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PRONAC 2410326Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Femmes + Femmes

BOITEMPO PRODUCOES E EVENTOS LTDA
Solicitado
R$ 936,1 mil
Aprovado
R$ 936,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-03-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (2)
Brasília Distrito FederalRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto Femmes + Femmes é composto pelo trabalho de doze fotógrafas mulheres de diversas procedências em torno de três temas fundamentais no momento em que vivemos: gênero, meio ambiente e identidade, em duas exposições distintas, mas em diálogo entre si. É um intercâmbio entre França e Brasil, expondo a obra destas artistas. A exposição brasileira será apresentada inicialmente na França no primeiro semestre de 2025, e no segundo semestre será apresentada no Brasil, em duas cidades, ao lado da exposição francesa.

Sinopse

Exposições fotográficas, a serem realizadas na França e no Brasil (Rio de Janeiro e Brasília) 4 visitas guiadas para escolas públicas do Rio de Janeiro

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS O ano de 2025 será o novo Ano do Brasil na França, 20 anos depois do sucesso da primeira edição, em 2005, que foi a maior manifestação cultural brasileira fora do país, com a participação de mais de 2000 artistas. A nova temporada, em 2025, marca também os 200 anos das relações diplomáticas entre os dois países. Dentro deste contexto, propomos o projeto Femmes + Femmes, que promove a realização de duas exposições fotográficas, que serão expostas lado a lado em Paris e no Rio de Janeiro. Femmes + Femmes é composto pelo trabalho de doze fotógrafas mulheres de diversas procedências em torno de três temas fundamentais no momento em que vivemos: gênero, meio ambiente e identidade em duas exposições distintas, mas em diálogo entre si. Estão contidas nessas duas exposições, uma de matriz francesa outra de matriz brasileira, através das suas autoras e respectivas bagagens culturais e existenciais, outras questões que são objeto de reflexão e debate a nível global, tais como a percepção do mundo pela sociedade ocidental e pelos povos tradicionais, as funções social e política da terra, imigração e mestiçagem. Do lado francês a exposição se intitula Mulheres _ Meio Ambiente _ Indentidade (Femmes _ Envronement _ Identité) e conta com a curadoria de Jean-Luc Monterosso. A exposição brasileira, por sua vez, se intitula Femmes _ Territoire _ Culture e tem como curador Milton Guran. Essas exposições integram o projeto Saison France-Brésil, uma iniciativa dos dois países. A exposição brasileira será apresentada inicialmente na França no primeiro semestre de 2025, e no segundo semestre será apresentada no Brasil, ao lado da exposição francesa. O objetivo deste projeto é promover um intercâmbio cultural entre França e Brasil por meio das exposições "Mulheres - Meio Ambiente _ Identidade" e "Mulher Território Cultura", destacando a contribuição de fotógrafas mulheres para a arte contemporânea e para o debate social. Criar espaços para reflexão sobre os temas abordados nas exposições. Através de QR Code, o visitante terá acesso a mais informações sobre cada autora e seu povo, como localização geográfica, nota histórica e situação atual. Título da exposição francesa: Mulheres - Meio Ambiente _ Identidade Curador: Jean-Luc Monterosso Exposição fotográfica que apresenta o trabalho de seis fotógrafas francesas, todas de origem imigrante recente ou mais antiga, provenientes do Senegal, Líbano, Argélia, Marrocos, Itália e Vietname. São desenvolvidos dois temas bastante recorrentes na fotografia e nas artes visuais contemporâneas, que são identidade e meio ambiente. Esses temas estão muito presentes na fotografia contemporânea hoje. A exposição é composta por 36 imagens (pequeno, médio e grande formato) impressas digitalmente, acompanhadas por vídeos autorais em alguns casos. Um código QR permite ao visitante acessar mais informações sobre as autoras e respectivas abordagens. Título da exposição brasileira: Mulher - Território - Cultura Curador: Milton Guran Exposição fotográfica apresentando o trabalho de seis fotógrafas indígenas brasileiras, de diferentes etnias, tendo como tema central a relação com a terra, tanto no sentido de território quanto na sua dimensão simbólica. A exposição é composta por 36 fotografias em grande formato impressas digitalmente e em uma instalação com projeção de imagens sobre a cultura e a vida cotidiana de cada povo representado. Acompanha as imagens um depoimento de cada autora na sua língua nativa, com legendas em francês e português. Esses depoimentos funcionam como um preenchimento sonora da exposição Através de QR Code, o visitante terá acesso a mais informações sobre cada autora e seu povo, como localização geográfica, nota histórica e situação atual. Objetivos Específicos Realizar as exposições no Rio de Janeiro, em Brasília e em Paris, integrando as obras de fotógrafas de diferentes contextos culturais. Realizar a produção de um catálogo bilingue, com 700 exemplares e distribuição gratuita. Como ação educativa, realizar no Brasil 4 visitas guiadas para alunos de escolas públicas.

Justificativa

O projeto "Femmes + Femmes" surge da necessidade de dar voz e visibilidade a fotógrafas mulheres que exploram temas fundamentais para a sociedade contemporânea: gênero, meio ambiente e identidade. Com duas exposições em diálogo, uma de matriz francesa e outra brasileira, buscamos refletir sobre a diversidade cultural e as experiências vividas por mulheres de diferentes origens e contextos. As exposições abordam questões globais, como a percepção do mundo por sociedades ocidentais e tradicionais, a função social e política da terra, imigração e mestiçagem. Ao unir as visões de fotógrafas de origens imigrantes na França e de fotógrafas indígenas brasileiras, o projeto contribui para um entendimento mais profundo das intersecções entre identidade e meio ambiente, promovendo um espaço de diálogo e reflexão. A Lei de Incentivo à Cultura desempenha um papel crucial na realização de exposições de artistas brasileiras e estrangeiras no Brasil, pois oferece uma solução de financiamento para projetos culturais, que chegam ao público de forma gratuita. Isso é especialmente importante em um cenário onde os recursos para a cultura são frequentemente limitados. Além disso, a utilização da lei cumpre a função de ampliar o acesso à cultura, promovendo a democratização dos bens culturais e assegurando que diferentes segmentos da sociedade possam participar dessas experiências artísticas. Isso também estimula o intercâmbio cultural, trazendo artistas internacionais ao Brasil e permitindo uma maior visibilidade para a produção artística nacional, que pode ser exposta ao lado de obras de outros países. Desta forma, apoio da Lei Rouanet facilita a valorização dos artistas brasileiros, oferecendo uma plataforma para que suas obras sejam vistas tanto por públicos locais quanto internacionais. A exposição apresenta artistas brasileiros e estrangeiros juntos, promovendo uma troca cultural enriquecedora que coloca o Brasil no cenário global da arte contemporânea.

Estratégia de execução

BIO RESUMIDO DAS FOTÓGRAFAS 1 - Delphine Diallo, nascida em 1977 em Paris, é fotógrafa franco-senegalês que atualmente vive e trabalha entre Paris e Nova York. Seu trabalho se concentra principalmente na descolonização dos corpos femininos negros. Ela combina arte e ativismo, explorando as muitas possibilidades de empoderamento de mulheres, jovens e minorias culturais através da provocação visual. 2 - Caroline Tabet nasceu em Beirute. Depois de estudar fotografia em Montpellier no início dos anos 90, ganhou experiência em Paris antes de retornar ao Líbano em 1994. A série fotográfica de Caroline Tabet explora a relação entre a paisagem urbana e as trajetórias humanas, bem como as intrincadas relações entre lembranças e perdas. 3 - Cléa Rekhou é franco-argelina, nascida em 1988, e cresceu numa comunidade de Seine-Saint-Denis, região vizinha à Paris. Seu trabalho busca, principalmente, iluminar assuntos sociais negligenciados, e ir contra preconceitos. Um dos seus trabalhos mais recente tem ntureza conceitual e trata dos vestígios da presença francesa na Argélia e, mais particularmente, sobre o planeamento urbano construído na década de 1950 e como este impactou a cultura local. Com este projecto explora metafisicamente a construção da identidade argelina através da (re)construção de imagens utilizando diversas técnicas visuais. 4 - Leila Alaoui, fotógrafa e cinegrafista franco-marroquina realizava uma missem o sobre os direitos das mulheres no Burkina Faso para a Anistia Internacional quando foi apanhada pelo ataque terrorista perpetrado no dia 15 de janeiro de 2016 em Ouagadougou. Ela morreu três dias depois em conseequência dos ferimentos. Entre arte e documentário, as fotos e vídeos de Leila Alaoui exploram o processo de construção das identidades e destacam as realidades sociais de Marrocos e de África como um todo. 5 - Sophie Zénon nasceu em Petit-Quevilly em Seine et Marne em 1965, e tem origens italianas e piemontêsas. Em 2002 iniciou pesquisas sobre patriotismo explorando as ligações entre história, etnologia e fotografia. Recentemente, realizou vários trabalhos sobre a memória da paisagem e em particular sobre as obsidianas, termo da botâmica que designa plantas propagadas por guerras e movimentos populacionais. 6 - Flora Mae Nguyen é uma fotógrafa francesa de origem vietnamita. Na sua obra, cruza diversas expressões artística para construir uma obra sensível e engajada, que questiona a fundo o impacto da colonização na construção da noção de mulher “exótica”. Dos cartões postais do século XIX às imagens de propaganda durante a última do Vietname, passando pelos comentários racistas contemporâneos, ela desenvolve uma história matizada e alimentada pela violência subjacente a toda essa situação. 7 -Kujãesage Kawainete Kaiabi tem 31 anos e, desde 2011, atua na área do audiovisual. Realizou uma série de vídeos sobre a culinária tradicional do povo Kaiabi-Kawaiwete. Dedica-se prioritariamente ao registro audiovisual dos rituais do povo Kaiabi, bem como reuniões, seminários e encontros dos povos indígenas do Xingu, sobretudo junto ao movimento de mulheres xinguanas. Dentre seus trabalhos mais recentes, destaca-se o registro da atuação das delegações indígenas presentes no Acampamento Terra Livre (ATL), em Brasília. Dirgiu, roteirizou e editou o documentário “Meriup”, parte da série documental “Amanajé – mensageiros do futuro “, exibida pela TV Cultura. 8 - Moara Tupinambá é uma artista brasileira, curadora, designer, ilustradora, comunicadora e ativista dos direitos indígenas. Conhecida como uma artista e ativista que por meio da arte tem gerado debates a cerca da consciência indígena nas cidades e dos apagamentos da identidade indígena pela colonização. Ela se tornou símbolo de luta ao enfrentar engenheiros de Belo Monte com um facão, paralisando as obras por 20 anos. Radicada em São Paulo, é artista multiplataforma e utiliza: desenho, pintura, colagens, instalações, vídeo-entrevistas, fotografias, literatura e performances. 9 - Pi Suruí é ativista e fotógrafa do povo Paiter Suruí. É editora de fotos da Rede de Comunicadores de Rondônia, faz parte da coordenação do movimento da juventude indígena de Rondônia, atua ainda na comunicação da Associação de Defesa Etnoambiental Kanindé e trabalha como Analista Socioambiental na Ação Ecológica Guaporé, programa do governo federal visando a restauração do meio ambiente em áreas devastadas. Seu trabalho foi exposto no MIS-SP em 2022. 10 - Priscila Tapajowara pertence ao povo Tapajó, um dos 13 povos da região do baixo rio Tapajós, na Amazônia brasileira. É fotógrafa, ativista indígena, ativista do clima, produtora de conteúdo audiovisual e co-coordenadora da organização Midia Índia. Foi a a primeira mulher indígena a se formar em Produção Audiovisual no Brasil. 11 - Wakrewa Krenak vive na Aldeia Indígena Krenak, localizada no leste de Minas Gerais, onde pratica a fotografia de documentação. É mãe de três crianças. Formada em licenciatura em ciências biológicas o que permite entender a natureza tanto na visão indígena como não-indígena. É uma líder feminina do povo Krenak e usa sua voz para lutar pelos direitos na luta contra a mineração e pela justiça climática. Seu sonho é que sua luta e que todas as mulheres indígenas sejam reconhecidas pelo mundo. 12 - Jaciara Borari, tem 28 anos, pertence ao povo Borari da aldeia de Alter do Chão no estado do Pará. Atua como comunicadora indígena, fotógrafa, produtora audiovisual, articuladora e facilitadora na ONG Engajamundo, Ativista ambiental, é da diretoria da Associação de Mulheres Indígenas Suraras do Tapajós, que tem a missão de combater a violência contra mulheres indígenas e o racismo, contribuindo para o fortalecimento político, econômico e cultural. É, também, percussionista e backing vocal no grupo musical Suraras do Tapajós que usa a arte da música para ecoar suas vozes, lutas e resistência além dos territórios tradicionais . Cursa uma licenciatura em Antropologia na Universidade Federal do Oeste do Pará. Já participou da Conferência do Clima da Organização das Nações Unidas – COP 25 Madrid, da COP 26 Glasgow e da 28 Dubai.

