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A exposição Arroboboi, Dangbé celebra o enredo campeão da Unidos do Viradouro em 2024 que abordou a ancestralidade africana e a simbologia da serpente Dangbé quer representa o infinito, o movimento e o ciclo da água e da vida. O projeto apresentará fantasias, alegorias e fotografias, revelando o processo criativo do Carnaval, que envolve uma ampla rede de profissionais. A exposição será realizada no Museu de Arte Contemporânea de Niterói, com circulação pelo estado do Rio de Janeiro, promovendo a valorização da cultura popular. Juntamente com a exposição, será lançado um livro que documenta o enredo e sua conexão com a história afro-brasileira, explorando as influências culturais que moldam a identidade do povo brasileiro. Uma versãoreduzidadesta exposição com o nome de Alafiou Viradouro recebeu 7.000 visitantes de 40 países no Centro Carioca de Fotografiae algumas imagens foram expostas no Aeroporto de Washington nos EUA. Buscamos a ampliação e circulação desta iniciativa.
Sinopse do Projeto "Alafiou Viradouro" O projeto "Alafiou Viradouro" tem como propósito central promover e valorizar a rica cultura afro-brasileira, explorando suas profundas influências na formação da identidade nacional. Utilizando como referência o enredo campeão do Carnaval de 2024 da Unidos do Viradouro, intitulado "Arroboboi, Dangbé", o projeto visa incentivar a reflexão e o reconhecimento da ancestralidade africana no Brasil, especialmente no contexto de uma das maiores expressões culturais do país: o Carnaval. Através de uma exposição e de um livro, a proposta oferece ao público a oportunidade de vivenciar de forma imersiva a história, a arte e a cultura afro-brasileira que permeiam o espetáculo carnavalesco. A Exposição "Arroboboi, Dangbé" A exposição será apresentada inicialmente no Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC) em dezembro de 2024, composta por fantasias, alegorias e imagens que marcaram o desfile da Unidos do Viradouro. Esta experiência imersiva conduzirá o público por um percurso visual e artístico, desvendando o processo criativo envolvido na produção carnavalesca. Com curadoria e organização cuidadosas, o espaço será pensado para transmitir não apenas a beleza estética, mas também a profundidade simbólica do enredo, que resgata a mitologia da serpente Dangbé, símbolo da conexão entre o humano e o divino. Após sua exibição no MAC, a exposição será itinerante, circulando por quatro cidades do estado do Rio de Janeiro. Esta circulação busca democratizar o acesso à cultura, levando o Carnaval e suas manifestações artísticas a comunidades menos favorecidas, que, em geral, têm pouco ou nenhum contato com eventos culturais de grande porte. O objetivo é alcançar aproximadamente 20.000 pessoas ao longo dessa fase itinerante. Publicação do Livro "Arroboboi, Dangbé" Além da exposição, o projeto prevê a produção e distribuição de um livro que documentará o enredo e o processo criativo da Unidos do Viradouro. Com tiragem inicial de 1.000 exemplares, o livro trará textos de historiadores, antropólogos e carnavalescos, além de fotografias exclusivas. A proposta é que 100 exemplares sejam distribuídos gratuitamente para bibliotecas, escolas e instituições culturais, priorizando áreas com menos acesso a recursos culturais. O restante será comercializado, e a receita gerada será destinada à continuidade de projetos culturais. Atividades Educativas e Oficinas Com o intuito de ampliar o impacto social e educativo do projeto, serão realizadas 10 oficinas e 5 debates culturais ao longo da exposição. Essas atividades têm como público-alvo jovens de escolas públicas e membros de comunidades de baixa renda, oferecendo capacitação em áreas como confecção de fantasias, adereços e alegorias, além de promover discussões sobre o papel da ancestralidade africana e o significado social do Carnaval. Estima-se que essas ações envolvam diretamente cerca de 700 pessoas. Produção Audiovisual e Acessibilidade Digital Para garantir que o conteúdo do projeto chegue a um público ainda maior, será produzido um documentário sobre o enredo e a exposição. Além disso, a abertura da mostra no MAC será transmitida ao vivo pela internet, permitindo que pessoas de diferentes partes do Brasil e do mundo acompanhem o evento em tempo real. Esse recurso amplia o alcance do projeto e fortalece sua proposta de democratização cultural. Oficinas e debates também serão gravados e disponibilizados online, reforçando o acesso contínuo ao material educativo. Inclusão e Acessibilidade O projeto "Alafiou Viradouro" se compromete em garantir acessibilidade total às atividades oferecidas. Entre as medidas previstas estão a disponibilização de materiais em braile, intérpretes de Libras e adaptações físicas nos locais de circulação da exposição. Além disso, a programação incluirá visitas mediadas com educadores culturais, destinadas especialmente a grupos escolares de instituições públicas e programas sociais, garantindo que os conceitos apresentados sejam amplamente compreendidos e vivenciados pelos visitantes. Impacto e Conclusão O projeto "Alafiou Viradouro" pretende não apenas celebrar a grandiosidade artística do Carnaval, mas também promover o reconhecimento da importância das influências africanas na construção da identidade brasileira. Através de suas ações — exposição, circulação, publicação de livro, oficinas, debates e produção audiovisual —, busca-se democratizar o acesso à cultura, especialmente para públicos historicamente excluídos das grandes manifestações artísticas. Ao destacar a relevância do Carnaval como espaço de diálogo cultural e inclusão social, o projeto visa proporcionar uma experiência transformadora que resgate e celebre a ancestralidade africana, contribuindo para a preservação e difusão dessa herança na sociedade brasileira.
