Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2410012Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

Memórias de uma Manicure - Circulação Sudeste

BONECAS QUEBRADAS PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 996,8 mil
Aprovado
R$ 996,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-01-06
Término
2025-08-31
Locais de realização (7)
Belo Horizonte Minas GeraisOuro Preto Minas GeraisSão João del Rei Minas GeraisUberlândia Minas GeraisRio de Janeiro Rio de JaneiroCampinas São PauloSão Paulo São Paulo

Resumo

Circulação de espetáculo teatral e de suas atividades complementares, como performances públicas e oficinas teatrais para manicures, em cidades da região Sudeste do Brasil, totalizando 38 apresentações da peça, 07 performances públicas e 03 oficinas gratuitas. Público esperado: 3.800 pessoas (mín.) para espetáculo; 700 pessoas (performance), 60 pessoas (oficinas).

Sinopse

Espetáculo (Memórias de uma Manicure) Em cena, duas atrizes materializam no espaço um salão de beleza capaz de resgatar memórias da época de ouro de Hollywood, que sempre ditou padrões estéticos para todo o mundo. O enredo do espetáculo se inspirou em uma história verídica, a de Zulmira, ocorrida em 1958. A manicure Zulmira, vítima de ameaças constantes, mata o ex-companheiro dentro de uma delegacia. É presa no ato, mas solta em pouco tempo e considerada uma heroína por ter agido contra quem a ameaçava de morte. A partir daí, a autora Cecília Ripoll criou a trama que acompanha duas manicures: Marlene e Carmem. Marlene trabalha em um salão, cujo dono, S. Pacheco, viaja de férias para Mangaratiba. Ela detesta trabalhar lá, mas não tem opção. Seu único desejo é ganhar o grande prêmio dos Esmaltes Unhazita para poder criar sua própria marca de esmaltes. Na ausência do patrão, chega uma nova manicure auxiliar, Carmem. Com o passar do tempo, elas se tornam mais do que amigas e confidentes. O patrão não volta e é dado como desaparecido. Certo dia, conferindo o cupom dos Esmaltes Unhazita no jornal para saber se ganhou o prêmio, Marlene depara-se com uma foto idêntica à de Carmem em uma manchete policial. O texto diz: “Procura-se Zulmira, a manicure assassina – só mata de unhas feitas". A recompensa é a mesma do prêmio. Ela terá, então, que decidir se entrega a colega ou não, escolhendo entre o sonhado empreendimento ou a nova vida que descobriu ser possível ao lado de Carmem. Através da relação de ambas, a peça aborda questões como desejo, sexualidade, amor e afeto, memória, ética e precarização do trabalho. Será que a sororidade existe e resiste às necessidades mais prementes da vida? Será que é realmente capaz de construir laços de apoio entre mulheres? Por que a profissão da manicure foi sempre alvo de menosprezo e preconceitos? Por que, hoje, o maior sonho de muitas mulheres é empreender? O que uma mulher que deseja ser livre e independente tem que enfrentar em um mundo machista e misógino? Essas são algumas das perguntas que o espetáculo busca trazer ao público. Performances Públicas (Tiro suas camadas de Esmalte) Sentadas em cirandinhas de salão, dispostas em locais de comércio popular, as atrizes do espetáculo Memórias de uma Manicure conversarão com as pessoas que desejarem parar para fazer as unhas. Entre limpeza, lixamento, massagem e esmaltação, homens e mulheres poderão compartilhar questões pessoais, além de, é claro, receber cuidados de beleza para as mãos.

Objetivos

Geral: Buscando formar novos públicos para o teatro, e tendo como dispositivos de criação a sororidade e a luta pela autonomia financeira de mulheres trabalhadoras brasileiras, representadas em na peça pela manicure, o projeto visa realizar uma circulação do espetáculo teatral Memórias de uma Manicure e de suas atividades complementares, como performances públicas - intituladas Tiro suas Camadas de Esmalte - e oficinas de teatro para manicures, em cidades de residência das manicures entrevistadas em fase de pesquisa de campo, a saber: Rio de Janeiro, São Paulo, Campinas, Belo Horizonte, Ouro Preto, São João del Rei e Uberlândia (Sudeste), totalizando 38 sessões da peça, 07 performances e 03 oficinas teatrais (Rio, São Paulo e Belo Horizonte). Específicos: - Fazer teatro para manicures, formando novos públicos e trazendo à cena personagens ainda pouco retratados na dramaturgia nacional; - Refletir sobre diversas experiências das mulheridades, criando ressonâncias potentes por meio da arte presencial; - Firmar parceria com salões de beleza para formação de plateias; - Lançar um olhar sensível às vivências de mulheres trabalhadoras e periféricas; - Pensar sobre questões femininas importantes na atualidade, como sororidade, empreendedorismo e desejo feminino; - Incluir públicos normalmente negligenciados por produtores e artistas; - Realizar 38 apresentações da peça Memórias de uma Manicure em diferentes cidades da Região Sudeste do Brasil; - Realizar 07 performances públicas em locais de comércio popular das cidades visitadas; - Oferecer gratuitamente 03 oficinas (01/ região) de teatro, com 08h/aula, para manicures - nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte; - Oferecer 07 sessões da peça com tradução simultânea em LIBRAS (1/cidade) e 03 sessões audiodescritas, no total; - Oferecer ingressos gratuitos a manicures e demais profissionais femininas do ramo da beleza; - Realizar ações de formação de público junto a grupos LGBT+ e instituições de atendimento a pessoas cegas ou surdas; - Inscrever o projeto na plataforma Eu Faço Cultura para distribuição gratuita de ingressos a ONGs, pessoas aposentadas, professoras/es da rede pública de ensino, MEIs, beneficiárias/os do Bolsa Família, entre outros públicos.

Justificativa

Explorar a complexidade de uma história simples. De gentes simples, representadas em cena por duas manicures. Esse é o mote do espetáculo, que parte de pesquisas de campo e historiográfica para cercar temas como preconceito e independência econômica de mulheres trabalhadoras brasileiras. Ao longo de dois anos, foram realizadas entrevistas e consulta a periódicos de época, as quais evidenciaram certas recorrências. As manicures, tão díspares em geografias e sotaques, são trabalhadoras autônomas ou microempresárias individuais em salões, espaços próprios ou a domicílio. Seus serviços custam em média 20/h, em uma diária de 10 a 12h de trabalho, com 15 minutos de almoço e despesas que incluem fornecimento de material e/ou a partilha de até 60% da receita com os salões. São mulheres de pouca escolaridade e discursos recorrentes de meritocracia e empreendedorismo. A maioria é mãe solo e vive nasperiferias dos grandes centros urbanos. Com suas particularidades e similitudes, as manicures são para nós um micro retrato da classe trabalhadora brasileira, assim como são retrato da classe trabalhadora portuguesa para Valter Hugo Mãe as mulheres-a-dias e os imigrantes de "O apocalipse dos trabalhadores" (São Paulo: Biblioteca Azul, 2017). Nesse microcosmos ou "mundo minúsculo" , as memórias e o artigo indefinido do título são propositais. O que acontece com uma, acontece com muitas. Não obstante, suas memórias desafiam a importância dada a grandes feitos _ brancos e masculinos. Criar filho sozinha sem garantia laboral alguma é façanha para poucos. As mulheres pobres brasileiras o fazem. Mas não sem construir redes de apoio para dar conta _ de vulnerabilidades e precarizações. Queremos fazer teatro também para elas, formando novos públicos e trazendo à cena personagens pouco retratados pela dramaturgia brasileira.

Estratégia de execução

Não há.

Especificação técnica

Não se aplica

Acessibilidade

Acessibilidade arquitetônica: realização das apresentações da peça (e das oficinas) em locais munidos de rampas de acesso, corrimãos, elevadores, assentos adaptados e sinalização tátil. Acessibilidade comunicacional: - disponibilização de intérprete de LIBRAS em 07 sessões da peça e durante as oficinas; - oferecimento de audiodescrição para 03 sessões da peça - Rio, SP e BH; - construção de plano de divulgação diversificado, a fim de possibilitar o acesso à informações sobre o projeto a pessoas cegas ou surdas; - ações de formação de plateia junto a instituições de atendimento a pessoas surdas ou cegas nas cidades visitadas. Acessibilidade atitudinal: disponibilização de colaborador(a) treinada para o atendimento a pessoas com deficiência nos locais de apresentação da peça e de realização da oficina.

Democratização do acesso

Preços populares (R$ 30,00 e R$ 15,00 - inteira e meia-entrada, respectivamente); Entrada franca para manicures e profissionais de beleza dos estabelecimentos parceiros em cada cidade (ou mediante apresentação de carteira/identificação profissional); Ingresso amigo com valor de R$ 10,00 (para estudantes de teatro nas cidades visitadas), conforme consta no Plano de Distribuição desta proposta; Entrada franca para pessoas surdas ou cegas, a partir de grupos de espectadoras/es formados previamente em ações de formação de plateia; Distribuição de ingressos gratuitos a ONGs, pessoas aposentadas ou beneficiárias, professoras/es da rede pública de ensino, MEIs, dentre outros públicos, mediante inscrição do projeto na plataforma Eu Faço Cultura; Realização de performances públicas em locais abertos; Oferecimento de oficinas gratuitas; Transmissão de uma sessão pelo Youtube, no canal da produtora.

Ficha técnica

Direção Artística: René Guerra Dramaturgia: Cecília Ripoll Dramaturgismo: Gabriele Rosa Atuação: Júlia Pastore e Luciana Mitkiewicz Direção de arte: Rocio Moure Visagismo: Marcos Freire Paisagem sonora: Bernardo Gebara Iluminação: Ana Luzia de Simoni Projeção mapeada: Renato Krueger Preparação corporal: Mary Cunha Coreografias: Rafaela Amado Produção executiva: Wagner Uchoa Assessoria de imprensa: Ney Motta Design gráfico: Flávio de Souza Idealização: Luciana Mitkiewicz Realização: Bonecas Quebradas Produções Artísticas Currículos René Guerra: é diretor e roteirista de cinema, televisão e teatro, preparador de elenco, coordenador de intimidade e artista educador. Formado pela FAAP, graduação em Cinema (2006) e Mestre em Artes da Cena (2017) pela UNICAMP, pesquisa a teatralidade do real nouniverso travesti. Iniciou sua carreira no teatro, como diretor e dramaturgo. Em 1999-2001 foi residente do Teatro Experimental La Mama ETC, em Nova York, onde trabalhou em algumas produções internacionais como Stage Manager. Como Arte Educador, desenvolveu oficinas de roteiros, direção e sensibilização através do cinema (Projeto Olhar Brasil - 2006) até o Projeto Mediação Entretodos (2021). Deu aula de teatros para jovens nas periferias de Maceió e se especializou em trabalhar com Acting Coaching for Youth. A pesquisa acerca do universo Trans foi iniciada por ele em 2006, quando foi selecionado para o Berlinale Talent Campus, ondetrabalhou o roteiro de seu primeiro curta, Os Sapatos de Aristeu (17min • 35mm • 2008). O filme foi selecionado para festivais importantes, como Clermont-Ferrand, na França, Regensburg Short, Film Festival, na Alemanha, Santa Maria da Feira, em Portugal, entre outros, e ganhou 36 prêmios, inclusive o Grande Prêmio Canal Brasil em 2010 e o Grand Prix do Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro, que lhe rendeu uma pré-indicação ao Oscar®. Em 2009, René dirigiu o curta "Casa" (7min • HD2009), parte do projeto Fucking Different São Paulo, que estreou no Festival de Berlim em 2010, e realizou em 2013 o curta O Olho e o Zarolho (17 min. • 2K), co-dirigido por Juliana Vicente, uma fábula moderna sobre os conflitos cotidianos de uma família da diversidade. Em 2012, dirigiu o documentário Retratos Brasileiros: Berta Zemel, para o Canal Brasil, uma conversa sobre processo de criação da atriz no teatro e no cinema. É uma característica forte de seu trabalho construir o roteiro a partir de conversas e experiências com os atores, expandindo a sala de ensaio com a sala de roteiros. É o caso do documentário Quem tem medo de Cris Negão? (25min • HD • 2012), financiado através do Prêmio Estímulo de Curta-Metragem do Estado de São Paulo. Em 2017, lançou o curta-metragem de ficção "Vaca Profana” (15min • HD • 2017), protagonizado por Roberta Gretchen Copolla e Maeve Jinkings, e filmado na Ocupação Mauá no coração do centro de São Paulo. Como Preparador de Elenco, atuou em: “A Morte de J.P. Cuenca” (2015),dirigido por J.P. Cuenca - Duas Mariolas Filmes; “Mãe só há uma” (2016), dirigido por Anna Muylaert - Africa Filmes e Dezenove Som e Imagem; “ Animal Cordial”(2017), dirigido por Gabriela Amaral Almeida – RT Features, “Pela Janela” (2017), dirigido por Caroline Leone - Dezenove Som e Imagem, “Ferrugem”(2018) dirigido por Aly Murytiba - Grafo Audiovisual, ”Histórias de fantasmas verdadeiros para crianças" (2019), dirigido por Mariana Lacerda - Inquieta Filmes, “Curral" (2020), dirigido por Marcelo Brennand, "A mesma parte do Homem” (2021), dirigido por Ana johann,”O acidente”(Pós-Produção) dirigido por Bruno Carboni - Vulcânia Produções, e Manhãs de Setembro (2021), dirigido por Luís Pinheiro e Dainara Tofolli – Amazon Brasil e O2 Filmes (também como Coodenador de Intimidade). Como roteirista, realizou, no gênero obra seriada de ficção "Tudo o que é Sólido Pode Derreter", de RafaelGomes e Esmir Filho (2009), TV CULTURA - Episódio 5, Episódio 7 e Episódio 13; e foi colaborador de roteiro em “Amor, Plástico e Barulho” (2013) - direção de Renata Pinheiro; e em “Açúcar” (2017) - direção de Renata Pinheiro e Sergio Oliveira. Foi roteirista na SÉRIE: O CORPO NÃO CABE NA INTERNET, EPISÓDIO: GAME OVER / PRODAV 03/2016 – sob liderança de Anna Muylaert; e roteirista e diretor em “Livro de Ouro”/ obra seriada de ficção/ Núcleo Criativo Corpo Estranho/ PRODAV 03/2015 – sob liderança de Renata Pinheiro. Como Diretor de média e longa metragem, dirigiu e co-roteirizou com Cássio Pereira dos Santos o telefilme infanto-juvenil para a TV CULTURA, “Guigo Off-line”, Boulevard Filmes e Paidea Filmes (2017) - Prêmio de Melhor Filme no Festival Mix Brasil 2018; "Serial Kelly” (2022), co-escrito com o cineasta Marcelo Caetano, Bananeira Filmes - Globo Filmes e Vitrine Filmes; e “Lili e asLibélulas”, Preta Portê Filmes (em pós-produção). Cecília Ripoll: dramaturga, diretora, atriz e professora, Cecilia Ripoll é formada em Licenciatura em Artes Cênicas pela UNI-RIO. Indicada aos Prêmios Shell 2018 e 2023 na categoria Melhor Autora pelas dramaturgias ROSE e PANÇA. Em 2022, escreve e dirige oespetáculo PANÇA (Prêmio Montagem Teatral Funarj). Ainda em 2022, escreve a dramaturgia CONSTITUIÇÃO, inspirada na Constituição Brasileira de 88 (idealização Natasha Corbelino). Em 2021, estreou a dramaturgia infanto-juvenil “Na borda do mundo”, encenada on-line pelo Bando de Palhaços e indicada ao Prêmio APTR. Atualmente, é professora do curso Escrita Dramatúrgica no ESAD (Escola Sesc de Artes Dramáticas – Polo Educacional do Sesc). Ministrou em 2020 / 2021 oficinas de dramaturgia no Sesc Copacabana. Em 2021, coordenou junto a Diogo Liberano o projeto pedagógico Brasis por Escrever. Em 2019, participou da residência BETSUD de dramaturgia na Itália (Primavera Dei Teatri – Castrovillari). Integrou o Núcleo Sesi de Dramaturgia 2017, coordenado por Diogo Liberano, onde escreveu Rose, encenada por Vinicius Arneiro. Foi uma das vencedoras do III Concurso Jovens Dramaturgos Escola Sesc 2013 pelo texto Paco e o Tempo. É diretora e fundadora do Grupo Gestopatas, e escreveu e dirigiu Paco e o Tempo (Prêmio Fenata “Melhor Texto” e “Melhor Espetáculo infanto-juvenil” / Indicado ao Prêmio CBTIJ pelo “Trabalho de Formas Animadas”). Gabriele Rosa: é Bacharel em História pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). Atua como dramaturgista na Bonecas Quebradas Teatro, desde 