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PRONAC 2410331Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

SABER VERNACULAR RIBEIRINHO E A CARPINTARIA DA AMAZÔNIA

INSTITUTO GUA
Solicitado
R$ 2,80 mi
Aprovado
R$ 2,80 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
24

Localização e período

UF principal
PA
Município
Belém
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (2)
Belém ParáSão Paulo São Paulo

Resumo

Difusão do saber vernacular ribeirinho na carpintaria amazônica, pela ótica dos carpinteiros locais, através de uma exposição itinerante, produção e impressão de um livro e residência artística. Concomitante a exposição, e como contrapartida, ocorrerá um Ciclo Formativo.

Sinopse

O livro apresentará a arquitetura vernacular ribeirinha, seu contexto histórico, social e cultural. A obra contará com uma rica iconografia dessas construções, além de ilustrações detalhadas dos processos construtivos e dos principais elementos. A apresentação dessas construções e suas técnicas será complementada por um glossário visual com termos transmitidos oralmente ao longo de gerações de carpinteiros locais. Esse glossário servirá como uma referência importante tanto para as novas gerações de carpinteiros quanto para estudantes e profissionais da arquitetura, deixando um legado valioso sobre a cultura do Pará. O livro proporcionará uma análise histórica dessas edificações, juntamente com ensaios críticos que ressaltam a importância dessa produção em áreas como arquitetura, antropologia, estudos culturais e ecologia. Entrevistas detalhadas serão realizadas com carpinteiros para aprofundar sua prática e examinar os diferentes fatores que ameaçam o desaparecimento dessas tradições vernaculares.

