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PRONAC 2410222Expirado o prazo de captação totalMecenato

Turnê Banda Kayajhama: 25 anos de história

WILTON VIEIRA DOS SANTOS
Solicitado
R$ 359,8 mil
Aprovado
R$ 359,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 4,6 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2025-03-03
Término
2026-03-02
Locais de realização (5)
Salvador BahiaDiamantina Minas GeraisOuro Preto Minas GeraisParacatu Minas GeraisSão Paulo São Paulo

Resumo

Realização de uma turnê de circulação de APRESENTAÇÕES MUSICAIS da banda mineira Kayajhama, originária do Aglomerado da Serra, pelas cidades do interior de Minas e duas cidades estratégicas fora do estado. A banda Kayajhama, um dos destaques da renovada cena musical mineira pretende com esse projeto circular por Diamantina, Paracatu, Ouro Preto, São Paulo e Salvador. Em cada um dos shows serão convidados artistas locais, intérpretes ou instrumentistas, para participação dos shows de lançamento. Os shows contarão com uma cobertura audiovisual, e os VÍDEOS serão compartilhados no Youtube com acesso público e gratuito. Como CONTRAPARTIDA SOCIAL serão realizadas oficinas de capoeira em escolas públicas nas cidades contempladas pelo projeto.

Sinopse

APRESENTAÇÕES MUSICAIS E VÍDEOS: Os shows da turnê de 25 anos da banda Kayajhama trázem na sua essência a ideia de uma busca interior pautada na justiça social,igualdade racial e direitos iguais. Combate ao racismo estrutural e também a todas as formas de preconceito, valoriza e destaca as lutas do povo preto por uma sociedade mais justa onde as oportunidades estejam presentes para ambos os sexos e onde todas as formas de amor são importantes. Como uma forma de embate e pela ressignificação dos padrões ocidentais de classificação, a música negra apresenta rotineiramente ao mundo a potência descolonizadora das artes e manifestações culturais afrodiaspóricas transatlânticas, a partir da confluência sonora, de origens híbridas e crioulas. Com a turnê de 25 anos da banda e gravação audiovisual do show, pretende-se registrar, distribuir e circular um trabalho de pesquisa e composição musical diversificada que se destaca pela diversidade das linguagens rítmicas de matriz afrobrasileira como reggae, samba, rap e funk soul, mas prezando por apresentar uma matéria musical genuinamente brasileira. Classificação etária: Livre CONTRAPARTIDAS SOCIAIS As Oficinas de Capoeira trabalham o ensino teórico sobre a capoeira e seus fundamentos, a musicalidade e o ritual da Roda de Capoeira, aulas de percussão (instrumentos da capoeira) e ensino prático para todos os inscritos, além de práticas artísticas culturais, como a Roda de Capoeira. As oficinas também abordarão as temáticas da música e História dos Africanos e Cultura Afro Brasileira. As atividades complementares têm o objetivo de reforçar o conceito do movimento cultural no qual a banda está inserida, que além de divulgar as canções, está baseado em um projeto integrado de educação pela resistência e difusão das culturas afro-brasileiras a crianças, adolescentes e jovens. Classificação etária: Livre

