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O projeto se propõe a criar uma exposição itinerante voltada para estudantes de escolas públicas. O conteúdo dessa exposição será coletado a partir de uma pesquisa na região Amazônica, que resultará em fotografias, vídeos, palestras, mostra de vídeos criados pelos estudantes e cartilha educativa.
PRODUTO AUDIOVISUAL 1 - Série Amazônidas – Sabedorias dos Rios Classificação etária: Livre. Sinopse: Série documental de 9 episódios de 13min. cada, com abordagem etnográfica. O tema unificador da série são as sabedorias e ancestralidades dos habitantes ribeirinhos das bacias do Tapajós e Amazonas no Estado do Pará. Cada episódio é baseado na história e relatos de vida de um(a) personagem significativo dos rios da região. As vozes diretas e espontâneas das personagens conduzem as narrativas, em trabalho de roteiro e edição. Em cada episódio, Junto à personagem central, são acrescidos outros depoimentos de pessoas, pesquisadores e autoridades climáticas contatados pela equipe do projeto durante o encontro Diálogos Amazônicos, realizado em 2023 em Belém do Pará, que reuniu representantes dos 8 países amazônicos. A série agrega ainda acervos inéditos realizados a bordo do Gaia nos últimos dois anos de navegações, como aporte adicional ao projeto Amazônidas. PRODUTO AUDIOVISUAL 2 - Série Amazônidas – Viagens do Conhecimento Classificação etária: Livre. Sinopse: Série principal de conteúdo do projeto, formada por 7 episódios de média-metragem (26 min. cada), realizada a partir das navegações do barco Gaia. A série é documental, com abordagem etnográfica. Cada episódio/documentário integrante da série apresentará os aspectos da paisagem cultural de um rio/navegação do projeto: habitantes e comunidades tradicionais, aspectos dos rios e da floresta, saberes e fazeres das comunidades, manifestações, dinâmicas cotidianas e rituais dos territórios; desafios sociais e ambientais. A série contará com equipe de realização com consolidado histórico de produção documental, cuja equipe central terá 2 diretores de gravações em campo (diretora e diretor); diretor de fotografia; produtora/pesquisadora (baseada em Santarém); pesquisadora/coordenadora de produção; operador de imagem e som; montador/finalizador.
Objetivo Geral: O projeto tem como objetivos a realização de uma exposição itinerante sobre a cultura Amazônica, que inclui fotografias, vídeos, cartilhas, palestras e atividades educativas. Objetivo específico: - Realizar 1 exposição itinerante, com os registros realizados nas 07 regiões visitadas; - Realizar 01 mostra final com os vídeos-documentários criados nas oficinas. - Realizar 07 oficinas com professores das escolas selecionadas, para que consigam trabalhar com as cartilhas em sala de aula; - Realizar 07 oficinas para os alunos das escolas selecionadas para criação de conteúdos audiovisuais (documentários) sobre a Amazônia e sua cultura; - Realizar 7 palestras nas escolas, com os personagens e pesquisadores dos documentários; - Criar 1 cartilha pedagógica que será distribuída nas cidades selecionadas no projeto, para disseminar a cultura Amazônica nas escolas; - Criar um QUIZ para estimular e auxiliar os alunos no entendimento de fatores relevantes das culturas, sabedorias, tradições e desafios sócio-ambientais Amazônicos; - Realizar 2 vídeos documentais sobre a cultura dos povos Amazônicos que serão projetados na exposição.
Nos territórios da Amazônia, encontra-se uma rica diversidade humana composta por habitantes e comunidades tradicionais, que ao longo do tempo desenvolveram uma relação única e simbiótica com os rios e a floresta ao seu redor. Essas comunidades possuem vastos conhecimentos e práticas, profundamente conectados com as complexas dinâmicas diárias de um ambiente vasto e multifacetado. A Amazônia abriga uma ampla variedade de grupos étnicos, cada um enriquecendo o cenário cultural da região com suas próprias histórias e tradições. Desde as comunidades indígenas até os ribeirinhos e outros grupos tradicionais, essa diversidade cultural oferece uma visão singular da complexidade do Brasil. Os habitantes da região amazônica, que se autodenominam Amazônidas, inspiram o título deste projeto inédito, que será realizado através das viagens do barco Gaia, uma embarcação típica de madeira do rio Tapajós, no Pará. Essa embarcação, que há duas décadas navega pelas águas amazônicas, tem a capacidade de explorar grandes rios e pequenos igarapés, alcançando comunidades isoladas. Durante esse tempo, o barco Gaia tem levado cinema e arte, documentando a cultura dos povos ribeirinhos e acumulando um vasto acervo de conhecimentos que serão incorporados ao Projeto Amazônidas, com novas abordagens e um forte foco educacional. O conhecimento tradicional é um pilar essencial da cultura dos povos da Amazônia. Essas comunidades têm uma compreensão profunda da flora, fauna e ecossistemas locais, transmitida oralmente ao longo das gerações. As expressões artísticas na região refletem a espiritualidade e o cotidiano das comunidades, seja através da música, dança, artesanato ou pintura. Essas formas de arte capturam a essência vibrante da Amazônia, incorporando elementos naturais, narrando tradições ancestrais e retratando a riqueza da vida na região. As