Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O documentário é uma investigação dos mistérios da pré-história brasileira, com aventura e mergulhos arriscados em grandes profundidades em passagens apertadas de grutas no meio da Amazônia legal brasileira, utilizando equipamentos de alta tecnologia para obter resultados necessários para o avanço do conhecimento científico. No processo de pesquisa e documentação centenas de metros de passagens subaquáticas serãoexplorados e mapeados, usando sensores que permitirão obter imagens reais. O documentário será produzido com o time da GUE Brasil e o Laboratório de Arqueologia e Antropologia Ambiental e Evolutiva da Universidade de São Paulo (LAAAE _ USP). A pesquisa já foi iniciada e esqueletos de dezenas de humanos foram encontrados em diversos estados de conservação. A maior parte está na zona afótica de uma caverna. A presença de cerâmica, esqueletos de aves e conchas junto aos esqueletos humanos sugere indícios de rituais funerários que estão sendo estudados e serão revelados no documentário.
Como e quando os primeiros humanos chegaram a América do Sul? A USP, a Universidade de São Paulo, pode ter a solução para este enigma milenar, que vai ser apresentada neste filme documentário. Toda nossa inteligência e estudos científicos só conseguiram chegar a um consenso até agora: os humanos surgiram na África, e lentamente foram se espalhando pelos continentes, eventualmente chegando às Américas. Para a conclusão definitiva de como chegamos aqui, existem apenas teorias, algumas mais aceitas, outras bem controversas. A partir do laboratório de Arqueologia da USP, na capital São Paulo, esta produção investiga, como nunca documentado anteriormente, as diversas origens do homo sapiens na América do Sul. A produção mostra as descobertas da presença humana nos EUA, no México, e no Brasil, em outros lugares exóticos e inóspitos. Parte das imagens inéditas já foram produzidas pela Aventuras Produções em expedições científicas arqueológicas já realizadas no Brasil, na África e até no meio do Oceano Atlântico. Além do Laboratório de Arqueologia e Antropologia Ambiental e Evolutiva da Universidade de São Paulo (LAAAE – USP), participa desta produção o time da Global Underwater Explorers Brasil, cuja sede é em São Paulo. Juntos eles obtiveram resultados científicos impressionantes, somente possibilitada pela colaboração entre cientistas e exploradores. Após a introdução apresentando a cidade de São Paulo, a USP e o grupo de mergulhadores, o documentário entra no conteúdo científico, contando que a principal teoria da ocupação humana da América do Sul afirma que os primeiros humanos teriam caminhado desde a África até a América do Norte passando pelo estreito de Bering 13 mil anos atrás. Eles teriam passado por lugares como a ilha de Diomede, pequena e isolada no meio do Estreito de Bering, onde de um lado é um dia e do outro o dia seguinte, pois ali passa a linha internacional do tempo. Também mostra a teoria do homem de Clovis, no Novo México, onde foram encontrados os principais vestígios da presença humana, com 12 mil anos de idade. Já no Brasil é mostrado que aqui foram encontrados restos humanos de 11 mil anos, o que corrobora com a escala de tempo de deslocamento desde o Estreito de Bering. A teoria parece bem sólida. Contudo, graças a descobertas de cientistas brasileiros da USP, a teoria do Estreito de Bering começa a ser questionada. Este mistério serve de gancho para a grande revelação a seguir no documentário. O ponto alto do documentário são as revelações das pesquisas realizadas por profissionais da USP sobre um lugar mágico, surreal, dentro do território da Amazônia legal, diferente de todas as imagens que popularmente se veicula da Amazônia. Este lugar é uma caverna remota, no meio do nada, que atualmente se encontra inundada, mas que tem sido habitada desde a pré-história. Usando as mais modernas técnicas científicas, o documentário mostra quais grupos de humanos habitaram aquele lugar, de que eras, e para que finalidades eles o frequentavam. Dezenas de esqueletos humanos e animais foram encontrados em