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O projeto Olhares Táteis é uma proposta inclusiva de exposição fotográfica e ilustrações em pontos de braile, sobre imagens de monumentos naturais e arquitetônicos, que são de domínio público da Fundação da Biblioteca Nacional - FBN. A exposição visa estimular um novo público apreciador das artes plásticas, provocadas através de um olhar sutil e singular: o tato. Os expectadores com deficiência visual farão uma leitura tátil dessas fotografias e as pessoas sem deficiência visual também poderão viajar através desses pontos e, assim, compreender o universo deste público prioritário.
Não se aplica.
Objetivo Específico: Produto: Exposição de Arte Receita Prevista: R$ 0,00 Quantidade Oferecida: 10.000 pessoas Descrição: Realizar 02 exposições de fotografias em braile com entrada gratuita, nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo, durante 30 dias em cada local, com exposição de 60 imagens em preto e branco, de médio e grande formato, de monumentos naturais e arquitetônicos, todos com impressão em braile, para um público de aproximadamente 5 mil pessoas em cada estado. Objetivos Gerais: O projeto Olhares Táteis tem como objetivo realizar uma exposição de fotografia de paisagens naturais e monumentos arquitetônicos das cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, com ilustração em pontos de braile a fim de contribuir para com a inserção de pessoas com deficiência visual ao mundo das artes plásticas, em especial a fotografia, além de: * Fomentar a cidadania cultural entre o público com baixa visão e visão subnormal. * Suscitar entre os portadores de deficiência visual o gosto pelas artes plásticas, levando-os a ter um contato direto com as fotografias, através de um olhar singular, o tato. * Contribuir para com a melhora na qualidade de vida cultural e social de pessoas com deficiência visual, que na sua maioria são impossibilitados de realizarem atividades culturais e habituais como ir à escola, trabalhar e se divertir. Em conformidade com o Art. 2º do decreto 10.755 de 26/07/21 o projeto Olhares Táteis abrangerá às seguintes finalidades: III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; X - apoiar a inovação em atividades artísticas e culturais, inclusive em arte digital e em novas tecnologias; XIV - apoiar as atividades culturais de Belas Artes;
A exposição Olhares Táteis está de acordo com o Art. 1º da Lei 8.313/91, conforme os incisos: III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI. preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX. priorizar o produto cultural originário do País. Pois, em um mundo cercado de imagens, muitas delas em telas de computador, quem não consegue enxergar acaba perdendo uma grande parte da experiência sensorial do mundo que o cerca. O projeto Olhares Táteis vem corroborar essa experiência, levando às pessoas com deficiência visual uma exposição de fotografia em preto e branco, com 60 quadros de médio a grandes formatos, transformadas em imagens que podem ser "tateadas", isto é, compreendidas por esse público em especial. O projeto Olhares Táteis é uma proposta tem como objetivo inserir pessoas com deficiência visual, com baixa visão e com visão subnormal ao mundo das artes plásticas, em especial a fotografia, a partir do contato direto com o objeto observado. Ou seja, o tato. O código Braille, criado em 1837 abriu um novo horizonte para todos os deficientes visuais, que assim passaram a ter acesso aos livros. Um dos maiores méritos do Braile é transformar pessoas de poucas palavra e cultura em cidadãos participativos, trabalhadores com conhecimento, informação, opinião, sensibilidade e intuição para fazer de suas vidas um caminho com mais alegrias, realizações pessoais e maior identificação com as pessoas ao seu redor. Partindo desta premissa e identificado com essa filosofia, surge de forma inclusiva a exposição Olhares Táteis, que atendendo a Lei 8.313/91 _ Art. 3º para cumprimento das finalidades expressas no art. 1º desta Lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II _ Fomentar à produção cultural e artística, mediante: C) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore, pois o projeto visa estimular um novo público apreciador das artes plásticas, provocada através de um olhar sutil e singular. A exposição inclusiva Olhares Táteis busca oferecer um pouco de expectativa e de qualidade de vida cultural para essas pessoas com deficiência visual, através de um novo olhar destacando o sentido tato. Pretende-se, ainda, mostrar a cidade do Rio de Janeiro e a cidade de São Paulo através de suas fotografias históricas mais emblemáticas - aquelas que apresentam os marcos de suas paisagens, formas conhecidas