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Realização de exposição cultural imersiva comemorativa dos 30 anos de existência da Ação da Cidadania. A mostra é baseada na ideia de FALTA e, em contraposição, na potência da alegria, criatividade e solidariedade. Produto: Exposição Cultural/de Artes.
A exposição temporária “Ação da Cidadania – 30 anos contra a fome, a miséria e pela vida”, no Rio de Janeiro, tem o intuito de conscientizar para a urgência de tratar o problema da fome através da transformação social. Pensada a partir de instalações imersivas a serem instaladas no galpão em que a Ação da Cidadania normalmente utiliza para estocar alimentos para doação, a mostra proporciona uma experiência multissensorial – como o é a própria experiência de existir como pessoa. Percorrer a exposição é como percorrer o corpo humano que pulsa, respira e se emociona. Em anexo: Texto curatorial, projeto expográfico com memorial descritivo detalhado por sala Ação Educativa e inclusão na Exposição Um dos objetivos principais desta Exposição é, sem dúvida, a sensibilização de todos os públicos para a necessidade de cooperação da sociedade brasileira para sanar a fome extrema que voltou a assolar nossa população, em diferentes regiões brasileiras. Um dos principais pontos de atenção será certamente a formação de crianças e jovens para esta cultura da cooperação e da transformação social. Assim sendo, um robusto programa de educação e inclusão social e cultural será organizado, estimulando a participação desses públicos. Por outro lado, o Programa de Educação e Inclusão proverá também uma organização, agendamento e realização de visitas mediadas por educadores para atendimento prioritário de grupos de escolas públicas e privadas, escolas técnicas e grupos comunitários. Para tal, serão concebidos alguns materiais de uso interno para formação: 1- Guia de Operação do Educativo, que define metodologia e informações operacionais e técnicas; 2- Caderno especial para a formação da equipe do Educativo, contendo conteúdos pesquisados para gerar a Exposição e aspectos conceituais e comportamentais para orientadores desenvolverem a devida mediação junto a diferentes públicos; 3- Material de apoio para professores para preparação dos alunos previamente às visitas; 4- Instrumentos de avaliação a serem aplicados “durante” e “no” pós visita a diferentes públicos. 5- Co criação de conteúdos sobre a mostra, em cooperação com os responsáveis pela comunicação da Exposição. para gerar elementos multiplicadores para as redes sociais. Estima-se que será necessário constituir a coordenação do Programa de Educação e Inclusão com 2 profissionais educadores especializados (libras e audiodescrição), e contar com 8 educadores/mediadores para atendimento de uma grade completa de visitas durante os dias da semana, de quarta a sexta feira; aos finais de semana e feriados, este conjunto de mediadores atenderá grupos espontâneos que acorrerem à mostra. Será dado enfoque prioritário ao atendimento da população do entorno, ou seja, a região do Morro da Providência, inclusive desenvolvendo estratégias que priorizem a contratação de jovens, mulheres e profissionais que ali vivem, para participar do projeto com o intuito de formação em atividades ligadas ao campo da cultura e da economia criativa.