Objetivo Geral O principal objetivo do projeto "Arroboboi, Dangbé" é promover e valorizar a cultura afro-brasileira e suas influências na construção da identidade nacional, utilizando como pano de fundo o enredo "Arroboboi Dangbé", campeão do Carnaval 2024 pela Unidos do Viradouro. A exposição e o livro têm como finalidade gerar reflexão e reconhecimento sobre a ancestralidade africana no Brasil, destacando a diversidade cultural que permeia o Carnaval e suas manifestações artísticas. Ao exibir fantasias, alegorias e imagens que marcaram o desfile, o projeto visa levar ao público uma experiência imersiva que mescla arte, história e cultura, contribuindo para a preservação e difusão da memória cultural afro-brasileira. A exposição acontecerá inicialmente no Museu de Arte Contemporânea de Niterói, com circulação em diversas cidades do estado do Rio de Janeiro, promovendo o acesso à cultura para públicos distantes dos grandes centros urbanos e proporcionando o acesso dele à exposição e ao Carnaval do Rio, uma das maiores expressões da criatividade e identidade brasileiras. O projeto busca reforçar a importância do Carnaval não apenas como uma festa popular, mas como uma plataforma de celebração, inclusão e diálogo entre diferentes culturas, resgatando narrativas históricas e mitológicas, como a da serpente Dangbé, símbolo do ciclo da vida e da conexão entre o humano e o divino. Através da arte carnavalesca e de uma obra que documenta e analisa o enredo, o projeto tem como finalidade principal expandir o entendimento do público sobre o Carnaval como uma poderosa ferramenta de expressão cultural e de preservação de heranças africanas. Objetivos Específicos O projeto está estruturado em diferentes ações que englobam tanto a realização da exposição quanto a publicação de um livro. Cada um dos objetivos específicos é mensurável e será devidamente comprovado na prestação de contas, de acordo com os requisitos da Lei Rouanet. 1. Realização da Exposição "Arroboboi, Dangbé"Quantidade: 1 exposiçãoLocal: Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC) em dezembro de 2024.Descrição: A exposição será composta por fantasias, adereços, painéis fotográficos e vídeos focando no enredo "Arroboboi Dangbé". O objetivo é proporcionar uma experiência imersiva, explorando o processo criativo por trás da concepção artística do Carnaval.Ações: Montagem, curadoria e organização da exposição, incluindo equipe técnica, montagem de espaços expositivos e contratação de profissionais especializados (curadores, montadores, cenógrafos e mediadores culturais).Impacto: A exposição tem a expectativa de atrair mais de 10.000 visitantes ao longo de seu período de exibição no MAC, abrangendo estudantes, pesquisadores, turistas e a comunidade em geral, democratizando o acesso à cultura. 2. Circulação da Exposição pelo Estado do Rio de JaneiroQuantidade: 4 exibições itinerantesLocais: Circulação por 4 cidades do Estado do Rio de Janeiro.Descrição: Após sua exibição no MAC, a exposição será adaptada e transportada para diferentes espaços culturais do estado. A circulação visa ampliar o acesso à cultura, alcançando comunidades menos favorecidas que nem sempre têm a oportunidade de visitar museus ou grandes eventos culturais.Ações: Logística de transporte e montagem da exposição, produção de material educativo e acessível sobre o enredo e a história do Carnaval, bem como a contratação de equipes locais para apoio.Impacto: Espera-se atingir um público estimado de 20.000 pessoas nas cidades do interior do Rio de Janeiro, promovendo a inclusão cultural e aproximando a arte carnavalesca da população dessas regiões. 3. Publicação e Distribuição do Livro "Arroboboi, Dangbé"Quantidade: 1.000 exemplares impressosDescrição: O livro será um registro do enredo "Arroboboi Dangbé", detalhando o processo criativo da Unidos do Viradouro, desde a concepção do tema até sua execução no Sambódromo. O livro contará com ensaios de historiadores, antropólogos e carnavalescos, além de fotografias exclusivas que documentam a estética e a narrativa do desfile.Ações: Produção editorial completa, incluindo a pesquisa, redação, revisão, design gráfico e impressão dos exemplares. 