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"De Maery a Belém: Uma Narrativa Urbana" é um projeto de Exposição que vai contar a história da evolução urbana e social de Belém do Pará, ao longo de mais de quatro séculos, através de múltiplas linguagens. A exposição está prevista para acontecer no período entre janeiro a abril de 2026 em Belém, no momento em que a cidade de Belém comemora seus 410 anos. A exposição, em local ainda a ser definido, vai mergulhar na história cartográfica da cidade, desde sua origem indígena como Maery, passando pelo período colonial e o auge do ciclo da borracha, até a Belém contemporânea. O projeto prevê, além da exposição, ações educativas com visitas guiadas e rodas de conversa, site do projeto e catálogo impresso da exposição.
"De Maery a Belém: Uma Narrativa Urbana" é um projeto de Exposição sobre a história da evolução urbana e social de Belém do Pará, ao longo de mais de quatro séculos, através de múltiplas linguagens. A exposição vai mergulhar na história cartográfica da cidade, desde sua origem indígena como Maery, passando pelo período colonial e o auge do ciclo da borracha, até a Belém contemporâneaserá realizada no período entre janeiro a abril de 2026, no momento em que a cidade de Belém comemora seus 410 anos. O projeto prevê, além da exposição, ações educativas com 9 visitas guiadas para estudantes de escolas e universidades do ensino público, ao longo de 3 meses de exposição e 3 rodas de conversa com convidados que complementam a exposição e incentivam a reflexão sobre a história, a arquitetura, o urbanismo e a sustentabilidade. O projeto terá site do projeto, disponível para todos na internet, transmissão das rodas de conversa de forma gratuita na internet, acompanhada de intérprete de libras e legendagem do video. O projeto contará com catálogo impresso com tiragem de até 2.000 exemplares com o conteúdo da exposição a ser distribuído de forma gratuita para escolas, universidades, público em geral e patrocinadores. O projeto é para pessoas de todas as idades, gêneros e todas as classes sociais, estudantes de rede pública e particular de ensino, universitários, professores, turistas, fotógrafos, artistas, curadores, críticos de arte, historiadores, público frequentadores (ou não) de museus e espaços culturais, entusiastas e interessados pelo tema proposto.
OBJETIVOS GERAIS: Promover uma reflexão crítica sobre o processo de urbanização de Belém do Pará, destacando suas características únicas e suas lutas históricas.Valorizar e celebrar a diversidade cultural da cidade, dando voz aos artistas e às comunidades locais através de múltiplas linguagens artísticas.Estimular o acesso à cultura e o engajamento cívico, incentivando o orgulho e a participação ativa na construção do futuro da cidade.Desconstruir o processo de urbanização de Belém, destacando suas deformidades e apagamentos históricos.Fomentar o debate sobre arquitetura, urbanismo e sustentabilidade, visando construir uma cidade mais justa e inclusiva.Promover o resgate da identidade cultural de Belém do Pará, valorizando suas raízes e tradições.Desconstruir estereótipos e preconceitos sobre a cidade, revelando sua diversidade e complexidade.Fomentar o acesso à cultura e fortalecer o sentimento de pertencimento da comunidade belenense. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Realização de laboratório de criação artística (LAB imersivo) com 10 artistas para a produção da Sala "Vivências Originárias"; Implementação de um núcleo de criação colaborativa com pesquisadores, historiadores, artistas e curadores da cidade de Belém, fortalecendo a economia criativa da cidade;Realização de exposição de artes visuais com a colaboração de 4 curadores e 20 artistas envolvidos; Criação de um site com o mapeamento e a história de 4 séculos da cidade de Belém;Promoção de 3 encontros com debate sobre arquitetura, urbanismo e sustentabilidade, envolvendo a comunidade acadêmica e as organizações locais visando construir uma visão coletiva para o futuro da cidade; Realização de 9 visitas guiadas à exposição, com alunos da rede pública de ensino da cidade de Belém do Pará;Contar a história de Maery a partir de uma perspectiva indígena, trazendo à tona experiências e conhecimentos tradicionais e contemporâneos;Utilização de tecnologias como video mapping, sensores de movimento e projeções interativas para criar uma experiência imersiva e impactante para os visitantes.Geração de renda para profissionais da cultura, além de profissionais indiretamente envolvidos no projeto; Ampliação de acesso à cultura através de acessibilidade para cegos e surdos;Fomento a formação de público de arte e cultura.
"De Maery a Belém: Uma Narrativa Urbana" é um estudo importante para a compreensão da identidade e memória coletiva da população belenense. O projeto nasce a partir de uma pesquisa cartográfica do relevante arquiteto de Belém (Acrescentar algumas credenciais do Flavio), já falecido, Flávio Nassar. Sua pesquisa será o fio condutor da exposição e é um testemunho valioso das transformações urbanas e sociais de Belém, oferecendo uma perspectiva única e detalhada sobre o desenvolvimento da cidade. Através de uma abordagem multidisciplinar, em uma proposta de laboratório criativo com artistas originários, o projeto vai mergulhar na história cartográfica da cidade, desde sua origem indígena como Maery, construindo narrativas críticas sobre a colonização e suas consequências; explorando temas caros a nossa sociedade, como etnogenocídio e o apagamento da ancestralidade indígena. O Projeto também mostrará o período colonial e o auge do ciclo da borracha na cidade até a Belém contemporânea que se conhece hoje. O projeto se destaca pelo compromisso com o resgate e a preservação da memória histórica da cidade, que através de pesquisas e estudos, trará aspectos da história de Belém que frequentemente são esquecidos e/ou marginalizados. A exposição celebra a diversidade cultural de Belém, integrando a contribuição de artistas indígenas, mestres da cultura popular e artistas contemporâneos de diferentes gerações. Este enfoque na inclusão e valorização das diversas vozes que compõem a identidade cultural da cidade é fundamental para promover um senso de pertencimento e orgulho entre os habitantes. Além disso, ao envolver artistas e comunidades locais, o projeto fortalece as redes culturais e incentiva a produção artística regional. "De Maery a Belém: Uma Narrativa Urbana" possui um forte componente educativo, oferecendo rodas de conversas, visitas guiadas e um website que complementam a exposição e incentivam a reflexão sobre a história, a arquitetura, o urbanismo e a sustentabilidade. Parcerias com instituições educacionais, como a Universidade Federal do Pará, vão garantir a qualidade e a profundidade das discussões, promovendo um entendimento crítico dos processos históricos e das dinâmicas urbanas. A Lei de Incentivo e´ uma das poucas formas de se conseguir parceria na iniciativa privada para a realizaça~o de um projeto cultural, sendo imprescindi´vel sua existência para democratizar a cultura no Pai´s. O projeto atende aos Incisos I, II, III, IV, V, VI e IX do Art. 1o da Lei 8313/91 bem como às finalidades expressas no Inciso I e V do objetivo do artigo 3o da norma, mais especificamente, ali´nea B respectivamente. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exerci´cio dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalizaça~o da produça~o cultural e arti´stica brasileira, com valorizaça~o de recursos humanos e conteu´dos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestaço~es culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expresso~es culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsa´veis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural histo´rico brasileiro; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O seguinte objetivo do Artigo 3o da Lei 8313/91 sera´ alcançado: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; Além da exposição temporária, o projeto deixará um legado duradouro na forma de website, catálogo, registros audiovisuais e obras de arte que poderão ser incorporados ao acervo cultural da cidade.O projeto visa gerar um impacto positivo na comunidade, promovendo o engajamento cívico e a coesão social. Atividades culturais e educativas, realizadas em locais históricos e simbólicos da cidade, estimulam a redescoberta e valorização dos espaços urbanos, fortalecendo o vínculo dos moradores com sua cidade.
Democratização do Acesso à Cultura: Um dos pilares do projeto é a democratização do acesso à cultura. A exposição vai garantir que pessoas de todas as idades e origens possam participar e se beneficiar das atividades oferecidas. Além disso, visitas guiadas e programações especiais para escolas públicas e comunidades vulneráveis asseguram que o projeto alcance um público amplo e diversificado. Impacto Social e Comunitário: 1. Valorização das Culturas Indígenas: O projeto visa enaltecer e destacar a história e a cultura dos povos indígenas que habitavam a região antes da fundação de Belém. A participação de artistas indígenas no processo recupera e fortalece a autenticidade e profundidade das narrativas, proporcionando uma plataforma para que suas vozes sejam ouvidas e respeitadas. 2. Educação e Consciência Histórica: A exposição servirá como uma ferramenta educativa, permitindo que o público tenha acesso a uma versão decolonial e inclusiva da história de Belém. Através de visitas guiadas, eventos e debates, o projeto incentivará a reflexão crítica sobre o passado e presente da cidade, promovendo um maior entendimento e respeito pela diversidade cultural. 3. Inovação Artística: A integração de tecnologias como vídeo mapping, animações e instalações interativas proporcionará uma experiência sensorial única, ampliando as possibilidades de expressão artística e engajamento do público. Isso não só enriquecerá a cena cultural local, mas também posicionará Belém como um centro de inovação e criatividade. 4. Inclusão e Acessibilidade: O projeto será acessível a diferentes públicos, incluindo escolas, comunidades indígenas, pessoas com deficiência, idosos e a população em geral. 5. Fortalecimento da Identidade Cultural: Ao destacar a contribuição das culturas indígenas, caboclas, ribeirinhas e urbanas na formação de Belém, o projeto reforçará a identidade cultural da cidade e fortalecerá o senso de pertencimento da população. Isso é especialmente importante em um momento de rápida urbanização e transformação social. 6. Impacto Duradouro: Além da exposição temporária, o projeto deixará um legado duradouro na forma de materiais educativos, registros audiovisuais e obras de arte que poderão ser doados ao acervo cultural da cidade. A criação de uma incubadora criativa também proporcionará um espaço de formação e desenvolvimento de novos talentos artísticos. O projeto visa gerar um impacto positivo na comunidade, promovendo o engajamento cívico e a coesão social. A produção de um catálogo da exposição, registrando as obras e eventos, oferece um legado duradouro que perpetua as reflexões e descobertas geradas pelo projeto.
- Exposição de artes visuais em múltiplas linguagens a ser realizada no período de três meses na cidade de Belém do Pará; - Website com o conteúdo da exposição, com textos, imagens e videos do projeto; - Catálogo impresso com tiragem de 2.000 exemplares; - Roda de conversa com convidados com cerca de 1 hora de duração; - Visitas Guiadas para grupos de até 30 pessoas a serem realizadas no espaço expositivo, com acompanhamento de assistentes de museologia.
ASPECTO ARQUITETÔNICO/ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES FÍSICOS: O espaço expositivo, assim como os espaços para a realização de encontros e palestras, serão escolhidos de forma a ter ou permitir que seja implementada rampa de acesso e espaços acessórios como banheiros e circulação com acessibilidade para pessoas com dificuldade de locomoção (pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas). ASPECTO COMUNICACIONAL DE CONTEÚDO: ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS E VISUAIS: Os encontros e palestras realizados contarão com com intérprete de libras para contemplar a participação de surdos e ensurdecidos (LSE). A exposição contará com recursos de acessibilidade de audiodescrição, assim como legendas descritivas para os vídeos. Durante todo o período de exposição, a assistente de museologia estará no local para dar atendimento facilitado e prioritário às pessoas idosas e com deficiência, como mais uma forma de lhes possibilitar o pleno exercício de seus direitos culturais.
Conforme determina o art. 30 da IN MINC Nº 11/2024, o projeto prevê: III – disponibilizar na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição. V – realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. Está previsto também a realização de 3 rodas de conversas que complementam a exposição e incentivam a reflexão sobre a história, a arquitetura, o urbanismo e a sustentabilidade com transmissão aberta e gratuita na internet, acompanhada de intérprete de libras e legendagem do video. O projeto contará com 9 visitas guiadas gratuitas mediadas por museólogos treinados para receber estudantes da rede pública de ensino ao longo dos 3 meses de exibição da exposição. O projeto contará com catálogo impresso com tiragem de até 2.000 exemplares (previsto dentro do orçamento de COMUNICAÇÃO) com o conteúdo da exposição a ser distribuído de forma gratuita para escolas, universidades, público em geral e patrocinadores, obedecendo o plano de distribuição com medidas de democratização de acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos conforme preceitua o Art 29 da IN MINC Nº 11/2024. Parcerias com instituições educacionais, como a Universidade Federal do Pará, vão garantir a qualidade e a profundidade das discussões, promovendo um entendimento crítico dos processos históricos e das dinâmicas urbanas.
Carolina Matos é paraense e proponente do projeto. Irá executar as funções de diretora artística, coordenadora geral e produtora do projeto (que contará com uma outra produtora também). CAROLINA MATOS (PROPONENTE - DIREÇÃO ARTÍSTICA, COORDENAÇÃO GERAL E PRODUÇÃO): realizadora audiovisual amazônida com experiência, desde 2009, em projetos de destaque nacional. Seu trabalho busca contar histórias ancestrais, regionais e femininas, especialmente da Amazônia. Ela atuou em diversos formatos de arte e entretenimento, incluindo publicidade, documentários, videoclipes, séries e longas-metragens. Com sólida atuação como assistente de direção, pesquisadora, roteirista e diretora, Carolina participou de projetos de destaque como o documentário "Mestras", que aborda a resistência cultural das mestras da música popular do Pará, e "Remapeando Belém", uma videoarte sobre a urbanização da cidade. Além disso, colaborou em produções como "Aruanas", "45 do Segundo Tempo" e campanhas publicitárias de grande porte. A concepção do projeto ""De Maery a Belém: Uma Narrativa Urbana" é de sua autoria. HELDILENE REALE (CURADORA): professora Adjunto I dos Cursos de Licenciatura e Bacharelado em Artes Visuais (FAV/ICA/UFPA). Pesquisadora, Artista e Curadora com interesse em temas que envolvem deslocamentos de Memórias, Histórias, Paisagens e Territórios na Amazônia. Doutora Artes (UFMG). Mestre em Comunicação, Linguagens e Cultura (UNAMA). Graduada no Curso de Licenciatura e Bacharelado em Artes Visuais e Tecnologia da Imagem (UNAMA), e no Curso de Turismo (UFPA). LUCAS GOUVÊA MARIANO (CURADOR): multi-artista de Belém (PA), há 15 anos cria projetos em diversas linguagens para as ruas, internet e galerias. Integrou publicações importantes e salões como: Arte Pará em 2015, do livro da 31 º Bienal de São Paulo. Premiado em salões como Diário contemporâneo de Fotografia, e Salão Xumucuís. Produz trabalhos em: Edição de vídeo, 3D, VR, motion e programação. Cria e opera conteúdo visual como VJ/Diretor Artístico dos shows de Gaby Amarantos, Dona Onete, Gang do Eletro e Luísa e os Alquimistas. Fez parte da equipe do Festival Amazônia Mapping e é Integrante do qUALQUER qUOLETIVO, e ex-professor da Universidade Federal do Pará (UFPA). JORANE CASTRO (CURADORA): diretora e produtora, nasceu em Belém (Amazônia, Brasil). Dirigiu mais de 20 filmes, documentários e ficções, entre eles PARA TER ONDE IR e MESTRE CUPIJÓ E SEU RITMO. Atualmente lança o documentário TERRUÁ PARÁ e prepara sua próxima ficção, MARAJÓ. MOARA TUPINAMBÁ (CURADORA): é ARTivista visual e curadora autônoma, natural de Maery (Belém do Pará). É membro da Aldeia Tucumã Tupinambá, do Baixo Tapajós. Radicada em Campinas, é artista multiplataforma e utiliza: desenho, pintura, colagens, instalações, vídeo-entrevistas, fotografias, literatura,arte digitais e tecnologias. Sua poética percorre cartografias da memória, identidade, ancestralidade, resistência indígena e pensamento anticolonial. FABIANA GABRIEL (PRODUÇÃO EXECUTIVA): Profissional com mais de duas décadas de vivência em cultura e entretenimento. Mais de 20 anos como executiva no Grupo Globo. Desde 2023, fundou a empresa FAVA COMUNICAÇÃO & ARTE empresa de elaboração, desenvolvimento, captação e parcerias de projetos culturais e de comunicação. Também em 2023 prestou serviços para o Museu do Amanhã e IDG – Instituto de Desenvolvimento e Gestão (Responsável pela Gestão de importantes equipamentos como o Museu do Amanhã - RJ, Paço do Frevo – PE e Museu das Favelas – SP, entre outros. Entre 2023 e 2024 aprovou diversos projetos em Leis de Incentivo, entre elas Lei Rouanet, Lei do ICMS e ISS e - através da VIVA Projects - prestou consultoria em arte contemporânea para um empreendimento da Calper (construtora). Em 2024 assinou a co-produção da Exposição “Antes que chegue a noite”, da artista Marlene Stamm para o Sesc Teresópolis/RJ. Em janeiro 2025 será proponente de exposição coletiva no Museu Histórico da Cidade, no Rio de Janeiro. LUIZA BORGES - LUIZA LUX (DIREÇÃO DE PRODUÇÃO). Paraense, diretora de produção de diversos projetos culturais paraenses e do Brasil, também realiza produção executiva e produção audiovisual. Formação em jornalismo, já trabalhou como assessora de imprensa da cantora Gaby Amarantos, entre outros projetos e artistas. Em São Paulo e Belém, estudou jornalismo e escreveu para sites especializados de música. Ainda em Belém, coordenou a produção de festivais, shows nacionais e internacionais. Participou de produções como a ação "Pororoca", realizada em Nova Iorque durante a Semana do Clima de 2023 e da produção do Jantar Imersivo The Amazon Immersive Experience durante a COP28 em Dubai para os líderes mundiais. Lux foi prestou consultoria de produção de apoio no evento do Ministério da Cultura: MICBR 2023. Atualmente, é consultora do projeto especial missão COP 30, no Instituto Clima e Sociedade.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.