Especificação técnica

Impressão de 72 imagens fotográficas em diferentes formatos para integrar a exposição. 700 catálogos impressos, para distribuição gratuita

Acessibilidade

PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTES ACESSIBILIDADE FÍSICA: As exposições serão realizadas em espaços que garantem a locomoção de pessoas com deficiência, incluindo rampas, banheiros adaptados e sinalização adequada. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: Serão disponibilizados recursos como legendas em francês e português para os depoimentos das fotógrafas indígenas, além de traduções em Libras. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Haverá QR codes ao lado das obras que permitirão acesso a informações em formato de audiodescrição. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Haverá treinamento da equipe de monitores para interagir de forma inclusiva e acolhedora, recebendo todos os públicos e colaborando para fruição das obras. PRODUTO LIVRO ACESSIBILIDADE FÍSICA: Não se aplica ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: Por se tratar de um produto cultural exclusivamente com imagens, o catálogo é naturalmente acessível para pessoas com deficiência auditiva. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Haverá audiodescrição das obras, disponível online. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Por se tratar de um produto cultural com imagens fotográficas, é acessível para estes públicos.

Democratização do acesso

Para garantir a democratização do acesso às exposições, os ingressos serão gratuitos, bem como a distribuição dos catálogos. Não há atividade paga no projeto. Em atenção ao artigo 30 da IN 11/2024, realizaremos 4 visitas guiadas como ação complementar. Nestas ocasiões haverá intérprete de libras.