100 exemplares do livro serão distribuído gratuitamente para bibliotecas públicas, escolas e instituições culturais. Os demais exemplares serão destinados aos patrocinadores e à venda para gerar recursos para projetos culturais futuros.Impacto: O livro pretende ampliar a reflexão e a difusão da cultura afro-brasileira e do Carnaval para além da exposição, alcançando um público estimado de 3.000 leitores diretos e indiretos, com distribuição nacional. 4. Realização de Oficinas e Debates CulturaisQuantidade: 10 oficinas e 5 debatesDescrição: Durante o período da exposição, serão realizadas oficinas educativas sobre as diversas artes envolvidas na criação do Carnaval, como confecção de fantasias, adereços e alegorias, além de debates sobre a importância da ancestralidade africana e o papel social do Carnaval no Brasil.Ações: Contratação de profissionais especializados para ministrar as oficinas (artesãos, carnavalescos e historiadores) e organização de debates com a participação de acadêmicos e artistas. As oficinas terão como público-alvo jovens de escolas públicas e membros de comunidades de baixa renda.Impacto: A expectativa é atingir 200 participantes nas oficinas e cerca de 500 pessoas nos debates, promovendo o intercâmbio de saberes e o desenvolvimento de habilidades técnicas e criativas nos participantes. 5. Produção Audiovisual: Um documentário sobre a exposição e o enredo será produzido, ampliando o alcance do projeto para o público online. ConclusãoO projeto "Arroboboi, Dangbé" tem como objetivo não apenas expor a riqueza cultural e artística do Carnaval, mas também promover o diálogo sobre a ancestralidade africana e sua importância na construção da identidade brasileira. Através de uma exposição impactante, circulação por diferentes cidades, publicações e eventos educativos, o projeto visa democratizar o acesso à cultura, aproximando públicos diversos dessa manifestação genuinamente brasileira.
Justificativa para o Projeto "Arroboboi, Dangbé" O projeto "Arroboboi, Dangbé" visa a realização de uma exposição e publicação de um livro focados no enredo "Arroboboi Dangbé", que consagrou a Unidos do Viradouro campeã do Carnaval 2024. A exposição acontecerá no Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC) em dezembro de 2024, com circulação por várias cidades do Estado do Rio de Janeiro. Essa iniciativa tem como objetivo valorizar a cultura afro-brasileira e destacar a importância do Carnaval como uma das mais genuínas expressões culturais e artísticas do Brasil. A necessidade do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais (Lei 8.313/91), conhecido como Lei Rouanet, para financiar esse projeto é evidente, pois permite viabilizar ações culturais de grande alcance, especialmente em áreas onde o acesso à cultura é limitado. O financiamento público via incentivos fiscais permite que esse projeto alcance um público mais amplo, fomentando a inclusão e democratizando o acesso à arte e à cultura. Enquadramento na Lei 8.313/91 O projeto se enquadra nos incisos II e III do Art. 1º da Lei 8.313/91, pois promove a liberdade de criação cultural e o acesso à cultura ao levar uma manifestação cultural complexa, como o Carnaval, para além dos limites do Sambódromo, explorando seus significados profundos e suas raízes históricas. A exposição e o livro geram reflexão sobre a ancestralidade africana e sua relevância na construção da identidade brasileira. Além disso, o projeto atende a diversos objetivos do Art. 3º da Lei Rouanet, incluindo:1. Fomento à produção cultural nacional: Através da exposição e do livro, o projeto incentiva a criação e o registro de conteúdos culturais que preservam e valorizam o Carnaval, estimulando o desenvolvimento das artes visuais, cênicas e literárias.2. Proteção das expressões culturais afro-brasileiras: O enredo "Arroboboi Dangbé" aborda a mitologia e espiritualidade africanas, promovendo o reconhecimento e a difusão das influências culturais africanas no Brasil.3. Ampliação do acesso à cultura: A circulação da exposição por cidades do interior do