Objetivos

OBJETIVO GERAL: O principal objetivo do projeto é realizar turnê de circulação de APRESENTAÇÕES MUSICAIS da banda Kayajhama com VÍDEOS dos shows compartilhados publicamente na internet, a fim de dar visibilidade ao trabalho da banda em capitais estratégicas e em cidades pouco contempladas com recursos públicos para a cultura, gerar intercâmbio com artistas de 5 cidades brasileiras e transmitir conceito de valorização da cultura negra a pessoas não incluídas nos circuitos tradicionais de informações sobre arte e cultura, tanto através dos shows e dos vídeos, quanto por meio de oficinas de capoeira propostas como CONTRAPARTIDAS SOCIAIS. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Estímulo à uma produção musical autoral original e híbrida, que valoriza as raízes culturais afrodiaspóricas presentes em diversas vertentes da música negra, como o reggae, o hip hop, o samba, o jazz e o funk soul; - Divulgar e apresentar o trabalho do grupo mineiro Kayajhama para o mercado musical local, através da divulgação descentralizada e da produção de conteúdo para apresentação da banda Kayajhama a outras bandas, produtores e festivais de música; - Promover o intercâmbio entre artistas de Belo Horizonte com os artistas de mais 3 cidades mineiras e mais 2 capitais de outros estados do Sudeste e Nordeste; - Contribuir para a democratização do acesso à arte e cultura através da realização de shows gratuitos, bem como a circulação dos bens, serviços e conteúdos culturais de forma gratuita através de atividades presenciais e da disponibilização gratuita da cobertura do show através da internet; - Disseminar a produção cultural, a vivência artística e promover a geração de emprego e renda da cena artística das 5 cidades contempladas pelo projeto; - Contribuir para a sustentabilidade patrimonial em 2 capitais, além de mais 2 regiões de Minas Gerais pouco contemplada com recursos públicos para a cultura, promovendo atividades produtivas para as crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos, e distribuindo conteúdos sobre a memória e cultura afro-brasileira; - Valorizar e divulgar o patrimônio imaterial de matriz afrobrasileira de Minas Gerais; - Promover educação patrimonial e educação em culturas negras por meio de atividades educativas que provocam a identificação com sonoridades e narrativas anti-colonialistas, o sentimento de pertencimento às culturas tradicionais e populares, a formação de identidade e memória cultural; - Criar conteúdo e fornecer atividades a equipamentos públicos, os qualificando para o cumprimento da Lei nº 10.639/2003 que determina que "nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio, oficiais e particulares, torna-se obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira"; - Estimular uma produção musical autoral original e híbrida, que valoriza as raízes culturais afrodiaspóricas presentes em diversas vertentes da música negra, como o reggae, o hip hop, o samba, o jazz e o funk soul; - Promover a diversidade das manifestações culturais e artísticas; - Qualificar e aprimorar técnicas de músicos de vilas, aglomerados e favelas com pouco acesso aos circuitos de informação e produção de conhecimento musical; - Fortalecer da atuação de músicos independentes de Belo Horizonte, proporcionando-os uma vivência profissional no mercado musical e um portifólio de conteúdos de qualidade para divulgar a cultura de Minas Gerais para outras cidades, estados e países; - Lançar e divulgar produtos culturais na linguagem audiovisual, utilizando suportes e plataformas digitais com medidas adicionais para garantir a acessibilidade universal; - Difundir o patrimônio imaterial de Minas Gerais para o mundo, através da publicação das imagens produzidas no projeto na internet para acesso global público; - Circular, difundir e disseminar a produção artística de vilas, aglomerados e favelas para um público maior e diversificado; Metas: - Promover 5 APRESENTAÇÕES MUSICAIS da banda Kayajhama nas cidades Diamantina, Paracatu, Ouro Preto, São Paulo e Salvador para 400 pessoas cada totalizando 2000 pessoas. - Lançar e distribuir os shows em formato de VÍDEOS na internet, com tradução simultânea em libras das letras das canções; - Realizar, como CONTRAPARTIDA SOCIAL, 05 oficinas de capoeira para alunos e professores de escolas públicas para cerca de 200 pessoas nas 05 cidades contempladas pelo projeto; - Beneficiar diretamente 2.200 pessoas em locais acessíveis; - Contratação de 16 profissionais, sendo 5 músicos, 1 assessora de imprensa, 1 designer, 1 gestora de redes sociais, 1 gestor administrativo e financeiro, 1 contador, 1 advogado, 1 tradutor de libras, 1 diretor de cinema, 1 assistente de direção, 1 diretor de fotografia, 1 produtor. Obs: O diretor geral/oficineiro está incluso entre os músicos. - Representantes de todas as regionais das cidades onde serão realizados os shows; - Como públicos das oficinas, alcançar ao menos 50% de pessoas negras e/ou indígenas, 50% de mulheres, presença/visualizações de pessoas LGBTQIA+ e pessoas com deficiência; Comprovações: Fotografias, vídeos, links dos produtos de divulgação disponibilizados na internet, certificados aos alunos das palestras, relatórios de comunicação, fotos da execução do plano de mobilização, peças gráficas do projeto.

