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Produzirexposição gratuita de Cícero Dias em Portugal, no Centro Cultural de Cascais, realizando esse intercâmbio artístico e cultural da terra Pernambucana com Portugal.A seleção de obras será feita a partir do acervo existente no Museu do Estado de Pernambuco e na Coleção Santander. Palestras no Rio de Janeiro sobre o homenageado.
Para as palestras serão convidados alunos da Escola de Belas Artes da UFRJ e de Arquitetura e Urbanismo (FAU) também da UFRJ. Tópicos das palestras que serão oferecidas como contrapartida social: Cícero Dias foi um dos artistas mais importantes do modernismo brasileiro, com uma carreira marcada por sua participação na renovação da pintura e nas relações culturais entre o Brasil e a Europa. Se você está interessado em palestras sobre Cícero Dias, elas geralmente abordam aspectos da sua vida, sua obra, e seu impacto na arte brasileira. Aqui estão alguns tópicos comuns que poderiam ser discutidos em palestras sobre o pintor: 1. A Vida de Cícero DiasNascimento e formação: Cícero Dias nasceu em 1907, em Pernambuco, e desde jovem mostrou grande interesse pelas artes. Sua formação na pintura e sua migração para o Rio de Janeiro e, mais tarde, para a Europa, são pontos importantes para entender seu desenvolvimento artístico.Carreira na França e em outros países: A mudança de Cícero Dias para Paris na década de 1930 foi um marco na sua carreira. Ele teve contato com importantes movimentos artísticos, como o Surrealismo e o Abstracionismo, além de interagir com nomes como Picasso, Braque e outros grandes artistas da vanguarda europeia. 2. O Modernismo e a Arte BrasileiraRelação com o movimento modernista: A obra de Cícero Dias reflete as influências do modernismo brasileiro, especialmente o uso de formas geométricas e cores vibrantes, além da busca por uma linguagem própria e original.Contexto histórico e artístico: Palestras podem abordar o contexto em que Cícero Dias trabalhou, como o Brasil na era Vargas, as transformações políticas e culturais, e a ascensão do modernismo no país, especialmente após a Semana de Arte Moderna de 1922. 3. O Estilo e as Técnicas de Cícero DiasEstilo figurativo e abstração: Embora Cícero Dias tenha iniciado sua carreira com um estilo mais figurativo, suas obras evoluíram para formas mais abstratas, com uma forte influência da arte de vanguarda. Palestras podem destacar a transição entre essas fases e suas experimentações com as formas e cores.A influência do Surrealismo: Cícero Dias passou uma parte importante de sua vida em Paris, onde teve contato com artistas surrealistas. Sua obra reflete essa influência, com uma combinação de formas orgânicas e oníricas. 4. Principais Obras e ExposiçõesObras mais importantes: Entre as principais obras de Cícero Dias estão pinturas como "Composição" (1939), "A Bela e a Fera" (1946), e "A Fuga para o Brasil" (1948). Estas podem ser analisadas em profundidade para entender suas escolhas formais e simbólicas.Exposições internacionais: Cícero Dias participou de importantes exposições internacionais, incluindo a Bienal de Veneza e a Bienal de São Paulo, o que ajudou a consolidar sua carreira no cenário global. 5. A Contribuição de Cícero Dias à Arte BrasileiraImpacto no modernismo e na pintura brasileira: Através de sua técnica e sua visão, Cícero Dias foi um dos artistas que ajudaram a internacionalizar a arte brasileira, sendo um dos principais representantes da pintura moderna no Brasil.Relação com outros artistas brasileiros: Ele manteve uma relação estreita com outros artistas modernistas, como Tarsila do Amaral e Cândido Portinari, o que enriqueceu a troca de ideias e influências no Brasil. 6. A Recepção e Legado de Cícero DiasCrítica e recepção: As palestras podem abordar como a crítica de arte reagiu ao trabalho de Cícero Dias ao longo de sua carreira, tanto no Brasil quanto no exterior.Legado na arte contemporânea: A importância de Cícero Dias na formação da arte moderna brasileira e seu impacto nas gerações seguintes pode ser discutida. O legado do artista é especialmente relevante em museus e coleções de arte, como o Museu de Arte de São Paulo (MASP) e o Museu Nacional de Belas Artes (MNBA). 7. Cícero Dias e a Cultura PernambucanaInfluência de Pernambuco: Embora tenha vivido muitos anos fora do Brasil, Cícero Dias sempre manteve uma forte conexão com sua terra natal, Pernambuco. Suas obras frequentemente incorporam elementos da cultura local, e ele também foi um grande defensor das artes nordestinas.