Estado do Rio de Janeiro e as ações educativas associadas ampliam o alcance cultural do projeto, tornando-o acessível a diferentes públicos.4. Valorização do patrimônio cultural brasileiro: Ao documentar e expor o Carnaval, o projeto fortalece o reconhecimento dessa manifestação cultural como um patrimônio imaterial fundamental para a história e identidade do país. A Lei Rouanet é essencial para viabilizar projetos culturais de grande impacto, como "Arroboboi, Dangbé". O Carnaval, enquanto maior manifestação popular do Brasil, é uma expressão cultural multifacetada, com raízes profundas na história e nas tradições afro-brasileiras. A realização de uma exposição e de um livro que documentam essa manifestação requer um suporte financeiro significativo, que pode ser garantido através dos incentivos fiscais previstos na Lei de Incentivo à Cultura. Financiamento das Ações do Projeto A exposição contará com fantasias, adereços, fotos e reproduções de alegorias do desfile campeão da Unidos do Viradouro, proporcionando uma experiência imersiva e artística para os visitantes. O financiamento via Lei Rouanet será fundamental para cobrir custos de:- Montagem da Exposição: Inclui a curadoria, transporte de materiais e a contratação de profissionais especializados, como cenógrafos e mediadores culturais.- Publicação do Livro: A obra será um registro detalhado do enredo "Arroboboi Dangbé", com fotografias e ensaios sobre o processo criativo da escola de samba. A produção editorial envolve custos com pesquisa, redação, revisão e impressão.- Circulação da Exposição: A itinerância da mostra por quatro cidades do Estado do Rio de Janeiro requer recursos para logística, transporte e adaptação dos materiais expositivos.- Ações Educativas: O projeto incluirá oficinas culturais e debates sobre a ancestralidade africana e o papel social do Carnaval, ações que demandam a contratação de profissionais qualificados e a produção de material didático.- Produção Audiovisual: Um documentário sobre a exposição e o enredo será produzido, ampliando o alcance do projeto para o público online. Sem o apoio da Lei Rouanet, a execução do projeto seria financeiramente inviável, limitando a sua capacidade de promover a inclusão social e o acesso à cultura em diversas regiões do estado. Impactos Culturais e Sociais O projeto "Arroboboi, Dangbé" não apenas preserva a memória do Carnaval, mas também expande seu impacto cultural e educativo. Seus principais impactos incluem: 1. Educação e Inclusão Social: As oficinas e debates previstos irão promover o aprendizado de novas habilidades artísticas e o desenvolvimento de uma consciência histórica e cultural entre os participantes, especialmente jovens de comunidades de baixa renda. 2. Preservação da Memória Cultural: O livro e a exposição contribuem para o registro e preservação da história do Carnaval e da cultura afro-brasileira, garantindo que futuras gerações tenham acesso a esse patrimônio imaterial. 3. Valorização da Ancestralidade Africana: O projeto reforça a importância da herança africana na formação da cultura brasileira, celebrando narrativas e tradições que foram historicamente marginalizadas. 4. Descentralização Cultural: A circulação da exposição por diferentes cidades do Estado do Rio de Janeiro permitirá que comunidades que raramente têm acesso a museus e exposições culturais de grande porte possam vivenciar essa experiência artística e educativa. Conclusão: O projeto "Arroboboi, Dagbé" está diretamente alinhado com os objetivos da Lei de Incentivo à Cultura, promovendo o acesso à cultura, a preservação do patrimônio imaterial do Carnaval e a valorização das influências africanas na identidade brasileira. Através da exposição, do livro, das oficinas e do documentário, o projeto visa educar, inspirar e proporcionar uma reflexão sobre a riqueza e a diversidade da cultura afro-brasileira. O financiamento via Lei Rouanet é imprescindível para garantir que esse projeto atinja seu pleno potencial, democratizando o acesso à cultura e fortalecendo o diálogo sobre as nossas raízes e identidades culturais.
Proposta museográfica em anexo.
