará de volta para casa.

Objetivos

Trabalho idealizado por Fortuna e Hélio Ziskind, as melodias de vários cantos do mundo tiveram as letras, originalmente cantadas no idioma de cada país, traduzidas, outras foram adaptadas para encontrar o significado mais próximo ao linguajar dos nossos pequenos. O fio condutor para a montagem desse roteiro de melodias, algumas pertencentes à tradição de países vários, é o que permeia o universo infantil, a liberdade do jogo associada ao fato de que a música não se prende a barreiras. O fator predominante é a imaginação da criança enquanto fonte propulsora de voos, conquista lúdica de novos territórios, jogo de afinidades e entendimento imediato que vem da força pura e simples da melodia que a todos une e encanta. Um percurso que sai do Brasil vai para Nova Zelândia, China, passa pela Itália, desce para o Senegal, sobe para o Egito, vai para Israel, entra no Mediterrâneo, chega na França, vai até o México, dá a volta ao mundo de novo indo até o Japão e acaba finalmente na Romênia. Existe uma leve ligação entre elas, mas é como se pegássemos as músicas dos outros lugares do mundo para brincar aqui no Brasil. As melodias, muitas bem antigas, são características de cada lugar. Elas são muito fortes, bonitas e convidativas: por trás das escalas musicais, de cada canção, existe uma cultura milenar, própria daquela região. Cada música contém uma pequena história, algumas bem engraçadas, insólitas, outras lúdicas, poéticas, e algumas com trava língua e brincadeiras.O Brasil, com todas as suas migrações e miscigenações, é também um caldeirão de diversas culturas. Numa época em que as crianças em inúmeras regiões do mundo estão expostas a conflitos e guerras de diferentes contornos e são as que mais sofrem em um jogo de interesses que lhes é completamente alheio, privadas de seus direitos básicos e de usufruir de uma fase única de suas vidas. Pareceu-nos que esse trabalho poderia, de certa forma, contribuir para lhes dar voz através das tradições cantadas por seus iguais de diferentes espaços geográficos, uma possibilidade de alcançar, através da música e do universo lúdico da criança, a diversidade cultural que dialoga, convive e se harmoniza. A música está presente em todas as culturas atravessando fronteiras sem pedir licença. OBJETIVOS GERAIS O espeta´culo dialoga com o pu´blico e apresenta questo~es importantes como: - Diversidade cultural - Geografia - Tradiça~o oral - Musicalidade - Expressa~o Corporal - Dia´logo entre geraço~es e etnias diversas OBJETIVOS ESPECI´FICOS O projeto pretende atingir um pu´blico de pelo menos 4.500 pessoas entre adultos e crianças e, atrave´s dessa representaça~o teatral: - apontar um olhar as inu´meras possibilidades arti´sticas e musicais das canço~es do mundo, num momento importante da sua formaça~o; - falar para as crianças, de maneira lu´dica e teatral, das diferentes possibilidades e´tnicas existentes no mundo; possibilitando o conhecimento de outras culturas, o reconhecimento de diferentes costumes e rai´zes pro´prios de cada pai´s; identificar as diversas etnias existentes em nosso pai´s. - permitir que o pu´blico possa vivenciar e embarcar nesta viagem ao redor do mundo, se apropriando musicalmente de temas onde na~o existem fronteiras. Tchiribim Tchiribom-Cantando pelo mundo e´ um espeta´culo, que atrave´s de mu´sicas populares infantis da´ volta ao mundo de navio passando por lugares como a China, Senegal, Ita´lia, Me´xico, Nova Zelândia, França, Israel, Egito e outros. No decorrer do espeta´culo, e em tom de brincadeira, descobrimos objetos, personagens e peculiaridades de cada regia~o do mundo e de certa forma existentes no Brasil, atrave´s da cultura dos imigrantes. A cenografia, a iluminaça~o e os figurinos apresentam diversos recursos para atrair a atença~o das crianças, envolvendo-as num mundo de novidades e curiosidades. O cena´rio, inteiramente branco, e´ composto por uma grande rotunda de malha com sobreposiça~o de macrame´ e 6 pernas laterais onde a luz e´ projetada configurando as cores dos pai´ses retratados. Os adereços consistem em objetos caracteri´sticos dos pai´ses ou da histo´ria contada pela mu´sica: chape´us, cestos de bambu, remos, camelos, macarra~o, animais e utensi´lios diversos. O figurino e´ contemporâneo e atemporal. Foi desenvolvido pensando na praticidade e tambe´m no lu´dico. Tanto a protagonista quanto os outros atores do espeta´culo usara~o uma roupa ba´sica que sera´ acompanhada, nas cenas, de elementos sobrepostos: no corpo, na cabeça, nas ma~os.

