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Realizaremos espetáculos de Teatro/ circo, com muita música, dança, mimica, malabares, contos e principalmente cloWns, utilizando a linguagem do palhaço circense com improviso, as quais estudo e sou pesquisador desde 2003 quando ainda morava em São Paulo, capital. De volta pra casa (interior), em dezembro de 2008, sigo este mesmo formato em "cinco" hospitais públicos no interior, sempre com uma boa resposta, aceitação e confiança das crianças internadas, familiares, acompanhantes e de toda a equipe de profissionais que assistem os nossos espetáculos. Em 2025, eu completo 16 anos que iniciei trabalhos na região noroeste do estado de São Paulo (2009) e 21 anos de pesquisas (2004). Levaremos como contrapartida social, um espetáculo com debates e muita interação com as crianças sobre o arquétipo e história do palhaço em escolas públicas da região.
Não se aplica. Nossas ações são realizadas através de improviso com música, dança, mágica, contação de histórias e outros. Buscamos capacitação nos grandes centros através de grupos de artistas circenses e clows semelhantes, e ainda pesquisamos em livros, filmes e artistas consagrados de humor no país e no exterior para compor de improviso as nossas ações levando o lúdico adequado ao instante e as necesidades das crianças e pais que as acompanham nas internações e na espera antes do tratamento, exames e procedimentos médicos.
Objetivos gerais: A Lei de Incentivo a Cultura, tem sido de grande valia no Brasil para a difusão e democratização da cultura nas mais variadas formas das artes e possibilita levar aos mais variados ambientes e público, esta que é uma das melhores formas de expressão do ser humano. Com este objetivo, pretendemos dar continuidade com a proposta cultural PalhaÇos ArteZEROCLoWN, para que através desse projeto, no que achamos ser uma das mais puras formas de praticar a arte que é o circo e o palhaço circense. Utilizando a linguagem do palhaço circense e recursos de mágicas, malabares, música, dança, contos entre outros, estamos neste caminho a quinze anos, somente aqui na região noroeste do estado, levando cultura a hospitais da região noroeste paulista. Com um público estimado para este projeto de 2.000/ mês e com repercussão no meio artístico acreditamos muito nessa forma de difusão da cultura e ainda que ela pode durante as apresentações, amenizar um pouco do sofrimento que acompanha no tratamento de enfermidades que ocorrem principalmente as crianças. Objetivos Específicos: A proposta que submetemos este projeto pretende realizar 14 apresentações por mês/ totalizando 140 espetáculos num período de 300 DIAS(10 meses), ou seja, dejaneiro de 2025 a dezembro de 2025, distribuídos da seguinte forma: (contando a fase de Pré-Produção, que será de 60 dias, ou seja, de janeiro a fevereiro de 2025.) Hospital em São José do Rio Preto, sendo dois espetáculos por semana (8 por mês); Hospital em Votuporanga-SP, com um espetáculo por semana (4 por mês). Estes Hospitais com as mesmas necessidades de espetáculos e ações semelhantes das instituições as quais já realizamos desde 2009, entre os quais recebemos convites das Direções, para acréscimo nas cidades de Ribeirão Preto e São José do Rio Preto-SP. Dependendo do tempo que demoraremos para captar. Temos muitas empresas parceiras para nos favorecer nos incentvos graças a qualidade das nossas ações, durante todos esses anos investindo em capacitação, muitos estudos e pesquisas, dentro do espaço de treinamento para manter e equilibrar a trupe dentro de uma base sólida e o mais sincera possível com o nosso público.
O projeto se enquadra em todos os incisos do Art. 1º da Lei 8313/91, bom como nos objetivos do Art. 3º da mesma norma. I-contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; -Em todas as apresentações realizadas bem como aos espetáculos apresentados, o público terá livre acesso às fontes da cultura e exercerá o pleno exercício dos direitos culturais pois eles serão e estarão disponíveis sem a cobrança de ingresso e aberto ao público em geral; II-promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; -O Grupo é formado por artistas nascidos e formados nessa linguagem aqui mesmo no interior, mesma região onde serão apresentadas as ações e os espetáculos com a valorização dos recursos humanos, gerando emprego e renda com conteúdos locais; III-apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; -O circo está presente em todo o território nacional com seus palhaços e a sua arte. Trazemos uma pesquisa sobre essa linguagem do palhaço circense que vem desde os primeiros artistas nacionais como: Benjamim (1870_1954), PICOLINO I (1886_1962), TORRESMO (1889_1981), ARRELIA (1905_2005), CAREQUINHA (1915_2006) e mestre Piolin. Nerino Avanzi, o Picolino, viveu a infância no paulistano Teatro Polytheama, Vale do Anhangabaú. Pelas frestas assistia aos espetáculos. Fundou em 1913, em Curitiba, o Circo Nerino. Circulou junto com a mulher, a trapezista francesa Armandine Ribolá. O filho Roger Avanzi virou Picolino II. Muitas famílias participaram do Nerino, "o mais querido circo do Brasil". Em 52 anos, conquistou o "respeitável público". No livro Circo Nerino, Roger e Verônica Tamaoki (Códex/Pindorama Circus) contam a vida da companhia com paixão e lindas imagens. Brasil José Carlos Queirolo era o nome do palhaço Torresmo. Nasceu em Espírito Santo do Pinhal, cidade do Paraná. Filho de pai uruguaio e mãe argentina, sua vida inteira foi dedicada ao circo, pois ele nasceu na família do palhaço Chicharrão, seu pai, que se chamava João Carlos Queirolo, considerado um mestre do circo. Ele nasceu no dia 04 de abril de 1918. A mãe Graciana era atriz. Aos três anos Brasil José tomou parte em uma apresentação com o nome de Chicharrãozinho. Na adolescência estudou no Colégio Caetano de Campos e depois no Ginásio Ipiranga. Com os pais excursionou por todo Brasil e alguns países estrangeiros. Foi cantor de tangos e melodias mexicanas, compositor e poeta. Aprendeu a tocar saxofone, marimba, violino. Era um artista completo. No circo foi equilibrista, trapezista, malabarista, aramista e domador de animais. Mas foi, sobretudo palhaço. Foi locutor de rádio, mas ficou sabendo que a televisão ia ser inaugurada no Brasil. E apareceu na TV Tupi. Estava lá no dia 18 de setembro de 1950, ao lado de Fuzarca, com quem fez dupla. A dupla aparecia nos programas infantis, com muito sucesso. Quando Fuzarca faleceu Torresmo passou a trabalhar com seu filho, já mocinho, e que adotou o nome de Pururuca (além dele, Torresmo teve uma filha, Gladismary _ ambos do casamento com Otilia Queirolo). Torresmo também passou por outras emissoras de TV: Record, Cultura, Excelsior, Bandeirantes e Gazeta. O palhaço faleceu em 19 de agosto de 1996 com 78 anos de idade. Waldemar Seyssel, o famoso Palhaço Arrelia, cuja família se confunde com a história do circo no Brasil, é daquele tempo em que os artistas de circo praticamente nasciam no picadeiro. A arte circense ia sendo ensinada de pai para filho e nenhum membro da família pensava em se dedicar a outra atividade. Ele começou a atuar com seis meses de idade. Escolheu as artes circenses aos 17 anos. Começou como malabarista, mas fez a opção pela figura do palhaço ao ser muito aplaudido em um número. Se define como "um palhaço bem diferente; Alto e desengonçado, um tipo de rua, um misto de gente que se encontra no circo, teatro, cinema, TV e na própria rua. Um tipo que vai indo aos