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PRONAC 2410025Projeto suspensoMecenato

Fui ao banheiro e meu quarto ficou no passado

COOPERATIVA PAULISTA DE TEATRO
Solicitado
R$ 652,5 mil
Aprovado
R$ 652,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-08-01
Término
2026-05-01
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O projeto visa a criação de um espetáculo teatral e a apresentação de uma temporada de 30 sessões na cidade de São Paulo.

Sinopse

Sinopse: Uma experiência de teatro imersivo, em três versões, na qual figuras anônimas convidam o público a viver relações com as suas memórias a partir de ações frequentemente utilizadas no campo da tecnologia: deletar, recarregar e reconectar. Cada escolha do público determina a experiência. Duração: 90 min Classificação: 12

Objetivos

Objetivo Geral: - Criar e circular um espetáculo teatral na cidade de São Paulo. Objetivos Específicos: - Realizar 30 sessões do espetáculo na cidade de São Paulo; - Realizar 6 sessões, dentre as 30, com interpretes de Libras; - Garantir acessibilidade para pessoas com deficiêcia física para todas as sessões.

Justificativa

Opta-se pelo Lei de Incentivo à Cultura pois o projeto atende aos incisos I, II, V, VIII, IX. Assim, ele visa: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Além disso, este projeto também se encaixa no Artigo 3º da Lei de Incentivo à Cultura, que nos seus incisos II e IV prevê o fomento à produção cultural e artística e o estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais.

Especificação técnica

Espetáculo Teatral: 90 minutos;

Acessibilidade

Objetiva-se atender os seguintes requisitos de acessibilidade: - Realização do espetáculo em espaço que atenda a paremetros de acessibilidade física, como rampas e banheiros acessíveis; - Realizar 6 sessões, dentre as 30, com interprete de Libras;

Democratização do acesso

Objetiva-se que o acesso a todos os produtos do projeto seja gratuito. Refere-se aqui à distruibuição de gratuita de ingressos para o espetáculo, bem como à transmissão online e gratuita do espetáculo via internet, a ser disponiblizado pela plataforma YouTube. Além disso, visa-se, ainda, a realização de 2 ensaios abertos ao longo do processo de criação.

