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Como parte do ano cultural da França no Brasil em 2025, a cidade de Niterói e o museu da cidade o MAC homenageiam a obra e a personalidade de Jean Cocteau através desta exposição com o apoio e participação do Comitê Jean Cocteau (Paris), da Embaixada da França no Brasil, do Instituto Francês e da Embaixada do Brasil na França. Uma grande exposição retrospectiva no MAC de Niterói planejada para ocorrer entre outubro de 2025 e janeiro de 2026, apresentará, pela primeira vez no continente latino-americano, uma exposição com todas as disciplinas em que trabalhou este grande artista francês do século XX.
JEAN COCTEAU, A CRIANÇA TERRÍVEL é um projeto de exposição sobre a vida e obra do multiartista francês Jean Cocteau. Com uma proposta de experiência imersiva e interativa, apresentar-se-á seu talento vanguardista em pintura, poesia, literatura, teatro, cinema e decoração, permitindo que você mergulhe no mundo plural e criativo de Cocteau, conhecendo sua história, influências e heranças para a contemporaneidade.
Enaltecer e celebrar o ano Brasil - França, com uma exposição brasileira e contemporânea sobre um dos maiores multiartistas franceses. Aumentar a conscientização a respeito da obra de Jean Cocteau, tornando-a acessível democraticamente, como referência cultural e educacional. Fortalecer os vínculos culturais, destacando a importância dos intercâmbios culturais no quadro do ano França-Brasil. Destacar a colaboração entre instituições francesas e brasileiras. Divulgar a exposição ao público brasileiro e internacional. Atrair visitantes, incentivando os amantes da arte, estudantes, famílias e turistas a visitarem a exposição. Proporcionar uma experiência imersiva sobre a obra multidisciplinar de Jean Cocteau Incluir aparelhos e dispositivos digitais com conteúdo interativo, como aplicativos de realidade aumentada e guias de áudio. Oferecer uma experiência acessível e democrática Desenvolver programas educativos e culturais a respeito da obra de Jean Cocteau. METAS DE REALIZAÇÃO Tópicos abordados Biografia IlustradaDescrição: Apresentação da vida de Jean Cocteau através de um biografia visual, incluindo fotografias, cartas, manuscritos e objetos pessoais.Objetivos: Dar aos visitantes uma compreensão completa da rota por Cocteau, desde seu nascimento em 1889 até sua morte em 1963.Cenografia: Utilização de paineis explicativos, vitrines de objetos, displays digitais pessoais e interativos. Jean Cocteau e seus contemporâneosDescrição: Exploração das relações de Cocteau com outros artistas e intelectuais de sua época, como Pablo Picasso, Igor Stravinsky, Serge Diaghilev e Edith Piaf.Elemento chave: Apresentação detalhada de "Le Bœuf sur le Toit", ópera de Darius Milhaud que inspirou Cocteau e deu nome a um famoso bar da cidade parisiense na década de 1920, frequentada por figuras artísticas influentes.Cenografia: Reconstrução de parte da atmosfera do bar "Le Bœuf sur le Toit", cartazes da época e trechos musicais de Darius Milhaud.CinemaDescrição: Foco na obra cinematográfica de Cocteau, notadamente sua exploração da ilusão e passagem pelo espelho.Destaque principal: Exibição de cenas importantes de seus filmes, como "Le Sang de um poeta" (1930) e "Orphée" (1950), onde os personagens se cruzam literalmente no espelho.Cenografia: Criação de uma instalação imersiva onde os visitantes podem "andar pelo espelho", com projeções e efeitos especiais recriando as cenas icônicas.A Obra PoéticaDescrição: Exploração da poesia de Cocteau, incluindo suas coleções de poemas, suas ilustrações poéticas e seus escritos. Objetivos: Destacar a riqueza e diversidade de sua obra poética. Cenografia: Paineis explicativos, leituras gravadas de seus poemas e exibições de suas ilustrações poéticas.Objetos e joias Descrição: Exposição de objetos criados ou de propriedade da Cocteau, como joias, máscaras e uma espada desenhada por Cartier.Objetivos: Mostrar a dimensão material e artística da sua obra, incluindo suas criações nas artes decorativas. Cenografia: Vitrines expositivas com apresentação detalhada de cada objeto, iluminação destacando as peças.Cocteuau e a ContemporaneidadeDescrição: exposição de obras de artistas contemporâneos que se inspiram nas obras e influências de Cocteau para arte. Objetivos: Mostrar a atualização das obras de Jean Cocteau sua influência para contemporaneidade e seu diálogo presente na arte.Cenografia: exposição de obras visuais em diálogo com as obras de Jean Cocteau. Nascido numa pequena vila próximo a Paris, Jean Cocteau foi um dos mais talentosos artistas do século XX. Além de ser diretor de cinema, foi poeta, escritor, pintor, dramaturgo, cenógrafo, ator e escultor. Atuou ativamente em diversos movimentos artísticos, nomeadamente o conhecido Groupe des Six (grupo dos seis) cujo núcleo era Georges Auric (1899_1983), Louis Durey (1888_1979), Arthur Honegger (1892_1955), Darius Milhaud (1892_1974), Francis Poulenc (1899_1963), Germaine Tailleferre (1892_1983). Cocteau, explorou avidamente várias formas de arte. Cada vez que criava algo novo, ele ultrapassava limites do que havia acontecido antes. Considerado vanguardista e genial, aos 66 anos, Cocteau foi finalmente convidado a se juntar ao prestigioso corpo literário, sendo eleito membro da Academia Francesa em 1955. Em seu discurso inaugural de 2 horas, Cocteau encantou a multidão não apenas com sua inteligência, mas também com sua roupa: ele vestia vestes Lanvin e em sua mão segurava uma notável espada Cartier. A Cartier vinha fabricando essas espadas desde os anos 30 (cada uma delas resultou de conversas entre um designer da Cartier e o futuro acadêmico), mas sua espada, em especial, foi projetada pelo próprio Jean Cocteau. Assim como seus escritos, a espada de Cocteau foi assinada com uma estrela (em diamantes e rubis). O guarda-mão traçava o perfil de Orfeu, sua musa mitológica. A bainha evocava a grade que cercava os jardins do Palais-Royal, sua casa; e em sua ponta, uma mão segurava uma bola de marfim em referência à pedra coberta de neve em Les Enfants Terribles. As joias foram presenteadas por amigos, incluindo Coco Chanel. Enquanto isso, a espada, uma obra de arte simbólica de e para um grande artista, se destaca como uma das criações mais exclusivas dos Cartiers para Jean Cocteau, um cliente que se provaria inspirador em mais de uma maneira. Cartier SA ou Cartier, é uma empresa francesa multinacional que produz objetos de luxo, como relógios e jóias. Foi criada em Paris, em 1847, por Louis-François Cartier, e tornada célebre por seu filho Louis Cartier. Esta joia em formato de espada, assim como outros objetos de honraria estarão representados nesta exposição tão significativa sobre a obra deste artista ao qual "cada linha de poesia era como um nascer do sol", como dizia Edith Wharton. A carreira multidisciplinar de Jean Cocteau abrangeu poesia, teatro, cinema, desenho e gravura, entre outras atividades. O polímata francês foi uma figura importante da vanguarda parisiense no início do século XX e uma figura importante nos círculos surrealistas e dadaístas . Embora seja talvez mais conhecido por seus escritos e cinematografia, Cocteau manteve uma prática saudável de desenho e gravura e desenvolveu um estilo próprio de trabalho de linha simples e caprichoso. Um dos seus trabalhos de gravura mais famosos foi para Air France, uma impressão Litográfica da edição de 75. Esta impressão é assinada no canto inferior direito e numerada no canto inferior esquerdo. Jean Cocteau, Air France apresenta uma sensação da França com uma figura feminina soprando fumaça para fazer as palavras "Paris", e a Torre Eiffel ao fundo em um tom claro. Suas artes visuais pertence às coleções do Museu de Arte Moderna de Nova York, do Courtauld Institute of Art de Londres e da National Gallery of Art de Washington, DC, entre outras instituições, e suas peças foram vendidas por preços de seis dígitos no