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A exposição de artes visuais intitulada "Retratos Relatos: revisitando a história" apresenta uma série de 20 pinturas inéditas da artista visual Panmela Castro que vão retratar mulheres líderes na intenção de colocar em diálogo a participação e cooperação das populações afrodescendentes nas relações franco-brasileiras. Cada pintura será acompanhada por um verbete que descreve a trajetória da liderança retratada. Com estreia prevista para o primeiro semestre de 2025 no Centro Cultural Les Jardiniers, em Montrouge (França), a exposição com duração de 2 meses, foi concebida para as comemorações no âmbito do "Ano do Brasil na França" (2025).
Exposição de artes visuais inédita, que apresenta uma série de telas pintadas pela artista brasileira contemporânea Panmela Castro, durante 2 meses, realizada no ambito do ano França Brasil 2025 a convite do centro cultural Les Jardiniers (França), conforme consta nas cartas convite e de chancela anexadas nos documentos da proposta "Carta ao proponente". Através das 20 obras de arte produzidas, a artista pretende contar as histórias de 20 mulheres negras, distribuídas da seguinte forma: dez brasileiras, cinco francesas e cinco senegalesas. Essas mulheres serão escolhidas por seu papel de liderança e impacto significativo para a promoção de direitos e o avanço da igualdade. A exposição se destina a um público amplo com interesse em artes visuais, e em cultura afro-brasileira. Com classificação livre, o evento estará aberto a todos os públicos e em particular à comunidade de língua portuguesa e francesa, de todos os segmentos e todas as idades.
Objetivo Geral : Produzir uma exposição de artes visuais inédita, que apresenta o trabalho da artista brasileira contemporânea Panmela Castro, no âmbito do Ano do Brasil na França, a ser realizada no centro cultural Les Jardiniers, França, conforme consta na Carta Convite e na Carta Chancela anexadas nos documentos da proposta "Carta ao proponente". Objetivos específicos - contribuir para um diálogo intercultural sobre questões de poder, equidade, identidade, memória, a partir de retratos e relatos de mulheres; - celebrar grandes nomes da história, utilizando a pintura como força motriz; - Oferecer ao público um evento cultural original e diferenciado; - Oportunizar o dialogo e a interação das culturas brasileiras e francesas; - Incentivar a produção artística nacional e sua divulgação internacional; - Promover e valorizar as riquezas culturais brasileiras;
O projeto apresentado fará parte da programação oficial da Temporada Brasil França 2025, e está em conformidade com os eixos temáticos alinhados entre os dois países. Ressaltamos a importância da promoção da conexão entre as culturas, e a divulgação e promoção da cultura brasileira, com especial foco na atuação e visibilidade de jovens talentos brasileiros. Por ter sua história pública e ter se tornado um símbolo da luta por reivindicações sociais, a artista Panmela Castro recebe constantemente mensagens de mulheres que contam suas histórias, colocam sua luta e anseios para fora com alguém de confiança, como em um processo de cura. Em 2019, a artista começa a pedir que mulheres lhe enviem suas histórias pessoais acompanhadas de uma selfie, dando início à série Retratos Relatos, que já resultou na produção de mais de cinquenta retratos acompanhados de narrativas sobre direitos, autonomia, liberdade e diversos outros aspectos. Como um desdobramento da série, Panmela pretende contar as histórias dessas mulheres a partir da perspectiva da relação entre Brasil, França e Senegal. A pesquisa para a exposição envolverá a seleção de 20 mulheres negras, distribuídas da seguinte forma: dez brasileiras, cinco francesas e cinco senegalesas. Essas mulheres serão escolhidas por seu papel de liderança e impacto significativo para a promoção de direitos e o avanço da igualdade. Retratos Relatos tem como objetivo contribuir para um diálogo intercultural sobre questões de poder, equidade, identidade, memória, a partir de retratos e relatos de mulheres que promoveram ou que estão promovendo avanços nas três nações, além de celebrar grandes nomes da história, utilizando a pintura como força motriz. Por fim o projeto foi concebido para atender todos os incisos destacados no Art 1 da Lei 8313/91, como segue: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Assim, por se tratar de um projeto de forte cunho cultural e grande representação da cultura brasileira em outro país, acreditamos que o apoio da Lei Rouanet/Ministério da Cultura seja de fundamental importância para sua concretização. Além disso, trata-se de um projeto cultural de memória e reflexão sobre a participação e cooperação das populações afrodescendentes nas relações franco-brasileiras, destacando as experiências e conquistas de mulheres negras em um contexto global, proporcionando uma compreensão das contribuições dessas lideranças para a justiça social e a igualdade de gênero.
