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O projeto "Circulação CHIQUINHA GONZAGA, A MENINA FACEIRA" consiste na circulação do espetáculo de teatro, um musical para a infância, que conta diversas facetas de Chiquinha Gonzaga, grande compositora, pianista e regente brasileira, a partir do seu universo musical. Será apresentado nas cinco regiões da cidade de São Paulo, sendo uma temporada de oito apresentações na região central em um espaço cultural público, e dezesseis apresentações (quatro em cada região) nos CEUs (Centro Educaional Unificado) nas quatro regiões: Leste , Oeste, Sul e Norte. Todas as atividades do projeto serão gratuitas para o público.
“Chiquinha Gonzaga, a menina faceira” é o espetáculo de teatro para crianças que dá início a pesquisa da Cia. das Cores sobre personalidades importantes da cultura musical Brasileira do final do Século XIX e começo do Século XX. A partir do universo musical de Chiquinha Gonzaga, grande compositora, pianista e regente brasileira, criamos um espetáculo divertido e poético que conta de forma lúdica algumas passagens de sua vida tendo como trilha sonora suas principais composições. Através dos personagens da peça: três vendedores de rua da época: o Aguadeiro, a Lamparineira e o Quitandeiro, com seus *carrinhos percussivos, acompanhados de um Pianeiro, encenam situações pitorescas e inusitadas do universo da compositora, mostrando peripécias de sua infância, devaneios sobre sua vida e situações lúdicas de suas criações. Os vendedores chegam com seus *carrinhos percussivos ofertando suas mercadorias e suas brincadeiras numa rítmica sincopada e instigante que traduz poeticamente o cotidiano de uma paisagem sonora da rua. Tais personagens desafiam-se a contar sobre Chiquinha Gonzaga utilizando três bonecos que representam três fases de sua vida: Chica-Menina, Chica-Moça e Chica-Senhora. A partir desse desafio momentos líricos se entrelaçam ao cômico dos quais brotam cenas instigantes, tais como: a Chica-Menina que brinca com a lua e com as notas musicais; o encontro das três Chicas: menina, moça e senhora; a Chica-Moça que tenta pegar uma galinha, porém se envolve numa coreografia; a cena de um fragmento da peça Forrobodó, na qual a trilha sonora foi composta por Chiquinha Gonzaga, feita com Mamulengos estilizados, entre outras. A ambientação cenográfica faz alusão a uma rua da cidade do Rio de Janeiro do final do Século XIX e começo do Século XX, com calçada e postes de iluminação. A ambientação sonora é composta por 15 canções de Chiquinha Gonzaga arranjadas para o espetáculo, que são executadas ao vivo por um pianeiro. São elas: A menina faceira, Tim Tim, Água de vintém, Atraente, Passos no choro, Sonhando, Sorte Grande, Carijó, Abre alas, Lua Branca, Não insistas rapariga, Canção dos pastores, Forrobodó, Fogo foguinho e Corta jaca (Gaúcho). As técnicas de manipulação de bonecos utilizadas no espetáculo são : Manipulação direta, Mamulengo, *bonecos-baqueta, e *Kokoschka. * carrinhos percussivos – 03 carrinhos que tem na parte superior um instrumento percussivo (metalofone, xilofone e surdo). * bonecos baqueta – boneco é construído a partir de baquetas. * Kokoschka - boneco constituído da cabeça do ator com o corpo é do boneco.