mercado secundário. Tais obras, as mais relevantes deste multiartista, Jean Cocteau, serão cuidadosamente apresentadas nesta exposição. Homossexual, foi o autor de Le livre blanc - publicado anonimamente em 1928, mas nunca renegado - em que em tom confessional relata episódios da sua vida amorosa na sua juventude. Teve por amantes Jean Le Roy, Raymond Radiguet, Jean Desbordes, Marcel Khill, Jean Marais (seu ator favorito) e Édouard Dermit, entre outros. Dentre os seus amigos destacam-se Pablo Picasso, Max Jacob, Serge Diaghilev, Vaslav Nijinsky, Roland Garros, Marcel Jouhandeau, Jean Genet, Edith Piaf, Christian Bérard, Pierre Bergé, Georges Auric, Valentine Hugo, Coco Chanel, Francine Weisweiller, Colette, entre muitos outros. Cocteau realizou sete filmes e colaborou enquanto argumentista, narrador em mais alguns. Todos ricos em simbolismos e imagens surreais. É considerado um dos mais importantes cineastas de todos os tempos. As suas peças foram levadas aos palcos dos Grandes Teatros, nos Boulevards da época parisiense em que ele viveu e que ajudou a definir e criar. Algumas Obras Poesia La Lampe d'Aladin (1909) Le Prince frivole (1910) La Danse de Sophocle (1912) Ode à Picasso - Le Cap de Bonne-Espérance (1919) Escale. Poésies (1917-1920) Vocabulaire (1922) La Rose de François - Plain-Chant (1923) Cri écrit (1925) L'Ange Heurtebise (1926) Opéra (1927) Mythologie (1934) Énigmes (1939) Allégories (1941) Léone (1945) La Crucifixion (1946) Poèmes (1948) Le Chiffre sept - La Nappe du Catalan (em colaboração com Georges Hugnet) (1952) Dentelles d'éternité - Appoggiatures (1953) Clair-obscur (1954) Paraprosodies (1958) Cérémonial espagnol du Phénix - La Partie d'échecs (1961) Le Requiem (1962) Faire-Part (póstumo) (1968) Romance Le Potomak (1919, edição definitiva: 1924) Le Grand Écart (1923) Thomas l'imposteur (1923) Le Livre blanc (1928) Les Enfants terribles (1929) La Fin du Potomak (1940) Teatro Parade, ballet (música de Erik Satie, coreografia de Léonide Massine) (1917) Les Mariés de la tour Eiffel, ballet (música de Georges Auric, Arthur Honegger, Darius Milhaud, Francis Poulenc e Germaine Tailleferre) (1921) Antigone (1922) Roméo et Juliette (1924) Oedipus Rex, ópera-oratório (música de Ígor Stravinski) (1927) La Voix humaine (1930) La Machine infernale (1934) L'École des veuves (1936) Œdipe-roi. Les Chevaliers de la Table ronde (1937) Les Parents terribles (1938) Les Monstres sacrés (1940) Le Bel Indifférent (1940) La Machine à écrire (1941) Renaud et Armide. L'Épouse injustement soupçonnée (1943) L'Aigle à deux têtes (1944) Le Jeune Homme et la Mort, ballet de Roland Petit (1946) Théâtre I et II (1948) Bacchus (1951) Nouveau théâtre de poche (1960) L'Impromptu du Palais-Royal (1962) Le Gendarme incompris (póstumo, em colaboração com Raymond Radiguet) (1971) Filmografia Le Sang d'un Poète (1930) L'Eternel Retour (1943) La Belle et la Bête (1946) L'Aigle à Deux Têtes (1947) Les Parents terribles (1948) Les Enfants Terribles (1950) (não creditado) Coriolan (1950) Orphée (1950) La Villa Santo Sospir (1952) (documentário) 8x8: A Chess Sonata in 8 Movements (1957) Codirector, Experimental) Le testament d'Orphée (1959) Entre outros. https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Jean_Cocteau A sua abordagem versátil e nada convencional e a sua enorme produtividade e excelência trouxeram-lhe fama internacional. Contudo, sua biografia, bibliografia e filmografia formam um material de extensa pesquisa e experiência a ser absorvida pela cultura e educação mundial. Assim, esta exposição justifica-se com sua riqueza artística e cultural, apresentando-se multidisciplinar e com diversidade de temas (liberdade de expressão, ecologia e mistura cultural). Propõe-se, para além da estética contemporânea imersiva e interativa, ser uma exposição educativa, ensinando sobre a vida e obra de Cocteau de maneira aprofundada, porém acessível e democrática, sendo ainda envolvente, atraindo todos os públicos.
