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Propõe-se realizar 06 apresentações de canto coral de música erudita e arranjos elaborados de música popular, principalmente de compositores mineiro, do período colonial ao contemporâneo interpretadas pelo Coral BDMG em 04 localidades situadas em Minas Gerais e 02 no estado do Rio de Janeiro.
Os objetivos do projeto "Coral BDMG na Estrada 35 anos" extrapolam a simples apresentação de um coral. O objetivo básico é divulgar a música mineira e mundial, sacra e popular. A música minera colonial, erudita, sacra, composta no século XVIII e início do século XIX , proporciona um evento cultural relacionado à história e cultura regionais das Minas Gerais.Estas composições podem vir precedidas de palestras didáticas e explicativas das peças, sua elaboração, o compositor, sua inserção na cultura musical e na história de sua época. A música popular contemporânea, principalmente de compositores mineiros ou peças internacionais, contempla arranjos elaborados que exploram a qualidade técnica e vocal do grupo. Permitindo a execução de repertório diversificado para comunidades. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizar concertos do Coral BDMG em localidades que ainda não circularam nesses 35 anos de existência e atuação; - Difundir a música mineira, seja erudita ou popular; - Criar uma interação com o público de forma a fomentar as frequência em concertos de música coral; - Mostrar a qualidade do trabalho desenvolvido pelo grupo para vários públicos no Brasil.
Por 11 anos, o Coral BDMG implementou o projeto "Coral BDMG na Estrada Real" nas cidades que integram o chamado circuito da Estrada Real nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, divulgando a música colonial mineira em 70 localidades. O projeto atual propõe ampliar a região de atuação e apresentar repertório de música coral variado e abrangente com foco na música mineira, possibilitando sua presença em todo o território mineiro e estados vizinhos. Propõe-se a realização de 6 concertos periódicos de canto coral, durante o ano de 2025, em 5 localidades selecionadas. A escolha das localidades observa vários critérios: aglomerações ainda não atendidas em versões anteriores do projeto, possibilidade de existir infraestrutura de apoio logístico adequada no local ou nas proximidades, acessibilidade nos locais de apresentação, foco nas pequenas comunidades onde raramente ocorrem eventos similares, independentemente de envolver grande público, mas atingindo-se percentual significativo da população local. Especialmente em 2025 inclui-se a participação no projeto MÚSICA NO MUSEU - na cidade do Rio de Janeiro, onde serão efetuadas 02 apresentações, otimizando o projeto. O Música no Museu nasceu da iniciativa de Sérgio da Costa e Silva, que em 1997, no Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro, lançou a série que tinha como objetivo levar concertos de música clássica a locais como igrejas, bibliotecas e, claro, museus. Ao todo, o projeto atingiu um público de mais de um milhão de pessoas ao longo de sua história, criando também séries específicas dedicadas à harpa e chegando a diferentes cidades: além de programações em outras capitais brasileiras, o Música no Museu foi levado à América Latina, à Europa e aos Estados Unidos, sempre com destacados músicos. Em dezembro, foi lançado o livro Música no Museu: 25 anos, uma vida, que narra a história da série. O livro é assinado por Costa e Silva, com prefácio de Joaquim Falcão e capa assinada por Miguel Paiva. (https://www.concerto.com.br/noticias/musica-classica/estado-do-rio-de-janeiro-cria-o-dia-da-musica-no-museu-em-homenagem-serie) Dessa forma, sugerem-se as seguintes localidades, cuja definição acontecerá por ocasião da elaboração da programação anual de eventos de cada localidade, condicionada à aprovação e à captação de recursos do projeto: Belo Horizonte - MGBrumadinho - MGConceição do Mato Dentro - MGVarginha - MGRio de Janeiro - RJ Infelizmente no Brasil não se tem o hábito de consumir a música erudita, sobretudo a coral, de forma que a circulação de um grupo de mais de 20 pessoas para diversas cidades e até outro estado ficaria inviável sem que haja os benefícios da Lei de Incentivo, que é o suporte para inúmeros movimentos artísticos em nosso país, entre eles o canto coral. Sem esse mecanismo, possivlemente aos poucos essa e outras manifestações culturais teriam menos espaço e possibilidades de existência.
A apresentação deste projeto trata-se de um projeto de continuidade que ocorre desde 2005, e é patrocinado deste sua primeira edição pelo mantenedor da instituição, o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais. O projeto tem o patrocínio garantido para depósito em dezembro de 2024. Sua execução será integralmente executada em 2025.O projeto atual em execução de PRONAC 184.465 está em fase final de produção e entrará no mês de novembro no período de pós-produção com prestação de contas até dezembro de 2024.O projeto não prevê nenhuma aquisição de material permanente.A remuneração do proponente será na rubrica Coordenador Administrativo-Financeiro. Solicitamos urgência na análise, visto que o projeto tem patrocínio garantido para depósito em dez/2024.
Os concertos terão a duração aproximada de 60 minutos, onde o Coral BDMG cantará acompanhado pelo seu maestro, piano e instrumentistas convidados.
Os eventos são concertos de canto coral e estão previstos para serem realizados preferencialmente em templos religiosos, ou teatros públicos, que já acolhem grande público, ou teatros e espaços comunitários adaptados a esse tipo de atividade. A acessibilidade para portadores de necessidades especiais é a mesma atualmente existente nesses espaços, usualmente utilizados. O público será acomodado nos assentos locais que se destinam a esse fim, da mesma forma como são utilizados durante as práticas religiosas ou apresentações artísticas/culturais. No caso de indisponibilidade de utilização desses espaços, buscar-se-ão locais apropriados, observando-se a condição de acessibilidade. A seleção dos locais levará em conta o atendimento ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, que diz: "II-proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art.23 da Lei no. 10741, de 1. de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999;". Caso seja identificada alguma necessidade de facilitação do acesso, será providenciada solução local e emergencial (como, por exemplo, rampas deslocáveis em madeira, etc.) sem interferência nas estruturas físicas, especialmente se se tratarem de locais tombados pelo Patrimônio. Parceria com as arquidioceses e paróquias, assim como com o poder público local, permitirá garantir a acessibilidade, tão logo sejam definidos esses locais. Apresentamos, anexa, como informação adicional, declaração do proponente, responsabilizando-se pelo atendimento à legislação.
A apresentação de corais em templos religiosos e espaços comunitários é prática comum e de interesse das comunidades eclesiásticas e daquelas vinculadas à divulgação cultural local. O acesso aos espetáculos será gratuito sem qualquer restrição, desde que respeitados os princípios de boa conduta em eventos artísticos públicos.
PRESIDENDE DA INSTITUIÇÃO BDMG CULTURAL– Luiz Felipe Braga Bastos PRESIDENDE DA INSTITUIÇÃO BDMG – Gabriel Viegas Netograduado em Administração de Empresas pela Fundação de Estudos Sociais do Paraná (FESP), com pós-graduação em Finanças pela Faculdade SPEI e especialização em STC Executivo pela Fundação Dom Cabral/Kellogg Graduate School of Management. Reúne uma experiência de 36 anos no banco Itaú Unibanco, onde atuou por 19 anos como executivo nas áreas planejamento, produtos e comercial em diversas regiões do País, incluindo o estado de Minas Gerais. Leila Lúcia Gregório - coordenadora do projetoGraduada em Matemática, em 2004, pela Universidade Federal de Minas Gerais, pós-graduada em Perícia Judicial (2012). Técnica em Desenvolvimento (Assistente) do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais - BDMG, com passagem pela área de Recursos Humanos, atualmente atua no departamento Jurídico. Paralelamente às atividades profissionais, desenvolve atividades junto a coros amadores desde 2007, como contralto e, atualmente, exerce a coordenação geral do Coral BDMG. Coral BDMGCriado pelo Instituto Cultural BDMG, vinculado ao Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais SA, o CORAL BDMG iniciou suas atividades em abril de 1989, em Belo Horizonte, com o objetivo de divulgar a música coral. É um dos principais coros do Estado de Minas Gerais, sob o ponto de vista técnico e artístico, com repertório eclético e especial dedicação à música brasileira: do colonial, incluindo peças restauradas do barroco mineiro, até a música contemporânea, com destaque, também, para a música popular.Constituído atualmente por 28 integrantes, tem participado de diversas solenidades culturais, concertos e demais eventos. Suas principais apresentações foram no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, nas óperas O Filho Pródigo, de Debussy, e Tiradentes, de Macedo, além da primeira audição brasileira da ópera Orfeu de Monteverdi. Apresentou, também em Belo Horizonte, uma seleção de coros da ópera La Traviata de Verdi e as peças restauradas do barroco mineiro Missa em Fá Maior de Lôbo de Mesquita, Te Deum de Libério Guimarães, e Te Deum em Ré Maior e outras peças sacras de Manoel Dias de Oliveira. Participou de espetáculo com o cantor Edson Cordeiro e do show Especial Roberto Carlos 1994, transmitido pela TV para todo o Brasil. Promove e participa do concerto QUATRO CANTOS - CORAL, evento que completou o 22º aniversário, reunindo, a cada ano, em seis ocasiões, 19 coros na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, para divulgação da música coral. Mais de 200 diferentes coros já participaram do evento. Em 1996, o CORAL BDMG recebeu o troféu PRO-MÚSICA Os Melhores da Música em Minas Gerais, categoria Coral Erudito. Em 2004, o Coral BDMG foi agraciado com o VI Prêmio Minas - Desempenho Empresarial - Mercado Comum - 2003/2004 na Categoria “Destaque Empresarial/Institucional de Minas - Apoio à Cultura” pelo programa de comemoração dos 15 anos do Coral BDMG, quando apresentou o concerto Minas Colonial em Quatro Cantos.O CORAL BDMG realizou excursões pelos quatro cantos de Minas Gerais, participando de encontros, eventos culturais e festivais de música coral, especialmente nas cidades históricas mineiras. A convite do Ministério das Relações Exteriores, realizou, em 1994, concertos em Buenos Aires, Argentina, e em Assunção, Paraguai, apresentando-se também no sul do país, em Curitiba, Pelotas e Foz do Iguaçu, onde ofereceu um concerto aberto ao público, durante o fenômeno do eclipse total do sol. Em 1997, realizou turnê a países da Europa, participando do projeto de internacionalização da cidade de Belo Horizonte, no ano de seu centenário. Nessa ocasião, apresentou concertos em Roma na Itália, na Basílica de São Pedro, no Vaticano, em Limburg, na Alemanha, e em Colmar e Paris, na França. Em comemoração aos 500 anos do descobrimento do Brasil, o Coral BDMG desenvolveu, no ano 2000, o projeto Qu4tro Cantos do Brasil em Portugal, realizando concertos em Lisboa, Porto, Braga, Vila Nova de Gaia e Leiria, em Portugal, onde também participou do evento Leiria - Belo Horizonte: um encontro de culturas.A partir do Natal de 1999 e durante o ano 2000, o Coral BDMG participou do projeto internacional "Coral Cantando pela Paz e pela Justiça" (Choral Singing for Peace and Justice), uma integração com cerca de 200 corais do mundo inteiro, interpretando a canção "Através da Ponte da Esperança" (Across the Bridge of Hope), encabeçado pelo secretário geral das Nações Unidas, pela rainha da Suécia e pelo presidente da Irlanda do Norte, entre outras autoridades mundiais.Em 2000, o Coral BDMG lançou seu primeiro CD "Pelos Qu4tro Cantos do Brasil", uma coletânea de peças representativas das diversas influências na formação da música brasileira, e um videoclipe do Hino Nacional Brasileiro, com a Orquestra Sinfônica da Polícia Militar de Minas Gerais, distribuído a escolas públicas e a todos os municípios mineiros.Desde 2005, o Coral BDMG implementa o projeto Coral BDMG na Estrada Real, levando a música colonial mineira às suas origens. Com o apoio da Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura e recursos próprios, foram realizados concertos em 70 localidades do Circuito Estrada Real. Em 2008, lançou o CD “Coral BDMG na Estrada Real”. Em 2012, participou do IX Cantate Barcelona, na Espanha. Leonardo Cunha - regenteDesde de 2023, o aprimoramento musical e técnico-vocal dos cantores e a regência do Coral BDMG estão a cargo do maestro Leonardo Cunha, mestre em Música e bacharel em Violino pela Escola de Música da UFMG.
PROJETO ARQUIVADO.