diferentes profundidades, o que indica, graças a datação de amostras de espeleotemas e de ossos, que a presença humana se deu ao longo de milênios. Até o momento, esqueletos de dezenas de humanos, entre adultos e crianças, foram encontrados, em diversos estados de conservação. Sua maior parte situa-se na zona afótica da gruta. Dentre eles, um em especial já foi datado e é considerado o mais antigo remanescente humano das Américas que teve datação direta comprovada. Além disto, a presença de cerâmica, esqueletos de aves e conchas junto aos esqueletos humanos sugere indícios de rituais funerários, que agora estão sendo estudado e serão revelados no documentário. Este lugar também oferece outra importante descoberta: os restos da mais antiga cerimônia fúnebre das Américas jamais descoberta, que é também o primeiro ritual de qualquer espécie já encontrado nestes continentes. Outros achados da caverna incluem megafauna, animais gigantes como Tatu do tamanho de um carro, e ossos de preguiça gigante, e restos que podem ter vindo dos Andes milênios atrás, o que traz civilizações andinas como os Incas para o quebra-cabeças da ocupação humana das Américas. De interesse especial para a ciência brasileira, o período de tempo na pré-história do Brasil do qual não se tem muitas informações, é compreendido no holoceno médio, com idade aproximada entre 4 e 5 mil anos atrás. No processo de pesquisa e documentação, centenas de metros de passagens subaquáticas foram explorados e mapeados, usando sensores que permitiram obter imagens reais 3D. O documentário será uma investigação dos mistérios da pré-história brasileira, com a aventura de mergulhos arriscados em grandes profundidades, por passagens apertadas das cavernas. Tudo isto utilizando equipamentos de alta tecnologia para obter os resultados necessários para o avanço do conhecimento científico brasileiro. A mensagem incentiva o interesse pelas ciências para estudantes. Estes achados da USP, ao colocarem em xeque a questão de uma única leva de imigração vinda do Norte, abrem as portas para outras investigações. Enquanto os Homo sapiens que vieram do Norte tem origem asiática, com feições mongoloide, estes achados mais antigos têm feições negroides, indicando que vieram da Ásia via Austrália, ou seja, navegando pelo oceano quando o nível dos oceanos era até 100 metros mais baixo e portanto haviam mais ilhas que ofereciam pontos de parada no percurso da longa travessia do oceano Pacífico. Eles podem ter chegado aqui em diversas ondas migratórias marítimas, não apenas uma. Seguindo esta teoria, a terceira parte do documentário investiga outro grande mistério que coloca em questionamento as duas teorias apresentadas até aqui. Aqui abordamos as lendas e mistérios de povos que navegaram para a América do Sul, em outras possíveis ondas migratórias milhares de anos após os primeiros Homo sapiens, talvez vindos do mundo clássico. Isto remete a ocupação de São Paulo, os mistérios dos bandeirantes em busca de ouro e outras riquezas, e as lendas ricas de detalhes que estes encontraram a partir da época do descobrimento. Traz personagens icônicos, como o Rei Salomão e sua frota fenícia, Faraós Egípcios, antigos Romanos, e muitas outras civilizações que podem ter chegado as Américas em especial ao Brasil, milênios antes de Cabral. Aqui mostraremos a grande travessia oceânica da única réplica de navio fenício já construída na história, que navegou através do Oceano Atlântico, da África às Américas, demonstrando que antigas civilizações clássicas como os fenícios, os gregos, e os romanos tinham a tecnologia para atravessar o vasto Oceano Atlântico, milênios antes dos navegadores europeus modernos. Eles podem ter interagidos com os povos descendentes das primeiras levas migratórias mostradas no começo do documentário. A conclusão da produção é que novas tecnologias estão sendo empregadas na busca das respostas da origem da humanidade, e que as lacunas que ainda faltam serem preenchidas para entendermos com chegamos onde estamos estão sendo preenchidas. E baseado nestas novas deduções, poderemos projetar para onde iremos como espécie.