OBJETIVOS GERAIS Considerando a centralidade da obra de Ci´cero Dias para o modernismo pernambucano e brasileiro assim como o acervo existente no Museu do Estado de Pernambuco, a proposta e´ realizar uma exposiça~o dos trabalhos de Ci´cero Dias em Portugal, realizando esse intercâmbio arsco e cultural da terra pernambucana com Portugal e com a Europa e os pai´ses de li´ngua portuguesa. O conceito curatorial a ser adotado foca primordialmente na seleça~o de obras figuravas referentes ao universo iconogra´fico de Pernambuco. O acervo pertencente ao Museu constuira´ o cerne da mostra : pinturas a o´leo, aquarelas, desenhos, a Sui´te Pernambucana, e outros itens pernentes constantes nas coleço~es da instuiça~o, com destaque para as pinturas "Jangadinhas, Convento e Igreja Nossa Senhora das Neves", "Lavouras" e"EngenhoNoruega". A mostra tambe´m objeva dar a conhecer ao pu´blico português a importância da interaça~o do arsta pernambucano com intelectuais e outros arstas portugueses ao tempo de sua fecunda estada no pai´s durante a Segunda Guerra; aspectos arscos e biogra´ficos sera~o realçados. A ideia e´ reunir obras presenciais do Museu, bem como imagens de outros trabalhos selecionados do artista, tais como o grande painel " Eu vi o mundo... ele começa no Recife", que se encontra em coleça~o particular. Tambe´m os paine´is da Casa de Cultura do Recife devera~o integrar o conjunto das obras virtuais. A exposiça~o contara´ tambe´m com publicaço~es, fotografias, material da imprensa, vi´deos, documenta´rios, entrevistasememorabilias. Sera´,portanto,composta por acervos icoevirtual,a ser sustentado pela inteligibilidade de uma linha do tempo biogra´fica e histo´rica. Trechos e menço~es de artistas, cri´ticos e intelectuais brasileiros e estrangeiros sobre a trajeto´ria de Ci´cero Dias, a exemplo de Gilberto Freyre, Jose´ Lins do Rego, Picasso, Paul Eluard Mario Carelli e outros compora~o o conteu´do da mostra, de modo a revelar ao pu´blico visitante, as virtualidades do fazer arsco de Ci´cero Dias, que viveu em Portugal um peri´odo fe´rl e decisivo de sua carreira construi´da entre dois mundos: o Brasil e a Europa. Este projeto será realizado em parceria com o Centro Cultural de Cascais (carta em anexo) OBJETIVOS ESPECÍFICOS Produto principal: Exposição - Retrospectiva de Cícero Dias Farão parte da exposição 30 obras que compõe o acervo do Museu do Estado de Pernambuco e 10 obras que compõe o acervo do Banco Santander. O período expositivo será de 25/9/25 a 2/01/2026. São esperadas cerca de 24.000 pessoas (2.000 por semana) pelo período expositivo. Funiconamento: de Ter a Dom: 10:00-18:00 Produtos secundários: PALESTRAS: Serão realizadas palestras grauitas no Rio de Janeiro sobre o homenageado, ministradas pelas curadoras e por convidados. Para as palestras serão convidados alunos da Escola de Belas Artes da UFRJ e de Arquitetura e Urbanismo (FAU) também da UFRJ. VÍDEO REGISTRO: para disponibilização gratuita na internet