EXPOSIÇÃO CULTURAL/DE ARTES OBJETIVO GERAL Realização da exposição temporária por 3 meses no galpão da Ação da Cidadania, no Rio de Janeiro. A proposta expográfica elaborada pela artista multimídia Bia Lessa é para criação de múltiplas instalações sensoriais (cujo intuito é sensibilizar o público para o problema da fome e a necessidade do compromisso individual e coletivo para combatê-la). Por isso, embora a expografia tenha como base materiais existentes e a proposta de não intervir na arquitetura do galpão, as instalações sensoriais apresentam diversas demandas técnicas de naturezas distintas _ desde a reposição constante de materiais a sistemas de climatização com funcionamento específico _ visando gerar um impacto verdadeiramente transformador para o público visitante, para que cada pessoa se sinta implicada na responsabilidade de agir para sanar o estado de fome em que se encontram atualmente 33 milhões de brasileiros. À ideia central da fome causada pela falta de alimentos, se juntam outras "fomes" por direitos básicos como justiça, cultura, descanso, perspectiva de futuro. Dessa forma, a mostra traça também um percurso dos 30 anos da Ação da Cidadania, entidade criada por Herbert de Souza, o Betinho, inicialmente para combater a fome - mas que teve sua atuação expandida para áreas como cultura, empreendedorismo, cidadania e educação. Todas as "fomes" se conectam na mostra. Para tal, além da criação de ambientes imersivos com experiências sonoras, ambientais (quente/frio), visuais e táteis, a mostra propõe que o próprio visitante seja parte da exposição, vestindo elementos da expografia enquanto estiver no ambiente. Esta proposta apresenta desafios operacionais e materiais específicos a considerar no projeto. O objetivo final da exposição é a geração do sentimento de URGÊNCIA com relação ao problema da fome, e a necessidade de TRANSFORMAÇÃO PROFUNDA de paradigmas com relação às políticas públicas e à participação social para que o Brasil saia desta situação e nunca mais volte a ela. A mostra é baseada na ideia de FALTA e, em contraposição, na potência da alegria, criatividade e solidariedade. A instituição pretende que a exposição itinere pelo Brasil nos anos seguintes, o que não faz parte deste projeto. (Arquivos anexos contendo texto curatorial, projeto expográfico com memorial descritivo) OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realização de exposição de artes visuais temporária a ser instalada em área total de 1.000 m², por 3 meses, com expectativa de receber 90.000 visitantes.
Cerca de 60% da população brasileira tem atualmente algum nível de insegurança alimentar, sendo que 33 milhões de pessoas não têm o suficiente para comer. Depois de deixar o Mapa da Fome em 2014, com a implementação de uma série de políticas públicas de distribuição de renda e segurança alimentar, levou menos de um ano _ entre 2021 e 2022 _ para que o Brasil regredisse ao patamar que registrava em 1993, quando Herbert de Souza, o Betinho, criou a Ação da Cidadania. Na época, eram 32 milhões de famintos. O Brasil já saiu do Mapa da Fome uma vez e tem todas as condições de fazê-lo novamente. Mas a questão não pode ser tratada apenas como responsabilidade do poder público. A fome se interrelaciona com outros fatores e impacta as pessoas de maneira desigual: 60% dos lares comandados por mulheres convivem com a insegurança alimentar; o mesmo acontece com 65% dos domicílios chefiados por pessoas pretas e pardas; 20% das famílias do Nordeste e ¼ das famílias da região Norte convivem com a fome, assim como 60% dos lares em regiões rurais em todo o Brasil. A fome é, portanto, um problema de múltiplos fatores. Dirimi-la precisa partir da tomada de consciência de todos os cidadãos. A realização de uma exposição temporária grandiosa sobre o tema se justifica pela necessidade de causar impacto imediato na sociedade, visando a uma tomada de ação nos níveis individual e coletivo; público e privado. Museus e exposições em geral têm efeito de longo prazo no público visitante, sendo experiências que se somam a outras no decorrer do tempo até proporcionar a construção de novos entendimentos ou mudança de atitudes. Mas a fome não espera. Por isso, a exposição precisa ser construída com os meios necessários para angariar grande visibilidade e provocar em cada um de seus visitantes o estado emocional necessário para compreender o problema e atuar para dirimi-lo. Para isso, o conceito expográfico criado por Bia Lessa propõe o uso intenso de experiências sensoriais que, para funcionar, requerem a