O plano de acessibilidade da exposição "Arroboboi, Dangbé" abrange tanto a acessibilidade física quanto a acessibilidade de conteúdo, garantindo que todas as pessoas, independentemente de suas condições físicas ou sensoriais, possam participar e compreender plenamente a exposição. Acessibilidade FísicaPara garantir que a locomoção no espaço da exposição seja acessível a todos, incluindo pessoas com deficiência motora ou com mobilidade reduzida, serão implementadas as seguintes medidas: Rampas de Acesso e Elevadores: O Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC) possui rampas de acesso e elevaores para deficientes que atendem às normas técnicas de inclinação e largura para garantir a acessibilidade plena.Banheiros Acessíveis: O Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC) possui banheiros adaptados para pessoas com deficiência física. Esses banheiros apresentam barras de apoio, portas largas e espaço suficiente para a manobra de cadeiras de rodas. Audiodescrição e Monitores: Havá audiodescrição e monitores para ajudar pessoas deficiência visual, permitindo que elas se movimentem pela exposição.Espaços de Circulação Acessíveis: O layout da exposição será planejado para garantir que pessoas com cadeiras de rodas, andadores ou carrinhos de bebê possam circular livremente. Serão deixados espaços amplos entre as obras expostas, sem barreiras físicas que possam dificultar a mobilidade.Assentos de Descanso: Em pontos estratégicos da exposição, como salas de vídeos e painéis informativos, serão colocados assentos para que visitantes com mobilidade reduzida ou idosos possam descansar durante a visita. Acessibilidade de Conteúdo A acessibilidade de conteúdo busca garantir que a mensagem e os elementos artísticos da exposição sejam compreendidos por todas as pessoas, incluindo aquelas com deficiência auditiva, visual ou intelectual. As seguintes medidas serão adotadas para tornar o conteúdo acessível: Intérpretes de Libras: Durante as visitas guiadas, oficinas e debates culturais, haverá a presença de intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais) para garantir a acessibilidade às pessoas surdas. Esses intérpretes acompanharão os mediadores culturais, oferecendo uma tradução em tempo real das explicações sobre a exposição. Audiodescrição: Todo o conteúdo visual da exposição, como fantasias, adereços e painéis fotográficos, contará com audiodescrição disponível por meio de dispositivos móveis ou fones de ouvido disponibilizados no local. A audiodescrição detalhará as cores, formas, disposições e contextos históricos das obras expostas.Os vídeos que integram a exposição também terão versões com audiodescrição para visitantes com deficiência visual. Legendas Descritivas: Os vídeos apresentados na exposição terão legendas descritivas, que além do diálogo, incluirão informações sobre sons e elementos musicais presentes, garantindo a compreensão por pessoas com deficiência auditiva. Material em Braille: Serão disponibilizados catálogos em Braille com informações sobre o enredo "Arroboboi, Dangbé", as obras expostas e a simbologia da serpente Dangbé. Esses catálogos estarão acessíveis em pontos estratégicos da exposição, permitindo que pessoas cegas possam ter acesso aos conteúdos históricos e artísticos da mostra.Visita Sensorial: A exposição contará com visitas sensoriais, onde os visitantes com deficiência visual poderão tocar em réplicas de fantasias e adereços carnavalescos, permitindo uma experiência tátil e interativa. As visitas sensoriais serão conduzidas por mediadores especializados, que descreverão em detalhes os itens tocados.Material Educativo Acessível: O material educativo produzido para a exposição e distribuído nas visitas escolares será adaptado para diferentes níveis de compreensão, incluindo versões em Braille e conteúdo de fácil leitura para pessoas com deficiência intelectual.Serão criados vídeos explicativos com interpretação em Libras e legendas, disponíveis online, para que o público tenha acesso remoto ao conteúdo educacional. Documentário Acessível: O documentário que será produzido sobre a exposição contará com audiodescrição, interpretação em Libras e legendas descritivas, garantindo acessibilidade completa ao conteúdo audiovisual. Acessibilidade em Eventos Itinerantes Nas cidades do interior do estado do Rio de Janeiro, onde a exposição será itinerante, todas as medidas de acessibilidade física e de conteúdo serão replicadas, respeitando as características dos espaços expositivos locais. As adaptações necessárias para garantir acessibilidade total serão previstas na montagem dos espaços, incluindo a contratação de intérpretes locais de Libras e mediadores treinados. O plano de acessibilidade da exposição "Arroboboi, Dangbé" foi elaborado com o objetivo de assegurar que todas as pessoas, independentemente de suas condições físicas ou sensoriais, tenham pleno acesso às obras e aos conteúdos apresentados. As medidas adotadas visam promover a inclusão social e cultural, ampliando o alcance da exposição e permitindo que todos os públicos possam participar e desfrutar dessa celebração da cultura afro-brasileira e do Carnaval. Ao proporcionar acessibilidade tanto física quanto de conteúdo, o projeto reafirma seu compromisso com a democratização da arte e da cultura, garantindo uma experiência enriquecedora para todos os visitantes.
