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Este projeto visa a realização da exposição de artes e ciências "A Pedra do Céu", em uma temporada de 03 meses, com ingresso gratuito, em Centro Cultural ou Museu da cidade de São Paulo - SP (a ser definido na pré-produção). Idealizada e com curadoria da M’Baraká, a exposição vai convidar o público a refletir sobre os impactos da intervenção humana no meio ambiente, considerando cultura, tecnologia e natureza. Para isto, apresentará uma pesquisa histórica e científica, que dialogará com obras de artes contemporâneas e bens de diversos acervos culturais.
“A Pedra do Céu” é uma exposição de artes e ciências que busca aprofundar o debate sobre as investigações humanas sobre o céu e a terra, norte e sul, cultura e ciência, homem e natureza. Idealizada pelo Estúdio Baraká, com consultoria de Magali Romero Sá, a exposição convida o público a refletir sobre os impactos da intervenção humana no meio ambiente, considerando cultura, tecnologia e natureza. Para isto, apresenta uma pesquisa histórica e científica, que dialoga com obras de artes contemporâneas e bens de diversos acervos culturais. A exposição “A Pedra do Céu” será realizada em Centro Cultural ou Museu da cidade de São Paulo - SP (a ser definido na pré-produção), durante 03 meses e com ingresso gratuito.
OBJETIVO GERAL: este projeto tem como objetivo a realização da exposição de artes e ciências "A Pedra do Ceú", em Museu ou Centro Cultural da cidade de São Paulo - SP (que será definido quando da pré-produção), em uma temporada de 03 meses com ingresso gratuito. Idealizada pelo Estúdio M’Baraká, e com consultoria de Magali Romero Sá, Doutora em filosofia e história da ciência pela Universidade de Durhan na Inglaterra; a exposição "A Pedra do Céu" convida a geração atual a investigar os impactos do ser humano no meio ambiente, a partir do conceito científico "antropoceno", apresentando relações históricas, científicas e culturais do homem em sua busca de compreender e definir a natureza, seus fenômenos e suas origens, ao mesmo tempo que a transforma e explora continuamente. Para isto, o projeto realizará pesquisas acadêmicas e artísticas que visam catalogar narrativas investigativas que versam sobre a relação entre cultura, tecnologia e natureza, abrangendo conhecimentos e produções de sabedorias ancestrais até as mais recentes publicações acadêmicas. A expografia lúdica apresentará núcleos informativos sobre os conteúdos levantados na pesquisa, desvendando junto com o público, no decorrer da narrativa, o trajeto cultural do ser humano no meio ambiente e seus impactos positivos e negativos. Obras de artes contemporâneas que dialogam com as temáticas ambientais e investigativas da natureza também vão dialogar com acervos artísticos e científicos, criando um ambiente educativo e cultural que se expressa através de múltiplas linguagens e percepções. A expografia prevê a seguinte narrativa: 1- A Pedra do Céu - de onde viemos? (astronomia, cosmologia, eras geológicas, emergia e surgimento da vida) 2- Vida - evolução e diversidade (sistemas de vida, relações entre espécies, biomas e florestas, extinção) 3 - Paisagem - natureza e cultura (paisagem, agricultura, carbono: que pegada é essa?, os impactos da humanidade e o antropoceno) 4- Para onde vamos - o futuro do planeta (recuperação, reversão, racismo ambiental, mudanças climáticas, consumo e descarte, energia limpa, reencontro com a ancestralidade) (Obras de artes serão definidas na pré-produção, na etapa de curadoria e serão utilizados acervos de museus como Museu de Ciências da Terra, Museu dos Povos Indígenas, Museu Nacional, Museu Histórico Nacional, entre outras instituições). O projeto tem como objetivo promover uma experiência cultural e educativa, que valoriza e colabora com acervos científicos e artísticos, democratizando o seu acesso ao público geral, através de uma narrativa expográfica que também acessibiliza e contribui ao debate sobre causas ambientais urgentes. Visa reforçar o papel das produções culturais de criar vias alternativas de trabalhar debates sociais, promovendo inclusão, diversidade e formação cidadã. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - realizar a exposição de artes e ciências (produto principal) "A Pedra do Céu", durante 03 meses, em Museu ou Centro Cultural da cidade de São Paulo - SP (a definir quando da pré-produção), que pratique ingresso gratuito. Espera-se atingir um público mínimo de 5.000 pessoas;; - Gerar interesse da mídia a fim de ter um retorno estimado em cerca de R$ 1.000.000,00 (hum milhão de reais) em mídia espontânea,a partir de contratação de assessoria de imprensa especializada; - Promover o Ministério da Cultura e o Governo Federal com a aplicação das marcas nas peças de divulgação do projeto.