Nascido numa pequena vila próximo a Paris, Jean Cocteau foi um dos mais talentosos artistas do século XX. Além de ser diretor de cinema, foi poeta, escritor, pintor, dramaturgo, cenógrafo, ator e escultor. Atuou ativamente em diversos movimentos artísticos, nomeadamente o conhecido Groupe des Six (grupo dos seis) cujo núcleo era Georges Auric (1899_1983), Louis Durey (1888_1979), Arthur Honegger (1892_1955), Darius Milhaud (1892_1974), Francis Poulenc (1899_1963), Germaine Tailleferre (1892_1983). Cocteau, explorou avidamente várias formas de arte. Cada vez que criava algo novo, ele ultrapassava limites do que havia acontecido antes. Considerado vanguardista e genial, aos 66 anos, Cocteau foi finalmente convidado a se juntar ao prestigioso corpo literário, sendo eleito membro da Academia Francesa em 1955. Em seu discurso inaugural de 2 horas, Cocteau encantou a multidão não apenas com sua inteligência, mas também com sua roupa: ele vestia vestes Lanvin e em sua mão segurava uma notável espada Cartier. A Cartier vinha fabricando essas espadas desde os anos 30 (cada uma delas resultou de conversas entre um designer da Cartier e o futuro acadêmico), mas sua espada, em especial, foi projetada pelo próprio Jean Cocteau. Assim como seus escritos, a espada de Cocteau foi assinada com uma estrela (em diamantes e rubis). O guarda-mão traçava o perfil de Orfeu, sua musa mitológica. A bainha evocava a grade que cercava os jardins do Palais-Royal, sua casa; e em sua ponta, uma mão segurava uma bola de marfim em referência à pedra coberta de neve em Les Enfants Terribles. As joias foram presenteadas por amigos, incluindo Coco Chanel. Enquanto isso, a espada, uma obra de arte simbólica de e para um grande artista, se destaca como uma das criações mais exclusivas dos Cartiers para Jean Cocteau, um cliente que se provaria inspirador em mais de uma maneira. Cartier SA ou Cartier, é uma empresa francesa multinacional que produz objetos de luxo, como relógios e jóias. Foi criada em Paris, em 1847, por Louis-François Cartier, e tornada célebre por seu filho Louis Cartier. Esta joia em formato de espada, assim como outros objetos de honraria estarão representados nesta exposição tão significativa sobre a obra deste artista ao qual "cada linha de poesia era como um nascer do sol", como dizia Edith Wharton. A carreira multidisciplinar de Jean Cocteau abrangeu poesia, teatro, cinema, desenho e gravura, entre outras atividades. O polímata francês foi uma figura importante da vanguarda parisiense no início do século XX e uma figura importante nos círculos surrealistas e dadaístas . Embora seja talvez mais conhecido por seus escritos e cinematografia, Cocteau manteve uma prática saudável de desenho e gravura e desenvolveu um estilo próprio de trabalho de linha simples e caprichoso. Um dos seus trabalhos de gravura mais famosos foi para Air France, uma impressão Litográfica da edição de 75. Esta impressão é assinada no canto inferior direito e numerada no canto inferior esquerdo. Jean Cocteau, Air France apresenta uma sensação da França com uma figura feminina soprando fumaça para fazer as palavras "Paris", e a Torre Eiffel ao fundo em um tom claro. Suas artes visuais pertence às coleções do Museu de Arte Moderna de Nova York, do Courtauld Institute of Art de Londres e da National Gallery of Art de Washington, DC, entre outras instituições, e suas peças foram vendidas por preços de seis dígitos no mercado secundário. Tais obras, as mais relevantes deste multiartista, Jean Cocteau, serão cuidadosamente apresentadas nesta exposição. Homossexual, foi o autor de Le livre blanc - publicado anonimamente em 1928, mas nunca renegado - em que em tom confessional relata