Democratização de Acesso A proposta de democratização de acesso do projeto "Arroboboi, Dangbé" visa garantir que a cultura do Carnaval e a valorização da ancestralidade africana, retratadas na exposição e no livro, sejam amplamente acessíveis a diferentes públicos, especialmente aqueles que historicamente têm menos oportunidades de participar de atividades culturais. Distribuição e Comercialização dos ProdutosPara a publicação do livro “Arroboboi, Dangbé”, serão impressos 1.000 exemplares. Desses, 100 exemplares serão distribuídos gratuitamente a bibliotecas públicas, escolas e instituições culturais, garantindo que o conteúdo do livro esteja disponível para consultas e estudos de forma aberta e democrática. Essa distribuição priorizará regiões menos atendidas por recursos culturais, fomentando a disseminação do conhecimento sobre o Carnaval e a cultura afro-brasileira. Os 900 exemplares restantes serão comercializados a preços acessíveis, tanto em eventos presenciais como em plataformas online. A renda gerada será revertida para a sustentabilidade de futuros projetos culturais, de forma a garantir a continuidade da produção cultural voltada para a inclusão e o acesso. Circulação ItineranteAlém da exposição no Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC), o projeto se propõe a circular por outras quatro cidades do Estado do Rio de Janeiro. A circulação em cidades do interior visa atingir comunidades que têm menor acesso a espaços culturais e a eventos artísticos dessa magnitude. Serão escolhidos locais de fácil acesso ao público, como centros culturais e escolas, com entrada gratuita em todas as exibições. Essa itinerância permite que pessoas que não teriam condições de visitar o MAC em Niterói tenham a oportunidade de vivenciar a exposição. O transporte das peças será feito com logística adaptada, respeitando as especificidades de cada local, para que a experiência expositiva mantenha sua qualidade. Programação de Atividades ParalelasPara ampliar ainda mais o acesso e a interação com o público, o projeto incluirá uma série de atividades gratuitas: 1. Ensaio aberto: Antes da abertura oficial da exposição no MAC, será realizado um ensaio aberto para a comunidade local e escolas da região, possibilitando um primeiro contato com a exposição e promovendo a inclusão de novos públicos no universo artístico do Carnaval. 2. Oficinas culturais: Serão organizadas 10 oficinas voltadas para jovens de escolas públicas e comunidades de baixa renda. As oficinas abrangerão temáticas como a confecção de fantasias e adereços, design de carros alegóricos e a importância histórica e social do Carnaval no Brasil. O objetivo é não apenas compartilhar o conhecimento artístico, mas também oferecer aos participantes uma experiência prática e educativa, incentivando o desenvolvimento de novas habilidades criativas e artísticas. 3. Debates culturais: Além das oficinas, o projeto também realizará 5 debates com participação de carnavalescos, historiadores e antropólogos, discutindo temas como a preservação da cultura afro-brasileira, o papel do Carnaval na formação da identidade nacional e as implicações sociais dessa manifestação artística. Essas rodas de conversa visam promover a reflexão e o engajamento de diferentes públicos, incluindo acadêmicos e profissionais do setor cultural. 4. Transmissão pela internet: Para alcançar ainda mais pessoas e democratizar o acesso à cultura, a abertura da exposição no MAC será transmitida ao vivo pela internet. A transmissão estará disponível nas redes sociais e no site do projeto, com possibilidade de interação em tempo real, permitindo que o público de qualquer parte do Brasil e do mundo acompanhe o evento. Além disso, as oficinas e os debates serão gravados e disponibilizados online, garantindo que o conteúdo educativo e reflexivo alcance um público ainda maior. 