Como e quando os primeiros humanos chegaram a América do Sul? Este projeto pode ter a solução para este enigma milenar, que vai ser apresentado neste filme documentário.Toda nossa inteligência e estudos científicos só conseguiram chegar a um consenso até agora: os humanos surgiram na África, e lentamente foram se espalhando pelos continentes, eventualmente chegando às Américas. Para a conclusão definitiva de como chegamos aqui, existem apenas teorias, algumas mais aceitas, outras bem controversas. A partir do laboratório de Arqueologia da USP, na capital São Paulo, esta produção investiga, como nunca documentado anteriormente, as diversas origens do homo sapiens na América do Sul. A produção mostra as descobertas da presença humana nos EUA, no México, e no Brasil, em outros lugares exóticos e inóspitos. Parte das imagens inéditas já foram produzidas pela Aventuras Produções em expedições científicas arqueológicas já realizadas no Brasil, na África e até no meio do Oceano Atlântico.Além do Laboratório de Arqueologia e Antropologia Ambiental e Evolutiva da Universidade de São Paulo (LAAAE _ USP), participa desta produção o time da Global Underwater Explorers Brasil. Juntos eles obtiveram resultados científicos impressionantes, somente possibilitado pela colaboração entre cientistas e exploradores.Após a introdução apresentando a cidade de São Paulo, a USP e o grupo de mergulhadores, o documentário entra no conteúdo científico, contando que a principal teoria da ocupação humana da América do Sul afirma que os primeiros humanos teriam caminhado desde a África até a América do Norte passando pelo estreito de Bering 13 mil anos atrás. Eles teriam passado por lugares como a ilha de Diomede, pequena e isolada no meio do Estreito de Bering, onde de um lado é um dia e do outro o dia seguinte, pois ali passa a linha internacional do tempo. Também mostra a teoria do homem de Clovis, no Novo México, onde foram encontrados os principais vestígios da presença humana, com 12 mil anos de idade. Já no Brasil é mostrado que aqui foram encontrados restos humanos de 11 mil anos, o que corrobora com a escala de tempo de deslocamento desde o Estreito de Bering. A teoria parece bem sólida. Contudo, graças a descobertas de cientistas brasileiros da USP, a teoria do Estreito de Bering começa a ser questionada. Este mistério serve de gancho para a grande revelação no documentário. O ponto alto do documentário são as revelações das pesquisas realizadas por profissionais da USP sobre um lugar mágico, surreal, dentro do território da Amazônia legal, diferente de todas as imagens que popularmente se veicula da Amazônia. Este lugar é uma caverna remota, no meio do nada, que atualmente se encontra inundada, mas que tem sido habitada desde a pré-história. Usando as mais modernas técnicas científicas, o documentário mostra quais grupos de humanos habitaram aquele lugar, de que eras, e para que finalidades eles o frequentavam. Diversos esqueletos humanos e animais foram encontrados em diferentes profundidades, o que indica, graças a datação de amostras de espeleotemas e de ossos, que a presença humana se deu ao longo de milênios. Até o momento, esqueletos de diversos humanos, entre adultos e crianças, foram encontrados, em vários estados de conservação. Sua maior parte situa-se na zona afótica da gruta. Dentre eles, um em especial já foi datado e é considerado o mais antigo remanescente humano das Américas que teve datação direta comprovada. Além disto, a presença de cerâmica, esqueletos de aves e conchas junto aos esqueletos humanos sugere indícios de rituais funerários, que agora estão sendo estudado e serão revelados no documentário. Este lugar também oferece outra importante descoberta: os restos da mais antiga cerimonia fúnebre das Américas jamais descoberta, que é também o primeiro ritual de qualquer espécie já encontrado nestes continentes.Outros achados da caverna incluem megafauna, animais gigantes como Tatu do tamanho de um carro, e ossos de preguiça gigante, e restos que podem ter vindo dos Andes milênios atrás, o que traz civilizações andinas como os Incas para o quebra-cabeças da ocupação humana das Américas. De interesse especial para a ciência brasileira, o período de tempo na pré-história do Brasil do qual não se tem muitas informações, é compreendido no holoceno médio, com idade aproximada entre 4 e 5 mil anos atrás. No processo de pesquisa e documentação, centenas de metros de passagens subaquáticas foram explorados e mapeados, usando sensores que permitiram obter imagens reais 3D. O documentário será uma investigação dos mistérios da pré-história brasileira, com a aventura de mergulhos arriscados em grandes profundidades, por passagens apertadas das cavernas. Tudo isto utilizando equipamentos de alta tecnologia para obter os resultados necessários para o avanço do conhecimento científico brasileiro. A mensagem incentiva o interesse pelas ciências para estudantes. Seguindo esta teoria, a terceira parte do documentário investiga outro grande mistério que coloca em questionamento as duas teorias apresentadas até aqui. Aqui abordamos as lendas e mistérios de povos que navegaram para a América do Sul, em outras possíveis ondas migratórias milhares de anos após os primeiros Homo sapiens, talvez vindos do mundo clássico. Isto remete a ocupação de São Paulo, os mistérios dos bandeirantes em busca de ouro e outras riquezas, e as lendas ricas de detalhes que estes encontraram a partir da época do descobrimento. Traz personagens icônicos, como o Rei Salomão e sua frota fenícia, Faraós Egípcios, antigos Romanos, e muitas outras civilizações que podem ter chegado as Américas em especial ao Brasil, milênios antes de Cabral. Mostraremos a grande travessia oceânica da única réplica de navio fenício já construída na história, que navegou através do Oceano Atlântico, da África às Américas, demonstrando que antigas civilizações clássicas como os fenícios, os gregos, e os romanos tinham a tecnologia para atravessar o vasto Oceano Atlântico, milênios antes dos navegadores europeus modernos. Eles podem ter interagidos com os povos descendentes das primeiras levas migratórias mostradas no começo do documentário. A conclusão da produção é que novas tecnologias estão sendo empregadas na busca das respostas da origem da humanidade, e que as lacunas que ainda faltam serem preenchidas para entendermos como chegamos, onde estamos estão sendo preenchidas. E baseado nestas novas deduções, poderemos projetar para onde iremos como espécie. Objetivo específico A produção tem acompanhado documentando em alta definição 4K este incrível projeto científico desde seu início em 2022. Os resultados destas pesquisas científicas brasileiras estão sendo publicadas em publicações científicas, o que assegura sua credibilidade e importância no Brasil e no exterior. Através do filme documentário média-metragem e as informações educacionais, sobre as nossas origens mais antigas, terão a possibilidade de serem acessadas pelo grande público, especialmente pelo viés educacional por milhões de alunos que estudam este tema nas escolas públicas e privadas. O documentáio pode ser oferecido a população como uma aula sobre o tema, podendo ser distribuído para as milhares de escolas brasileiras, públicas e privadas. Pela sua duração de 45 minutos, o filme poderá ser exibido como parte do conteúdo educacional em horário escolar, podendo ser incorporado a grade curricular das escolas para ser exibido todos os anos.
Este tipo de produto educacional audiovisual é muito popular e comum nos Estados Unidos da América e em países Europeus e Asiáticos, porém, pouco utilizado no Brasil e nos demais países em desenvolvimento. Porém com o grande acesso hoje de jovens de todas as classes sociais a vídeos de entretenimento através de seus telefones celulares, é necessário que seja repensada a forma de entregar informação com efeito de atrair e perpetuar a informação junto a crianças e jovens. O filme documentário, sendo utilizado em salas de aula como ferramenta de ensino, marcarão um grande passo no uso de tecnologia de educação . Para que tudo isto possa ser produzido e distribuído, beneficiando milhões de jovens ao aprenderem sobre as origens milenares dos povos brasileiros, não apenas sobre os últimos 500 anos, é necessário utilizarmos os mecanismos de incentivo a cultura para o financiamento do produto filme documentário média-metragem.
As pesquisas continuam sendo realizadas pela equipe da USP de São Paulo para buscar a exata datação das pedras, ossos e demais peças coletadas. Esse é um projeto que une a ciência com a aventura, levando a todos à entenderem melhor como se sabe o período em que a caverna pode ter sido formada. Um documentário de aventura, movido pela emoção da conquista e da busca da informação.
Filme documentário média-metragem: Filme de 45 minutos produzido em qualidade de imagem ultraHD 4K, com trilha sonora dedicada, a ser distribuído em múltiplas resoluções como ultraHD 4K, Full HD, HD e SD, para permitir exibição desde salas de cinema até telefones celulares, em mídia física ou streaming. Sítio na internet dedicado: Produzido em plataforma Wordpress, com recursos audiovisuais interativos, possibilitando acesso de escolas públicas e privadas de todo Brasil ao filme por streaming ou download, bem como acesso a todo conteúdo educacional dividido por nível escolar, para ser usado pelos professores em suas salas de aula. Redes Sociais: Textos, vídeos e fotos com conteúdo parcial do filme documentário será distribuído em perfis do projeto em populares redes sociais.
As atividades e eventos ligados ao filme documentário fornecerão informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade de acordo com a IN 11/2024, da Lei n.º 13.146, de 2015, especialmente seus artigos 42, 43 e 44, do Decreto n.º 9.404, de 2018 e da Norma ABNT-NBR-9050/2020 e suas atualizações. O média metragem observará as medidas de acessibilidade tais como: legenda descritiva como medida de acesso para pessoas com deficiência auditiva conforme o Estatuto da Pessoa com Deficiência e suas regulamentações. O filme documentário promoverá o acesso ao conteúdo às pessoas com deficiências intelectual, auditiva e visual. Para tanto, disponibilizará acessibilidade comunicacional de: Língua Brasileira de Sinais - Libras; sistema Braille; sistema de sinalização ou comunicação tátil; audiodescrição; legendas para surdos e ensurdecidos; linguagem simples; textos adaptados para software de leitor de tela; e demais recursos que permitam uma comunicação acessível para pessoas com deficiência. Contará, também, com audiodescrição - narração adicional roteirizada, em língua portuguesa e em inglês e/ou espanhol, integradas ao som original da obra audiovisual e à sua versão dublada, contendo descrições das ações, linguagem corporal, estados emocionais, ambientação, figurinos, caracterização de personagens, bem como a identificação e/ou localização dos sons. Ademais, o filme documentário vai incorporar legendagem descritiva/legenda para surdos e ensurdecidos (LSE) que consiste na conversão do texto oral para o texto escrito de uma língua para outra, dentro de uma mesma língua ou de uma língua de sinais para uma língua escrita, levando-se em conta, na composição das legendas, a redução textual decorrente das restrições de tempo, espaço na tela, número de caracteres, conveniência de supressão ou acréscimo de informações, segmentação, alinhamento, fonte e local de cada legenda na tela e velocidade de leitura. Serão explicitadas informações de efeitos sonoros, música, sons do ambiente, silêncios significativos e aspectos paralinguísticos do discurso perceptíveis pela entonação ou pela emissão de sons não verbais – como choro ou riso –, bem como adicionada a identificação dos falantes. Por fim, este filme adotará a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) que é a forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil. Acessibilidade Física Em relação à acessibilidade física (arquitetônica) nos espaços de realização do filme documentário, serão considerados os seguintes recursos: rotas acessíveis, com espaço de manobra para cadeira de rodas, inclusive em palcos e camarins; piso tátil; rampas; elevadores adequados para pessoas com deficiência; corrimãos e guarda-corpos; banheiros femininos e masculinos adaptados para pessoas com deficiência; vagas de estacionamento para pessoas com deficiência; assentos para pessoas obesas; iluminação adequada; e demais recursos que permitam o acesso de pessoas com mobilidade reduzida, idosas e pessoas com deficiência. Como a principal distribuição do filme será para escolas públicas e privadas brasileiras, tais requerimentos de acessibilidade física já são exigências cumpridas por estes estabelecimentos de ensino.
O filme documentário será lançado em janela de TV aberta quando houver o interesse destes canais brasileiros pelo conteúdo educacional. E simultaneamente ele será disponibilizado para canais de TV por assinatura principalmente oferecido gratuitamente aos canais educativos e culturais, para maior distribuição nacional do produto. O sítio na internet do projeto oferecerá gratuitamente para todo Brasil os pacotes de conteúdo complementar educacional customizados para cada ano letivo, e também o filme gratuitamente em sua íntegra em qualidade máxima ultraHD 4K até qualidade reduzida para ser visto até em telefones celulares, para ser assistido diretamente no sítio, ou baixado e exibido posteriormente nas salas de aula, como os professores preferirem ou os recursos das escolas permitirem.
