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Propôe-se realizar10 Concertos de música Antiga instrumental (sendo apenas 1 concerto com voz de repertório de domínio público), 07 Oficinas no formato de masterclass de música antiga para estudantes e profissionais de música interessados em conhecer esta prática interpretativa e 06 vídeos de fragmentos dos concertos de no mínimo de 1 minuto podendo ser maior, ( que serão disponibilizados em plataforma do youtube de forma gratuita) e contrapartida 16 oficinas de teclado básico para adultos ou crianças de baixa renda
Observações importantes: 1- Os master classes estão associados a vinda dos artistas convidados e seus agendamentos estão ligados a suas vindas, por isso não é possível prever qual mês exatamente que ocorrerão 2-Os ensaios previstos no orçamento do Ensemble maior Ensemble Amálgama(cello, 2 violinos, viola, guitarra barroca e teorba) que envolve o grupo formado por músicos de Campo Grande-MS sob direção musical do Duo Amálgama, ocorrerão um mês antes e no mesmo mês da apresentação conforme o agendamento dos concertos deste grupo. A agenda detalhada só será possível com a captação de recursos e com conformidade de adequação com os artistas envolvidos convidados de outros Estados. 3- A contrapartida de 16 aulas coletivas de teclado básico serão fornecidas pela Sandra Helena Tornice e serão agendadas conforme a necessidade e possibilidade da artista/ produtora/ coordenadora geral (Sandra H. Tornice), juntamente com a equipe que receberá a contrapartida (negociação a ser feita com o patrocinador e seus interesses de ação e de responsabilidade social). E a contrapartida poderá sofrer algumas modificações a fim de atender com parceria ao patrocinador em sua proposta de ação de responsabilidade social, podendo atender crianças ou adultos de alguma instituição específica ou não(conforme acordo com patrocinadores e interessados), não tendo assim um mês certo para ocorrer, mas será dentro dois oito primeiros meses, exceto o último mês que será destinado ao fechamento do mesmo. Mas atenderá uma sequência de dois meses cheios e sequenciais (frequência de Duas turmas uma vez na semana) Sinopse do projeto Os concertos de música antiga terão repertório variado e em sua maioria instrumental, todos com réplicas de instrumentos de época, e intérpretes especializados nesta prática de reconstrução da interpretação das músicas do período barroco. Serão inseridas também obras curtas de compositores de música experimental contemporânea também executadas nos instrumentos históricos, prática que vem sendo realizada ha 10 anos pelo Duo Amálgama, e é uma das propostas da proponente Cm7+ Produções artísticas. O repertório de cada concerto será diferente, mas todos com músicas do período barroco (italianas, francesas e alemãs) e na maioria na formação original em que foram escritas. Exemplo de repertório Concerto do Duo Amálgama -Sonata em La menor para cello solo e baixo contínuo Jean Baptiste Barriere(1707-1747) - Sonata em la menor para cello solo e baixo contínuo Francesco Geminiani(1687-1762) -Sonata para cello solo e baixo contínuo Domenico Gabrielli(1659-1690) -Passacaglia em Re menor para Teorba, Giovanni Girolamo Kapsberger(1580-1651) -Canarios para Guitarra barroca solo Gaspar Sanz(1640-1710) - Les Sylvains (transcrição de Robert de Visée para teorba solo) François Couperin (1668-1733) Concerto-programa Flauta Doce G.P.Telemann Trio em ré menor (flauta contralto, violino, BC) Sonata em Dó de J.S. Bach Sonata em Fá de J.S.Bach G.P.Telemann Trio em sol menor (flauta contralto, violino, BC) Concerto de violino Solo -Sonata 12 para violino solo e Baixo contínuo Isabela Leonarda -Sonata 1- Anunciação Heinrich Ignaz Frans Von Biber (das sonatas do rosário) -Sonata 12 opus 5 em re menor Arcangelo Corelli Sonata violino senza basso n.1 em sol menor Ensemble Terpsicore LÁmoroso- Canzona de Girolamo Frescobaldi Suíte Terpsicore (reunião de danças) de Michael Praetórius Descrição da atividade do projeto A proposta é de serem realizados concertos mensais e de preferência de repertório e formação variada. Os músicos convidados de outros Estados se deve bastante ao fato de ser bem escassa a demanda de música antiga em MS Buscamos formação de público na cidade de Campo Grande-MS e também proporcionar uma mostra para os estudantes e profissionais de música. Este universo musical que vem crescendo mundialmente como uma prática de interpretação histórica muito importante para o repertório barroco e ampliar os estilos sonoros musicais de forma delicada e enriquecida com timbres característicos. Classificação etária livre
Objetivos Específicos 10 Concertos de Música Antiga (Repertório Predominante do período Barroco) 07 Oficinas para público específico de orientção específica em música antiga 06 vídeos de fragmentos dos concertos realizados (mínimo de 2 minutos, sem limite máximo) Contrapartida: 16 oficinas de teclado básico ou música básica para adultos ou crianças ou adolescentes de baixa renda Objetivos Gerais Realizar Concertos gratuitos de música erudita (prioritariamente música antiga) em Campo Grande-MS Realizar algumas oficinas em formato de masterclass referentes aos assuntos ligados aos concertos oferecidos pelos próprios concertistas para estudantes e profissionais de música interessados em conhecer as práticas interpretativas de época. Fomentar a agenda cultural da cidade promovendo mais oportunidades de conhecimento histórico cultural, criação de público. Criar um ambiente de trocas de experiências, um espaço sociocultural e econômico de música antiga em Campo Grande-MS, onde não existe mercado nem para os músicos que residem na cidade trabalharem em suas especialidades musicais, como também não existe para o público receber espetáculos deste estilo. Construir um ambiente de música antiga em Campo Grande-MS Proporcionar acesso à cultura histórica mundial Aumentar conhecimentos Históricos sociais e culturais interligados entre si Diminuir a marginalidade de profissionais artísticos da música antiga no mercado cultural Fomentar a diversidade cultural para a população do Mato Grosso do Sul Atrair profissionais da música para o ambiente e conhecimento da música antiga Fomentar música ecológica, em respeito ao meio ambiente, música acústica, sem caixas de som amplificado, anti poluição sonora Aumentar a qualidade de vida com a música barroca a qual remete à vida bucólica e à natureza Conectar o brasileiro com a consciência de sua ancestralidade Multicultural formada pelos imigrantes dos países Europeus, Africanos e os povos originários. Incluir ao mercado de trabalho mulheres com formação específica em música antiga Incluir mulheres profissionais em geral na equipe do projeto Ressignificar a música barroca para poucos que sabem o que é, significar para muitos que não sabem o que é Tornar acessível ao público de forma geral o conhecimento e a degustação da música antiga Difundir e melhorar as experiências do público com a música instrumental em especial com a música experimental contemporânea brasileira, música Barroca Européia como ancestral de nossa música brasileira e a música histórica brasileira.
Justificativa I- Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, através da difusão de obras do período barroco com um cunho de reconstrução histórica. II-Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; oportunizando trabalho remunerado aos artistas da música antiga, arranjadores da música brasileira e compositores da música experimental contemporânea brasileira. III - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; produzindo concertos que resgatam a ancestralidade musical do Brasil, e mostrando todas as culturas que foram mescladas no decorrer da história do país. IV - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; promovendo concertos de música de câmara tanto da música antiga quanto da música experimental contemporânea brasileira, pois são áreas culturais muito frágeis no mercado de modo geral. V - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações, pois independentemente da nacionalidade, o indivíduo percebe que o cuidado no fazer musical, e a busca do afetar a alma através da beleza é universal, é intrínseca no ser humano empático, esta percepção gera respeito mútuo e trocas enriquecedoras. VI - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; ao ofertar concertos de música antiga conectamos todos estes aspectos, pois a música barroca existiu na Europa inicialmente, porém foi trazida para o Brasil na colonização sendo parte da raiz da música brasileira. VII - priorizar o produto cultural originário do País, ao fomentar concertos que incluam algumas peças da música experimental contemporânea brasileira, que é uma área muito frágil no mercado cultural de pouco incentivo apesar de termos no Brasil muitos compositores nesta vertente artística. VIII-Mudanças ocorrem tanto no gosto musical, quanto no conhecimento histórico musical dos ouvintes, estes foram resultados de experiências anteriores quando o Duo Amálgama pôde oferecer concertos didáticos em escolas públicas do Estado de SP, inclusive em favelas, com apoio da FUNARTE em dois anos consecutivos. E o feedback dos alunos e das escolas contempladas, foram sempre de boas recordações e experiências transformadoras, pois também os jovens se sentiram motivados a iniciarem estudos específicos de violoncelo e violão. IX- Apontar os caminhos da música barroca como herança estrutural para a música brasileira seja ela sertaneja, ou maxixe também designado posteriormente de choro X- Os músicos do Duo Amálgama e os músicos convidados para os concertos de música antiga, são especializados em interpretação barroca com embasamento de estudos específicos históricos através de tratados de época e uso de réplicas de instrumentos de época. E em Mato Grosso do Sul não há oportunidades de trabalho para atender esta demanda de profissionais, assim como no Brasil o fomento desta área é ainda muito carente, o público tem sido privado de ter acesso a este conhecimento. Esta é uma prática de interpretação dierente do músico moderno de formação "normal" que se presta a tocar música barroca, é uma prática que pode ser comparada ao trabalho de arqueologia na música, e o resultado final é muito diferente. XI- A população de Campo Grande não tem uma estrutura de música erudita diversificada e de amplas possibilidades de realizações, falta muito fomento para a música de câmara solística, e agravando o cenário as igrejas tomaram o papel de oferecer música aos fiéis (tanto em cultos como em aulas gratuitas) favorecendo uma explosão de música gospel (estilo musical americano de cunho religioso), e além disso, a classe alta tem dado preferência em seus eventos por músicas americanas de cinema e americanas pops, gerando um imperialismo cultural americano na cidade. Isto é um processo de perda da identidade e ancestralidade brasileira. Concertos como estes ajudam nesta reconstrução cultural da cidade e do país. XII- É muito importante poder oferecer oficinas com os músicos convidados, pois aqui na região não existe músicos com esta formação a não ser o Duo Amálgama que trabalha na solidão. É importante trazer aliados neste estilo e formato de interpretação, trazendo mais cultura e informação base para iniciar um interesse nesta prática e respeito aos que se dedicam nisso há anos com muito esforço e estudo. XIII- Proporcionar o contato com concertos de música barroca com atitude de reconstrução histórica das práticas interpretativas de época que incluem o uso de instrumentos de réplica, ações técnicas musicais específicas recolhidas em tratados de época, são todo um contexto de recriação musical que muitos na cidade e no país, não tem o conhecimento sequer da existência desta prática, e apesar disto, é um tipo de evento que pode gerar no indivíduo um impacto cultural muito amplo, principalmente estético, pois aumenta a percepção e sensibilidade em muitos níveis diferentes. Mas além disso, gera uma consciência de que é importante criar arte como um legado positivo no ser humano. independentemente de sua nacionalidade, o indivíduo percebe que o cuidado no fazer musical, e a busca do afetar a alma através da beleza é universal, e intrínseca no ser humano empático. XIV- Em Campo Grande-MS não existe nenhum ambiente de música antiga. Não existe mercado de trabalho para músicos de época e as pessoas não fazem idéia do que é isso. Os profissionais especializados nesta área não têm nem representação política, e em sete anos de tentativas não foram acolhidos nos programas de incentivo de editais.É muito triste ser formado e especializado numa prática artística e não ter nem onde nem com quem compartilhar este conhecimento. Os músicos de Campo Grande não sabem o que é exatamente a prática de música antiga e raras exceções puderam assistir ou fazer parte de alguma atividade dentro deste formato.É muito importante mudar este cenário, trazendo informação aos músicos e ao público de modo geral, mostrando mais possibilidades de consumo musical. "O povo sabe o que quer, mas o povo também quer o que não sabe" Gilberto Gil Este verso da música de Gilberto Gil é a melhor definição de que precisamos deixar experimentar, para criar os gostos, se oferecermos sempre do mesmo, não tem nada para criar… Os artistas de música antiga do Brasil estão cada vez mais marginalizados no mercado de trabalho, é importante criarmos iniciativas que ajudem e fomentem esta área que exige estudos específicos, muita criatividade e investimento pessoal de tempo,estudo e manutenção dos instrumentos. O músico no Estado de MS precisa de mais valorização em seu trabalho, são muitas horas dedicadas diariamente para construir e montar um concerto, no entanto isto não é percebido nem valorizado. A música erudita de forma geral precisa de apoio, e ainda mais a música contemporânea experimental brasileira , que em MS não tem chance nem em editais mesmo sendo apenas compositores da região, por isso alguns concertos serão incluídas de forma didática algumas obras encomendadas aos compositores para serem estreadas nos concertos, também outras obras já estradas porém pouco difundidas. Então, alguns concertos serão unicamente de música antiga e outros serão mesclados de música antiga como base, porém com algumas obras contemporâneas inseridas nos programa.Ajudando os compositores da região e apresentando ao público novas formas de expressão e escuta. Assim podemos diversificar, ampliar a dinâmica e paleta sonora e valorizar tanto as práticas criativas de interpretação quanto a criação de obras brasileiras.
Observações importantes: 1- Os master classes estão associados a vinda dos artistas convidados e seus agendamentos estão ligados a suas vindas, por isso não é possível prever qual mês exatamente que ocorrerão 2-Os ensaios previstos no orçamento do Ensemble maior Ensemble Amálgama(cello, 2 violinos, viola, guitarra barroca e teorba) que envolve o grupo formado por músicos de Campo Grande-MS sob direção musical do Duo Amálgama, ocorrerão um mês antes e no mesmo mês da apresentação conforme o agendamento dos concertos deste grupo. A agenda detalhada só será possível com a captação de recursos e com conformidade de adequação com os artistas envolvidos convidados de outros Estados. 3- A contrapartida de 16 aulas coletivas de teclado básico serão fornecidas pela Sandra Helena Tornice ou uma profissional capacitado para tal e serão agendadas conforme a necessidade e possibilidade da artista/ produtora/ coordenadora geral (Sandra H. Tornice), juntamente com a equipe que receberá a contrapartida (negociação a ser feita com o patrocinador e seus interesses de ação e de responsabilidade social). E a contrapartida poderá sofrer algumas modificações a fim de atender com parceria ao patrocinador em sua proposta de ação de responsabilidade social, podendo atender crianças ou adultos de alguma instituição específica ou não(conforme acordo com patrocinadores e interessados), não tendo assim um mês certo para ocorrer, mas será dentro dois oito primeiros meses, exceto o último mês que será destinado ao fechamento do mesmo. Mas atenderá uma sequência de dois meses cheios e sequenciais (frequência de Duas turmas uma vez na semana) Ficha técnica- Detalhes das atividades O projeto pretende realizar concertos de música antiga em especial do período barroco Execução A ordem não está definida, apenas os formatos e artistas estão definidos. Proposta A -Um concerto do Duo Amálgama (violoncelo barroco e teorba) formado por Gustavo Penha e Sandra Tornich Proposta B -Dois concertos de músicos convidados: Ensemble Terpsicore formado por Roger Burmester (Teorba e guitarra barroca) , João Guilherme Figueiredo (viola da gamba) apresentando um repertório do barroco francês e com uma dançarina barroca convidada, além de outras peças de estilos diferenciados do Francês sem dança barroca. -Um Masterclass de violoncelo barroco, e cordas friccionadas com repertório barroco ministrado por João Guilherme Figueiredo -Um Masterclass de cordas dedilhadas (guitarra barroca, teorba, alaúde barroco, violão) repertório barroco -Um masterclass de dança barroca, aula prática sobre coreografia de dança básica praticada na dança do período barroco, este conhecimento aumenta o repertório cultural e histórico e ajuda na compreensão de algumas questões no uso de tactos das músicas, principalmente as músicas com nomes e formas de danças usadas no barroco inclusive para dançar que eram tocadas na época. Proposta C -Um concerto piano solo- Nillo Cunha Proposta D -Um concerto de solos flauta doce barroca com Veronique Lima e trio de flauta violino barroco (Roger Ribeiro) e baixo contínuo ( Duo Amálgama no contínuo), formando um ensemble Amálgama com convidados Roger Ribeiro e Veronique Lima -Um concerto de violino barroco solo Roger Ribeiro e Duo Amálgama no baixo contínuo -Um Masterclass de violino barroco ministrado por Roger Ribeiro -Um Masterclass de flauta doce barroca e sopros com repertório barroco ministrado por Veronique Lima Proposta E -Um concerto de Cravo solo -Um Concerto canto barroco com Duo Amálgama- cello solo( Sandra Tornich) com teorba (Gustavo Penha) e Cravo (Pedro Diniz) no baixo contínuo -Um masterclass de canto barroco -Um Masterclass de instrumentos de teclado no repertório barroco ou realização de baixo contínuo. Proposta F -Dois concertos de Ensemble Amálgama (Duo Amálgama convida músicos de Campo Grande interessados na prática de música antiga para formar um ensemble da cidade, sob a direção musical do Duo amálgama - Formação: Cello, Teorba, dois violinos, viola e guitarra barroca) 7 ensaios de 3 horas para montagem e construção de interpretação histórica junto aos músicos de não formação específica, formando assim um rupo de interessados no assunto específico de interpretação barroca e suas peculiaridades nos instrumentos de época. A vinda dos artistas convidados tem o propósito de trazer estímulo e conhecimento mais aprofundado sobre uma sonoridade, solfejo, práticas específicas, e ampliar os horizontes culturais, destes músicos abertos a receber estes conhecimentos, mas também contribui culturalmente com a população da região. Currículos dos principais participantes: Maestro João Guilherme Figueiredo violoncelo barroco e viola da gamba Iniciou seus estudos de música ao violino com doze anos de idade, na cidade de Petrópolis/RJ em 1982. Aos quinze anos de idade. no violoncelo. na cidade do Rio com a professora Atelisa de Sales, depois os professores Alceu Reis, David Chew e Marcio Mallard no Rio de Janeiro. Aos 20 anos foi o primeiro violoncelista brasileiro a ingressar na classe de cello barroco do Conservatório Real de Haia, Holanda, na sob a orientação do renomado violoncelista e gambista Jaap ter Linden. Com 16 anos de idade e um ano de cello participou da primeira performance no séc. XX da Missa para Quarta Feira de Cinzas para coro. violoncelo solo e órgão do compositor mineiro do séc. XVIII Emêrico Lobo de Mesquita na cidade de Petrópolis /RJ Iniciou seus estudos na música e instrumentos barrocos com a fundação do grupo" Solistas de Câmara" do Centro Cultural do Pró Música de Juiz de Fora, junto com o violinista barroco Luís Otávio Santos em 1988, que foi o primeiro na forma trio sonata com dois violinos e baixo contínuo. Junto ao mesmo Centro Cultural deu aula como professor de violoncelo barroco nas 25 edições do festival do Pró - Música Também pesquisador das tradições clássicas do repertório do Oriente Médio e Índia e suas formas e improvisação com quartos de tom. Essas, mais suas influências na música Antiga Europeia, pesquisa realizada em conjunto a Tarab Foundation em São Paulo sob direção de Mario Afonso III. Participou como professor e concertista e maestro em diversos Festivais de Música em Universidades como UFPR, UFRG, UFF, UFRJ, Universidade de Santa Maria (RG) UFRG, UNICAMP, USP... e muitas outras! Têm também grande experiência na música para teatro participando como violoncelista de várias produções teatrais no Rio e em São Paulo com atores do nível de Nathalia Timberg, Pedro Cardoso Renata Sorrat e Cláudia Abreu participando de produções em vários SESCs Festival de Curitiba de Teatro e Gramado /RS. Atualmente viaja com a produção do espetáculo Be a Bach, espetáculo infantil com músicas do grande Johan Sebastian Bach. Em 1984 estreou em Petrópolis como violoncelista no teatro com seus 14 anos da produção do “Vestido de Noiva” sob direção musical de Jan Gueest no Palácio de Criistal. Fez parte durante Dez anos do Núcleo de Música Antiga da EMESP /Tom Jobim sob coordenação de Luís Otávio Santos. Atualmente leciona desde 2011 do Conservatório de Tatuí no Interior de São Paulo, onde atua como professor de violoncelo barroco e viola da gamba e regente do Ensemble de Performance Histórica do Conservatório de Tatuí. Em 15 de novembro de 2017 foi agraciado com a outorga do título Federal de comendador da" Ordem de Carlos Gomes" e em 13 de maio, de 2018 a honraria da medalha de adido cultural das Forças Internacionais de Paz da O.N.U pela sua contribuição a cultura deste País. Em 2019 Tocou com a Camerata Antigua de Curitiba sob a direção de Luís Otávio santos o "Dixit Dominus" de G.F.Handel com recitas em Curitiba e Sala São Paulo. Em dezembro do mesmo ano, à convite do Maestro Martinho Lutero Gallati Participou de recita do Messias de G.F.Handel com Apresentação curta Clara Couto é historiadora Mestre em História Social pela FFLCH-USP, tendo desenvolvido pesquisa junto à Sorbonne Paris IV (bolsista BEPE-FAPESP) e dissertação sobre as danças e os balés de corte como cerimoniais políticos na França do séculos XVI e XVII. É bailarina, com formação em dança clássica e contemporânea, e desde 2013 dedica-se à pesquisa e performance das danças da Renascença e do Barroco, tendo estudado em Portugal, França e Suécia com renomados mestres como: Béatrice Massin, Catarina Costa e Silva e Guillaume Jablonka, entre outros. É integrante do Passos do Barroco, grupo dedicado à pesquisa, performance e ensino da dança barroca e da notação coreográfica Beauchamp-Feuillet no Brasil, atuando em colaboração com orquestras, festivais e artistas da música antiga. Atualmente, ministra aulas regulares e oficinas de dança barroca em São Paulo. Currículo descritivo Clara Couto Clara Couto é historiadora graduada pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), tendo desenvolvido 1 ano de estudos na Université Lumière Lyon 2 – França (2009). Em 2015, obtém seu mestrado em História Social pela Universidade de São Paulo (USP), com a dissertação “Baile celeste e harmonia terrestre: O balé de corte como imagem prescritiva da harmonia cósmica e política na França (1610-1661)”. Durante o mestrado, foi contemplada com uma bolsa de pesquisa no exterior da Fapesp (BEPE-Fapesp), quando realizou estágio de pesquisa na França junto à Sorbonne Paris IV e Biblioteca Nacional da França. Participou de vários congressos e eventos acadêmicos