episódios da sua vida amorosa na sua juventude. Teve por amantes Jean Le Roy, Raymond Radiguet, Jean Desbordes, Marcel Khill, Jean Marais (seu ator favorito) e Édouard Dermit, entre outros. Dentre os seus amigos destacam-se Pablo Picasso, Max Jacob, Serge Diaghilev, Vaslav Nijinsky, Roland Garros, Marcel Jouhandeau, Jean Genet, Edith Piaf, Christian Bérard, Pierre Bergé, Georges Auric, Valentine Hugo, Coco Chanel, Francine Weisweiller, Colette, entre muitos outros. Cocteau realizou sete filmes e colaborou enquanto argumentista, narrador em mais alguns. Todos ricos em simbolismos e imagens surreais. É considerado um dos mais importantes cineastas de todos os tempos. As suas peças foram levadas aos palcos dos Grandes Teatros, nos Boulevards da época parisiense em que ele viveu e que ajudou a definir e criar. Algumas Obras Poesia La Lampe d'Aladin (1909) Le Prince frivole (1910) La Danse de Sophocle (1912) Ode à Picasso - Le Cap de Bonne-Espérance (1919) Escale. Poésies (1917-1920) Vocabulaire (1922) La Rose de François - Plain-Chant (1923) Cri écrit (1925) L'Ange Heurtebise (1926) Opéra (1927) Mythologie (1934) Énigmes (1939) Allégories (1941) Léone (1945) La Crucifixion (1946) Poèmes (1948) Le Chiffre sept - La Nappe du Catalan (em colaboração com Georges Hugnet) (1952) Dentelles d'éternité - Appoggiatures (1953) Clair-obscur (1954) Paraprosodies (1958) Cérémonial espagnol du Phénix - La Partie d'échecs (1961) Le Requiem (1962) Faire-Part (póstumo) (1968) Romance Le Potomak (1919, edição definitiva: 1924) Le Grand Écart (1923) Thomas l'imposteur (1923) Le Livre blanc (1928) Les Enfants terribles (1929) La Fin du Potomak (1940) Teatro Parade, ballet (música de Erik Satie, coreografia de Léonide Massine) (1917) Les Mariés de la tour Eiffel, ballet (música de Georges Auric, Arthur Honegger, Darius Milhaud, Francis Poulenc e Germaine Tailleferre) (1921) Antigone (1922) Roméo et Juliette (1924) Oedipus Rex, ópera-oratório (música de Ígor Stravinski) (1927) La Voix humaine (1930) La Machine infernale (1934) L'École des veuves (1936) Œdipe-roi. Les Chevaliers de la Table ronde (1937) Les Parents terribles (1938) Les Monstres sacrés (1940) Le Bel Indifférent (1940) La Machine à écrire (1941) Renaud et Armide. L'Épouse injustement soupçonnée (1943) L'Aigle à deux têtes (1944) Le Jeune Homme et la Mort, ballet de Roland Petit (1946) Théâtre I et II (1948) Bacchus (1951) Nouveau théâtre de poche (1960) L'Impromptu du Palais-Royal (1962) Le Gendarme incompris (póstumo, em colaboração com Raymond Radiguet) (1971) Filmografia Le Sang d'un Poète (1930) L'Eternel Retour (1943) La Belle et la Bête (1946) L'Aigle à Deux Têtes (1947) Les Parents terribles (1948) Les Enfants Terribles (1950) (não creditado) Coriolan (1950) Orphée (1950) La Villa Santo Sospir (1952) (documentário) 8x8: A Chess Sonata in 8 Movements (1957) Codirector, Experimental) Le testament d'Orphée (1959) Entre outros. https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Jean_Cocteau A sua abordagem versátil e nada convencional e a sua enorme produtividade e excelência trouxeram-lhe fama internacional. Contudo, sua biografia, bibliografia e filmografia formam um material de extensa pesquisa e experiência a ser absorvida pela cultura e educação mundial. Assim, esta exposição justifica-se com sua riqueza artística e cultural, apresentando-se multidisciplinar e com diversidade de temas (liberdade de expressão, ecologia e mistura cultural). Propõe-se, para além da estética contemporânea imersiva e interativa, ser uma exposição educativa, ensinando sobre a vida e obra de Cocteau de maneira aprofundada, porém acessível e democrática, sendo ainda envolvente, atraindo todos os públicos.