5. Acessibilidade: O projeto prevê a adoção de medidas de acessibilidade para garantir que pessoas com deficiência possam usufruir plenamente da exposição e das atividades paralelas. Isso inclui a disponibilização de material expositivo em braile, intérpretes de Libras durante os debates e visitas mediadas, além de adaptações físicas nos locais de circulação da exposição. Ações Educativas e InclusivasUma das grandes preocupações do projeto é garantir que o conteúdo da exposição e do livro sejam compreendidos de forma ampla e inclusiva. Para isso, será desenvolvido um material educativo que será distribuído em visitas escolares e em todas as cidades de circulação. Esse material trará explicações acessíveis sobre a história do Carnaval, a simbologia do enredo "Arroboboi Dangbé" e o processo criativo das escolas de samba, proporcionando aos visitantes uma compreensão mais profunda sobre o tema. As visitas mediadas com educadores culturais também são uma forma de tornar a experiência mais rica e acessível. Em cada cidade, as visitas serão oferecidas gratuitamente para grupos escolares, com foco em alunos de escolas públicas e participantes de programas sociais. Com todas essas ações, o projeto "Arroboboi, Dangbé" assegura uma verdadeira democratização do acesso à cultura, levando uma das manifestações artísticas mais representativas do Brasil para públicos diversos, com enfoque em regiões periféricas e menos atendidas. A combinação de exposições gratuitas, oficinas, debates, distribuição de livros e acessibilidade digital garantirá que essa importante celebração da ancestralidade africana e da criatividade brasileira seja partilhada de forma inclusiva, proporcionando uma experiência transformadora e significativa para todos os participantes.
Ficha Técnica do Projeto "Janeiro, Rio de Janeiro": Tarcísio Zanon Função: Curador e Artista Tarcísio Zanon é o carnavalesco da Unidos do Viradouro, bi-campeão do Carnaval do Rio de Janeiro com os enredos "Viradouro de Alma Lavada" em 2020 e "Arroboboi, Dangbé" em 2024. Formado como Designer Gráfico pela Escola Técnica Federal de Campos dos Goytacazes e pós-graduado em Carnaval e Figurino pela Universidade Veiga de Almeida (UVA). Sua carreira no Carnaval começou em 2014 como assistente de Jack Vasconcelos na Estácio de Sá. Em 2015, assumiu o Carnaval da escola e, logo na estreia, venceu o campeonato, levando a agremiação ao Grupo Especial. Além dos dois campeonatos conquistados, em 2022, ficou em terceiro lugar com o enredo “Não Há Tristeza que Possa Suportar Tanta Alegria” e, em 2023, conquistou o vice-campeonato com o enredo "Rosa Maria Egipcíaca". Zanon também atua como figurinista e docente de pós-graduação. Tarcísio Zanon será o responsável pela criação e curadoria da exposição. Suas principais atividades incluirão: - Criação: Criação das obras que vão compôr a exposição bem como a sua disposição. - Curadoria: Seleção das obras e fotografias que vão compôr a exposição e o livro, garantindo que as obras reflitam a essência do desfile Arroboboi, Dangbé. Renata Xavier da Cunha Função: Proponente, Coordenadora do Projeto e Curadora Renata Xavier será a responsável pela gestão do projeto "Arroboboi, Dangbé" e pela curadoria ao lado do canavalesco Tarcísio Zanon. Como coordenadora geral, ela estará diretamente envolvida em todas as fases do projeto, desde a idealização e planejamento até a supervisão das atividades de produção e pós-produção. Suas principais atividades incluirão: - Curadoria: Seleção das fotografias e obras que comporão a exposição e o livro, garantindo que as obras reflitam a diversidade cultural, histórica e natural do Rio de Janeiro. - Gestão de Equipe: Coordenação de todos os membros da equipe, incluindo produtores, designers, e educadores, assegurando que todas as atividades sejam realizadas conforme o cronograma e orçamento estabelecidos. - Planejamento Estratégico: Desenvolvimento e implementação do plano de comunicação e divulgação do projeto, com foco em maximizar o alcance e impacto da exposição e do livro. - Mediação Cultural: Organização de atividades paralelas à exposição, como palestras, oficinas e visitas guiadas, destinadas a ampliar o engajamento do público. - Supervisão da Produção: Acompanhamento da produção do livro e da montagem da exposição, garantindo que os padrões de qualidade sejam mantidos. - Relatório Final: Compilação e análise de dados para a elaboração do relatório final do projeto, a ser entregue para a prestação de contas conforme as diretrizes da Lei Rouanet. Currículo Resumido: Renata Xavier é uma fotógrafa, curadora e produtora cultural de renome, com mais de 20 anos de experiência. Ela é a idealizadora e diretora do Centro