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Este projeto visa inaugurar o Morro dos Ventos Jazz Blues Festival, com 05 (cinco) dias de programação cultural composta por 02 (duas) noites musicais com seleção de renomados instrumentistas e interpretes brasileiros da atualidade e de todos os tempos, bem como vai selecionar ainda artistas regionais da Amazônia brasileira e da Região de Integração Carajás; e, claro, revelar talentos locais da cidade de Parauapebas, no Pará. E, outros 03 (três) dias com ações de contrapartida social, como: roda de conversa, workshops e oficinas. O projeto inclui, além do produto principal Festival, apresentações musicais ao longo do ano com shows solo (produto secundário). Todos os produtos serão entregues para a população de maneira gratuita.
A primeira edição do Morro dos Ventos Jazz Blues Festival, vai apresentar em Parauapebas, no sudeste do Estado do Pará, 06 (seis) shows entre instrumentais e concertos de música popular brasileira gratuitamente no produto principal do projeto, além de realizar 04 (quatro) shows musicais instrumentais, com intervalo de três meses entre eles, no circuito do festival ao longo do ano em sala de teatro da cidade ou ao ar livre, 02 (duas) oficinas, 02 (dois) workshops, 01 (uma) roda de conversa com artistas e comunidade, e 01 (um) transfer enquanto medida de contrapartida social, sendo estes os produtos secundários. Todos esses eventos serão ofertados para a comunidade de maneira gratuita, com segurança, responsabilidade, acessibilidade e inclusão. As atividades serão coordenadas por produtores e artistas locais de Parauapebas, e a programação contará com a participação de artistas do universo da música instrumental brasileira com carreiras de projeção nacional e consagrados nomes do cancioneiro popular brasileiro visando a realização de espetáculos musicais históricos inspirado na experiência dos melhores festivais de música de jazz e blues do Brasil, como Rio das Ostras Jazz e Blues entre outros; bem como na inspiração do melhor festival do segmento do mundo: Festival de Jazz de Montreux. O Morro dos Ventos Jazz Blues Festival será a principal plataforma de acesso ao rico universo do cancioneiro popular e instrumental brasileiro em Parauapebas. O formato do festival, no seu produto principal de shows, contará com seleção da programação com 80% da grade para exibição ao vivo de música instrumental brasileira e 20% do lineup da programação comprometida a oportunizar para o território shows, a título de exemplo, com Marina Lima, Pepeu Gomes, Kleiton e Kleidir, Dalto, Fafá de Belém, Maria Gadú etc.
OBJETIVO GERAL: Promover a difusão e a descentralização do acesso a música instrumental e concertos de música brasileira executados ao vivo por meio da realização inaugural do Morro dos Ventos Jazz Blues Festival para os munícipes da cidade de Parauapebas, no Pará. A realização deste festival e das suas atividades complementares têm bases legais nos Incisos I, II, III, IV... do Artigo 3º do Decreto nº 11.453, de 23 demarço de 2023 conforme nota-se a seguir: Art. 3º Os mecanismos de fomento cultural contribuirão para: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e a sua difusão em escala nacional; IV - promover o restauro, a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em suas dimensões material e imaterial; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais. OBJETIVO ESPECÍFICO:APRESENTAÇÃO MUSICAL: Realizar 06 (seis) concertos musicais e instrumentais durante o festival, no produto principal do projeto. Alcançar até 2000 (duas mil) pessoas durante o transcorrer do evento principal, garantidas medidas de acessibilidade e acesso totalmente gratuito. APRESENTAÇÃO MUSICAL AO LONGO DO ANO COM SHOWS SOLO: Produto secundário do festival. Realizar 04 (quatro) shows musicais e instrumentais, num intervalo de 03 meses entre cada um, ao longo do ano. Alcançar 200 pessoas por plateia em cada show. Garantir medidas de acessibilidade. Entrega gratuita. OFICINA: Promover 02 (duas) oficinas sobre instrumentos musicais, ministrada por artistas da programação do festival principal, voltadas para público de escolas publicas e particulares de ensino de música da cidade de Parauapebas. Produtos gratuitos.WORKSHOP: Promover 02 (dois) workshops sobre técnicas de composição musical e técnicas de gravação em home estúdio com artistas da programação do festival principal voltadas para o desenvolvimento de artistas locais da cidade de Parauapebas. Garantidas as medidas de acessibilidades e acesso gratuito. RODA DE CONVERSA: Realizar 01 (uma) roda de conversa com alunos e artistas locais sobre música, meio ambiente e sustentabilidade. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Oferecer um transfer para população acessar o local dos shows e concertos do festival principal com mais comodidade, tendo em vista que a realização do festival será no alto de um morro com vista panorâmica para a cidade de Parauapebas.