construção de instalações com funcionamento bastante sofisticado. Entre elas, está a criação de ambientes infláveis que "respiram" como organismos vivos e que são climatizados internamente para provocar sensações de conforto (temperatura ambiente) e desconforto (frio a 15º) de maneira que o público possa experimentar a sensação de desamparo causada pela fome. Há também a proposta de instalação de infláveis que se constituem na forma de pessoas em tamanho real, quando inflados; e de meros sacos de lixo, quando desinflados. Outros recursos, como instalações em tecidos, painéis e letreiros eletrônicos; experiências audiovisuais que requerem o uso de câmeras e projeção da imagem captada em tempo real; e experiências auditivas com som ambiente são alguns dos recursos propostos. Ressalte-se, também, a ideia de que o público participa ativamente da exposição desde sua entrada no ambiente, quando se sugere que deixe seus pertences na recepção _ incluindo os sapatos. A realização desta proposta apresenta necessidades operacionais (espaço e mobiliário para guarda de volumes e equipe para recepção e orientação do público. O conjunto das 9 experiências expositivas tem o intuito de aproximar os visitantes de uma realidade dura, experimentada apenas por quem tem negado seu direito humano mais básico _ o de se alimentar e se expande na fome por outros direitos, com justiça, igualdade e diversidade. Parte-se da ideia de que as sociedades contemporâneas urbanas se constituem a partir do afastamento desta realidade, numa ideia de "segurança" artificializada em que o "inimigo" é, justamente, o amplo grupo de pessoas em situação de vulnerabilidade, entre elas a alimentar. No centro conceitual da mostra está a frase "o mais legítimo dos desejos é o desejo de existência". == A utilização da Lei de Incentivo à Cultura é essencial para a viabilização dessa ação. Este projeto se enquadra na Lei no. 8.313 de 23/12/1991 em seu artigo 1º. nos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Para o cumprimento dessas finalidades, este projeto atende aos objetivos dos seguintes incisos do artigo 3ª da mesma lei: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;
SOBRE OS ITENS DE CENOGRAFIA DA EXPOSIÇÃO Gostaríamos de chamar a atenção dos analistas e conselheiros para o valor da rubrica de cenografia da exposição. Como se trata de uma expografia bem detalhada e imersiva, anexamos ao projeto uma planilha complementar com detalhamento do item por módulo / sala expositiva. Nela podem ser vistos os valores detalhadamente. ANEXOS DA PROPOSTA: Texto curatorial Memorial descritivo da exposição com Projeto/conceito expográfico Planilha complementar com detalhamento de material cenográfico e comunicação visual.
Estes serão, em resumo, os 9 módulos expositivos (9 salas). Para maior detalhamento, ver o Estudo Conceitual proposto por Bia Lessa, constante dos Anexos. 1. RECEPÇÃO - A recepção é constituída de um guarda objetos, e de um Espaço para fotografar o visitante. Adesivos com diferentes frases estão disponíveis para serem aplicados pelo visitante. Somos parte do todo, nossas ações individuais são importantes. Somos personagens da história. Fazemos a história. Por essa razão, nesta exposição o visitante assiste e é assistido. 2. FOME - A fome não respeita fronteiras, línguas a fome é universal. Túnel imenso escuro intenso vento frio. O visitante experimenta um espaço claustrofóbico, gelado que pulsa. Tateia as paredes procurando a saída. O túnel enche e esvazia, como um organismo vivo. Minúsculas caixas de som nas paredes, chão e teto reproduzem depoimentos de pessoas de diferentes idades. Na parte externa escrito em letras garrafais: FOME 3. FOME DE IGUALDADE – Gangorra coletiva em forma de quadrado propondo um exercício de equilíbrio que depende de todos os participantes, reforçando a necessidade de ações. Pesos são oferecidos ao público, que manuseiam até que conseguem estabilizar a plataforma. Nos pesos escritos: divisao de renda, colaboração, educação, cultura, etc. 4. FOME DE VIDA - Exército de famintos. Pessoas construídas de sacos plásticos, inflam e esmorecem, simulando vida e morte. 5. FOME DE AFETO – Espaço com pedras pontiagudas (como as que são colocadas embaixo dos viadutos para impedir o uso do espaço por desprotegidos) e “cobertores de mendigo” pendurados como carne de açougue. Som: caixa de música dorme neném. 