Carioca de Fotografia, uma instituição pioneira localizada no coração do Rio de Janeiro. Graduada em Cinema e Publicidade pela UFF, Renata iniciou sua carreira como fotojornalista no jornal O Globo e, desde então, desenvolveu uma carreira diversificada que abrange fotojornalismo, moda, eventos, publicidade e artes plásticas. Renata também tem ampla experiência na organização e curadoria de exposições fotográficas, com projetos destacados como "Das Cinzas Voltar, nas Cinzas Vencer", "Carnaval Te Amo" e "Avant-Garde Saravá". Seu trabalho foi reconhecido pela Nikon como influenciadora para a América Latina, e suas exposições têm sido amplamente aclamadas pelo público e pela crítica. Leandro Lucas Função: Produtor Leandro Lucas será o produtor do projeto, atuando diretamente na organização e logística de todas as atividades relacionadas à exposição e ao lançamento do livro. Suas responsabilidades incluirão: - Coordenação Logística: Organização dos processos de instalação da exposição no Centro Carioca de Fotografia, incluindo montagem e desmontagem das obras, e supervisão de todas as atividades técnicas e de apoio. - Produção Editorial: Supervisão da produção gráfica do livro "Janeiro, Rio de Janeiro", coordenando as etapas de design, impressão e distribuição. - Gestão de Orçamento: Controle dos custos operacionais do projeto, assegurando que todas as atividades sejam realizadas dentro do orçamento previsto. - Suporte Operacional: Apoio nas ações educativas e de mediação cultural, garantindo a infraestrutura necessária para a realização das oficinas, palestras e visitas guiadas. - Documentação: Registro fotográfico e documental de todas as etapas do projeto, para garantir a transparência e rastreabilidade das ações desenvolvidas. Currículo Resumido: Leandro Lucas é produtor e fotógrafo com 20 anos de experiência e vice-diretor do Centro Carioca de Fotografia. Ele estudou Engenharia Civil na UERJ e Administração no IFRJ, mas sua paixão pela fotografia o levou a construir uma carreira reconhecida tanto no Brasil quanto no exterior. Suas imagens, especialmente as que retratam o Carnaval da Viradouro, foram premiadas em diversos concursos, incluindo o prestigiado Prix de la Photographie Paris. Em 2019, Leandro expôs suas obras em Paris na galeria "Tarja Preta". Em 2021, produziu as exposições "Das Cinzas Voltar, nas Cinzas Vencer" e "Presente Distópico" no Museu de Arte Contemporânea de Niterói, e as exposições de rua "Carnaval Te Amo" e "Avant-Garde Saravá", todas amplamente reconhecidas pelo público e pela crítica. Outros Participantes e Colaboradores: Embora o projeto "Arroboboi, Dangbé" seja encabeçado por Tarcísio Zanon, Renata Xavier e Leandro Lucas, outras funções operacionais e de apoio serão desempenhadas por colaboradores e parceiros estratégicos. Alguns desses colaboradores podem incluir: - Designers Gráficos: Responsáveis pelo layout e design do livro, além de materiais promocionais como folders e cartazes. - Educadores e Instrutores: Condução das oficinas de fotografia e mediação cultural, promovendo o engajamento e a formação do público. - Equipe Técnica de Montagem: Encarregada da instalação e manutenção das obras durante a exposição, garantindo que todos os aspectos técnicos estejam adequados para a exibição. Participação Voluntária: Além das funções remuneradas, o projeto poderá contar com o apoio de voluntários em atividades como a assistência na mediação cultural, suporte em eventos de lançamento e acompanhamento das oficinas educativas. Esses voluntários serão treinados e orientados pela equipe principal para assegurar a qualidade e consistência das atividades. Conclusão: A estrutura técnica do projeto "Arroboboi, Dangbé" é composta por profissionais altamente qualificados e com ampla experiência em suas áreas de atuação. Tarcísio Zanon possui ampla experiência em realizar grandes produções artísticas e culturais, Renata Xavier, como proponente e coordenadora, traz sua expertise em fotografia, curadoria e gestão cultural, enquanto Leandro Lucas, como produtor, assegura a realização eficiente e organizada de todas as atividades do projeto. Essa equipe está preparada para enfrentar os desafios de execução, garantindo o sucesso do projeto e o alcance dos objetivos propostos.
PROJETO ARQUIVADO.