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PRONAC 2410046Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

RAIZES DO HIP HOP

INSTITUTO SOCIAL E CULTURAL-MANDU LADINO
Solicitado
R$ 698,3 mil
Aprovado
R$ 698,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
PI
Município
Teresina
Início
2025-06-14
Término
2025-06-15
Locais de realização (1)
Teresina Piauí

Resumo

O objetivo principal do projeto RAIZES DO HIP HOP é fortalecer através de curso e oficinas os grupos de Hip Hop já existentes em Teresina, criando momentos de convivência e gerando mecanismos de auto sustentação através dos elementos da cultura Hip Hop. Visa fortalecer os grupos de Hip Hop existentes em Teresina, abordando dimensões ideológicas, técnicas e gerenciais. Seu objetivo principal é promover a convivência e criar mecanismos de auto-sustentação através dos elementos da cultura Hip Hop, como grafite, dança e música, contribuindo para um movimento mais coeso e sustentável em diversos bairros da cidade.

Sinopse

Não possui.

Objetivos

O objetivo principal do projeto é fortalecer Ideologicamente, Tecnicamente e Gerencialmente os grupos de Hip Hop já existentes em Teresina, criando momentos de convivência e gerando mecanismos de auto sustentação através dos elementos da cultura Hip Hop. Consiste em criar um fortalecimentos nos elementos da cultura HIP HOP ( grafite, dança, música ), político e econômico, sustentável para potencializar as ações do Movimento já existentes em vários bairros e localidades de Teresina.Especificos:Proporcionar aos Grupos momentos de dialogo através de atividades coletivas, fortalecendo os grupos Ideologicamente;Fortalecer os Grupos Tecnicamente;Modificar as áreas urbanas de Teresina que são alvos de pichadores e vândalos, transformando em verdadeiros painéis urbanos os locais públicos ou privados atingidos. Principalmente colocar para a sociedade e os jovens envolvidos no projeto a diferença entre o grafite e a pichação. Os especialistas explicam que pichação não é o mesmo que grafite. "Pichação é crime e grafite é arte", os termos acabam sendo confundidos porque os pichadores se autodenominavam grafiteiros, apesar de usarem o spray apenas para escrever apelidos, de forma praticamente incompreensível, e siglas de suas gangues, uma forma de demarcar território ou "anarquizar" (estragar) a pichação dos outros. Desta forma pretendemos ao mesmo tempo profissionalizar e educar o jovem a preservar os monumentos e prédios públicos e privados de Teresina;Abrir o debate sobre o grafite com os próprios jovens, de modo sistemático contínuo, de tal maneira que não só eles explicitem suas razões, como também que possam examiná-las à luz dos conceitos fundamentais que regem o trato com a cidade, tais como os de ecologia, urbanismo e datas comemorativas;Abrir o leque de alternativas aos jovens envolvidos com o grafite, buscando ampliar os recursos financeiros, fazer com que além de arte se torne forma de renda, solucionar o problema de que se queixam e além de qualifica-los no campo da arte.Desenvolvimento cultural do indivíduo e de suas capacidades a partir das várias práticas da arte, buscando o auto conhecimento de suas particularidades (auto estima, limites, desafios, aptidões, sensibilização); - Grafitar aéreas centrais e periféricas de Teresina afetada pelos pichadores, colocando para a sociedade piauiense a importância da arte do grafite e seu poder de resgate, perante os jovens residentes nas periferias.

Justificativa

O Movimento Hip Hop já está presente no Brasil cerca de 20 anos, hoje em todo o território Nacional já somamos mais de 60 mil grupos divididos nos três elementos. Porém no decorrer deste período é alto o índice de desistência ou melhor dizendo afastamento dos jovens envolvidos na cultura Hip Hop para ingressarem no mercado formal de trabalho ou até em casos extremos a ida para marginalidade e o crime. O Movimento Hip Hop sempre enfrentou uma série de dificuldades na concepção da sua sustentabilidade, a discriminação sofrida pelos jovens que residem em Periferias das grandes cidades sempre foi um dos principais obstáculos. No Nordeste do Brasil principalmente, pois estamos na região com menor poder econômico e não é nada fácil para os grupo de Hip Hop sobreviverem da sua própria cultura. No Piauí com cerca de 10 anos de existência a Associação Piauiense de Hip Hop e Juventude Periférica, observou, ou melhor, nós vivemos todos esses momentos de dificuldade que os grupos de Hip Hop sempre enfrentaram, por outro lado o gênero Hip Hop é um dos que mais vende no Brasil, seja no mercado fonográfico através de grupos como o Racionais MC's que venderam cerca de 1 milhão de discos mesmo fora da grande mídia ou com marcas de roupa e vestuário que comercializam o estilo Hip Hop e vários tipos de acessórios. Sendo que a principal causa do enfraquecimento da Cultura Hip Hop no Piauí é a falta de diálogo entre os grupos já existente, ou seja, uma construção coletiva, com intuito de fortalecer e aprimorar os princípios sociais e ideológicos da Cultura Hip Hop, observando essa séries de dificuldades e transformaçõeso Raizes Produtores Associados, através do seu fundador GIL BV, participou de várias experiências com grupos de Hip Hop dos bairros e localidades de Teresina, seja em eventos, feiras e reuniões e observamos que entre as dificuldades dos grupos de Hip Hop temos a "morte da idéia" que vem como conseqüência da falta de diálogo e construções coletivas. O Produzindo Identidade nasce como a melhor forma de manter viva a alma e essência da Cultura Hip Hop com Centro de Referência da Cultura Hip Hop que irá disponibilizar para os grupos capacitação, auto sustentação sem deixar morrer os princípios ideológicos do Hip Hop Nordestino, onde a cultura Hip Hop irá funcionar como um ecanismo de transformação e inclusão social dos grupos envolvidos.

Estratégia de execução

Metodologia que será aplicada1 - Fortalecimento do Espaço Piloto, numa localidade da periferia de Teresina, na qual o movimento já desenvolve suas atividades;2 - Estruturação de um escritório para desenvolver as articulações do projeto e da Associação de Hip Hop;3 - Incubação Social, capacitação institucional de ONGs e Associações de HIP HOP para o fortalecimento institucional e continuidade do projeto;4 - Aparelhamento das Oficinas itinerantes, para a sensibilização através de apresentações de música, dança e grafite em bairros que existam grupos de hip hop;5 - Estruturação de um estúdio de produção, gravação e ensaios, para fortalecer os grupos de RAP envolvidos no projeto;6 - Aquisição de Instrumentos para o funcionamento de uma oficina de percussão, que será misturada com uma oficina de DJ's.7 - Criação de uma marca que agregue os valores ideológicos e culturais da Escola, sendo um instrumento de marketing institucional e de sustentabilidade do projeto;8 - Montagem de um escritório para funcionamento de uma produtora, que irá organizar eventos, sites e outras formas de impacto social do projeto.O Produzindo Identidade pretende dar apoio ao grupos de Hip Hop que já realizam seus trabalho em diversa comunidade de Teresina, este apoio irá se transformar numa série de Fortalecimentos que irão Culminar no desenvolvimento Técnico, Gerencial, Ideológico e principalmente social dos Grupos Envolvidos com a Proposta, sendo que podemos chamar todo esse processo de uma Incubação Técnica - Gerencial - Ideológica, que irá se materializar da seguinte forma:Centro de Referência da Cultura Hip HopIrá interligar as atividades da Associação e do Projeto, sendo uma unidade catalisadora dos grupos, formando um pólo de capacitação:nos elementos da cultura Hip Hop;Ideológica;Técnica;Profissional;Institucional;Pedagógica.Perfil dos Grupos ou Pessoas - Público AlvoBanda de RAP, Grupos de Dança e de Grafite, Entidades e Grupos Envolvidos com a Cultura Hip Hop e Cultura Nordestina, que tenham compromisso com a proposta de mudança social;Grupos que já desenvolvem trabalhos dentro da sua comunidade;Ter uma visão política de mudanças diante das desigualdades e problemáticas sociais e que sejam multiplicadores da proposta de mudança;Grupos que acreditem na Cultural Hip Hop, como instrumento de geração de Trabalho e Renda, profissionalização e auto - sustentabilidade;Grupos que esteja dispostos a manter um dialogo com outros grupos, afim de fortalecer o Hip Hop Local;MetodologiaSeleção dos Grupos:1.º PassoSeleção de grupos e jovens, tendo com base de análise o perfil do projeto;2.º PassoVisita ao Grupo a ser trabalhado por um membro do conselho gestor do projeto para fazer uma consulta / prévia para saber o grau de interesse e identificação do grupo com a proposta;Para os jovens da oficinas será feito um perfil sócio econômico e cultura para posterior seleção.3.º PassoIntegração Associação Piauiense de Hip Hop / Grupo ou jovem a ser trabalhado - participação da entidade em atividade feita pelo grupo e o grupo participará de uma palestra da Associação Piauiense sobre a História e os Rumos do Hip Hop ;3.º PassoAvaliação do Conselho Gestor a respeito do grupo e de seus trabalhos;A partir da Avaliação da Equipe oferecer o grupo a estrutura do projeto para fortalecer seus trabalhos. Posteriormente assinatura do convênio de Cooperação entre o grupo ou jovem e a Associação Piauiense de Hip Hop. Onde será montado um calendário de atividades de acordo entre ambas as partes.4.º PassoInfra – Estrutura.Será disponibilizada para o Grupo a Estrutura da Casa do Hip Hop, que irá conter os seguintes ambientes: SemináriosNúcleos de EstudosCiclo de debates, com temas da atualidadePalestras que potencializem o empreendedorismo SocialBreak ( dança )Desenvolver todos os estilos do Break e da dança de Rua, com os seguintes Objetivos - 100h/aula:Alcançar um nível para competições de dança estaduais e nacionais;Auto - sustentabilidade: através da prestação de serviços; professores de dança, formar companhias de Dança de Rua.Grafite ( arte )Desenvolver as técnicas do grafite e da aerografia, colocando o grafiteiros como um artistas plásticos dando uma visão inovadora da arte do grafite, que além de politizada será auto - sustentável, atingindo os seguintes objetivos 100h/aulas:Formar Exposições em galerias de arte com os grupos participantes;Fortalecer o Centro de Produção de Estilos da Entidade DJ e Rapper's - 100h/AulasOs grupos de RAP tem sido no decorrer da história do Hip Hop os maiores colaboradores da cultura, seja pelas letras de auto teor político e social ou através da música que contagia a periferia e hoje rompe as barreiras da classe média e alta, por outro lado a maioria dos grupos se acaba pela dificuldades financeiras, para que possamos manter estes grupos na Cultura Hip Hop iremos disponibilizar uma capacitação técnica com uma boa aparelhagem de som e um estúdio de produção musical. GRAFISMO LETREIRO E AEROGRAFIA - 100 H/S Oficinas Externas - Intinerantes - 200 h /aulaEstas oficinas serão a vitrine do projeto, pois nelas iremos colocar para as comunidades todo o potencial artístico do movimento Hip Hop além de divulga as ações do Centro Piloto, elas serão quinzenais e terão os seguintes objetivos:Dar visibilidade ao projetoFortalecer a cultura Hip HopElevar a auto - estima dos grupos das comunidades atingidasExercitar e fortalecer o lado ideológico e técnico dos grupos trabalhados.Realizar conexões ( intercâmbios ) com grupos de outras comunidades.Centro de Produção Sempre que se discute geração de trabalho, emprego e renda com relação aos jovens brasileiros, temos uma tendência à ignorar o protagonismo dessa juventude. e as perguntas que ficam são várias, pululam por entre os especialistas. Nós do Movimento Hip Hop organizado do Piauí imaginamos um processo de geração de trabalho, emprego e renda que consiga nesse processo criar e reestruturar vínculos familiares e comunitários além de "linkar" todos os participantes à cultura Hip Hop com o entendimento de que essa manifestação em nosso país (e isso já foi constatado pelas grandes indústrias, apesar de lhe faltar uma correta análise de conjuntura) se potencializada do ponto de vista do mercado (alternativo) oferece-nos grandes chances de ser uma parte integrante importantíssima nas discussões acerca das várias soluções para o desemprego.O mercado tem favorecidos poucos, devido as grandes empresas ou multinacionais que consomem uma boa parte do bolo consumidor, porém temos no Hip Hop um público alternativo que é fiel ao movimento e que possui um jeito só seu de se vestir, além de pessoas que não fazem parte da cultura Hip Hop e que usam calças largas, camisas grafitadas e outros acessórios usados por Rapper's, grafiteiros ou dançarinos, este público forma uma boa parcela do mercado, ou seja, este público forma o mercado alternativo, mercado este que iremos explorar através do Centro de Produção de Estilos com objetivo de dar auto - sustentabilidade a entidade e aos grafiteiros, serigrafistas, designers que a entidade já possui e outros grupos envolvidos no projeto. MÓDULO I - TEORIA: Origem do Hip Hop a Nível: Mundial, Nacional e Local; - História do Grafite (Mundial e no Brasil ) - Manutenção do Material / Limpeza e Montagem - Manuseio / Coordenação Motora e Técnica - Cores / Mistura de Cores e Classificação / Preparação de Tinta - MÓDULO III - TEORIA - Espaçamento - Produção - Perspectiva, Degrade e Mascara - MÓDULO IV - Grafite em Tela - Motangem - Ambientação Através de Telas Grafitadas - MÓDULO V - Grafite Automotivo - Capacete e Lataria de Carros e Motos - Ferro - Fibra - Plástico

Especificação técnica

O Projeto não prevê pagamento para a própria instituição.

Acessibilidade

Todo o Espaço possui rampas bem como todos equipamentos e acessos necessários para portadores de necessidades especiais, Todos os acessos terão rampas de acesso, nstalação de rampas com inclinação adequada para permitir o acesso a diferentes níveis do espaço por cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Disponibilização de banheiros adaptados com espaço amplo, barras de apoio, pias e acessórios em alturas adequadas para pessoas em cadeiras de rodas. Garantir boa iluminação e áreas amplas, sem barreiras físicas, para facilitar a locomoção. Disponibilizar intérpretes de Libras em eventos ao vivo, como oficinas, palestras e debates, garantindo que pessoas surdas possam acompanhar todo o conteúdo.

Democratização do acesso

Todas atividades oferecidas pelo Projeto RAIZES DO HIP HOP serão Gratuitas.Culturais- Fortalecimento dos objetivos e idéias da cultura Hip Hop como instrumento de mudança e transformação;- Abertura de Espaços para Literatura Periférica e Nordestina,SociaisViabilização de Espaços para Grupos que desde então não teriam espaço para Praticar a Hip Hop e Música;- Espaço para encontro de grupos e viabilização de gravação de Cd's e espaço para a prática da musica- Utilização da Música como um instrumento de mobilização social5.3EconômicosOs Grupos não precisarão alugar Estúdios nem Espaços para realização de Eventos;- Toda a Plataforma do Estúdio será em Software Livre o que irá diminuir os custos com Aquisição de Softwares. Democratização de acesso Entrada Gratuita, Realizar intervenções artísticas e grafitagens em locais públicos de fácil acesso, como praças, muros de escolas públicas e centros culturais. Isso garante que a arte seja visível para a maior parte da população, sem custo de entrada. Realizar transmissões ao vivo (lives) de eventos, exposições, oficinas e debates relacionados à proposta via plataformas como YouTube, Instagram e Facebook, ampliando o alcance para um público que não pode estar presente fisicamente. Inscrições Gratuitas.

Ficha técnica

Coordenador do Projeto: Gil Bv - GIL CUSTÓDIO ARAUJO FERREIRA Resgate ( O que é o Hip Hop ) A HISTÓRIA DO HIP HOP A cultura hip hop é formada pelos seguintes elementos: O rap, o graffiti e o break. Rap - ritmo e poesia, ou seja, ritmo e poesia, que é a expressão musical-verbal da cultura; Graffiti - que representa a arte plástica, expressa por desenhos coloridos feitos por grafiteiros, nas ruas das cidades espalhadas pelo mundo; Break dance - que representa a dança. Os três elementos juntos compõe a cultura hip hop. Que muitos dizem que é a "CNN da periferia", ou seja, que o hip hop seria a única forma da periferia, dos guetos expressam suas dificuldades, suas necessidades de todas as classes de arquivos... O termo hip hop, alguns dizem que foi criado em meados de 1968 por Afrika Bambaataa. Ele teria se inspirado em dois movimentos cíclicos, ou seja, um deles estava na forma pela qual se transmitia a cultura dos guetos americanos, a outra estava justamente na forma de dançar popular na época, que era saltar (hop) movendo os quadris (hip )... Em meados dos anos 70 no Bronx, cidade de Nova Iorque, só existiam dois bons DJs conhecidos que eram Kool DJ Herc e Kool Dee. Kool DJ Herc foi o maior e mais seguido de todos os D.Js. do Bronx. De qualquer modo no meio dos anos 70 outro jovem DJ que foi inspirado por kool DJ Herc, Kool DJ Dee, Disco King Mario, começou a aparecer e crescer no cenário da música B.Beat chamado Afrika Bambaataa. Ele tinha algo de grandioso da música B.Beat de Kool Herc, começou a trazer novos discos e fez as pessoas dançarem como um trovão, e decidiu chamá-los de ZULU NATION. Nos próximos anos Bambaataa seria o responsável por várias giros sem movimento. Nesta mesma época apareceu outro DJ com o nome de Grand Máster Flash, que ajudou a reformular o jeito de rimar em cima dos Break Beats. Não foram Sugarhill Gang, DJ Hollywood ou Eddie Chebba e Kurts Blow que começaram a rimar em cima dessas batidas, foram na verdade Grand Máster Flash, Mele mel, Kid Creole e Keith Cowbow que ficaram conhecidos das rimas. Se existe alguém responsável pela criação da música Break Beat, foram Kool DJ Herc, Afrika Bambaataa e Grand Master Flash, os que vieram depois só ajudaram a construir o que chamamos de HIP-HOP.Grupo FLAGRANTE Em 1999 surgiu o Grupo Flagrante que é nada mais nada menos que a união de vários Rappers da Zona Norte e Sul de Teresina e Gil BV estava lá no meio com mais uma empreitada com a música revolucionária, o Flagrante Percorreu todas as Zonas de Teresina e Timon, São Luiz, Fortaleza e Belém. Em 2003 no Festival Chapada do Corisco conquistou o segundo lugar geral com a música o Chefão que faz uma denúncia do Crime Organizado no Estado do Piauí e ainda proclamado como premiações de melhor intérprete e melhor letra. Turnê pela França Devido ao reconhecimento dos Trabalhos do Grupo Flagrante a Associação Francesa Yakajouer fez o convite em 2004 para que o Grupo participasse de um Festival Europeu de Hip Hop, onde o Flagrante foi o único grupo da América Latina que participou do Evento. Onde teve um grande reconhecimento tanto que foram convidados novamente em 2005 para participarem de outros Festivais dentro das Comemorações do Ano do Brasil na França. Festivais, Palestras e Congressos ● I Encontro da Humanidade Contra o Neoliberalismo Local: Belém – PA Período: Dezembro de 1998 ● Fórum Social Mundial Local: Porto Alegre – RS Período: Janeiro de 2003 ● II Fórum Nacional de Hip Hop Local: Porto Alegre – RS Período: Janeiro de 2003 ● VII Festival de Hip do Maranhão Local: São Luiz - MA Período: Novembro de 1998/1999/2001/2002 ● V Festival de Cultura de Rua do Ceará Local: Fortaleza - CE Período: outubro de 1999 ● II Bienal da Música de Belém / Tenda de Cultura de Rua Local: Belém – PA Período: agosto de 2002 ● Palestra: A história do Hip Hop Piauiense (Como Ministrante) Local: São Paulo - SP Período: Fevereiro de 2003 ● Festival de Hip Hop do Piauí Teresina – PI Períodos: Março de 1999/2000/2001/2002 ● Festival Chapada do Corisco Teresina – PI Premiações de Melhor Intérprete e Segundo Lugar Geral com a Música Chefão Período: Maio de 2003 ● Espaço Hip Hop Piauí POP – 2004 e 2005 Discografia● CD Demo – FLAGRANTE (Pacto de Sangue) 2002 ● HIP HOP POR UM PAIS DECENTE (CD Coletânia, lançado em todo Brasil) Música: Hip Hop de Quebrada - Cd Nando CHA – Estado Natural (Música Bilauzinho do Astral)Coordenador de Cursos: CURRÍCULO VITAE Lamartine Silva, 36 anos, brasileiro, casado, Residente à Rua José Gerardo, 22 quadra 21 vila Janaina Fone: (098) 8806-9609 São Luís - MA HABILIDADES ß Idioma: Francês ß Nível de Conhecimento: conversação ß Informática: Windows, Word e Internet, conhecimentos também em Softwares Livres PALESTRAS, OFICINAS, CONGRESSOS, CURSOS E INTERCAMBIOS ß SEMINÁRIO NACIONAL DO PLANO NACIONAL DE JUVENTUDE (Abril/2006 - Brasília /DF) Função: Convidado ß TEIA CULTURAL - ENCONTRO NACIONAL DE PONTOS DE CULTURA (Abril/2006 - São Paulo/SP) Função: Organizador do Espaço Preto Ghoez. ß ENCONTRO DE CONHECIMENTOS LIVES E PONTOS DE CULTURA DA REGIÃO NORDESTE (Julho/2005 - Teresina / PI) Função: Organizador e Articulador ß PROGRAMA DE RÁDIO - ORIGINAL RAP 106 NA RÁDIO UNIVERSIDADE FM (São Luís/MA - 2003 a 2004) Função: Programador e Apresentador ß PROGRAMA DE RÁDIO FREQUÊNCIA HIP HOP NA RÁDIO OLÍMPICA FM Função: Programador e Apresentador ß II CONGRESSO DE RELIGIOSIDADE AFROBRASILEIRA (SETEMBRO/2003 - Belém / PA). Função: Delegado ß CICLO DE PALESTRAS SOBRE VIOLÊNCIA URBANA (Setembro/2003 - Belém/PA). Função: Palestrante para alunos de 5ª a 8ª série na Escola Municipal de Ensino Fundamental Padre Leandro Pinheiro. ß ENCONTRO MUNDIAL CONTRA A OMC (Agosto/2003 - Larzac - França) Função: Palestrante apresentador do coletivo internacional NO VOX. ß ENCONTRO NORTE E NORDESTE DE HIP HOP (Agosto/2003 - Belém / PA) Função: Palestrante na mesa "Hip Hop - Caminhos a seguir". ß ENCONTRO NACIONAL DE HIP HOP (Janeiro/2003 - Porto Alegre / RS) Função: Comissão de Organização. ß FÓRUM SOCIAL MUNDIAL 2003 Função: Representante do Movimento Hip Hop FAVELAFRO. ß FÓRUM MUNICIPAL DE CULTURA (Setembro 2002 - São Luís/MA) Função: Representante da Organização FAVELAFRO na comissão de Organização. ß ENCONTRO LATINO AMERICANO DE HIP HOP Porto Alegre Função: Palestrante. ß ENCONTRO NACIONAL DE MENINOS E MENINAS DE RUAPorto Alegre Função: Oficineiro de Hip Hop. ß FEIRA CULTURAL INTERMUNDIA (Maio/2002 - Roma) Função: Coordenador do intercâmbio e palestrante em escolas públicas. ß FÓRUM SOCIAL MUNDIAL 2002 Função: Representante do Movimento Hip Hop Organizado do Maranhão QUILOMBO URBANO. ß ENCONTRO MUNDIAL DE CULTURA (Fevereiro/2002 - Marselle / França) Função: Palestrante sobre Intercâmbio Cultural. ß REUNIÃO PREPARATÓRIA DO FÓRUM SOCIAL EUROPEU (Fevereiro/2002 - Bruxelas / Bélgica) Função: Convidado pela comissão de Cultura. ß FESTIVAL HAUTS DE GARRONE (Bardeux - França) Função: Palestrante ß ENCONTRO MUNDIAL PELA HUMANIDADE CONTRA O NEOLIBERALISMO (Belém/PA) Função: Participante Representando a organização Quilombo Urbano. ß FESTIVAL REECONTRE DÊS LES SUDS (Arles - França - 1988) Função: Palestrante sobre a realidade Brasileira. ß PROJETO DE INTERCAMBIO "QUILOMBO" (Setembro/2001 - São Luís - MA)

Providência

PROJETO ARQUIVADO.