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O projeto "Concertos OFG nos Parques" visa democratizar o acesso à música de concerto, oferecendo apresentações gratuitas em espaços abertos. Com o objetivo de ampliar a difusão cultural, o projeto busca alcançar cidadãos que não estão habituados a frequentar salas de concerto e teatros, criando uma oportunidade única de contato com a música sinfônica. O repertório inclui obras consagradas de grandes compositores, além de trilhas sonoras de filmes, tornando os concertos mais introdutórios e acessíveis ao público em geral. Com entrada franca, a iniciativa desperta o interesse de quem nunca assistiu a uma apresentação desse tipo, promovendo um encontro direto com a arte e incentivando o gosto pela música clássica. A acessibilidade cultural se torna ainda mais evidente, contribuindo para a inclusão social e para a formação de novos públicos.
Sinopse do Projeto: Concertos OFG nos Parques O "Concertos OFG nos Parques" é um projeto que visa democratizar o acesso à música de concerto, oferecendo apresentações gratuitas ao ar livre em praças e parques. O repertório diversificado inclui obras como "O Guarani" de Carlos Gomes, um Medley de Bossa Nova de Freddy Portilho, trilhas icônicas de filmes e séries como "Bridgerton", "Harry's Wondrous World" e a "Marcha Imperial" de Star Wars, além de temas brasileiros com o Medley Sertanejo de Freddy Portilho e a vibrante Suite 2 de El Sombrero de Tres Picos de Manuel de Falla. Essas obras envolvem o público em uma experiência rica e acessível, unindo clássicos e populares. Concerto Didático:Os alunos receberão um programa especialmente preparado para o concerto, com os principais tópicos da palestra e doprograma.A Palestra será ministrada pela Regente Assistente da OFG, com o seguinte conteúdo:1 - Introdução2 - A música – O lindo caminho da concepção do som até as grandes composições.3 - A orquestra – A grande reunião das famílias sonoras. O Instrumento da cooperação perfeita.4 - O Maestro – O diretor da grande família – suas funções e responsabilidades.5 - O Solista – Talento e genialidade à serviço da música.6 - O Repertório – Apresentação de cada compositor e exposição da obra a ser apresentada.Durante a apresentação das obras, a regente falará rapidamente sobre sinopse da obra e do movimento a ser executado.Material – Programa com os tópicos da palestra, com apresentação da orquestra, do regente, da solista, dos compositores e de suas obras.
Objetivo Geral: Realizar 05 (cinco) concertos da Orquestra Filarmônica de Goiás nos parques da capital goiana e em cidades do interior do Estado., democratizando o acesso à música de concerto, oferecendo apresentações gratuitas em espaços abertos. Objetivos Específicos: * Realizar 02 (dois) concertos da OFG em Goiânia nos parques: Flamboyant e Vaca Brava. * Realizar 03 (três) concertos no interior do Estado (sugestões em parques nas cidades de Anápolis e Rio Verde e Catalão). * Realizar 03 (três) concertos didáticos como contrapartida social.
A utilização de recursos provenientes de leis de incentivo à cultura para o projeto "Concertos OFG nos Parques" é essencial, tanto pelo seu impacto cultural quanto pela democratização do acesso à música sinfônica no Brasil. Essas leis viabilizam iniciativas que, sem o apoio financeiro, dificilmente chegariam a uma audiência mais ampla, especialmente em locais onde o acesso à cultura é limitado. Acesso democrático à culturaA música de concerto, muitas vezes associada a ambientes formais e elitizados, se torna acessível a todos por meio desse projeto, que leva apresentações gratuitas a espaços públicos. O "Concertos OFG nos Parques" elimina barreiras financeiras e sociais, permitindo que pessoas de diferentes origens tenham contato com a música sinfônica, muitas pela primeira vez. Ao promover a equidade cultural, o projeto cumpre o papel das leis de incentivo, que visam ampliar o acesso à arte. Difusão e preservação do patrimônio culturalO projeto também contribui para a difusão e preservação do patrimônio cultural. O repertório, que inclui obras consagradas e trilhas de filmes, aproxima o público da tradição sinfônica de forma acessível e educativa, cumprindo outro objetivo das leis: formar novos públicos e garantir que essas obras sejam apreciadas pelas futuras gerações. Impacto social e culturalAlém de sua função cultural, o projeto gera um impacto social significativo. Ao levar a música de concerto para praças e parques, o "Concertos OFG nos Parques" revitaliza esses espaços e oferece uma experiência artística enriquecedora, que fortalece o convívio social e promove o encontro entre diferentes classes e gerações. A música, assim, se torna uma ferramenta de inclusão social e transformação. Incentivo à produção cultural localO projeto também fortalece a cadeia produtiva da cultura, gerando empregos para músicos, técnicos e produtores locais. Com o apoio da lei de incentivo, é possível garantir a qualidade técnica das apresentações, com infraestrutura adequada, além de movimentar a economia local. Valorização da marca cultural do BrasilFinalmente, o projeto reforça a imagem do Brasil como um país que valoriza a cultura e promove a inclusão social por meio da arte. Utilizar recursos de leis de incentivo permite que o "Concertos OFG nos Parques" contribua para a consolidação da música sinfônica como parte da identidade cultural brasileira. Dessa forma, o uso de leis de incentivo à cultura se justifica plenamente, garantindo o sucesso e a continuidade de um projeto que promove o acesso, preserva o patrimônio cultural e transforma vidas por meio da música.
O projeto desenvolverá 10 produtos, sendo 5 produtos principais e 5 produtos como contrapartida social: Produtos Principais- 5 concertos sinfônicos. Contrapartida Social- 3 Concertos Didáticos com Palestra, para alunos da rede pública de ensino, em ensaio aberto. Realizado como parte dacontrapartida social do projeto. (Contrapartida social) Para os concertos sinfônicos:Duração: 1h30Classificação Indicativa Etária: LivreRegente: Mariana Menezes Programa Didático e Palestra para Alunos da Rede Pública de EnsinoDuração: 1h00Classificação Etária: LivrePrograma: Gomes C. - O Guarani abertura (8’) Portilho F. - Medley Bossa Nova (11') Williams J. - Star Wars Imperial March (1'15") Portilho F. - Sertanejo Medley (13’) CRONOGRAMA DE PRODUÇÃO 1. Pré-produção (8 a 12 semanas) Obtenção de permissões (2 a 3 semanas): Solicitação de autorizações com prefeituras, órgãos locais e gestão de espaços públicos. Montagem de equipe (2 semanas): Contratação de músicos, técnicos, produtores e logística de apoio. Planejamento de comunicação (3 semanas): Criação de estratégias de divulgação, mídias sociais, assessoria de imprensa e materiais promocionais. Logística e fornecedores (3 a 4 semanas): Contratação de fornecedores de som, luz, transporte de instrumentos e montagem de palco. 2. Execução (1 a 2 semanas por concerto) Montagem da infraestrutura (1 a 2 dias antes do evento): Instalação de som, iluminação, palco e assentos (se aplicável). Ensaios (1 a 2 dias antes do concerto): Ensaios técnicos e musicais, ajustando detalhes de som e palco. Realização dos concertos (1 dia): Apresentação ao público, garantindo boa execução técnica e artística. Desmontagem (1 dia): Desmontagem de toda a infraestrutura no local. 3. Pós-produção (4 a 6 semanas) Avaliação do projeto (2 semanas): Coleta de feedback do público, músicos, equipe técnica e parceiros, analisando a eficácia do projeto e as melhorias para futuras edições. Relatórios financeiros e prestação de contas (2 a 3 semanas): Compilação de despesas, prestação de contas junto a patrocinadores e órgãos responsáveis pela captação de recursos via leis de incentivo. Relatórios de impacto e mídia (2 semanas): Análise de resultados, como o número de espectadores, cobertura da imprensa, engajamento nas redes sociais e alcance cultural. Planejamento de futuras edições (2 a 4 semanas): Definição de melhorias para o próximo ciclo de apresentações, ajustes no repertório e captação de novos recursos.
O "Concertos OFG nos Parques" visa a inclusão plena de todos os públicos, garantindo que pessoas com deficiência (PCD) e comorbidades tenham uma experiência confortável e segura durante os eventos. A seguir, apresentamos um plano de acessibilidade abrangente que será implementado nos concertos ao ar livre. 1. Acessibilidade EstruturalRampas e Calçadas Acessíveis: Todos os locais selecionados para os concertos terão rampas de acesso que atendam às normas de inclinação e largura, facilitando o deslocamento de cadeirantes, pessoas com mobilidade reduzida e carrinhos de bebês. Pavimentação Adequada: Verificação das condições do solo nos parques e praças, assegurando que as áreas de circulação e as proximidades do palco sejam adequadas para o deslocamento de cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção, minimizando obstáculos como pisos irregulares. Áreas Reservadas: Espaços específicos serão reservados para PCD em locais com boa visibilidade e acústica, garantindo a integração ao evento sem obstruções visuais ou auditivas. 2. Sinalização e ComunicaçãoSinalização Acessível: Sinalizações visuais claras e com alto contraste, além de ícones internacionais de acessibilidade, serão instaladas para orientar o público PCD. As indicações para banheiros, saídas e áreas específicas estarão dispostas de maneira visível e em locais estratégicos. 3. Transporte e EstacionamentoVagas Prioritárias: As áreas de estacionamento próximas aos locais dos concertos contarão com vagas reservadas e sinalizadas para PCD, garantindo proximidade com as entradas principais. 4. Atendimento EspecializadoEquipe Treinada: Toda a equipe de produção e segurança será treinada para atender PCD e pessoas com comorbidades, garantindo que o público tenha assistência e suporte sempre que necessário. Esse treinamento incluirá como auxiliar na locomoção, oferta de informações em linguagem simples e formas adequadas de interagir com PCD. 5. Segurança e Bem-estarPrioridade no Acesso: Pessoas com deficiência e comorbidades terão prioridade nas filas de entrada e saída do evento, evitando aglomerações e longos períodos de espera. Haverá uma entrada específica, quando possível, para facilitar o acesso dessas pessoas. ConclusãoEste plano de acessibilidade visa assegurar que todos os públicos, independentemente de suas limitações físicas ou comorbidades, possam participar plenamente e com conforto dos "Concertos OFG nos Parques". A preocupação com a acessibilidade é central para o sucesso do projeto, garantindo a democratização da cultura de forma inclusiva e equitativa.
Todos os concertos do projeto "Concertos OFG nos Parques" terão entrada gratuita, reforçando o compromisso com a democratização do acesso à cultura. Ao oferecer apresentações de alta qualidade em espaços públicos, sem custos para o público, o projeto busca atingir pessoas de todas as idades e origens, especialmente aquelas que não têm o hábito de frequentar salas de concerto. A gratuidade é uma ferramenta essencial para tornar a música sinfônica acessível a todos, promovendo inclusão cultural e ampliando o alcance da arte em diversas comunidades. Todos os ensaio serão no modelo de ensaio aberto, quaisquer membros da sociedade que tiverem o interesse de assistir aos ensaios será bem vindo.
Silvana Coleta Santos Pereira Diretora Executiva da Fundação Rádio e Televisão Educativa e Cultural. Fundação RTVE Possui graduação em Comunicação Social - Habilitação Jornalismo pela Universidade Federal de Goiás (1983), Mestrado em Educação Brasileira pela Universidade Federal de Goiás (1998) e Doutorado em Educação pela Universidade Federal de Goiás (2019). É professora Associada aposentada do curso de Jornalismo da Faculdade de Informação e Comunicação da Universidade Federal de Goiás, onde atua desde 1989. Foi coordenadora da Área de Jornalismo do então Departamento de Comunicação do ICHL. Foi coordenadora do curso de Jornalismo de 2001 a 2002 e de 2015 a 2016. Foi coordenadora de Imprensa da Assessoria de Comunicação da UFG, de setembro de 2008 a fevereiro de 2014. Como membro do Núcleo Docente Estruturante do curso de Jornalismo foi uma das responsáveis pela atualização do currículo de acordo com as novas diretrizes curriculares que transformaram a habilitação do curso de Comunicação em curso de Jornalismo (2015). Foi coordenadora da Assessoria de Comunicação da Faculdade de Informação e Comunicação entre 2020 e 2021. Foi coordenadora de Estágio do curso de Jornalismo e tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Jornalismo impresso, atuando principalmente nos seguintes temas: comunicação e educação, formação do jornalista, teorias do jornalismo, assessoria de comunicação e assessoria de imprensa. Desde fevereiro de 2018 é diretora executiva da Fundação Rádio e Televisão Educativa e Cultural. Fundação RTVE. Flavia Maria Cruvinel Diretora de Artes e Culturas do Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia Doutora em Educação, linha de pesquisa "Educação, Trabalho e Movimentos Sociais", pelo Programa dePós-Graduação da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás - UFG; mestre em Música eespecialista em Música Brasileira no Século XX, área de concentração Educação Musical, pela EMAC-UFGe bacharel em Direito pela mesma instituição. É integrante do History Standing Committee e daCommunity Music Activity Commission ligadas a Internacional Society for Music Education e do Caravelas- Núcleo de Estudos da História da Música Luso-Brasileira ligado à Universidade Nova de Lisboa.Coordena o Grupo de Trabalho Especial "História da Educação Musical" ligado à ABEM (2021). É autorados livros “Educação Musical e Transformação Social: uma experiência com Ensino Coletivo de Cordas”(2005) e “Música e Poder: o habitus cortesão bragantino nos trópicos” (2022), além de vários artigos ecapítulos de livros. Atuou como Diretora de Cultura (2009-2016/2018-2021), Pró-Reitora Adjunta deExtensão e Cultura (2014-2016/2018-2021) e, Pró-Reitora Interina de Extensão e Cultura da UFG (2022)da UFG. Integra do comitê coordenador da Comissão Artística e Permanente de Produção Cultural eArtística da Associação de Universidades do Grupo de Montevidéu (2020-2021) e a diretoria daInternacional Society for Music Education (2020-2024). Desde 2018 é coordenadora da Rede de Culturadas Instituições de Ensino Superior de Goiás e, atualmente, é Professora Associada Vice-Diretora daEscola de Música e Artes Cênicas e Diretora de Artes e Culturas do Centro de Educação, Trabalho eTecnologia da UFG. Neil William Thomson Regente Titular e Diretor Artístico Regente Titular e Diretor Artístico da OFG desde 2014. Estudou violino e viola na Royal Academy of Music (1984-87) e regência com Norman Del Mar no RoyalCollege of Music (1987-89). Membro da classe de regência na Tanglewood Summer School em 1989,sendo orientado por Gustav Meier, Seiji Ozawa, Kurt Sanderling e Leonard Bernstein. Regeu grandesorquestras como: London Symphony Orchestra, a London Philharmonic Orchestra, a Philharmonia - UK,Royal Philharmonic Orchestra, Royal