6. FOME DE IDEIAS – Painéis, letreiros eletrônicos de tamanhos variados empilhados, formando uma espécie de estrutura de uma fogueira, por onde os pensamentos caminham sem cronologia como uma espécie de cérebro. Ideias de passado, ideias para o futuro. Todos os projetos implementados durante esses 30 anos estarão representados. A cronologia neste caso não importa, importam os atos. 7. FOME DE CORPO - 100 kits de soro, com simulação de sangue, escrito o nome da pessoa, a idade e peso, pendurados em diferentes alturas, criando uma espécie de móbile. Os tubos que saem desses sacos se conectam a baldes cheios da substância que imita sangue. Um sistema bombeia o sangue por dutos que percorrem toda a sala. Em determinados momentos, alguns dutos recolhem o sangue em garrafas. Nessas garrafas simulação de insetos mortos, boiando no sangue. Ao lado embalagens de agrotóxicos. Espaço destinado a reforçar o envenenamento em nossa sociedade. 8. FOME DE DESCANSO – Cadeira de madeira velha com um prego no assento. Quando o visitante se coloca na frente do objeto, o som é acionado e uma voz masculina diz: senta. 9. FOME DE FUTURO - Espaço onde se comemora o futuro e onde vemos imagens dos 30 anos da Ação da Cidadania, imagens dos eventos, das ações, dos colaboradores, dos parceiros. Bandeiras anunciam que essa sala é destinada a semear e colher. Uma fogueira, permanentemente acesa, indica a vocação do espaço convivência, compartilhamento e doação. Cadeiras, bancos, redes. Música alegre, às vezes, música ao vivo. Espaço destinado a encontros, palestras, happy hour, etc. Em torno da fogueira pintada no chão a frase: A FOME TEM PRESSA. A FOME TEM GÊNERO. A FOME TEM COR. A FOME TEM CEP. Instalados NA FACHADA da edificação (onde está a exposição), painéis de led com imagens dos visitantes. Cada pessoa que passou pela exposição terá sua imagem (de corpo inteiro). exibida permanentemente. Nossa ideia é que cada visitante carregue consigo seu comprometimento em forma de frase: o que ele fará imediatamente para contribuir? As imagens alimentarão diariamente, o site da exposição, criando uma espécie de texto único, que será replicado também nas redes sociais. No final da exposição teremos um imenso catálogo de imagens e a ideia de que a exposição deve não se limitar ao espaço da exposição.
EXPOSIÇÃO CULTURAL/DE ARTES MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O galpão, espaço de realização da exposição, possui acessibilidade para participantes com dificuldades de locomoção, contando com rampas de acesso, cadeiras de rodas e banheiros adaptados. Itens da planilha orçamentária: Não será necessário MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PCD VISUAIS: os monitores serão treinados para orientação a pessoas com deficiência visual. Itens na planilha orçamentária: A rubrica de Desenvolvimento/material de multissensorialidade inclui contratação de Narrador de audiodescrição e elaboração de materiais táteis. Essas ações serão definidas na etapa de pré-produção; Monitores – será contratado monitor especializado em interpretação de libras. A equipe de Monitores será treinada pelo Consultor de Acessibilidades para recepcionar e atender pessoas com deficiência. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PCD AUDITIVOS: Educadores estarão aptos ao atendimento em libras. Todas as peças transmitidas online contarão com interpretação em libras (já incluído na produção dos videos), ampliando ainda mais o acesso a pessoas portadoras de deficiência auditiva ao conteúdo produzido pelo projeto. A exposição é sensorial e olfativa, permitindo ao deficiente auditivo sua condução autônoma. Itens da planilha orçamentária: Monitores – será contratado monitor especializado em interpretação de libras. – outras ações serão definidas na etapa de pré-produção; A equipe de Monitores será treinada pelo Consultor de Acessibilidades para recepcionar e atender pessoas com deficiência. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Será contratado consultor especializado para formação de equipe para acolhimento adequado ao público com Transtorno do Espectro Autista (TEA), deficiência intelectual, Transtorno Global de Desenvolvimento, deficiência psicossocial e outras síndromes e deficiências que apresentem barreiras à compreensão. O atendimento será extremamente meticuloso para que esse público evite locais da exposição que poderão provocar sensações contrastantes, tais como variações de temperatura, conforto e desconforto, instalações que mexam com o físico, o intelecto e sons perturbadores. Itens da planilha orçamentária: Consultor de Acessibilidades; Monitores. OBSERVAÇÃO: Os materiais de divulgação gerados pelo projeto irão dispor de informações sobre as medidas de acessibilidade.
Os ingressos para entrada no espaço da Ação da Cidadania serão gratuitos. O galpão da Ação da Cidadania está localizado na região da Gamboa, no Rio de Janeiro, aos pés do Morro da Providência (*), muito próximo da estação de trem e metrô Central do Brasil. É próximo também do Museu do Amanhã e do Museu de Arte do Rio (MAR), sendo uma região de fácil acesso por transporte público e vizinha ao Porto Maravilha, que se consolidou como local de atração turística da cidade. (*) O Morro da Providência é um morro situado no bairro da Gamboa, na Zona Central da cidade do Rio de Janeiro. Em suas encostas localiza-se uma favela com o mesmo nome, destacada por ser a favela mais antiga do Brasil. O povoamento do morro iniciou-se efetivamente na década de 1890 por moradores despejados de um cortiço e por soldados que participaram da Guerra de Canudos. O projeto terá um forte trabalho de divulgação junto à imprensa com a dupla função de lhe conferir visibilidade e atratividade para o público visitante, assim como para ampliar a conscientização sobre o tema da fome, tanto entre os jornalistas quanto para o público final (espectador, leitor ou ouvinte). ==== Em complemento, de acordo com o Art. 30o da IN 11/2024, o proponente se compromete a cumprir com as seguintes medidas de ampliação do acesso: IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos.
AÇÃO DA CIDADANIA Proponente e responsável pela gestão do processo decisório, incluindo decisões administrativo-financeiras. Não será remunerado pelo projeto. Portfólio atualizado anexo. Daniel Souza – Função: Presidente do Conselho da Ação da Cidadania. Ele, juntamente com o Conselho e com a Diretoria, é responsável por todos os processos decisórios. Não é remunerado pelo projeto Designer, formado na ESDI - Escola Superior de Desenho Industrial, trabalhou com cenografia, programação visual, vídeo clipe e computação gráfica com o designer Luiz Stein. Trabalhou na Cia Aérea de Dança como cenógrafo, produtor programador visual e dançarino. Trabalhou ainda na Companhia Ensaio Aberto como designer, produtor e ator. Em 1998, idealizou o CD Brasil São Outros 500 com a participação de 40 grandes artistas brasileiros. Nesse ano entra na Ação da Cidadania Contra a Fome, a Miséria e Pela Vida, onde, passa a ser um dos coordenadores. De 1998 até 2003 realiza com a equipe da Ação da Cidadania, todos os eventos e campanhas aumentando as parcerias, as arrecadações, os projetos e a abrangência geográfica de entidade. Em 2011 volta à Ação da Cidadania como Presidente do Conselho, onde permanece até hoje. Eneide Maia de Castro – Função: Diretora Administrativa Financeira da Ação da Cidadania. Ela será a Gestora Administrativo-Financeira. Não é remunerada pelo projeto. Economista, doutoranda em Engenharia de produção, COPPE - UFRJ, mestre em Engenharia de Produção pela COPPE/UFRJ e MBA executivo na COPPEAD-UFRJ. Mais de 20 anos de experiência na área de Gestão e inovação de processo com foco em: projetos de produção cultural, planejamento e controle de custos de produção, e de toda cadeia produtiva | desenho e implementação de processos e sistemas gestão de fornecedores | negociação contratual Formação Acadêmica