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Este projeto investiga a Terra Preta de Índio (TPI) e suas implicações culturais, culminando em uma obra de dança teatral e uma exposição audiovisual. Será realizada uma pesquisa de campo sobre a TPI no Pará, que resultará em uma exposição interativa, com versões fixa e itinerante. Além disso, serão realizadas ações formativas com escolas. Essa terra, presente principalmente em solos da Amazônia, tem como produto atual também o biochar, uma possível variação ancestral da terra preta, resultante da decomposição orgânica - um solo considerado fértil e curativo, no qual existe a transmissibilidade de algo que fora realizado na terra pelas comunidades há muitos anos, ancestralmente. O projeto propõe "contar essa história" a partir da pesquisa de campo, montagem da exposição a partir de registros in loco, ações formativas, criação de espetáculo de dança teatral sobre o tema e sua circulação prevista por 4 cidades paulistas.
Sinopse Exposição A exposição interativa "TERRITÓRIOS TRANSCENDENTES… DA TPI AO BIOCHAR" oferece uma imersão no universo da Terra Preta de Índio (TPI). O espaço expositivo é projetado para explorar e revelar processos, imagens e sons relacionados à TPI, sua ancestralidade e seu potencial impacto nas mudanças climáticas. Esta vivência busca sensibilizar o público de maneira sinestésica, com ciência por meio da arte. Classificação indicativa: Livre. Sinopse Espetáculo Dança Teatral "O que nos atravessa… qual fio que nos conduz no tempo espaço? Ancestralidade CORP O RALIDADE" é um espetáculo que destaca a oralidade corporal como um fio condutor da existência humana. A obra celebra a relação entre a TPI e o biochar, revelando conhecimentos ancestrais fundamentais para nossa sobrevivência. A dança teatral, acompanhada de uma exposição interativa, poetiza esta narrativa, ressaltando a grandiosidade que a floresta amazônica guarda. A história intergeracional proposta tem o potencial de ampliar nosso cuidado e relacionamento com o meio ambiente e as mudanças climáticas. Classificação indicativa: Livre. Sinopse Ações Pedagógicas No âmbito do projeto "TERRITÓRIOS TRANSCENDENTES… DA TPI AO BIOCHAR", será realizada uma exposição interativa permanente. Por meio desta exposição, será estabelecida parceria com a secretaria de Educação para visita de alunos da rede pública - ensino fundamental II e ensino médio. Para preparar os alunos, será realizada uma vivência com os Professores, denominada "Palestra Performance Formativa", que integra arte e ciência em uma experiência teórico-prática. Com duração de 90 minutos, a vivência proporcionará ferramentas para que os educadores possam aplicar o conteúdo em sala de aula. O projeto será conduzido pelo Núcleo Dédalos, com oficinas conduzidas pelas pesquisadoras Luiza Banov e Fernanda Vieira.
OBJETIVO GERAL: O projeto visa difundir o conhecimento sobre a Terra Preta de Índio de forma artística e lúdica, destacando sua relevância ancestral e seu potencial como elemento nas discussões sobre mudanças climáticas. A partir de uma expedição investigativa, será criada uma exposição informativa e interativa, além de uma peça de dança teatral que envolverá o público de maneira artística. OBJETIVOS ESPEÇÍFICOS: - Realizar uma expedição investigativa sobre a Terra Preta de Índio no Pará, especialmente nos arredores de Santarém-PA. - Promover diálogos com comunidades locais durante a expedição, utilizando entrevistas semi-estruturadas para aprofundar a pesquisa. - Registrar a expedição por meio de fotos, vídeos e gravações sonoras. - Criar uma exposição audiovisual interativa sobre a Terra Preta de Índio e o Biochar, incluindo uma linha do tempo, espaço sensorial e registros audiovisuais. - Manter a exposição aberta ao público gratuitamente por aproximadamente 8 semanas em Piracicaba-SP. - Realizar 6 encontros formativos sobre a temática e sobre o projeto com professores da rede pública local (municipal e estadual), em parceria com a secretaria de educação local. - Receber cerca de 600 alunos da rede pública local na exposição, em parceria com a Secretaria de Educação. - Criar um espetáculo de dança teatral que narre a história da Terra Preta de Índio, a partir de uma residência artística pós-expedição. - Desenvolver uma trilha sonora autoral para o espetáculo. - Circulação do espetáculo por 4 cidades paulistas (Piracicaba, Campinas, Ribeirão Preto e São Paulo), com uma apresentação em cada cidade, acompanhada da versão itinerante da exposição. - Contribuir para a conscientização sobre transformações climáticas. - Integrar diferentes linguagens e conhecimentos no projeto (exposição visual, dança, teatro, música). - Implementar um plano de divulgação abrangente e inclusivo para todas as ações do projeto, incluindo parcerias com prefeituras e instituições locais. - Garantir medidas de acessibilidade na exposição e na circulação do espetáculo, em alinhamento com a legislação pertinente.
A terra respira. O ser humano respira. A pulsação do ato de respirar reverbera um no outro (terra e humano) e gera comunicação. Vivemos neste tempo espaço e podemos atuar de forma a contribuir para uma existência mais pacífica e saudável entre todos. Esta proposta de pesquisa e criação artística tem como princípio a multidisciplinaridade, sua ação artística poderá ampliar discussões e difundir a temática das mudanças climáticas por meio do reconhecimento ancestral da Terra Preta de Índio (TPI) em relação ao biochar, ambos bastante investigados ainda academicamente, e também impulsionado por seu conhecimento ancestral e intergeracional. Historicamente, a questão climática tem sido debatida globalmente, com acordos como o Protocolo de Kyoto visando a redução de gases do efeito estufa. O biocarvão, resultante da decomposição térmica de biomassa, representa uma abordagem inovadora, fundamentada em práticas ancestrais, que pode revolucionar a forma como lidamos com as mudanças climáticas. Através da arte, queremos contar essa história, unindo ciência e cultura. A pesquisa de campo proposta se enquadra nos incisos V e VI do Art. 1º da Lei 8313/91, focando na preservação das práticas culturais e dos bens materiais e imateriais do patrimônio brasileiro. Além disso, atende ao objetivo IV do Art. 3° da mesma lei, promovendo levantamentos e estudos culturais. Os produtos culturais do projeto—uma exposição audiovisual e um espetáculo de dança teatral sobre a TPI - buscam democratizar o acesso à cultura, conforme os incisos I, VI e VIII do Art. 1º da Lei 8313/91. Eles se alinham aos objetivos do Art. 3° da lei, especialmente em fomentar a produção cultural (II.e) e estimular o conhecimento dos bens culturais (IV.a), garantindo a gratuidade e acessibilidade de todas as ações. O uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é imprescindível para viabilizar financeiramente esta proposta, permitindo alcançar um amplo público. A expectativa é impactar diretamente 1500 pessoas com a exposição permanente, 300 educadores com as ações formativas e 1.350 com a circulação do espetáculo, totalizando 3.150 pessoas diretamente alcançadas. Todas as atividades serão gratuitas e amplamente divulgadas, em parceria com a Secretaria de Educação e instituições locais, promovendo a democratização do acesso à cultura nas comunidades envolvidas.
Exposição Interativa: "TERRITÓRIOS TRANSCENDENTES… DA TPI AO BIOCHAR"Duração: permanente em Piracicaba por 8 semanas, com versão pocket itinerante.Paginação: não aplicável (exposição física).Material: paineis informativos, recursos audiovisuais (vídeos e imagens), espaço sensorial, recursos táteis, audiodescrição.Projeto Pedagógico: inclui visitas guiadas, atividades interativas e cartilha sobre a TPI para escolas.Classificação indicativa da exposição: Livre. Espetáculo de Dança Teatral:Duração: 50 minutos.Material: cenário, figurinos, trilha sonora autoral e recursos audiovisuais projetados durante a apresentação.Classificação indicativa: Livre. Ações Pedagógicas:Duração da Palestra Performance Formativa para educadores: 90 minutos.Material: apresentações multimídia, cartilha impressa, atividades práticas.Projeto Pedagógico: envolve integração de arte e ciência, com ênfase na TPI e biochar, e oferece ferramentas para aplicação em sala de aula.
O projeto contempla medidas de acessibilidade física e de conteúdo, visando garantir que todos os públicos possam participar plenamente das atividades. Acessibilidade Física: - A exposição fixa será realizada em um galpão já adaptado, que oferece condições adequadas para a locomoção de pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida. Isso inclui: - Rampas de acesso - Banheiros adaptados - Espaços amplos para circulação - As apresentações do espetáculo de dança teatral ocorrerão em teatros e centros culturais que também oferecem infraestrutura acessível, assegurando que não haja barreiras para a participação do público com deficiência. Acessibilidade de Conteúdo: Para garantir a compreensão do projeto por todas as pessoas, serão implementadas as seguintes medidas: - Audiodescrição guiada na exposição para pessoas cegas, proporcionando uma experiência sensorial mais rica durante a exposição - item previsto no orçamento. - Visitas sensoriais que oferecerão interações diretas com os materiais e temas da exposição. - Tradução simultânea em LIBRAS em todas as apresentações do espetáculo de dança teatral - item previsto no orçamento.
O projeto visa garantir a ampla democratização do acesso aos seus produtos culturais por meio de diversas estratégias de distribuição e comercialização, além de iniciativas que ampliem a participação do público Distribuição e Comercialização: - A exposição fixa em Piracicaba-SP será **gratuita** para todos os visitantes, assegurando que não haja barreiras financeiras para a participação. - As apresentações do espetáculo de dança teatral também serão **gratuitas**, permitindo que um público diversificado tenha acesso à arte e à cultura. - Será realizado amplo plano de divulgação das ações do projeto, tanto da exposição fixa, quanto da circuclação do espetáculo. Medidas de Ampliação de Acesso: - Atividades Formativas: o projeto prevê a realização de atividades formativas com 300 professores da rede pública, que receberão capacitação sobre a temática da Terra Preta de Índio e suas implicações. Isso não apenas amplia o conhecimento dos educadores, mas também potencializa a disseminação do conteúdo entre os alunos. - Visitação Escolar: estão programadas visitas de cerca de 600 alunos do ensino fundamental II e médio à exposição, facilitadas em parceria com a Secretaria de Educação local. Estas visitas proporcionarão um contato direto com o tema, enriquecendo a experiência educacional. - Parcerias Locais: em cada localidade onde o espetáculo será apresentado, serão estabelecidas parcerias com as secretarias de cultura e instituições que atendem pessoas com deficiência, principalmente surdas e cegas. Isso garantirá que essas comunidades também tenham acesso às atividades. - Ensaios Abertos: serão realizados ensaios abertos do espetáculo, permitindo que o público geral acompanhe o processo criativo e tenha uma prévia da performance.
FICHA TÉCNICA PROJETO Atividade técnico-financeira: Luiza Romani Ferreira Banov (PROPONENTE) Coordenação geral do projeto: Luiza Romani Ferreira Banov Produção Executiva e Comunicação: Lívia Telles FICHA TÉCNICA EXPEDIÇÃO / PESQUISA DE CAMPO Pesquisadores: Warwick Manfrinato, Luiza Romani Ferreira Banov Provocadora e pesquisadora: Sayonara Pereira Produção: Lívia Telles Cineastas: Paulo Fernando Santini Junior e Nanah D´luize Pesquisador / captador sonoro e musical: Divanir Gattamorta FICHA TÉCNICA EXPOSIÇÃO Direção cênica e cenografia: Larissa Andrade Curadoria: Luiza Romani Ferreira Banov e Larissa Andrade Direção técnica: Warwick Manfrinato Direção audiovisual / edição: Paulo Fernando Santini Junior Sonoridades: Divanir Gattamorta Coordenação pedagógica: Fernanda Vieira FICHA TÉCNICA ESPETÁCULO Direção: Sayonara Pereira Elenco / artistas cênicos: Luiza Banov, Jacqueline Gimenes, Juliana Tarumoto Direção musical / trilha sonora: Divanir Gattamorta Dramaturgia: Marina Henrique Cenografia: Larissa Andrade Figurino: Grupo Fotografia: Nanah D´Luize Currículos: Luiza Romani Ferreira Banov – coordenação, pesquisadora, artista cênica Doutora em Artes pela ECA/USP (2020), mestre em Artes pela UNICAMP, Bacharel em Dança pela mesma Universidade. Vem atuando como bailarina, pesquisadora, intérprete, criadora, gestora de projetos, e docente, integrando projetos cênicos em núcleos de pesquisa. Especializada em dança moderna (Limón téchnique) e no método GYROTONIC®, pré-treinadora em GYROTONIC® e GYROKINESIS®. Entre seus trabalhos autorais estão: Casulo de Seda, Aos que aqui estiveram..., SOPRO, Labirintos Intermitentes; e como coautora CAMINHOS. Em 2019 apresentou o trabalho What remains common? Translation processes; a path of Caminhos - no encontro do Dance Studies Association, Chicago, USA. Autora do livro Dança teatral: reflexões sobre a poética do movimento e seus entrelaces, (Annablume), e de outras publicações na área de dança. Em 2008, integrou a Porto Alegre Cia de Dança. Dirige o Núcleo Dédalos de pesquisa de/em movimento, e coordena - com as artistas educadoras Juliana Klein e Renata Fernandes, o grupo de pesquisa Pé de Dança da Faculdade Rudolf Steiner. DRT: 46259. Warwick do Amaral Manfrinato - pesquisador Warwick do Amaral Manfrinato é engenheiro agrônomo, formado pela USP-ESALQ, pós-graduado no Centro de Energia Nuclear na Agricultura 2001 (CENA – USP), onde sua área de pesquisa versou sobre ecologia isotópica, solos, estoques de carbono na dinâmica entre a agricultura, pastagens e florestas tropicais, com ênfase na recuperação florestal em bacias hidrográficas e ambientes antropizados. É diretor da Plant Inteligência Ambiental, empresa focada em serviços ecossistêmicos e consultoria em sustentabilidade para florestas e agronegócios, com especial foco em mercados de carbono e outros ativos ambientais. É também pesquisador associado ao Instituto de Estudos Avançados na Universidade de São Paulo, Brasil IEA-USP. Foi membro da equipe de Maurice Strong na organização da Rio92, com quem trabalhou de 1991 a 2015. Sayonara Sousa Pereira - pesquisadora, diretora artística Professora Associada/ Livre docente e pesquisadora de dança moderna e composição coreográfica na Universidade de São Paulo, onde dirige o grupo de pesquisas cênicas LAPETT-ECA-CNPq. Pós-doutora pela Freie Universität Berlin, e pela UNICAMP, onde também concluiu o doutorado. Atuou como bailarina e coreógrafa na Alemanha durante 19 anos (1985-2004) trabalhando com artistas da dança e de diversas áreas afins. É Pedagoga em Dança pela Hochschule Für Musik und Tanz-Köln/Alemanha e aluna convidada por Susanne Linke para estudar na Folkwang Hochschule-Essen – Alemanha (1985), na época dirigida por Pina Bausch. Em 2020 foi professora visitante na Universität Hamburg UHH/Alemanha. Na cena independente brasileira tem participado de projetos com o Núcleo Dédalos (Piracicaba), Nave Gris (SP), Terpsí Teatro de Dança (Porto Alegre), Bando Cia. SP/RJ, Cia. de Teatro Heliópolis (SP), entre outros, nas funções de preparadora corporal, diretora de cena, provocadora ou coreógrafa. É também autora de diversas publicações na área de dança. Divanir Gattamorta – direção musical e captação sonora Formado em Saxofone pela Escola Nova Música de São Paulo e Pedagogia pela Ulbra, pós-graduação em Trilha Sonora para Cinema e Tv pela Universidade Anhembi-Morumbi/SP. Músico do Departamento de Artes Corporais da Unicamp desde 1985. Compositor de 12 álbuns para dança nos segmentos de moderno, contemporâneo, ballet infantil e trilhas sonoras de espetáculos. Compositor de trilhas para espetáculos de dança e Cias profissionais do Brasil e exterior, dentre elas Cia Druw, Caleidos, Cia. Mariana Muniz, Cia de Dança de Jundiaí, Seismaisum, Cia. Art no Ar, Acupe, Anacã Cia, Grupo DançAberta, Cia Contempo Physical Dance/USA, Free & Style Company - Amsterdam/NL, Cia Dança sem Fronteiras, entre outras. Músico convidado pelo Festival de Dança de Joinville e em cias do Brasil - São Paulo Cia. de Dança, Balé da Cidade de São Paulo, Cia. Cisne Negro. Paulo Fernando Santini Junior - cineasta e editor audiovisual Formado em Comunicação Social e Design Gráfico, trabalha com fotografia, captação e edição de imagens desde 2009. Já trabalhou em agências de marketing e com educação nas áreas de brincadeiras sensoriais e expressão corporal a partir de técnicas sensoriais. Profissional movido pela criatividade. Sua jornada percorre universos que vão da fotografia ao vídeo, passando por pintura e dança, com a inovação e sensibilidade como fios condutores. Já produziu fotografia e vídeos para clientes como Essência do Ser, Iandê cosméticos, Raízes e Asas, Tenda de Semear. Nanah D´luize – assistente audiovisual e fotografia Fotógrafa especializada em fotografia de palco, com mais de 15 anos de experiência em inúmeros palcos no Brasil e internacionalmente. Formada em Fotografia Digital pelo Senac. Desde 2016, já trabalhou com mais de 75 academias/escolas/companhias de dança e diversas competições de dança e ginástica. É fotógrafa oficial contratada pela CEDAN - Companhia de Dança Estável da Cidade de Piracicaba (desde 2009) e pela Orquestra Sinfônica de Piracicaba. Já trabalhou também com a Companhia Estadual de Dança de São Paulo (SPCD). Foi fotógrafa principal do espetáculo teatral italiano "La Danza Dei Fili" (de Alessandra Silvia De Simone) no Brasil e no Canadá. Foi fotógrafa do Dance World Cup 2016, em Montreal. Larissa Andrade – projeto arquitetônico e direção cênica CEO na @huma.criativo e @nossoecolab. Engenheira, designer de produto e automação, apaixonada por comportamento humano e neurociência. Presta serviços arquitetônicos e cenográficos com foco na humanização, design biofílico e saúde nos ambientes de trabalho. Já atendeu marcas de liderança global e hubs de tecnologia. Fernanda Martinez Vieira – coordenação pedagógica Bacharel em viola pela USP, com pós-graduação em viola na Alemanha, se especializou em musicopedagogia na MDW em Viena - Áustria e fez o curso de formação de pedagogia montessoriana da Biberkor-Akademie (Alemanha). É violista da Orquestra Sinfônica de Piracicaba, professora na Academia Jovens Músicos e trabalha como oficineira de vivências pedagógicas musicais para crianças e adultos. Marina Henrique - dramaturga Atriz formada pela Escola de Artes Dramáticas da USP (EAD/ECA/USP), mestra em Multimeios pela Unicamp e também formada em Pedagogia Waldorf. Participou de diversas Companhias Teatrais em São Paulo (Companhia do Latão, Tablado do Arruar, Grupo Estalo, Coletivo Monte Alegre, Coletivo Bruto e Grupo Dédalos). Tem extensa experiência como diretora teatral, com mais de 20 peças entre Brasil e Alemanha. Dirigiu e escreveu "Sopro" com a colaboração e parceria da bailarina Luiza Banov. Atualmente é responsável pela direção teatral da Frei Weimar Waldorf Schule - Alemanha. Também atua como diretora e dramaturga em Florianópolis, fundando a Cia. do Ato, Cia. Cacofônica e as peças da Escola Waldorf Arandu. Jacqueline Gimenes – artista cênica / bailarina Bailarina premiada 1996 pelo Prêmio Mambembe (melhor bailarina) e 2011 Prêmio Mixsórdia (melhor espetáculo de dança). Entre os anos de 1991 a 2016, integrou o Grupo Corpo, desenvolvendo também o projeto Corpo Cidadão. Integra o Núcleo Dédalos desde 2021, e a equipe do Ballet Jovem da Fundação Cassiano Ricardo, como professora de clássico e coreógrafa. Como bailarina, dançou nas cias: Grupo Corpo, Companhia de dança do Palácio das Artes, Ballet da Cidade de São Paulo, no Grupo Raça. Atuou como intérprete em projetos independentes como “Amor Fati”, “Procurando Schubert”, “Prop.Posição # 1”, “6 instantes de solidão”, e no filme As cinzas de Deus. Juliana Tarumoto – artista cênica / bailarina Bailarina, pesquisadora e professora de dança. Mestre em Artes da Cena, bacharel e licenciada em Dança pela Unicamp; também é mestre em Dança em Performance pela University of Limerick (Irlanda). Possui formação em ballet clássico pela Royal Academy of Dance e atuou como bailarina do Ballet Chicago Studio Company. Trabalhou com coreógrafos tanto no Brasil quanto no exterior, como Gustavo Ciríaco, Fernanda Amaral, Daniela Severian, Dane Hurst, Marguerite Donlon, Emanuele Soavi, Francesco Vecchione, entre outros. Atualmente é bailarina e assistente de ensaio da Cia Estável de Dança de Piracicaba (CEDAN) sob direção de Camilla Pupa e doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena da Unicamp sob orientação da profa. dra. Holly Cavrell.
PROJETO ARQUIVADO.