Aventuras Produções e Edições Educativas Ltda. As atividades da empresa começaram antes mesmo de sua abertura, quando seus fundadores, Vera e Yuri Sanada lançaram, em 1995, a primeira revista digital na internet do Brasil o portal aventura.com.br, praticamente com o início da internet no Brasil. Fundada em 1996, Aventuras Produções se dedica a promover a cultura brasileira para o mundo através do desenvolvimento, produção e consultoria de produções de cinema, TV e streaming, expedições científicas, aventuras, ecoturismo, e sustentabilidade, propiciando um maior entendimento do mundo natural e da natureza humana. Entre suas diversas produções séries sobre povos indígenas, a natureza do Brasil, os grandes rios brasileiros, e turismo especializado, entre outros temas, são exibidos em diversos canais de TV por assinatura e na web. De 2015 a 2017 a Aventuras Produções produziu, com o Canadá, Reino Unido e EUA, o primeiro filme IMAX Brasileiro, o Amazon Adventure 3D, que segue sendo exibido ao redor do mundo. Este filme recebeu até o momento 8 prêmios internacionais, inclusive 2 Lumiére da Hollywood Advanced Imaging Society e 1 da US National Science Foundation. De 2019 a 2020 produziu a Phoenicians Before Columbus Expedition, navegando do norte da África até a Flórida nos EUA na mesma réplica de navio Fenício do ano 600 AC, um projeto internacional em parceria com a campanha Clean Seas do Programa da ONU para o Meio Ambiente, entre outras entidades internacionais. A produtora agora esta envolvida no desenvolvimento de um museu dedicado para este barco histórico, na cidade de Montrose, Iowa, as margens do Rio Mississippi, nos EUA. Entre seus projetos anteriores se destacam o documentário oficial das celebrações no mar do 500º aniversário do descobrimento do Brasil no ano 2000, quando uma frota de 39 navios e barcos navegaram de Lisboa ao Rio de Janeiro. Para o centenário da imigração japonesa no Brasil em 2008 produziu o documentário oficial, lançado nos cinemas no Japão e no Brasil, e o Nipo Cine Brasil, um festival de cinema brasileiro no Japão de 2006 a 2008, e Mostra de Cinema Paulistano em Tóquio. De 2008 a 2010 a Aventuras Produções produziu o documentário da Expedição Phoenicia, um projeto multinacional de pesquisa arqueológica que circunavegou o continente Africano com o suporte de muitas entidades internacionais. A réplica do navio Fenício do ano 600 AC foi baseado no naufrágio Jules Verne VII, do Musée de Marseille. Aventuras Produções sempre este a frente do mercado com lançando de tecnologia de ponta, aliada ao melhor conteúdo, desde a primeira revista brasileira na internet em 1996, o primeiro filme IMAX brasileiro em 2017, e agora com o desenvolvimento do sistema Real MetAdventures no Metaverso. Junto com o Instituto AfrOrigens, Aventuras está desenvolvendo um documentário sobre navios escravagistas com apoio do Slave Wrecks Project do Smithsonian Institution National Museum of African American History and Culture e George Washington University, Universidade Federal Fluminense e Universidade Federal de Sergipe. Em parceria com a entidade norte-americana Heartland Research Group, está construindo o PHOENICIAN SHIP MUSEUM nas margens do Rio Mississippi, em Montrose, Iowa, EUA. Aventuras está desenvolvendo o filme longa-metragem Blackbirder, em coprodução com os EUA, para contar a história do capitão Nathaniel Gordon, que trouxe o último navio escravagista a desembarcar com sucesso Africanos no Brasil, e que se tornou o único traficante condenado e executado em 350 anos de escravidão da diáspora Africana. O projeto Rio Amazonas do Gelo ao Mar, que percorrerá todo o Rio Amazonas pela primeira vez documentando a maior biodiversidade do planeta, está em desenvolvimento com o apoio da Harvards Maps, Explorers Club, campanha Clean Seas da UNEP, e diversas entidades nacionais e estrangeiras, e gerará filme IMAX, documentário longa-metragem e série de streaming, entre outras produções. Aventuras Produções segue desenvolvendo