Justificativa

Este é um projeto de artes cênicas que busca apoio através da lei de Incentivo no 8313/91 para sua realização. O Art.1º da referida lei elenca uma série de possibilidades que os projetos devem estar adequados. Este projeto, especificamente, se enquadra nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Já com relação ao Art. 3º da mesma lei o projeto atenderá aos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Trabalho idealizado por Fortuna (artista e proponente deste projeto) e Hélio Ziskindi (autor da versão/adaptação das letras), visa desenvolver o respeito aos valores culturais nacionais e de outras culturas do mundo. Assim como proporcionar a difusão de bens culturais e ampliar os formadores de conhecimento, cultura e memória. Trata-se de um espetáculo, nesta nova proposta, de abrangência nacional, de intérpretes e autores comprometidos com a cultura e a criação nacionais. O fio condutor para a montagem desse espetáculo, baseado em melodias de diversos países, que permeiam o universo infantil, é a liberdade do jogo associada ao fato de que a música não tem barreiras. O fator predominante é a imaginação da criança enquanto fonte propulsora de vôos, conquista lúdica de novos territórios e entendimento imediato que vem da força pura e simples da música. Nosso mundo cada vez mais eletrônico e industrializado tem nos afastado de nossa tradição, por isso o espetáculo nos convida para uma viagem de resgate cultural e aventuras através da música. A proponente Fortuna dá sequência ao seu tradicional trabalho de apresentar músicas do mundo, levando este universo de povos e culturas de forma divertida para o público infantil. As crianças, atualmente, já nascem conectadas, portanto ao propor uma viagem melódica pelo mundo estamos reforçando, ludicamente, sua imersão no âmbito cultural diversificado. Um mundo que foge aos estereótipos e propõe um conhecimento e apreciação de culturas distintas, diferentes do seu cotidiano. É uma forma também de incutir valores como aceitação, companheirismo, integração, respeito às diferenças. Dentro da Convenção sobre os Direitos da Criança encontram-se implícitos dois dons inatos aos cidadãos do mundo: - a música que desconhece fronteiras e é uma das vias de acesso à cultura e à comunhão, - e a imaginação das crianças que tampouco concebe limites. Todas as letras foram traduzidas ou adaptadas para deixar o significado mais próximo ao linguajar infantil. As melodias escolhidas, de vários lugares do mundo, contam uma história referente a esses lugares. Tal associação contribuiu para fortalecer o desejo de, a partir de uma pesquisa de faixa etária de a partir de 3 anos, criar um espetáculo teatral, uma proposta de viagem mundo afora através das canções do repertório de crianças de diferentes rincões do planeta.

Estratégia de execução

Ingressos: R$30,00/40,00/50,00 Público esperado: 4.500 pessoas Característica do público alvo: Pais e filhos Faixa Etária: até 6 anos Classe Econômica: Todas Mobilização de profissionais das áreas de música, dança, cenografia, produção, técnicos de iluminação, sonorização, foto e filmagem, contrarregragem, direção de espetáculo, profissionais da imprensa, TV, radio, internet e tantos outros como professores que replicam as cenas em sala de aula. O projeto tem atividades para o público jovem: Vivência cultural com pais e filhos (público alvo) - dinâmica de 1H30 de duração onde Fortuna fala sobre a origem das músicas do espetáculo, ensina a coreografia, o gestual, brinca com as rimas e troca-letras de algumas mais músicas. A ser realizado na manhã do dia do espetáculo, com inscrição gratuita. Contrapartidas: - 20% dos ingressos para ongs, escolas públicas e creches de baixa renda além das instituições que cuidam de crianças especiais - O projeto oferece apresentações com audiodescrição e tradução em libras - Vivências para pais e filhos com entrada gratuita Diversidade: O espetáculo é realizado por atores de diferentes etnias e trata da diversidade de raças e povos de diversos cantos do mundo, como o Japão, África, Italia, França, tribos da Nova Zelândia e outros. O nosso Brasil é um dos maiores exemplos de diversidade humana, abrigando povos de todos os cantos do mundo. As crianças convivem com essa diversidade e o espetáculo as leva a conhecer um pouco dos países de origem através da música, figurinos e coreografia, além da letra das músicas traduzidas e/ou adaptadas para o português . Nessas letras estão contidas as formas de cultura com as quais convivemos em todas as regiões do nosso país.

