Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Publicar um livro que celebra os 20 anos de atuação da Azulejaria, entidade tendo a frente a artista, arquiteta e urbanista Laura Taves, que se dedica a realizar projetos de arte, educação, e intervenções urbanas, principalmente no conjunto de favelas da Maré.
O livro será dividido em três partes: A primeira narra desde a fundação da Azulejaria, na região portuária do Rio de Janeiro, sua consolidação na Maré, seus mais de 30 projetos no Rio e em outras cidades, as exposições na França, a participação na 15ª Bienal Internacional de Arquitetura de Veneza, na 11a Bienal de Arquitetura de São Paulo, com obra no acervo no Museu de Arte do Rio – MAR e os mais recentes projetos, na Maré e em Serra Pelada, no Pará. Essa apresentação incluirá um texto crítico do escritor e historiador Fred Coelho. A segunda parte será dedicada a metodologia, resumida aqui em um texto da própria Laura Taves:Ao longo de mais de 20 anos, desenvolvi uma metodologia de arte e educação que se concretizou na prática diária. Neste livro, quero deixar um legado tangível do processo metodológico, tornando-o acessível a todos que se interessem pela experiência da Azulejaria. O conhecimento não é apenas um resultado das oficinas que realizamos, surge da construção conjunta com a comunidade, integrando o cotidiano ao aprendizado. O trabalho realizado na Maré se destaca por sua abordagem urbana, onde a escolha dos locais e a mobilização da comunidade são fundamentais. Ganhamos editais que possibilitaram a criação de projetos permanentes, promovendo um espaço de reflexão e expressão em um território marcado por diversas desigualdades e violências. Por exemplo, ao escolher praças como espaços de encontro, buscamos não apenas a redução da violência, mas também a construção de um ambiente de diálogo e interação entre os moradores. Este livro é, portanto, um exercício de escrita que visa compartilhar e disseminar a metodologia que foi sendo desenvolvida ao longo desses anos. Esperamos que ele sirva de inspiração e recurso para todos que desejam se engajar em práticas de arte e educação em suas comunidades. A metodologia do projeto deve considerar e priorizar diversas abordagens que favoreçam a participação e o engajamento da comunidade. As diretrizes a seguir orientam essa construção:1. Tece Parcerias com Instituições Locais2. Promove Processos Coletivos de Criação3. Comprometimento dos Profissionais4. Exploração dos Espaços da Cidade5. Postura Propositiva em Políticas Públicas Essas diretrizes visam não apenas a formação de conhecimento, mas também a transformação social, reforçando o papel da arte e da educação como agentes de mudança na comunidade/sociedade. Terceira parte:É fundamental, além da parte conceitual e metodológica, destacar o impacto que esse processo teve na vida das pessoas que participaram das oficinas e projetos da Azulejaria. Assim, o livro incluirá depoimentos de ex-alunos, familiares e moradores envolvidos na iniciativa. O foco será a experiência na Maré, onde a metodologia foi testada e consolidada, impactando mais de 1.000 pessoas ao longo de duas décadas de trabalho.
Geral Divulgar dezenas de projetos e atividades que culminam em painéis de azulejos instalados de forma permanente no espaço público do bairro e também da cidade do Rio de Janeiro. Contar a história de um processo de educação permanente, onde crianças, jovens, mulheres, moradoras e moradores de favelas, e de diferentes pontos da cidade, transformam o espaço através de uma construção artística coletiva. Específico Produzir e publicar livro ilustrado com tiragem de 1.500 exemplares.
É possível mudar a vida de alguém com um simples azulejo? A pergunta pode parecer capciosa, mas a resposta, surpreendentemente é: sim, um azulejo pode mudar o destino de muitas pessoas. Vamos começar com a vida da arquiteta e artista Laura Taves, que no início dos anos 2000, trocou uma promissora carreira em Londres por uma vida não necessariamente estável no Rio de Janeiro. Em 2001, ela se juntou com a artista belga Françoise Schein e com um grupo de mulheres das zonas oeste e portuária da cidade, para criar a AZULEJARIA, um coletivo que se dedica desde então, a realizar intervenções urbanas e projetos que integram arte e educação. As artesãs Márcia Queiroz e Lúcia Rodrigues aceitaram participar das primeiras oficinas da Azulejaria em 2001. Márcia era dona de casa e Lúcia, que já tinha interrompido o curso de Matemática, desta vez decidiu não acatar as ordens do marido, que não queria sua mulher trabalhando ou estudando. Nos últimos 25 anos, Márcia e Lúcia enfrentaram diversos conflitos familiares, estudaram Pedagogia, e nunca abriram mão do trabalho na Azulejaria. Em 2007, Laura Taves conheceu Eliana Souza Silva, uma ativista e líder comunitária que estava naquele momento fundando a Redes da Maré, uma ong que hoje, com seus diversos projetos, atende, especialmente, cerca de 6 mil crianças das 15 favelas do conjunto da Maré. Estes números não são meras estatísticas assistencialistas. Eles são verdadeiros, assim como a quantidade impressionante de projetos tocadas pela Redes, muitos deles com a participação da Azulejaria. Um exemplo: O mapeamento preciso de todas as ruas, vielas e becos do complexo da Maré, que finalmente, depois de quase 50 anos, ganharam um código postal e pela primeira vez, foram incluídas no mapa oficial da cidade. O projeto também nomeou 505 das 815 ruas do bairro, que foram batizadas com nomes de personalidades emblemáticas na história da comunidade. As ruas foram sinalizadas e as placas, desenvolvidas pela Azulejaria, hoje, além de servirem para orientar os moradores, estão expostas no MAR-Museu de Arte do Rio. Em 2016 o projeto das Placas de Rua da Maré foi selecionado para representar o Brasil na mostra internacional de arquitetura da Bienal de Veneza, que naquele ano focava em trabalhos que contribuíam para o bem comum e a melhoria de vida das pessoas. E mais: A Praça da Paz, antes "um lixão" que dividia 2 territórios de grupos armados na Maré e que foi reformado pela Azulejaria. Ao longo de 6 meses foram realizadas oficinas de arte com 40 crianças e jovens, cujo resultado foram 3 painéis permanentes de azulejos _ dois na Areninha Cultural, vizinha à praça e um na própria praça. Foi uma conquista da praça pelas crianças, uma demarcação e afirmação do espaço público como espaço de lazer para toda a comunidade. Desde a inauguração do Brinca Maré!, diminuiu a incidência de troca de tiros na região. Ainda: O Memorial das Vítimas de Violência Armada da Maré, que fica localizado em um muro ao lado da Praça da Paz. A construção do memorial foi uma iniciativa da Redes da Maré e da Azulejaria, com o objetivo de manter viva a memória das vítimas da violência armada. As oficinas foram realizadas com os grupos de mães atendidas pela Redes e parceiros que perderam familiares nos conflitos. O muro foi estrategicamente instalado em um local que evidencia a extrema violência praticada pelos grupos armados e a polícia. O muro contém desenhos e os nomes das vítimas, incluindo o de Marielle Franco, e o Manifesto das Mães da Maré. A Azulejaria também realizou, sempre com o apoio da Redes, dezenas de oficinas com artistas, ilustradores, fotógrafos, designers, arquitetos, urbanistas jornalistas, historiadores e poetas. Todas estas ações foram estéticas. Foram educativas. Mas principalmente: foram políticas e transformadoras. A ação da Azulejaria junto à Redes, pode não ter sido a única, mas certamente, ajudou a transformar a trajetória de dezenas de jovens daquela comunidade. Jovens que precisavam decidir se iriam correr em busca de seus sonhos, ou se simplesmente iriam deixar o destino conduzir o percurso em um universo cercado por extremas desigualdades. Na Maré, pobreza, desemprego, violência policial, violência doméstica e tráfico de drogas andam juntos com a precariedade do estado em todos os níveis. Falta saneamento e moradia. Falta planejamento urbano e áreas de lazer. Escolas e postos de saúde não são suficientes em quantidade e qualidade. Falta tudo há muito tempo. E ao mesmo tempo há abundancia de gente, de vida, de inteligência, de capacidade, de juventude, de crianças, de futuro. É possível mudar esta perspectiva através de ações estéticas? Através de um azulejo? O trabalho feito pela Azulejaria é inédito, não por associar arte à cidadania. Nem por ser uma ferramenta de ensino multidisciplinar. Ele é tudo isto ao mesmo tempo. E é, principalmente, um trabalho que concretiza "pequenos milagres", como dizem as crianças. O primeiro milagre acontece sempre que um azulejo sai do forno. É um desenho que não se apaga e que a criança pode levar para casa (uma casa onde não há um quarto próprio, um espaço dedicado a criança). O segundo, é que a oficina integra a turma e ameniza disputas e rivalidades internas. O terceiro, se dá quando a criança percebe que ela aprendeu uma coisa nova, algo que serve pra ela, e consegue conectar com outros aprendizados e referencias. E este é um poder que ela adquire, que não é tão óbvio de ser percebido. Como exemplo: Cecília Meirelles foi diretora da Escola Bahia, uma das primeiras da região da Maré, em 1954. Um dos versos mais famosos de Cecília traz este trecho: "Liberdade é uma palavra que o sonho humano alimenta, não há ninguém que explique e ninguém que não entenda." O poema foi apresentado para as crianças em uma oficina. Os azulejos produzidos depois vieram com frases como: "Liberdade é poder voltar pra casa vivo." "Liberdade é brincar na rua em medo." Ou ainda "Liberdade é sair pra trabalhar e não ter medo de voltar". O milagre aconteceu. Um azulejo mudou a vida de uma pessoa. E segue acontecendo. É esta história que queremos contar, neste livro que celebra os 25 anos de trabalho de Laura Taves à frente da Azulejaria. A solicitação de apoio ao projeto através da Lei Federal de Incentivo à Cultura é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. Sobre o atendimento ao Artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; Sobre o atendimento ao Artigo 1º da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;
Livro de 260 páginas, capa dura, impressão 4x4 miolo Eurobulk 150/m², contendo 150 imagens, bilíngue português/inglês. Formato fechado 23,3 x 28 cm.Tiragem: 1.500 exemplares.
PRODUTO LIVRO Acessibilidade física: Não se aplica; Acessibilidade para PcD visual: audiolivro Acessibilidade para PcD auditivo: Não se aplica; Acessibilidade para PcD intelectual: Não se aplica;
Para atendimento ao Artigo 29 da IN 11/2024: Conforme Plano de Distribuição, o livro será comercializado a R$ 100,00 (50%) e R$ 42,36 (10%). Para atendimento ao Artigo 30 da IN 11/2024: PRODUTO LIVRO: optamos pelo Inciso I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento);
O proponente será responsável pela coordenação geral do projeto, remunerado pela rubrica de mesma nomenclatura, e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional. Coordenação geral: Azulejaria/ Laura Taves (proponente)Laura Taves é uma artista, arquiteta e urbanista que atua na interseção da arte, urbanismo e educação. Ela desenvolve projetos voltados para a construção coletiva e a discussão crítica sobre a cidade, combinando sua formação acadêmica com uma visão artística para transformar o espaço urbano. Seu trabalho é caracterizado pela criação de intervenções urbanas que engajam diretamente os moradores das áreas onde são realizadas, promovendo uma conexão profunda entre os aspectos estéticos e sociais e interagindo diretamente com a cidade. Com vasta experiência em coordenação de projetos culturais e educativos, Laura trabalhou com a Association Inscrire e a Enda Brasil / Enda Tiers-Monde, fundou a Azulejaria e mantém uma longa parceria com a Redes da Maré. Seu trabalho inclui exposições internacionais e gestão de projetos de engajamento comunitário e educação no Museu do Amanhã. De 2015 a 2021, foi gerente de Desenvolvimento de Público e Educação no Museu do Amanhã, onde focou em engajamento e formação de novos públicos, especialmente na região portuária do Rio de Janeiro. Coordenação editorial: AUTOMATICAÉ uma empresa que desenvolve projetos culturais desde 2005, atuando na criação, curadoria, coordenação, gestão, produção e consultoria de exposições, programas educativos, publicações e outras atividades ligadas à produção artística. Entre as principais publicações: Luiz Zerbini: Paisagens Ruminadas (2024), Raul Mourão Volume III (2023) e Volume II (2020); ARTE BRA Eleonora Fabião e ARTE BRA Tatiana Altberg (Em produção - 2021); Como se faz um clássico na literatura brasileira de Marisa Mello (2019); Fabio Morais; org. Jacopo Crivelli Visconti (2018); Dreaming Awake, org. Luiza Mello e Valentjin Bivanck (2018); Gabriela Machado Pequenas Pinturas (2018); Preto e Branco – Mauricio Valladares, org. Raul Mourão e Cristiano Calvet (2016); Nicolás Robbio, org. Jacopo Crivelli Visconti (2016); André Komatsu, org. Jacopo Crivelli Visconti (2014); Amor – Luiz Zerbini, co-edição Cosac Naif (2013); Angelo Venosa, co-edição Cosac Naif (2013); Antonio Dias (2013; Para o Silêncio das Plantas – João Modé (2011); Pinturas – Carlos Vergara, Org. Paulo Sergio Duarte 2011); Relivro/Lenora de Barros, Coleção Arte e Tecnologia (2011); MOV – Raul Mourão (2011); Projetor/Tony Oursler, Coleção Arte e Tecnologia (2010); ARTE BRA Critica – Moacir dos Anjos (2010); ARTE BRA Luiz Zerbini, co-edição Aeroplano (2010); ARTE BRA Lucia Koch, co-edição Aeroplano (2010). Projeto gráfico: Rara Dias, Paula Delecave e Ana Carneiro.Rara Dias vive e trabalha no Rio de Janeiro. Em 1995, formou-se em Desenho Industrial pela PUC Rio de Janeiro. Desde 1997, é sócia da empresa Zot Design, que desenvolve trabalhos na área editorial. Ana Carneiro é designer e diretora de arte com mestrado em comunicação visual pela Central Saint Martins School of Art and Design, Londres. Paula Delecave nasceu no Rio de Janeiro e reside em Lisboa. É designer e atriz, e como Rara e Ana formou-se Desenho Industrial pela PUC-Rio. Há 20 anos, Ana e Paula colaboram com Rara Dias na Zot Design, especializada na publicação de livros de artistas plásticos. Com foco na área cultural, fizeram projetos de exposição e livros de arte para artistas como Antonio Dias, Iole de Freitas, Luiz Zerbini, Waltercio Caldas, Beatriz Milhazes, Marcos Chaves, Marina Rheingantz e Lucia Koch, entre outros. Em 2010 foram contempladas com o prêmio Jabuti de melhor capa pelo livro "Salas e Abismos", de Waltercio Caldas. Colaboradores do livro: Fred Coelho: é pesquisador, escritor e professor de graduação em Literatura e de Pós-Graduação em Literatura, Cultura e Contemporaneidade no Departamento de Letras da PUC-Rio. Se formou e fez Mestrado em História no IFCS da UFRJ. No Doutorado, fez Literatura, pela PUC-Rio. Publicou, entre outros, os livros Jards Macalé – Eu só faço o que quero (Numa, 2020), Livro ou livro-me - os escritos babilônicos de Hélio Oiticica (EdUERJ, 2010), A Semana Sem fim – Celebrações e memória da Semana de Arte Moderna de 1922 (Casa da Palavra, 2012) e Eu, brasileiro, confesso minha culpa e meu pecado - cultura marginal no Brasil 1960/1970 (Civilização Brasileira, 2010). Organizou com Sérgio Cohn o volume Tropicália, pela Azougue Editorial. Trabalhou como assistente de curadoria do MAM-Rio entre 2009 e 2011. Escreveu artigos, resenhas e ensaios para revistas e periódicos como Ars, Zum, Sibila, Estudos Históricos, Romantic Notes, Serrote, Revista de História da Biblioteca Nacional, Acervo e Jacarandá. Já colaborou com textos para os trabalhos e exposições de artistas como Luiz Zerbini, Cabelo, Gisele Camargo, Raul Mourão, Maria Laet, Vania Mignone, Laercio Redondo, Gabriela Machado, Carlos Vergara, Omar Salomão e outros. Eliana Souza: A relação de Eliana com a Maré se confunde com a sua trajetória pessoal e profissional. Aos sete anos de idade, Eliana e sua família deixaram a seca de 1969 na região do Cariri da Paraíba e para se mudar para o Rio de Janeiro. Lá, se fixaram na favela Nova Holanda, na Maré. Em 1979, aos 17 anos, Eliana foi uma das pessoas selecionadas para atuar como agente comunitário no bairro, para uma pesquisa de sanitaristas da Fundação Oswaldo Cruz. Aos 22 anos, fez campanha para criação de uma Associação de Moradores da Nova Holanda e venceu a eleição para dirigi-la. No período de seis anos em que ela presidiu a associação, a comunidade conseguiu que o local fosse atendido com energia elétrica, coleta de lixo e rede de água e esgoto. Em 1997, Eliane e outros moradores da Maré iniciaram o processo que levaria à criação da organização não governamental Redes de Desenvolvimento da Maré. A constatação de que só 0,5% das pessoas do bairro tinham curso superior motivou a primeira iniciativa do grupo: um curso pré-vestibular comunitário. Nos 20 anos de existência do curso, 1,2 mil moradores conseguiram ingressar na universidade. A associação foi formalizada em 2007 com o nome Redes da Maré e tem Eliana como diretora fundadora. Em paralelo à militância social e à dedicação à Redes da Maré, Eliana desenvolveu carreira acadêmica. Graduou-se em letras na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e obteve os títulos de mestre em educação e doutora em serviço social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Realizou pesquisa de pós-doutorado no Conselho de Pesquisa em Ciências Sociais (SSRC, na sigla em inglês), nos Estados Unidos. Na UFRJ, ela também coordenou o curso de pós-graduação em segurança pública, destinados aos profissionais da área e dirigiu e ainda integra a equipe da Divisão de Integração Universidade Comunidade da UFRJ. Em 2017 foi homenageada pela Queen Mary University of London, na Inglaterra, ao receber um Diploma Honorário de Doutora em Letras por sua atuação comunitária e produção acadêmica. Em sua trajetória, Eliana recebeu também o prêmio Mulher do Ano na Área Social de 2005, concedido pelo Rotary Club do Rio de Janeiro, o Prêmio Cláudia 2004 na categoria Trabalho Social, conferido pela Editora Abril, e o Ashoka Empreendedores Sociais de 2000. Ela é autora do livro de depoimentos de moradores do bairro “Testemunhos da Maré”, publicado em 2012.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.