no Brasil, França, Portugal, Espanha e Argentina, apresentando comunicações orais e conferências, além de publicações em periódicos acadêmicos. Clara Couto possui formação em Dança Clássica (1998-2005) e Dança Contemporânea (2004-2008) pelo Studio Uai Q Dança (MG-Brasil), tendo participado de vários cursos e aperfeiçoamentos em dança, educação somática e composição coreográfica com profissionais variados. Integrou a Uai Q Dança Cia de dança contemporânea (2005-2012), sob a direção de Fernanda Bevilacqua, participando como intérprete-criadora de vários trabalhos coreográficos – como “Poética da Natureza” (2006-Lei Rouanet), “Sem” (2007-Prêmio Cena Minas), “Venda” (2010), “Tempoema” (2011- Lei Municipal de Incentivo à Cultura) – e apresentando-se em diversas cidades do país. Foi professora de dança clássica, dança contemporânea e dança criativa infantil no Studio Uai Q Dança entre 2006 e 2016. Desde 2013, dedica-se à pesquisa e interpretação de danças antigas dos séculos XVI a XVIII, a partir de manuais históricos de dança, tratados e a notação coreográfica Beauchamp-Feuillet. Estudou Dança Barroca em Portugal, França e Suécia com renomados mestres como Béatrice Massin, Catarina Costa e Silva, Catherine Turocy, Cecília Gracio-Moura e Guillaume Jablonka, entre outros. Atuou como bailarina no II Festival Internacional Portingaloise – Portugal/2016, junto ao ensemble Portingaloise (direção: Catarina Costa e Silva) no espetáculo Kinski e no espetáculo infanto-juvenil Le Voyage imaginaire (Portugal, 2016). Em 2016, participou da concepção e organização do ciclo de palestras, concertos e oficinas Sentidos do Barroco, em parceria com CPF do Sesc São Paulo, CRD e Institut Français, tendo também atuado como bailarina nas “conferências dançadas” então realizadas sob a direção de Béatrice Massin. Atuou na preparação corporal e assessoria coreográfica em dança barroca para o espetáculo infantil Bê a Bach (CCBB-SP, 2017), dos grupos Furunfunfum e a Cia. Noz de Teatro, Dança e Animação. É membro do Passos do Barroco, grupo dedicado à pesquisa, performance e ensino de danças históricas no Brasil, colaborando com orquestras, festivais e artistas da música antiga. Junto ao grupo Passos do Barroco, apresentou-se no Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora (2018 e 2020), junto à Camerata Antiqua de Curitiba (2018), na Oficina de Música de Curitiba (2019) e, recentemente, participou da concepção e realização do filme de dança “Bach: entre passos e gestos” (PROAC-SP), em parceria com o violinista Emmanuele Baldini e a Sala São Paulo. Atualmente, ministra aulas regulares e oficinas de dança barroca em São Paulo. Também faz parte do Grupo Ibero-americano de Estudos de Danças Antigas (PT/BR) e do grupo de pesquisa Sentidos do Barroco (PUC/CNPQ). CURRÍCULO DUO AMÁLGAMA O Duo Amálgama é formado por Gustavo Penha (teorba e violão) e Sandra Tornice (violoncelo) e foi criado em 2010 dentro do curso do Núcleo de Música Antiga da EMESP. Desde sua formação participou alguns dos mais importantes festivais de música antiga do Brasil, tais como a Oficina de Música de Curitiba, Semana de Música Antiga UFMG e Encontro Internacional de Música Antiga EMESP. Em tais atividades o duo se aperfeiçoou sob a orientação de importantes músicos, como Luis Otávio Santos, Guilherme de Camargo, Jaap Ter Linden, Gaetano Nasillo, Alberto Motta Kanji, João Guilherme Figueiredo e Hopkinson Smith. Além de diversos recitais realizados na EMESP, em 2012 o duo realizou uma performance na Igreja Evangélica Luterana. Em 2013 e 2014, respectivamente com o Duo e Trio Amálgama (com a flautista Fernanda Pairol), realizou apresentações didáticas em escolas públicas de SP, com o apoio do Prêmio Funarte de Concertos Didáticos. Em 2016, se apresentou na UNICAMP na defesa do doutorado de Gustavo Penha e na Capela Nossa Senhora da Boa Morte de Campinas, como parte da programação de música erudita do SESC Campinas, e SESC Araraquara em SP. O duo também se apresentou em 2019 no SESC Cultura-MS e em algumas unidades da UFMS em 2018. A proposta do Duo Amálgama é portanto trabalhar não apenas o repertório barroco, mas também atuar na música contemporânea experimental, de modo a expandir as suas possibilidades expressivas e sua paleta sonora. Para isso o duo acrescenta ao seu repertório algumas peças de dois compositores brasileiros atuais, os compositores paulistanos Silvio Ferraz (nascido em 1959) e Gustavo Penha (nascido em 1983). Além de música contemporânea e barroca, o grupo também executa alguns choros e sambas em versões instrumentais para violoncelo e teorba ou violoncelo e violão, recolorindo e recriando alguns clássicos da rica tradição da música popular brasileira. A ideia é constituir concertos que agrupam uma diversidade de estilos para assim propiciar novas experiências sensitivas por meio de uma escuta que viaja por toda uma variedade de mundos musicais e sonoros. CURRÍCULOS DOS INTEGRANTES Gustavo Penha, compositor e teorbista Bacharel em composição musical pela FASM, onde estudou com Sergio Kafejian e Paulo Zuben. Estudou também com Silvio Ferraz e sob sua orientação na Unicamp realizou o Mestrado em Música, finalizado em 2010. Em 2016 concluiu sua pesquisa de doutorado, também na UNICAMP, sob orientação de Silvio Ferraz e com bolsa da FAPESP. Foi bolsista de três edições do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão, onde teve a oportunidade de estudar com Stefano Gervasoni e Claude Ledoux em 2009, e onde recebeu Mencão Honrosa em 2010 e participou de masterclass com o Arditti Quartet em 2011. Atuou como produtor e compositor na gravação dos CDs Ressonâncias do grupo Sonâncias, com o qual realizou concertos no Festival Música Nova de 2008 e séries de concertos com apoio da Petrobras em 2011 e 2012. Também atuou como prododutor do CD Imaginário, da pianista Lidia Bazarian. Ambos os CDS são dedicados à música contemporânea brasileira. Em 2012 participou do highScore Festival na cidade de Pavia, na Italia, onde teve uma peça executada pelo Quartetto Maurice e onde estudou com Amy Beth Kirsten, Mario Garuti e Dmitri Tymoczko. Em 2013 teve sua peça estudo sobre gravitação interpretada pelo The Riot Ensemble na sala LSO (London Symphony Orchestra). Entre outubro/2013 e junho/2014 realizou um estágio de pesquisa na Universidade Paris 8, na França, sob orientação dos compositores José Manuel Lopez Lopez, Anne Sédès e Alain Bonardi, como parte de seu doutorado. Durante esse estágio escreveu uma peça para violão e eletrônica para um projeto da Universidade Paris 8 com o Conservatório de Saint-Denis, bem como uma peça para percussão e eletrônica, esta que foi executada pelo grupo Les percussions de Strasbourg em concertos em Saint-Denis e Paris. Em 2014 recebeu o Prêmio Funarte de Composição Clássica, tendo participado da XXI Bienal de Música Brasileira Contemporânea de 2015. Em 2015, teve peças tocadas no auditório do MSH Paris Nord/Paris 8 e em Oxford, em concertos realizados por, respectivamente, Pedro Bittencourt e Késia Decoté. Enquanto instrumentista, estudou música popular sob orientação de Haroldo Outa, Ulisses Rocha e Ítalo Peron, e posteriormente voltou-se à prática de música erudita no Núcleo de Música Antiga da EMESP, em 2009, onde estudou sob orientação de Guilherme de Camargo. Desde então tem participado dos principais eventos de música antiga do Brasil, como a Semana de Música Antiga da UFMG, a Oficina de Música de Curitiba e a Encontro Internacional de Música Antiga da EMESP, onde se especializou em teorba e música de câmara com experientes profissionais da música antiga, como Hopkinson Smith, Rafael Bonavita, Gaetano Nasilo e Alberto Mota Kanji. Em 2010 participou da montagem da ópera Acis e Galatea, de G. F. Haendel, dirigida por Luis Otávio Santos. Atuou em diversos recitais de alunos durante o curso e nos festivais que participou. Em 2013 participou da montagem de um concerto com professores e alunos do Núcleo de Música Antiga da EMESP sob regência do belga Peter Van Heyghen. Também em 2013 concluiu seu curso no Núcleo de Música Antiga da EMESP. Atua como integrante do Duo Amálgama e do Trio Amálgama, grupos voltados à interpretação de música barroca e contemporânea, com os quais realizou atuou em concertos didáticos em 2013 e 2014 com apoio do Prêmio Funarte de Concertos Didáticos, bem como em unidades do SESC/SP em 2016 e SESC MS em 2019. Sandra Tornich, violoncelo Graduada em piano erudito pela Unicamp em 2003, iniciou seus estudos de violoncelo na Escola Municipal de Música em 1996 com Rosana Levental, e em seguida sob orientação de Dimos Goudaroulis na UNICAMP, entre 2001 e 2006, como instrumento complementar. EM 2012 Se formou no curso de violoncelo barroco no Núcleo de Música Antiga da EMESP (Escola de Música do Estado de SP), sob orientação de João Guilherme Figueiredo Durante o curso participou ativamente da prática de música de câmara (obtendo orientação com Livia Lanfranchi, Alessandro Santoro, Guilherme de Camargo e Luis Otávio Santos). Em 2010 atuou na montagem da ópera Acis e Galatea de G. F. Haendel sob a regência e direção de Luis Otavio Santos. Concluiu esse curso de violoncelo barroco da EMESP em dezembro de 2012 . Foi integrante da Orquestra Jovem do Estado em 2006. Foi integrante do grupo “IL Dolcimelo” com o qual realizou concertos em diferentes cidades do Estado de São Paulo. Colaborou com o grupo “Rinascita” de 2009 a 2015 tombado como patrimônio imaterial histórico de Cubatão. Atualmente é integrante do Duo Amálgama, com o compositor e teorbista Gustavo Penha, formação que ganhou dois Prêmios Funarte para concertos didáticos em 2013 e 2014 e se apresentou em unidades do SESC Campinas e Araraquara em 2016 e SESC Cultura-MS em 2019 e é integrante do Trio Ars Nova com o Rodrigo Falson (piano) e Hudson Campos (clarinete) o qual se formou em 2018 e se apresentou em concertos no IFMS de Campo Grande e em 2019 também no SESC Cultura-MS . Participou de vários festivais voltados à música antiga além do curso técnico, como a Oficina de música de Curitiba em 2008 e em 2010, a Semana de Música Antiga em 2009 e 2011 , o Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga em 2007 e o Encontro Internacional de Música Antiga da EMESP em 2012, 2013, nos quais teve oportunidade de estudar violoncelo barroco e música de câmara com João Guilherme Figueiredo, Gaetano Nasillo, Jaap Ter Linden, Hopkinson Smith e Alberto Motta Kanji, este último quem também foi seu professor particular durante um período. em 2016 se dedicou em violoncelo moderno sob orientação do professor Ricardo Fukuda. Em 2014 iniciou suas atividades como produtora cultural em SP com a Cm7+ Produções Artísticas, e em 2019 deu continuidade em Campo Grande-MS, tendo algumas pausas por licença maternidade e cuidados com a família durante a pandemia de COVID-19 (quando seu trabalho foi bem prejudicado, pois vinha se adaptando com a maternidade e mudança para nova cidade), atualmente vem se dedicando à produção cultural prioritariamente para promover e criar um ambiente de música antiga em Campo Grande MS e música experimental contemporânea, pois são duas áreas musicais muito marginalizadas, porém muito importantes para a diversidade artística e cultural do Estado. Veronique Lima Veronique Lima é mestre e doutora em Ciências pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), onde concluiu sua pesquisa em Musicoterapia. Bacharel em Música pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). Estudou na Escola Municipal de Música de São Paulo, onde estudou flauta-doce e piano. É formada em Musicoterapia pelo “Centro di Educazione Permanente”, Assisi, Itália. Especializada em Psicopedagogia Clínica e Institucional (Centro Universitário São Camilo); Gestão da Humanização em Serviços de Saúde pela Faculdade de Educação Permanente (FMUSP-HC) e em Psicomotricidade (Faculdades Metropolitanas Unidas). De 2007 a 2009 foi professora do curso “Didática da flauta doce para professores” nas Oficinas de Música de Curitiba. Atuou como solista (flauta doce) no concerto de Páscoa com a OSUSP, regência Ricardo Kanji (2019). Em 2011 à convite do Conservatório de Tatuí participou do II Encontro Internacional de Performance Histórica e V Encontro Nacional de flauta doce, onde realizou a oficina para professores “A flauta doce e a criança: didática e repertório”. Atuou como solista (flauta doce) em concerto com a OSESP, regência Cláudio Cruz (2004). Foi professora de flauta-doce nas Oficinas de Criatividade do Sesc Pompéia (1994-2003) e na escola Espaço Musical (2007- 2010). Em 2014 foi palestrante convidada no Congresso Internacional de Humanidades e Humanização em Saúde (FMUSP). Em 2016 e 2020 foi professora palestrante convidada na disciplina de Pediatria na Universidade Federal de São Paulo, Faculdade de Medicina (UNIFESP). Foi palestrante convidada no Congresso “International Perspectives in Music Therapy”, “Two in one: a reason to play”, Schio-Itália (2019). Em 2020 foi professora palestrante convidada no curso “Formación en modelo musicoterapia científica aplicada CASA BAUBO” (Espanha, Asociación Galega de Musicoterapia). Roger Ribeiro Mestre e Doutorando em música pela USP, é licenciado pela UFRJ e formado em violino barroco na classe do professor Luis Otavio Santos pela EMESP (2015). Fez cursos intensivos com artistas como Nicolau de Figueiredo, Amandine Beyer, Manfredo Kraemer, Mira Glodeanu, Rodolpho Richter, Cynthia Freivogel, Juliano Buosi, Marilia Vargas e outros no Brasil e na Europa. Como solista esteve a frente do ensemble de solistas da Orquestra Barroca da UNIRIO com o Centro de Música Barroca de Versalhes (RJ-2017-2019), da Orquestra Romântica do Conjunto de Música Antiga da USP (MG/SP - 2019) e da Orquestra de Alunos do festival Paessaggi Toscani (sob direção de Amandine Beyer - San Quirico D'orsia- Siena- Italia - 2017). É spalla da Orquestra Barroca da UNIRIO desde 2011 e desde 2019 atua como spalla e líder de naipe do Conjunto de Música Antiga da USP e da Camerata Cibele. Compôs distintos ensemble de música antiga do país e da América Latina; em gravacoes: a Orquestra Barroca do Festival Internacional de Juiz de Fora (2013-2014), Musica Antiga Clio( Drama Music - Londres - 2016); e em concertos variados: Os Músicos de Capela(2018), Trupe Barroca(2019), O Discurso Harmônico(2012-2017),īmpetus(2017), Comarca Antiqua (Buenos Aires-2014) e outros. Sinopse do projeto Os concertos de música antiga terão repertório variado e em sua maioria instrumental, todos com réplicas de instrumentos de época, e intérpretes especializados nesta prática de reconstrução da interpretação das músicas do período barroco. Serão inseridas também obras curtas de compositores de música experimental contemporânea também executadas nos instrumentos históricos, prática que vem sendo realizada ha 10 anos pelo Duo Amálgama, e é uma das propostas da proponente Cm7+ Produções artísticas. O repertório de cada concerto será diferente, mas todos com músicas do período barroco (italianas, francesas e alemãs) e na maioria na formação original em que foram escritas. Exemplo de repertório Concerto do Duo Amálgama -Sonata em La menor para cello solo e baixo contínuo Jean Baptiste Barriere(1707-1747) - Sonata em la menor para cello solo e baixo contínuo Francesco Geminiani(1687-1762) -Sonata para cello solo e baixo contínuo Domenico Gabrielli(1659-1690) -Passacaglia em Re menor para Teorba, Giovanni Girolamo Kapsberger(1580-1651) -Canarios para Guitarra barroca solo Gaspar Sanz(1640-1710) - Les Sylvains (transcrição de Robert de Visée para teorba solo) François Couperin (1668-1733) Concerto-programa Flauta Doce G.P.Telemann Trio em ré menor (flauta contralto, violino, BC) Sonata em Dó de J.S. Bach Sonata em Fá de J.S.Bach G.P.Telemann Trio em sol menor (flauta contralto, violino, BC) Concerto de violino Solo -Sonata 12 para violino solo e Baixo contínuo Isabela Leonarda -Sonata 1- Anunciação Heinrich Ignaz Frans Von Biber (das sonatas do rosário) -Sonata 12 opus 5 em re menor Arcangelo Corelli Sonata violino senza basso n.1 em sol menor Ensemble Terpsicore LÁmoroso- Canzona de Girolamo Frescobaldi Suíte Terpsicore (reunião de danças) de Michael Praetórius Descrição da atividade do projeto A proposta é de serem realizados concertos mensais e de preferência de repertório e formação variada. Os músicos convidados de outros Estados se deve bastante ao fato de ser bem escassa a demanda de música antiga em MS Buscamos formação de público na cidade de Campo Grande-MS e também proporcionar uma mostra para os estudantes e profissionais de música. Este universo musical que vem crescendo mundialmente como uma prática de interpretação histórica muito importante para o repertório barroco e ampliar os estilos sonoros musicais de forma delicada e enriquecida com timbres característicos.