Liverpool Philharmonic, Royal Scottish National Orchestra, HalléOrchestra, BBC Symphony Orchestra, a Ulster Orchestra e, Orchestra da Ópera Nacional de Gales,Yomiuri Nippon Symphony Orchestra, Tokyo Philharmonic Orchestra, Tokyo Symphony Orchestra, RussianNational Orchestra, Orquestra Sinfônica Estadual de São Paulo – OSESP, WDR Rundfunkorchester, LahtiSymphony Orchestra e, Romanian National Orchestra, Orquestra Sinfônica Brasileira, OrquestraFilarmônica de Minas Gerais, Orquestra do Teatro Colon. Acompanhou grandes solistas, incluindo SirJames Galway, Dame Moura Lympany, Sir Thomas Allen, Dame Felicity Lott, Philip Langridge, SarahChang, Antonio Meneses, Nelson Freire, Alice Zawadzki, Steven Isserlis, Julian Lloyd Webber, DavidGeringas, Natalie Clein, Gyorgy Pauk, Brett Dean, Jean-Philippe Collard, Stephen Hough, PeterJablonski, Jean-Louis Steuerman, Dame Evelyn Glennie e Sir Richard Rodney Bennett. Mariana Menezes Regente Assistente Bacharel em Música com habilitação em regência pela Universidade de Brasília, Mestre em regência pelaUniversity of Manitoba – Canadá, possui especialização em regência pela Academia de Regência daOSESP. Atuou com orquestras como: Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – OSESP, OrquestraSinfônica de Heliópolis Academia Jovem Concertante, na Sala São Paulo, Orquestra da Costa Atlântica(Portugal), Orquestra Sinfônica Brasileira, Orquestra Sinfônica de Santo André, Orquestra Sinfônica deJoão Pessoa, Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro e, Orquestra Sinfônica do Theatroda Paz. Wesley Farias Araújo Diretor de Projetos/Gerente Formado em Música pela Universidade Federal de Goiás, e em Gestão Publica da Cultura pela UFGRS.Cursou o Programa Gestores, ministrado pela Sala Cecília Meireles. Na área de Produção e Gestão Musical, participou de projetos com grandes nomes da música brasileira,como Lenine, Frejat, Alceu Valença, Monica Salmaso e Morais Moreira. Atuou na coordenaçãooperacional dos Prudencial Concerts, em Brasília. Atua na administração, gestão e produção orquestral, tendo já trabalhado com importantes regentes,como: Neil Thomson, Isaac Karabtchevsky, Fabio Mechetti, David Rabinovich e João Carlos Martins Jonathan Duarte Ferreira da Silva Produtor Produtor da OFG, integrou a equipe técnica junto à Orquestra Filarmônica de Goiás de 2012 a 2014,exercendo a função de arquivista de orquestra. Emde 2015, participou de turnê em Roma - Itália comcorpo artístico do Projeto Sinfonia do Amanhã. Participou das duas edições do Festival de Música daRegião Sul de Goiás, como professor de violoncelo convidado e, depois, Produtor Executivo eCoordenador Geral. Desde 2016, é Diretor Executivo no Instituto Sinfonia do Amanhã e do Instituto Música e Cidadania.Desde 2019, atua com projetos culturais e presta assistência administrativa e de produção para aOrquestra Sinfônica de Goiânia e Orquestra Sinfônica Jovem de Goiás. Abner Mancini Landim Spalla Spalla da OFG desde 2015, formou-se pela Buchmann-Mehta School of Music (BMSM), na Universidade deTel-aviv, em Israel, na classe do solista Hagai Shaham, recebendo os graus de Bacharel e Mestre.Estudou por muitos anos com o renomado professor Chaim Taub. No Brasil, foi aluno de seu pai, oluthier Jayme Landim, estudando também com Cláudio Cruz e Pablo de Leon. Atuou como Spalla daOrquestra Sinfônica da Buchmann-Mehta School of Music sob a regência do maestro Zubin Mehta, emconcertos no Carnegie Hall, em Nova York, no Auditório Charles Bronfman, em Tel Aviv e em turnê peloBrasil. Foi membro da Orquestra de Câmara de Israel e da Orquestra de Solistas de Tel Aviv. A convite do maestro John Neschling foi Spalla da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo de 2015 a2018 onde atuou também como solista.
PROJETO ARQUIVADO.