Ficha técnica

A Cooperativa Paulista de Teatro, proponente deste projeto, desempenhará a função de Coordenação Geral do Projeto. Douglas Opara é licenciando em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo e possui formação técnica em Teatro pela Etec de Artes. Em 2024, apresentou a performance “REDIAL” junto ao Desnível no Encontro de Teatro Universitário de São Paulo e a performance "180" com o grupo MEIO via Sesc 24 de Maio na Virada Cultural de São Paulo. Em 2023, realizou as performances “Incógnito” e “Figura Pública” com o Desnível, além de apresentar "180" com o grupo MEIO pela 33a Edição do Programa Municipal de Fomento à Dança. Em 2022, apresentou no Velódromo da USP o espetáculo "Línguas Pensas" sob a direção de Verônica Veloso. No ano de 2019, desenvolveu o projeto "O que restou da casa?" junto ao Núcleo Sacada, contemplado pela 16a Edição do Programa de Valorização de Iniciativas Culturais da Prefeitura de São Paulo. Em 2018, atuou do espetáculo “Como foi na véspera?” com o Coletivo de Fachada no Satyrianas, tendo apresentado, também, junto ao grupo em 2017 duas temporadas do mesmo espetáculo na Casa de Cultura da Vila Guilherme. Flávia Trapp atua principalmente como atriz-bailarina, arte educadora e artivista ambiental. É natural de Ribeirão Preto, mas reside atualmente na capital paulista, onde se licenciou em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo (USP). No âmbito da dança, é formada no Curso Técnico Profissionalizante de Dança pelo Studio de Dança Luciana Junqueira e participa do Laboratório de Pesquisa e Estudo em Tanz Theatralidades, onde atuou em peças como 1º de Abril e Entre-Paisagens. Já na esfera da educação, ajuda a construir o Cursinho Popular Ruth de Souza e integrou a equipe de residentes de Artes na E. E. Prof. Adolfino Arruda Castanho por dois anos. Como artivista, ocupando diferentes funções, integra o grupo de teatro "Desnível" e o grupo de artivismo ambiental "Extinction Rebellion São Paulo". Além disso, participa ativamente do meio audiovisual universitário paulistano, trabalhando como atriz e bailarina - em curta metragens como Claustro, Her & I, São Bernoia, Pontas de Faca, Seja o Que For, e Insuficiência - e como preparadora de elenco - em A Classe que Derreteu, Casa dos Sentires e Filhos da Cana. Layla Trindade é atriz e performer no Desnível, é técnica em teatro pela ETEC de Artes e licencianda em Artes Cênicas na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Fez parte do projeto “Bordados de Corpus”, em articulação com o TUSP e o MMCR, orientado pela Prof. Dra. Maria Helena Franco de Araujo Bastos, em conjuntura com sua iniciação científica de pesquisa em dança: com ênfase no corpo e as relações de violência e gênero, que foi publicada no VII Encontro Científico Nacional de Pesquisadores em Dança (ANDA) em 2022. Além disso, participou do “Curso de Cinema para Jovens Realizadores” realizado pela Quixó Produções, com incentivo do VAI; entre 2019 e 2020, cursou o módulo profissionalizante do Teatro Escola Macunaíma. Fez treinamentos atorais com investigação do método Feldenkrais, Jogo do Círculo Neutro, Viewpoints e Composição em tempo real e prosseguiu a pesquisa de treinamentos voltados à performance. Também faz parte do Coletivo Entardecer e queda coletiva. Além disso, fez parte do Programa de Residência Pedagógica em Arte como residente pela CAPES. Luana Sevarolli é licenciada em Artes Cênicas pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Fez parte do grupo de teatro Coletivo Cotovia, de 2017 a 2020, no qual realizou cinco montagens desempenhando funções como: atuação, edição e adaptação textual/musical. Realizou uma pesquisa de iniciação científica sobre dramaturgia e o corpocidade, orientada pelo Prof. Dr. Felisberto Sabino da Costa, que teve como resultado um artigo e uma dramaturgia autoficcional. O artigo resultante dessa pesquisa está, atualmente, publicado pela Revista Sala Preta. Em 2022 publicou uma coletânea de poesias, intitulada “Trabalhos com tesoura e cola”, pela editora Folheando. Em 2023, participou de uma residência artística, oferecida pelo SESC 24 de maio, que teve como resultado a performance Corpo-Levante, em homenagem aos quarenta anos do levante do Ferro´s bar – importante evento para a história lésbica local e popularmente conhecido como “o Stonewall brasileiro”. Tem um artigo em vias de publicação, na revista digital do evento "Em defesa da escola", que fala sobre arte-educação e lesbianidade. Stella Kochen é graduada em Artes Cênicas pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, na qual iniciou suas experiências como diretora teatral com seu projeto final sendo a direção da obra autoral Frankenstein: o Prometeu Contemporâneo, que realizou 3 apresentações no centro de São Paulo em 2023. Ainda em sua graduação, aprofundou também seus estudos em Cenografia, recebendo uma bolsa de pesquisa para uma Iniciação Científica sobre a correlação entre o uso de iconografia religiosa no meio teatral e períodos de crises humanitárias. Atualmente também trabalha enquanto cantora de eventos, e mantém seus estudos de canto desde 2015, tendo exercido também a função de monitora das aulas de Voz e Canto para Atores na faculdade. Já enquanto atriz, seus trabalhos mais recentes foram no audiovisual com uma participação na série “Além do Guarda-Roupa” da HBOMax e em curtas universitários, contudo sua jornada começou em 2017 no Coletivo Cotovia até 2019 e nesse meio tempo também adentrou o meio do Teatro Musical, tendo feito parte do elenco de A Christmas Carol em sua temporada de 2019.

Providência

Projeto paralisado porque o proponente está INADIMPLENTE junto ao Ministério da Cultura.