O projeto "Pedra do Céu" visa a realização inédita de uma exposição que tem relevância cultural, educativa e social ao propor um diálogo acessível e envolvente entre arte, ciência e a relação do ser humano com o meio ambiente. Em um contexto onde a discussão sobre o impacto humano no planeta, representado pelo conceito de "antropoceno", torna-se cada vez mais urgente, a exposição se propõe a contribuir para promoção da conscientização ambiental de maneira inovadora e integrada. A partir de uma abordagem interdisciplinar, a exposição busca envolver o público em um processo reflexivo sobre as transformações que o ser humano impôs ao ambiente ao longo de sua história. Ao unir pesquisas acadêmicas, consultoria especializada e curadoria artística, o projeto cria uma ponte entre a produção científica e as percepções culturais, oferecendo uma narrativa que abrange desde os primórdios da Terra até as especulações sobre seu futuro. A curadoria irá explorar conceitos de astronomia, cosmologia, geologia e evolução, integrando acervos de museus de ciências com obras de artistas contemporâneos. Essa abordagem será enriquecida pela interpretação artística e pelas reflexões culturais, criando um diálogo instigante entre ciência e arte. Além de facilitar o acesso ao conhecimento, o projeto valoriza a diversidade, oferecendo uma perspectiva plural sobre questões ambientais, ao incorporar tanto saberes ancestrais quanto avanços acadêmicos contemporâneos. Por meio de uma expografia lúdica e envolvente, que explora múltiplas linguagens e percepções, a exposição convida o público a refletir sobre o impacto humano no planeta de forma sensível e educativa, promovendo debates urgentes como mudanças climáticas, racismo ambiental e consumo consciente. Dessa forma, "A Pedra do Céu" se configura como uma ferramenta de formação cidadã, estimulando o senso crítico e a responsabilidade social, ao mesmo tempo que promove a inclusão e a diversidade no campo da arte e da ciência. Por fim, ao propor um espaço de encontro entre a arte contemporânea e o conhecimento científico, a exposição reafirma o papel essencial das produções culturais na construção de novas formas de engajamento social e ambiental. A fim de realizar esse importante projeto cultural, que além de promover a integração entre diversos prestadores de serviço do setor cultural, fomentando o mercado da economia criativa brasileira; também se apresenta como importante produção cultural que atende às demandas da população no que tange aos direitos à cultura, ao lazer e à educação. Realizar o projeto "A Pedra do Céu" via Lei Federal de Incentivo à Cultura reafirma o compromisso do Ministério da Cultura e do Governo Federal de incentivarem as produções culturais como ferramentas elementares às relações transdisciplinares de aprendizado, além de apoiar a difusão e acesso das expressões artísticas diversas, como exercício da cidadania. Desta forma, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do art. 1º da Lei 8313/91: I _ contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII _ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Ademais, o projeto também objetiva o inciso destacado abaixo, do art. 3º da referida Lei: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres
Não se aplica
EXPOSIÇÃO DE ARTES (PRODUTO PRINCIPAL): Local: Em centro cultural ou museu a ser definido de São Paulo - SP Duração: 03 meses Público: 5.000 pessoas Ingresso: Gratuito Metragem: 600 m² (podendo variar, de acordo com local de realização) Classificação: Livre OBS.: as obras e artistas que vão compor a exposição serão definidos quando da pré-produção, após definição do espaço de realização da mostra, análises técnicas, adaptação do projeto expográfico à realidade de execução e curadoria de obras e conteúdo.