projetos ousados como filmes longa-metragem, filmes IMAX, seriados para TV e Streaming, festivais de cinema internacionais, programa de entrevistas semanais, expedições científicas e culturais em parceria com produtoras nacionais e estrangeiras líderes para o mercado internacional. Currículo dos principais participantes. Vera Sanada – Publicitária por formação, morou em diversos países estudando e trabalhando como fotógrafa de moda, e depois com seu marido Yuri Sanada abriu uma escola de mergulho no Japão de 1991 a 1993. Depois navegaram pelo mundo em veleiros oceânicos até retornaram ao Brasil em 1995, quando criaram em 1996 a produtora Aventuras Produções. Autora de diversos livros, é apresentadora, produtora-executiva, e responsável pelo departamento financeiro da produtora. Yuri Sanada – O produtor brasileiro Yuri Sanada é escritor, diretor, produtor, cinematógrafo e apresentador de TV, com prêmios internacionais, incluindo 2 Lumiére da Hollywood Advanced Imaging Society. Navegador e explorador, atravessou oceanos várias vezes desenvolvendo e executando expedições científicas ao redor do mundo. Ele foi aceito como fellow member do exclusivo Explorers Club. Instrutor de Mergulho NAUI, começou a filmar debaixo d’água no Japão, onde abriu uma operação de mergulho de 1991 a 1994. Autor de vários livros, com prêmio literário na Bienal do Livro de São Paulo em 2001. Depois de morar em vários lugares da Europa, Oriente Médio e EUA, e por mais de uma década a bordo de veleiros, retornou ao Brasil em 1995 para criar a produtora Aventuras Produções e Edições Educativas Ltda. Desde então vem produzindo séries para TV e streaming, longa-metragens e expedições especiais realizadas em 6 continentes, como o primeiro filme IMAX brasileiro, o Amazon Adventure 3D. Palestrante internacional e ativista ambiental que criou o projeto Casa Orgânica e é co-fundador das entidades Earth Odyssey e AfrOrigens. É membro honorário da diretoria da entidade norte-americana Heartland Research Group, construíndo o Phoenician Ship Museum nas margens do Rio Mississippi, EUA. Com esta réplica de navio fenício do ano 600 AC navegou ao redor da África de 2008 a 2010, e através do Oceano Atlântico de 2019 a 2020. Yuri desenvolve produções a partir de sua casa e estúdio sustentável no Brasil. Ele tem vários projetos em desenvolvimento em uma variedade de tópicos. Sérgio Rhein Schirato - Responsável pela equipe de mergulho - Doutor em Ciências pela Universidade de São Paulo - USP. Mestrado em Administração de Empresas cursado em programa conjunto da New York University, Leonard Stern School of Business, London School of Economics and Political Science e HEC School of Management, Paris. Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade de Economia e Administração de Empresas da Pontifícia Universidade de São Paulo (FEA PUC-SP). Possui pós-graduação Latu Senso em Finanças pelo Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (IBMEC, atual Insper) e em Matemática Aplicada. Instrutor de mergulho pela operadora GUE que é líder na formação de mergulho, tendo sido pioneira no desenvolvimento de inúmeras inovações de formação, e tendo como recurso um plantel de instrutores de primeiro plano. Estará liderando os trabalhos com as equipes de mergulho. João Faissal - Diretor de Fotografia, operador de câmera subaquática, operador de drones e operador de steadicam. Atua no mercado de Cinema, Publicidade, Videoclipes e Televisão, para diversas marcas e canais como: Sportv, Hurb, Antártica, Itaipava, Osklen, Rider, Nissan, GNT, Off, entre outros. Como Diretor, realizou séries de TV para os canais +GSAT e Canal Brasil, além de filmes publicitários e institucionais. Como Diretor de Fotografia, assinou a Série Original Netflix “Anitta: Made in Honório”, da série “Viajando com os Gil” para a Amazon Prime, além de Fotografia adicional para episódios das séries “Sob Pressão” e “Dona Vitória” para o Globoplay, mais recentemente.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.