e apreciadas. Mostrar algumas localidades externas e internas, envolvendo espaços públicos e privados que tiveram relevância na história social e política destas cidades brasileiras. A relevância deste projeto está na adequação da forma de se levar o público com deficiência visual a apreciar uma fotografia, em função da ausência ou da impossibilidade de utilizar os meios comuns e convencionais que já foram preestabelecidos para visitação de uma exposição fotográfica. O que se pretende com o projeto Olhares Táteis, é dar um pouco de expectativa e de qualidade de vida cultural para essas pessoas com deficiência visual, através de um novo olhar, de novos olhares, destacando em especial o sentido tato. A sensibilidade e a percepção são características essencialmente humanas, mas únicas para cada pessoa. Sendo assim, a relevância cultural e humanística do projeto Olhares Táteis é oferecer uma experiência tátil interativa com a fotografia aos expectadores, portadores de deficiência visual. Este projeto, identificado com a filosofia de inclusão visa estimular nas pessoas com deficiência visual o interesse, a paixão e a alegria de ampliar o seu conhecimento, seu mundo e as suas oportunidades. A exposição Olhares Táteis visa identificar-se com o alcance sociocultural e com seus inúmeros benefícios para um número expressivo de cidadãos que ainda não encontraram assistência e apoio culturais compatíveis com as suas legítimas aspirações artísticas de serem iguais entre si. Vale ressaltar que o ineditismo do projeto Olhares Táteis está no fato dele ser a primeira exposição de ilustração em braile, cuja missão é se tornar a primeira exposição inclusiva para deficientes visuais. Em acordo com a Lei 8.313/91 _ Art. 3º para cumprimento das finalidades expressas no art. 1º desta Lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: IV _ estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Vale ressaltar que a visitação à Exposição Olhares Táteis será inteiramente gratuita e aberto a visitação para todos os públicos.
O projeto Olhares Táteis é uma exposição de fotografias em preto e branco do Rio de Janeiro e São Paulo, com 60 imagens de médio formato com ilustração feita com pontos em braile. Esta exposição inédita de fotografia destina-se a pessoas com deficiência visual. As fotografias que farão parte desta exposição serão do período cronológico que abrangerá, prioritariamente, a segunda metade do século XIX. As fotografias serão reproduzidas a partir do acervo, de domínio público, sob a guarda da Divisão de Iconografia da Biblioteca Nacional A curadoria do projeto fará uma seleção com três fotógrafos notórios na disseminação de imagens do Rio de Janeiro e de São Paulo, a saber: Augusto Malta, Marc Ferrez e Georges Leuzinger. Serão reproduzidas imagens de monumentos naturais e arquitetônicos destas cidades, a partir de acervo Iconográfico da Biblioteca Nacional. A proposta curatorial terá como preocupação selecionar imagens limpas, com traços bem definidos para auxiliar os expectadores a capturar as linhas essenciais para a percepção das imagens propostas. As ampliações fotográficas receberão uma intervenção, valendo-se do sistema braile, de uma colocação de pontos em relevo que irão fazer sobressair os “contornos” mais significativos de cada uma das 60 imagens a serem expostas. Os expectadores com deficiência visual farão uma leitura tátil dessas fotografias e as pessoas sem deficiência visual, também, poderão viajar através desses pontos e, assim, compreender o universo deste público prioritário. O ineditismo da exposição Olhares Táteis é a inclusão de todos os envolvidos no panorama artístico da cidade, já que a exposição será realizada em um equipamento cultural no Rio de Janeiro e em São Paulo, levando a todos os participantes a dialogar entre si, neste novo olhar. Durante a exposição os expectadores poderão realizar uma experimentação tátil sensorial. Essa mostra fotográfica em pontos de braile levará os visitantes a descobrir a magia de olhar e sentir as formas através do toque. Para a concretização deste projeto será realizada uma parceria com a Fundação Dorina Nowill, que há mais de seis décadas, tem se dedicado à inclusão social das pessoas com deficiência visual, por meio da produção e distribuição de livros braille, falados e digitais acessíveis, diretamente para pessoas com deficiência visual em todo o Brasil. Publico Alvo: A exposição “Olhares Táteis” é destinada especialmente ao público com deficiência visual. No entanto todas as pessoas, em geral, apreciadoras da arte da fotografia. Plano de Divulgação A divulgação do projeto será centrada em mídia espontânea e na distribuição de material gráfico impresso: 4 mil folders e 1 mil cartazes.