trambolhões, mas vai indo, mesmo sem instrução e metido a sebo". Acredita muito no estudo acurado do personagem, que vai representar e que o sucesso depende muito disso, e por isso mesmo acha que a escola de circo será um sucesso pleno." Arrelia cita grandes nomes da sua arte: Eduardo Neves, Benjamim de Oliveira, Polidoro, Caetano Namba, Serrano, Alcebíades e Henrique Seyssel, seu irmão e parceiro. Morreu em 2005, aos 99 anos na cidade do Rio de Janeiro. George Savalla Gomes nasceu em Rio Bonito no RJ. num circo onde a mãe trabalhava como trapezista. Estreou no picadeiro aos 5 anos com os jargões: "Hoje tem marmelada? Tem sim senhor. E o pa-lhaço, o que é? É ladrão de mulher!". Em 1938, estreou como cantor na Rádio Mayrink Veiga no Rio de Janeiro, no programa Picolino. Já na televisão brasileira teve como marco o fato de ter sido o primeiro palhaço a ter um programa, o "Circo Bombril" (posteriormente rebatizado "Circo do Carequinha"), programa que comandou por 16 anos na TV Tupi nas décadas de 1950 e 1960. Foi o primeiro artista a fazer sucesso na TV. Seu último trabalho na televisão foi na Rede Globo, com uma participação na minissérie Hoje é dia de Maria em 2005. Morreu aos 96 anos de idade. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) (...) festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. ESPETÁCULOS DE ARTES CÊNICAS -Este projeto, a sua arte e seus espetáculos dependem exclusivamente do fomento através do Mecenato proposto pela Lei de Incentivo. Ele só existe e ainda se mantém graças aos incentivos das empresas as quais mobilizamos para nos patrocinar com a deduções que são permitidas pela Lei 8.313/91. De 2003 a Dezembro de 2008 estive envolvido com produção e administração de um grupo de palhaços em São Paulo. Neste, inspirado no palhaço americano Michael Christensem, desenvolvi atividades voltadas a este segmento de clowns em hospitais, procurando levar ações de humanização em várias instituições de apoio, saúde e hospitais observando seus resultados positivos. Depois de Dezembro 2008 até hoje, realizamos ações na região noroeste do estado. Só a alegria nos aproxima da ação. A capacidade de exercitar essa potência interna é um importante indicador de saúde. A aptidão do palhaço em incorporar qualquer fato ao momento favorece a possibilidade de lidar com eventos geradores de tensão. Ele ajuda a lembrar da vulnerabilidade da condição humana e nos leva diretamente ao sentimento, sem análises e, assim aumenta a capacidade de nos emocionarmos e estimula reações para expandir os limites de comportamento. Esta ai a cultura como um forte agente de identificação pessoal e social, um modelo de comportamento que integra segmentos sociais e gerações, uma terapia efetiva que desperta os recursos internos do indivíduo e fomenta sua interação com o grupo e um fator essencial na promoção da saúde, na medida em que o indivíduo se realiza como pessoa e expande suas potencialidades. Este projeto propõe essa interação toda. Desde 2003 envolvido com a produção dessa atividade e há 15 anos na região noroeste paulista, acredito na difusão de cultura no ambiente hospitalar entre outras benesses já confirmadas pelos estudos acadêmicos recentes. A continuidade dessa atividade hoje já apresenta grupos empresariais interessados em patrocinar o que possibilita a sua viabilidade, pela oportunidade de se tornarem empresas de responsabilidade social e contribuir efetivamente para a inclusão cultural de todos que frequentam ou mesmo transitem temporariamente naqueles ambientes. Esses hospitais atendem 100% SUS e as pessoas que são atendidas, não têm acesso a nenhum aparelho artístico cultural, são de baixa renda, vindos de todos os estados do país e até de outros países vizinhos em situação muito pior que a nossa, principalmente no quesito circo, arte, cultura de um modo geral, educação e saúde pública.