O projeto se enquadra no Art. 1o da Lei 8313/91 nos incisos abaixo:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exerci´cio dos direitos culturais;Por meio da reunia~o e diponibilizaça~o de material raro que o pu´blico na~o tem acesso e que fazem parte de coleço~es de colecionadores diversos. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestaço~es culturais e seus respectivos criadores; Difundir atrave´s dessa exposiça~o trabalhos contemporâneos e modernistas, nacionais e internacionais. V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; ________________________________________________________________________________________________________ O projeto tem como objetivo dentre os elencados no Art. 3° da Lei 8313/91:I - incentivo à formaça~o arti´stica e cultural, mediante:c) instalaça~o e manutença~o de cursos de cara´ter cultural ou arti´stico, destinados à formaça~o, especializaça~o e aperfeiçoamento de pessoal da a´rea da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;II - fomento à produça~o cultural e arti´stica mediante:IV - esti´mulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na a´rea da cultura e da arte e de seus va´rios segmentos; Ci´cero dos Santos Dias (1907-2003) nasceu no engenho jundia´, em Escada, Pernambuco, no ano de 1907. Seu nome se situa na cimeira da histo´ria do modernismo de Pernambuco e do Brasil.Ci´cero Dias foi um artista mu´lplo. Ale´m da pintura, se expressou tambe´m na produça~o de desenho, gravura, ilustraça~o e cenografia. No começo de sua carreira, iniciada em Pernambuco, dedicou-se primeiramente à criaça~o de aquarelas, nas quais apresentava um universo de sonhos. Sa~o imagens flutuantes, de um mundo inconsciente, marcadas pelo ambiente fanta´sco nordesno. Suas aquarelas oni´ricas se aproximavam do surrealismo e das xilogravuras da literatura de cordel.Foi quando passou a integrar as vanguardas modernistas brasileiras. Ci´cero aderiu ao movimento regionalista de 1926, ocorrido no Recife, sob a liderança intelectual do jovem Gilberto Freyre, assim como mais tarde veio a colaborar com a Revista de Antropofagia. Sua vocaça~o por um fazer arsco livre o fez abandonar o curso de pintura da Escola Nacional de Belas Artes, em 1928, choque com a rigidez da orientaça~o acadêmica. Libertado das amarras da Academia,dedicou-se àscomposiço~es fanta´sticas formadas por calungas pernambucanas e outras imagens soltas e mal construi´das.Depois de uma breve temporada em Paris, em 1931, quando Lu´cio Costa modernizou a Escola dos cânones acadêmicos, Ci´cero apresentou no histo´rico "Sala~o Revoluciona´rio" ograndepainel "Eu vi omundo....ele começava no Recife". Pintado entre 1926 e1929, em papel kraft, o painel causou estranhamento pelas suas amplas dimenso~es ( 15,5 metros de largura por 2 metros de altura), pelas figuraço~es oni´ricas e pelos nus ousados. No dizer de Ma´rio de Andrade, "o quadro fez tremer os muros", chegando a ser atacado e foi posteriormente restaurado em Paris. A exposiça~o da obra, entretanto, foi um marco definitivo nacarreira do artista e do modernism obrasileiro. Em1996,o grande painel foi exposto em Paris, na sede da UNESCO.Por toda de´cada de trinta, a obra de Ci´cero se inspirou nas cenas da civilizaça~o do açu´car. Foi por isso chamado por Gilberto Freyre o "pintor dos canaviais". Sem compromisso com o realismo, tornou-se um inte´rprete do velho banguê em decadência. Jose´ Lins do Rego inspirou-se em Ci´cero Dias na construça~o de um dos personagens de seu romance Usina. As lembranças do pintor de menino de engenho ganharam cores e formas li´ricas em suas telas. Ale´m de Lins do Rego, Ci´cero foi muito admirado por Graça Aranha e Gilberto Freyre. A pedido de Freyre, Ci´cero Dias fez as ilustraço~es do cla´ssico sociologia brasileira Casa Grande e Senzala, publicado em 1933.
