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O projeto ORioLEAR propõe a pesquisa dramatúrgica, escrita do texto, produção e temporada do espetáculo ORioLEAR, baseado no texto clássico REI LEAR de William Shakespeare.
Espetáculo Teatral ORioLEARORioLEAR propõe uma adaptação de REI LEAR de William Shakespeare a uma trama latino-americana. Revisitando o bardo para nos ajudar a investigar nossas grandes perguntas enquanto sociedade. Desta vez, apropriando-se da divisão de terras do patriarca de Shakespeare para a discussão das terras e territórios nas florestas brasileiras. A fábula do rei que divide seus terrenos entre três filhas para um senhor de terras, latifundiário, antigo grileiro que fez fortuna, que decide dividir seus terrenos e plantações entre três filhas e seus cunhados. Pede as filhas uma declaração pública de seu amor. Uma delas é incapaz de mentir, adular, atender aos caprichos do pai e ele, cego de ira e vaidade, decide expulsá-la de casa. Esta filha será desposada por um indígena - que a corteja há tempos e com quem o pai não a queria envolvida. Atravessa os três terrenos um grande rio que as duas outras filhas vão explorar, com garimpos e extração ilegal, desrespeitando os tratos do pai com os indígenas da região. Alimentadas pelas ideias dos maridos, elas farão negociações escusas, traindo os pactos com ribeirinhos, povos da floresta e governo, abrindo a cerca para exploração ilegal de riquezas. O que vai gerar confrontos, guerras e assassinatos. O pai, ao tentar se opor aos desmandos das filhas, será expulso pelas duas. Já destituído legalmente de suas posses, será largado no meio da Amazônia. Mas será a filha que ele expulsou e o cunhado autóctone que lutarão para reestabelecer o equilíbrio das relações na região e que o acolherão ao final de sua desdita. Na trama paralela, Gloucester também será traído pelo filho bastardo, o branco. E seu filho legítimo, o mestiço, acusado de armar a derrubada do pai, será também expulso. De alguma forma, gerando um espelhamento da crise geracional do tronco ‘real’. Afinal o velho mundo precisa dar passagem ao novo mundo. E o Brasil precisa curar a ferida primeira, a grande cicatriz das relações de poder e exploração do seu território.Classificação etária: 16 anosOficina de dramaturgia: A SEMENTEIRAcom Newton Moreno, destinada a profissionais e estudantes de teatro com interesse em desenvolver suas habilidades na criação de textos teatrais. A oficina tem como objetivo trazer reflexões sobre o processo de criação do texto teatral, compartilhando referências e métodos de trabalho. A partir da experiência do instrutor, os participantes serão guiados em uma troca de ideias e discussões sobre dramaturgia contemporânea, com exercícios práticos e laboratórios para desenvolver elementos dramatúrgicos como diálogo, linguagem, personagem e ação. A oficina terá 20 vagas e, com duração total de 8 horas, divididas em dois dias.PALESTRAS - Shakespeare e a América Latina - Um histórico da luta pela terra na região norte do BrasilCom palestrantes a serem definidos
OBJETIVOS GERAIS Pesquisa dramatúrgica para adaptação de REI LEAR de William Shakespeare a uma trama latino-americana, escrita de texto inédito, montagem e temporada do espetáculo ORioLEAR na cidade de São Paulo, da HEROICA COMPANHIA CÊNICA e Escritório das Artes. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Pesquisa dramatúrgicaEscrita de textoProdução do espetáculo ORioLEARTemporada de espetáculo inédito com 24 apresentações
O projeto pretende a pesquisa e produção de um novo espetáculo teatral, ORioLEAR (OREIRIO). Ao final, entregará um texto inédito a ser montado e permanecerá em temporada na cidade de São Paulo. ORioLEAR tem um caráter multidisplinar. Além dos objetivos artísticos na produção de um espetáculo e de um texto inédito, fazem parte de seu escopo a aproximação com a demanda ambiental e um olhar mais consciente para a relação predatória e destrutiva com nossos recursos naturais. O escopo do projeto é promover uma consciência ambiental. ORioLEAR também propõe uma reflexão profunda sobre a relação do Brasil com suas terras, trazendo à tona dilemas éticos e sociais que emergem desse contexto. As apresentações, acompanhadas de atividades complementares, como palestras e oficina, visam engajar o público e fomentar discussões sobre os temas abordados na peça. Ao revisitar a obra de Shakespeare sob a perspectiva brasileira, o espetáculo aborda questões centrais da nossa história e atualidade, como a divisão de terras, os conflitos de poder e a sustentabilidade ambiental. Outro objetivo do projeto é fomentar a discussão sobre questões históricas e contemporâneas que moldam a sociedade brasileira, incluindo a colonização, os movimentos sociais, a reforma agrária e a demarcação de terras indígenas. Através da adaptação de "Rei Lear", ORioLEAR busca integrar elementos da cultura e história brasileiras na adaptação da obra de Shakespeare, contribuindo para a valorização e difusão da cultura nacional, promovendo o diálogo entre o clássico e o contemporâneo. Além disso, o projeto tem um compromisso com a representatividade e inclusão. Isso reforça a importância de ações afirmativas dentro do campo cultural, proporcionando visibilidade e oportunidades para artistas brasileiros. Em resumo, ORioLEAR se posiciona como um projeto de grande importância cultural para o Brasil, com o objetivo de promover a arte como uma ferramenta de conscientização e transformação social, aliando a produção teatral à defesa do meio ambiente e à valorização da diversidade regional. Para além do exposto acima, o apoio através da Lei Federal de Incentivo à Cultura se justifica na medida em que esta é uma ferramenta fundamental para viabilização de projetos culturais. Além de, claro, ser um facilitador para a classe artística e cultural na realização de seus projetos criativos. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O projeto tem por finalidade, segundo no Art. 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Continuação dos CurrículosRICARDO CARDOSO - consultor de ShakespeareProfessor de História do Teatro e artes cênicas, formado ator pelo INDAC e bacharel/licenciado em História pela USP, onde também concluiu mestrado e doutorado em História Social com apoio da FAPESP. Suas pesquisas focam na companhia teatral de William Shakespeare e na relação entre palco e política no drama renascentista. Realizou estágios de pesquisa no Shakespeare Institute, University of Birmingham, supervisionado pelo Dr. Martin Wiggins. Leciona em instituições como USP, SP Escola de Teatro e Conservatório de Tatuí. Atuou como consultor em premiados espetáculos e integra o "Renaissance Drama Research Group". WAGNER PINTO - Iluminação Assina seu primeiro trabalho, em 1984, para o espetáculo Imaculada, de Franco Scaglia, um solo com a atriz Yara Amaral. Participa das realizações iniciais do Grupo Tapa, nas montagens de Casa de Orestes e O Alienista. Em 1986, já faz assistência de luz para o diretor Gerald Thomas nas suas primeiras realizações no Brasil, assina outras em parceria com o diretor e participa como membro fundador da Cia de Ópera Seca. Entre 1988 e 1990, fez estagio no Teatro La MaMa e Metropolitan Ópera House, em Nova York, onde pesquisa e aprimora técnicas de iluminação de Ópera. Trabalha com a coreógrafa Carlota Portella e Milton Dobbin, no espetáculo Vacilou Dançou, no Teatro Nelson Rodrigues, no Rio de Janeiro. Ilumina Orlando, para Bia Lessa, em 1994. Neste mesmo ano, é vencedor do Prêmio Shell de Iluminação por Penteseléias, direção Daniela Thomas e Bete Coelho. Em 1997, assina o desenho de luz do espetáculo A Breve Interrupção do Fim, concepção de Gerald Thomas e Sueli Machado, com o Grupo de Dança Primeiro Ato. Entre 1997 e 