2020. Assina a dramaturgia do Radiodrama Tiro suas camadas de esmalte (contemplado no edital Cultura Presente nas Redes 2 – com patrocínio do Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, 2022). Autora de Lavínia é mais rosa que espinho (com Carla Motta; Libertinagem, 2022) e Fendas extraordinárias (Patuá, 2019). Tem contos e prosas curtas publicados em revistas literárias virtuais e antologias, entre as quais se destacam Revistas Ruído Manifesto/Mal de Ojos (prosas poéticas, 2022) e Antologia do Prêmio Off Flip de Literatura 2021: conto (Selo Off Flip, 2021). Voluntariou entre janeiro e junho de 2020 no Centro Cultural Phábrika na implementação da Biblioteca Eliana Alves Cruz. Participou com a obra Lavínia é mais Rosa que Espinho na Mostra Coletiva Suburbanidades – O Lugar da Periferia na Arte Contemporânea (2019). Integra o coletivo CuidadoPoema, desde 2017. Luciana Mitkiewicz: é Doutora em Artes da Cena pela Unicamp e Mestre em Teatro pela Unirio. Fundou a Bonecas Quebradas Produções Artísticas LTDA, em 2007, para criar e desenvolver projetos em teatro feminista. Atuou como parecerista de projetos na Lei Rouanet(de 2011 a 2013), e como júri no edital PRÊMIO FCP DE INCENTIVO À ARTE E À CULTURA (2022). Pesquisa a Imaginação do ator em montagens de textos teatrais e em processos colaborativos de criação. Trabalhou como atriz com diretores, como João das Neves, Renato Cohen, Márcio Aurélio, Marcello Lazzaratto, Matteo Bonfitto, Francisco Medeiros e René Guerra. Participou como atriz convidada de espetáculos da Boa Companhia, de Campinas, de 2012 a 2015 (Circo K, Banho & Tosa e Opereta Barata). Foi professora das disciplinas de História do Teatro Antigo e Moderno; Teatro Brasileiro Moderno, Análise do Texto Teatral, Oficina de Dramaturgia e Leituras Dramatizadas, e de disciplinas da pós-graduação lato sensu na Universidade Estácio de Sá, desde 2019. Produz material didático para a Yduqs (mantenedora da UNESA, entre outras instituições de ensino) sobre temas como Performance, Teatro do Oprimido, Cenografia, Improvisação e Contação de Histórias. Deu aulas no SENAC (Lapa Scipião) e dirigiu a montagem da turma de formação do ator de 2009.1 desta instituição. Atuou como Orientadora Vocacional no Projeto Teatro Vocacional da SMC São Paulo, no ano de 2009, e ministrou oficinas de teatro pelas Oficinas Culturais do Estado de São Paulo nos anos de 2009 e 2011. Foi Gestora Nacional de Cursos (História, Geografia, Teatro e Letras) da Yduqs entre 2020 e 2021. Júlia Pastore: Atriz e musicista, uma das fundadoras do Grupo Gestopatas. Estreou e circulou em 2023 seu espetáculo solo, Ópera na Brasa (texto e dir. Cecilia Ripoll), contemplado pelo FOCA (Prefeitura do Rio). Em 2022 estreou em "A Corrida do Ouro" (dir. Eduardo Vaccari). Atriz e diretora musical do espetáculo PANÇA (texto indicado ao Prêmio Shell RJ). Rocio Moure: Formada como designer de moda na faculdade de arquitetura de Buenos Aires, onde se especializou em construção e desenvolvimento de peças de figurino. Começou a trabalhar em cinema como figurinista e, depois de quatro anos no cinema argentino, mudou-se para o Rio de Janeiro onde trabalhou no filme ‘El Ardor’ (2013), numa coprodução com a reconhecida figurinista Kika Lopes. Como figurinista e diretoria de arte, entre Brasil e Argentina, têm destaques os seguintes trabalhos: “El Ardor”, de Pablo Fendrik, ‘Doppelganger’, de Domingo Oliveira, ‘Quase Memória’, de Ruy Guerra, ‘A voz do Silêncio’, de André Ristum, e ‘Unidad XV”, de Martin Desalvo. Estreou no teatro com a peça 'A Opera do Malandro', na versão de João Falcão, e acom o premiado espetáculo AUÊ, de Duda Maia. Desde 2015, divide-se entre a dire ção de arte em cinema e a criação de figurino (especialmente em teatro). Seu último longa, "Madalena", ganhou o premio `Golden Tulip`e foi selecionado em diversos festivais pelo mundo. Rafaela Amado: Iniciou os estudos em teatro em 1986 na CAL/RJ. Com formação de atriz e bailarina, paralelamente ao trabalho de atriz, Rafaela Amado atua como diretora, diretora assistente e diretora de movimento em inúmeros espetáculos. Em 1990 conheceu Antonio Abujamra, como quem criou a Cia. Os F… Privilegiados, no Teatro Dulcina. De 1990 a 1996 atuou como atriz, produtora e diretora assistente dentro da companhia. Neste período fez parte da Cia de Atores Bailarinos do RJ, sob a direção de Regina Miranda, onde participou de inúmeros espetáculos como atriz e bailarina. Na década de 90, estreou na TV em Amazônia (1992), Novela da TV Manchete; trabalhou também pela primeira vez ao lado da mãe, Camilla Amado. Em 2005 foi idealizadora, atriz e produtora no espetáculo O Jogo, com direção de João Fonseca e atuou em América, (TV Globo) novela de Gloria Perez. Em 2006 atuou em Cora Coralina, Coração Encarnado, direção de Orã Figueiredo, eleito pela crítica especializada um dos dez melhores espetáculos do ano e indicado ao prêmio Shell 2007; neste mesmo ano recebeu indicação de melhor atriz no festival de gramado por Castelar No País Dos Generais, de Carlos Alberto Prates. Em 2007 voltou a trabalhar com Antônio Abujamra como atriz em Sra. Macbeth, espetáculo com Marília Gabriela apresentado também em Lisboa, Portugal. Em 2008 idealizou e atuou nos espetáculos A Falecida de Nelson Rodrigues, direção de João Fonseca, indicado ao prêmio Shell na categoria melhor direção e Leopoldina, Cartas de Uma Imperatriz, com direção de Hugo Rodas. Em 2010 estreou África, direção de Michel Bercovitch, espetáculo no qual foi idealizadora, produtora e atriz. Em 2012 atuou em Cheias de Charme (TV Globo), direção Denise Sarraceni. Entre 2010 e 2015 dedicou-se quase que exclusivamente à direção. Em 2015 estreou Electra, de Sofocles, projeto de Camilla Amado dirigido por João Fonseca. Ana Luzia de Simoni: iluminadora Cênica, atua na área de teatro e shows musicais há 15 anos. Já trabalhou em inúmeros teatros em grande parte do país. Faz a concepção de luz dos espetáculos de algumas companhias e outras produções teatrais e shows musicais, como o da artista Maria Bethânia. Foi indicada ao Prêmio Shell de teatro 2017 e 2019, ao Botequim cultural 2019, ao Prêmio CBTIJ de teatro infantil 2016 e 2018, o qual venceu, e ao Zilka Salaberry 2018. Durante 8 anos foi técnica em iluminação do Teatro Poeira, trabalhando com grandes nomes da iluminação nacional. Hoje, cria suas próprias concepções de luz para as artes propostas. Vencedora do Prêmio Shell de Teatro 2024. Marcos Freire: Um dos melhores visagistas do Brasil, foi indicado várias vezes ao prêmio Avon Color e ao prêmio da Academia Brasileira de Cinema na categoria melhor maquiagem. Estreou no mundo do cinema em 1998 como assistente estagiário de maquiagem no filme No Coração dos Deuses, de Geraldo Moraes, e hoje possui em seu currículo mais de 30 filmes. É responsável pelo visagismo de obras premiadas no Brasil e no exterior, como Cinema, Aspirinas e Urubus, de Marcelo Gomes; Baixio das Bestas, de Cláudio Assis; O Céu de Suely, de Karim Ainouz e A Festa da Menina Morta, de Matheus Nachtergaele. Além de É Proibido Fumar, de Anna Muylaert; Histórias de Amor Duram Apenas 90 Minutos, de Paulo Halm; O Bem Amado, de Guel Arraes; O Som ao Redor, de Kléber Mendonça Filho e A Febre do Rato, de Cláudio Assis. Na televisão, assina os looks de A Pedra do Reino, de Luiz Fernando Carvalho; Alice, de Karim Ainouz;Desejo de Mulher, de Wolf Maia e A Mulher Invisível, de Selton Mello, entre outros. Mary Cunha: desenvolve pesquisa no campo do corpo do ator nas artes cênicas, com especial enfoque no poder do corpo feminino. É preparadora corporal de atores há 16 anos. Iniciou esse trabalho na peça a Alma Imoral uma adaptação de Clarice Niskier do livro A Alma Imoral, do Rabino Nilton Bonder, com supervisão de Amir Haddad. Em 2010, atuou como preparadora corporal na peça Sonhos para Vestir, de Sara Antunes, direção de Vera Holtz, e, em 2011, com Paulo Azevedo em Hell , direção de Hector Babenco, além dos monólogos A Lista e A Esperança na Caixa de Chicletes Ping Pong, ambos de Clarice Niskier, com supervisão de Amir Haddad, e Coração de Campanha, em 2021. Também trabalhou nos curtas Margem do Rio, de Sofia Saadi, e Entre sem fazer Barulhos, de Martha Kiss. Cursou Licenciatura em Dança na Faculdade Angel Vianna, fez formação do Método Pilates, Coordenação Motora, com André Trindade, e pesquisou várias técnicas corporais: Curso Gestando - Vitória Pamplona, Estudo da Biomecânica - Núbia de Lima Barbosa, Leitura Corporal - Nereida, Feldenkrais - Esther Schorr, Raphael, Educação Somática - Débora Bolsanello, Estudo da Neurofisiologia do Movimento Humano - Maria José dos Santos, além de participar do Projeto Afrossá – Programa de Estudos e Certificação Internacional em Danças Afro-Brasileiras CID/Unesco. Wagner Uchoa: trabalha como produtor executivo há quinze anos. Seus principais trabalhos em teatro tiveram, como diretores, Karen Acioly (“Tuhu O Menino Villa Lobos”, “Festa no Céu”, “Iluminando a História”), Cacá Mourthé (“Número, Faz Favor?”, “Tudo Por Um Fio”),Amir Haddad (“Brasil Mostra a Tua Crônica”), Luís Carlos Maciel (“Jango uma Tragédia”), Elza de Andrade (“Chapeuzinho Amarelo”, “Vem Buscar-me Que ainda Sou Teu”), Gilberto Gawronski (“Campo de Provas” e "Medida por Medida", “Dona Otília e Outras Histórias”, “2 X Matei”, “Bom Crioulo”, “Ato de Comunhão” e “A Ira na Narciso”), Moacir Chaves (“A Lua Vem da Ásia), Delson Antunes (“Anjo Malaquias”), Luís Igreja (“Procura-se Hugo” e “Maria Eugênia”), Sura Berditchevski (“Um Garoto Chamado Rorbeto”), Bruce Gomlevsky (“Anti-Nelson Rodrigues”), Paulo Goulart Filho e Barbara Bruno (“Gertrude Stain, Alice Toklas e Pablo Picasso”), e Barbara Bruno (“Tudo Sobre Elas”), Guilherme Scarpa e Camilo Peregrini (“Memória D’alma”), Daniel Diaz da Silva (“Cícero a anarquia de um corpo santo”) e Tércio Silva (“Cabelos Arrepiados”). BQ Teatro: produtora e coletivo teatral, tratou em seus espetáculos de um amplo espectro de temas feministas. Entre os principais trabalhos, estão: O Chá (2007-2008 - Festival Internacional de Teatro de Curitiba, Teatro Vanucci, Centro Cultural CPFL e Circuito SESC), sobre papeis de gênero na sociedade carioca; As Polacas - Flores do Lodo (2011-2013 – CCBB RJ, SESC SP, IX FLORIPA Festival, Prêmio FUNARTE de Teatro Myriam Muniz e Viagens Teatrais do SESI SP), sobre tráfico internacional de mulheres e exploração sexual; Bonecas Quebradas (2014-2016 – Prêmio Rumos Itaú Cultural 2014-2015, CENIDI Danza José Limón/ Cidade do México, SESC Copacabana, Edital Rio Cidade Olímpica, Centro Cultural Municipal Sérgio Porto) sobre o feminicídio na América Latina; e Desmontando Bonecas Quebradas (2017-2019 – LUME Teatro, Canto da Carambola, SESC Castanhal/ PA, Latin American House/ Londres, VAT/Nápoles, Cine-teatro Santa Chiara/ Rende, Suite Mondrian/ Roma, CCJF/ RJ), uma desmontagem do projeto anterior, que compartilha com o público o processo de criação da peça homônima.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.