OBJETIVO GERAL: O objetivo do projeto é realizar vinte e quatro apresentações teatrais da peça "CHIQUINHA GONZAGA, A MENINA FACEIRA" sendo que oito apresentações será na região central e dezesseis apresentações serão nas quatro regiões da cidade, Norte, Sul, Leste e Oeste, da cidade de São Paulo OBJETIVO ESPECÍFICO: - Realizar vinte e quatro presentações teatrais da peça "CHIQUINHA GONZAGA, A MENINA FACEIRA", com entrada gratuita durante três meses, sendo que oito apresentações serão na região central em um espaço cultural público, e dezesseis apresentações (quatro em cada região) será nos CEUs (Centro Educaional Unificado) nas quatro regiões: Leste , Oeste, Sul e Norte. - Incentivar e promover a democratização e o acesso a um bem cultural para o público infantil nas cinco regiões da cidade de São Paulo, através da gratuidade das apresentações. - Dar visibilidade às muitas realizações de Chiquinha Gonzaga, mulher que não se restringiu às imposições de seu tempo tornando-se referência enquanto musicista e humanista. - Compartilhar algumas das facetas da vida e obra da grande artista Chiquinha Gonzaga, ressaltando as canções mais significativas da compositora. - Difundir conceitos como sonho, desejo, realização, inspiração, coragem, vocação e determinação, tão importantes para a evolução do pensamento sobre a mulher no mundo contemporâneo. - Divulgar parte da obra de Chiquinha Gonzaga através de proposições lúdicas e sensoriais aproximando o público de sua inspiração e da pluralidade do seu universo musical. - Refletir sobre novas perspectivas para mulheres do nosso tempo a partir do espetáculo teatral que evoca a realização e o protagonismo da Maestrina, compositora e pianista Chiquinha Gonzaga. - Contribuir para a formação do público teatral por meio de um espetáculo para a infância. - Reapresentar a música popular brasileira do final do século XIX e início do século XX. - Elaborar e distribuir com antecedência um material de orientação pedagógica para professoras e professores, para apresentação nos CEUs. - Conceber e distribuir um programa sobre o espetáculo e sobre Chiquinha Gonzaga que servirá de material didático-lúdico em que a criança poderá brincar e interagir a partir dos temas propostos. - Alcançar um público estimado em 5.000 pessoas. - Impactar digitalmente cerca de 20 mil pessoas, através das redes sociais, como: Instagram, Facebook e Tik-Tok, dos dos espaços de apresentação, e do Grupo Cia. das Cores.
O projeto "Circulação CHIQUINHA GONZAGA, A MENINA FACEIRA" agrega o fazer artístico e o cenário cultural brasileiro, será possível por meio do apoio de patrocinadores, via Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313 de 23 de dezembro de 1991). Para garantir o acesso à maior camada possível da população, o projeto se enquadra nos incisos descritos abaixo, do artigo 1º da referida Lei: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Já no Art. 3º, serão alcançados os objetivos constantes incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: alínea "c" - realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore e alínea "e" - realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: alínea "a" - distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. O espetáculo CHIQUINHA GONZAGA, A MENINA FCEIRA estreou em 2015 e foi muito bem acolhido pelo público e pela crítica. Segundo o crítico Dib Carneiro Neto: "O Grupo Cia. das Cores está de volta com lindo espetáculo de bonecos em homenagem à grande compositora brasileira. Com dramaturgia de Tom Dupin e direção de Edson Gon: "Chiquinha’ é encantador. Muito bem escrito, narrado, dirigido, interpretado. Um exemplo de delicadeza. Os bonecos são extremamente graciosos e expressivos, como as três Chicas, a menina, a velha e a moça. Os atores e manipuladores dominam o palco com muita segurança e talento. Há também os bonecos construídos a partir de baquetas. A história da compositora brasileira, primeira mulher a reger uma orquestra no Brasil, é contada de forma poética e fragmentada, sem a preocupação em ser biográfica em excesso. Ponto para o grupo." O Grupo Cia. das Cores, foi fundado em 2000 com a proposta de desenvolver trabalhos teatrais com a criação em grupo e a investigação de espetáculos que mesclam o ator e o boneco, a sonoridade dos bonecos e a música. Ao longo de seus 23 anos, produziu diversos espetáculos, contações de histórias e ministrou diversas oficinas. Já participou de Festivais, Editais de produção e circulação, temporadas na cidade de São Paulo e interior. Entendendo a importância da produção teatral voltada ao público infantil, o grupo Cia. das Cores busca integrar em sua pesquisa, formas de articulação que permitam contribuir com a formação de espectadores capazes de se aventurar no universo do teatro. O espetáculo "CHIUQUINHA GONZAFA, A MENINA FACEIRA", proporcionará um olhar sobre o universo de Chiquinha Gonzaga, tematizando e valorizando seu protagonismo na história da musica Brasileira. Com isso, pretende-se expandir o conhecimento da população com pouco acesso às atividades culturais, sobre figuras históricas, que se destacaram tanto por seu legado artístico quanto por sua postura combativa frente aos paradigmas do que pode ou não uma mulher dentro da nossa sociedade e, como também apresentar a música brasileira, principalmente o chorinho, a valsa Brasileira e a polca de Chiquinha Gonzaga, com o intuito de preservar a memória desses estilos musicais e estimular novos apreciadores. Narrar a trajetória de mulheres importantes da nossa história é sair do silêncio. É tornar visível suas múltiplas experiências. É colocá-las como protagonistas de seu tempo, valorizando e considerando seu legado. Ao contarmos essas experiências de vida estamos contribuindo com a evolução da sociedade. Pois, com seu exemplo podemos provocar reflexões e incentivar a luta contra a injustiça e as desigualdades sociais. Entendemos que uma história de vida é como uma janela aberta que ajuda a entender o mundo e evoluir a partir dessa compreensão. Chiquinha Gonzaga é considerada uma das maiores influências da música popular brasileira. Foi a primeira mulher a reger uma orquestra no Brasil. Sua vida foi marcada pelo sucesso na música, o desafio à sociedade patriarcal do período regencial e à luta abolicionista. Era neta de uma mulher escravizada e liberta. Foi uma mulher que estava a frente do seu tempo, pois em uma época em que a mulher não tinha quase direitos e sofria muita discriminação, Chiquinha foi destemida e determinada a seguir a sua paixão e vocação pela música, enfrentando preconceitos e todos que se opunham às suas atividades artísticas. Este projeto foi gestado quando a Cia das Cores adentrou no universo da compositora e maestrina CHIQUINHA GONZAGA em 2015 para criar e produzir o espetáculo "CHIQUINHA GONZAGA, A MENINA FACEIRA", que na ocasião foi indicado a melhor dramaturgia pelo Prêmio São Paulo de Teatro para a Infância e Juventude e indicada a melhor espetáculo pelo Guia da Folha. Nos encantamos não só com a figura emblemática e mulher à frente de seu tempo que foi, mas também com a musicalidade rica e criativa da música brasileira de raiz, do final do Século XIX e começo do Século XX, em especial o choro, a polca e as valsas nacionais, que embora muito apreciada por alguns, inclusive em terras estrangeiras, está aquém do reconhecimento que merece por sua representatividade e importância histórica. Atenta a este fenômeno, a Cia. das Cores traz uma proposta de criação teatral que mergulha nesse universo, com a poesia do seu teatro de bonecos, tão apreciado pelas crianças e de plena comunicação. Aí então Chiquinha Gonzaga aparece como personagem que permitirá vivenciar tais experiências. E nessa história, muitas Chiquinhas se revelam, trazendo interessantes reflexões e ensinamentos: - a menina sensível, que vive a música, mas muitas vezes não é compreendida; - a compositora e instrumentista, plural e de excelência, que se consolidou como um dos pilares da identidade cultural brasileira; - a protagonista feminina, sendo primeira mulher a reger uma orquestra no Brasil, a musicar peças para o teatro, e a levar uma vida de autonomia pessoal, sempre com perseverança, atrás de sua vocação; - a inovadora, quando compõe a primeira marchinha de carnaval; - a ativista, quando participa junto ao abolicionista José do Patrocínio, da organização de Conferências para a abolição dos escravos; - a Humanista, ao valorizar a identidade, preservação e perpetuação da ancestralidade em suas obras. Sua vida, pautada por essas posturas, nos faz pensar sobre quais valores nossas crianças estão sendo formadas, no meio desse constante bombardeio de informações e vida acelerada. Ao se aventurar por esses caminhos, a Cia. das Cores brinca com nossa infância, com poesia, encantamentos e em festa, respeitando profundamente o aprendizado e desenvolvimento sensível das crianças. Chiquinha Gonzaga: a menina, a mulher, a poesia, a música, a brincadeira, a história, o Brasil. Em pleno século XXI ainda temos muitas questões relativas às conquistas das mulheres e muitos caminhos a se imaginar para que exista equidade de gênero na sociedade atual. Por isso a importância de oferecer ao público dramaturgias onde o sonho, a determinação, o empoderamento e a realização estivessem atreladas à figura da mulher. Este projeto é voltado para crianças de todas as idades e tem como diretriz geral levar ao público espetáculos que estimulem a imaginação, a sensibilidade, a valorização do nosso patrimônio cultural e que, principalmente, contribuam para um redimensionamento de valores sociais e culturais.
LINKS DO ESPETÁCULO CHIQUINHA GONZAGA, A MENINA FACEIRA Link do espetáculo “Chiquinha Gonzaga, a menina faceira” no youtube: https://youtu.be/rYHm328i4fw Link do Teaser: https://youtu.be/_XJQW6UyFiY Crítica de Dib Carneiro: https://revistacrescer.globo.com/Colunistas/Dib-Carneiro-Neto/noticia/2015/05/musica-de-chiquinha-gonzaga-encanta-criancas-de-todas-idades.html CURRÍCULO DA CIA. DAS CORES A Cia. das Cores criada em 2000 tem mais de duas décadas de produção teatral para as infâncias, com seus espetáculos abordando temas importantes para a criança e para os adultos. Os espetáculos teatrais do grupo, vêm sendo reconhecidos por serem apresentados em diversos equipamentos de Cultura da cidade e do Estado de São Paulo, como SESC, SESI, Centros Culturais, Teatros Municipais, Espaços Culturais da Caixa Econômica Federal, CÉUS, Casas de Cultura, Bibliotecas, Centro Cultural Banco do Brasil, Escolas, entres outros. O trabalho caracteriza-se pela criação em grupo, a pesquisa de construção de bonecos e objetos sonoros com diversos materiais e o desenvolvimento de técnicas de animação criadas a partir de técnicas tradicionais. Já participou de vários projetos, entre eles: Fomento ao teatro da cidade de São Paulo, Proac Circulação, Proac ICMS, Sesi Arte-educação, Sesi local, Recreio nas Férias, Virada Cultural, Teatro nas Bibliotecas, Proart, entre outros. Espetáculos de teatro que o Grupo já produziu: TICO-TICO (2019), CHIQUINHA GONZAGA, A MENINA FACEIRA (2015), PAPO DE SAPO (2009), ZEZÉ PORCARIA (2007), A FLOR E SÃO NICOLAU (2006), LUIZINHA A ÁRVORE E A GALINHA (2004), OIKOS A NOSSA CASA (2003), COCOS E MITOS e O GALO QUE CANTAVA PARA O SOL NASCER(2000). HISTÓRICO DE ATIVIDADES NOS ÚLTIMOS ANOS 2024: Em Março fez temporada de apresentações da peça “Chiquinha Gonzaga, a menina faceira” no Sesc Pinheiros. Em Abril fez temporada de apresentações da peça “Cocos e Mitos” no Teatro Paulo Eiró. Em Agosto fez apresentação da peça “Chiquinha Gonzaga, a menina faceira” no Sesc Piracicaba. Em Setembro fez apresentação da peça “Chiquinha Gonzaga, a menina faceira” no Sesc Registro. 2023: Em fevereiro fez apresentação da peça “Chiquinha Gonzaga, a menina faceira” no Hospital Sabará e no Sesc Bauru. Em março fez apresentação da peça “Chiquinha Gonzaga, a menina faceira” no Sesc Thermas de presidente. Em maio fez apresentações no Sesc Catanduva dos espetáculos “Cocos e Mitos” e “Chiquinha Gonzaga, a menina faceira”. Em julho fez treze apresentações do espetáculo de contação de histórias “Estórias de bichos e das gentes que moram neles”. 2022: Em fevereiro fez apresentação no Teatro municipal da cidade de Atibaia com a peça “Chiquinha Gonzaga, a menina faceira”. Em março fez apresentações da peça “Chiquinha Gonzaga, a menina faceira” em cinco CEUs da cidade de São Paulo. Em abril fez apresentação no SESC RIO PRETO com a peça “Chiquinha Gonzaga, a menina faceira”. Em agosto fez apresentação do espetáculo de contação de histórias “ Na floresta, Alfredo o macaco faz a festa” no CEU JAMBEIRO. Em outubro fez uma temporada de oito apresentações no SESC BERTIOGA com a peça “Chiquinha Gonzaga, a menina faceira”. Em novembro participou do projeto Bonecos no SESC 24 DE MAIO com a peça “Chiquinha Gonzaga, a menina faceira”. 2021: Foi contemplado com o Edital Aldir Blanc Municipal com a apresentações on-line do repertório de espetáculos nas plataformas de 06 Biblioteca Municipais. E ganhou o Edital Proac 06 para gravação em vídeo do espetáculo “Chiquinha Gonzaga, a menina faceira”. Participou dos seguintes festivais online de teatro: 1º. Festival de Jogos teatrais de São Paulo com a peça “Chiquinha Gonzaga, a menina faceira”; Fest Anima Bonecos de Poços de Caldas com a peça “Cocos e Mitos”; Profest – Festival online de teatro; Festival de teatro BC em cena de Camboriú com a peça “Tico-tico’. 2020: Em fevereiro fez apresentação da peça “Chiquinha Gonzaga, a menina faceira” no Auditório Claudio Santoro em Campos do Jordão. E no Hospital Sabará em São Paulo. Desenvolveu um boneco mamulengo gigante do personagem Pererê para o Bloco de carnaval Emilias e Viscondes para o Carnaval para crianças (2020) realizado pela ONG Espaço Arterial e Biblioteca Monteiro Lobato. 2019: Em novembro participou do primeiro festival de teatro de bonecos do Picolo Teatro em São Paulo com a peça “Chiquinha Gonzaga, a menina faceira” Em outubro participou do Festival Mario de Andrade com uma temporada na Biblioteca Mario de Andrade dos espetáculos “Chiquinha Gonzaga, a menina faceira” e “Tico-tico”. De março a maio fez temporada de estreia da peça “Tico-tico” no Centro Cultural SP. Em abril e maio participou do “Proart – espetáculos nos CEUs”, com a peça “Chiquinha Gonzaga, a menina faceira”. Em janeiro participou do Projeto Recreio nas férias com a peça “Cocos e Mitos” e com a contação de histórias “As artes de Pedro Malasartes”. 2018: Em janeiro fez uma mostra no Centro Cultural Penha, dos dois espetáculos: “Chiquinha Gonzaga, a menina faceira” e “Cocos e Mitos”. Realizou apresentação no CEU Feitiço da Vila, no Aniversário da Cidade de São Paulo. Participou do Projeto Recreio nas Férias com 10 apresentações do espetáculo de contação de histórias: “A barca da Tartaruga & outras histórias” nos CEUs da cidade de São Paulo. Desenvolveu um boneco mamulengo gigante do personagem Monteiro Lobato para o Bloco Emilias e Viscondes para o Carnaval para crianças (2018) realizado pela ONG Espaço Arterial e Biblioteca Monteiro Lobato. Em agosto, fez apresentação da peça “Cocos e Mitos” no SESC Interlagos (evento ocupa saci. Fez apresentação da peça “Chiquinha Gonzaga, a menina faceira” no SESC São Caetano. Em setembro fez 20 apresentações nos CEUs com o espetáculo de contação de histórias “Estórias de Bichos e das Gentes que moram neles” Em outubro fez oito apresentações em oito CEUs com o espetáculo “As artes de Pedro Malasartes”. PROJETO ARTÍSTICO DA CIA. DAS CORES A Cia está sempre em busca de desenvolvimento de temas relevantes e técnicas de teatro de animação em suas variadas possibilidades, a exemplo, as esculturas sonoras, ponto de partida para a construção e animação de bonecos e objetos sonoros. Já no primeiro trabalho da Cia., o espetáculo COCOS E MITOS (2000), começamos a pesquisar o boneco sonoro e objetos sonoros em cena, tudo feito a partir de materiais naturais duráveis, preponderando por uma produção de matéria-prima ligado a sustentabilidade