O projeto Olhares Táteis é uma exposição de fotografia com ilustrações em pontos de braile sobre imagens de monumentos naturais e arquitetônicos das cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo, que são de domínio público. As 60 fotografias que farão parte desta exposição serão do período cronológico que abrangerá, prioritariamente, a segunda metade do século XIX. Estas fotografias serão reproduzidas a partir do acervo de domínio público, sob a guarda da Divisão de Iconografia da Biblioteca Nacional. A curadoria do projeto fará uma seleção com três fotógrafos notórios na disseminação de imagens do Rio de Janeiro e São Paulo, a saber: Augusto Malta, Marc Ferrez e Georges Leuzinger. A proposta curatorial terá como preocupação selecionar imagens limpas, com traços bem definidos para auxiliar os espectadores a capturar as linhas essenciais para a percepção das imagens propostas. A exposição visa estimular um novo público apreciador das artes plásticas, provocadas através de um olhar sutil e singular: o tato. As ampliações fotográficas receberão uma intervenção, valendo-se do sistema braile, de uma colocação de pontos em relevo que irão fazer sobressair os “contornos” mais significativos de cada uma das 60 imagens a serem expostas. Os espectadores com deficiência visual farão uma leitura tátil dessas fotografias e as pessoas sem deficiência visual, também, poderão viajar através desses pontos e, assim, compreender o universo deste público prioritário. A exposição Olhares Táteis ficará aberta para visitação durante 30 dias em cada cidade contemplada, isto é: 30 dias em São Paulo e 30 dias no Rio de Janeiro.
Produto: Exposição de artes ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos. Pretendemos realizar a exposição em local público com todas as adaptações de acessibilidade física, caso falte alguma a projeto arcará com essa adaptação alocando as despesas nas rubricas: Material Cenográfico e Montagem, respectivamente itens 13 e 26 (Rio de Janeiro e São Paulo) e, 15 e 28 (Rio de Janeiro e São Paulo), da Planilha Orçamentária inserida no sistema. ACESSIBILIDADE PARA PCD VISUAIS: Acesso à audiodescrição por meio de QRCode. A despesas provenientes da formatação, tradução e audiogravação serão alocadas na rubrica: Audiodescrição, item 09 (para as duas cidades) da Planilha Orçamentária. Obras de Arte impressas em braile, que serão expostas, alocadas na rubrica: Impressão em braile, item 11 (para as duas cidades) da Planilha Orçamentária. ACESSIBILIDADE PARA PCD ADITIVOS: Visitas guiadas por tradutores de libras, representadas nas rubricas: Intérpretes de Libras, itens 12 e 25 (Rio de Janeiro e São Paulo) da Planilha Orçamentária. Legenda em todas as obras. A despesa proveniente desta legendagem será alocada na rubrica: Tradução, item 21 (para as duas cidades) da Planilha Orçamentária. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SINDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Para atendimento a pessoas com necessidades especiais ao entendimento de conteúdos teremos monitores especializados para recepcioná-los e guiá-los por toda exposição. Estas despesas serão alocadas na rubrica: Monitores, itens 14 e 27 (Rio de Janeiro e São Paulo) da Planilha Orçamentária.
A exposição Olhares Táteis atenderá às medidas de democratização do acesso da sociedade ao produto cultural, com as seguintes ações, de acordo com o inciso/medida do Artigo 23 da Instrução Normativa nº 1/2022 do Ministério da Cidadania: Da Democratização de Acesso - O acesso à exposição é totalmente gratuito. Da Ampliação do Acesso Complementando a democratização de acesso conforme Art. 24, da IN 01/2022, o proponente adotará as seguintes medidas: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; XIV – A exposição é totalmente gratuita. PÚBLICO-ALVO: Todas as idades e classes sociais.
Prezados, informamos que o proponente será o responsável pela produção da exposição. Suas atribuições será a de coordenar todo processo, fazer a contratação dos profissionais necessários, firmar parcerias com diferentes setores, além de acompanhar todo processo de prestação de contas. Produtor - Claudia Macedo (Proponente do projeto) Formada em análise de sistema PUC/RJ, possui 22 anos de experiência nas áreas de tecnologia, gestão de projetos, modelagem de processos, logística e reformas, além de experiência em administração de projetos culturais, sociais e ambientais: enquadramento, acompanhamento e prestação de contas de projetos culturais através das Leis de incentivo à cultura. Atuou desde 1989 em Instituições Financeiras como: Banco Bozano, Simonsen, Banco Santander e Banco Meridional. Trabalhou no Banco BANIF até dezembro de 2012 onde ocupou o cargo de Superintendente Operacional sendo responsável pelas áreas de TI, Operacional e Processos. Em 2012 fundou a empresa CV Macedo (Cultivar Gestão de Projetos) que tem como foco de atuação a área de gestão e operacionalização de projetos. Produtor Executivo - Cristina Figueiredo Gradou-se em Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro/PUC-Rio e em Comunicação Social pela Faculdade Hélio Alonso/FACHA-RJ sendo ainda pós-graduada pela COPPEAD/UFRJ em MBA E-business. Desde 2008 a frente da empresa CMA de Figueiredo realizou os seguintes projetos: • Em 2014 Realização dos projetos Grafitarte em Juiz de Fora e Livros nas Praças patrocinado pelas lei Rouanet e Lei de Incentivo Municipal à Cultura – ISS/RJ. • Em 2013 Lançamento do livro “Fortes” e das cartilhas culturais – projeto Quadrinhos Culturais pela lei Rouanet. • Em 2012 lançamento do projeto “Livros nas Praças” com o patrocínio da Secretaria de Cultura do Município do Rio de Janeiro, da empresa LAMSA e do Banco BTG Pactual, projeto este que consistiu na circulação de um ônibus adaptado como uma biblioteca volante e um acervo de 2000 mil livros para empréstimo gratuito em dez comunidades carentes do Rio de Janeiro. • Em 2012 realização da exposição SucArte, com patrocínio da Secretaria de Cultura do Município do Rio de Janeiro através do edital Pró-artes Visuais 2012, no Parque das Ruínas, em Santa Teresa, durante dois meses. • Em 2011 lançamento do projeto “Grafitarte”, com o patrocínio da Secretaria de Cultura do Município do Rio de Janeiro e da empresa LAMSA que ofereceu 6 meses de oficina de grafite, gratuitamente, a 90 alunos moradores do Complexo da Maré. O resultado destas oficinas foi a execução da Exposição Grafitarte no Museu da Maré, durante três meses. Curador - Joaquim Marçal Ferreira de Andrade Pesquisador da Divisão de Iconografia da Biblioteca Nacional. Trabalha na instituição há mais de trinta anos, onde atuou como designer e chefiou a Seção de Promoções Culturais, a Divisão de Fotografia e a Divisão de Iconografia. Coordenou o projeto de resgate da coleção de fotografias doada pelo imperador d. Pedro II hoje inscrita no registro internacional do programa Memória do Mundo, da Unesco. Co-autor, com a bibliotecária Celia Zaher, do projeto do Laboratório de Digitalização da Biblioteca Nacional Digital. Bacharel em desenho industrial (ESDI/UERJ), mestre em design (PUC-Rio) e doutor em história social (IFCS/UFRJ), é professor adjunto de fotografia da PUC-Rio e leciona no curso de pós-graduação em fotografia da Universidade Cândido Mendes. Curador de exposições, perito judicial em fotografia e artes gráficas e autor de ensaios sobre a história da fotografia, das artes gráficas e do design, é autor de "História da Fotorreportagem no Brasil - a fotografia na imprensa do Rio de Janeiro de 1839 a 1900" (Rio de Janeiro, Campus/Elsevier, 2004). Coordena, pela Fundação Biblioteca Nacional, o portal "Brasiliana Fotográfica de Digital", ora em desenvolvimento com o Instituto Moreira Salles. É membro correspondente da Câmara Técnica de Documentos Audiovisuais, Iconográficos e Sonoros do Conselho Nacional de Arquivos/Conarq.
Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Agência/Dv inválido, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias.