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PRONAC 2410085Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Um produto só do Brasil, a cachaça é única!

R. C. S. BEZERRA PRODUCOES CRIATIVAS, ARTISTICAS E CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 263,5 mil
Aprovado
R$ 263,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-03-03
Término

Resumo

Realização da edição de um livro sobre um patrimônio histórico e cultural do Brasil: a cachaça, para (re)contar a história da cachaça sob a ótica dos atores envolvidos em toda cadeia produtiva da transformação da cana de açúcar. Traz depoimentos de produtores da matéria-prima, cientistas, apreciadores, comerciantes e profissionais do bar que contam como o destilado brasileiro influenciou suas vidas através dos anos.O livro sairá em edição trilíngue _ português, inglês e espanhol e versão em audiobook com audiodescrição.

Sinopse

“Beber cachaça é beber o Brasil”. Não se sabe ao certo quem disse essa frase pela primeira vez, mas não se pode negar que ela possui uma verdade incontestável. Neste livro se vai além disso, e pode-se dizer que conhecer a história da cachaça é beber a cultura do povo brasileiro. Atualmente, a cachaça é reconhecida como um produto genuinamente brasileiro e possui Denominação de origem protegida, o que significa que apenas a bebida produzida no Brasil pode legalmente ser chamada de cachaça. Toda cachaça tem sua história e toda história tem seus personagens, e são esses personagens que vão contar no livro o caminho da nobre bebida brasileira desde os tempos coloniais e desvendar os segredos do terceiro destilado mais consumido no mundo, através dos depoimentos de pessoas que levam suas vidas dentro da cadeia produtiva da bebida. Desde produtores até pesquisadores, especialistas, apreciadores e profissionais do bar. A cultura da cachaça é a cultura das pessoas, elas cultivam, produzem, vendem, consomem, pesquisam e desenvolvem novos sabores. Além dos aspectos históricos oficiais, documentados e científicos, o livro trará uma “degustação” com uma visão mais humana do destilado nacional – as histórias de vida se misturam às da cana na colheita, com os barris de envelhecimento e os copos do bar. E, dessas misturas, saem resultados únicos que apenas personagens muito especiais são capazes de experimentar. A cachaça representa a história, a cultura e a identidade do país. Desde os tempos do Brasil Colônia até os dias atuais, a cachaça desempenha um papel fundamental no desenvolvimento econômico, nas tradições festivas e na música brasileira. Valorizar a cachaça é valorizar a riqueza cultural do Brasil e reconhecer a importância de suas tradições e saberes ancestrais. O livro vai contar a história da cachaça, como a bebida ganhou popularidade e começou a ser exportada para outras regiões do país e até mesmo para o exterior. A cachaça tornou-se um importante produto de comércio e contribuiu para o desenvolvimento econômico do Brasil. Além desse aspecto econômico, a cachaça também desempenhou um papel fundamental na formação da identidade cultural brasileira. Ao longo dos séculos, foi incorporada às tradições, festas e rituais do povo brasileiro. Ela esteve presente em comemorações religiosas, desde as festas juninas, em que a cachaça é utilizada como ingrediente na preparação de quitutes típicos, como o quentão, até as religiões de matriz