Permitir a realização deste projeto vai democratizar o acesso a bens culturais nacionais, de base musical instrumental, blues e concerto de música popular brasileira com obras sendo apresentadas ao vivo, uma vez que são produtos pouco difundidos ou incentivados na região de integração Carajás, no sudeste do Estado do Pará. Com isso, além de ajudar a descentralizar o circuito de festivais sobre música instrumental brasileira, blues e música popular, vai, prioritariamente, contribuir com o cenário nacional da música brasileira, pois, será mais um ambiente de promoção, fomento e surgimento de novos grupos musicais autorais na região, e consequentemente na ponta, vai contribuir para aglutinar platéias e novos consumidores da música instrumental, do blues e da música popular brasileira em referência. O MORRO DOS VENTOS JAZZ BLUES FESTIVAL, primeira edição, vai acontecer na cidade de Parauapebas, na Região Carajás, Sudeste do Estado do Pará, e visa promover e dinamizar a experiência da população local com experimentos e conteúdos culturais produzidos a partir da música instrumental, do blues e da música popular brasileira. Este festival, gratuito, promoverá shows com artistas locais da cidade, além de convidar artistas paraenses de outras cidades do Estado, da Amazônia brasileira, bem como vai apresentar, de maneira inédita na cidade de Parauapebas, artistas de circulação e reconhecimento nacional. Por fim, acessar financiamento por meio dos mecanismos da Lei Federal de Incentivo à Cultura se faz devido à falta de incentivo financeiro direto de organismos públicos e/ ou privados na localidade onde o projeto está inserido. Além disso, é preciso frisar, a respeito do custo de produção na Amazônia e, em especial, o alto custo de produção cultural da cidade de Parauapebas, no Pará. Diante disto, é importante dizer que não há dúvidas quanto ao alinhamento da proposta às finalidades do Artigo 1º da Lei 8.313 de 23 de dezembro de 1991 pois esta proposta possui perfil esperado pelo PRONAC, conforme abaixo relacionado: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - Priorizar o produto cultural originário do País.
Essa proposta nasce da experiência do produtor cultural paraense Jackson Gouveia, a partir da sua contribuição nas duas primeiras edições do Marabá Jazz Festival - o primeiro festival de música instrumental da Região de Integração Carajás, realizado na cidade de Marabá, no Sudeste do Estado do Pará. Esta será a primeira experiência de um festival de música instrumental de jazz, blues e concertos de música popular brasileira da cidade de Parauapebas, com objetivo de contribuir com a cena regional da música do território. Serão nove shows no produto principal do projeto com programação dedicada a difusão e promoção da música instrumental brasileira seja no segmento do jazz ou blues; Além de oferecer de forma exclusivamente inédita na cidade de Parauapebas concertos com grandes nomes da música popular brasileira, visto que, em nossa região não há disponibilização para a população de shows dessa natureza seja por parte da iniciativa pública ou privada de realizadores de espetáculos musicais. Este interesse decorrer da inspiração que é ver festivais musicais de jazz e de blues nos circuitos das regiões sul e sudeste do Brasil, como projetos realizados e incentivados em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba etc. Despesas com passagens aéreas, hospedagens e diárias de alimentação são itens previstos na planilha orçamentária e visam financiar a logística de artistas convidados para se apresentar na primeira edição do Morro dos Ventos Jazz Blues Festival, considerando a necessidade de deslocamento interestadual de pessoas para trabalhar no evento. Ainda sobre o compromisso com a acessibilidade a Pessoa com Deficiência, o Morro dos Ventos Jazz Blues Festival vai promover acesso à informação com escrita por meio de palavras e estruturas simples, mas com respeito às normas da língua e adequação ao contexto em que se escreve, além de inclusão de boas práticas de acessibilidade como recursos como Texto Alternativo manual para imagens em redes sociais e legenda para vídeos e imagens. Além de criar relação com as instituições e associações de pessoas com deficiência da cidade para fins de atendimento efetivo. Com isso, solicita-se que fundamentalmente será considera a possibilidade de enquadramento deste projeto no Artigo 18, da Lei Federal de Incentivo à Cultura.
Produto principal - Festival com 09 shows com público total estimado em 2.000 mil pessoas, em 03 dias de evento e 04 dias com eventos de contrapartida como realização de oficinas, workshops e roda de conversa. Shows com durações variadas. Apresentação musical com espetáculos de Jazz, blues e concertos de música popular brasileira. Mais circuito de shows ao longo do ano como medida de fortalecimento da cena instrumental do território, como atividade complementar ao produto principal festival.
Apresentação Musical - Produto Principal – Festival Acessibilidade Física: De modo a promover acessibilidade para pessoas com deficiência física, as ações do festival serão realizadas em local com estrutura técnica necessária para o acolhimento desse público com: rampas de acesso, banheiros adaptados, corredores e portas nas dimensões necessárias. Os shows serão ao ar livre. Acessibilidade de Conteúdo: As apresentações contarão com monitores treinados para atendimento de pessoas PCD’s; serão oferecidos ainda tradução e interpretação de LIBRAS e Narrador de Audiodescrição durante os concertos musicais. Itens na planilha orçamentária: Intérprete de LIBRAS (produção /execução); narrador de audiodescrição (produção / execução); Monitor (produção / execução). Banheiro químico adaptado para atender adequadamento público PCD (produção / execução). Apresentação Musical ao longo do ano - Produto secundário ao festival principal. Acessibilidade Física: De modo a promover acessibilidade para pessoas com deficiência física, as ações do festival serão realizadas em local com estrutura técnica necessária para o acolhimento desse público com: rampas de acesso, banheiros adaptados, corredores e portas nas dimensões necessárias. Os shows serão ao ar livre ou em sala de teatro com acessibilidade. Acessibilidade de Conteúdo: As apresentações contarão com monitores treinados para atendimento de pessoas com deficiência visual e cognitiva; serão oferecidos ainda tradução e interpretação de LIBRAS e Narrador de Audiodescrição durante os concertos musicais. Itens na planilha orçamentária: Intérprete de LIBRAS (produção /execução); narrador de audiodescrição (produção / execução); Monitor (produção / execução). Oficinas - Produto secundário. Acessibilidade Física: O local de realização das oficinas enquanto medida de contrapartida social acontecerá em espaço adequado para o acesso de pessoas com dificuldade de locomoção, como idosos, e, deficientes físicos. Acessibilidade de Conteúdo: Além de contar com Intérprete de Libras para o acesso de pessoas com deficiência auditiva, e ainda serão disponibilizados monitores treinados para atendimento de pessoas com deficiência visual e cognitiva. Itens na planilha orçamentária: Intérprete de LIBRAS (produção / execução); Monitor (produção /execução) Workshops – Produto secundário. Acessibilidade Física: O local de realização das oficinas enquanto medida de contrapartida social acontecerá em espaço adequado para o acesso de pessoas com dificuldade de locomoção, como idosos, e, deficientes físicos. Acessibilidade de Conteúdo: Além de contar com Intérprete de Libras para o acesso de pessoas com deficiência auditiva, e ainda serão disponibilizados monitores treinados para atendimento de pessoas com deficiência visual e cognitiva. Itens na planilha orçamentária: Intérprete de LIBRAS (produção / execução); Monitor (produção /execução) Roda de Conversa - Produto Secundário Acessibilidade Física: O local de realização do concerto enquanto medida de contrapartida social acontecerá em espaço adequado para o acesso de pessoas com dificuldade de locomoção, como idosos, e, deficientes físicos. Acessibilidade de Conteúdo: Além de contar com Intérprete de Libras para o acesso de pessoas com deficiência auditiva, e ainda serão disponibilizados monitores treinados para atendimento de pessoas com deficiência visual e cognitiva. Itens na planilha orçamentária: Intérprete de LIBRAS (produção / execução); Monitor (produção /execução) Contrapartida social - Produto secundário - oferecimento de transfer gratuito para a população. Item na planilha locação de veículo tipo microonibus (produção / execução).