CENTRO CULTURAL DE CASCAIS Edifício secular, o Centro Cultural de Cascais nasceu da reabilitação do antigo Convento de Nossa Senhora da Piedade. Abriu as suas portas a 15 de maio de 2000 e constitui hoje um espaço multidisciplinar, especialmente vocacionado para as artes visuais. Dispõe ainda de um acolhedor auditório com capacidade para 112 lugares, adequado ao acolhimento de conferências, seminários, pequenos concertos de música e performances, bem como uma agradável cafetaria servida por uma esplanada localizada num pátio interior. O convento foi edificado por iniciativa dos Carmelitas Descalços, com apoio monetário (no inicio da obra) do IV Conde de Monsanto, D. António de Castro. Por três vezes foi noviciado. A história do convento até 1834, está descrita na Crónica dos Carmelitas, ordem religiosa que o ocupou até essa data. Quando nesse ano as ordens religiosas foram extintas, o convento ficou votado ao abandono e em ruína. Depois de passar por diversos proprietários foi adquirido pelo Visconde da Gandarinha, em finais do séc. XIX, que ali mandou instalar o seu palácio de veraneio. Já em meados do séc. XX o edifício foi adquirido pela família Espírito Santo e, em 1977, a Câmara Municipal de Cascais tomou posse, por escritura de doação, da Sociedade Casas da Gandarinha SARL, com a salvaguarda da gestão da capela pela autoridade eclesiástica local. A recuperação do antigo convento teve início em março de 1994, num projeto faseado. A ala norte foi a primeira a ser concluída, tendo as restantes alas (nascente, sul e poente) sido alvo de escavações arqueológicas que terminaram em 1997. Com uma gestão partilhada entre a Fundação D. Luís, responsável pela programação do centro de exposições, e a Câmara Municipal de Cascais, que assegura a programação do auditório, o Centro Cultural conta igualmente com um Serviço Cultural e Educativo muito dinâmico. Mais informação em cultura.cascais.pt
EXPOSIÇÃO Acessibilidade física (custos previstos na planilha)Deficientes auditivos - A exposição terá interprete em libras para todos os dias da exposição Gravação de libras de texto sobre a exposição e sobre as obras que será diponibilizado para consulta do público através de QRCode ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS:Áudiodescrição para deficientes intelectuais e visuais PALESTRAS Acessibilidade física- A entrada será acessível para pessoas com mobilidade reduzida. Monitores serão treinados para realizar visitas acessíveis.Acessibilidade de conteúdo Deficientes auditivos - teremos intérprete de libras nas palestrasDeficientes visuais - será feito um trabalho de áudio descrição gravado da exposição serão convidadas entidades que trabalhem com este público, este item está incluído na planilha ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMOPESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS VÍDEO REGISTRO - para disponibilização na internet Intérprete de LIBRAS
O projeto será inteiramente gratuito. Instrução normativa de janeiro de 2024: § 3º Excluem-se da obrigatoriedade os projetos que contenham ações formativas ou programas educativos gratuitos. Estimativa de público atendido gratuitamente 24.000 pessoas pelo período expositivo. Palestras Grauitas no Rio de Janeiro - serão convidados 500 alunos da Escola de Belas Artes da UFRJ e de a Universidade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) também da UFRJ. Essas palestras serão ministradas em local a ser definido pela curadoria.
Curadoria - Helena Severo e Maria Eduarda Marques Cenógrafo - Carlos Augusto Lira Direção de produção - Jocelino Pessoa Curadora e proponente - Helena Severo Helena Severo é advogada (PUC RJ) e fez mestrado de Ciências Sociais no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ.Em 1990 assumiu a direção do Museu da República onde desenvolveu um trabalho pioneiro que começou pela restauração do Palácio do Catete e culminou com a abertura de seus espaços para usos diversos.Entre outras iniciativas, notabilizou-se a montagem, no interior do Palácio do espetáculo “O Tiro que Mudou a História” que retratou a história do suicídio de Getúlio Vargas, tomando como cenário os locais onde os fatos ocorreram.Em 1993 assumiu a Secretaria de Cultura do RJ onde criou e implantou projetos como a Rede Municipal de Teatros, o Sistema Integrado de Bibliotecas Comunitárias, O Museu da Cidade, o Centro de Artes Hélio Oiticica, as Lonas Culturais, a distribuidora RioFilme, os centros culturais Laurinda Santos Lobo, José Bonifácio, Parque das Ruínas, a coleção Perfis e Cantos do Rio, o Programa de Apoio e Dança Contemporânea, dentre outras iniciativas.No final de 1999 sai da Secretaria para assumir a Coordenação Nacional da Mostra do Redescobrimento – Brasil 500 Anos, em São Paulo.Em 2001 é convidada para retornar ao Rio na condição de Secretaria Estadual de Cultura cargo que exerce até 2004 quando assume a Presidência da Fundação Theatro Municipal do RJ.Ali, entre outros projetos, desenvolve a ideia de entregar a grandes encenadores brasileiros a direção das óperas encenadas. Aderbal Freire Filho, Moacyr Góes, Gerald Thomas entre outros tiveram a oportunidade de dirigir títulos clássicos do repertório operístico. Esta política culmina com “O Cientista”, ópera composta, dirigida e protagonizada por artistas brasileiros que encenou a temporada de 2006 do Theatro Municipal do RJ.A partir de 2007 começa a dedicar ao desenvolvimento de projetos,. em sua empresa “Oficina de Arte”. Corresponde a este período a realização dos seguintes projetos:1- Itinerância nacional da ópera “O Cientista”, apresentada nas cidades do Rio de Janeiro, Recife, Salvador, Fortaleza e Duque de Caxias, ano de 2007.2- Exposição “ Darwin- Descubra o Homem e a Teoria Revolucionaria que Mudou o Mundo”, Museu Histórico Nacional, Rio de Janeiro, janeiro de 2008.3- Curadoria e Produção da exposição “ Saúde e Medicina no Brasil e Portugal- 200 Anos”, Museu Histórico Nacional, Rio de Janeiro, julho de 2008.4- Itinerância Internacional da exposição “Saúde e Medicina no Brasil e em Portugal’: Museu de Ciência da Universidade de Lisboa,, novembro de 2008.5- Produção da ópera “Chagas”: Palácio Pamphilj, Roma, novembro de 2008.6- Produção de CD da trilha sonora da ópera Chagas, RJ, julho de 2009.7- Itinerância da ópera Chagas: Palácio das Artes, Belo Horizonte, outubro de 2009 e no Museu da Vida, Rio de Janeiro, dezembro de 2010.8- Curadoria e produção da exposição “Joaquim Nabuco- Brasileiro, Cidadão do Mundo- 160 Anos”: Museu Histórico Nacional, Rio de Janeiro, agosto de 2009 e Centro Cultural Santander, Recife PE, abril de 2010.9- Curadoria e produção da exposição “O Recife de Joaquim Nabuco”, Museu do Estado de Pernambuco, agosto de 2010.10- Curadoria e produção da exposição “Tatuagens Urbanas”, Museu de Artes e Ofícios, Belo Horizonte, MG, agosto de 2011 e no Museu do Estado de Pernambuco, novembro de 201111- Curadoria e produção da exposição “Arthur Bispo do Rosário: a poesia do fio”, Santander Cultural de Porto Alegre, março de 201212- Curadoria e produção da itinerância da exposição “Narrativas Poéticas Coleção Santander Brasil” nos estados de Porto Alegre, Brasília, Belo Horizonte, Recife, João Pessoa, Fortaleza, São Paulo e Rio de Janeiro, de 2012 a 2015.13- Curadoria e produção da exposição “Antonio Houaiss, Singular Plural” Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro, dezembro de 201614 - Curadoria da exposição “Estratégias do Feminino”, Farol Santander, Porto Alegre, outubro de 2019 14 - Coordenação Geral da exposição “Sente-se: A Coleção BEĨ em Diálogo”, Centro de Referência do Artesanato Brasileiro (CRAB)/Sebrae, setembro de 202215- Curadoria da exposição “Paisagem Construída: São Paulo e Burle Marx”- Centro Cultural Fiesp, São Paulo, outubro de 202216- “As Cantoras – A História do Rádio no Brasil”, Farol Santander, São Paulo, março de 202317- "Narciso A Beleza Refletida"- Farol Santander de São Paulo, out 2024 Curadora - Maria Eduarda Castro Magalhães Marques nasceu no Recife em 1958. Foi licenciada e bacharel em História no Departamento de História da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, em 1983. Formou-se em Pós-graduação em História da Arte e da Arquitetura do Brasil na PUC Rio, em 1984. Ingressou no Programa de História Social da Cultura do Departamento de História da PUC Rio, onde obteve o título de Mestre em 2003. Em 2010 obteve o grau de Doutora pelo mesmo Programa do Departamento de História da PUC Rio, com a tese “Homens de Negócio de Fé e de Poder Político: A Ordem Terceira de São Francisco do Recife, 1695-1711”, que foi publicada pela Editora Massangana, da Fundação Joaquim Nabuco em abril de 2015. É autora vários artigos e ensaios sobre História da Arte e História do Brasil publicados em diversos catálogos e revistas especializadas no Brasil e no exterior. É autora do livro MiraSchendel : a Estética da Expressividade Mínima, publicado pela editora Casac Naify. Dentre os trabalhos de curadoria, destaca-se a exposição Mira Schendel Pintora, realizada no Instituto Moreira Salles no Rio de Janeiro e em São Paulo, respetivamente de setembro a novembro de 2011 e de dezembro a fevereiro de 2021. Em 2015 realizou a exposição Pernambuco Cena Contemporânea, no Museu do Estado de Pernambuco. A exposição A Missão Artística Francesa no Brasil e seus Discípulos foi realizada no Rio de Janeiro, em 2016, na Galeria Pinakotheke Cultural. O projeto contou com catálogo análogo. Dentre as funções exercidas, destacam-se os cargos de Diretora Executiva da Fundação Biblioteca Nacional e Diretora de Projetos do Centro Brasileiro de Relações Internacionais – CEBRI. Atualmente reside no Rio de Janeiro onde é consultora independente para projetos culturais. Cenógrafo - Carlos Augusto Lira Carlos Augusto Lira é arquiteto, formado pela UFPE, com quase cinco décadas de atividade profissional e projetos em Pernambuco, em outros estados e fora do Brasil. Adepto do Movimento de Arte Conceitual dos anos 70, que reagia ao formalismo da arte, ele se destaca pela ousadia, amenizada pela utilização da arte popular na criação dos arranjos. Colecionador de arte popular, fundou o Instituto Lira, na Praça de Casa Forte, onde mantém um acervo de mais de cinco mil peças. JOCELINO PESSOA Gestor e Produtor Cultural, Jocelino Pessoa desenvolve exposições, projetos educativos e publicações vinculados a instituições culturais públicas e privadas. Iniciou sua carreira no Centro de Artes Visuais da Funarte, em 2006, onde foi produtor executivo do Programa Rede Nacional Artes Visuais e colaborou na primeira edição do Prêmio Marcantônio Vilaça. No Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea, instituição a qual passa a fazer parte em 2008, idealiza e coordena, entre outros projetos, o I Encontro de Agentes Culturais da Zona Oeste e a primeira edição do Programa Casa B Residência Artística. Ainda no Museu, organiza importantes exposições nacionais e internacionais, como Azul dos Ventos: Arthur Bispo do Rosário, realizada no Victoria and Albert Museum (Londres/UK) e no Museu da Cidade (Lisboa/PT), e é curador assistente da mostra Arthur Bispo do Rosário: a poesia do fio, realizada no âmbito do Festival Europalia (Bruxelas/BE), além de editor da publicação Um Canto, Dois Sertões, Bispo do Rosário e os 90 anos da Colônia Juliano Moreira e Das Virgens em Cardumes e da Cor das Auras. Como profissional independente, produziu, entre outras, a mostra Narrativas Poéticas - Coleção Santander Brasil, que percorreu nove cidades brasileiras e foi contemplado no Rumos - Itaú Cultural 2018-2019 com o projeto Brígida, de organização da obra audiovisual da artista Brígida Baltar. Atualmente também é Assessor de Artes Visuais do Sesc Nacional.
Periodo para captação de recursos encerrado.