Objetivos

Objetivo Geral - Preservar Conhecimentos Vernaculares: Documentar as técnicas construtivas das casas ribeirinhas, garantindo a preservação e continuidade desses saberes tradicionais. - Valorizar a Estética e Cultura Popular: Promover a valorização da arquitetura ribeirinha e da cultura local, destacando a importância estética e histórica dessas construções. - Empoderar Profissionais Locais: Fortalecer a comunidade de carpinteiros locais através de pesquisa, documentação e criação colaborativa, gerando novas oportunidades de renda. - Conscientizar sobre a Importância Cultural: Aumentar a visibilidade e a conscientização sobre a carpintaria amazônica como parte essencial da identidade cultural da região. Objetivo Específico Preservação do patrimônio cultural da carpintaria amazônica ribeirinha pela ótica dos carpinteiros que demonstrarão como os conhecimentos construtivos vernaculares podem contribuir para a indústria da construção civil na Amazônia e oferecer soluções sustentáveis aos desafios ambientais. Produção e montagem de uma exposição em Belém-PA com itinerância para São Paulo-SP, produção e impressão de uma publicação, produção e execução de residência artística e produção e execução de um ciclo formativo (como contrapartida social), contendo: visitas guiadas, oficinas, workshop e mostra de filmes. Ações/Produtos: A - Exposição "Habitar a Amazônia": Uma mostra abrangente que investigará as formas de construção e organização das habitações no território amazônico, por meio de fotografias, maquetes, obras de artistas contemporâneos e uma ampla documentação audiovisual. Primeiramente exibida no Museu do Estado do Pará, em Belém, com previsão de exibição entre julho e agosto de 2025, a exposição apresentará, por diferentes perspectivas e meios, a ocupação das áreas ribeirinhas e florestais da Amazônia, destacando as características urbanas e sociais dessas regiões e a transformação da paisagem ao longo do tempo. A mostra explorará desde o início do século XX, focando nas tentativas de ocupação por grandes indústrias e projetos de infraestrutura que alteraram o território, em comparação com a arquitetura vernacular criada pelos povos ribeirinhos e indígenas que habitaram diferentes áreas da região. A habitação amazônica será analisada nas cidades de Belém e suas ilhas, Manaus, Santarém e em dois exemplos de ocupações industriais históricas: Fordlândia e o Conjunto Urbano da Serra do Navio, no Amapá. Esses exemplos industriais servirão para reforçar a tese de que muitos projetos careciam de conectividade com o conhecimento e a cultura locais. Fundada em 1928 às margens do rio Tapajós, Fordlândia (PA) foi planejada para cultivar seringueiras e fornecer a infraestrutura necessária para o beneficiamento da borracha para a Ford Motor Company. Embora projetada para se assemelhar a uma cidade americana típica, enfrentou vários desafios e foi abandonada duas décadas depois. Já o Conjunto Urbano da Serra do Navio, tombado pelo Iphan em 2010, foi uma das primeiras experiências na região amazônica de construção de uma vila operária, criada entre 1955 e 1960 para apoiar a extração e beneficiamento de manganês no Amapá. Projetada pelo arquiteto Oswaldo Bratke, a vila buscava ser uma cidade moderna e autossuficiente no meio da floresta. Para explorar essas localidades, a mostra "Habitar a Amazônia" contará com expedições às cidades selecionadas para documentar suas arquiteturas e recolher depoimentos de moradores e trabalhadores. A intenção é que a exposição seja o resultado de um testemunho visual, arquitetônico e oral sobre a ocupação e adaptação do território amazônico. Após o período em Belém, a exposição seguirá para São Paulo-SP (local a ser definido), ampliando o alcance da pesquisa para novos públicos. A exposição terá duração média de 45 dias em cada cidade (Belém _ PA e São Paulo _ SP). Com entrada gratuita ao público em geral, estima-se a visitação total de 40.000 pessoas no período expositivo, nas duas cidades. B - Livro: Produção e impressão de 1.500 exemplares de um livro que abordará a arquitetura vernacular ribeirinha, explorando seu contexto histórico, social e cultural. A obra contará com uma rica iconografia dessas construções, além de ilustrações detalhadas dos processos construtivos e dos principais elementos. A apresentação dessas construções e suas técnicas será complementada por um glossário visual com termos transmitidos oralmente ao longo de gerações de carpinteiros locais. Esse glossário servirá como uma referência importante tanto para as novas gerações de carpinteiros quanto para estudantes e profissionais da arquitetura, deixando um legado valioso sobre a cultura do Pará. O livro proporcionará uma análise histórica dessas edificações, juntamente com ensaios críticos que ressaltam a importância dessa produção em áreas como arquitetura, antropologia, estudos culturais e ecologia. Entrevistas detalhadas serão realizadas com carpinteiros para aprofundar sua prática e examinar os diferentes fatores que ameaçam o desaparecimento dessas tradições vernaculares. C - Residência Artística: Ao longo de quatro semanas, artistas, arquitetos e designers selecionados irão ocupar a sede do Instituto Gua na Ilha de Murutucu. A sede tem como objetivo proporcionar um espaço para pesquisa, experimentação e troca de saberes, descentralizando a cena cultural de Belém. Na residência os participantes realizarão uma imersão focada na produção colaborativa com os carpinteiros locais. Esta residência multidisciplinar e horizontal resultará na criação de produtos coletivos que integrarão a exposição abordando temas como arquitetura vernacular, arte, cultura e o meio ambiente. O objetivo é fomentar a discussão sobre as técnicas e culturas locais, sua preservação e a democratização do conhecimento entre profissionais de diferentes perfis. Os processos criativos serão documentados e exibidos na exposição que encerra as atividades do ano de 2025. Durante a residência, um programa público incluirá encontros e mostras audiovisuais, trazendo a população local e as comunidades tradicionais à sede do projeto. PÚBLICO TOTAL: 5 participantes D - Contrapartida Social / Ciclo Formativo: Produção e execução de ações formativas. Dada a abrangência de seu público alvo, tendo um escopo voltado para pesquisadores, arquitetos, designers, artistas, estudantes, artesãos, carpinteiros e, principalmente, para povos e comunidades tradicionais (pescadores, extrativistas, ribeirinhos, quilombolas), o Instituto Gua visa propiciar com suas ações uma ampla gama de atividades voltadas a diferentes perfis de público. A seguir discriminamos essas atividades: 1. ENCONTROS E CONVERSAS Realizados com curadores, artistas e pesquisadores convidados durante a realização da exposição. Serão realizados 10 encontros, no Museu do Estado do Pará, no espaço expositivo. PÚBLICO TOTAL: 100 participantes 2. OFICINAS: 2.1. OFICINA: memórias visuais da Amazônia Investigação sobre ensaio fotográfico, sequência e narrativa, com exercícios práticos de registro e edição de material fotográfico. A oficina busca conectar a tradição, o território amazônico e a importância da carpintaria na preservação cultural e ambiental. Duração: 2 encontros presenciais, sede do projeto na ilha de Murutucu Participantes: moradores locais, alunos da rede pública e demais interessados PÚBLICO TOTAL: 20 participantes 2.2. OFICINA: artesãos dos rios A partir de encontros com os carpinteiros locais, a oficina busca produzir pequenas peças em madeira, confeccionadas pelos participantes. Abordam elementos da vivência desses profissionais e técnicas e exercícios para elaboração de pequenos artefatos e objetos. A oficina é gratuita e composta por 2 encontros presenciais, com duração de 6h cada, na sede do projeto na ilha de Murutucu. Participantes: moradores locais, alunos da rede pública e demais interessados PÚBLICO TOTAL: 20 participantes 3. WORKSHOPS Serão realizados três workshops: Com duração de 3h cada. 3.1 - Workshop de Formação em Carpintaria e cultura ribeirinha: voltado para professores da rede pública, com foco em artes visuais e arquitetura amazônicas. Apresentarão a pesquisa realizada e a vivência junto aos carpinteiros. Duração: 1 dia. Locais: a serem realizados em duas cidades ribeirinhas do Pará. 3.2 - Workshop de Formação em Esgotamento sanitário com fossa de bananeira: voltado para moradores das comunidades ribeirinhas, com propósito de formação acerca da dispensa de dejetos sanitários das moradias populares. Duração: 1 dia. Locais: a serem realizados em duas cidades ribeirinhas do Pará. 3.3 - Workshop de Formação em Construções com madeiras de ciclo curto (pachiuba): voltado à discussão de como produzir construções com madeiras de reflorestamento e as formas de beneficiamento da pachiuba. Duração: 2 dias. Local: sede do Instituto Gua, ilha de Murutucu. PÚBLICO TOTAL NOS 3 WORKSHOPS : 60 participantes 4. MOSTRA DE FILMES Durante três finais de semanas consecutivos, será realizada uma mostra de curta metragens sobre o morar e a cultura amazônica. A exibição dos filmes será realizada na sede na Ilha do Murutucu, voltada ao público geral e com transporte gratuito saindo de Belém. PÚBLICO TOTAL: 700 participantes