Justificativa

O formato de circulação, serve de "ponte" entre os novos nomes da música produzida nas cidades que receberão os shows e entre o grupo e um público mais diversificado. Pretende-se com isso, formar público, apresentar o que de melhor tem-se produzido na cena musical mineira e em outras cidades do país, além de movimentar a cadeia produtiva da música das cidades onde os shows serão realizados. Com exceção de São Paulo, que foi escolhida como estratégia de dar maior visiblidade à banda no mercado nacional, as cidades escolhidas estão fora do circuito tradicional de produção e distribuição de música, o que contribui para que um número maior e diversificado de pessoas tenham acesso à música de qualidade produzida em Minas Gerais. A realização da turnê, dará ainda visibilidade à produção artística/cultural de vilas, aglomerados e favelas. O acesso aos shows será gratuito, priorizando a troca de ingressos por alimentos, nas cidades onde for possível essa proposição, e os alimentos serão doados à instituições locais que tenham atuação social. O reggae jamaicano na década de 1960, e outros movimentos de valorização das raízes e da "alma" negra, como o rap, o funk soul, o jazz, entre outros, apresentam rotineiramente ao mundo a potência descolonizadora das artes e manifestações culturais afrodiaspóricas transatlânticas, a partir da confluência sonora, de origens híbridas e crioulas. O processo de reafricanização corresponde ao movimento de apropriação pelos(as) negros(as) dos rumos de sua existência, diante da negação colonialista de sua humanidade. Processo este orientado por práticas de reconstrução de narrativas a partir de textos, discursos, performances, símbolos, musicalidades, e outros elementos culturais. Portanto, tanto o reggae quanto outros movimentos e sonoridades que compõe as bases sonoras da banda Kayajhama, podem ser compreendidos aqui como músicas populares, por trazer em suas sonoridades a vivência de uma população que busca (re)existir, pela música, criando uma estética que se conforma pelos diálogos entre os múltiplos saberes. Com a turnê, pretende-se registrar, distribuir e circular um trabalho de pesquisa e composição musical diversificada que, contribui para fortalecer a geração de novos músicos de Belo Horizonte, e que se destaca pela diversidade das linguagens rítmicas de matriz afrobrasileira como reggae, samba, rap e funk soul, mas prezando por apresentar uma matéria musical genuinamente brasileira. As atividades serão gratuitas, em equipamentos públicos, e fazem parte da agenda regular da banda, que além de sua atuação artística, desenvolve ações de valorização da cultura negra desde sua formação. É responsável pela maior movimentação e promoção de arte, cultura e cidadania de uma das maiores favelas do Brasil, o Aglomerado Serra, com shows abertos à comunidade, aulas de capoeira, oficinas, cursos e palestras em escolas públicas - atuando pela execução da Lei nº 10.639/2003, que determina a obrigatoriedade do ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira. Através deste, a banda busca dar continuidade e sustentabilidade às ações no setor da música. Os shows e produções audiovisuais fortalecem sua atuação no mercado musical não apenas diante do público, mas de produtores, editais de fomento, empresários musicais, diversificando caminhos para sua profissionalização. Por isso o projeto busca recursos para gravar, lançar e circular também os videos dos shows e capacitações profissionais em formato digital, com recursos de acessibilidade que contribuem para o acesso universal ao patrimônio imaterial afro-brasileiro de Belo Horizonte. A proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País O projeto irá alcançar os seguintes objetivos do Art. 3° da da Lei 8313/9: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023) II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; b) conservação e restauração de prédios, monumentos, logradouros, sítios e demais espaços, inclusive naturais, tombados pelos Poderes Públicos; c) restauração de obras de artes e bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural; d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; c) fornecimento de recursos para o FNC e para fundações culturais com fins específicos ou para museus, bibliotecas, arquivos ou outras entidades de caráter cultural; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: a) realização de missões culturais no país e no exterior, inclusive através do fornecimento de passagens; b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. (Redação dada pela Lei nº 9.874, de 1999)