Acessibilidade -A divulgação será feita com adaptações para acessibilidade tanto para deficientes visuais, com QR code de audiodescrição quanto com Tradução em Libras linguagem brasileira de sinais. -Serão contratados monitores de recepção focados e com treinamento em acessibilidade para os eventos -O programa dos concertos será disponível em QR code também com gravação de audiodescrição. -Os locais a serem selecionados para os eventos já são adaptados para cadeirantes e mobilidade reduzida. -Após os concertos, caso haja presença de espectadores deficientes visuais, os instrumentos usados nos concertos serão disponibilizados (com assessoria) para eles poderem tocar e sentir os instrumentos aumentando assim as suas experiências e conhecimento com relação a sonoridade, formato, peso, movimentos, posição física para tocar e materiais dos instrumentos. -Será disponibilizado um carrinho de bebê, para caso alguma família precise no momento dos concertos. - Serão feitas áudio descrições sobre as disposições e os músicos no concerto escolhido durante a execução do projeto para ser direcionado em especial para os deficientes visuais -Caso haja a captação total do valor do projeto, serão alugados brinquedos e contratados adultos para receber famílias com crianças pequenas, aumentando a acessibilidade dos adultos a este tipo de evento, visto que as crianças pequenas demandam cuidados e atenção constante, isto pode promover um descanso para os adultos cuidadores e desfrutarem dos concertos com tranquilidade. -Serão afixados adesivos de aviso de vagas reservadas para deficientes, reforçando a não utilização por quem não é deficiente. -Serão reservados lugares para deficientes visuais e físicos, sendo liberados caso não sejam preenchidos -Serão locados alguns brinquedos e contratados recreadores educativos para o horário dos concertos com a intesão de incluir e atrair famílias com crianças pequenas, favorecendo os pais para assitirem com calma os concertos e as crianças se sentirem bem e acolhidas em ambiente de brincadeira e descontração. - Será oferecido um transporte aos deficientes visuais para o concerto escolhido como especial aos deficientes visuais.
Todas as atividades serão oferecidas de forma gratuita -Serão confeccionados 06 vídeos de fragmentos dos concertos, e depois submetidos na plataforma do YOUTUBE de forma gratuita, mas há um custo de edição e gravação nesta proposta, pois um produto audiovisual de música de boa qualidade, envolve equipamentos de qualidade, não apenas serviço de fotografia. envolve microfones de alta tecnologia, técnicos e edição dos vídeos. -Serão oferecidas 16 oficinas de ensino de teclado básico para crianças ou adultos de preferência a um coletivo com marginalidade em acesso ao estudo de música. Podendo ser alterado conforme o interesse de atendimento em responsabilidade social do patrocinador. -Os concertos serão gratuitos e terão um espaço de play com recreadores educativos para crianças, ajudando famílias com crianças pequenas a conseguirem ir assistir aos concertos de forma tranquila, permitindo que os adultos tenham seu momento de lazer e cultura, e mais alegria as crianças nestes momentos, elas podendo optar por assistir aos concertos e brincar.
Ficha técnica- Detalhes das atividades O projeto pretende realizar concertos de música antiga em especial do período barroco Execução A ordem não está definida, apenas os formatos e artistas estão definidos. Informação Importante: Os nomes dos artístas sugeridos, estão especificados para organizar e exemplificar como podem ser os concertos. Não estamos presos aos artistas que por ventura não forem participar, podemos substituir por outros de mesmo peso e capacidade artística. Todos da lista foram consultados com antecedência, porém não são únicos e podem ser substituídos por este ou aquele conforme a necessidade do projeto. As propostas estão organizadas com os nomes, e o orçamento também, pois ajuda a entender as características das propostas, mas não pretendemos engessar as possibilidades de parcerias. Isto é muito importante ficar claro, por isso não anexamos as cartas de anuência. Proposta A -Um concerto do Duo Amálgama (violoncelo barroco e teorba) formado por Gustavo Penha e Sandra Tornich Proposta B -Dois concertos de músicos convidados: Ensemble Terpsicore formado por Roger Burmester (Teorba e guitarra barroca) , João Guilherme Figueiredo (viola da gamba) apresentando um repertório do barroco francês e com uma dançarina barroca convidada, além de outras peças de estilos diferenciados do Francês sem dança barroca. -Um Masterclass de violoncelo barroco, e cordas friccionadas com repertório barroco ministrado por João Guilherme Figueiredo -Um Masterclass de cordas dedilhadas (guitarra barroca, teorba, alaúde barroco, violão) repertório barroco -Um masterclass de dança barroca, aula prática sobre coreografia de dança básica praticada na dança do período barroco, este conhecimento aumenta o repertório cultural e histórico e ajuda na compreensão de algumas questões no uso de tactos das músicas, principalmente as músicas com nomes e formas de danças usadas no barroco inclusive para dançar que eram tocadas na época. Proposta C -Um concerto piano solo- Nillo Cunha Proposta D -Um concerto de solos flauta doce barroca com Veronique Lima e trio de flauta violino barroco (Roger Ribeiro) e baixo contínuo ( Duo Amálgama no contínuo), formando um ensemble Amálgama com convidados Roger Ribeiro e Veronique Lima -Um concerto de violino barroco solo Roger Ribeiro e Duo Amálgama no baixo contínuo -Um Masterclass de violino barroco ministrado por Roger Ribeiro -Um Masterclass de flauta doce barroca e sopros com repertório barroco ministrado por Veronique Lima Proposta E -Um concerto de Cravo solo -Um Concerto canto barroco com Duo Amálgama- cello solo( Sandra Tornich) com teorba (Gustavo Penha) e Cravo (Pedro Diniz) no baixo contínuo -Um masterclass de canto barroco -Um Masterclass de instrumentos de teclado no repertório barroco ou realização de baixo contínuo. Proposta F -Dois concertos de Ensemble Amálgama (Duo Amálgama convida músicos de Campo Grande interessados na prática de música antiga para formar um ensemble da cidade, sob a direção musical do Duo amálgama - Formação: Cello, Teorba, dois violinos, viola e guitarra barroca) 7 ensaios de 3 horas para montagem e construção de interpretação histórica junto aos músicos de não formação específica, formando assim um rupo de interessados no assunto específico de interpretação barroca e suas peculiaridades nos instrumentos de época. A vinda dos artistas convidados tem o propósito de trazer estímulo e conhecimento mais aprofundado sobre uma sonoridade, solfejo, práticas específicas, e ampliar os horizontes culturais, destes músicos abertos a receber estes conhecimentos, mas também contribui culturalmente com a população da região. Currículos dos principais participantes: Maestro João Guilherme Figueiredo violoncelo barroco e viola da gamba Iniciou seus estudos de música ao violino com doze anos de idade, na cidade de Petrópolis/RJ em 1982. Aos quinze anos de idade. no violoncelo. na cidade do Rio com a professora Atelisa de Sales, depois os professores Alceu Reis, David Chew e Marcio Mallard no Rio de Janeiro. Aos 20 anos foi o primeiro violoncelista brasileiro a ingressar na classe de cello barroco do Conservatório Real de Haia, Holanda, na sob a orientação do renomado violoncelista e gambista Jaap ter Linden. Com 16 anos de idade e um ano de cello participou da primeira performance no séc. XX da Missa para Quarta Feira de Cinzas para coro. violoncelo solo e órgão do compositor mineiro do séc. XVIII Emêrico Lobo de Mesquita na cidade de Petrópolis /RJ Iniciou seus estudos na música e instrumentos barrocos com a fundação do grupo" Solistas de Câmara" do Centro Cultural do Pró Música de Juiz de Fora, junto com o violinista barroco Luís Otávio Santos em 1988, que foi o primeiro na forma trio sonata com dois violinos e baixo contínuo. Junto ao mesmo Centro Cultural deu aula como professor de violoncelo barroco nas 25 edições do festival do Pró - Música Também pesquisador das tradições clássicas do repertório do Oriente Médio e Índia e suas formas e improvisação com quartos de tom. Essas, mais suas influências na música Antiga Europeia, pesquisa realizada em conjunto a Tarab Foundation em São Paulo sob direção de Mario Afonso III. Participou como professor e concertista e maestro em diversos Festivais de Música em Universidades como UFPR, UFRG, UFF, UFRJ, Universidade de Santa Maria (RG) UFRG, UNICAMP, USP... e muitas outras! Têm também grande experiência na música para teatro participando como violoncelista de várias produções teatrais no Rio e em São Paulo com atores do nível de Nathalia Timberg, Pedro Cardoso Renata Sorrat e Cláudia Abreu participando de produções em vários SESCs Festival de Curitiba de Teatro e Gramado /RS. Atualmente viaja com a produção do espetáculo Be a Bach, espetáculo infantil com músicas do grande Johan Sebastian Bach. Em 1984 estreou em Petrópolis como violoncelista no teatro com seus 14 anos da produção do “Vestido de Noiva” sob direção musical de Jan Gueest no Palácio de Criistal. Fez parte durante Dez anos do Núcleo de Música Antiga da EMESP /Tom Jobim sob coordenação de Luís Otávio Santos. Atualmente leciona desde 2011 do Conservatório de Tatuí no Interior de São Paulo, onde atua como professor de violoncelo barroco e viola da gamba e regente do Ensemble de Performance Histórica do Conservatório de Tatuí. Em 15 de novembro de 2017 foi agraciado com a outorga do título Federal de comendador da" Ordem de Carlos Gomes" e em 13 de maio, de 2018 a honraria da medalha de adido cultural das Forças Internacionais de Paz da O.N.U pela sua contribuição a cultura deste País. Em 2019 Tocou com a Camerata Antigua de Curitiba sob a direção de Luís Otávio santos o "Dixit Dominus" de G.F.Handel com recitas em Curitiba e Sala São Paulo. Em dezembro do mesmo ano, à convite do Maestro Martinho Lutero Gallati Participou de recita do Messias de G.F.Handel com Apresentação curta Clara Couto é historiadora Mestre em História Social pela FFLCH-USP, tendo desenvolvido pesquisa junto à Sorbonne Paris IV (bolsista BEPE-FAPESP) e dissertação sobre as danças e os balés de corte como cerimoniais políticos na França do séculos XVI e XVII. É bailarina, com formação em dança clássica e contemporânea, e desde 2013 dedica-se à pesquisa e performance das danças da Renascença e do Barroco, tendo estudado em Portugal, França e Suécia com renomados mestres como: Béatrice Massin, Catarina Costa e Silva e Guillaume Jablonka, entre outros. É integrante do Passos do Barroco, grupo dedicado à pesquisa, performance e ensino da dança barroca e da notação coreográfica Beauchamp-Feuillet no Brasil, atuando em colaboração com orquestras, festivais e artistas da música antiga. Atualmente, ministra aulas regulares e oficinas de dança barroca em São Paulo. Currículo descritivo Clara Couto Clara Couto é historiadora graduada pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), tendo desenvolvido 1 ano de estudos na Université Lumière Lyon 2 – França (2009). Em 2015, obtém seu mestrado em História Social pela Universidade de São Paulo (USP), com a dissertação “Baile celeste e harmonia terrestre: O balé de corte como imagem prescritiva da harmonia cósmica e política na França (1610-1661)”. Durante o mestrado, foi contemplada com uma bolsa de pesquisa no exterior da Fapesp (BEPE-Fapesp), quando realizou estágio de pesquisa na França junto à Sorbonne Paris IV e Biblioteca Nacional da França. Participou de vários congressos e eventos acadêmicos no Brasil, França, Portugal, Espanha e Argentina, apresentando comunicações orais e conferências, além de publicações em periódicos acadêmicos. Clara Couto possui formação em Dança Clássica (1998-2005) e Dança Contemporânea (2004-2008) pelo Studio Uai Q Dança (MG-Brasil), tendo participado de vários cursos e aperfeiçoamentos em dança, educação somática e composição coreográfica com profissionais variados. Integrou a Uai Q Dança Cia de dança contemporânea (2005-2012), sob a direção de Fernanda Bevilacqua, participando como intérprete-criadora de vários trabalhos coreográficos – como “Poética da Natureza” (2006-Lei Rouanet), “Sem” (2007-Prêmio Cena Minas), “Venda” (2010), “Tempoema” (2011- Lei Municipal de Incentivo à Cultura) – e apresentando-se em diversas cidades do país. Foi professora de dança clássica, dança contemporânea e dança criativa infantil no Studio Uai Q Dança entre 2006 e 2016. Desde 2013, dedica-se à pesquisa e interpretação de danças antigas dos séculos XVI a XVIII, a partir de manuais históricos de dança, tratados e a notação coreográfica Beauchamp-Feuillet. Estudou Dança Barroca em Portugal, França e Suécia com renomados mestres como Béatrice Massin, Catarina Costa e Silva, Catherine Turocy, Cecília Gracio-Moura e Guillaume Jablonka, entre outros. Atuou como bailarina no II Festival Internacional Portingaloise – Portugal/2016, junto ao ensemble Portingaloise (direção: Catarina Costa e Silva) no espetáculo Kinski e no espetáculo infanto-juvenil Le Voyage imaginaire (Portugal, 2016). Em 2016, participou da concepção e organização do ciclo de palestras, concertos e oficinas Sentidos do Barroco, em parceria com CPF do Sesc São Paulo, CRD e Institut Français, tendo também atuado como bailarina nas “conferências dançadas” então realizadas sob a direção de Béatrice Massin. Atuou na preparação corporal e assessoria coreográfica em dança barroca para o espetáculo infantil Bê a Bach (CCBB-SP, 2017), dos grupos Furunfunfum e a Cia. Noz de Teatro, Dança e Animação. É membro do Passos do Barroco, grupo dedicado à pesquisa, performance e ensino de danças históricas no Brasil, colaborando com orquestras, festivais e artistas da música antiga. Junto ao grupo Passos do Barroco, apresentou-se no Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora (2018 e 2020), junto à Camerata Antiqua de Curitiba (2018), na Oficina de Música de Curitiba (2019) e, recentemente, participou da concepção e realização do filme de dança “Bach: entre passos e gestos” (PROAC-SP), em parceria com o violinista Emmanuele Baldini e a Sala São Paulo. Atualmente, ministra aulas regulares e oficinas de dança barroca em São Paulo. Também faz parte do Grupo Ibero-americano de Estudos de Danças Antigas (PT/BR) e do grupo de pesquisa Sentidos do Barroco (PUC/CNPQ). CURRÍCULO DUO AMÁLGAMA O Duo Amálgama é formado por Gustavo Penha (teorba e violão) e Sandra Tornice (violoncelo) e foi criado em 2010 dentro do curso do Núcleo de Música Antiga da EMESP. Desde sua formação participou alguns dos mais importantes festivais de música antiga do Brasil, tais como a Oficina de Música de Curitiba, Semana de Música Antiga UFMG e Encontro Internacional de Música Antiga EMESP. Em tais atividades o duo se aperfeiçoou sob a orientação de importantes músicos, como Luis Otávio Santos, Guilherme de Camargo, Jaap Ter Linden, Gaetano Nasillo, Alberto Motta Kanji, João Guilherme Figueiredo e Hopkinson Smith. Além de diversos recitais realizados na EMESP, em 2012 o duo realizou uma performance na Igreja Evangélica Luterana. Em 2013 e 2014, respectivamente com o Duo e Trio Amálgama (com a flautista Fernanda Pairol), realizou apresentações didáticas em escolas públicas de SP, com o apoio do Prêmio Funarte de Concertos Didáticos. Em 2016, se apresentou na UNICAMP na defesa do doutorado de Gustavo Penha e na Capela Nossa Senhora da Boa Morte de Campinas, como parte da programação de música erudita do SESC Campinas, e SESC Araraquara em SP. O duo também se apresentou em 2019 no SESC Cultura-MS e em algumas unidades da UFMS em 2018. A proposta do Duo Amálgama é portanto trabalhar não apenas o repertório barroco, mas também atuar na música contemporânea experimental, de modo a expandir as suas possibilidades expressivas e sua paleta sonora. Para isso o duo acrescenta ao seu repertório algumas peças de dois compositores brasileiros atuais, os compositores paulistanos Silvio Ferraz (nascido em 1959) e Gustavo Penha (nascido em 1983). Além de música contemporânea e barroca, o grupo também executa alguns choros e sambas em versões instrumentais para violoncelo e teorba ou violoncelo e violão, recolorindo e recriando alguns clássicos da rica tradição da música popular brasileira. A ideia é constituir concertos que agrupam uma diversidade de estilos para assim propiciar novas experiências sensitivas por meio de uma escuta que viaja por toda uma