PÚBLICO A exposição possui classificação etária livre e é convidativa para moradores de Niterói e arredores, turistas, amantes da arte e da História, membros da comunidade artística, comunicadores culturais, historiadores da arte, estudantes de artes, entre outros. Amantes de Arte e Cultura: Interesse por artes visuais, cinema, poesia e literatura. Atraído pela diversidade e vanguarda da obra de Cocteau. Historiadores e Pesquisadores: Profissionais de história da arte, pesquisadores acadêmicos e estudantes de artes e letras, interessados no impacto de Cocteau na vanguarda e na cultura europeia do século XX. Turistas Culturais: Turistas que procuram atividades culturais enriquecedoras, motivado pela descoberta de figuras emblemáticas da cultura francesa. Famílias: Grupos familiares que buscam atividades educativas e recreativas, especialmente durante fins de semana e férias escolares. Análise quantitativa A expectativa é atrair entre 30.000 e 50.000 visitantes durante a duração da exposição, com base nos dados de público de exposições similares do MAC Niterói e outros museus brasileiros, estabelecendo projeções realistas. Distribuição por Categorias Residentes Locais (40-50%): Habitantes de Niterói e cidades vizinhas. Turistas Nacionais (25-35%): Visitantes de outras regiões do Brasil, notadamente grandes cidades como Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte. Turistas Internacionais (15-25%): Turistas estrangeiros, com elevada proporção de visitantes franceses devido à comemoração dos 200 anos da presença francesa no Brasil. Grupos Escolares e Universitários (10-15%): Alunos e professores da escola e universidades locais e nacionais. Análise Qualitativa O perfil demográfico esperado é principalmente de adultos entre 25 e 60 anos, com interesse significativo entre jovens adultos (18-25 anos) e idosos (60+ anos). Com distribuição equilibrada entre homens e mulheres, com ligeira predominância feminina, frequentemente observada em visitas a museus de arte. Prevê-se uma Alta proporção de visitantes com nível de escolaridade superior, atraídos pelos aspectos intelectuais e artísticos da obra de Cocteau, embora proponha-se muitas ações interativas e imersivas para atingir um público leigo. A frequência costuma ser regular, com picos de presença aos finais de semana e feriados, sendo realizada por visitas individuais e coletivas , com grande impressão de grupos de espectadores, por ações educacionais e turísticas. ESTRATÉGIAS DE COMUNICAÇÃO Plano de Mídia Globo Veja Rio Jornal Extra Correio da Manhã Jornal Posto Seis Rádios: Nacional e Mec ,Roquette Pinto Nota no Ancelmo Gois Nota ou matéria no Blog da Lu Lacerda. Programa de TV da Gardênia- na Band Rio. Sites de cultura. Programas de entrevista na internet. Lives com a responsável pelo projeto Divulgação em Redes Sociais Instagram, facebook, youtube, etc. Relações públicas nacionais e internacionais com mídia e imprensa Organizar conferência e anúncios sobre a exposição Convidar jornalistas culturais, críticos de arte e exposição e influenciadores culturais. Escrever comunicados à imprensa regularmente sobre eventos especiais, visitas guiadas e workshops. Oferecer entrevistas exclusivas com os curadores da exposição. Publicar artigos aprofundados sobre Jean Cocteau e sua obra em revistas e jornais culturais. Marketing Digital Criar um site da exposição, como uma seção dedicada no site do MAC Niterói com informações detalhadas sobre a exposição, horários, ingressos e eventos associados. Utilizar plataformas sociais (Facebook, Instagram, Twitter, YouTube) para compartilhar conteúdo visual envolvente, vídeos de apresentação, entrevistas e depoimentos de visitantes. Configurar uma campanha com hashtags (#ExpositionCocteau, #MACNiterói, #FranceBrésil). Lançar campanhas publicitárias direcionadas no Google Ads, Anúncios do Facebook e anúncios do Instagram para atingir um público mais amplo. Eventos e Atividades Organizar uma noite de abertura exclusiva para parceiros, patrocinadores, jornalistas e influenciadores. Oferecer visitas guiadas por especialistas, oficinas criativas inspiradas na obra de Cocteau e conferências sobre temas da exposição. Planejar eventos especiais, como exibições de filmes, apresentações teatrais e leituras de poesia. Publicidade Distribuir cartazes e folhetos em locais culturais, universidades, cafés, livrarias e pontos turísticos de Niterói, Rio de Janeiro e em outras grandes cidades. Colocar anúncios em revistas culturais, jornais locais e nacionais. Colaborar com estações locais de rádio e televisão promover a exposição por meio de comerciais e segmentos de emissões. Monitoramento e Avaliação feedback Acompanhar o desempenho das campanhas de comunicação usando ferramentas analíticas (Google Analytics, relatórios de mídia social). Coletar opiniões de visitantes e parceiros para avaliar o impacto da exposição e melhorar o futuro. CONTRAPARTIDA Em retorno ao fomento recebido, realizaremos o projeto de acordo com a proposta inscrita, disponibilizando ingressos gratuitos, com exclusividade para os patrocinadores, havendo ainda convites especiais para o lançamento da exposição com coletiva de imprensa e presenças ilustres de artistas, comunicadores, empresários e políticos. Ainda, aplicamos as marcas e menções da instituição, em todo material de marketing, mídia, comunicação e publicidade física e virtual.
Tópicos abordados Biografia IlustradaDescrição: Apresentação da vida de Jean Cocteau através de um biografia visual, incluindo fotografias, cartas, manuscritos e objetos pessoais.Objetivos: Dar aos visitantes uma compreensão completa da rota por Cocteau, desde seu nascimento em 1889 até sua morte em 1963.Cenografia: Utilização de paineis explicativos, vitrines de objetos, displays digitais pessoais e interativos. Jean Cocteau e seus contemporâneosDescrição: Exploração das relações de Cocteau com outros artistas e intelectuais de sua época, como Pablo Picasso, Igor Stravinsky, Serge Diaghilev e Edith Piaf.Elemento chave: Apresentação detalhada de "Le Bœuf sur le Toit", ópera de Darius Milhaud que inspirou Cocteau e deu nome a um famoso bar da cidade parisiense na década de 1920, frequentada por figuras artísticas influentes.Cenografia: Reconstrução de parte da atmosfera do bar "Le Bœuf sur le Toit", cartazes da época e trechos musicais de Darius Milhaud.CinemaDescrição: Foco na obra cinematográfica de Cocteau, notadamente sua exploração da ilusão e passagem pelo espelho.Destaque principal: Exibição de cenas importantes de seus filmes, como “Le Sang de um poeta" (1930) e "Orphée" (1950), onde os personagens se cruzam literalmente no espelho.Cenografia: Criação de uma instalação imersiva onde os visitantes podem “andar pelo espelho”, com projeções e efeitos especiais recriando as cenas icônicas.A Obra PoéticaDescrição: Exploração da poesia de Cocteau, incluindo suas coleções de poemas, suas ilustrações poéticas e seus escritos. Objetivos: Destacar a riqueza e diversidade de sua obra poética. Cenografia: Paineis explicativos, leituras gravadas de seus poemas e exibições de suas ilustrações poéticas.Objetos e joias Descrição: Exposição de objetos criados ou de propriedade da Cocteau, como joias, máscaras e uma espada desenhada por Cartier.Objetivos: Mostrar a dimensão material e artística da sua obra, incluindo suas criações nas artes decorativas. Cenografia: Vitrines expositivas com apresentação detalhada de cada objeto, iluminação destacando as peças.Cocteuau e a ContemporaneidadeDescrição: exposição de obras de artistas contemporâneos que se inspiram nas obras e influências de Cocteau para arte. Objetivos: Mostrar a atualização das obras de Jean Cocteau sua influência para contemporaneidade e seu diálogo presente na arte.Cenografia: exposição de obras visuais em diálogo com as obras de Jean Cocteau.
Experiências imersivas: audíveis, táteis e visuais. Descrições em braille e alto relevo; serviço de audiodescrição. Contratação de monitores capacitados para o atendimento de visitantes e espectadores com deficiências, incluindo a linguagem de libras.
DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO Plano de gratuidade e/ou ingressos a preços populares. Trabalho de formação de plateia junto a grupos, associações, entidades, escolas municipais, Cieps e outros, garantindo o acesso deste público nas produções como atividade educadora. Proporcionar bate-papo entre o público, e a equipe artistica da exposição para maior acolhimento social, a partir do tema da exposição. SOCIABILIDADE Desenvolver programas educacionais para escolas e universidades, incluindo visitas escolares e recursos educacionais sobre Jean Cocteau. Colaborar com associações culturais e instituições locais para organizar eventos conjuntos e campanhas de sensibilização e conhecimento.
Axel Grael Diretor Geral Dominique Marny Presidente do Comitê Jean Cocteau e Co-Curadora Nicolas Martin Ferreira Idealizador e Curador FormaçãoMestrado em Design de Arte e Comunicação UCLA, Los AngelesBacharelado: Comunicação Artística, Los AngelesExperiência profissional2024 - Curador da Arte Feira em Punta del Este Uruguai.Exposição O Caminho Tropical de Bela Silva artista Franco Português, no MAC Niterói sobre o a natureza e faune eflore2023 – Curador da exposição ‘Onda Indomável”, do artista português Ricardo Bravo, no MAC NiteróiCurador da exposição Renascença, do artista Claudio Fernandes, em Braga/Portugal2022 - Curador da exposição “Voltando no Tempo e a Rota da Seda” de Renate Graf, no Palácio Austríaco emIstambul, a pedido da Embaixada da Áustria e da França.Curador da exposição “De volta no tempo e a Rota da Seda”, em Ancara (Turquia), a pedido das embaixadas daFrança e da Áustria. Produção da InterArt Production.2021 - criação da exposição de Renate Graf, como Curadora: “Voltando no tempo e a Rota da Seda”, a convite daEmbaixada da França em Tashkent (no Uzbequistão)2020 - Produção de videoclipe (música de Natal para o Brasil) com 3 artistas brasileiros: Leticia Spiller, Dienis eMart’nalia. Direção do clipe para a associação Acnur, recursos doados à associação.2019 - Embaixador da marca Cartier. Compromisso com a Cartier Internacional e em toda a América do Sul.Produção de videoclipe em Bogotá (Colômbia) com Dienis e a cantora Fanny Lu.Panamá: Curadoria da artista franco-italiana Rossella Gilli junto à Embaixada da França e à Aliança Francesa noPanamá. Mariane Thamsten Idealizadora Mariane Thamsten – Jornalista há 20 anos, com carreira no jornal O Globo Online e como assessora de comunicaçãona Petrobras, Vale, esportistas olímpicos, terceiro setor etc. Pós-graduação em Organização e Estratégia pelaUniversidade Federal Fluminense. Desde 2013 atua como chefe de gabinete na Prefeitura de Niterói, sendo quedesde 2021 como chefe de gabinete do Prefeito da cidade. Na vida pública, forte atuação em gestão de processos,gerenciamento de crises, liderança de equipe e estratégica para políticas públicas e relacionamento institucionalna cidade de Niterói. Anne-Gaële Duriez Secretária Geral do Comitê Jean Cocteau Michel Aliaga Diretor de Patrimônio e História da Cartier Gil Pereira Gestor de Comunicação e Documentação Elizabeth Royer Composição Artística Frédéric Beauclair Cenógrafo Mariana Villas Bôas Co-Cenógrafa Mariana Villas-Bôas é arquiteta, diretora de arte e cenógrafa, nascida no Rio de Janeiro. Iniciou no mercadoaudiovisual em 2013, participou de projetos na TV Globo, como as novelas ‘’Velho Chico’’, “Meu pedacinho dechão”, a série ‘’Dois Irmãos”. Foi Diretora de Arte da série “Independências”, dirigida por Luiz Fernando carvalho(TVCultura), da série “Betinho: No fio da Navalha” (Globo play e Afroreggae), longas “A paixão segundo G.H.”, “Depoisdo trem”(Ancine) e “Epitaph”. Criou o curso de direção de arte e cenografia, “Audiovisual na prática: Osbastidoresda Arte”, foi professora convidada da escola AIC de cinema em SP, Ong Solares no RJ, Instituto Evoé, CCE-Puc RJ,Artes cênicas Puc-Rio e Teatro Nós do Morro. Mariana também desenvolve filmes experimentais como Diretora,seus curtas foram exibidos no New Museu em NY e festivais internacionais, e foram premiados pelo ITAÚCULTURAL-EDITAL ARTE COMO RESPIRO – AUDIOVISUAL e FUNARJ – e EDITAL ONDAS DA CULTURA 2021.@marianavillasboas.arthttps://marianavillasboasa.wixsite.com/artes Nicolas Patrzinsky Projeto Imersivo Elaine Erhardt Rollemberg Direção de Produção A profissional é produtora artística de Zahy Tentehar. Atuou como diretora de produção da exposição "ZEXAKAW" deZahy na Galeria SESC de Copacabana (2023) e da exibição fílmica de “KARAIW A’E WÀ - Os Civilizados” da mesmaartista para a exposição "NAKOADA" no MAM RJ (2022). Elaine produziu para Zahy Tentehar, como artista visualpara uma instalação solo para o Canal Project - NY e instalações coletivas para New Museum - NY, MAM - BR, MAR -BR, MASP - BR e Casa Festival - UK. A profissional foi produtora artística do "Nova Música Convida" - SESC (2022) edo festival "EntreDança" do SESC RJ (2022).Performer e/ou Diretora de movimento de Curtas Metragens como “Mocho”, “Indo”, “A casa Tomada” e "Sobre aNatureza das Andorinhas”, exibidos pelo festival Move Rio no CCBB-RJ (2022). Preparadora Corporal da Residênciado Teatro Independente com direção de Paulo Verlings (2022). Performer, produtora e diretora nos premiadocurtas-metragens “De pano e remendada” (2020) e “As Crônicas da Pandemia” (2021), ambos do autor OlavoWyszomirski, contemplado pela FUNARJ no edital “Ondas da Cultura”. Atriz no curta-metragem “Mensageira”(2021) de Darília Rocha com a Direção de Mariana Villas-Boas. Coordenadora Artística do projeto “Vamos falarsobre” (2020-2022) de Diego Cruz. Fernanda Oliveira Produção Executiva Parceiros e Patrocinadores Instituições culturais francesas e brasileiras em parceria pelo ano comemorativo 2025 França - Brasil.
PROJETO ARQUIVADO.