Especificação técnica

A cenografia, a iluminação e os figurinos apresentam diversos recursos para atrair a atenção das crianças, envolvendo-as num mundo de novidades e curiosidades. O cenário, inteiramente branco, é composto por uma grande rotunda de malha com sobreposição de macramé e 6 pernas laterais onde a luz é projetada configurando as cores dos países retratados. Equipamentos de som: Sistema de P.A. 01 Console de Mixagem Digital de 48 canais (Referência: YAMAHA CL5, M7CL) 04 conjuntos de Caixas de som para o público(Line Array Estereo (ref. L’Acoustics, d&b AudioTechnik e Meyer Sound) 01 Sistema de Intercom silencioso Sistema de Monitor 01 Console de Mixagem Digital de 48 canais (Referência: YAMAHA CL5, M7CL) 01 Sistema de Intercom silencioso 01 Amplificador de Fones 8 canais com Cabos para Fones (Utilização Estéreo) 06 Headphones KOSS Porta Pro 06 Monitores 01 Sistema de distribuição de Antenas, Com antenas e booster 01 Multicabo Splliter 48/8 Back Line 10 Cabos de Instrumento (P10xP10) 01 Bateria Completa com 4 Estantes (Mínimo duas tipo Girafa),(ref.Yamaha, Mapex, Pearl, Sonor ou Tama ) 01 acrílico para Bateria 01 estante em “x” para Teclado 01 Amplificador de Baixo e Gabinete ( ref.Ampeg, SWR, Mark Bass ou Gallien Krueger (4x10) 01 Combo Fender Twin Reverb ou Roland Jazz Chorus 09 Praticáveis Pantográficos 2x1m 16 Pilhas AA por espetáculo Microfones e Pedestais 01 Beta 52 01 SM 57 03 SM 81 03 SM 58 01 e609 02 e604 02 Shotguns 07 ULXD com Capsula DPA 4088 ou 4066 06 Direct Box 05 Pedestais curtos 02 Pedestais Médios 03 Pedestais Longos Equipamentos de luz: 22 Source Four 08 Fresnel 1k (com bandoors) 12 Ribalta RGBW 31 PAR LED RGBW 08 Moving ROBE Washbeam 1200 MMX 09 Elipsoidal 26° 10 Elipsoidal 36° 04 Elipsoidal 25°/50° 01 Mesa digital 60 canais ( Ref. Avolites Pearl ) 01 Canhão Seguidor 2000W 02 Máquinas de Fumaça

Acessibilidade

Espaço: A escolha dos teatros considerará aqueles que apresentarem completa infraestrutura para todos os tipos de deficiência, como banheiros adaptados, rampas de acesso para cadeirantes, locais reservados na plateia, recepcionistas à disposição e todas as normas de segurança necessárias. Internet: O espetáculo estará disponível pela internet para fruição de pessoas impossibilitadas de assistir ao vivo, que será gravado em vídeo e divulgado previamente. Áudio descrição: E ainda, haverá estrutura contratada pelo projeto para o público portador de necessidades especiais, como áudio descrição em duas das apresentações. Essa ação inclui a contratação de equipamentos e profissionais competentes. Transcrição em Libras: Realizaremos duas apresentações com transcrição em libras, devidamente divulgadas antecipadamente.

Democratização do acesso

O projeto promoverá ações que ampliam a fruição deste projeto para que todos possam exercer o seu direito à cultura, independente de nível sócio econômico, deficiências, etnia, faixa etária e até de domicílio, atendendo ao quanto disposto no art. 215 da Constituição Federal. Em atendimento ao Art. 21. da IN nº 05/2017 o proponente se propõe a realizar as seguintes atividades para ampliar um acesso mais amplo ao produto cultural: Inciso III - disponibilizar na Internet registros audiovisuais dos espetáculos, exposições, atividades de ensino e outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; Inciso IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Inciso VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; As apresentações serão realizadas em ambientes fechados, que atendam aos requisitos de segurança, facilitando o acesso e a visibilidade de todos. Haverá um empenho da produção em realizar a temporada prevista em locais situados em diferentes regiões da cidade. Isto potencializa o afluxo de um outro público mais próximo do local das apresentações. Estratégia de difusão para ampliar o acesso e a contrapartida social Disponibilizaremos ingressos para venda aos beneficiários do Programa Vale Cultura, destacando a informação em todas as formas de divulgação (ingressos, banners, anúncios, programas). Os ingressos serão vendidos a preços acessíveis, com campanhas especiais a R$30,00 e gratuidade a 20% da capacidade da plateia de cada teatro. Realização de oficinas em cada cidade onde o projeto se realizará, com a coordenação da cantora Fortuna.