Economista, doutoranda em Engenharia de produção, COPPE - UFRJ, mestre em Engenharia de Produção pela COPPE/UFRJ e MBA executivo na COPPEAD-UFRJ. Expomus – Função: Coordenação do Projeto, Museológica e de Pesquisa Criada em 1981, a Expomus – Exposições, Museus, Projetos Culturais é filiada ao Comitê Brasileiro do ICOM (Conselho Internacional de Museus) e ao Conselho Regional de Museologia de São Paulo. Desenvolvimento de exposições, criação e revitalização de museus e espaços culturais, programas educativos, gestão de acervos, projetos socioculturais, capacitação de equipes, projetos editoriais, programas de memória institucional e consultorias específicas representam projetos desenvolvidos, marcados por ineditismo, qualidade, ética e transparência. O TRIUNFO DA COR. O PÓS-IMPRESSIONISMO: OBRAS –PRIMAS -DO MUSÉE D’ORSAY E DO MUSÉE DE L’ORANGERIE Centro Cultural Banco do Brasil - SP e RJ - 2016 PICASSO E A MODERNIDADE ESPANHOLA: OBRAS DA COLEÇÃO - MUSEU NACIONAL CENTRO DE ARTES REINA SOFIA Centro Cultural Banco do Brasil – SP e RJ- 2015 Responsabilidade técnica: Maria Ignez Mantovani Franco - Formada em Comunicação Social pela FAAP, especialista em Museologia pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo, Doutora em Museologia pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, de Lisboa, Portugal; Diretora da EXPOMUS – Exposições, Museus, Projetos Culturais, por ela criada em 1981; presidente do ICOM Brasil de 2012 a 2018, e sua representante junto ao Conselho Consultivo do Patrimônio Museológico do IBRAM – Instituto Brasileiro de Museus. BIA LESSA – FUNÇÃO: DIREÇÃO GERAL E CURADORIA Bia Lessa é artista multimídia, realizou trabalhos nas áreas de teatro, cinema, ópera, instalações, exposições, museus e arquitetura. Seus espetáculos e filmes foram apresentados no Centre Georges Pompidou em Paris, no Festival de Outono de Madri, no Festival Theaterder Welt na Alemanha, no Festival de Cinema Berlinale em Berlin, Sommer Theater Festival–Hamburgo, Sigma Festival–Bordeaux, Zurcher Theater Spektakel–Zurich, Festival Internacional de Teatro de Caracas, Festival de Outono de Madrid, Festival des Ameriques–Montreal, Festival Dumaurier–Toronto, Festival de Cadiz, Festival de Cinema de São Francisco, Southbank Centre–Londres e cidades como Biarritz, Shangai, Jerusalém, Calcutta, Praga, Brisbane, Zurich, Munique, Colonia, Hamburgo, Dusseldorf, etc. Em cinema realizou 3 longas metragens: Crede-mia partir da obra O eleito de Thomas Mann; Então Morri-prêmio de melhor longa-metragem na categoria Novos Numos no Festival do Rio-, o documentário intitulado Scar sobre a violência contra a mulher e a vídeo-instalação Casa de Bonecas baseada na obra de Henrik Ibsen. No período imediatamente pós-pandemia realizou a mini-série e a exposição Cartas ao Mundo, um tríptico dividido nos segmentos Asfixia, Mercadoria e O Comum, configurados a partir da obra de Glauber Rocha. Em 2023, lançará o filme O Diabo na Rua, no Meio do Rede munho, a partir da obra de João Guimarães Rosa. Sua trajetória cênica foi calcada por espetáculos experimentais, desenvolvendo um trabalho de pesquisa rigoroso e privilegiou levar à cena obras literárias. Seus primeiros foram: Ensaio n.1 