Este nosso projeto existe há quinze anos aqui no interior do estado de São Paulo. Sempre tivemos muitas dificuldades para realizá-lo devido aos problemas culturais que envolvem as empresas e empresários, de não conhecerem e sem conhecimento não acreditam. Enfim, muito trabalho de visitas e reuniões para convencê-los a entender e acreditar e poderem incentivar ao nosso projeto. Essa fase de captação é uma das mais difíceis que considero. Este Ministério da Cultura, através do FNC, poderia prever uma verba para projetos que realmente acontecem, como os meus que são realizados há mais de quinze anos consecutivos e disponibilizar esses recursos para que eu possa executá-lo somente! É grande a dedicação e isso me atrapalha a me entregar 100 % ao meu maior e principal objetivo que é ao estudo da linguagem do palhaço circense, fazê-la melhor e com mais tempo e dedicação. É grande a dedicação e isso me atrapalha a me entregar 100 % ao meu maior e principal objetivo que é ao estudo da linguagem do palhaço circense, fazê-la melhor e com mais tempo e dedicação.
Não se aplica. Não teremos livros, nem serão dados cursos ou workshops.
ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade Física: Em todas as instituições de apoio, saúde e outras as quais realizamos as nossas ações culturais, de humanização e inclusão cultural, estão adequadas e preparadas para o acesso aos portadores de necessidades especiais e principalmente idosos, crianças e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, internadas com limitações físicas, acompanhantes e visitantes. Não haverá a necessidade de despesas como rampas de acesso ou quaisquer adequações, por conta de que, estes hospitais e inclusive seus arredores, foram construídos no térreo sem qualquer dificuldade de acesso, ou quando necessário, já estão programados e adaptados para receber seus pacientes e demais portadores. Acessibilidade de conteúdo: Nossas ações e espetáculos, são realizados nesse caso, individualmente. Com o acompanhamento da mãe, pai ou alguém da família que auxilia na transmissão das informações de diãlogo, quando for necessário. A linguagem do palhaço circense, é universal e na sua maioria, não existe diálogo e somente ações que são compreendidas por crianças de qualquer idade, inclusive a partir do nascimento. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade Física: A Assecibilidade física, nesse caso se refere inclusive nas escolas(é cumprida todas as exigências como banheiros, rampas e guias táteis) onde apresentaremos os espetáculos como contrapartidas sociais. Acessibilidade para deficientes visuais e auditivos: A acessibilidade de conteúdo quando é necessária, a criança já tem como acompanhante na escola, uma pessoa especializada para a compreensão do que será exposto. Caso especial não tenha, estaremos preparados com legenda digital e audiodescrição para adequar na compreensão.
DEMOCRATIZAÃO DE ACESSO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Seção II Da Ampliação do Acesso Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; Em todos os hospitais em que atuamos, existem transporte público seja pela prefeitura ou mesmo pela instituição de saúde que os levam para tratamento, todos os dias. IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Nossas ações sempre foram registradas, faremos tudo para permitir a captação das imagens e de todas as atividades e autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias. Sempre demos entrevistas nos locais em que realizamos os espetáculos e permitimos a veiculação seja por Tv pública, privada ou outras mídias. VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Nossas ações culturais e apresentações sempre foram prioritariamente para o público infanti e ou infantojuvenil, mas é claro que no mesmo ambiente existem pessoas e profissionais que circulam e essas ações são assistidas por todos. Haverá sempre a democratização de acesso em todas as apresentações dos artistas e atores palhaços do grupo nestas instituições. Todas as ações são abertas ao público e a comunidade em geral, sem a cobrança de ingressos. As instituições as quais propomos executar os espetáculos são em locais públicos e para pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde do SUS, (sistema único de saúde), onde qualquer cidadão tem acesso. CONTRAPARTIDA SOCIAL Seção II Da Ampliação do Acesso Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; Em todos as escolas públicas onde nos apresentaremos, existem transporte público realizado pela prefeitura, todos os dias. IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Nossas ações sempre foram registradas. Nesse caso registraremos toda o espetáculo e permitiremos a captação das imagens e de todas as atividades, autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias. Nossas apresentações serão disponiblizadas em nosso canal do youtube zeroclown2020. Sempre demos entrevistas nos locais em que realizamos os espetáculos e permitimos a veiculação seja por Tv pública, privada ou outras mídias. VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Nossas ações culturais e apresentações sempre foram prioritariamente para o público infanti e ou infantojuvenil, mas é claro que no mesmo ambiente existem pessoas e profissionais que circulam e essas ações são assistidas por todos. Haverá sempre a democratização de acesso em todas as apresentações dos artistas e atores palhaços do grupo nestas instituições.Todas as ações são abertas ao público e a comunidade em geral, sem a cobrança de ingressos. Nas escolas as quais propomos executar os espetáculos são locais públicos abertos para alunos, professores e demais colaboradores presentes.
O Dirigente ou Proponente, realizará atividades de responsabilidade pela gestão administrativa e técnico financeira do projeto e está com a sua remuneração e rubrica especificada na planilha orçamentária ALDO HAYRTON DEZAN - Proponente e ator - Será remunerado apenas nas atividades de ator, especificadas na planilha orçamentária; PATRICIA MELO – ATRIZ, FIGURINISTA e PRODUTORA VANESSA PRADO - ATRIZ RAPHAEL PAGLIUSO - ATOR e MUSICO GIOVANNI GONÇALVES MANTOVANI – DIREÇÃO E PRODUÇÃO Outros profissionais abaixo que farão produção e atuação. Execução e Produção. Juntamente com o Diretor, elencarão ações que nortearão as definições de ensaios, estudos e pesquisas e de toda a produção, juntamente com o Produtor e os atores. Estas funções são essenciais para a manutenção dos cronogramas de espetáculos e das atividades com qualidade das apresentações no Hemocentro do Hospital de Base e no HCM-Hospital da Criança e Maternidade, ambos em São José do Rio Preto/SP, na Santa Casa de Misericórdia, em Votuporanga/SP, Ribeirão Preto/SP no Hospital das Clínicas da USP, Hospital Criança. Serão contratadas, adquiridas ou realizadas conforme a disponibilidade de verba, dentro do planejamento de captação e aporte, via Lei de Incentivo Federal. Ficha Técnica ALDO HAYRTON DEZAN - ShoWkito. Graduado em Comunicação Digital FATEC-Osvaldo Cruz/SP em 2005; com habilitação em Marketing, Curso de empreendedor, finanças e vendas pelo SEBRAE, Curso Intensivo de Produção e Marketing Cultural ministrado por Sônia Kavantan, Curso de Captação e Mobilização de Recursos por Marcelo Estraviz da Diálogo Social, presidente da Associação Brasileira de Captadores de Recursos (ABCR) em São Paulo/SP, Captação de recursos na FGV-GVCets com a Profª: Márcia Pastore, diretora da ABCR, Grandes Campanhas de Mobilização de Recursos com Michel Freller e Rodrigo Alvarez da Diálogo Social em Campinas/SP. Desenvolveu projetos no Risomundi e Doutores do Riso como produtor executivo e gestor cultural de nov/2004 até dez/2008, participou da peça teatral “Esquecimento Global” em 2007. Ministrou oficinas e workshops sobre a linguagem do palhaço e a comicidade física no Risomundi em São Paulo/SP e no “Janeiro Brasileiro da Comédia 2009” em São José do Rio Preto/SP. Participou de palestras sobre vendas, criatividade emocional e motivacionais desde jan/2007. Cursou workshops de palhaço com Cristiane Paoli-Quito, Silvia Leblon e Bete Dorgam em São Paulo/SP. Acompanhou e supervisionou os palhaços do Risomundi em ambientes hospitalares, casas de apoio à crianças com câncer e outras instituições, campanhas e palestras em empresas, Sipats, feiras e congressos médicos. Firmou parcerias com pequenas e grandes empresas, sempre buscando viabilizar ações customizando os investimentos de apoiadores e patrocinadores, gerou trabalhos extras e atraiu parcerias e patrocinadores para o Risomundi. Como ator-palhaço(ShoWkito), é voluntário desde mar/2007, tendo atuado e participado de inúmeras apresentações e ações em várias instituições e hospitais públicos na Grande São Paulo/SP até dez/2008, em Votuporanga/SP e Fernandópolis/SP(Santa Casa), São José do Rio Preto/SP (Atendimento de TMO e Oncologia pediátrica no Hemocentro e ala padiátrica do 4º andar) e Barretos/SP (Hospital de Câncer – Fundação PIO XII)de dez/2008 até 2020 com o APÇ - Atos e PalhaÇos, onde fui proponente da Lei de Incentivo e coordenador responsável pelo projeto. Com o APÇ, idealizamos uma nova maneira de fazer humanização nos hospitais que foi até final de 2019 em empresas e instituições de ensino. Iniciamos o “ESCOLA DE CLOWN” em mar/2010 com o apoio da Secretaria de Educação, Cultura e Turismo de Votuporanga-projeto inédito voltado a crianças e jovens, com o objetivo de através da linguagem do palhaço como ferramenta, despertar o voluntariado desde cedo levando-os a várias instituições realizando ações solidárias. Em janeiro de 2011, passamos um mês morando no circo Picolino em Salvador/BA cursando com Breno Moroni “palhaço de picadeiro”. Em abril de 2012, vivenciamos dez dias na reserva Areões, de Índios Xavantes, em Nova Xavantina, estado de Mato Grosso/MT onde fizemos apresentações e experimentamos o “clown” com a cultura indígena e deste material será gerado um documentário inédito. Atualmente com o Grupo Zero Clown, todo reformulado e melhor preparado com novos integrantes, desde 2020 nos apresentando com espetáculos nas instituições de saúde, oficinas para grupos da região de forma voluntária a fim de disseminar a linguagem do palhaço circense entre grupos e aulas com desenho abstrato em forma de arte terapia para crianças e jovens de projetos sociais na periferia, totalmente voluntário. PATRICIA MELO - Curso de palhaço com Cristiane Paoli-Quito e Bete Dorgam em São Paulo/SP. Como atriz-palhaça(SARAOHCURA), atuou, desenvolveu e participou de várias atividades de humanização em ambiente hospitalares em São José do Rio Preto. Participou de trabalhos voluntários como atriz-palhaça, em várias instituições e hospitais públicos da região. Atuou em Votuporanga/SP (Santa de Casa de Misericordia) e São José do Rio Preto/SP (Atendimento de TMO e Oncologia pediátrica no Hemocentro e alapediátrica no HCM, Unimed Pronto Atendimento) e de jan/2020 até os dias de hoje com o Zero Clown. VANESSA PRADO - Curso de palhaço com Marcio Ballas, Cristiane Paoli-Quito e Bete Dorgam em São Paulo/SP. Como atriz-palhaça(Tagarela), atuou, desenvolveu e participou de várias atividades de humanização em ambiente hospitalares em Votuporanga e São José do Rio Preto. Participou de trabalhos voluntários como atriz-palhaça Tagarela, em várias instituições e hospitais públicos da região. Atuou em Votuporanga/SP e São José do Rio Preto/SP (Atendimento de TMO e Oncologia pediátrica no Hemocentro e ala pediátrica do HCM, Unimed Pronto atendimento e HB) e de jan/2020 até os dias de hoje com o Zero Clown. GIOVANNI GONÇALVES MANTOVANI - GIGIO Formado em Pedagogia, Curso técnico de ator, Ator e diretor. Docente e coordenador do curso de "Artes Dramáticas" no Senac-Votuporanga. Dirigiu várias peças teatrais e ministrou várias oficinas de teatro e ClownS na cidade de Votuporanga-SP. Atualmente, leciona e trabalha na Secretaria Municipal de Cultura de Votuporanga-SP. RAPHAEL PAGLIUSO - RE-MÉDIOS. Formou-se em Artes Dramáticas pelo Senac - Votuporanga em 2012, Músico, atua no Grupo TAG - Terapia do Abraço Grátis como pesquisador do estilo da terapia do abraço e palhaço, em São josé do Rio Preto desde 2000. Participa das reuniões, encontros, pesquisas e treinamentos do Zero Clown há dois anos.
PROJETO ARQUIVADO.