1998, cria as iluminações para a Companhia do Latão de Ensaio para Danton, Ensaio Sobre o Latão, Santa Joana dos Matadouros. Desde então, cria até hoje lindos quadros vivos através de suas pinturas com luz em inúmeros espetáculos. Em 2017, junta-se à Lighting Designer Arquitêtonica Carina Tavares e criam a A2 Lighting Design. GREGORY SLIVAR - música Iniciou seus estudos musicais aos 14 anos tocando piano. É formado em Composição pela Unicamp, local onde também começou a estudar violino e realizar diversas pesquisas tanto em música contemporânea quanto em música para teatro. Atualmente é mestre pela Uspna área de sonologia. No âmbito estritamente musical seus principais interesses sempre foram pela música de vanguarda. Em seus trabalhos permeiam o uso do computador e programação como suporte composicional, abordagens alternativas para instrumentos convencionais, técnicas vocais expandidas, construção de novos instrumentos musicais, esculturas sonoras e performance musical. Nos últimos anos realizou diversos concertos em Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro, e teve suas peças executadas em vários estados do país através de rádios e eventos ligados a música contemporânea. NÁSHARA SILVEIRA - Produtora Executiva / Administrativa Náshara Silveira Formada pela CAL - Casa das Artes de Laranjeiras (2004), bacharel em Ciências Sociais - Produção e Políticas Culturais (Universidade Cândido Mendes - RJ) em 2009, e Direção Teatral Pela SP Escola de Teatro (2019). Desde 2011 é produtora executiva da Focus Cia de Dança (RJ), é sócia-produtora do Serie_Lab Festival, que em 2024 teve sua 7ª edição. É produtora do Estúdio Lusco-Fusco (SP). Foi produtora executiva da "BEIRA! - Bienal de Experimentos Interculturais Radicados na América-Latina" (2021). Entre 2011 e 2014 foi da produção da Cia Vértice de Teatro sob direção de Christiane Jatahy, com o monólogo “O Livro” com Eduardo Moscovis (2011), “Corte Seco”, “Julia” e “E Se Elas Fossem Para Moscou”. Pelo Grupo Foguetes Maravilha (RJ) produziu o espetáculo “Ninguém Falou Que Seria Fácil”(2011) com direção de Felipe Rocha e Alex Cassal, “Síndrome de Chimpanzé” ( 2013) e “Mortos-Vivos: uma ex-conferência” (2017). Trabalhou como produtora nas três edições do projeto IN DRAMA, sob curadoria de Christiane Jatahy, na Casa França-Brasil, no Rio de Janeiro, entre 2011 e 2015. Anteriormente trabalhou na produção do FESTLIP - Festival de Teatro da Língua Portuguesa, no Rio de Janeiro, em suas primeiras 4 edições, na edição de 2010 foi Supervisora de Produção, na Première Brasil do Festival do Rio 2010, no FOTORIO 2008. GABRIEL GUIMARD - Coordenação de projeto Diretor, professor, mímico, ator e palhaço. Pesquisador das artes para infância, comicidade do palhaço, comédia física e colagista. Começou a estudar a arte da colagem digital em 2019, realizando colagens personalizadas, a pedido das pessoas, assim como colagens com temas relacionadas com ecologia, palhaçaria, budismo, questões raciais, de gênero e indígena. Em 1988 é convidado pelo diretor francês Philippe Genty para ingressar na sua companhia, com a qual excursionam por mais de 40 países. Desde esta época foi influenciado pela plasticidade e aspectos visuais dos espetáculos da companhia, considerada uma das maiores companhias de “Teatro Visual” do mundo. De volta ao Brasil em 1995, funda na cidade de São Paulo a Cia. Megamini juntamente com a atriz e poeta Nora Prado. Desde 2017 a companhia está instalada em Porto Alegre. No repertório da companhia estão os espetáculos: Proezas de Extrabão, de mímica, palhaçaria e música ao vivo; o musical Tem Gato na Tuba, e o show cênico Baile do Gato na Tuba. _____________Passagens aéreas para realização de pesquisa dramatúrgica na etapa de pré-produção (São Paulo X Belém x São Paulo)Beneficiários:Newton Moreno - autor e dramaturgoAlmir Martines - assistente de dramaturgia
Não se aplica.