variedade de mundos musicais e sonoros. CURRÍCULOS DOS INTEGRANTES Gustavo Penha, compositor e teorbista Bacharel em composição musical pela FASM, onde estudou com Sergio Kafejian e Paulo Zuben. Estudou também com Silvio Ferraz e sob sua orientação na Unicamp realizou o Mestrado em Música, finalizado em 2010. Em 2016 concluiu sua pesquisa de doutorado, também na UNICAMP, sob orientação de Silvio Ferraz e com bolsa da FAPESP. Foi bolsista de três edições do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão, onde teve a oportunidade de estudar com Stefano Gervasoni e Claude Ledoux em 2009, e onde recebeu Mencão Honrosa em 2010 e participou de masterclass com o Arditti Quartet em 2011. Atuou como produtor e compositor na gravação dos CDs Ressonâncias do grupo Sonâncias, com o qual realizou concertos no Festival Música Nova de 2008 e séries de concertos com apoio da Petrobras em 2011 e 2012. Também atuou como prododutor do CD Imaginário, da pianista Lidia Bazarian. Ambos os CDS são dedicados à música contemporânea brasileira. Em 2012 participou do highScore Festival na cidade de Pavia, na Italia, onde teve uma peça executada pelo Quartetto Maurice e onde estudou com Amy Beth Kirsten, Mario Garuti e Dmitri Tymoczko. Em 2013 teve sua peça estudo sobre gravitação interpretada pelo The Riot Ensemble na sala LSO (London Symphony Orchestra). Entre outubro/2013 e junho/2014 realizou um estágio de pesquisa na Universidade Paris 8, na França, sob orientação dos compositores José Manuel Lopez Lopez, Anne Sédès e Alain Bonardi, como parte de seu doutorado. Durante esse estágio escreveu uma peça para violão e eletrônica para um projeto da Universidade Paris 8 com o Conservatório de Saint-Denis, bem como uma peça para percussão e eletrônica, esta que foi executada pelo grupo Les percussions de Strasbourg em concertos em Saint-Denis e Paris. Em 2014 recebeu o Prêmio Funarte de Composição Clássica, tendo participado da XXI Bienal de Música Brasileira Contemporânea de 2015. Em 2015, teve peças tocadas no auditório do MSH Paris Nord/Paris 8 e em Oxford, em concertos realizados por, respectivamente, Pedro Bittencourt e Késia Decoté. Enquanto instrumentista, estudou música popular sob orientação de Haroldo Outa, Ulisses Rocha e Ítalo Peron, e posteriormente voltou-se à prática de música erudita no Núcleo de Música Antiga da EMESP, em 2009, onde estudou sob orientação de Guilherme de Camargo. Desde então tem participado dos principais eventos de música antiga do Brasil, como a Semana de Música Antiga da UFMG, a Oficina de Música de Curitiba e a Encontro Internacional de Música Antiga da EMESP, onde se especializou em teorba e música de câmara com experientes profissionais da música antiga, como Hopkinson Smith, Rafael Bonavita, Gaetano Nasilo e Alberto Mota Kanji. Em 2010 participou da montagem da ópera Acis e Galatea, de G. F. Haendel, dirigida por Luis Otávio Santos. Atuou em diversos recitais de alunos durante o curso e nos festivais que participou. Em 2013 participou da montagem de um concerto com professores e alunos do Núcleo de Música Antiga da EMESP sob regência do belga Peter Van Heyghen. Também em 2013 concluiu seu curso no Núcleo de Música Antiga da EMESP. Atua como integrante do Duo Amálgama e do Trio Amálgama, grupos voltados à interpretação de música barroca e contemporânea, com os quais realizou atuou em concertos didáticos em 2013 e 2014 com apoio do Prêmio Funarte de Concertos Didáticos, bem como em unidades do SESC/SP em 2016 e SESC MS em 2019. Sandra Tornice, violoncelo Graduada em piano erudito pela Unicamp em 2003, iniciou seus estudos de violoncelo na Escola Municipal de Música em 1996 com Rosana Levental, e em seguida sob orientação de Dimos Goudaroulis na UNICAMP, entre 2001 e 2006, como instrumento complementar. EM 2012 Se formou no curso de violoncelo barroco no Núcleo de Música Antiga da EMESP (Escola de Música do Estado de SP), sob orientação de João Guilherme Figueiredo Durante o curso participou ativamente da prática de música de câmara (obtendo orientação com Livia Lanfranchi, Alessandro Santoro, Guilherme de Camargo e Luis Otávio Santos). Em 2010 atuou na montagem da ópera Acis e Galatea de G. F. Haendel sob a regência e direção de Luis Otavio Santos. Concluiu esse curso de violoncelo barroco da EMESP em dezembro de 2012 . Foi integrante da Orquestra Jovem do Estado em 2006. Foi integrante do grupo “IL Dolcimelo” com o qual realizou concertos em diferentes cidades do Estado de São Paulo. Colaborou com o grupo “Rinascita” de 2009 a 2015 tombado como patrimônio imaterial histórico de Cubatão. Atualmente é integrante do Duo Amálgama, com o compositor e teorbista Gustavo Penha, formação que ganhou dois Prêmios Funarte para concertos didáticos em 2013 e 2014 e se apresentou em unidades do SESC Campinas e Araraquara em 2016 e SESC Cultura-MS em 2019 e é integrante do Trio Ars Nova com o Rodrigo Falson (piano) e Hudson Campos (clarinete) o qual se formou em 2018 e se apresentou em concertos no IFMS de Campo Grande e em 2019 também no SESC Cultura-MS . Participou de vários festivais voltados à música antiga além do curso técnico, como a Oficina de música de Curitiba em 2008 e em 2010, a Semana de Música Antiga em 2009 e 2011 , o Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga em 2007 e o Encontro Internacional de Música Antiga da EMESP em 2012, 2013, nos quais teve oportunidade de estudar violoncelo barroco e música de câmara com João Guilherme Figueiredo, Gaetano Nasillo, Jaap Ter Linden, Hopkinson Smith e Alberto Motta Kanji, este último quem também foi seu professor particular durante um período. em 2016 se dedicou em violoncelo moderno sob orientação do professor Ricardo Fukuda. Em 2014 iniciou suas atividades como produtora cultural em SP com a Cm7+ Produções Artísticas, e em 2019 deu continuidade em Campo Grande-MS, tendo algumas pausas por licença maternidade e cuidados com a família durante a pandemia de COVID-19 (quando seu trabalho foi bem prejudicado, pois vinha se adaptando com a maternidade e mudança para nova cidade), atualmente vem se dedicando à produção cultural prioritariamente para promover e criar um ambiente de música antiga em Campo Grande MS e música experimental contemporânea, pois são duas áreas musicais muito marginalizadas, porém muito importantes para a diversidade artística e cultural do Estado. Veronique Lima Veronique Lima é mestre e doutora em Ciências pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), onde concluiu sua pesquisa em Musicoterapia. Bacharel em Música pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). Estudou na Escola Municipal de Música de São Paulo, onde estudou flauta-doce e piano. É formada em Musicoterapia pelo “Centro di Educazione Permanente”, Assisi, Itália. Especializada em Psicopedagogia Clínica e Institucional (Centro Universitário São Camilo); Gestão da Humanização em Serviços de Saúde pela Faculdade de Educação Permanente (FMUSP-HC) e em Psicomotricidade (Faculdades Metropolitanas Unidas). De 2007 a 2009 foi professora do curso “Didática da flauta doce para professores” nas Oficinas de Música de Curitiba. Atuou como solista (flauta doce) no concerto de Páscoa com a OSUSP, regência Ricardo Kanji (2019). Em 2011 à convite do Conservatório de Tatuí participou do II Encontro Internacional de Performance Histórica e V Encontro Nacional de flauta doce, onde realizou a oficina para professores “A flauta doce e a criança: didática e repertório”. Atuou como solista (flauta doce) em concerto com a OSESP, regência Cláudio Cruz (2004). Foi professora de flauta-doce nas Oficinas de Criatividade do Sesc Pompéia (1994-2003) e na escola Espaço Musical (2007- 2010). Em 2014 foi palestrante convidada no Congresso Internacional de Humanidades e Humanização em Saúde (FMUSP). Em 2016 e 2020 foi professora palestrante convidada na disciplina de Pediatria na Universidade Federal de São Paulo, Faculdade de Medicina (UNIFESP). Foi palestrante convidada no Congresso “International Perspectives in Music Therapy”, “Two in one: a reason to play”, Schio-Itália (2019). Em 2020 foi professora palestrante convidada no curso “Formación en modelo musicoterapia científica aplicada CASA BAUBO” (Espanha, Asociación Galega de Musicoterapia).
PROJETO ARQUIVADO.