Justificativa

Para atendimento da solicitação deste Ministério, informamos que a proposta se enquadra nos incisos I, II, III, IV, V, VI, VIII e IX do Art. 1º da Lei 8.313/91 (abaixo listados e suas finalidades do Art. 3º): I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Finalidades - Art. 3°: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;

Estratégia de execução

OUTRAS INFORMAÇÕES: Com o avanço da pesquisa e da documentação da arquitetura ribeirinha em Belém, o Instituto Gua surge como um desdobramento do projeto, que ganhou maior complexidade e novos direcionamentos. Um de seus primeiros produtos, denominado Pallas, realizado entre 2022 e 2023, deu destaque ao trabalho desses artesãos e começou a gerar fontes alternativas de renda para a comunidade ribeirinha. O projeto foi exibido em feiras internacionais, integrou o SDGs in Brazil, evento realizado na sede da ONU, em Nova York, e recebeu o prêmio de impacto social pelo ELLE DECO Brasil Design Awards (EDIDA BR 2024). Na sua fase inicial, o projeto contemplou a construção de uma sede na Ilha do Murutucu, em Belém, com a colaboração técnica dos carpinteiros locais. Este local se tornou um centro de intercâmbio de saberes e desenvolvimento de peças de design colaborativo, criadas por carpinteiros da região e designers convidados que vivenciaram um período na ilha. Dessa interação, surgiram importantes parcerias entre Mestre Edson e Jay Boggo, Mestre Valdiley e o grupo M.O.O.C., e Mestre Oseas, Gabriel Kogan e Clara Figueiredo. O mapeamento e registro das casas ribeirinhas, bem como a conclusão do Pallas como piloto de troca de conhecimentos e experiências, abriram caminho para novas possibilidades e desdobramentos futuros do projeto. Nas próximas etapas, o Instituto Gua buscará intensificar a interação entre carpinteiros locais e profissionais de diversas áreas por meio de uma residência artística na Ilha de Murutucu. Além disso, o Instituto planeja divulgar esses saberes por meio da publicação de um livro e de uma exposição panorâmica. A escolha dessas ações visa contribuir para a agenda cultural de Belém em 2025, alinhando-se a muitos dos debates da 30ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP30). _______________ CONCLUSÃO: À medida que questões ambientais afetam o ecossistema amazônico e a cultura local corre o risco de perder seus saberes, o Instituto Gua assume um papel estratégico nas relações entre arquitetura, arte, cultura e meio ambiente. As ações planejadas buscam não apenas preservar e valorizar os conhecimentos construtivos vernaculares, mas também promover a conscientização sobre a importância dessas práticas para a identidade cultural e o desenvolvimento sustentável da região. O projeto se destaca pelo seu caráter colaborativo e inovador, sendo fundamental para a preservação do patrimônio cultural amazônico e para a promoção de um diálogo mais amplo sobre as questões urbanas e ambientais que afetam a região.

Especificação técnica

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO LIVRO: - Serão impressos 1.500 exemplares; Capa: - Brochura, com orelha de 10 cm - Cor: 4X0 cores; - Laminação Fosca; - Papel Cartão C1 250 grs; Miolo: - Aproximadamente 200 páginas; - Cor: 1x1 - P/B; - Aproximadamente 100 fotos P/B; - Formato 210 X 280 mm - Aprox. 60 imagens; - Papel Off Set 75 grs; - Bilingue - Português/Inglês; - Audiobook com Narração do Livro (acessibilidade para deficientes visuais).

Acessibilidade

Produto Exposição: Acessibilidade para deficientes auditivos - sinalização com textos explicativos Acessibilidade para deficientes visuais: Audiodescrição com textos da exposição e de obras selecionadas pela curadoria. Acessibilidade física: As ações ocorrerão no Museu do Estado do Pará, espaço aberto ao público com visitação gratuita, com total acessibilidade a portadores de necessidades especiais, possuindo: Rampas de Acesso; Corrimão; Elevador de Acesso; Banheiros Especiais; Cadeiras Especiais. Acessibilidade para deficientes intelectuais: monitoria treinada para atendimento a este público, caso haja esta necessidade. Produto Livro: Acessibilidade para deficientes auditivos – será confeccionado em linguagem escrita. Acessibilidade para deficientes visuais – Audiodescrição da Publicação Acessibilidade física – O lançamento do livro ocorrerá em local que atenda as normas legais, com total acessibilidade para deficiente físicos, contendo rampas de acesso, elevador adaptado (se for o caso), banheiros acessíveis. Acessibilidade para deficientes intelectuais: No lançamento haverá um monitor treinado para atendimento a este público, caso haja esta necessidade. Produto Residência: Acessibilidade para deficientes auditivos - Intérprete de libras. Acessibilidade para deficientes visuais – a residência será ministrada em linguagem oral. Acessibilidade física – A residência ocorrerá em local que atenda as normas legais, com total acessibilidade para deficiente físicos, contendo rampas de acesso, banheiros acessíveis. Acessibilidade para deficientes intelectuais: Haverá um monitor treinado para atendimento a este público, caso haja esta necessidade. Produto Contrapartida/Ciclo Formativo: A) ENCONTROS E CONVERSAS (10); B) OFICINAS (2); C) WORKSHOPS (3); D) MOSTRA DE FILMES; Acessibilidade para deficientes auditivos - Intérprete de libras Acessibilidade para deficientes visuais – a palestra será ministrada em linguagem oral. A palestra será gravada e disponibilizada no site e redes sociais (conteúdo com libras e audiodescrição) Acessibilidade física – A palestra ocorrerá em local que atenda as normas legais, com total acessibilidade para deficiente físicos, contendo rampas de acesso, elevador adaptado (se for o caso), banheiros acessíveis. Acessibilidade para deficientes intelectuais: Haverá um monitor treinado para atendimento a este público, caso haja esta necessidade.

Democratização do acesso

Conforme inciso/medida do Art. 30 da IN nº 11/2024 abaixo, serão adotadas no projeto: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento); II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;

Ficha técnica

Pesquisa e Organização Luis André Guedes Pesquisa e Organização Pablo do Vale Curadoria e pesquisa Priscyla Gomes Coordenadora do Projeto Vitória Arruda EXPOSIÇÃO Curadoria da exposição e textos Priscyla Gomes Curadoria da exposição Gabriel Kogan Curador Assistente Frederico Costa Coordenadora de Produção Vitória Arruda PUBLICAÇÃO Editora da publicação Priscyla Gomes Editor Assistente Frederico Costa Coordenadora Editorial Vitória Arruda RESIDÊNCIA ARTÍSTICA Coordenação da residência e curadoria Priscyla Gomes Coordenador Pedagógico / Artista Mauricio Adinolfi Coordenadora de Produção Vitória Arruda Luís André Guedes Fundador do Instituto Guá e mestrando na Universidade Amazônica. Iniciou seu trabalho fotográfico em 2013 documentando imagens amazônicas. Participou de vivências com fotógrafos e, em 2017, expôs no circuito BDZ e integrou o movimento "Ocupa Solar". No L.E.F da Universidade do Porto, pesquisou representações artísticas aplicadas à arquitetura e também participou do laboratório de mobilidade urbana da Universidade de Osaka. Pablo do Vale Fundador do Instituto Guá. Destacou-se no laboratório L.E.F da Universidade do Porto e integrou o Grupo de Pesquisa sobre Mercado Imobiliário em Centros Históricos Brasileiros, coordenando pesquisa de campo em Belém. Como arquiteto, teve obras publicadas em revistas internacionais e trabalhos nomeados para o prêmio “best of the year” do site Archdaily Brasil e internacional. Priscyla Gomes Curadora, organizadora e editora da publicação. Formada pela FAU-USP, concluiu o Mestrado e atualmente cursa o Doutorado, sendo especialista em Arte e Filosofia pela PUC. Foi curadora sênior do Instituto Tomie Ohtake (2010-2023), responsável por diversas mostras, incluindo Hiromi Nagakura até a Amazônia (2024) co-curada com Ailton Krenak. Organizou livros e ganhou o Prêmio Jabuti em 2020 na categoria "Artes". Gabriel Kogan Arquiteto, crítico e professor, formado pela FAU-USP. Foi professor convidado na Tokyo Institute of Technology (2021) e pesquisador visitante na Kyoto University (2022). Mestre em Water Services Management no UNESCO Institute for Water Education. É professor da Escola da Cidade e palestrante convidado no Politécnico de Milão. Vitória Arruda Coordenadora do projeto e editorial. Coordenadora e produtora cultural, formada em Comunicação pela PUC-SP. Foi diretora do Museu da Imagem e do Som (1990) e coordenadora de ações culturais da Secretaria de Estado da Cultura. De 2001 a 2023, foi diretora de Projetos e Produção no Instituto Tomie Ohtake, gerindo treinamentos, palestras, publicações, exposições e eventos. Realizou mais de 300 exposições nacionais e internacionais. Frederico Costa Curador e editor assistente. Mestre pela FAU USP, com pesquisas nas áreas de teoria, história e crítica da arquitetura e do urbanismo. Docente em curso superior de arquitetura e urbanismo desde 2017. Foi Gerente do Prêmio Design MCB do Museu da Casa Brasileira entre 2022 e 2023 e trabalhou em outras instituições culturais em atividades de produção e curadoria de arquitetura, como o Instituto Tomie Ohtake, a Casa do Povo e o Pavilhão do Brasil na 14ª Bienal de Arquitetura de Veneza. Integrante do grupo Arquitetura Bicha desde sua formação em 2020, vive em São Paulo. Mauricio Adinolfi Graduação em Filosofia pela Faculdade de Filosofia e Ciências da Unesp/Brasil. Doutor em Artes Visuais no I.A. Unesp/bolsista Capes com a tese Estruturas: Entre Madeira e Mar realizado em intercâmbio com a Escola Superior de Educação/Instituto Politécnico do Porto, Portugal. Seus estudos se desenvolvem através da investigação de questões estruturais, expandindo-se para o espaço em consequência da experiência com a construção naval e as comunidades litorâneas em várias partes do Brasil e Portugal, tornando a madeira, a pintura e a relação com outros profissionais o mote e fundamento dos projetos. Estes são caracterizados pelo vínculo com o rio, o mar e as situações críticas decorrente das transformações sociais e exploração regional.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.