Ficha técnica

BIO RESUMIDA DA EQUIPE CURADOR FRANCES: Jean-Luc Monterosso Formado em filosofia, em 1974 integrou a equipa de prefiguração do Centro Pompidou. Em 1979, foi nomeado delegado geral da associação Audiovisuel de Paris, criou o Mês da Fotografia bienal em Paris. Em 1986, fundou com Christian Mayaud a revista La Recherche Photographique, publicada pela Paris Audiovisuel e pela Universidade de Paris VIII, e confiou a sua função editorial principal a André Rouillé. De 1986 a 1996, foi responsável pelo Espace photo des Halles, e em fevereiro de 1996 inaugurou a Casa Europeia da Fotografia. Em 2004, as cidades de Berlim, Viena, Roma e Bratislava aderiram ao Mês da Fotografia, que passou a designar-se Mês Europeu da Fotografia. De 2011 a 2013, Jean-Luc Monterosso foi diretor artístico do festival de fotografia mediterrânea de Sanary-sur-Mer (Photomed). É diretor da coleção Les grands photographyes da Pierre Belfond, e assina anualmente desde 2010 a mostra Arte Vidéo Night com Dominique Goutard na Arte, dedicada ao vídeo e à criação digital. CURADOR BRASILEIRO: Milton Guran Doutor em antropologia pela École des Hautes Études en Sciences Sociales de Marselha, França (1996), e mestre em comunicação social pela Universidade de Brasília (UnB), trabalhou no Museu do Índio entre 1986 e 1989. É diretor do Festival FotoRio (encontro internacional de fotografia no Rio de Janeiro). Pesquisador associado ao Laboratório de História Oral e Imagem (LABHOI) da Universidade Federal Fluminense (UFF), também é membro do comitê científico internacional do projeto "A Rota do Escravo" da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO). Em 2006, foi agraciado com a admissão à Ordem do Rio Branco no posto de Oficial Adicional por mérito acadêmico. Publicou vários livros, incluindo Linguagem fotográfica e informação (1992); Agudás: brasileiros do Benin. Foi curador de uma exposição no Museu de Arte da Imagem Contemporânea de Chengdu (Província de Sichan), China. PRODUÇÃO (PROPONENTE) A VERTIGO PRODUÇÃO CULTURAL se dedica a organização, produção e direção técnica de eventos artísticos e culturais. A vasta experiencia de seu diretor, Bel Fernandes, com a colaboração de uma equipe multidisciplinar de curadoria, museografia, luminotécnica. educação, cenografia, comunicação, administração de leis de incentivo entre outros, imprimem um caráter inovador às realizações da empresa, da conceituação a avaliação final do projeto. Criada em 1996 e sediada no Rio de Janeiro, a Vertigo produziu inúmeros eventos nacionais e internacionais: Exposições de artes visuais Monet no Museu Nacional de Belas Artes, RJ; Picasso em Tempos de Guerra no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro; Surrealismo no CCBB-Rio; Albert Eckhout Volta ao Brasil no Instituto Ricardo Brennand, Recife; Hélio Oiticica-Museu é o Mundo - itinerância Rio, Brasília, Belém; Hélio Oiticica – Penetráveis, Rio de Janeiro; A Quarta Geração Construtiva na FGV ARTE - Fundação Getúlio Vargas RJ. Festivais: Anima Mundi - Festival Internacional de Animação – SP, RJ, MG, DF; Cinema Tocado – Praia de Copacabana, RJ; Rio Cena Contemporânea – RJ; Primavera dos Livros – RJ, SP; Festival de Verão – Manaus; Projeto Aquarius – RJ; Olimpíadas Interescolares – Jornal O Globo, RJ; Brastemp China Festival – Rio de Janeiro e SP. Shows e tournées: Manu Chao Clandestino - Brasil, Argentina, Uruguai, Venezuela; Giberto Gil & Caetano Veloso Tropicália II – SP, RJ, Bahia; Chico Buarque de Holanda – Francisco – Turnê pelo Brasil; Vida de Viajante- Luiz Gonzaga e Gonzaguinha – Turnê Nacional; Ópera Turandot – Rio de Janeiro Alguns de nossos clientes: - Centro Cultural Banco do Brasil; - Centro Cultural dos Correios; - Petrobras; - Infoglobo; - Consulado Geral da França Rio de Janeiro; - Fundação Getúlio Vargas; - Libre, Liga Brasileira dos Editores; - Projeto Hélio Oiticica; Secretaria Municipal de Cultura. DESIGNER Zaven Paré é um artista visual e designer. Inventou a marionete eletrônica na década de 1990 (obras apresentadas em coleções e arquivos). Ele se tornou designer de interação associado do Robot Actors Project do Professor Hiroshi Ishiguro (Universidade de Osaka e ATR em Kyoto) como Robot Drama Researcher em 2009. Ele ensina teoria e prática das artes. Sua pesquisa se concentra em aplicações tecnológicas no campo artístico. Ele é autor de vários artigos e, mais recentemente, publicou o livro "L'âge d'or de la robotique Japonaise" (Paris: Les Belles Lettres, 2016). Ele é um colaborador de longa data para artes cênicas, como figurinista e cenógrafo em todo o mundo: Para coreógrafos de dança (Chouinard, Lock), para teatro e teatro musical (Marleau, Kagel) e para balé e ópera (Het National Ballet, Opera de Paris). Seus dispositivos encenaram a primeira peça de Novarina em inglês (CalArts, 1999). Seu trabalho como artista visual foi apresentado em várias exposições, retrospectivas e bienais, e por meio de colaborações para marcas de luxo.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.