Estratégia de execução

Cidades de moradia dos integrantes da equipe e programação: Belo Horizonte/MG (BH) – 7 pessoas Mês 4 – Diamantina/MG Sexta-Feira: 10:00 às 15:00 - Deslocamento de Belo Horizonte/MG para Diamantina/MG Transporte Terrestre - 1 Van para 15 pessoas (Até 10 pessoas com instrumentos) 16:30 às 17:00 – Deslocamento de Oficineiro para realização de Oficina Transporte de Aplicativo: 1 carro – 2 ou 3 pessoas + instrumentos/materiais Sábado: 19:00 às 19:30 / 22:00 às 22:30 - Deslocamento do hotel para o local do show em Diamantina/MG – ida e volta Transporte Terrestre - 1 Van para 15 pessoas (Até 10 pessoas com instrumentos) Domingo: 10:00 às 15:00 - Deslocamento de Diamantina/MG para Belo Horizonte/MG Transporte Terrestre - 1 Van para 15 pessoas (Até 10 pessoas com instrumentos) Mês 5 – Ouro Preto/MG Sexta-Feira: 13:00 às 15:00 - Deslocamento de Belo Horizonte/MG para Ouro Preto/MG Transporte Terrestre - 1 Van para 15 pessoas (Até 10 pessoas com instrumentos) 16:30 às 17:00 – Deslocamento de Oficineiro para realização de Oficina Transporte de Aplicativo: 1 carro – 2 ou 3 pessoas + instrumentos/materiais Sábado: 19:00 às 19:30 / 22:00 às 22:30 - Deslocamento do hotel para o local do show em Ouro Preto/MG – ida e volta Transporte Terrestre - 1 Van para 15 pessoas (Até 10 pessoas com instrumentos) Domingo: 10:00 às 12:00 - Deslocamento de Ouro Preto/MG para Belo Horizonte/MG Transporte Terrestre - 1 Van para 15 pessoas (Até 10 pessoas com instrumentos) Mês 6 – Paracatu/MG Sexta-Feira: 10:00 às 15:00 - Deslocamento de Belo Horizonte/MG para Paracatu/MG Transporte Terrestre - 1 Van para 15 pessoas (Até 10 pessoas com instrumentos) 16:30 às 17:00 – Deslocamento de Oficineiro para realização de Oficina Transporte de Aplicativo: 1 carro – 2 ou 3 pessoas + instrumentos/materiais Sábado: 19:00 às 19:30 / 22:00 às 22:30 - Deslocamento do hotel para o local do show em Paracatu/MG – ida e volta Transporte Terrestre - 1 Van para 15 pessoas (Até 10 pessoas com instrumentos) Domingo: 10:00 às 15:00 - Deslocamento de Paracatu/MG para Belo Horizonte/MG Transporte Terrestre - 1 Van para 15 pessoas (Até 10 pessoas com instrumentos) Mês 7 – São Paulo/SP Sexta-Feira: 10:00 às 15:00 - Deslocamento de Belo Horizonte/MG para São Paulo/SP Casa > Aeroporto BH: Transporte de Aplicativo: 3 carros – 2 ou 3 pessoas por carro + instrumentos/bagagem Aeroporto BH > Aeroporto SP: Transporte Aéreo – Avião – 7 pessoas Aerorporto SP > Hotel: Transporte de Aplicativo: 3 carros – 2 ou 3 pessoas por carro + instrumentos/bagagem 16:30 às 17:00 – Deslocamento de Oficineiro para realização de Oficina Transporte de Aplicativo: 