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Este projeto porpõe como objeto final a publicação de um livro de artes, de autoria do curador e editor Bené Fonteles, Malabares do artista visual baiano Fernando Coelho. Quando publicado, o oivro se constitirá como um dos maiores resgates sobre a vida e obra de um artista já produzido na Bahia. O livro Malabares, é a antologia de uma trajetória extraordinária e original de seis décadas dedicados ao afinco da arte do prazer de pintar. O artista visual Fernando Coelho foi sempre leal a sua verdade, a mais poética e singular compreensão do universo de sua cidade Salvador. Nela, gravita no Universo e na Arte com cosmovisões vastas do universal. Quando publicado, o livro de autoria do curador e editor Bené Fonteles, será uma grande contribuição para toda uma comunidade de estudantes, pesquisadores e artistas das Artes Visuais, em torno do modo de fazer e de pensar como o desenvolvido pelo artista visual, Fernado Coelho.
Diante desta série de pinturas que acompanho o laborioso e árduo fazer há mais de uma década - visitando o atelier de Fernando Coelho em Salvador -, sinto-me diante de cada obra como frente à boca-de-cena de um cenário dramático, nunca trágico, apenas eivado do poético. Testemunhei desenvolverem-se mutações de imagens de anos há anos, grávidos dentro de uma “geometria lírica” perante cada obra, cujos feitos e efeitos dos dramas, não só pictóricos, descortinavam figuras fantásticas e extraordinárias com grande poder de nos seduzir e sacudir o imaginário em emoção única, fluída, infinita. Tudo me fazia - obras e conversas – para sair do atelier recriando cada pintura como se pertencidas somente a meu imaginário desafiado e especuloso. Digo que o artista faz somente 50% com sua obra, o resto fica para quem a sente, segundo suas referências culturais e espirituais. Assim, cada obra aberta de Fernando Coelho, nos especula sobre as identidades múltiplas de nossas identificações. Carregadas de ricas e transmutadas referências de toda a história da arte das quais ele se fartou e assimilou ao nos transcriar generoso em imagens poderosas e seminais. Fernando mais do que pinta, ele nos provoca e liberta das convenções ao perverter nosso olhar viciado na normose. A riqueza e ousadia cromática – qual indígena ao compor sua arte plumária - na construção de uma estética em que a colagem se interpõe, mas não se impõe, é sempre pintura o que vislumbra e realiza com sabedoria conceitual, que alia a sua criança que brinca de fazer da arte um ato de inteligência sensível, madura, arguta e construtiva ao fazer-se sábio pontífice entre a abstração e a figuração. Tem um humor mais do que fino, uma sutil e hábil agilidade de cruzar e citar referências dos mestres armazenadas numa memória vasta de mais de 80 anos de bem-viver. Esta série de uma década que ele chama de Malabares, versa sobre a habilidade de lidar com situações limites - como os artistas de rua - de extremo desafio e insegurança, onde a incerteza e a instabilidade medram e são, também, instrumentos leais a um pintor que se desafia como Fernando. Ele abandona em 1975 as certezas de sua pintura consagrada e faz uma histórica exposição no Museu de Arte Moderna da Bahia – para qual fiz curadoria – e pinta o que pode ser o fundamento da obra atual, a obra “O menino que sonhava colorido” com um equilibrista visitando a incerteza. Quase malabares! Em texto do mesmo ano e sobre esta mostra, o poeta e crítico Wilson Rocha diz que as pinturas de Coelho são de uma profunda e dilacerante solidão e onde reside a tensão, e nisso, o impacto de sua eficácia expressiva. E ainda diz: Fernando escreve-se na grande aventura do artista afirmando-se humano e como sobrevivente de sua natural liberdade, que era o seu próprio e único modo de viver. Então, está, nesta natural liberdade, tão cara, a busca formal de Coelho, a principal força expressiva e filosófica que o move a fazer arte há mais de 50 anos. Tudo com uma sinceridade visceral a serviço da emoção que não só nos desconstroem certezas, mas acima de tudo, reaviva os sentidos carentes de uma educação da percepção e da sensibilidade que se nos põe, a partir de suas pinturas, em pleno avesso poético/estético. Fernando nos desacomoda dentro de seus cenários/pinturas, nos dá direito a desconfigurar e recompor a rasa realidade. Em cada obra monta e remonta sua