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PRONAC 2410336Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

NONNI DO BRASIL

AGENCIA MOBY DICK LTDA
Solicitado
R$ 999,2 mil
Aprovado
R$ 999,2 mil
Captado
R$ 441,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (6)
CNPJ/CPFNomeDataValor
61649810000168Sucocitrico Cutrale Ltda1900-01-01R$ 250,0 mil
***266128**SILVANA IRIS ANDREA BAUDUCCO NUNES1900-01-01R$ 60,0 mil
42580092000923Pellegrino Distribuidora de Autopeças Ltda.1900-01-01R$ 60,0 mil
60606845000157OLD PARTICIPACOES LTDA1900-01-01R$ 50,0 mil
04156194000170NAKATA AUTOMOTIVA LTDA1900-01-01R$ 20,0 mil
***376018**HUMBERTO CERESER1900-01-01R$ 1,0 mil

Eficiência de captação

44.1%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais, culturais, com museografia ou acervos de museus
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-12-10
Término

Resumo

Exposição inédita "Nonni do Brasil" com curadoria de Oliviero Pluviano. Uma mostra com histórias de personagens sexagenários italianos no Brasil a partir da década de 1930. Por meio da fotografia, vídeo e textos, trará ao público histórias de imigrantes italianos que se entrelaçam com a história brasileira, formando o rico e diverso tecido da cultura e sociedade brasileira. Entrada franca com catalogo gratuito.

Sinopse

Nonni do Brasil irá colecionar as crônicas de 50 avós italianos no Brasil e este conteúdo rico de emoções e relatos, será tratado para constituir uma mostra com painéis auto-portantes em grande escala com tratamento visual como fotografias antigas, e textos breves. Em setembro último, por ocasião dos 150 Anos da Imigração Italiana no Brasil, Oliviero iniciou uma pesquisa complementar à mostra Nonni di SP, e constatou um volume muito importante de depoimentos de todo o Brasil. Realizou uma pequena seleção de personalidades italianas no Brasil que foi organizada em forma de pequena mostra no Museu Galatea em Gênova (anexo carta de abertura da mostra feita pelo Presidente Lula). A proposta aqui se refere a uma nova exposição que tomará um vulto mais amplo em termos de conteúdo e espaço, dirigida ao público brasileiro e aprofundará nas crônicas dos personagens, realizando nova seleção, inclusão de personagens e viés curatorial focado nas personalidades do Pós Guerra. Ao todo, além dos totens, haverão painéis com frases e destaque obtidos das entrevistas e uma coletânea de cartas, mapas garimpadas ao longo do processo e pesquisa, e que estarão expostas no ambiente expositivo. A pesquisa preliminar já relatou a riqueza e diversidade do conteúdo potencial que a mostra trará. Personagens das artes, como Inos Corradin e o protagonismo de artistas mulheres como Maria Bonomi, Gerda Brentani (relatado pela sua filha Eugênia Deheinzelin), Lina Bo Bardi; histórias do cotidiano de mulheres como Lisena Montanaro (cozinheira da Festa Tradicional e San Vito), o trabalho de Giuseppe Faraco, que promove o Guaraná do povo Satere-Mawes na Itália, e tantas outras histórias que precisam ser contadas, registradas e que constituem o tecido da sociedade múltipla que é a brasileira. Há histórias relacionadas ao jornalismo, diplomacia, gastronomia, assistência social, empreendedorismo, pioneirismo, política e saúde. Além dos tótens e painéis gigantes está previsto um vídeo inédito onde os vovós aparecem falando sobre suas vidas. A mostra conta com uma trilha sonora formada por 30 canções italianas dos anos 1930 a 1950. O livro catálogo, a ser escrito por Oliviero Pluviano terá em torno de 50 histórias além de um prefácio e um texto de introdução que traz o apanhado de todo o projeto e da presença histórica de imigrantes italianos no Brasil. Ainda integram a exposição e o livro-catálogo, uma cuidadosa seleção de imagens e fotografias antigas, garimpadas durante o processo e entrevista e pesquisa bibliográfica. Abaixo, alguns trechos de texto resultante de entrevistas já realizadas e transcritas que servem como referência para o conteúdo previsto para o livro-catálogo e exposição. Textos retirados do livro catálogo “Nonni di São Paulo”, publicado em 2019 pela Editora de Cultura. (em anexo colocamos também alguns trechos do livro, que serve como referência do profeto gráfico do catálogo). "Amigo e seguidor de Pietro Gori, um dos maiores expoentes do movimento anarquista na Itália, Bruno Giovannetti foi um apaixonado pelo Brasil e ardoroso defensor dos imigrantes italianos contra abusos aqui praticados por seus empregadores. Antes mesmo de sair da Itália, escreveu vários livros em defesa das classes mais humildes. Nasceu em Pieve Fosciana, vilarejo perto de Castelnuovo Garfagnana, em 1889, e formou-se engenheiro na Universidade de Pisa, todos locais situados na Toscana. Era um jovem adulto de 25 anos, em 1914, quando foi chamado para trabalhar no estado de São Paulo por Giuseppe Giorgi, um empreiteiro toscano que produzia café e trabalhava para órgãos públicos, construindo pequenas hidrelétricas e prestando outros serviços. Giorgi ganhou a concorrência para construir o último trecho da Estrada de Ferro Sorocabana, importantíssima para o desenvolvimento da cafeicultura na direção das férteis terras roxas do norte do Paraná. Estima-se que vieram na época para São Paulo cerca de 220 mil imigrantes de Lucca e arredores. [...]" 'Pioneiro do Cinema Silencioso no Brasil, Gilberto Rossi…[…] Eles deixaram Gênova, ninguém sabe em que navio, e chegaram a Santos para a nova vida. Gilberto levou consigo as duas coisas que mais adorava: a máquina fotográfica e a filmadora. Era este o trabalho que fazia para viver na Itália e era o que pretendia fazer também no Brasil. Talvez tivesse ganhado mais dinheiro se tivesse permanecido na península, mas o amor gritava mais alto. O casal foi quase imediatamente de Jundiaí para Cuiabá, capital do estado do Mato Grosso, na vasta e pouco populosa região Centro-Oeste do Brasil. Lá, ele trabalhou como fotógrafo na fazenda de um rico americano, registrando imagens de cavalos puro-sangue, mangalarga… O casal viveu perto da floresta por longo tempo. Gilberto montou seu estúdio e participou como fotógrafo e assistente cinematográfico nas expedições do Marechal Rondon, o militar do Corpo de Engenharia do Exército que se tornou fa- moso pela exploração do Mato Grosso e da Bacia Amazônica Ocidental e por seus contatos e apoio às populações indígenas brasileiras.[...]" “Zucchini: Tudo para Feijoada” é o que se lê no Box número 17, o Empório Zucchini, do Mercado Municipal de São Paulo, e nos folhetos que explicam a receita original do prato alegadamente nascido na mesa dos pobres, à base de feijão preto e carnes menos nobres, como pé de porco, orelha, rabo e língua, mas que passou a juntar lombo, bacon, paio, carne seca, linguiça e costelinha. De refeição dos escravos africanos na senzala, tornou-se agora, principalmente na versão light, uma indiscutível guloseima nacional, marca registrada brasileira conhecida internacionalmente. E não podia faltar o italiano, que, nos anos 1930, tendo intuído as enormes possibilidades comerciais do prato, não demorou a se transformar no “Rei da Feijoada” em São Paulo. Cláudio Zucchini, que nasceu em 25 de setembro de 1943 em São Paulo, conta a história de seu pai, Corrado, nascido em 1900 em Calci, uma comuna toscana perto de Pisa, onde existe uma ponte antiga sobre o Zambra, caudaloso afluente do rio Arno, que se chama Ponte dello Zucchini. Aqueles Zucchini, que com os Chiappetta (tão especializados em bacalhau que uma vez receberam a visita do rei da Noruega), os Saporito (frigorífico) e Roni Peta (muçarela de búfala), são os últimos imigrantes da península a permanecer no fantástico prédio do mercado, na rua da Cantareira, 306, que foi projetado em 1925 pelo engenheiro mantovano Felisberto Ranzini, que trabalhou no escritório de Ramos de Azevedo, com 12.600 metros quadrados de área construída, 72 belíssimos vitrais de um artista filho de alemães e 290 boxes com tudo de bom exposto no mostruário. É o amado Mercadão de todos os paulistanos! [...]" "Todos os grandes pianistas que passavam pelos palcos da TV Cultura, do Teatro Municipal, do Teatro Cultura Artísti- ca e do prestigioso Festival de Inverno de Campos do Jordão pediam que o piano fosse afinado por ele. Confiavam nele, somente nele, Giovanni Sebastiano Aronne, um jovem empreendedor nascido em Orsomarso, na Calábria, entre as montanhas do Parque Nacional de Pollino, em 19 de janeiro de 1937. Seu pai era marceneiro, ofício que poderia levá-lo a construir inúmeras coisas de utilidade para a vida cotidiana. Contudo, não foi essa a perspectiva que lhe sorriu. Após uma conturbada juventude, que o deixou sem mãe, sem pai e com uma irmã menor para cuidar, ele veio ao Brasil com 16 anos. E foi às técnicas da marcenaria que recorreu quando che- gou a São Paulo em 1953. Foi trabalhar na Pianofatura Paulis- ta, fabricante dos pianos Fritz Dobbert, que foi inspirada por um imigrante alemão, Otto Halben, mas chegou ao sucesso sob seus dois sócios italianos, os irmãos Célio e Thyrso Bot- tura, que nada entendiam de instrumentos musicais, sendo um comerciante de produtos fotográficos e o outro, joalheiro. Lá, nas oficinas da fábrica, em Pirituba, ele foi seduzido pelos pianos, que já haviam encantado seus conterrâneos, devido à enorme demanda por instrumentos nos EUA e na Europa. E no Brasil, que não ficava para trás, pois é conhecida a tradição das chamadas “boas famílias” de educar musicalmente suas fi- lhas – a tal “pianolatria”, de que chegou a se queixar o mestre de História da Música do Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, Mário de Andrade. Essa onda usava pianos estrangeiros, tendo os nacionais começado a aparecer no início do século XX, como os Pianos Brasil, que ganharam medalha na Exposição Nacional de 1908, e os Essenfelder, construídos por sócios paranaenses de ascendência alemã nos anos 1920. [...]" “Meu avô, Pietro Biagi, era um verdadeiro filósofo. Gostava muito de conversar e sua característica principal era nunca reclamar de nada. Dizem que os velhos costumam reclamar sempre, sobretudo das coisas que poderiam ter feito, mas que a vida não lhes permitiu realizar. Meu avô, não! De tarde, ele costumava sentar-se em sua casa de Ribeirão Preto, que fica ao lado da catedral, e olhava as pessoas que passavam. Era profundamente italiano e uma pessoa muito positiva, que sempre transmitiu uma ideia boa da vida. Meu pai e eu aprendemos muito com ele. A história dele é realmente riquíssima e oferece um exemplo maravilhoso para todos nós”. Quem fala com tanta emoção e admiração é Maurílio Biagi Filho, 78 anos, chamado carinhosamente pelos amigos de Maurilinho. […] Pietro Biagi chegou ao porto de Santos no navio Adria em 1888, ano da Lei Áurea, que decretou o fim da escravidão no Brasil. Estava com 7 anos, tendo nascido em 31 de maio de 1881 em Campagnola, um vilarejo perto de Pádua, no Vêneto. Pegou fama de ser o mais inteligente dos filhos de Natale Biagi e Elisabetta Ferrini. Aprendeu a ler e escrever sozinho. A família passou pela famosa Hospedaria dos Imigrantes de São Paulo e foi encaminhada para Itatiba, apelidada de “Princesa da Colina”, por seu território pedregoso e ondulado no entorno de Campinas, a cerca de 80 quilômetros da capital. Como tantos emigrantes italianos daquela época, deveriam substituir a mão de obra es- crava nas plantações de café. Mas ficaram poucos anos ali, transferindo-se para a região de Sertãozinho, nos campos de Ribeirão Preto. [...]

Objetivos

Objetivo Geral O projeto pretende registrar e difundir histórias das famílias italianas que aportaram no Brasil no pós­-guerra, suas impressões na chegada ao Brasil, as tradições familiares que permanecem até hoje, passando de geração a geração e influenciando a cultura brasileira, que compõem o imenso painel da integração entre Itália e Brasil. Calcula-se que hoje haja no Brasil mais de 30 milhões de "oriundi" da Itália, concentrados especialmente na metrópole de São Paulo (6 milhões) e no seu Estado (13 milhões), mas também na Serra Gaúcha (Rio Grande do Sul), em Santa Catarina, no Paraná e no Espírito Santo. Diversas das histórias retratadas apresentam relatos da chegada desses imigrantes italianos e a forma como interagiram com a sociedade brasileira a partir da década de 50, passando por momentos históricos marcantes desde as lembranças da segunda guerra mundial, da Era Vargas, a modernização do Brasil por Juscelino Kubitschek, Ditadura Militar, Nova República, etc. De maneira geral, os italianos não tiveram grandes problemas em se assimilar no Brasil. Essa assimilação aconteceu mais rápido sudeste e sul do que nos demais estados permitindo a manutenção de grupos homogêneos e de uma estrutura patriarcal que dava preferência aos casamentos entre italianos. Ainda há muitas pessoas de 80, 90 e até 100 anos que nasceram na Itália, cada uma delas com uma história pessoal incrível, que corre o risco de se perder no esquecimento à medida que os "nonni" (avós, em italiano) embarcam "desta para melhor".Os depoimentos desses italianos, pessoas comuns de diferentes áreas do Brasil e de diferentes atuações profissionais (artistas, jornalistas, cineastas, industriais, médicos, produtores rurais, cozinheiros, donas-de-casa, etc) criam um mosaico de reconstrução da memória do Brasil. Por meio da valorização e divulgação dessas histórias, o projeto de forma indireta promove uma postura anti-etarista e anti-xenofóbica e que valoriza o ser humano em seu cotidiano e reconhece seu papel na construção e enquanto testemunha da história e cultura do Brasil. O propósito do projeto:- Sensibilizar o público para a importância da memória do cotidiano e valorização do idoso.- Disponibilizar ao público em geral material rico de memória do cotidiano de personagens/personalidades de imigrantes italianos em todo o Brasil.- Difundir a riqueza da história brasileira Objetivos Específicos a) Realizar a montagem Nonni do Brasil de 300 à 400 m2 de exposição com duração de 6 semanas em 4 cidades com entrada franca.b) Expectativa de receber até 3 mil pessoas em cada uma das cidades.c) Produzir, publicar e distribuir gratuitamente 500 exemplares de livro catálogo.

Justificativa

Muito embora a familiaridade do povo brasileiro com a "italianidade", há muito que pode ser revelado nessa relação entre o Brasil e a Itália. A mostra traz o resultado de pesquisa de algumas décadas do curador, Oliviero Pluviano, artista músico, jornalista e fotógrafo que escolheu o Brasil como sua residência. Sua perspectiva da cultura resulta de seu interesse apaixonado pela cultura brasileira e sua crença na beleza do humano e na possibilidade da quebra de fronteiras físicas e imaginárias que dividem a humanidade em países. Neste sentido, a mostra traz contradições e propõe uma experiência sensível, um olhar crítico de questões da sociedade brasileira e de sua relação com o "estrangeiro" e com o idoso. A lei de incentivo se faz essencial para a viabilização do projeto, uma vez que a mostra não tem características de cultura de massa e tampouco carrega nomes de grande visibilidade, portanto não tornando-a tão atrativa para o financiamento direto de caráter publicitário. O projeto será inscrito em editais que esperamos ter êxito, e que exigem a aprovação nas leis de incentivo a cultura. O projeto se enquadra no Art. 1º da Lei 8313/91 por meio dos incisos: II, IV, V, VI, VII, VIII, a saber: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto alcançará objetivos do Art. 3º no inciso II-c, e IV-a, a saber: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Especificação técnica

A exposicão será montada em espaços de 300 a 350 m2 em cada uma das cidades, a saber: São Paulo, Caxias do Sul, Brasília e Belo Horizonte, em espaços a serem definidos, e sem custo de locação. Será constituída por: - 25 painéis auto-portantes contendo retratos PB com tratamento na face posterior, e textos com ilustrações na parte anterior. - 25 Painéis temáticos dispostos em paredes, com grandes imagens fotográficas ao fundo, frases em destaque selecionadas a partir do conteúdo completo das entrevistas. - Sala de Vídeo com trechos das entrevistas realizadas ao longo do período de pesquisa. Estima-se um vídeo de 15 min. Além dos painéis de conteúdo da mostra teremos painel curatorial, painel de abertura do local que recebe a mostra e painel de créditos. O livro-catálogo terá em torno de 176 páginas, em tamanho quadrado de 21 x 21cm, impresso em 4x4 cores, papel couché 150gr, e capa de papelão 8gr com acabamento em couchê brilho e laminação fosca. Tiragem de 500 exemplares. Estará também disponível em formato digital. Em anexo para referência, encontra-se o PDF do Livro Nonni di SP, bem como Proposta Memorial descritivo com referências para a expografia.

Acessibilidade

1. Exposição Cultural Acessibilidade física: a) Os locais selecionados para realização da mostra e suas instalações terão acessibilidade física (banheiros, rampas, guias táteis), conforme as normas estabelecidas em lei. b) Caso haja necessidade de pequenas adaptações, serão realizadas em comum acordo com cada local. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: 73 Acessibilidade para deficientes visuais: a) Um mapa tátil da área completa da exposição b) Legendas em Braile de textos selecionados. c) Disponibilização dos textos da exposição em forma de audio d) Áudio Descrição de elementos e imagens da exposição Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: 73 Acessibilidade para deficientes auditivos: a) Linguagem de Libras para os vídeos que integram a mostra Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: 61 Acessibilidade para deficientes intelectuais: a) Acompanhamento por monitoria especializada para deficientes intelectuais Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: 73 2. Catálogo Acessibilidade física: a) Disponibilidade do conteúdo online em formato e-book Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: 73 Acessibilidade para deficientes visuais: a) Disponibilização dos textos do catalogo em forma de audio online b) Audio Descrição de elementos e imagens do catalogo online Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: 73 Acessibilidade para deficientes auditivos: a) Não se aplica Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não se aplica Acessibilidade para deficientes intelectuais: a) Não se aplica Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: 73 3. Contrapartidas Sociais Visita de Escolas com transporte e 4 encontros com curador. (24 onibus com 50 lugares) Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: 69, 70, 71, 72 Acessibilidade física: a) Os veículos selecionados para o transporte estarão preparados com pessoal para facilitar o acesso de pessoas com mobilidade reduzida. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: 73 Acessibilidade para deficientes visuais: a) Monitoria com conhecimento na mediação para acompanhar os deficientes visuais no acesso às medidas já implantadas na exposição. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: 73 Acessibilidade para deficientes auditivos: a) Monitoria com conhecimento na mediação em Libras para acompanhar os deficientes auditivos Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: 61 Acessibilidade para deficientes intelectuais: a) Monitoria com conhecimento na mediação para deficientes intelectuais Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: 73

Democratização do acesso

Produto: Exposição Atende ao artigo 47/inciso 1, uma vez que será integralmente com entrada franca. Atende ao artigo 47/inciso 6, uma vez que prevê visita com escolas de jovens Produto: Catálogo Atende ao artigo 47/inciso 3, uma vez que disponibilizará online o conteúdo do catálogo em forma online com áudiodescrição. A exposição é 100% gratuita. Será realizada campanha junto as secretarias de educação das cidades onde a exposição será realizada, de forma a atrair escolas da rede pública e para tal está previsto em orçamento e nas contrapartidas, custo para viabilizar transporte de 3 ônibus escolares por cidade, totalizando 24 ônibus de 50 lugares, possibilitando o transporte e visita gratuita de um total de 1200 jovens. O nosso propósito é atrair o maior número de jovens e estudantes para a exposição. Serão realizados 4 encontros com o curador (1 em cada cidade) e convidados de cada uma das cidades, para conversar sobre a importância do idoso em nossa sociedade. Os encontros serão direcionados a jovens universitários e professores da rede pública que terão também o acesso ao livro-catálogo da exposição que será disponibilizado gratuitamente em versão digital, bem como terá a distribuição impressa gratuita em sua primeira tiragem de 500 exemplares (125 para cada cidade).

Ficha técnica

Curadoria, textos e pesquisa: Oliviero Pluviano, dirigente da empresa proponente: Agência Moby Dick Assistente de Curadoria e Expografia: Anna Claudia AgazziProdução e Coordenação Administrativa: Fare Arte Serv. de Eventos Culturais Ltda. Registro e produção de vídeos: Transe Produções / Andre CostantinDesign gráfico: Yves Ribeiro Produções CV Oliviero Pluviano Nascido em 1952 em Genova, vive no Brasil há vinte anos. Estudo no Colégio Doria, frequantados também por D’Alema e Paolo Villagio. Neste mesmo período estudou flauta transversal com Glauco Cambursano e piano com Martha Del Vecchio no Conservatório Paganini. Durante os anos que cursou filosofia na Universidade de Genova, trabalhou como pianista nos cruzeiros dos navios Home Lines e Compagnia Italia. Formou-se em filosofia com louvor e depois disso, tocou piano por dois anos como acompanhante de Ornella Vanoni. Apresentou-se e compôs músicas para o Teatro dell’Archivolto com Gino Zampieri e Giorgio Gallione. Firmou contrato com a Fonit Cetra, e trabalhou para a RAI. Neste período também percorreu o mundo como músico e como fotógrafo para a revista da BBC “World” e a italiana “Tutto Turismo”, motivo pelo qual em 1982 se inscreveu em um concurso para 75 vagas da Federação Italiana de Editores de Jornais para uma posição de estagiário em jornalismo, conseguindo o 65 lugar. Fez seu treinamento na ANSA (agência nacional de notícias italiana) de Gênova em seguida, foi para para a sede internacional da Ansa em Roma. Passou quatro anos em Roma e depois foi enviado para a Ansa de Londres onde permaneceu três anos. Em 1990 foi transferido para a Ansa do Brasil, na qual trabalha como diretor até hoje. Nos vinte anos que vive em São Paulo viajou pelo Brasil e chegou a entrevistar Luis Inácio Lula da Silva. Desde 201e realiza o projeto "Fitzcarraldo: Cinema na Amazônia" onde com o apoio da Lei Rouanet, transformou o Barco Gaia em um barco- cinema capaz de levar cinema e outras atividades culturais às populações ribeirinhas dos rios amazônicos. Escreveu regularmente para a Revista Carta Capital, uma coluna chamada “Som e Imagem”. Desde 2015 é curador da exposição "Nonni di São Paulo", que foi realizada em 7 cidades do estado de São Paulo com o apoio do ProAC SP. Em 2024, realizou pequena mostra expositiva no Museu Galatea em comemoração aos 150 anos da imigração italiana no Brasil. CV Anna Claudia Agazzi Doutora em Artes pela Unesp, atua na qualidade de curadora para mostras expositivas temáticas, como Amazônia Mundi, Minas Retroverso, Con Anima Instalações Pianísticas, e atua na direção musical de projetos de extensão ligados a universidade onde é docente (IA/Unesp), como Caminhos Sonoros: Plantando Sementes Musicais, Rede Colaborativa UnesPiano, Desconcerto, entre outros. Anna Claudia Agazzi, Doutora em Artes e docente do IA/Unesp. participa desde a primeira criação da mostra AmazôniaBr em 2002, ao lado do coordenador de conteúdos (Eugênio Scannavino) e cenógrafo (Gringo Cardia). Desde então, esteve engajada na criação e curadoria das mostras Amazônia Brasil. Em 2011 assume a curadoria da mostra Amazônia Mundi. O doutorado defendido em 2015, resultou na mostra “Con Anima: Instalações Pianísticas” com as obras Kumurõ (Tucanos e Bach) e "Oiseaux Tristes” (Collage Ravel e Araquem Alcântara). 2019 participa da residência artística do coletivo Noiseborder (Univ. Windsor) faz a obra “Resilio" (música Villa-Lobos e imagens amazônicas). 2023, participa da expedição Gaia na Amazônia, em 15 encontros musicais ao piano ao longo do rio Arapiuns. CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/1154963548540476 Fare Arte Produções Culturais Fare Arte atua no mercado cultural desde 1996. Foi a responsável pela produção da AmazôniaBr e Amazônia Brasil realizadas desde 2002 até 2008 em várias cidades do Brasil e do mundo. A partir de 2008, a Fare Arte realizou montagens da mostra no Japão, Coréia e na COP16 de Cancun. Em 2012, a convite do Sesc SP, concebe e produz a mostra Amazônia Mundi com 1200 m2. Desde então, se envolve na criação e produção do projeto Fitzcarraldo: Cultura Amazônia, realiza expedições culturais em parceria com o barco gaiola Gaia, ao longo de 8 anos nos rios amazônicos. Fundada em 1996 tem especialidade na produção e concepção de festivais multiculturais de música e artes visuais. Em 2017 organizou o Festival Canada 150 músicos candenses em diálogo com brasileiros. Desde 2019 realiza a produção da mostra Nonni di SP. Transe Produções / André Costantin É uma produtora videográfica que atua na área de criação de conteúdos há mais de 20 anos. Suas produções foram apresentadas em festivais de cinema, Mostras de Cinema, como as mostras realizadas pelo Sesc em diversas cidades do país. Sócio da Transe Filmes, André Costantin é diretor, roteirista e produtor de conteúdos artísticos e documentários. Navega na Transe desde o início, em 1999, articulando os projetos da produtora. Escreve crônicas e ensaios (Jornal Pioneiro - Grupo RBS). Janelas extras do olhar: arte, bike, vinho, história(s). https://transe.com.br/

Providência

Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$110.000,00 em 23/03/2026.

2027-03-10
Locais de realização (4)
Brasília Distrito FederalBelo Horizonte Minas GeraisCaxias do Sul Rio Grande do SulSão Paulo São Paulo