Temporada espetáculo ORioLEAR: Acessibilidade física: Todas as apresentações do espetáculo ORioLEAR serão realizadas em locais que de acordo com as necessidades dos idosos, das pessoas com mobilidade reduzida, das pessoas com deficiência e usuários de cadeiras de roda, bem como possuir local apropriado para acomodação na plateia. Todas as medidas atendendo ao art. 1º, inciso I da Lei nº 8.313, de 1991 Acessibilidade para deficientes visuais: 04 apresentações com recursos de audiodescrição para cegos e pessoas com baixa visão, durante a temporada. Acessibilidade para deficientes auditivos: 04 apresentações com interpretação em LIBRAS ao longo da temporada. Contrapartida Social: Acessibilidade física: Será escolhido um espaço para realização das PALESTRAS com acessibilidade plena (rampa de acesso e etc) Acesibilidade para deficientes visuais: Haverá uma pessoa sempre acompanhando as pessoas com alguma deficiencia visual para orientá-la da melhor maneira durante as palestras. Acessibilidade para deficientes auditivos: Terá um intérprete de libras durante as palestras.
Os preços dos ingressos serão de no máximo R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia-entrada) para os casos previstos em lei. Distribuição dos ingressos: - 20% (vinte por cento) dos ingressos serão destinados exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo, inclusivo ou formação artística. (art. 30, inciso I) - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita aos patrocinadores; - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional em ações de divulgação do espetáculo. - 20% (vinte por cento) do total da bilheteria para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente (R$1.412,00) DEMOCRATIZAÇÃO Em atendimento ao disposto no art. 30, realizarmos OFICINA DE DRAMATURGIA: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Oficina gratuita, conforme previsto no Artigo 30, inciso V: - 01 Oficina de dramaturgia: A SEMENTEIRA, com Newton Moreno, destinada a profissionais e estudantes de teatro com interesse em desenvolver suas habilidades na criação de textos teatrais. A oficina tem como objetivo trazer reflexões sobre o processo de criação do texto teatral, compartilhando referências e métodos de trabalho. A partir da experiência do instrutor, os participantes serão guiados em uma troca de ideias e discussões sobre dramaturgia contemporânea, com exercícios práticos e laboratórios para desenvolver elementos dramatúrgicos como diálogo, linguagem, personagem e ação. A oficina terá 20 vagas e, com duração total de 8 horas, divididas em dois dias. PREÇO DO INGRESSO Em atendimento ao disposto no art. 30 IX - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela CNIC; Toda a temporada será realizada com preço acessível a população.
A proponente Megamini Produções Artísticas LTDA, na pessoa de seu representante legal, Vinicius Oliveira Albuquerque, ocupará a função de coordenação de projeto no projeto ORioLEAR.Elenco:Leopoldo Pacheco Michelle Boesche Sandra Corveloni Simone Evaristo Paulo De Pontes Denise Weinberg José Roberto Jardim mais 5 atores a serem definidos Produção Direção e Texto - Newton Moreno Pesquisador E Assistente De Dramaturgia - Almir Martines Consultoria Shakespeare - Ricardo Cardoso Luz - Wagner Pinto Música - Gregory Slivar Figurinista - Profissional Do Norte a definir Cenógrafo - Profissional Do Norte a definir Produção Executiva - Náshara Silveira Direção De Produção - Alexandre BrazilCoordenação de projeto - Vinicius Oliveira Albuquerque (em artes Gabriel Guimard) Realização