própria estória, enquanto transforma e propõe à história da arte no país uma outra narrativa estética. Vibra uma poesis mais que original, digna de seus mais singulares artistas que tiveram a coragem de se reinventar e inventar outros paradigmas. Há quase sonoridades nas cores a configurar asteroides, rotatórias cósmicas, sinais gráficos universais que ressoam em aglomerados galácticos em completa sinestesia. Um diálogo do possível com o impossível onde estranhos seres de um cosmo ressoante gravitam assim na Terra como no Cosmo. Tudo numa geometria densa e luminosa, polifônica numa epifania que quer a eternidade da arte. As mais que pinturas nos lembram o que disse o pré-socrático Heráclito: Tudo discorda em harmonia universal. Ao partir da colagem de seus recortes abstratos – como Matisse fez com papéis coloridos quando já não podia mais pintar com tintas tóxicas – Fernando os cola à tela para saber do efeito mutante, mas se não os incorpora, os pinta e repinta dando quase a tela uma pele tridimensional na novidade vasta da colagem/pintura, que de tão íntima e transversal no jogo lúdico, expõe texturas e formas amalgamadas, põe seus malabares conceituais à beira do mais belo abismo que já nos é a vida com o aval da arte. A pintura é a principal discussão, mas nunca discurso. Com sutilezas poéticas e liberdades cromáticas inusitadas, Fernando faz da metáfora “malabares” a sua liberdade antiga na habilidade de saber lidar com a técnica a favor da ousadia no labor artesanal suado na caverna atelier onde ele, como um xamã/artista, experimenta e ama o prazer da pintura na arte/vida com as quais é um só. Seu mito da caverna mostra-lhe a face vera de sua dilacerante solidão, a tensão que já é a responsabilidade de expor-se ao mundo em cada obra em que ele nos diz do ansioso e do medo de ser e estar nele por inteiro e, portanto, íntegro. Na fatura artesanal das potentes pinturas e com o rigor de sua pintura construída com tramas luminosas, ele mesmo é posto ao avesso e do avesso. Vislumbrado e alumbrado, surge vitorioso dos mais profundos escuros da alma com o poder da imanência de criar uma complexa originalidade pictórica além do ato do construtivo. Fernando nos põe em poder de suspensão e espanto pela radiância transgressiva de ir além de uma realidade que nem ele, nem nós, mais suportamos e, por isso, precisamos fazer-se Arte. Por isso, e mais que por isso, essa sua grande arte nos encoraja e ilumina!
Objetivo Geral: Produzir 2.000 exemplares do Livro de autoria do curador e editor Bené Fonteles - Malabares do artista visual baiano Fernando Coelho, com curadoria do artista, pesquisador e crítico de artes Bené Fonteles que acompanha sua obra desde a curadoria de uma exposição do artista feita em 1975 no Museu de Arte Moderna da Bahia, o livro contém além das imagens de obras pontuais de suas mostras individuais nos mais de 60 anos de sua trajetória, toda a fortuna crítica escrita por importantes críticos de arte e curadores e uma cronologia para entendimento de seu percurso de mostras no Brasil e no exterior. Objetivos Específicos: Realizar 1 lançamento do livro para publico geral na Galeria Paulo Darzé, em Salvador, na Bahia; Realizar 1 lançamento do livro para alunos e artistas na Escola de Belas Artes, UFBA, em Salvador, na Bahia; Realizar 1 lançamento do livro para alunos e artistas da região na Universidade Federal do reconcavo, UFRB, em Cachoeira, na Bahia; Realizar 01 palestra/Roda de Conversa com o autor na Galeria Paulo Darzé; Realizar 01 palestra/Roda de Conversa com o curador Bené Fonteles na Galeria Paulo Darzé; Realizar 01 palestra/Roda de Conversa com o curador Bené Fonteles na Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia; Realizar 01 palestra/Roda de Conversa com o curador Bené Fonteles na Universidade Federal do Recôncavo Bahia; Doar 200 cópias do livro para as bibliotecas públicas do estado da Bahia; e 200 para as Universidade Federais da Bahia a doação será para as Universidades que possuam cursos de Artes Visuais, a exemplo da: UFBA; UFRB; UFOB; UNIFASF e a UFSB;
Fernando Coelho é um dos mais importantes artistas visuais de sua geração na Bahia, a mesma de Mario Cravo Jr, Rubem Valentim, Caribé, Calazans Neto e Juarez Paraiso. Sua obra extraordinária de pinturas e desenhos feita com vigor criativo e rigor técnico e com intensa originalidade, está ainda a desafiar nosso imaginário, mas, no entanto, ainda não é suficientemente conhecida e reconhecida na arte brasileira.Este livro quer suprir esta lacuna documentando suas diversas fases com o inventário de suas mais importantes exposições individuais realizadas em museus e galerias dos anos de 1970 a 2024. Organizado por Bené Fonteles que acompanha sua obra desde a curadoria de uma exposição do artista feita em 1975 no Museu de Arte Moderna da Bahia, o livro contém além das imagens de obras pontuais de suas mostras individuais nos mais de 60 anos de sua trajetória, toda a fortuna crítica escrita por importantes críticos de arte e curadores e uma cronologia para entendimento de seu percurso de mostras no Brasil e no exterior. Neste sentido, a necessidade do uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para financiamento deste projeto em tela, Malabares do artista visual baiano Fernando Coelho, de autoria do curador e editor Bené Fonteles, se justifica em função das políticas culturais para o apoio para publicações de principalmente de artes visuaise neste recorte da pintura, por parte dos patrocinadores no Brasil. De modo que a possibilidade de termos um incentivo do governo federal que promoverá um maior alcance de possíveis empresas que são potenciais apoiadores graças as modelos do mecanismo oferecido nesta Lei. Neste sentido e ao que se refere o Art. 1° desta Lei de Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para financiamento da publicação do livro Malabares do artista visual baiano Fernando Coelho, bem como de suas atividades subseguntes, tais como o Seminãrios e as ações de lançamento, se enquadram aos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Ainda segundo este Artigo 1º desta Lei de Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para financiamento a publicação do livro Panorama da Fotografia da Bahia, do séc. XX atenderá os seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:
Neste link será possivel ver o estudo para a produção do livro Malabares do artista Visual Fernando Coelho - https://1drv.ms/b/s!AndGBbx6x5nqiu8xF76tWr_0_HOGGg?e=OQrEvE
Detalhamento técnico do livro Malabares - Fernando Coelho Tiragem: 2.000 exemplares Projeto gráfico, editoração eletrônica, diagramação e arte final para arquivo de impressão, tem as seguintes características: Formato: 23 x 30cm (fechado)Miolo em papel couchê fosco 150 gr. (pode usar o couchê 120 para diminuir a espessura e o peso do livro)Número de páginas: 650 páginas, 4x4 coresCapa dura revestida em papel couché fosco 150 gr. em 4x0 coresAcabamento com lombada quadrada, costura de linha, aplicação de laminação fosca na capa e plastificação shrink
O livro Malabares - Fernando Coelho terá QR code com acesso AD para a audiodescrição de todo o conteúdo do livro. Toda a divulgação e ações de comunicação do projeto feita em redes sociais contará com legendas e audiodescrição. As palestras bem como os eventos de lançamentos, contarão com intérpretes de Libras para atender ao público surdo e ensurdecido.
A democratização de acesso dos 2.000 exemplares do Livro Malabares do artista visual baiano Fernando Coelho, com curadoria do artista, pesquisador e crítico de artes Bené Fonteles, se dará com a realização das aseguites atividades, sempre de maneira aberta e com acesso gratuito: lançamento do livro para publico geral na Galeria Paulo Darzé, em Salvador; realização do lançamento do livro para alunos e artistas na Escola de Belas Artes, UFBA, em Salvador; realização dolançamento do livro para alunos e artistas da região na Universidade Federal do reconcavo, UFRB, em Cachoeira, na Bahia; Realização de uma Roda de Conversa com o autor na Galeria Paulo Darzé; realização de três Rodas de Conversa com o curador Bené Fonteles nos seguites espaços: Galeria Paulo Darzé; na Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia; na Universidade Federal do Recôncavo Bahia, e por fim a doação de 200 cópias do livro para as bibliotecas públicas do estado da Bahia, bem como da doação de outros 200 exemplares para as Universidade Federais da Bahia a doação será para as Universidades que possuam cursos de Artes Visuais, a exemplo da: UFBA; UFRB; UFOB; UNIFASF e a UFSB. Deste modo entendemos que estamos democraizando o acesso do objeto deste apoio a toda uma grande comunidade de artistas, estudantes, pesquisadores e admiradores das artes visuais em geral.
FERNANDO ANTONIO BASTOS COELHOAssina: F. COELHO Salvador, BA, 1939.PINTOR E GRAVADOR Em 1961 recebeu o primeiro prêmio em um concurso de cartazes na Bahia, dedicando-se por algum tempo à publicidade até que, em 1963, optou exclusiva e definitivamente à pintura. Sua arte atravessou várias fases até chegar ao estágio atual, caracterizado por finura e lirismo.Realizou sua primeira individual em 1964, na Galeria Querino de Salvador; a essa primeira mostra sucederam-se várias outras, principalmente em São Paulo e Rio de Janeiro, mas também no exterior. Fernando Coelho é pintor figurativo, desenhista de recursos e colorista sensível. Sua temática tem variado desde as cenas urbanas e as paisagens dos começos da carreira à série dos equilibristas – tão evocativas de um Miro – e, bem recentemente, às pinturas de flores. Disse a seu respeito Geraldo Ferraz: “O deslocamento da colocação da paisagem no quadro é obtido mediante uma fresta aberta na claridade, como um rasgão por onde se visse o casario da cidade e do vilarejo, e então essa arquitetura se ostenta por dois aspectos amarfanhados, pelo tempo e pela distorção, que não chega a pretender um expressionismo”. Clarival do Prado Valladares escreveu: “O certo seria estudar a pintura de Fernando Coelho desde o princípio, para saber da exata origem e seqüência dessa imaginária lírica que agora povoa suas telas, assim como explicar esse espaço mágico de cores puras que é o suporte de seu texto intrigante. No período em que vivi na Bahia, na década dos cinqüenta, Fernando ainda não existia como pintor, estava, entretanto, na forja, ganhando têmpera, na prancheta de desenho de arquitetura, de móveis e de publicidade, por bastante tempo. Revelou-se como pintor a partir de 1964, sem transparecer em nada, o tirocínio do desenho linear e de projeção que já dominava”. Em 1984, Fernando Coelho expõe no Rio de Janeiro uma nova série temática, sobre a qual depõe Emanoel Araújo: “No primeiro impacto, o que chama a atenção, na sua atual fase da pintura é a volúpia com que ele elabora suas construções, partindo de formas gordas e redondas, abertas, flamejantes, entremeadas de traços fortes, caligráficos, esguios.. Às vezes usa o espaço de maneira gráfica, outras esse espaço é inserido na forma, mantendo entretanto uma expressão unitária em seu discurso atual. Há nestas flores imaginárias uma monumentalidade que surpreende como seres vivos povoando mundos de fantasia recriados sobre uma realidade da qual o pintor se aproxima e se afasta em avanços e recuos que domina em sua interioridade. Ao mesmo tempo há algo nestas flores imaginárias, como um parentesco longínquo de uma raiz povoada de mística baianidade, que as une ao gigantismo exuberante da talha Barroca, impregnada de densa sensualidade tropical, prontas para um diálogo imediato. Suas pinceladas rápidas e cortantes tratam a cor com a mesma energia do sol jorrando sua luminosidade forte sobre estes pigmentos, tornando sua pintura mais sensorial e lúdica. Há também nestas obras de Fernando Coelho uma maestria no tratamento da fatura com belos efeitos de transparência que completa o seu vocabulário de um pintor que não tem medo da beleza”. Bibliografias Ayala, Walmir. Dicionário de Pintores Brasileiros. Spala Editora Ltda., Rio de Janeiro, 1986 = V.1, M a Z, P.209.Louzada, Júlio. Artes Plásticas Brasil. Júlio Louzada Editora, São Paulo, V.1, P.264; V.2, P.286; V.3, P.276; V.4, P.269, V.5, P.252, V.6, P.259.Pontual, Roberto. Dicionário das Artes Plásticas no Brasil. Editora Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, 1969, P.139.Teixeira Leite, José Roberto. Dicionário Crítico da Pintura no Brasil. Artlivre, Rio de Janeiro, 1988, P.126. Bené Fonteles, 1953 - Bragança/PA. Desde 1971 é compositor e poeta e artista visual. Participa da Bienal de São Paulo nas edições de 1973, 1975, 1977 e 2016; é convidado para o Panorama de Arte Atual Brasileira do Museu de Arte Moderna de São Paulo na década de 1970, 1980 e 1990; várias exposições de arte experimental do Museu de Arte Contemporânea da USP nas décadas de 1970 e 1980. Faz exposições individuais no Museu de Arte de São Paulo e Pinacoteca do Estado de São Paulo e em inúmeras instituições culturais do Brasil e exterior. Suas obras estão no acervo dos mais importantes museus brasileiros e no exterior como o MOMA de NY. Como escritor tem 17 livros publicados sobre cultura brasileira e sobre artistas como Gilberto Gil, Luiz Gonzaga, Ney Matogrosso e Rubem Valentim e outros. É curador de arte desde 1975 e fez curadorias de artistas como Mário Cravo Neto, Rubem Valentim, Athos Bulcão e outros. É coordenador do Movimento Artistas Pela Natureza e recebeu a comenda da Ordem do Mérito Cultural do Ministério da Cultura e Presidência da República. Bené Fonteles é autor dos livros: "O livro do Ser" / Editora Vozes, 1994; "Gil Luminoso - A Poética do Ser" / Editora UnB, 1999; "Ney Matogrosso Ser é ousar Ser", Editora UnB, 2000; "Todas as contas / Gilberto Gil", editora GeGe, 2003; "O Artista da Luz - Rubem Valentim" / Edições Pinacoteca de SP, 2001; "Nem erudito, nem popular - Arte e diversidade cultural no Brasil" / MinC e UFRJ; 2008; "O Rei e o Baião - Luiz Gonzaga" / IBRAM - MinC, 2013; "Sagrada Geometria - Rubem Valentim" / Edições Pinakoteke, 2023 entre outros. Renata Dias, coordenadora geral e assessora de comunicação do projeto, é relações públicas, produtora cultural, mestraem Comunicação, Mídia e Formatos Narrativos (UFRB) e pesquisadora em cultura audiovisual (USP). Idealizadora daJunbai Comunicação e Produção Cultural, empresa sediada em Salvador com expertise na comunicação, concepção planejamento e produção executiva de projetos culturais. Marcelo Reis, na qualidade de produtor geral, fotógrafo, adminstrador do projeto, fundador do instituto Casa da Photographia e do Festival A Gosto da Fotografia, é mestre em Educação pela Universidade do Estado da Bahia, (UNEB) é fotógrafo desde o início da década de1990. Foi Coordenador de Artes Visuais da Fundação Cultural do Estado da Bahia, nos anos de 2019-2023, coordenador ecurador da 8ª edição do Prêmio Nacional de Fotografia Pierre Verger e Curador dos Salões de Arte Visuais da Bahia, emsua 64ª edição. Também é autor de "Ponto Zero da Fotografia: 101 Estratégias para o Ensino da Fotografia", um livro queaborda o ensino da fotografia. Licurgo Salustiano Botelho, jornalista-diagramador (Registro Profissional nº 468/04/27/DRT-DF), especializado em editoração eletrônica, trabalhou nos principais jornais de Brasília, a partir de 1980. Foi diagramador do Jornal de Brasília e do Correio Braziliense, responsável pelo projeto gráfico e chefe de diagramação, por quatro anos, do jornal Última Hora de Brasília. Foi diagramador, por cinco anos, da Fundação Visconde do Cabo Frio, responsável pelas edições das revistas Comércio Exterior (em português), Brasil Trade and Industry (em português, inglês, espanhol e alemão), além da revista Brazil Business (em inglês e português). Responsável pelos projetos gráficos do Jornal do Conselho Federal da OAB, do jornal Voz do Advogado da Seccional do DF, da Revista Comunitárias da Associação Brasileira das Universidades Comunitárias (Abruc), do jornal Porantim (jornal do Conselho Indigenista Missionário), etc.
PROJETO ARQUIVADO.