e consciência ambiental. No seu segundo espetáculo, OIKOS A NOSSA CASA (Patrocinado pela Lei de Fomento ao Teatro em 2002), esse pensamento já estava consolidado numa temática sobre ecologia urbana e a continuidade da pesquisa sobre bonecos e objetos sonoros desenvolvidos a partir de sucatas e materiais recicláveis. Em sua terceira empreitada, ZEZÉ PORCARIA (2007), cujo espetáculo tinha como tema a alimentação infantil e suas possibilidades e perigos, a pesquisa de sonoridade introduz o “boneco baqueta” instaurando a possibilidade do surgimento de outros bonecos sonoros nos espetáculos vindouros. Na peça PAPO DE SAPO (2009), foi introduzida a técnica Kokoschka que mescla mãos e rosto do ator e o corpo do boneco. Quando a Cia das Cores adentrou no universo da compositora e maestrina Chiquinha Gonzaga em 2015 para criar e produzir “ CHIQUINHA GONZAGA, A MENINA FACEIRA” iniciou-se uma investigação sobre a música Brasileira do final do Século XIX e começo do Século XX, com histórias reais e ficcionais de mulheres, aliados a temas importantes para o desenvolvimento da criança. Seguiu-se essa mesma linha de desenvolvimento de espetáculo com “TICO-TICO” com músicas de Zequinha de Abreu em 2019 e agora “ZIZINHA, A ÁRVORE E A SOMBRINHA” com músicas de Ernesto Nazareth. Links da Cia. das Cores Página no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100064528099593&mibextid=ZbWKwL Site do Grupo: https://edsongonn.wixsite.com/ciadascores Instagram: @grupociadascores
NÃO SE APLICA
O projeto em questão oferecerá as seguintes medidas de acessibilidade: 1 - Os locais onde realizaremos os espetáculos, atenderá ao disposto no art. 27, inciso II do Decreto 5761/06, que proporciona condições de acessibilidade às pessoas idosas, nos termos do art. 23, da Lei nº. 10.741/03, e portadoras de deficiência conforme o disposto no art. 46 do decreto 3.298/99, através de rampas e elevadores disponíveis e bem sinalizados dentro da sala, bem como, no acesso externo atendendo e estando de acordo com as referidas leis. 2 - Nas apresentações no espaço cultural público na região central, em que será feita uma temporada aos sábados e domingos, durante um mês, será oferecido todos os sábados tradução em libras, áudio descrição, e um monitor para PcD intelectuais. E haverá uma ampla divulgação das datas. 3 - Nas apresentações nos CEUs, cada região receberá uma apresentação com tradução em libras, áudio descrição, e um monitor para PcD intelectuais.
- Conforme artigo 28 da IN nº 01/2023, todas as apresentações serão gratuitas para um amplo acesso da população. - Conforme o disposto no § 2º do art. 22, o vídeo do espetáculo sera disponibilizado na Internet (youtube) durante uma semana após a apresentação. - Será permitido a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias. - Para uma maior abrangencia do projeto, o espetáculo será apresentado em todas as regiões da cidade de São Paulo. Na região central (Espaço público cultural) e nas quatro regiões (CEUs - Centro Educacional Unificado). - A divulgação, que será feita por uma assessoria de imprensa e um social media, além da divulgação geral, priorizará locais em que a população tem pouco acesso a atividades culturais.