O projeto nasceu de um convite da parte do Centro Cultural Les Jardiniers cuja carta convite se encontra anexada. O projeto conta também com a carta certificando que o projeto foi selecionado para fazer parte da programação oficial da Temporada Brasil-França 2025, assinada pelo Comissário-geral da Temporada. Anexamos esses documentos de forma a acelerar a análise do projeto. As passagens aéreas ida: Brasil (Rio de Janeiro) - França (Paris) e volta: (França) Paris - Brasil (Rio de Janeiro), discriminadas na rubrica orçamentária n°21 serão emitidas para: a artista Panmela Castro e sua acompanhadora Artha Batista (conforme laudo anexado em Informaçoes adicionais, a artista é diagnosticada como PCD e com isso necessita a presença de um(a) acompanhante durante suas viagens); e para a curadora Maybel Sulamita, para elas participarem da montagem e da abertura da exposição. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS SEÇÃO III / DAS CONTRAPARTIDAS SOCIAIS – O projeto apresentado não vai executado no Brasil e com isso as contrapartidas sociais não se aplicam. SEÇÃO II / DA AMPLIAÇÃO DO ACESSO – O projeto apresentado não vai executado no Brasil. Também se trata de um projeto de exposiçao de arte sem existência de ingressos pela fato que acontece em um centro cultural publico, com entrada franca. Com isso a maior ampliação possivel da acesso aos produtos é garantida.
Conforme projeto técnico anexado, a exposição contará com 20 telas pintadas pela artista Panmela Castro. As obras serão pintadas no atelier da artista no Rio de Janeiro e depois transportadas até a França onde serão expostas durante 02 meses no espaço cultural Les Jardiniers em Montrouge. Cada obra terá uma legenda contando a historia da mulher representada. As legendas serão disponíveis em português, francês e inglês. Uma audiodescrição das telas será disponível a través de um QR Code impresso nas legendas das obras (rubricas orçamentárias n° 30/tradução e 9/audiodescrição). Essas legendas serão impressas em papel quadro e emolduradas para ser exibidas do lado de cada obra pintada ((rubrica orçamentária n° 20/moldura)
Em conformidade com a IN Art. 27, da IN MinC 01/2024, as medidas de acessibilidade nos termos dos arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, o projeto contemplará, sempre que tecnicamente possível, e conforme detalhamento abaixo medidas de acessibilidade para o público. Observação geral: A comunicação/divulgação e material de divulgação dos produtos culturais do projeto informará os recursos de acessibilidade, em conformidade com o §2° do art. 27 da IN 1/2024. Acessibilidade Física No aspecto arquitetônico, o espaço de realização, a saber O Centro Cultural Les Jardiniers conta com plenos recursos de acessibilidade de acesso para pessoas com mobilidade reduzida, idosas em todas as suas instalações e áreas de circulação. O espaço expositivo garante assim o livre acesso de todo público: crianças, adultos, idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, assim definidos em legislação específica. A exposição terá entrada gratuita. Acessibilidade de conteúdo As legendas descritivas das obras serão impressas em francês, inglês e português, e serão acessíveis também em audiodescrição, nas 3 linguas a través de QR Code. (rúbricas orçamentárias n° 30/tradução e 9/audiodescrição) Será produzido um vídeo de apresentação da exposição, gravado em áudio e vídeo, posteriormente disponibilizadas on-line, de forma gratuita e por tempo indeterminado. O material contará com a tradução para LIBRAS, audiodescrição e legendas descritivas. (rúbricas orçamentárias n° 30/tradução, 26/registro videográfico, 18/ínterprete de libras, 13/Edição de imagem, 9/audiodescrição)
O Centro Cultural les Jardiniers, que convidou a artista para realizar uma exposiçao inédita no âmbito do ano do Brasil França 2025, conforme consta na carta convite e na carta chancela anexadas nos documentos da proposta "Carta ao proponente", é um centro cultural aberto ao público e tem entrada franca. Em consequência, não haverá comercialização de ingressos. En confirmadade com o art. 29 da IN/2024, o plano de distribuição prevê como medida de democratização o acesso à exposição de forma gratuita. Como medida de ampliação de acesso, o projeto ainda cumprirá o inciso III do art. 30 da IN 1/2024: disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal. O projeto apresentado faz parte dos projetos integrantes do ano do Brasil França 2025. Não vai ser executado no Brasil, e com isso as contrapartidas sociais não se aplicam.
Artista - Panmela Castro : função exercida pela proponenet conforme rúbricas 1 e 8 do orçamento. Panmela Castro é uma artista visual cuja prática artística é movida por relações de afeto e alteridade. Com base na ideia de “Deriva Afetiva”, ela propõe o acaso como o sujeito de uma busca incessante por um sentido de pertencimento. A partir do pensamento da performance, a sua produção artística converge em trabalhos que permeiam a pintura, a escultura, a instalação, o vídeo e a fotografia. Panmela é graduada em pintura pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (2007), possui mestrado em Processos Artísticos Contemporâneos pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2011) e é pós-graduada em Direitos Humanos, Responsabilidade e Cidadania Global na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2023). Seu trabalho faz parte de coleções internacionais, incluindo o Stedelijk Museum e o ICA Miami, assim como importantes coleções no Brasil, como o Instituto Inhotim, MASP, Pinacoteca do Estado de São Paulo, Museu Nacional de Belas Artes e Museu de Arte do Rio. Dentre as suas exposições mais recentes, destaca-se a exposição de longa duração no Stedelijk Museum intitulada "Tomorrow is a Different Day - 1980 to now"; Bienal das Amazônias (Belém, 2023); "Dos Brasis: Arte e Pensamento Negro" no Sesc Belenzinho (São Paulo, 2023); "Ana Mendieta: Terra Abre Caminhos" no Sesc Pompeia (São Paulo, 2023); "Funk" no MAR (Rio de Janeiro, 2023); "Histórias Brasileiras" no MASP (São Paulo, 2022); "Quilombo: vida, problemas e aspirações do negro" no Instituto Inhotim (Brumadinho, 2022); Bienal do Mercosul (Porto Alegre, 2022); "Um Defeito de Cor" no MAR (Rio de Janeiro, 2022); "Negros Na Piscina" na Pinacoteca do Estado do Ceará (2022); Enciclopédia Negra’ na Pinacoteca de São Paulo (2022) e MAR (2021); ‘Escrito no Corpo’ na Tanya Bonakdar em Nova York (2022) e Carpintaria (2021); além das exposições individuais “Ideias Radicais sobre o Amor”, Museu de Arte do Rio (2024); “Deriva Afetiva Dakar”, Instituto Inclusartiz (2023); “Retratos Relatos” no Sesc Paraty (2023) e “Ostentar é Estar Viva” na Galeria Luisa Strina (2021). Ativista social e protagonista da quarta onda feminista, segundo Heloisa Buarque de Holanda no seu livro “Explosão Feminista”, Panmela Castro é fundadora da organização sem fins lucrativos Rede NAMI. Desenvolve um trabalho de base na promoção dos direitos das mulheres e de enfrentamento à violência doméstica, tendo atingido mais de 200.000 pessoas na última década. Por seus esforços na área de direitos humanos, ela recebeu inúmeros prêmios, incluindo ser nomeada Jovem Líder Global pelo Fórum Econômico Mundial, o DVF Awards, e estar listada pela prestigiada revista americana Newsweek como uma das 150 mulheres corajosas que estão mudando o mundo. Coordenadora Geral : Artha Paloma da Silva Baptista Diretora Geral e Gestora de Projetos na Rede NAMI, além de atuar também como diretora de estúdio de arte da artista Panmela Castro. Possui pós-graduação em Produção de Exposições e Curadoria pelo EAV Parque Lage, bem como em Logística Empresarial pelo FUNCEFET. Sua experiência profissional abrange a área empresarial, administração e produção de exposições e projetos de arte. Atualmente exerce o cargo de vice-presidenta na Associação de Amigos do Museu Nacional de Belas Artes. Empresa Proponente - Panmela S E Castro Cultura e Arte Fundada em 2011 pela artista visual Panmela Castro, a Panmela S E Castro Cultura e Arte é uma empresa dedicada à concepção, administração e realização de projetos culturais. Responsável pela gestão da carreira artística de Panmela Castro, a empresa já organizou exposições em instituições prestigiadas tanto no Brasil quanto no exterior. Entre os projetos realizados, destacam-se: Retratos Relatos no Museu da República, RJ (2020); Ostentar É Estar Viva na Galeria Luisa Strina, SP (2021); Retratos Relatos na Vila Cultural Cora Coralina, GO (2022) e no Parque das Ruínas, RJ (2022); participação no Festival Back 2 Black no Armazém da Utopia, RJ (2023); Retratos Relatos no Sesc Santa Rita, RJ (2023); Deriva Afetiva: Dakar no Instituto Inclusartiz, RJ (2023); Arte_reflexo coletivo na SP-Arte, SP (2023); Funk: Um Grito de Ousadia e Liberdade no Museu de Arte do Rio, RJ (2023); Do Jardim, Um Oceano na Galeria Francisco Fino, Lisboa (2024); e Ideias Radicais Sobre o Amor no Museu de Arte do Rio, RJ (2024). Curadora: Maybel Sulamita Maybel Sulamita (Curitiba, 1991) é curadora, historiadora e pesquisadora. Doutora em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF), mestre em História Social pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) e especialista em Relações Étnico-Raciais pelo CEFET/RJ. Atua principalmente em áreas como a história da arte, explorando as trajetórias de mulheres artistas e artistas negros; a arte afro-diaspórica, analisando as relações entre a negritude e a produção artística diaspórica; e gênero, atuando como ativista pelos direitos das mulheres e pelo enfrentamento da violência doméstica. Realiza a curadoria de exposições, destacando-se: Ideias Radicais Sobre o Amor, no Museu de Arte do Rio (MAR), Rio de Janeiro (2024), e Retratos Relatos: Subvertendo a Dor, no Sesc Santa Rita, Paraty (2023). Atualmente, trabalha como coordenadora de comunicação na Rede NAMI, uma organização que usa as artes para promover direitos.
PROJETO ARQUIVADO.