E Gestão De Produção - Heróica Cia Cênica E Escritório Das Artes NEWTON MORENO - Dramaturgo e Diretor Newton Moreno, nascido em Recife, formou-se em Artes Cênicas pela Unicamp, onde também obteve mestrado e doutorado. Em 2001, estreou como diretor com "Deus Sabia de Tudo..." e rapidamente se destacou no cenário teatral paulista. Moreno escreveu diversas obras, incluindo “Dentro” e “A Cicatriz é a Flor”, que compõem a primeira etapa do Projeto Body Art; e "Agreste", que lhe rendeu o Prêmio Shell e o Prêmio APCA de Melhor Autor em 2004. Em 2003, recebeu a Beca Vitae de Artes pela adaptação do livro "Assombrações do Recife Velho" de Gilberto Freyre, cuja peça foi premiada no ano seguinte. Escreveu "As Centenárias" para Marieta Severo e Andreia Beltrão, ganhando o Prêmio Shell de Teatro no Rio de Janeiro e o Prêmio Contigo! de Melhor Autor. Em 2008, dirigiu "Memória da Cana", recebendo o Prêmio APCA de Melhor Espetáculo e o Prêmio Shell de Melhor Diretor e Cenografia. Moreno escreveu "O LIVRO" (2010), dirigida por Christiane Jatahy e estrelada por Eduardo Moscóvis, e "MARIA do CARITÓ", dirigida por João Fonseca e estrelada por Lilia Cabral e Leopoldo Pacheco, que lhe rendeu o Prêmio Qualidade Brasil de Melhor Show de Comédia e indicações ao Prêmio Shell e APTR de Melhor Autor. Em 2012, dirigiu e escreveu “TERRA de SANTO”, ganhando o Prêmio APCA de Melhor Autor novamente. Em 2014, adaptou "O GRANDE CIRCO MÍSTICO" com Alessandro Toller, dirigido por João Fonseca, e ganhou o Prêmio APCA de Melhor Texto. Em 2017, estreou “IMORTAIS”, dirigido por Inez Viana e estrelado por Denise Weinberg, obra que recebeu o Prêmio Aplauso Brasil de Melhor Dramaturgo de 2017 e foi indicada ao Prêmio Shell. Escreveu também "JUSTA", dirigido por Carlos Gradim. Em 2019, estreou no Sesi da Avenida Paulista com o musical "Cangaceiras", dirigido por Sergio Módena. “Sueño”, com texto e direção de Moreno, recebeu o Prêmio APCA de Melhor Show Presencial em 2021. Em 2022, criou músicas originais com Zeca Baleiro para o programa “O Bem-amado”. Em 2023, estreou “A Divina Farsa”, com dramaturgia de Alessandro Toller. Moreno lançou seu primeiro livro de contos “Ópera”, adaptado para os palcos pelo Coletivo de Teatro Angu, e em 2021 lançou seu segundo livro de contos, “Cidades Sensíveis”. No cinema, foi roteirista dos filmes “Maria do Caritó” (2019) e “Agreste” (a estrear). Na Rede Globo, desenvolveu a série “AMorteAmo”. Ao longo de sua carreira, Newton Moreno recebeu diversos prêmios e reconhecimentos, incluindo o Prêmio Shell de Teatro e o Prêmio APCA de Melhor Autor, consolidando sua contribuição significativa para o teatro brasileiro contemporâneo. LEOPOLDO PACHECO - atorAtor, diretor, cenógrafo e figurinista, formado pela EAD/USP. Iniciou sua carreira em 1985, ganhando prêmios como o Governador do Estado e APCA. Atuou em peças como "A Megera Domada" e "Toda Nudez Será Castigada", e ganhou o Prêmio Shell por "Pólvora e Poesia". Na televisão, destaca-se por participações em novelas como "Pantanal" e "Belíssima". Também atuou no cinema e séries como "Ligações Perigosas". DENISE WEINBERG - atrizAtriz premiada, diretora e produtora, com mais de 40 peças e destaque no Grupo TAPA. Possui prêmios como Molière, Mambembe e Shell. No cinema, atuou em filmes como "Salve Geral" e "Greta", recebendo diversos prêmios. Na televisão, foi indicada ao Emmy por "PSI" (HBO) e atuou em séries como "Assédio" e "Alice". Recentemente, atuou em "Todas as Flores" (Globo). SANDRA COVERLONI - atrizAtriz e diretora com 30 anos de experiência. Ganhou a