manifestações culturais na Amazônia são uma expressão vital da identidade das comunidades. Festas e rituais servem como momentos de celebração e renovação, reforçando os laços comunitários e as dinâmicas diárias nas comunidades amazônicas, sempre em constante interação com a natureza. Na Amazônia, os habitantes e comunidades tradicionais criam uma tapeçaria complexa de conhecimentos, práticas, manifestações e rituais. Suas vidas estão profundamente entrelaçadas com os rios sinuosos e a floresta exuberante, formando uma conexão que testemunha a resiliência, diversidade cultural e harmonia com a natureza, características marcantes da região. Compreender essas nuances culturais não só enriquece a identidade nacional, mas também nos conecta a uma herança rica e complexa, que moldou as sociedades ao longo dos séculos. Esse entendimento é essencial para a população brasileira, ultrapassando as fronteiras regionais e se tornando um imperativo nacional. A Amazônia, como um dos maiores tesouros naturais do mundo, é muito mais do que uma paisagem deslumbrante; ela é um repositório de diversidade cultural e conhecimento que tem implicações profundas para toda a sociedade brasileira. Promover essa cultura é uma necessidade educacional, ambiental e social, contribuindo para a formação de uma consciência coletiva sobre a importância vital desse ecossistema e a responsabilidade compartilhada de preservá-lo para as futuras gerações. Pensando nisso e na importância do país como um todo conhecer e reconhecer a importância cultural e ambiental que a Amazônia representa para o planeta, criamos este projeto, que começa com uma viagem de barco pelos territórios amazônicos, juntamente com um grupo de pesquisadores que fará esse mergulho cultural nas comunidades visitadas. Essa imersão cultural pretende produzir uma série de fotos e também vídeos, com o intuito de criar uma exposição itinerante, que levará para 7 cidades do Brasil a riqueza cultural da Amazônia. O foco da visitação dessa exposição serão as escolas públicas, no qual será realizado um cuidados trabalho, com o objetivo de trazer de forma apurada a importância cultural desses povos para a nossa nação. Além de fotos e vídeos que integrarão a exposição, cartilhas com conteúdo cultural, uma plataforma online, palestras e oficinas serão produzidos, no intuito de produzir um vasto material pedagógico que será aplicado nas escolas. Após a visitação da exposição e a realização das atividades formativas, uma capacitação na área do audiovisual será realizada, com o intuito que os alunos criem vídeos que falem sobre o conteúdo aprendido com a exposição. O projeto encerra com a seleção do vídeo mais criativo, que será projetado na cidade do Belém do Pará, no evento da Cop30, sendo que o aluno selecionado poderá acompanhar o evento e ver sua obra exposta. O projeto apresenta um importante potencial de impacto social e cultural, evidenciando sua relevância e aderência aos preceitos da Lei de Incentivo à Cultura, nº 8.313, por meio da oportunidade de obter incentivos fiscais junto a empresas patrocinadoras. Conforme as disposições da Lei 8.313/91, buscando alinhar o projeto aos seus objetivos, é viável verificar a conformidade com o Art. 1º, observando os respectivos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Além disso, é possível observar que o projeto estimula o desenvolvimento artístico e cultural, alinhando-se ao disposto no Art. 3º da Lei 8.313/91, conforme os respectivos incisos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; inciso III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais. Por fim, justificamos o enquadramento do projeto cultural, conforme classificado na Lei 8.313/91 no artigo 18, tendo em vista que prevê a produção de: d) exposições de artes visuais.
RELAÇÃO DE PASSAGENS AÉREAS PREVISTAS NO PROJETO (TRECHOS E BENEFICIÁRIOS): PRODUTO: CURSO/OFICINA/ESTÁGIO - 30 passagens aéreas (15 ida e 15 volta) 7 pesquisadores assistentes (14 idas e voltas) 01 coordenador técnico ( 04 idas e voltas) 01 coordenador de produção (04 idas e voltas) 01 coordenador geral (04 idas e voltas) 01 produtor executivo (04 idas e voltas) Destino: Porto Alegre x Belém - 18 passagens – 09 ida e volta - 07 palestrantes - 01 produtor executivo - 01 coordenador geral Destino: Porto Alegre x Belém Destino: Porto Alegre x São Paulo Destino: Porto Alegre x Rio de Janeiro Destino: Porto Alegre x Belo Horizonte Destino: Porto Alegre x Salvador PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTES - 10 passagens aéreas (5 ida e 5 volta) - 03 alunos do BR - 01 Produtor Executivo - 01 Coordenador Geral Destino: Porto Alegre x Belém Destino: Porto Alegre x São Paulo Destino: Porto Alegre x Rio de Janeiro Destino: Porto Alegre x Belo Horizonte Destino: Porto Alegre x Salvador PRODUTO: VÍDEO - 26 passagens ida e volta (13 ida e 13 volta) - 01 coordenador geral - 01 produtor executivo do projeto - 01 produtor - 01 diretor - 01 diretor de fotografia - 01 coordenador de produção - 01 assistente de pesquisa - 01 produtor executivo do audiovisual - 01 operador de câmera - 01 técnico de som - 01 logger - 02 roteirista Destino: Porto Alegre x Belém TEMAS E MINI CURRICULUM DAS PERSONALIDADES PARTICIPANTES DO PROJETO: TEMA: PAISAGENS CULTURAIS AMAZÔNICAS CARLOS FERNANDO DE MOURA DELPHIM Autor e pensador do conceito de paisagem cultural no Brasil; arquiteto urbanista. Mineiro, sempre gostou de jardins. Suas obras e projetos iluminam o conceito de paisagem cultural no Brasil. Coordenou o restauro do Jardim Botânico do Rio de Janeiro e contribuiu para a criação do Jardim Botânico de Brasília. É autor dos livros Manual de Intervenção em Jardins Históricos (2005), Paisagens do Sul (2009), Jardins do Brasil (2012), Jardins do Rio (2012) e Três dimensões do jardim (2021). TEMA: COMO CONTAR UMA HISTÓRIA EM FILME (OFICINAS) ELIS BITENCOURT Elis é diretora e fotógrafa, com trajetória autoral. É descendente de do povo indígena Chayúa. Como mulher, afro-indígena e mãe, busca retratar em trabalhos autorais narrativas que a represente. Tem trajetória no movimento HipHop. Com histórico de oficinas e dinâmicas audiovisuais para jovens estudantes, Elis é formada em Cinema e Produção Audiovisual pela Universidade de Caxias do Sul - UCS. Integrou a equipe do projeto Segundo Ato para a Netflix, que capacita profissionais negros e indígenas que trabalham com a companhia. Foi coordenadora do Projeto LABmais do Sesc (Laboratório de Artes, Mídias e Juventudes) e fez a Curadoria da Mostra Sesc de Cinema RS 2022; Atuou na direção e produção de documentários e videoclipes. TEMA: NHEENGATU, A LÍNGUA GERAL DA AMAZÔNIA EDUARDO NAVARRO (USP) Professor da Universidade de São Paulo, Eduardo Navarro é um dos mais reconhecidos pesquisadores e autores sobre o Tupi e o Nheengatu (a “língua boa” dos povos originários da Amazônia). Desenvolve atividades de ensino e pesquisa linguística em comunidades do Rio Negro, no Amazonas. Em 2022, viajou a bordo do Gaia em itinerário de palestras, aulas e interações do Nheengatu e da história da Amazônia em comunidades indígenas e escolas do Rio Arapiuns, tributário do Tapajós, no Pará. TEMA: O CÉU DAS CULTURAS: ASTRONOMIA WLAMIR CARDOSO Professor da PUC-SP e assessor especial dos planetários de São Paulo, dedica-se à pesquisa e ensino da Astronomia e Física. Tem histórico de trabalhos e dinâmicas de interpretação do céu com estudantes e comunidades tradicionais, inclusive com linhas de estudo das simbologias do céu dos povos amazônicos. A bordo do Gaia e no projeto Amazônidas, irá visitar as comunidades ribeirinhas, especialmente escolas e estudantes, para difundir conhecimentos acessíveis da observação do céu.
CARTILHA: Cartilha com 56 pág/27x20.5cm, 4 cores Tinta Escala em Reciclato 75g. GRAVAÇÃO CHAPA EM CTP. VÍDEO: Duas séries de documentários, para cada região Amazônica visitada, que serão disponibilizadas na exposição e no site/plataforma Amazônidas : 1ª Série com 9 episódios de 13min., e 2ª Série com 7 episódios de média-metragem; 26min., CURSO/OFICINA/ESTÁGIO: Serão dois eixos de oficinas e encontros do saber realizados durante do projeto; os dois eixos são conectados e complementares nas estratégias de realização do projeto: a) Eixo das Viagens do Conhecimento – Barco Gaia (4 palestrantes/temáticas) O primeiro eixo de oficinas e encontros de formação se dará durante os ciclos de viagens/navegações do conhecimento, a bordo do Barco Gaia, nos territórios e comunidades amazônidas, cumprindo 7 itinerários/rios planejados no projeto. Metodologia / abordagem pedagógica: Neste eixo, os conhecimentos serão transmitidos e também assimilados e documentados nos encontros entre as comunidades amazônidas dos rios e a tripulação e pesquisadores do Barco Gaia. Os encontros e oficinas serão sempre registrados pela equipe audiovisual do projeto, gerando conteúdos de conhecimento. Em cada itinerário de navegação do Barco Gaia pelo curso de um rio, um naipe de quatro professores/pesquisadores irá se revezar nos encontros e oficinas com as comunidades ribeirinhas. Para cada viagem/navegação, com duração entre duas e quatro semanas, será escalado um dos quatro palestrantes, para oficinas nas comunidades, em suas respectivas temáticas. Público Alvo: (5.250 pessoas nos territórios/rios) Entre 5 e 8 comunidades ribeirinhas em cada um dos 7 rios do projeto (comunidades indígenas, caboclas, quilombolas), com ênfase nas escolas de ensino fundamental e médio dos territórios. Em cada comunidade, o projeto deve impactar em média 150 pessoas, entre moradores tradicionais e alunos de escolas, gerando uma participação mínima de 750 amazônidas em cada rio, totalizando um envolvimento direto de 5.250 pessoas nas ações do Projeto. Carga horária: (245 horas de formação) Em cada comunidade visitada pela tripulação do Gaia, as oficinas/palestras devem durar entre 2 e 3 horas de atividades, dependendo das condições locais de cada comunidade, tanto no que se refere à estrutura dos ambientes físicos como também a capacidade de articulação das lideranças locais (gerando uma carga de 35 horas em cada rio/itinerário; total de 245 horas no ciclo de 7 rios/itinerários). Nas atividades em comunidades ribeirinhas que possuem escolas regulares, as oficinas ocupam em média um turno escolar (manhã ou tarde). Conteúdo programático / qualificações: Oficina: Nheengatu, a língua geral da Amazônia. Conteúdo: Fundamentos e linha histórica do Tupi, Nheengatu e Língua Portuguesa na região amazônica; noções, gramática, escrita, oralidade e canções do Nheengatu; abordagens da história e etnografia amazônicas. Palestrante: Eduardo Navarro Oficina: Paisagens Culturais da Amazônia. Conteúdo: Apresentação do conceito de Paisagem Cultural, reconhecido pela UNESCO e IPHAN; noções, experiências e diagnósticos de intervenções e reconhecimento de paisagens a partir da obra do palestrante. Palestrante: Carlos Fernando de Moura Delphim Oficina O céu das Culturas Amazônicas: Astronomia Conteúdo: Cada povo tem o seu Céu; os olhares, interpretações e simbologias do céu amazônico; seções de observação e representação das constelações e corpos celestes; relatos das mitologias, ancestralidades e traços culturais relacionados ao céu amazônida. Palestrante: Walmir Thomasi Cardoso Oficina: Narrações da própria história Conteúdo: A partir de dinâmicas simbólicas e de elementos, acervos e traços etnográficos de cada pessoa, lugar e comunidade, fomentar e transmitir noções de linguagem e narrativa fílmica e textual (roteiro); abordagem de técnicas básicas de roteiro e construção audiovisual, com ênfase nos conteúdos feitos e compartilhados na web. Palestrante: Nivaldo Pereira b) Eixo da itinerância em escolas (5 palestrantes/temáticas): Neste eixo, as palestras, oficinas e formações serão realizadas em escolas do ensino público das cidades elencadas no projeto, com ênfase em estudantes do ensino médio. Público Alvo: (1.260 alunos em 7 cidades) Atividades presenciais com estudantes do ensino médio de escolas públicas de 7 cidades elencadas na Proposta (uma escola representativa em cada cidade); em cada escola selecionada, as oficinas serão trabalhadas unificando grupos das turmas de cada ano de formação do ensino médio, de modo a ter dinâmica de comunicação e aprendizagem homogênea entre os grupos de estudantes, em articulação prévia com o corpo diretivo das escolas. A meta de público-alvo para as atividades presenciais é de 180 alunos por escola, totalizando participação de 1.260 alunos nas oficinas presenciais do projeto. Carga horária: (84 horas de oficinas) Serão oferecidas três oficinas temáticas em cada escola, com duração de 2hs cada, em grupos divididos em dois turnos (12hs formação em cada escola, totalizando 84 horas de oficinas e dinâmicas do conhecimento nas escolas abrangidas pelo projeto Amazônidas). Entre as temáticas das oficinas, será sempre conjugada a oficina de produção audiovisual com outras duas oficinas temáticas, entre os temas dos palestrantes do projeto. Conteúdo programático / qualificações: Oficina Amazônia Aqui - rios e filmes voadores (audiovisual) Conteúdo Os rios voadores e a floresta interagem e fazem parte das vidas das pessoas e cidades do país e do planeta. A partir desse conceito, a oficina oferecerá noções de elaboração e realização de narrativas audiovisuais de curta-metragem; conceitos teóricos básicos e aplicações práticas de realização com smartphones e quipamentos portáteis, envolvendo aspectos narrativos, técnicas de depoimentos, noções de montagem e corte, estratégias visuais e estilísticas, formas de expressão e construção de roteiros. Palestrante Elis Bitencourt Oficina Mundo amazônico – navegações do conhecimento Conteúdo A construção de textos, narrativas, reportagens, notícias, depoimentos e múltiplas narrativas a partir dos relatos de experiências vividas em 20 anos de navegações do barco Gaia pelos rios amazônicos, com o jornalista, pesquisador e ex-correspondente estrangeiro Oliviero Pluviano, navegador e idealizador do Barco Gaia na Amazônia. Como as notícias são produzidas e como correm o mundo? Como interpretar as notícias no mundo de hoje? Como produzir conteúdos e notícias? Como contar e escrever um conto? Palestrante Oliviero Pluviano Oficina: Nheengatu, a língua geral da Amazônia. Conteúdo Fundamentos e linha histórica do Tupi, Nheengatu e Língua Portuguesa na região amazônica; noções, gramática, escrita, oralidade e canções do Nheengatu; abordagens da história e etnografia amazônicas. Palestrante: Eduardo Navarro Oficina: Paisagens Culturais da Amazônia. Apresentação do conceito de Paisagem Cultural, reconhecido pela UNESCO e IPHAN; noções, experiências e diagnósticos de intervenções e reconhecimento de paisagens a partir da obra do palestrante. Palestrante: Carlos Fernando de Moura Delphim Oficina: Narrações da própria história Conteúdo: A partir de dinâmicas simbólicas e de elementos, acervos e traços etnográficos de cada pessoa, lugar e comunidade, fomentar e transmitir noções de linguagem e narrativa fílmica; abordagem de técnicas básicas de roteiro e construção audiovisual, com ênfase nos conteúdos feitos e compartilhados na web. Palestrante: Nivaldo Pereira
Acessibilidade física: Serão escolhidos locais amplos, com portas de largura suficiente para receber cadeirantes, de preferência em andares térreos ou em locais que possuírem elevadores ou rampas de acesso. Acessibilidade para deficiência auditiva: Há a previsão de contratação de profissional que fará a tradução em libras caso exista algum participante da exposição com deficiência auditiva. Além disso, todos os vídeos exibidos contarão com legendagem descritiva. Acessibilidade visual: Os locais da exposição deverão contar com piso tátil e um monitor será disponibilizado para acompanhar o público caso haja alguma dificuldade de acesso físico ou de conteúdo.
Com o propósito de alinhar-se à IN 11/24, o projeto a totalidade de suas ações de forma gratuita, contemplando o que prevê o Art. 29 dessa instrução.
ANDRÉ COSTANTIN – DIRETOR DE CONTEÚDO Diretor e roteirista; jornalista e ensaísta. Diretor com ênfase em filmes, séries documentais e conteúdos híbridos – em projetos que conectam o audiovisual à pesquisa etnográfica, memória e processos culturais. Fundou a produtora TranseLAb em 1999, abrindo um caminho para projetos e realizadores no interior do Estado, num tempo em que o mercado e as janelas de oportunidades se concentravam na capital. Entre as primeiras realizações que romperam essa barreira, estão dois Prêmios DocTV Brasil: longa-doc Continente dos Viajantes (2004) e longa-doc Blau Nunes – O Vaqueano (2006), ambos levados ao ar nacionalmente na Série Brasil Imaginário, em redes de tevês coordenadas pela TV Cultura de São Paulo, em uma experiência precursora reunindo realizadores independentes de todas as regiões do Brasil. Dirigiu séries para a tevê, entre elas a Série Antártida (2007/Globo Internacional/RBSTV/Canal Brasil) e Porto Alegre dos Açores (2009/Globo Internacional/RBSTV). Para o Núcleo de Programas Especiais da RBSTV, realizou argumentos, documentários, especiais, sendo três Prêmios Histórias Curtas – sempre promovendo a inserção de profissionais do interior. Criou e dirigiu pela TranseLAB a Série Vento Sul (2017 - 13 episódios/TVBrasil/TVCultura.), no âmbito do 1º Edital das TVs Públicas Brasileiras (Ancine/BRDE), em um projeto que agregou 35 profissionais do audiovisual ao longo de dois anos, em núcleo criativo formador de jovens técnicos e produtores que depois seguiram com suas trajetórias individuais. Na área acadêmica, tem Mestrado em Letras e Culturas Regionais pela Universidade de Caxias do Sul, RS – onde foi professor no Curso de Pós-graduação em Cinema e integrou por 10 anos um grupo de pesquisas nas áreas da antropologia e etnografia (Instituto Memória Histórica e Cultural). Também na UCS, desenvolveu e dirigiu por quatro anos o projeto de programação Rede de Olhares, levado ao ar na grade nacional do Canal Futura. Sempre lidou com temáticas de populações tradicionais, de imigração e da cultura afro-brasileira, diversidade linguística, paisagens culturais e direitos humanos. Esses temas estão presentes em seu histórico de realização, do qual citamos alguns projetos: - Coautoria Projeto Invernada dos Negros (Prêmio Nacional de Expressões Culturais Afro-Brasileiras – Edições 2010 e 2012 / Fundação Palmares). - Prêmio de realização FAC Patrimônio Sedac 2022 – Projeto Paisagens Profundas / Paisagem Cultural dos Aparados da Serra. - Série Ser Brasil – Migrantes e Refugiados (ONU-OIT/2019-2020) – No ar em GloboPlay. - Longa-metragem Eco das Montanhas (2008-Coprodução Brasi-Itália). - 1º Etnodoc 2008 - Ministério da Cultura (Média-metragem Se Milagres Desejais). - Série Trabalho Digno (2016-Canal Futura / Globoplay). Atualmente, desenvolve a série Gaia – Sabedorias Amazônicas, realizada em expedições de registro do barco Gaia na região amazônica OLIVIERO PLUVIANO – CURADOR E COORDENADOR DE NAVEGAÇÕES Jornalista e músico Italiano, radicado há 30 anos em São Paulo. Idealizador do Projeto Fitzcarraldo / Gaia Amazônia (Pará). Nascido em Gênova, Oliviero Pluviano foi correspondente da Agência de Notícias ANSA por 25 anos no Brasil e América Latina (plataforma de notícias para a qual ainda colabora). Trabalhou também para a revista da BBC "World Magazine" como fotógrafo e articulista (1988-89). O amor pelas culturas tradicionais do Brasil fez Oliviero escolher o país para viver e empreender projetos como o barco Gaia, uma típica embarcação amazônica, que desde 2004 leva cinema, arte e projetos de saúde a alimentação para populações ribeirinhas das bacias do Tapajós e Amazonas. Desenvolve há duas décadas um projeto de pesquisa e registro nacional em busca de histórias dos avós oriundos da imigração italiana para o Brasil; desse trabalho resultou a recente mostra Nonni de São Paulo, no Museu da Imigração da capital paulista (novembro 2020). ELIS BITENCOURT – DIRETORA E FOTÓGRAFA Elis é diretora e fotógrafa, com trajetória autoral. É descendente de do povo indígena Chayúa. Como mulher, afro-indígena e mãe, busca retratar em trabalhos autorais narrativas que a represente. Tem trajetória no movimento HipHop. Vive em Caxias do Sul; formada em Cinema e Produção Audiovisual pela Universidade de Caxias do Sul - UCS. Integrou a equipe do projeto Segundo Ato para a Netflix, que capacita profissionais negros e indígenas que trabalham com a companhia. Foi coordenadora do Projeto LABmais do Sesc (Laboratório de Artes, Mídias e Juventudes) e fez a Curadoria da Mostra Sesc de Cinema RS 2022; Atuou na direção e produção de documentários e videoclipes. Teve o curta Ela, Humana (2019) escolhido como Melhor Documentário na Mostra de Cinema da Faculdade da Serra Gaúcha – FSG; integra a CASF (Comissão de Avaliação, Seleção e Fiscalização) do FINANCIARTE 2023 / Caxias do Sul. Dirigiu os filmes Sobre Mães (2016), que aborda a realidade de mulheres que foram mães antes dos 21 anos de idade. O filme Caigangues na Serra, na Voz Delas, que aborda a realidade de lideranças indígenas mulheres, da Aldeia Santa Rita de Farroupilha (RS), “Ela Humana” (2019), que retrata como mulheres com diferentes corpos se sentem e se vêem na sociedade, e Sem Performance (2021), que faz questionamentos sobre as caracterizações impostas às mulheres nas mídias e os contextos da violência contra a mulher na sociedade. Dirigiu o videoarte Esvaziando (2019), com composição poética de Zê (Elize Rodrigues), e o projeto autoral “Mãe de Quarentena” (2020) que aborda e faz um comparativo do isolamento social na maternidade com o período da pandemia. Finalizou o vídeo Presença Preta da Vivo / Lollapalooza (SP/2023) e realizou a direção de arte do filme Violência Invisível (2021) para a Bodoque Filmes (2021/SP). Coordenou o projeto LABmais do Sesc entre 2021 e 2023 e a Série documental Mapa das Margens, do Coletivo Meio em 2021. DANIEL HERRERA – PRODUTOR EXECUTIVO E DIRETOR DE FOTOGRAFIA Uruguaio radicado no Brasil, é produtor executivo e diretor de fotografia. Coordena diferentes equipes e modelos de trabalho colaborativo em TranseLAB. Produtor executivo do Projeto Ser Brasil Migrantes e Refugiados (OIT/OIM/ACNUR-2020) e do Projeto de Conteúdos de Saúde e Segurança no Trabalho (Caminhoneiros Autônomos e Pequenas Empresas), também para OIT / ONU. Assina a Produção Executiva e Direção de Fotografia da Série Vento Sul, composta por 13 episódios de 52 min, realizada no âmbito do Edital das TVs Públicas Brasileiras-Ancine | FSA, com veiculação na TV Cultura e TV Brasil. Também responde pela produção executiva dos documentários Aos Olhos de Santa Bárbara (RBS TV | Canal Brasil), Bah!ia (RBS TV | Canal Brasil) e A Jaqueta do Elvis (RBS TV com Canal Brasil) e Samba de Fronteira (RBS TV | Canal Brasil). Assina a produção fotográfica da série Iconografias do Brasil, com os livros Iconografia Belém do Pará, Iconografia Local do Pampa e Iconografia Local Santa Maria, para o estilista Walter Rodrigues e Sebrae nacional. É coautor (com André Costantin) e fotógrafo do projeto Invernada dos Negros, premiado duas vezes no âmbito do Prêmio Nacional de Expressões Culturais Afro-brasileiras (Fundação Palmares / MinC). Dirigiu e fotografou o documentário Pedro, só Pedro premiado no programa Rumos Itaú. Coordenou os projetos realizados em parceria MPT/Transe/Futura: Ser Criança (2017/2018); Caminhos da Aprendizagem (2019); Série Trabalho Digno (2010-2016), Meu Chão – Clubes Negros do Rio Grande do Sul (2021), campanha de combate ao Trabalho Infantil Lugar de Criança é na Infância (MPT, Fepeti, Fogap/ 2021) e Rua dos Negros (2022 Circuito Sesc de Cinema do RS). É diretor de fotografia dos longas Brasil Talian (coprodução Brasil / Itália com Instituto Memória) e Eco das Montanhas (Brasil/Itália). Assina a direção de fotografia do projeto GAIA Amazônia (Instituto Vento / TranseLAB, Fitzcarraldo e Ministério do Meio Ambiente) que faz navegações amazônicas desde 2017, registrando as memórias amazônicas dos povos ribeirinhos e indígenas. É membro e compõe a Mesa Diretiva do Colegiado do Audiovisual do Rio Grande do Sul desde 2022. GENI ONZI – PESQUISADORA E PRODUTORA Pesquisadora e produtora; historiadora. Atua na coordenação de produção e pesquisa avançada dos projetos da TranseLab. Coordenou a produção em campo e pesquisa da Série Ser Brasil – Migrantes e Refugiados para a OIT /ONU. Faz a mediação social dos projetos, contatos com parceiros e fontes, devolução de resultados às comunidades registradas, aliando a coordenação de trabalhos de campo. Coordenadora de produção dos documentários Continente dos Viajantes (Doc TV I, 55min, 2004), Blau Nunes – o vaqueano (Doc TV III, 55 min, 2007), O Milagre do Pão (Fundação Nestlé, 52 min, 2007), Brasil Talian (Transe, Brasil/Itália, 65 min, 2015). Foi produtora e pesquisadora dos projetos da Série Trabalho Digno (2010-2016-MPT/Transe/Futura). Respondeu pela coordenação de pesquisa da Série Vento Sul, composta por 13 episódios de 52 min, realizada no âmbito do Edital das TVs Públicas Brasileiras-Ancine | FSA, com veiculação na TV Cultura e TV Brasil. Pesquisadora e produtora dos documentários Clubes Sociais Negros do Rio Grande do Sul (FAC/RS 2021), premiado como direção destaque no Festival Cine Negro em Ação do RS. Também responde pela pesquisa avançada do trabalho Paisagens Profundas - Aparados da Serra (2022 - FAC), com a TranseLAB e participação de Carlos Fernando de Moura Delphim. NICOLAS MABÍLIA – EDITORAÇÃO, MONTAGEM E WEB-DESIGN Edição e finalização (webdesign). Editor e finalizador do curta-metragem Gaia (15min./2017/Canal Futura/Transe); montador da Série Ser Brasil – Migrantes e Refugiados (OIT); montador dos documentários Ser Criança (2017/Futura/Transe) e Caminhos da Aprendizagem (2018/Futura/Transe), Meu Chão- Clubes Sociais Negros do Rio Grande do Sul (2021/Governo do Estado do RS/Transe). Responsável pelo gerenciamento do site e acervos do Projeto Maria Mulher – Organização de Mulheres Negras. Realiza desde 2013 ensaios autorais, com destaque no concurso Literatura em Vídeo, no ano de 2013 (MTV Brasil e Grupo Abril), Festival Nacional do Minuto de 2016, curta-metragem Gorete, com destaque em diversos festivais, incluindo a mostra "A Vingança dos Filmes B", realizado em 2019. Editou o média metragem Rua dos Negros (2023) e do longa Médicos do Sorriso (2023) com a TranseLab. Responde também pela edição e finalização da Série Gaia Amazônia que tem estreia marcada para novembro de 2023 na plataforma Globoplay (TranseLab). NIVALDO PEREIRA – DIRETOR E ROTEIRISTA Baiano, radicado no Rio Grande do Sul há 31 anos. Jornalista e mestre em Letras e Cultura, escritor, roteirista, diretor de espetáculos e audiovisuais, pesquisador da cultura musical brasileira. Sempre se interessou pelo estudo das culturas populares e seus movimentos, numa atuação que envolve a escrita de textos em jornal, direção de documentários, séries especiais de rádio e televisão, espetáculos cênicos, musicais e teatrais e produção de podcasts. Dentre os trabalhos realizados como roteirista, em equipes da TranseLab, estão os curtas-metragens Bah!ia (RBSTV-Canal Brasil/2012), A Jaqueta do Elvis (RBSTV-Canal Brasil), Folia no Pampa (RBSTV/2011) e Se Milagres Desejais (2008), pelo Prêmio Etnodoc/MinC. Codirigiu episódios da Série Vento Sul (Tvs Públicas do Brasil/2017 13x52’), e Ser Criança, documentário sobre o Trabalho Infantil no Rio Grande do Sul (Canal Futura – Transe Filmes/2018). Criou o roteiro de documentários realizados pela produtora Spaghetti Filmes, de Caxias do Sul, como Velhos Heróis (2004), sobre ex-pracinhas da Segunda Guerra; A Montanha do Sonho Imigrante (2005), sobre os 130 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul, e Antônio Santo do Povo (2006), a respeito do fascínio de Santo Antônio no mundo. Pela mesma produtora, roteirizou a animação A Noite do Sanguanel (2007), sobre lenda de matriz italiana na Serra Gaúcha. Assina o roteiro e direção do documentário média metragem Médicos do Sorriso (2023). No âmbito dos espetáculos cênicos, foi autor do roteiro de A Ópera Popular do Vinho, para a Festa Nacional do Vinho de Bento Gonçalves (2009), e do desfile alegórico Imagens e Horizontes, da Festa da Uva de Caxias do Sul (2016). Entre os musicais, roteirizou e apresentou os concertos Tropicália (2006 e 2017) e Bossa, Amor e Flor (2008), da Orquestra Sinfônica da Universidade de Caxias do Sul. E atuou como curador dos eventos artísticos do festival Aldeia Sesc Caxias do Sul, edições 2019 e 2021. Como cronista e escritor, publicou, entre outros títulos, o livro Jeitos de Ser Brasil (Belas Letras, 2012), sobre as nuances culturais do país, e Deus morto no Pampa (Biblioteca Pública de Caxias do Sul, 2007), sobre o mito fundador gaúcho. De 2012 a 2022 foi professor dos cursos de Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Produção Audiovisual no Centro Universitário da Serra Gaúcha (FSG) e foi professor do curso de Especialização em Cinema na Universidade de Caxias do Sul, na disciplina de Roteiro Audiovisual. ALESSANDRA RECH – TEXTO E REVISÃO Jornalista, escritora e roteirista. Doutora em Letras/ Literatura Brasileira pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com a tese: Agudíssimas Horas - Imagens do Tempo na Poesia de Hilda Hilst. Desenvolve estágio pós-doutoral na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), no Programa Avançado de Cultura Contemporânea. Professora do Programa de Pós-Graduação em Letras e Cultura da Universidade de Caxias do Sul; tem dois livros de crônicas publicados: Aguadeiro, 2007 e Mirabilia, 2014. É autora, ainda, dos infantis O Sumiço do Canário - Quando os finais precisam ser inventados, 2012, e A insônia dos sabiás, 2018; além de Na Entrada-das-Águas - Amor e Liberdade no Sertão Rosiano, 2010, ensaio. Experiência de mais de 15 anos no grupo jornalístico RBS, em diferentes atividades e formatos de produção; autora de projetos de edição e autopublicação em comunidades periféricas, em literatura cartonera. Coordena a organização do Coletivo Iara Cartonera, produção editorial em comunidade de recicladores em Caxias do Sul, RS. ROSA CASARA – ACESSIBILIDADE Formada em pedagogia, trabalha há 15 anos como tradutora de Libras – Língua Brasileira de Sinais, em instituições, associações de pessoas com deficiência e centros de ensino. Em seu histórico nos projetos da Transe Lab, interpretou Libras em Ser Brasil – Migrantes e Refugiados (OIT); Série Vento Sul - 13 episódios de 52', série documental. (Caxias do Sul, 2016/17), longa Pampa Hypertropical - TVs Públicas; Série Trabalho Digno (Futura/ MPT /Transe); Documentários Ser Criança e Caminhos da Aprendizagem (MPT/Futura/Transe). Também assina a acessibilidade em Libras dos documentários Paisagens Profundas e Clubes Negros do Rio Grande do Sul (Transe LAB), e O Desfile das Abelinhas (Move). É colaboradora do coletivo MOVE Língua de Sinais, que trabalha com acessibilidade comunicacional, interpretação para Libras, tradução audiovisual e ações educativas. CESAR DAMBROS – MÚSICA E TRILHAS ORIGINAIS Cantor, compositor, arranjador, músico multi-instrumentista - instrumentos de cordas, teclado, sopro e percussão. Acervo com cerca de 200 músicas compostas. Compositor de trilhas para o Projeto Who Are You e os documentários Novos Imigrantes e Harold von Keller, de Leandro Bada, NY; e Projeto Ser Brasil - Migrantes e Refugiados (ONU-Brasil/OIT); Moinho Covolan - Histórias Incompletas, Na Estrada Saúde e Segurança Caminhoneiros, com a TranseLab. Composição de hinos e canções para instituições. É membro da ALBSC - Florianópolis (Academia de Letras do Brasil de Santa Catarina) ocupando a cadeira de número 5. Tem publicado a obra Cores do Meu Silêncio, de 2020, com pensamentos, reflexões e poesias. ISBN nº 978-65-87264-10-3; edição e participação em publicações como Cartilha Maria da Penha - A Lei Poetizada; O livro infantil Quem vai ajudar a Dona Tartaruga, de Marta E. Carvalho; Participação na obra Cartilha Sobre o Bullying, da ALBSC - Florianópolis como escritor e finalizador; Participação na obra Covid-19 - Quando a Poesia se Fez Abraço, da ALBSC - Florianópolis como escritor e finalizador; Finalização gráfica da obra Justiça Restaurativa, de Maria Aparecida Francisco e Fernanda F. Pinheiro. RODRIGO MARCON – SOM E MIXAGEM Coordena o Estúdio Sona, com trajetória de 13 anos com mais de 200 músicas com ISRC registrado, prêmios pela produção de trilha sonora e mixagem para cinema e participação em festivais. Na área audiovisual, além de atuar com a produção de trilhas sonoras e foley, desde 2016, o Sona trabalha com acessibilidade, criando roteiros e gravando locução para audiodescrição. Entre as produções estão: O guardador de histórias, de Lê Daros. 50', documentário. (Caxias do Sul, 2020); Me Deixei Ali, Gesto de Cinema. 25', ficção. (Curitiba, 2019); O Invisível, Procine. 10', ficção. (Porto Alegre, 2017); Cadê o Circo, Cristian Beltrán. 16', ficção. (Caxias do Sul, 2017); [Des]iguais, Gesto de Cinema. Seis episódios de 20', série documental. (Curitiba, 2017); Vento Sul, Transe Filmes - 13 episódios de 52', série documental. (Caxias do Sul, 2016/17). AMORA PRODUÇÕES CULTURAIS – ASSISTÊNCIA DE PRODUÇÃO A Amora busca a realização de projetos culturais que tenham impacto social e ambiental positivo e que contribuam para o desenvolvimento das regiões beneficiadas, fomentando a descentralização dos bens culturais e estimulando a capacitação profissional e a geração de renda, bem como criando novas plateias para o mercado cultural. Em 9 anos de atuação, a produtora tem mais de 50 projetos aprovados, beneficiando mais de 300 mil pessoas em mais de 150 cidades. A mesma tem como foco, trabalhar pautada nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, além de atender às premissas do ESG. Entre os últimos trabalhos executados, estão os projetos Mostra 10 Gigabytes de História, 6º Contraponto, META – Mentoria Emancipatória para Trabalhos Artísticos, Protocolo Babel, Catar & Carnavalizar, Cine Circular, Em Busca da Infância Prometida, Incorpore e #7xBeckett, entre outros.
PROJETO ARQUIVADO.