africana. Possui até um santo padroeiro, São Benedito, que no sincretismo é o orixá Ossain. A cachaça também está associada à música popular brasileira, sendo mencionada em diversas letras de samba, choro e outros gêneros musicais. A boemia carioca, por exemplo, teve a cachaça como uma de suas principais inspirações. Grandes compositores e intérpretes, como Chico Buarque, Cartola, Noel Rosa e Paulinho da Viola, enalteceram a cachaça em suas canções, contribuindo para a sua disseminação e valorização cultural. Na Semana de Arte Moderna de 1922, a nobre bebida brasileira também foi enaltecida. Além disso, a cachaça é a base de uma das mais famosas bebidas brasileiras: a caipirinha. Esse foi o primeiro drink com cachaça que entrou no cardápio da IBA – Associação Internacional de Bartenders. Combinando a cachaça, limão, açúcar e gelo, a caipirinha se tornou um símbolo do Brasil e é apreciada tanto nacionalmente quanto internacionalmente. A bebida é frequentemente associada a momentos de descontração, celebração e alegria, refletindo o espírito acolhedor e festivo do povo brasileiro. Apesar da importância cultural e histórica da cachaça, é necessário mencionar também os desafios que a bebida enfrentou ao longo dos anos. Durante muito tempo, a cachaça foi estigmatizada e considerada uma bebida inferior em relação ao uísque e outras bebidas importadas. Somente a partir da década de 1990, com a valorização da cultura brasileira e a busca pela valorização dos produtos locais, é que a cachaça começou a ser reconhecida como uma bebida de qualidade e tradição. Apenas em 1994 foi promulgada uma lei que definia a cachaça como produto padronizado e definia suas diretrizes. Atualmente, a cachaça brasileira passa por um momento de renovação e valorização. Produtores estão investindo em técnicas de produção mais refinadas, resultando em cachaças de alta qualidade que conquistam prêmios em competições internacionais. Além disso, há um movimento de resgate das tradições e técnicas artesanais de produção, garantindo a preservação da autenticidade e diversidade da bebida. Uma vez que o processo de produção da cachaça varia dependendo da região e do produtor, especialmente no que diz respeito às técnicas de fermentação e destilação, o livro trará depoimentos de produtores do Nordeste – município de Areia, na Paraíba; Sudeste – municípios de Paraty, Rio de Janeiro, e Salinas e Cel. Xavier Chaves, em Minas Gerais; e do Sul, município de Ivoti, no Rio Grande do Sul, e Luis Alves, em Santa Catarina. Também depoimentos de especialistas em cachaça – seu valor cultural, econômico e gastronômico – serão apresentados no livro, a partir de entrevistas realizadas em São Paulo e no Rio de Janeiro. Entrevistas com especialistas: BH: Ana Marta Satyro, produtora da Cachaça Mineiriana e também química responsável por diversas outras marcas; São Paulo: Luísa Saliba, bartender e dona da maior carta de cachaças do mundo; Paraty: Lucio Gama Freire, presidente da associação de produtores de cachaça de Paraty que liderou o movimento para conseguir tanto o selo de Indicação de Procedência quanto o de Denominação de origem protegida. Os textos são de Papí Fajardo e Walter Garin. O livro trará amplo registro de imagens fotográficas de todo o processo de produção e uso da cachaça, retratando ainda os principais personagens desta história tão significativa para a cultura brasileira.