1- EXPOSIÇÃO DE ARTES (PRODUTO PRINCIPAL) 1.1 - Acessibilidade Física: - A exposição será realizada em Museu ou Centro Cultural que contenha medidas de acessibilidade física, tais como banheiros adaptados, rampas, elevadores, etc. - projeto expográfico acessível, incluindo mobiliários. 1.2 - Acessibilidade de Conteúdo: - áudio guia dos principais textos para atender pessoas com deficiências intelectual e visual -narrativa expográfica em Libras, para atender as pessoas com deficiência auditiva não letradas em português - audiodescrição de obras selecionadas, para pessoas atender às pessoas com deficiência visual - legendagem descritiva e/ou janela de libras em obras audiovisuais; - materiais multissensoriais, para atender crianças, pessoas com deficiência visual e intelectual; (OBS.: o material de divulgação do projeto apresentará informações sobre as medidas de acessibilidade aplicadas)
EXPOSIÇÃO DE ARTES (PRODUTO PRINCIPAL): realização da exposição “A Pedra do Céu”, em Museu ou Centro Cultural da cidade de São Paulo - SP, que pratique entrada gratuita. Prevê-se atingir um público mínimo de 5.000 visitantes, durante uma temporada de 03 meses de duração. Para atender ao art.30 da Instrução Normativa MinC n° 11/2024, a proponente prevê: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição
Estúdio M’Baraká (proponente) –Há 18 anos criamos projetos narrativos com abordagem crítica, unindo pesquisa histórica, arte contemporânea, design e uma multiplicidade de linguagens para contar histórias relevantes. Somos conhecidos pela ênfase popular e artística das experiências expositivas e culturais que criamos, colocando num mesmo lugar linguagens de universos distintos e gerando acesso. Diversas exposições, festivais e um projeto multiplataforma de comunicação histórica (o Rolé Carioca), movimentaram centenas de artistas de todas as partes do mundo para diferentes espaços culturais e territórios. Destacamos que em 2019 a M’Baraká recebeu o prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, concedido pelo IPHAN, ao projeto Rolé Carioca, e em 2020 a menção honrosa pela expografia da exposição "Nise da Silveira", pelo IAB-RJ. Especialmente na área de exposições, o estúdio já realizou diversas mostras, em todas atuando nas etapas acima citadas. Algumas delas: Projeto "Rolé Carioca" (2012 - 2024, Rio de Janeiro - RJ); Exposição "Nós - Arte e Ciência por Mulheres" (2023 - Paço das Artes / São Paulo - SP) ; Exposição “Do Sal ao Digital” (2022 - Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro - RJ); Exposição "Nise da Silveira – a revolução pelo afeto": - 2023 - 2024 - SESC Bauru - SP - 2022 – 2023 - SESC Belenzinho / São Paulo - SP - 2022 – Centro Cultural Grande Hotel Muriahe / Muriaé - MG - 2022 – Centro Cultural Banco do Brasil, Belo Horizonte - MG - 2021 – Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro - RJ Exposição "Darwin, Origens & Evolução": - 2023 - 2024: Farol Santander, Porto Alegre - RS - 2021 – Centro Cultural FIESP, São Paulo - SP - 2021 – exposição virtual: https://www.mostradarwin.com.br/ - 2019 - Museu do Meio Ambiente, Rio de Janeiro Exposição" Banco do Brasil e sua história" (2018 – Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro); Exposição "Expedição Coral" (2018 - Museu Nacional, Rio de Janeiro); Exposição "Quando o mar virou Rio" (2017 - Museu Histórico Nacional ); Exposição "Tropicália - um disco em Movimento" (2017 - CCBB RJ) ; Exposição "Rolé pelo Rio Hackeado" (2015 / 2016 - Museu do Amanhã); Exposição "Se Liga - Arte, Ciência e Imaginação" (2015 - CCBB RJ); Exposição "Virei Viral" (2013/2014 - CCBB RJ); Isabel Seixas – Curadoria Formada em Produção Cultural – UFF, Isabel é sócia fundadora da M’Baraká, onde atua prioritariamente na área de desenvolvimento de conteúdos e projetos. Em todos os projetos expositivos do estúdio, Isabel Seixas atua desde a etapa de definição temática e de conteúdos, e gerencia as etapas de pesquisa, curadoria e criação de conteúdos. Isabel sempre atuou diretamente na pesquisa e criação de conteúdos visando a narrativa da exposição. Com uma formação múltipla, que incluiu a iniciação nas graduações de economia (UFF) e Ciências Sociais (UFRJ), a posterior formação em Produção Cultural (UFF), pós graduação em Marketing de entretenimento na ESPM-RJ e cursos livres como “Formação Livre em Roteiro, na Academia Internacional de Cinema, Isabel tem como habilidade principal a pesquisa e criação de narrativas para exposição de conteúdos diversos e no desenvolvimento de storytelling para diferentes suportes. