Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto preve a realização da turne nacional nos Estados do Rio de Janeiro, Paraíba, Mato Grosso e Santa Catarina do espetáculo Creative Sessions com o violonista e banda. O espetaculo de música autoral no estilo samba, baião, jazz faz um passeio pela música negra mundial e tem como compositor, diretor artistico e solista Felipe Coelho acompanhado por cinco musicos.
Sobre o Show CREATIVE SESSIONS' apresenta composições inéditas de samba e baião brasileiros, que dialogam de forma harmoniosa com elementos do jazz e do afro-jazz. A formação do trio, composta por bateria, baixo e guitarra, é enriquecida por arranjos para metais que ampliam a expressividade musical, enquanto a influência do hip-hop traz uma estética jovem e urbana. Todas as linguagens se unem na estética jovem e urbana representada pelo hip-hop, onde poesia nas três linguagens das américas: português, espanhol e inglês, falam sobre questões vividas em comum na sociedade atual, por fim embelezadas por nuances eletrônicas e samplear que vislumbram tendências futuras e de apreciação jovem na música. Assim o projeto dá a devida valorização merecida pela cultura negra na música não só brasileira mas de todas as américas, trazendo juntos o batuque africano desenvolvido no Brasil, o afro-jazz Cubano e central americano, com as linguagens hoje universais do jazz e do hip-hop. Classificação indicativa do evento é Censura Livre
Realizar em 2025 um circuito de 10 apresentações nos Estados de Santa Catarina, São Paulo, Paraíba e Mato Grosso com o violonista, guitarrista, cantor, compositor e arranjador Felipe Coelho e seu quinteto, interpretando sua oitava obra autoral "CREATIVE SESSIONS". Objetivos Específicos -Contratar diretamente 15 profissionais, entre músicos, equipe técnica, produção e imprensa para a realização do projeto; - Realizar um total de 20 ensaios com os músicos envolvidos; - Elaborar arte gráfica para cada uma das etapas de concertos; - Realizar 10 eventos do espetáculo Creative Sessions. - Registrar os 10 eventos através de fotografia, vídeo e live no instagram. -Incentivar a composição de música contemporânea de altíssimo nível;
O projeto se justifica primeiramente pela contribuição à musica autoral e pelo enriquecimento do cenário cultural e impacto social trazido com este; Segundo pela oportunização do potencial criativo de artistas catarinenses de alto nível pela produção de obra de cunho artístico criativo antenada à estética atual, não influenciada por intenções puramente lucrativas de entretenimento de massa, e que não seria possível sem o apoio do estado; e terceiro, por sua concepção artística de reconhecimento das diferentes heranças de cultura africana presentes no cerne da música brasileira e americana e impacto social trazido por esta. Quanto ao enriquecimento do cenário. O cenário catarinense precisa com urgência da circulação de iniciativas inovadoras que tragam o questionamento estético e filosófico, rompam barreiras vinculadas à épocas ou regiões, e permitam, com a consideração das identidades regionais, levá-las adiante à apresentação de novos elementos musicais, permitindo e sugerindo o avanço estético, renovando o mercado e tornando-o atraente tanto para novos consumidores como para novos produtores. O projeto visa dialogar e inspirar o público jovem aproximando-o da música e do estudo da mesma, além de, através de suas letras desenvolver o pensamento crítico, questionador e pró ativo afim de contribuir com o avanço da sociedade e da consciência. Sabe-se que o envolvimento de jovens na música os torna adultos mais capazes de trabalhar em conjunto além de desenvolver inteligências matemática, criativa, motora e sua sensibilidade, e sabe-se do 8 de 14 notável impacto positivo na sociedade engajada com programas musicais de qualidade Em segundo lugar a oportunização. O projeto dá a importante oportunidade do uso do potencial criativo e talento do músico e produtor catarinense de qualidade confirmada, dando-o asas permitindo que sua visão possa se concretizar assim representar a arte catarinense com toda a excelência merecida.. É sabido que poucas vertentes musicais como o sertanejo ou o funk poderiam financiar a própria circulação através de bilheteria pois o público busca nestas iniciativas, não a apreciação artística, mas sim o puro entretenimento de massa. Iniciativas artísticas menos populares que buscam criatividade e qualidade e teriam o potencial de educar e transformar o público, ficam fadadas à não existência por não serem consumidos devido à escassez da educação e hábito cultural da apreciação artística, que devem ser semeados na sociedade pelo apoio do governo. Neste quadro, tem-se o desperdício do potencial de grandes mentes criativa, que poderiam estar contribuindo para o enriquecimento da arte catarinense, mas pelo contrário, encontram-se realizando trabalhos minimamente artísticos com o único intuito de sobrevivência. O projeto justifica-se pela reversão deste quadro, oportunizando o brilho do artista catarinense. Terceiro, o conceito artístico que se celebra e o impacto social deste. O projeto tem como identidade artística a união de diferentes linguagens laçadas pelo contexto da influência africana valorizando a cultura negra na música, crucial na identidade brasileira como um todo. Nas composições altamente elaboradas, o samba e o baião brasileiros vão de encontro com o jazz e o afro-jazz, onde a formação universal do trio (bateria, baixo e guitarra) dialoga com ricos arranjos e sessões escritas para metais. Todas as linguagens se unem na estética jovem e urbana representada pelo hiphop, onde poesia nas três linguagens das américas: português, espanhol e inglês, falam sobre questões vividas em comum na sociedade atual, por fim embelezadas por nuances eletrônicas e samplers que vislumbram tendências futuras e de apreciação jovem na música. Assim o projeto da a devida valorização merecida pela cultura negra na música não só brasileira mas de todas as americas, trazendo juntos o batuque africano desenvolvido no Brasil, o afro-jazz Cubano e central americano, com as linguagens hoje universais do jazz e do hiphop. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do artigo 1: I- contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Quanto as finalidades no artigo III o projeto atende: II - fomento à produção cultural e artística, mediante c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos .
Apresentação Musical
ACESSIBILIDADE PRODUTO APRESENTAÇÕES ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Os locais das apresentações e atividades como gincana artística possuem todas as medidas para facilitar o acesso de deficientes e idosos como rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. ACESSIBILIDADE DEFICIENTES AUDITIVOS: confecção de legendagem, intérprete de libras. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: - Contratação de profissional para facilitar o entendimento de deficientes auditivos previsto da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: contratação de interprete de libras. ACESSIBILIDADE DEFICIENTES VISUAIS: Programas em braile. - Despesa prevista no orçamento ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS - previsto nas apresentações reserva de cadeiras de cadeiras proximo aos locais de saída.
Todos os espetáculos serão com entrada gratuita beneficiando 9.000 pessoas de todas as classes sociais. Será disponibilizada na internet, para ampliar o acesso, a filmagem completa de uma das apresentações, beneficiando mais de 50 mil pessoas.
Ficha Tecnica Compositor/ Direção Artística/Violão Felipe Coelho Baixo Tie Pereira Bateria Rodrigo Porciuncula Sax Maycon Souza Sax Elio Lorenzo Trompete Gabriel Barbalho Equipe de Produção Jordain Dela Rocca Talita Guimarães Assistente de Mídia Tayna Borges Direção de produção Joice Dela Rocca Currículos Resumidos Felipe Coelho Função no projeto- Direção Artistica, Violão e proponente Considerado "A cara do novo violão brasileiro" (Revista Violão Mais 2016), "um dos mais importantes violonistas brasileiros da nova geração" (Revista Guitar Player Brasil 2017) e "Melhor Instrumentista Catarinense" pelo prêmio Música SC 2014, Felipe Coelho é representado internacionalmente pelos selos Hot Club Records e Tratore, tendo produzido sete obras autorais disponíveis nas principais plataformas. Mestre em JAZZ aos 23 anos pela GSU (EUA) premiado bolsa integral de estudos, participou de mais de 40 festivais de música e realizou 13 turnês tendo atuado em Nova Iorque, Chicago, Shanghai (China), Buenos Aires e nas principais capitais de quatro regiões do Brasil. Com identidade autoral firmada no estilo "world jazz" leva linguagens populares como o choro, o jazz e o flamenco de encontro à musica camerística e orquestral o levando a receber o aclamado Premio Funarte de Música (2011). Foi convidado como compositor e solista por diversas orquestras dentro e fora do Brasil com destaque para a orquestra Versátilis, liderada pelo quarteto de cordas de São Paulo, no Festival de Poços de Caldas MG (2016), a KSU Symphony Orchestra em Atlanta, EUA, e a Camerata Florianópolis em 2015 e 2019 além de executar o Concierto de Aranjuez com a Sinfônica de Santa Catarina (2017), Camerata Florianópolis e no Festival Internacional Música na Serra em Lages. Tie Pereira Função no projeto- Baixo eletrico niciou seus estudos em baixo elétrico com Carlos Ribeiro Junior em Florianópolis, em 2002, na Escola de Música da Academia de Música Moderna. Durante seu tempo nessa instituição, ele lecionou aulas de baixo, violão, prática de conjunto e preparação para o vestibular de 2004 a 2008. Em 2008, Tie ingressou no renomado Codarts, Conservatório de Jazz e World Music em Rotterdam, Holanda. Residindo nesse país, teve a oportunidade de tocar com músicos de renome internacional da cena jazzística, realizando turnês pela Europa, Ásia e América Latina. Em sua trajetória na Holanda, destacou-se ao tocar em festivais importantes, como o North Sea Jazz Festival, além de atuar no prestigiado Bimhuis, uma das casas de jazz mais conhecidas da Europa, localizada em Amsterdam. Retornando a Florianópolis em 2013, Tie passou a trabalhar como produtor, curador, baixista e compositor. Em 2014, juntou-se ao Trio do violonista catarinense Felipe Coelho, com quem gravou dois álbuns autorais e realizou diversas turnês pelo país, além de tocar no Estúdio de SC através do projeto Sesc de Circulação. Maycon Souza Função no Projeto- Saxofone Maycon de Souza vem se destacando como um dos principais saxofonistas da cena instrumental de Santa Catarina. Dono de uma sonoridade explosiva, com linhas melódicas intensas e repletas de virtuosismo, De Souza aprofundou-se na linguagem da improvisação, tendo como principais influências: Charlie Parker, Vinícius Dorin, Cannonball Aderley, Proveta, Phill Woods, K-ximbinho, Jackie McLean, Michael Brec-ker, entre outros.Graduado em música pela Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC (onde estudou harmonia com Sérgio Freitas e improvisação com Léo Garcia), Maycon De Souza coordena, no município de Palhoça, o Programa Educação Musical da Rede de Ensino de Palhoça um dos maiores programas de educação musical do sul do Brasil, tendo mais de 400 crianças e adolescentes sob sua supervisão. Em 2011 recebeu uma monção de agradecimento da câmara de vereadores de palhoça pelo trabalho feito na área de educação musical no município e em 2015 recebeu homenagem da Fundação Municipal de Esporte e Cultura de Palhoça pela relevante participação e contribuição à cultura de Palhoça.Como instrumentista, já atuou com a Ilha Big Band, Leandro Fortes Sexteto, Rafael Tomazoni, Wslley Risso, Fernando Bailão, Tie Pereira Trio, All Jazzera, Orquestra Sinfônica de Santa Catarina, Big Band Biguaçu e Poré Poré, grupo com o qual apresentou-se em 2005 no Circuito Cultural Banco do Brasil. Atualmente, o músico se apresenta frequentemente em bares e teatros de Florianópolis. Gravou o CD MusaDiversa, que foi lançado em setembro de 2011.Em 2013 o Musadiversa se apresentou nos EUA na Universidades de Geórgia na cidade de Atlanta e Universidade do Alabama na cidade de Tuscaloosa pelo Programa de Intercambio Cultural do Ministério da Cultura e em 2015 o mesmo se apresentou no Floripa International de Wine and Jazz Festival. Proponente e músico do Edital Elizabete Anderle de 2014, aonde foi contemplando, proporcionando a gravação e finalização do Cd Alujazz em setembro de 2016.Atualmente atua com trabalhos de músicas instrumentais e Pop na grande Florianópolis. Elio Vistel Função no Projeto- Saxofone Nasceu em Santiago de cuba, mas adotou porto belo pra morar, saxofonista desde os 10 anos de idade, com formações em as escolas de musica de cuba. Como a escola Elemental de música José Maria heredia heredia e no conservatório nacional de musica da Habana Sua carreira como musico professional teve início em 2009, com a banda do concerto do conservatório fazendo uma gira pelo tudo pais. Formei parte das agrupações como óscar Valdez y diakara, chispa y lós cumplices, o cantor Léo vera, entre outros, fui invitado a os festivais de música, mas renomados do país, festival do caribe, festa do fogo, festival jazz Plaza y festival da salsa em Caracas Venezuela. Atualmente Elio Silveira faz parte do projeto BRASCUBAS formados pelos músicos brasileiros, mas destacados do estado santa Catarina, fazendo uma mistura dos ritmos y gêneros do Brasil y cuba, formo parte da banda do cantor catarinense Nego Joé. Rodrigo Porciuncula Função no Projeto- Bateria Baterista há 22 anos, nascido na fronteira entre Brasil e Uruguay, iniciou sua trajetória ainda criança, acompanhado de seu avô, tocando gêneros musicais como “típica” e “tropical” em bailes da terceira idade, eventos que comumente ocorrem nessa região.O músico teve parte de sua formação construída na fronteira; estudou com professores como Juan Carlos Miranda (UY), Martin Ibarburu (UY) e Nicolas Arnicho (UY) e atuou ao longo dos anos desenvolvendo autonomia e técnica, ambas em sintonia com uma performance musicalsingular construída a partir da fusão cultural entre Brasil/Uruguay.Além de baterista, possui vivência expressiva com tambores de Candombe, experiência em grupos de murga (manifestação cultural carnavalesca evidenciada através da bateria e do canto) e teve sua presença marcada em diversos shows em festivais de Folclore e MPU realizados no Uruguay.Para além dos palcos, possui experiência em gravação e produção musical; realizou inúmeros trabalhos, dentre eles, no Estúdio Sondor (1938), o mais antigo e um dos estúdios de gravação mais tradicionais de Montevideo (Uy), além da criação do Estúdio Conesoul, em Pelotas/RS, onde produziu diversos artistas locais.O baterista, que atualmente reside em Florianópolis/SC, é um dos membros do “Nakatomi Plaza”, projeto instrumental/autoral formado ao lado dos músicos Tiê Pereira, Fábio Carlesso e Yves Tanuri, instituído a partir de influências do groove, funk/jazz.O baterista uruguaio atua frequentemente ao lado de músicos, musicistas e projetos de destaque na cena musical catarinense, como a Camerata Florianópolis, Luiz Meira, Cadu Duarte, Mércia Maruki, Niandra Lacerda, Neto Fernandes, Rafael Calegari, Felipe Coelho, etc.Em 2022, Rodrigo Porciúncula participou do “Sexta Jazz”, ao lado de Tiê Pereira, curador do evento, e do pianista pernambucano Amaro Freitas, um dos maiores nomes da cena do jazz atualmente.Em junho de 2023, a convite do próprio pianista, o músico foi o baterista do show “Amaro Freitas Trio” no Teatro do CIC em Florianópolis/SC. Gabriel Barbalho Função no Projeto- Trompete Natural de São Paulo (Brasil), iniciou seus estudos no trompete aos 7 anos de idade. É formado pela EMESP - Tom Jobim (São Paulo) em trompete Popular.Estudou na faculdade Souza Lima/Berklee, realizou intercâmbio na Juilliard School (New York) em 2017. Neste período de formação estudou com grandes nomes como; Nenê, Sizão Machado, Paulo Malheiros, Vitor Alcântara, Daniel D’Alcantara, Rodrigo Morte, entre outros. Desenvolve atualmente seu trabalho autoral, onde há influências de várias culturas e estilos. Também desenvolve trabalhos em parcerias com outros músicos da cena de Florianópolis. Trabalha em gravações e como arranjador para diversos artistas. Também foca parte de sua carreira no ensino de música. Ao longo de sua carreira trabalhou com artistas e projetos como Orquestra Jovem Tom Jobim, Mônica Salmaso, Ted Nash, Bruce Williams, Nelson Faria, Nailor Proveta, Nelson Ayres, Luiz Meira, Baby do Brasil, James “Boogaloo” Bolden, Orquestra Sinfônica de Santa Catarina, Camerata Florianópolis, etc. Mora em Florianópolis desde 2020, e atua na cena musical participando de diversas edições do Sexta Jazz, Floripa Jazz Festival, Confrailha Blues, Jazz Bebê, Bourbon Street Floripa, Festival Salve Amizade e Eco Festival. Idealizador do projeto Jazz na Escola, apoiado pelo Consulado dos Estados Unidos e USBEA - Brasil. Joice Dela Rocca Função no Projeto- Diretora de produção Trabalha com produção cultural desde o ano de 2000.Participou da produção dos espetáculos do pianista russo Eduard Shulkin,BWV.BACH.SHOW.BR – Um Concerto Diferente do Grupo Allegro Vivace, Série Ciclo Jovens Talentos Catarinenses, Momentos com Franklin Cascaes do Grupo Allegro Vivace, do projeto Edino Krieger 80 anos e a Orquestra de Câmara de Caçador. Atuou como coordenadora de negócios da Pró-Música de Florianópolis de 2003 a dezembro 2008. Desenvolve um importante trabalho junto a grupos de câmara de Florianópolis e coordenou o projeto educacional Música e Cidadania na região dos Lagos de SC. Atualmente é produtora da Cia Ópera de Santa Catarina, da qual participou da fundação em 2009, da Pró- Música de Florianópolis, Polyphonia Khoros e do projeto Sócio Cultural Arte nas escolas. Pela Pró Música produziu os espetáculos O Lago dos Cisnes, Giselle, Sonhos, Orquestra Concertgebouw com a grande violinista Sara Chang e com o lendário Pinchas Zukermann entre outros. Pela Cia Ópera foi diretora de produção as Óperas Barbeiro de Sevilha, A Flauta Mágica, Carmem, As Bodas de Fígaro, Cosi fan Tutte, La Traviata, Madame Butterfly e os espetáculos Tributo aos Inocentes e Poppy e as Flores do Mundo.
PROJETO ARQUIVADO.