Objetivos

O objetivo desse projeto e´ a ediça~o de um livro para (re)contar a história da cachaça sob a ótica dos atores envolvidos em toda cadeia produtiva da transformação da cana de açúcar. Traz depoimentos de produtores da matéria-prima, cientistas, apreciadores, comerciantes e profissionais do bar que contam como o destilado brasileiro influenciou suas vidas através dos anos e sua importância para a cultura do povo brasileiro. A cachaça é uma bebida alcoólica destilada brasileira que desempenhou e desempenha um papel significativo na história e cultura do país. Originada no período colonial, ela se tornou uma das bebidas mais emblemáticas do Brasil, simbolizando a identidade nacional e o patrimônio cultural. Sua história remonta aos tempos da colonização portuguesa no século XVI. Durante o processo de colonização, os portugueses trouxeram para o Brasil as técnicas de destilação de bebidas alcoólicas, e a produção de cachaça provavelmente começou a se desenvolver na região Nordeste, onde as condições climáticas eram propícias para o cultivo da cana-de-açúcar, matéria-prima para a produção da bebida. Atualmente, a cachaça é reconhecida como um produto genuinamente brasileiro e possui Denominação de origem protegida, o que significa que apenas a bebida produzida no Brasil pode legalmente ser chamada de cachaça. Toda cachaça tem sua história e toda história tem seus personagens, e são esses personagens que vão contar no livro o caminho da nobre bebida brasileira desde os tempos coloniais e desvendar os segredos do terceiro destilado mais consumido no mundo, através dos depoimentos de pessoas que levam suas vidas dentro da cadeia produtiva da bebida. Desde produtores até pesquisadores, especialistas, apreciadores e profissionais do bar. A cultura da cachaça é a cultura das pessoas, elas cultivam, produzem, vendem, consomem, pesquisam e desenvolvem novos sabores. Além dos aspectos históricos oficiais, documentados e científicos, o livro trará depoimentos e imagens com uma visão mais humana do destilado nacional _ as histórias de vida se misturam às da cana na colheita, com os barris de envelhecimento e os copos do bar. A cachaça representa a história, a cultura e a identidade do país, desempenhando um papel fundamental no desenvolvimento econômico, nas tradições festivas e na música brasileira. Valorizar a cachaça é valorizar a riqueza cultural do Brasil e reconhecer a importância de suas tradições e saberes ancestrais. O livro sairá em edição trilíngue _ português, inglês e espanhol _ facilitando o acesso a informações sobre a cultura brasileira contemporânea para pessoas do mundo inteiro. CONTRAPARTIDA SOCIAL Sera~o realizados ate´ três encontros em universidades de gastronomia e/ou ONGs com os autores. Um exemplar do livro sera´ doado para as universidades pu´blicas e/ou ONGs que sera~o visitadas. Possibilidade de lançamento do livro na Exposição sobre a cachaça que acontece anualmente em Belo Horizonte _ MG em julho 2026. Objetivos específicos: 1. Produzir, publicar e distribuir 1000 exemplares do livro; 2. Realizar levantamento de principais produtores de cana de açúcar e destilarias. 3. Pesquisar os processos que registraram a cachaça como produto de Denominação de origem protegida (DOP), que é uma certificação reconhecida internacionalmente. 4. Registrar imagens desde a plantação do produto, passando pela colheita, moagem, fermentação, destilação e engarrafamento e aspectos peculiares do uso do produto. 5. Dar voz aos atores envolvidos na cadeia produtiva da cachaça, mostrando a transformação que esses atores fazem na cachaça. 6. Mostrar a cachaça como cultura no século XXI. 7. Promover a divulgação de um produto singular da cultura gastronômica do país junto ao público brasileiro, revelando o aspecto humano de sua cadeia de produção. 8. Divulgar a cachaça como produto genuíno da cultura gastronômica brasileira para instituições internacionais. 9. Realizar até três palestras gratuitas em universidades públicas de gastronomia e/ou ONGs com os autores. 10. Distribuir o livro em bibliotecas e escolas públicas gratuitamente.

Justificativa

A cachaça é, sem dúvidas, a mais brasileira das bebidas, nascida aqui no país e apontada por estudiosos como a primeira bebida destilada do continente americano. A história dessa bebida é rica e cheia de nuances, sendo uma narrativa que merece ser preservada e compartilhada com todos. Existem diversos livros que versam sobre a história do destilado nacional, mais outros tantos sobre a produção e os aspectos mais técnicos, além, é claro, de músicas, documentários, artigos em jornais e revistas entre outros, mas o ponto de vista das pessoas envolvidas na produção deste produto quase não foi explorado. A relação humana da e com a cachaça quase não foi objeto de uma produção literária. A voz dos atores sociais envolvidos "do campo ao copo" não ecoa apenas como pareceres técnicos. Ao dar voz a essas pessoas que atuam na cadeia produtiva da cachaça, conseguimos retratar os desafios e as conquistas que permeiam essa atividade. Cada garrafa de cachaça representa a paixão, a dedicação e o conhecimento desses indivíduos, que merecem ter suas histórias contadas. É possível traçar conexões profundas entre as experiências vividas por cada protagonista da história da cachaça. Um produtor de cachaça artesanal, por exemplo, pode compartilhar suas dificuldades de manter as tradições familiares em meio à modernização da indústria. Um mestre alambiqueiro, por sua vez, pode descrever em detalhes as técnicas e segredos passados de geração em geração no processo de destilação. Um colecionador consegue conectar sua história de vida com cada garrafa em sua estante, o bartender traz em cada drink feito a história de algum brasileiro. A cachaça é uma bebida que carrega em si séculos de história. Desde os primórdios da colonização brasileira, seu processo de produção evoluiu e se refinou, envolvendo técnicas tradicionais, segredos passados de geração em geração e o amor pela terra e pela cultura nacional. São esses aspectos que merecem ser registrados em um livro, para que não se percam no tempo e sejam transmitidos às futuras gerações. Através do depoimento de pessoas que fazem parte da cadeia produtiva torna-se possível capturar as experiências, as emoções e as singularidades que permeiam esse universo. Com esse livro, reafirma-se a importância de preservar a cultura, de dar voz aos que dedicaram suas vidas a destilar tradição em cada garrafa. É um ato de resistência contra o esquecimento, uma declaração de amor a uma bebida que transcende fronteiras e conecta corações. O livro sobre a história da cachaça é mais do que uma narrativa; é uma ode à alma brasileira, uma sinfonia de sabores e aromas que ecoa através do tempo. É importante mencionar, ainda, que há variações no processo de produção da cachaça, dependendo da região e do produtor, especialmente no que diz respeito às técnicas de fermentação e destilação. A cachaça é apreciada por sua diversidade de aromas e sabores, que muitas vezes refletem as características locais e as técnicas de produção artesanais. Por isso propomos retratar a produção em diferentes estados brasileiros _ do Nordeste ao Sul. Mais do que nunca, em tempos de efemeridade de redes sociais, parece ser necessário fixar a história desse que é um produto único, com Denominação de origem protegida (DOP), reconhecida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) do Brasil, o que significa que apenas produtos produzidos de acordo com os padrões estabelecidos podem ser rotulados como "cachaça". No mundo inteiro, a cachaça é reconhecida como parte da cultura brasileira. O projeto contribui para o alcance dos objetivos descritos no artigo 1º da Lei 8.313/91, principalmente no que diz respeito aos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exerci´cio dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalizaça~o da produça~o cultural e arti´stica brasileira, com valorizaça~o de recursos humanos e conteu´dos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestaço~es culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expresso~es culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsa´veis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; e IX - priorizar o produto cultural origina´rio do Pai´s. Os objetivos do projeto Um produto só do Brasil, a cachaça é única! que sera~o alcançados esta~o em conformidade com o Artigo 3º da Lei 8.313/1991, no que diz respeito ao respectivo Inciso e Ali´nea: Inciso II, Ali´nea "b": ediça~o de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;

Estratégia de execução

N/A

Especificação técnica

LIVRO/CATÁLOGO: Miolo: (Pers.) 20 x 26 cm, (Pers.) 150 páginas, 4x4 (colorido), Offset 120g, Lombada Quadrada, Sem Enobrecimento, Sem Extras. Capa: (Pers.) 22.5 x 30 cm, 4 Páginas, 4x4 (colorido), Papel metalizado na cor bronze, 300g, Refile, Laminação Fosca Frente, Verniz UV Local. Opções Adicionais: Arquivo PDF (fechado p/ impressão), Prova Impressa. Tiragem: 1000 Edição: trilíngue (português, inglês e espanhol) com 150 páginas.

Acessibilidade

O livro conta com o recurso da audiodescrição adaptando-o para deficientes visuais, que será disponibilizada gratuitamente na internet, através de QR Code. CONTRAPARTIDA SOCIAL 01 dos encontros terá tradução simultânea de libras para deficientes auditivos.

Democratização do acesso

O livro terá distribuição gratuita para os parceiros do patrocinador e será distribuído a universidades, escolas e bibliotecas públicas do país. - 45% de todos os livros produzidos, 450 cópias, serão distribuídos gratuitamente para toda a população, além de universidades públicas, escolas de gastronomia e bibliotecas públicas do país. Haverá venda de livros a preços populares de 40% da produção editorial (400 exemplares). Quant. divulgação: 50Quant. patrocinador: 100Distribuição gratuita: 450 Venda: 400Total: 1.000 exemplares. CONTRAPARTIDA SOCIAL Entrada gratuita. Serão realizados até três encontros em universidades de gastronomia e/ou ONGs com os autores. Um exemplar do livro será doado para as universidades públicas e/ou ONGs que serão visitadas. Possibilidade de lançamento do livro na Exposição sobre a cachaça que acontece anualmente em Belo Horizonte – MG em julho 2026.

Ficha técnica

• Coordenação geral: Rafael Bz (proponente) • Produção executiva: Beatriz Gross • Programação visual: Hime Navarro • Textos: Pedro Ivo Fajardo, Walter Garin. Currículos: Autores: PAPÍ FAJARDO Papí Fajardo é professor de geografia do estado do Rio de Janeiro, formado pela Uerj e possui mestrado pela UFRJ. É autor de artigos científicos e participante de congressos e simpósios nacionais e internacionais de geografia. É colecionador de cachaças antigas e de edições limitadas há mais de 10 anos. Além disso é membro da Confraria de Cachaça do Copo Furado do Rio de Janeiro – CCCF, que é a confraria de cachaça mais antiga e respeitada do Brasil e, por conseguinte, do mundo. É membro ativo, participando de todos os treinamentos e reuniões da CCCF. Também de eventos sobre cachaça pelo país, além de congressos e simpósios. Foi jurado da etapa carioca do Concurso Nacional do Rabo de Galo. É colaborador do site de notícias “Devotos da Cachaça”, o maior site da internet sobre cachaça. Também é consultor de produtores sobre novos produtos para serem lançados no mercado. Tem participação em podcasts sobre cultura, educação e sobre cachaça. WALTER GARIN Uruguaio nascido em Montevidéu, foi criado no Brasil, vivendo na fronteira dos países amigos, e cresceu vivendo as duas culturas. O amor pela cultura brasileira se iniciou na infância, o futebol foi a força motriz dessa paixão. Aos 20 anos, depois de fazer um curso pelo SENAC, tornou-se barman e suas primeiras experiências atrás de um balcão foram em Punta Del Este e Florianópolis. Depois de poucas temporadas nessas duas cidades, seu destino foi o mundo e a América Latina toda saboreou os drinks preparados por Garin. Em 2001, Walter muda o foco, sai dos bares e viagens e vira professor de bar, estudando a história das bebidas em cada cultura. Seu primeiro trabalho foi ensinar as turmas formadas no Sindicato de Hotéis, Bares e Similares de Porto Alegre. De lá pra cá, o agora professor, ensinou suas técnicas por toda América Latina, além de Espanha e Inglaterra. Em sua escola própria de coquetelaria – e também em outras –, tem dado aulas, palestras e minicursos, já tendo formado milhares de alunos. Em 2012, a nobre bebida brasileira entra de vez na vida do professor e barman, quando obteve a vitória no Campeonato de drinks da Expo Cachaça – a maior feira de cachaça do mundo, em Belo Horizonte/MG – e hoje em dia é um dos maiores especialistas na coquetelaria com cachaça do país. Walter Garin continua dando aulas e prestando consultoria para bares e restaurantes. Equipe do projeto: RAFAEL Bz (proponente) Gerente de Projeto, Produtor Executivo e Curador “Trônica – Festival de Cinema de Música Eletrônica” (Caixa Cultural, 2012); “Dogma 95” (CCBB, 2015); “Making Of” (Caixa Cultural, 2016); “Cine Rua Farm” (Rio de Janeiro, 2016); e “Sonora: Ennio Morricone” (CCBB, 2018). Como Produtor Executivo: "Abel Ferrara, a religião da intensidade" (CCBB, 2012), Samuel Fuller: Se você morrer eu te mato! (CCBB, 2013) e "Trônica (Caixa Cultural, 2013), “Oscar Micheaux: O Cinema Negro e a Segregação Racial” (CCBB, 2014), "O novo cinema pernambucano" (CCBB, 2014); “Francis Ford Coppola: O Cronista da América” (CCBB, 2015); “Do Brasil para o Mundo” (CCBB, 2016); “Jean Cocteau: O Testamento de um Poeta” (CCBB, 2017); “Som: A História Que Não Vemos” (CCBB, 2017); “Cidade em Chamas: O Cinema de Hong Kong” (CCBB, 2018); “Acorde! O Cinema de Spike Lee” (CCBB, 2018); “A Vida Lá Fora: O Cinema de Jean Renoir” (CCBB, 2018); e “Scorsese” (CCBB, 2019). Diretor e Roteirista no curta-metragem “Tá Tudo Bem” (2020). BEATRIZ GROSS Produtora executiva de projetos culturais, especialista em elaboração e gerenciamento de projetos. Atua também na produção e promoção de eventos. Trabalhou na área de assessoria de comunicação, divulgação e assessoria de imprensa e projetos editoriais – produção e revisão. Desde 2016 realiza projetos editoriais na A Portuguesa. Em 2011/12, fez a produção executiva do festival internacional Europalia.Brasil, realizado na Bélgica, responsável pelas áreas de teatro, dança, música e circo, envolvendo a participação na Bélgica e países vizinhos (França, Holanda, Luxemburgo, Alemanha) de 700 artistas e técnicos brasileiros em mais de 250 eventos culturais); é consultora da Universidade Católica de Pernambuco na área de projetos culturais e coordenadora de produção editorial de projetos em parceria entre a Editora PUC-Rio e Editora Reflexão SP; na PUC do Rio de Janeiro foi coordenadora executiva da Cátedra Carlo Maria Martini de 2008 a 2010; de 2004 a 2008 trabalhou na Funarte – Fundação Nacional de Arte – como produtora executiva do Programa Arte Sem Barreiras e coordenação de produção do Projeto Além dos Limites. Em 2003, foi assessora de marketing, na Coordenadoria de Eventos da Sendas S.A. No Festival Unibanco de Cinema, em 1996, atuou na assessoria de imprensa e produção dos eventos com convidados internacionais. Na 4all Produção, Divulgação e Promoção de Artes, foi sócia-proprietária – 1989/92, atuou na divulgação e lançamento dos filmes: “Festa” de Ugo Georgetti, “Fac de Dois Gumes” de Murilo Salles, “O Grande Mentecapto” de Oswaldo Caldeira e “Stelinha” de Miguel Faria Jr.; foi assessora de imprensa e divulgação do Teatro Municipal do Rio de Janeiro de 1989 a 1991. Na Fundação do Cinema Brasileiro, foi assistente técnica de produção e analista de projetos em 1988/89. HIME NAVARRO Formado em Arquitetura e Urbanismo pela UFPE e Mestre em Indústrias Criativas pela UNICAP, Hime Navarro tem 30 anos de experiência como ilustrador, designer, diretor de arte e criação. Seu portfólio inclui trabalhos para Itaú, Mitsubishi, Globo, CNBB, FEI, UNICAP e Jogue Limpo. Hime destaca-se também na criação de animações e ilustrações para livros infantis e cartilhas paradidáticas. Além disso, ministra workshops e palestras, compartilhando seu conhecimento com novos profissionais da comunicação visual.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2026-02-27
Locais de realização (7)
Belo Horizonte Minas GeraisJoão Pessoa ParaíbaPorto Alegre Rio Grande do SulParati Rio de JaneiroRio de Janeiro Rio de JaneiroFlorianópolis Santa CatarinaSão Paulo São Paulo