Palma de Ouro no Festival de Cannes por "Linha de Passe" e diversos prêmios no cinema. Fundadora da Cia D'Alma, trabalhou como atriz e diretora em diversas peças e filmes. Na televisão, participou de produções como "Éramos Seis" e "Todas as Flores". MICHELE BOESCHE - atrizAtriz formada pela CAL e mestre em Artes Cênicas pela USP. Indicada ao Prêmio Shell em 2013, foi assistente de direção de Antunes Filho e atuou em mais de 20 peças teatrais. No cinema, participou de "El Mate". Na TV, atuou em séries da Globo como "Verdades Secretas 2" e "Segunda Chamada". Professora de atuação na AIC e Célia Helena. PAULO DE PONTES - atorAtor, autor e diretor premiado, com destaque em mais de 40 espetáculos. Ganhou prêmios como Melhor Ator em festivais de teatro. Atuou em programas de TV como "AMORTEAMO" (Globo) e "Câmera Café" (SBT). Também é membro do grupo “Os Fofos Encenam”, participando de várias produções premiadas. SIMONE EVARISTO - atrizAtriz formada pela Unicamp e integrante do grupo "Os Fofos Encenam". Atuou em peças dirigidas por Newton Moreno e Verônica Fabrini, com destaque para "Dorotéia" e "Assombrações do Recife Velho". Também integrou a Boa Companhia e participou de festivais internacionais.JOSÉ ROBERTO JARDIM - atorAtor, diretor, autor e iluminador. Formado pela Escola de Arte Dramática da USP, foi membro fundador da companhia "Os Fofos Encenam", onde atuou por 12 anos. Participou de mais de 20 espetáculos e recebeu prêmios de Melhor Ator no Festival de Jales (2004) e Melhor Ator Coadjuvante no Festivale (2003). Como diretor, destacou-se em peças como "Chet Baker – Apenas Um Sopro" e "Adeus, Palhaços Mortos", ganhando diversos prêmios, incluindo Melhor Direção pelos Prêmios APLAUSO BRASIL, APTR e QDC. Ele também atuou como curador da Virada Cultural de São Paulo e dirigiu espetáculos premiados como "Desumanização" e "Há Dias que Não Morro". Em 2020, participou do FarOFFa e dirigiu "O Futuro" no evento online FEIRA DE OPINIÃO 2020 do Instituto Augusto Boal. ALEXANDRE BRAZIL - direretor do produçãoDiretor de produção desde 1998, com uma vasta trajetória no teatro, tendo produzido nove peças de William Shakespeare. Entre suas produções mais recentes estão "Festa Shakespeare | 460 Anos" (2024), "La Noche Que Jamás Existió" (2023), "Maria da Escócia" (2022), e "Sal" (2021). Ele também foi curador de ciclos de leituras, como "De e A Partir de Shakespeare" (2020), e trabalhou em montagens de destaque como "Frida Kahlo – Viva la Vida" (2020), "Lela & Cia." (2019) e "Insônia – Titus Macbeth" (2019). Ao longo de sua carreira, recebeu diversos prêmios e incentivos por suas produções. ALMIR MARTINES - assistente de dramaturgia Assistente de dramaturgia que trabalha em colaboração com o renomado diretor e autor Newton Moreno. Com uma sólida formação acadêmica e experiência em teatro, Almir tem se destacado por seu trabalho minucioso no desenvolvimento de textos e processos criativos. Ao lado de Moreno, ele tem contribuído para a concepção e montagem de várias produções, desempenhando um papel crucial na análise, pesquisa e estruturação de roteiros teatrais. Ao longo de sua carreira, Almir tem se especializado na interlocução entre dramaturgia e encenação, ajudando a refinar os textos e a explorar novas camadas de significados nas obras. Ele também tem experiência em oficinas de dramaturgia, ajudando novos autores e artistas a desenvolverem suas habilidades narrativas. Principais colaborações com Newton Moreno: As Cangaceiras, Guerreiras do Sertão; Sueño e O Ninho, Um Recado da Raíz.
PROJETO ARQUIVADO.