Ficha técnica

Voz: Fortuna Cantores/bailarinos: Denise Yamaoka, Duda Moreno, Raquel Rosa e Elcio Bonazzi ou Luana Bichiqui, Felipe Javan, Anna Galli e Rafael Pucca Diretora assistente e Coreografia: Juliana Garavatti Figurinos: Luciano Ferrari Cenografia: Luis Rossi Iluminação: Vinicius Requena e Roberto Lage Sonorização: Marcel Bertoldi Produção executiva: Márcia Cavallini Direção de produção: Lilian Sarkis Direção geral: Roberto Lage FORTUNA – Cantadora de estórias e compositora brasileira, pesquisadora de músicas do mundo, Fortuna estabelece pontes entre sua música e diversas culturas do mundo. Em novembro de 2008, a cantora lançou, o CD, o DVD e o espetáculo Na Casa da Ruth. No repertório, poemas da escritora Ruth Rocha musicados por Hélio Ziskind, com direção de Naum Alves de Souza. Em outubro de 2012 Fortuna lançou o CD Tic Tic Tati, com poemas e histórias da escritora Tatiana Belinky, também musicados por Hélio Ziskind e recebeu duas indicações para o 24o Prêmio da Música Brasileira nas categorias Álbum Infantil e Projeto Visual. Foi vencedor do Prêmio Governador de Estado 2014, na categoria “Arte para Crianças”, pelo voto popular. Em 2017, seguindo a parceria de sucesso com Hélio Ziskind, Fortuna lança o seu terceiro CD infantil: Tchiribim Tchiribom-Cantando pelo Mundo. Um passeio pelas tradições musicais de povos e regiões ao redor do mundo, como China, Israel, África, Itália, México e Nova Zelândia. Direção de Roberto Lage e Fortuna como uma “cantadora de histórias”. Transformado em espetáculo de teatro musical, já realizou diversas apresentacões em São Paulo e a meta agora é levar essa viagem musical ao público de outros estados do Brasil. HÉLIO ZISKIND - é músico, compositor, produz CDs infantis, trilhas para Rádio e TV. Prêmio Sharp de Música (1988) para melhor disco infantil ("Quero Passear") e de melhor Canção infantil ("A Noite no Castelo"). Prêmio Sharp de Música (1995) de melhor canção infantil ("Sono de Gibi"). Prêmio Sharp de melhor CD infantil (1998) "Meu Pé Meu Querido Pé". Em outubro de 2000 lançou seu segundo CD infantil: O Gigante da Floresta. Consultor pedagógico do programa Castelo Ra Tim Bum para a área de música. ROBERTO LAGE - Prestigiado encenador paulista nos vários gêneros do teatro. À Flor da Pele, de Consuelo de Castro, em 1976 (Prêmio Molière de melhor direção). Na década de 90, além de trabalhar com Celso Frateschi, com quem funda o Ágora, assina direções no Brasil e em Portugal, levando aos palcos sucessos como "Para Tão Longo Amor" (1994), de Maria Adelaide Amaral; "Uma Noite e Tanto" (1995), com o grupo acrobático Fratelli; "Beijo no Asfalto", de Nelson Rodrigues, e "A Ópera do Malandro", de Chico Buarque, em 1996; "Cheque ou Mate" (1997), de Ricardo Semler, com Raul Cortez; "Anjo na Contramão" (1998), de Gianfrancesco Guarnieri; e "Clips e Clops", espetáculo de clowns (Prêmio da APCA como melhor diretor). Em 1999, recebe o Apetesp de melhor direção, pelo infantil, "Foi Ela Que Começou...". Já dirigiu mais de 50 peças, a última, o infantil “O Reizinho Mandão” indicado como melhor direção- Prêmio FEMSA de Teatro Infantil e Jovem. LILIAN SARKIS - Atriz, Produtora e Administradora, tem especialização em Artes e Licenciatura em Letras pela UNESP (1975) e como atriz pela EAD/USP (1981). Tem vasta experiência na área de produção e administração, atuação com diretores e promotores como José Possi Neto (Lilith, a Lua negra e Emoções Baratas), Gabriel Vilela (A guerra santa, A rua da Amargura), Francisco Medeiros (Homeless), Ruth Escobar (3º, 4º e 5º Festival Internacional de Teatro), Iacov Hillel (As 4 meninas, O violinista no telhado), Ligia Cortez (A entrevista, A História de D.Genevra), SESC (07 edições do Festival Todos os cantos do Mundo, no Sesc Pompeia). Foi Coordenadora dos Teatros da Secretaria Municipal de Cultura (de 1992 a 1995). Desde 1995 é produtora da cantora Fortuna, tendo produzido CD’s (Mediterrâneo, Mazal, Caelestia, Encontros, Novo Mundo, Na Casa da Ruth, Tic Tic Tati e Tchiribim Tchiribom), DVD’s (Mediterrâneo, Caelestia, Novo Mundo, Na Casa da Ruth, Tic Tic Tati e Novos Mares). GABRIELLA ROSSI - cantora/bailarina, é soprano paulistana, em 2011 foi cantora do Centre de Perfeccionament Plácido Domingo em Valencia – Espanha. Participou de diversas montagens, destacando-se: “Moscou, de Tcheryomushki”, “L'Elisir D'Amore”, de G. Donizetti, “Orfeu no Inferno”, de J. Offenbach, “O Franco Atirador”, de C.M. Weber, “A Viúva Alegre”, de Franz Lehar, “O Amor das Três Laranjas”, de Prokofiev e outros. DENISE YAMAOKA - cantora/bailarina, é mestranda em Música (UNESP), formada em Canto Lírico, cantora pelo CEV-Centro de Estudos em Voz e graduada em artes cênicas pelo Teatro-Escola Célia Helena. Participou das óperas “As Bodas de Fígaro” de W. A. Mozart; Carmen – Bizet e “Tommy” (opera rock) – The Who e outras. Atuou como solista no concerto em homenagem à Gilberto Mendes dirigido pelo maestro João Carlos Rocha; como atriz-cantora, participou dos espetáculos “A Arca de Noé” e “Os Saltimbancos” com a Banda Sinfônica de SP e em musicais infantis como “O canto das vitaminas” de Biah Carfig e o espetáculo “Tic Tic Tati” com a cantora Fortuna e dirigido por Roberto Lage. DUDA MORENO, cantor e bailarino, tem formação em dança e teatro (Teatro Escola Célia Helena), trabalhou com profissionais como Ivaldo Bertazzo, Antônio Nóbrega, Andréa Bassit, Regina Galdino, Fernando Nitsch, Petrônio Nascimento, José Possi Neto, Walter Carvalho e outros diretores renomados no teatro e na publicidade. ELCIO BONAZZI - cantor/bailarino. Cursou artes dramáticas no SENAC, tem formação em Ballet, Sapateado, Jazz e Danças Urbanas pela "Ballet e Cia Vivien Fortes”. Nos palcos, protagonizou “O Musical Mamonas”, participou do musical,“Cantando na Chuva” ao lado de Claudia Raia e Jarbas Homem de Mello, “Simbora O Musical – A História de Wilson Simonal” como Mielle, “Rock in Rio 30 anos” como Cazuza, Emsemble em “Crazy For You”, “Um Violinista no Telhado” com Zé Mayer e “Zorro o Musical. RAQUEL ROSA - swings, é atriz e bailarina, participou em espetáculos musicais da Walt Disney: “A Árvore de Natal do Mickey”, “O Rei Leão”; “Sonho e Fantasia”; “Paradas Disney”. Trabalhou como coreógrafa, diretora de cena e preparadora de atores, na Maurício de Sousa Produções. RAFAEL PUCCA - swings, é ator, cantor e diretor tem atuado em diversos espetáculo teatrais e musicais como Godspell – Musical (2016/2017) – Jesus Cristo, dir: Dagoberto Feliz, Avenida Q (2013/2010). Dir. Christina Trevisan. Hair (2017), A Bela e a Fera (2017), Patrulha Salvadora - SBT (2014) ANNA GALLI - Arte-educadora licenciada pela Unesp (2013) e atriz pós-graduada pela Escola Superior de Artes Célia Helena (2016); contadora de histórias, produtora e agente cultural. Atualmente trabalha como diretora de palco e assistente de direção artística em eventos corporativos; é oficineira de Arte e Cultura e agente cultural em na residência terapêutica Sig; co-fundadora do coletivo teatral Quem Conta Comigo, que pesquisa linguagens e atividades para crianças (leitura mediada, oficinas educativas, teatro e narrações de história digitais).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Aracaju Sergipe