Direção artística: Edson Gon Texto: Tom Dupin Direção musical e pianista de cena: Gustavo Budemberg Elenco: Artur Reis, Evandor Cavalcante e Natalia Kesper CURRÍCULO DOS INTEGRANTES EDSON GON DRT 9567 - Diretor Ator; Diretor, Bonequeiro, Dramaturgo e Contador de histórias; Formação acadêmica pela UNICAMP; Pós-graduação em sociologia do lazer em 1992/95. Diretor e fundador do Grupo Cia. das Cores; Professor de Teatro da Escola de Teatro e TV - INCENNA ( desde 1999); Professor de Teatro para crianças do Clube Pinheiros (desde 2000); Criador de Bonecos do Bloco das Emílias e Viscondes. Criador de bonecos gigantes do 1º. Bloco de carnaval infantil “Bloco das Emílias e Vincondes” da Biblioteca Municipal Monteiro Lobato e Ong Espaço Arterial desde 2008. Em mais de trinta anos de trabalhos teatrais (atuação, direção e produção) já participou de vários projetos importantes das artes cênicas, como: Proac Produção, Proac Circulação, Fomento ao Teatro da Cidade de São Paulo, Sesi Edital Local, Sesi Arte Educação, Comunidade Viva, Virada Cultural, Recreio nas Férias, Proart, entre outros. Desenvolve oficinas de bonecos em diferentes técnicas e materiais desde 1995, em diversas entidades, como: Sescs, ONGs, Sindicatos, Blocos de carnaval, Secretarias de cultura, Sesi, Poiesis, entre outras. DIREÇÃO DE ESPETÁCULO DE TEATRO PARA A INFÂNCIA 2019 - Tico-tico – Com a Cia. das Cores. Estreou no Centro Cultural SP. 2015 - Chiquinha Gonzaga, a menina faceira – De Tom Dupin. Com a Cia. das Cores. Estreou no Centro Cultural SP. 2009 - A Princesa no Lago dos Cisnes – Adaptação da obra de Tchaikovsky. Com a Vanolli produções. Estreou no Teatro Ruth Escobar em 2009 e circulou em diversas cidades do estado de São Paulo (Proac Icms). 2008 - Papo de Sapo – Com a Cia. das Cores. Estreou no Centro Cultural SP. 2006 - Zezé Porcaria - de Paulo Barroso, com a Cia. das Cores. Estreou no Sesc Vila Mariana. 2003 - O Gambá que não sabia sorrir - de Rubem Alves, com a Cia. das Cores. 2002 - OIKOS a nossa casa - de Paulo Barroso, com a Cia. das Cores. Estreou no Centro Cultural SP. 2001 - A Flor e São Nicolau - de Alberto Lima, com a Cia. das Cores. Estreou na CEF praça da Sé. 2000 - Cocos e Mitos - Criação Coletiva, com a Cia. das Cores. Estreou no Centro Cultural SP. 2000 - O Galo que cantava para o sol nascer - de Rubem Alves, com a Cia. Limetrus Estreou no Espaço Cultural Lélia Abramo. 1995 - Estórias de Bichos - de Rubem Alves, com a Cia. Limetrus. Estreou no Espaço Cultural Lélia Abramo. 1990 - Dona Baratinha Quer Casar. de Silvio Gomes, com o grupo Face oculta de Piracicaba. EVANDRO CAVALCANTE DRT 23792 - }Ator Ator, arte educador e musicista. Formado na Escola de Arte Dramática (USP), INDAC e licenciado na Universidade Estadual Paulista (UNESP). Faz parte da Cia. das Cores desde 2009 e atua nos espetáculos Papo de Sapo, Cocos e Mitos e Chiquinha Gonzaga, a menina faceira. Recentemente fez o espetáculo “Inutil Canto e Inutil pranto pelos anjos caídos” com direção do Rogério Tarifa. No audiovisual, atuou nos longas “Tudo que aprendemos juntos”, “Corpo Elétrico” e nas séries “Carcereiros” e “Segunda chamada da rede globo”. Como Arte-educador participou do Festival de Entepola (Chile) junto a Cia. Ybimarã ministrando aulas de jogos e iniciação teatral. É Artista-Orientador do Programa de Qualificação em Artes-Teatro. É professor de teatro da ONG PROFAZ (Projeto Fazendinha) Santana de Parnaíba - Ação Social Inclusiva. É prefessor e Diretor da OROBORO Escola de Teatro NATALIA KESPER DRT: 22753 - Atriz Atriz formada pela Escola Técnica de Teatro Ewerton de Castro e Licenciada plena com Habilitação em Artes Cênicas pela Faculdade Paulista de Artes; especializada em Laban - Arte do Movimento, no Instituto Sedes Sapientiae e cursou a Formação de Contadores de Histórias na Biblioteca Hans Christian Andersen. Atualmente trabalha com Direção cênica e preparação corporal do coral cênico do colégio Dante Aliguieri (2018 – atual). É Professora de expressões artísticas do Fundamental I no Colégio Santo Ivo desde 2019, Professora de teatro e diretora na Oficina de Arteiros desde , Professora de expressão corporal para formação de atores da Escola técnica de teatro e televisão Incenna desde 2012. Pesquisa a linguagem do teatro físico através dos Movimentos expressivos de Rudolf Laban, do teatro de animação e os ritmos populares. Trabalha com a Cia. das Cores desde 2010 no espetáculo Papo de Sapo, Zezé porcaria, Cocos e Mitos e Tico-tico. Com a pesquisa em teatro físico desenvolveu com a Cia das Cores o espetáculo de Contação de histórias “Na floresta, Alfredo macaco faz a festa!”, atualmente sendo apresentada em Bibliotecas Públicas e escolas para crianças do Ensino Fundamental. ARTUR REIS DRT 21439 – Ator Ator formado pela Escola de Teatro Ewerton de Castro. (2000/2002). Atualmente faz o curso de formação pela Escola de Artes Dramáticas EAD/ECA/USP. Trabalhou com o Grupo Folia na Cidade (SESI/Campinas - 1997/1999) e atuou nas peças: O Desejo de Catirina, Macunaíma e A Marrequinha de Pequim (Peça Infantil). Com o Grupo participou de diversas viagens teatrais pelo estado de São Paulo e Minas Gerais, tendo como foco o universo da cultura popular nordestina, com apresentações de teatro e dança. Trabalha na Cia. das Cores desde 2010 e fez os seguintes espetáculos: Papo de Sapo, Zezé Porcaria, Cocos e Mitos, Chiquinha Gonzaga, a menina faceira e Tico-tico. Realizando apresentações na cidade e no todo o Estado de São Paulo. No Curso da Escola Everton de Castro encenou as seguintes peça: Abstêmios com Direção de João Borbonnais, O Noviço com direção de Heraldo Rizzo, Perdoa-me por me traíres com direção de João Borbonnais e, Bodas de Sangue com direção de Heraldo Rizzo. Participou como ator do grupo Teatro de Alvenaria (2003/2005) encenando a peça Ensaio sobre a Liberdade com direção de Luciana Baroni; De Fevereiro a Julho de 2007 participou de oficina de atores da Globo. GUSTAVO BUDEMBERG OMB 54648 Pianista, Arte educador, Diretor musical e professor de canto. Formado em licenciatura em Educação Musical pela UFSCAR, Universidade Federal de São Carlos, e pelo curso de Piano MPB/Jazz e Teclado no Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos de Tatuí sob orientação dos professores André Marques, Meire Varella, Cezar Valezin e Claudio Casarinni. Fez também o curso técnico em Canto Popular na ETEC de Artes. Bacharelando em Canto Erudito pela UniFIAM FAAM. Diretor Musical, Preparador vocal e Pianista da Cia. Das Cores desde 2010. Atuou nos espetáculos Chiquinha Gonzaga, a menina faceira como Diretor musical, preparador vocal e pianista. No espetáculo Tico-tico fez a produção e arranjo musical, a Direção musical e preparação vocal. No espetáculo Cocos e Mitos fez a preparação vocal e direção musical. É Professor de Canto e Piano das Escolas Musicamania, Centro de Música Naomi Shemer (Clube Hebraica), Regente e Professor de Canto do Projeto Guri. Formação em Licenciatura em artes visuais pela Unijales. Bacharelado em piano popular pela FMU. Fez o curso técnico em regência pela Etec de artes. E fez Pós-graduação em Psicanálise pelo Instituto Biosegredo. É professora de teoria musical, flauta doce, piano, teclado e canto popular na Bambu escola de música e arte. Professora de Piano e teclado da Escola de música Art Music Tatuapé. Professora de piano popular, canto coral e flauta doce do Conservatório Arte Musical. Professora de piano da Escola de música Big Band.
PROJETO ARQUIVADO.