Todos os produtos culturais do projeto (apresentações musicais, roda de conversa, oficinas, workshops e contrapartida social) são GRATUITOS. Como forma de ampliar essa democratização do acesso, os produtos serão oferecidos também com ampla acessibilidade visando atender todos os públicos, em atenção ao Artigo 25 da Instrução Normativa Minc Nº 1 de 10/04/2023. Bem como, para atender o Artigo 28 da referida Instrução Normativa, conforme a seguir: Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: VI - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.
Jackson Gouveia - Diretor geral e Curador do Festival - Frequentou o curso de Ciências Sociais, na Universidade Federal do Pará; Foi pesquisador na qualidade de bolsista do projeto Rede Arte na Escola: formação continuada de educadores, na mesma universidade. Sua experiência envolve seus trabalhos na ACIM – Associação Comercial e Empresarial de Marabá, na função de Executivo de Projetos; na Prefeitura Municipal de Marabá, lotado na Secretaria Municipal de Cultura, no cargo de Assessor Especial; Planeta Agência de Cultura: Programa "Cultura em Rede", desempenhando a função de "Agente de Mobilização Local"; Produtor Executivo local do projeto "Mural Cultural" da Rede Brasil Amazônia de Televisão (RBA); Co–idealizador, produção e direção geral do "Festival Rock Rio Tocantins", em Marabá, nos anos de 2009, 2010 e 2011; Produtor local da"Iª Seletivas do Festival Se Rasgum", em Marabá, ano 2011. Produção executiva do "Festival da Canção em Marabá – FECAM", nas edições XV, em 2009 e XVI, em 2011. Idealizou e criou o evento "Marabá Jazz Festival", trabalhou na I e II edições como curador e diretor do festival. Idealizou e dirigiu a I edição do projeto "Orquestra Vai à Praça com a Carajazz Marabá Orquestra." Projetos Marabá Jazz e Orquestra Vai à Praça selecionados e patrocinados pelo Instituto Cultural Vale. Fundou a TheRoque Produções, uma das mais importantes empresas produtoras de conteúdos culturais da Região de Integração Carajás, no Sudeste do Estado do Pará. Atualmente colabora com a empresa Laje Produções. Idealizou e criou o “Carajás Instrumental”, projeto pioneiro com objetivo de promover e difundir a música instrumental executada ao vivo nas cidades do pólo Carajás, no Pará.Nayara Castro Silva (Coordenação geral e Diretora de produção) é natural de Parauapebas, no Pará. Empreende no setor gastronômico e faz produção cultural. Em abril de 2021, inaugurou o Laje Rooftop, bistrô que propõe valorizar e enaltecer a cultura local através da gastronomia regional, arte e música ao vivo. Já participou de importantes produções culturais, dentre as quais destacam-se: Festival Psica; Bacana Festival e Buffalo’s Gourmet. Gestão e produção - Laje Rooftop - é um espaço que acolhe os artistas e pessoas que simpatizam com a culinária afetiva que o restaurante proporciona. Além de enaltecer e valorizar a cultura da cidade, é uma ponte para as pessoas que estão de fora enxergarem o melhor que Parauapebas tem, já que é um lugar que recebe bastante visitantes. Bacana Festival, II Edição, Ano 2023. O Bacana Festival é um projeto que visa ampliar as possibilidades de eventos culturais em Parauapebas, fomentando artistas e valorizando a cultura local. Idealizado por três residentes de Parauapebas, busca se tornar referência no nicho de festivais alternativos da cidade. Na segunda edição, o festival apresentou nomes como Raidol (PA), Jeff Moraes (PA), artistas do cenário estadual paraense; Rádio Black e Jamburanas, artistas autorais da cena local de música de Parauapebas. Nessa edição, atuei como idealizadora, coordenadora e produtora executiva de todo o evento. Produção e formação de prática cultural: Estratégias de Marketing Digital para a Cultura – Movimenta Cultura Jan/2024; Empreendedorismo Cultural – Movimenta Cultura – Jan/2024; Uso do Design Thinking para Inovar e Desenvolver Projetos – Jan/2024; Elaboração de Projetos Culturais Módulo 2 - Movimenta Cultura – Out/2023; Elaboração e Gestão de Projetos Culturais - Movimenta Pará – Mai/2023.Natacha Colly Barros Martins - Coordenação de comunicação - Designer com Bacharel em Projeto de Produto pela Universidade do Estado do Pará. Em design, possui as experiências em: gestão, ambiente e gráfico. É colaboradora do Instituto de Arte Vitória Barros em Marabá, desde 2015, onde se ocupa das funções de curadoria e comunicação institucional; na gerência das demandas de público (ações educativas), de artistas (exposições) e institucionais (de informação e conteúdo). Foi Diretora de Arte na TheRoque Produções atuando nos principais projetos da produtora como o Marabá Jazz Festival I e II (2022/2023), para o Carajazz Marabá Orquestra Vai a Praça (2023) e atualmente desenvolvendo o projeto Circuito do Choro (2024). É membro fundadora e curadora do Memorial Mestre Nato, coletivo que busca salvaguardar as obras e memória do artista plástico belemense, Raimundo Nonato (1952/2014). Trabalhou na empresa Arte RP - montagem, iluminação e cenografia (2009/2010/2013), onde realizou Coordenação e Montagens de exposições de arte nos principais Museus e Galerias de arte da cidade de Belém. Neste ínterim, também atuou como Assistente de Produção em projetos comerciais e socioculturais, na empresa BCB Serviços de Produções Culturais (2011/2012/2013).Lucas Couto (Produção executiva) faz trabalhos com xilogravura, graffitti, tatuagens, pinturas e pinturas em pranchas, vive da arte a mais de 8 anos, reside na Barra dos coqueiros (Atalaia nova) Aracaju, Sergipe a 4 anos. Nascido no Sertão da Bahia, chegou em Carajás (Pará) em 1989 com quatro anos de idade. Desde cedo já desenhava e sempre foi curioso com relação à cultura brasileira em suas diversas formas. Já fez várias exposições em Parauapebas, sendo ela duas no shopping da cidade e em restaurantes. Fez vários trabalhos em outros estados e até em outros países. Sua principal inspiração é o Norte e o Nordeste, sua cultura e as vivências que teve e tem pelos lugares onde passou. Ele teve oportunidade de fazer diversas oficinas com a comunidade com o objetivo de transformar a Arte em algo acessível para todas as pessoas. Sua referência artística e pessoal é o grande mestre Afonso Camargo, artista pioneiro em nossa região. –“Acho muito bonito também o trabalho que o Centro Mulheres de Barro desenvolve em Parauapebas e região.” Diz o artista Lucas Couto que hoje vive transitando entre a região Norte e Nordeste do país com o objetivo de levar nossa Arte e nossa Cultura ao resto do Mundo.José Eduardo (Auxiliar de produção executiva), atuante na Produção Cultural desde 2021. Realiza eventos culturais em Parauapebas, com a intenção de perpetuar a produção cultural local, fomentar artistas da região e a cena artística em potencial da cidade. Possui agilidade para resolver problemas, solucionando com excelência os obstáculos que possam surgir. Trabalha bem em equipe, com comunicação efetiva e habilidade de criação, gestão e fechamento de projetos. Vem transitando em várias áreas da produção, com o objetivo de adquirir experiência e formação profissional. É coidealizador, coordenador e produtor do BACANA FESTIVAL 2023.Foi produtor executivo e curador, trabalhou na logística dos artistas locais e regionais, auxiliando na organização da praça de alimentação e exposição de arte do FLASH FESTIVAL 2023.Vanessa Ayres (auxiliar de produção executiva) é compositora e cantora profissional há 08 anos nacena musical de Parauapebas, seu repertório transita pela MPB, POP, Reggae e Autoral. Em abril de 2022 lançou seu primeiro EP, sob o título "Seja", com 05 faixas autorais, abordando o gênero musical R&B, disponível em todas as plataformas digitais. Em 2023, apresentou seu show autoral, com banda, no Festival Psica, em Belém do Pará.
PROJETO ARQUIVADO.