1 carro – 2 ou 3 pessoas + instrumentos/materiais Sábado: 19:00 às 19:30 / 22:00 às 22:30 - Deslocamento do hotel para o local do show em São Paulo/SP – ida e volta Transporte de Aplicativo: 3 carros – 2 ou 3 pessoas por carro + instrumentos Domingo: 10:00 às 15:00 - Deslocamento de Belo Horizonte/MG para São Paulo/SP Hotel > Aeroporto SP: Transporte de Aplicativo: 3 carros – 2 ou 3 pessoas por carro + instrumentos/bagagem Aeroporto SP > Aeroporto BH: Transporte Aéreo – Avião – 7 pessoas Aerorporto BH > Casa: Transporte de Aplicativo: 3 carros – 2 ou 3 pessoas por carro + instrumentos/bagagem Mês 8 – Salvador/BA Sexta-Feira: 10:00 às 15:00 - Deslocamento de Belo Horizonte/MG para Salvador/BA Casa > Aeroporto BH: Transporte de Aplicativo: 3 carros – 2 ou 3 pessoas por carro + instrumentos/bagagem Aeroporto BH > Aeroporto SSA: Transporte Aéreo – Avião – 7 pessoas Aerorporto SSA > Hotel: Transporte de Aplicativo: 3 carros – 2 ou 3 pessoas por carro + instrumentos/bagagem 16:30 às 17:00 – Deslocamento de Oficineiro para realização de Oficina Transporte de Aplicativo: 1 carro – 2 ou 3 pessoas + instrumentos/materiais Sábado: 19:00 às 19:30 / 22:00 às 22:30 - Deslocamento do hotel para o local do show em Salvador/BA – ida e volta Transporte de Aplicativo: 3 carros – 2 ou 3 pessoas por carro + instrumentos Domingo: 10:00 às 15:00 - Deslocamento de Belo Horizonte/MG para Salvador/BA Hotel > Aeroporto SSA: Transporte de Aplicativo: 3 carros – 2 ou 3 pessoas por carro + instrumentos/bagagem Aeroporto SSA > Aeroporto BH: Transporte Aéreo – Avião – 7 pessoas Aerorporto BH > Casa: Transporte de Aplicativo: 3 carros – 2 ou 3 pessoas por carro + instrumentos/bagagem Plano de Divulgacao: Contratação de Assessoria de imprensa e Social Media (Instagram e Facebook)Impressos:Cartaz A3 – 4 cores. 100 unidades para cada cidade = 500 cartazesBanners do evento - 1,20 x 1,60. 1 unidade para cada cidade = 5 unidadesRádio:Spot – 30 segundos - veiculação local - 150 anúncios em rádios parceiras - 30 anuncios em cada cidade - 1 spot em cada cidadePlano de Divulgação:1. Elaboração de release e divulgação para mídias espontâneas, como jornais, portais de notícias, rádios e TVs, com monitoramento de publicações e clippagem;2. Criação de uma página no Instagram para compartilhamento de stories e posts, além de anúncios para impulsionar a página.3. Divulgação através de emails e mensagens inbox para a rede de contatos da proponente4. Distribuição de cartazes em estabelecimentos comerciais, culturais, educativos e outros inclusos no Plano de Mobilização.Sinalização: Backdrops e Banners com a programação nos locais dos shows

Especificação técnica

VÍDEOS: 8 videoclipes criados com imagens de registro dos shows nas 5 cidades de circulação da banda. Duração dos vídeos: A mesma duração das músicas, entre 3 min e 7 min Os vídeos contarão com tradução simultânea das letras das canções para a Linguagem Brasileira de Sinais, e com a audiodescrição das imagens no início de cada faixa. Todos os produtos serão disponibilizados gratuitamente na plataforma Youtube com acesso público e universal. Apesar dos acessos já serem gratuitos, será executado um Plano de Mobilização Social a fim de alcançar as metas de público propostas no projeto. APRESENTAÇÕES MUSICAIS E VÍDEOS: Repertório e Fichas Técnicas das Músicas: 1. Esse teu Rosto Composição: Neymar Martir / Wilton vagalume Direção Musical: Robert Frank Arranjo: Banda kayajhama Vocal e Guitarra base: Wilton Vagalume. Guitarra solo e Vocal: Wedison Teixeira. Bateria: Diogo de Paula. Percursão e voz: José Carlos (Nego Bento). Contra baixo: Luciano Reis. 2. Negra Cor Composição: Wilton Vagalume Direção Musical: Robert Frank Arranjo: Banda kayajhama Vocal e Guitarra base: Wilton Vagalume. Guitarra solo e Vocal: Wedison Teixeira. Bateria: Diogo de Paula. Percursão e voz: José Carlos (Nego Bento). Contra baixo: Luciano Reis. 3. Nova Estação Composição: Neymar Martir Direção Musical: Robert Frank Arranjo: Banda kayajhama Vocal e Guitarra base: Wilton Vagalume. Guitarra solo e Vocal: Wedison Teixeira. Bateria: Diogo de Paula. Percursão e voz: José Carlos (Nego Bento). Contra baixo: Luciano Reis. 4. Cabeça Doida Composição: Nego Bento Direção Musical: Robert Frank Arranjo: Banda kayajhama Vocal e Guitarra base: Wilton Vagalume. Guitarra solo e Vocal: Wedison Teixeira. Bateria: Diogo de Paula. Percursão e voz: José Carlos (Nego Bento). Contra baixo: Luciano Reis. 5. Reggae a Flor Composição: Sidnei zumbi Direção Musical: Robert Frank Arranjo: Banda kayajhama Vocal e Guitarra base: Wilton Vagalume. Guitarra solo e Vocal: Wedison Teixeira. Bateria: Diogo de Paula. Percursão e voz: José Carlos (Nego Bento). Contra baixo: Luciano Reis. 6. Estrada sem fim Autoria: Wilton vagalume/Banda kayajhama Ano de produção ou lançamento: 2018 Gênero Musical: Reggae/MPB 7. Título da música: Batendo de Frente Autoria: Wilton vagalume/Banda kayajhama Ano de produção ou lançamento: 2018 Gênero Musical: Reggae 8. Cavaleiro da Lua Autoria: Wilton vagalume/Banda kayajhama Ano de produção ou lançamento: 2018 Gênero Musical: Reggae

Acessibilidade

APRESENTAÇÕES MUSICAIS Acessibilidade física: Os locais das atividades já são preparados para receber pessoas com dificuldade de locomoção, rampas, corrimãos, antiderrapantes, sinalização adequada, entre outros. Entretanto, a produção se compromete a realizar adaptações complementares caso sejam necessárias; Os espaços contarão com plano de montagem que garantem a entrada, saída e conforto de pessoas com deficiência locomotiva aos espaços, incluindo a locação de banheiros químicos próprios para PCDs; Será garantido também o acesso aos portadores de necessidades especiais em áreas reservadas próximas aos palcos a fim de garantir o bem estar e a integridade física. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Monitores de Acessibilidade Acessibilidade para deficientes visuais: Monitores de acessibilidade para auxiliar pessoas com deficiência visual; Durante os shows, o Mestre de Cerimônias fará uma descrição das atividades no palco utilizando normas de audiodescrição para pessoas com deficiência visual. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Monitores de Acessibilidade Acessibilidade para deficientes auditivos: Tradução simultânea em Libras das atividades do palco, incluindo a tradução das canções durante as apresentações musicais; Será garantido também o acesso aos portadores de necessidades especiais em áreas reservadas próximas aos palcos a fim de garantir a proximidade com o tradutor de libras. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de Libras CONTRAPARTIDA SOCIALAcessibilidade física: Os locais das atividades já são preparados para receber pessoas com dificuldade de locomoção, rampas, corrimãos, antiderrapantes, sinalização adequada, entre outros. Entretanto, a produção se compromete a realizar adaptações complementares caso sejam necessárias; Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Monitores de Acessibilidade Acessibilidade para deficientes visuais: Monitores de acessibilidade para auxiliar pessoas com deficiência visual; Durante as aulas, o educador fará uma descrição das atividades no palco utilizando normas de audiodescrição para pessoas com deficiência visual; Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Monitores de Acessibilidade Acessibilidade para deficientes auditivos: Tradução simultânea em Libras da oficina em escolas que contam com público de deficientes auditivos; Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de Libras VÍDEOSAcessibilidade física: Não se aplica Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não se aplica Acessibilidade para deficientes visuais: Durante os shows transmitidos no vídeo, o Mestre de Cerimônias fará uma descrição das atividades no palco utilizando normas de audiodescrição para pessoas com deficiência visual. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não se aplica Acessibilidade para deficientes auditivos: Tradução em Libras dos vídeos completos Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de Libras Esta proposta atende às condições de acessibilidade arquitetônica, atitudinal e comunicacional conforme IN da LEIC e atendendo ao decreto 3.298, que regulamenta a Lei nº 7.853, a programação contará com adequação ao acesso e à permanência de (PcD) pessoas com deficiência em todas as atividades deste projeto.

Democratização do acesso

III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;

Ficha técnica

- nome completo: Wilton Vieira dos Santos - função no projeto: Coordenador do Projeto / Coordenação Geral - currículo resumido: Conhecido na capoeiragem como “Mestre Vagalume”, é morador do aglomerado da Serra BH, tem atualmente 48 anos. Vagalume começou praticar a capoeira na Vila Santa do cafezal, tendo como seu primeiro Mestre de capoeira o seu próprio irmão mais velho “Bambino”, isso há mais de 30 anos atrás. Em 1999 fundou a banda Kayajhama, junto aos seus dois irmãos e mais dois amigos, ativista cultural, compositor e intérprete. Em 2005 fundou o movimento Origem, movimento cultural e esportivo que tem como objetivo promover a formação cultural dos moradores do território e também gerar melhorias na saúde da população local do aglomerado serra. Logo após aperfeiçoar seu conhecimento e interesse pela capoeira, Vagalume foi treinar com o Mestre Tuchê que na época desenvolvia um projeto social na comunidade. Um pouco mais tarde, os três irmãos, Bambino, Vagalume e Pretinho foram treinar em uma academia tradicional de capoeira localizada na zona sul, onde ficaram por anos e assim chegando a receber sua graduação de contramestre. A escola capoeira Origem tem como missão o ensino da capoeira e a utilização dela como instrumento de socialização e resgate cultural. No Brasil, o grupo é liderado pelos irmãos e mestres Vagalume e Pretinho, que atuam há mais de duas décadas com trabalhos sociais, no aglomerado da Serra localizado na região centro sul de Belo Horizonte, disponibilizando o acesso a capoeira a todos, crianças, adolescentes, adultos, idosos e pessoas com deficiência. E assim pela e ânsia por conhecimento, o Wilton cursou faculdade em Educação Física nos cursos de licenciatura e bacharelado. Atualmente é estudante nos cursos de pós-graduação em Personal Trainer e História e cultura Afro-História e cultura Afro-brasileira. Assim sendo hoje uma das grandes referências na musicalidade da capoeira compondo lindas cantigas que atualmente são cantas no mundo inteiro. Atualmente leciona nas escolas da região e também desenvolve um trabalho com aulas de capoeira e musicalidade em parceria com instituições presentes no bairro Serra. - nome completo: Wedison Teireira Barros - função no projeto: Diretor Artístico - currículo resumido: Wedison Teixeira é formado em educação musical pela Universidade Estadual de Minas Gerais. É guitarrista e arranjador, professor de música, luthier (manutenção de instrumentos musicais. Guitarrista da banda Kayajhama desde 2002. Também é guitarrista da Banda com Blues, da banda Soulmine e da banda Efeito Congá e guitarrista freelancer. Atuou no processo de produção do Projeto Garimpo no ano de 2011 com a banda Kayajhama. Atuou como arranjador e guitarrista na gravação do primeiro cd da banda Kayajhama entitulado “Batendo de Frente”. Participou de festivais e mostras como o Viva Arte Festival na cidade de Nova Lima nos anos de 2021 e 2023, Descontorno em 2023, Mostra periférica nos anos de 2022 e 2023 e Vozes do Morro em 2008. - nome completo: Emerson - função no projeto: Gestor Administrativo Financeiro - currículo resumido: Possui graduação em Gestão em Tecnologia da Informação, realizou o curso de Gestão de projetos, ministrado pela Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte, e atua como Coordenador e Gestor Adm-Financeiro do Grupo Capoeira Origem no Brasil desde agosto de 1988. É Mestre de Capoeira na Capoeira Origem desde 2016. Organiza eventos de Capoeira desde o ano 2000, atuando como proponente e cooredenador de diversos projetos sociais contemplados em editais públicos de comento à cultura, como “Capoeira para Todos” 2022 (Lei Municipal), “Inclusão, capoeira e a Comunidade” 2021 (Edital Descentra – Fundo Municipal), “Capoeira Origem no Aglomerado” 2018 (Lei Municipal), “Capoeira Origem e a Comunidade” 2018 (Lei Municipal); “Oficinas Culturais – Capoeira e Puxada de Rede”, 2014 (Fundo Municipal), “Documentário Ginga Menino em Oficinas Culturais’ 2013 (Lei Municipal), com participação no curso de Gestão de projetos, ministrado pela FMC, no referido edital; - nome completo: Robert Frank - função no projeto: Produtor Musical - currículo resumido: Realizou os cursos de Formação de Agentes Culturais Juvenis, do Observatório de Juventude da FAE UFMG, realizado em 2002/2003 (15 meses), no qual, entre outras, fez oficinas de fotografia, artes e elaboração de projetos culturais, e o curso livre de formação em audiovisual pelo Projeto Co-labore, no qual teve aulas de direção, roteiro, câmera, fotografia, edição e produção cinematográfica, além de participar, como câmera, editor, diretor de arte, continuísta, entre outras funções, em diferentes curta metragens produzidos no curso, que teve duração de 9 meses; Também participou de oficinas de teoria musical ministradas por Márcia Guerra - Programa Arena da Cultura, de 1999 a 2001. Atuou como produtor musical nas gravações dos produtos culturais: álbum "Alegrias Paliativas do leprosário" (2012); EP "Olho do mundo" (2012); EP "Memorial dos abismos" (2008); EP "Paraíso Perdido nos Bolsos" (2016); EP “Atântico Corpo” (2022); DVD "Pelos - Um filme ensaio" (2012). Atuou como Diretor de arte pela Rede Minas de Televisão de agosto de 2009 a setembro de 2014, e da Imago Filmes e TV Imago durante o ano de 2014. Foi editor de Videografismo da Rede Record de Televisão de julho de 2018 a junho de 2019. Fez o Roteiro, direção, produção e edição do curta “Estranhos que acompanham” , estrelado por Adilson Maghá – 2007 e atua como ator no cinema em filmes como “Amores 1500” (ator protagonista), dirigido por Grace Passô, na série “Tarã” - estrelada por Xuxa Meneghel, no longa metragem "No Coração do Mundo", 2016 - Dirigido por Gabriel Martins e Maurílio Martins e produzido pela Filmes de Plástico, no longa metragem “Temporada”, dirigido por André Novais Oliveira – 2019, na série Hit Parade, dirigido por Marcelo Caetano, Canal Brasil, Globoplay – 2021, na série “Azul Celeste”, dirigida por Silvia Godinho, Cine Brasil TV, lançada em 2023, no curta "Contagem" - Dirigido por Gabriel Martins e Maurílio Martins e produzido pela Filmes de Plástico - 2010 e no curta metragem "O Grande Vencedor" - Dirigido por Thiago Taves Sobreiro - 2015. - nome completo: João Paulo Costa Henriques - função no projeto: Diretor Cinematográfico / Diretor Geral - currículo resumido: Bacharel em Comunicação Social, com habilitação em Radiotelevisão pela FAESA e Especialização em Cinema pela UFF - Universidade Federal Fluminense. Possui experiência com Direção de cena de filmes para cinema, publicidade e programas de televisão, experiência com liderança e execução de projetos audiovisuais com capacidade de organização, trabalho em equipe, logística de produção, fotografia, edição de imagens, operação de câmeras e principalmente direção de cena e linguagem cinematográfica. Atuou como Diretor dos videoclipes “O lutador” (Tripoint AVA), “Não importa onde vou” (Tripoint AVA) e “África” (Banda LION JUMP). Foi Assistente de direção da série “Irmãos Freitas” (Sérgio Machado) e dos filmes “A onda da vida” - (José Augusto Muleta), “ Como a noite apareceu” (Alexandre Perim) e “ O menino e o Louco” (å Ferreira).

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.