Ensaio n.2 e sucessivamente, reforçando a ideia de um pensamento que se desenvolvia a partir do raciocínio anterior. Montou ao longo de sua trajetória obras literárias como Os Possessos, de Dostoiévski, O Homem Sem Qualidades, de Robert Musil, Orlando, de Virginia Woolf, A Terra dos Meninos Pelados de Graciliano Ramos, A Tragédia Brasileira, de Sergio Sant’Anna, Viagem ao Centro da Terra, de Julio Verne, A Cena da Origem, transcriação de Haroldo de Campos de trechos da Bíblia (Eclesiastes e Gênesis). Recentemente, voltou-separa Macunaíma, de Mario de Andrade, Grande Sertão Veredas, de Guimarães Rosa, e Panorâmica Insana e Formas Breves, a partir de autores contemporâneos. Montou as óperas-Il Trovatori, Aída, Don Giovanni, Cavalleria Rusticana, Pagliacci, Suor Angelica, com expografia criada por Paulo Mendes da Rocha, exibido nos Teatros Municipais do Rio de Janeiro e São Paulo. Criou importantes exposições como o Pavilhão do Brasil na Exposição Universal de 2000(EXPO)em Hannover, Alemanha; o Pavilhão Humanidade 2012 na Rio+20; a exposição Mostrado Redescobrimento-Módulo Barroco, nos 500 anos do Brasil. Foi responsável, igualmente, pelo projeto dos museus Paço do Frevo, em Recife, e pelo Museu Casa de Cultura de Paraty, a exposição Grande Sertão Veredas, na Inauguração do Museu da Língua Portuguesa de São Paulo, Brasileiro Que Nem Eu, Que Nem Quem?, na Fundação Armando Alvares Penteado-SP, Claro e Explicito no Itaú Cultural-SP, e Alta Costura de Christian Lacroix. Realizou no Salão nobre da ONU The Second Unveiling, instalação audiovisual, na reinauguração do painel Guerra e Paz de Candido Portinari. RUBI NUNEZ – FUNÇÃO: DIREÇÃO DE PRODUÇÃO Rubi Vásquez Núñez é uma profissional experiente na área de produção de eventos e exposições. Ela atuou como produtora e coordenadora de produção em projetos como "JoãoBosco no Museu do Ipiranga Celebra Aldir Blanc" e "Museu do Ipiranga PARA TODOS","Reinauguração do Novo Museu do Ipiranga", Mostra do Redescobrimento Módulo de Arte Barroca, Projeto Fronteiras Mercosul e a série televisiva Cartas ao Mundo (SESC-SP). DANY ROLAND – FUNÇÃO: CRIAÇÃO TRILHA SONORA Dany Roland é músico, produtor musical e músicocom destaque em filmes, discos, séries eespetáculos de teatro. Entre suas principais realizações estão a série "Onde está meu coração"(GLOBOPLAY, 2021), o musical "Josephine Baker-A Vênus Negra" (2016/2017/2018), e "GrandeSertão Veredas" (com Egberto Gismonti, 2017/2018). Ele também colaborou com diversosartistas renomados, incluindo Bia Lessa, Fernanda Torres, Egberto Gismonti, Petra Haden,Caetano Veloso, Jorge Mautner, Renata Sorrah, Lucélia Santos. FERNANDO YOUNG – FUNÇÃO:DESIGN DE LUZ Fernando Young é fotógrafo e iluminador. Começou a trabalhar como assistente de foto aos 16 anos na Casa da Foto. Estudou fotografia na Espanha e trabalhou como assistente de câmera até 2009, quando se tornou diretor de fotografia. Em 2013, ganhou um Grammy Latino pela capa do álbum "Abraçaço" de Caetano Veloso. Nos últimos anos, trabalhou como diretor de fotografia em comerciais, longas-metragens e no programa "Sob Pressão" (Globo), dirigido por Andrucha Waddington.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.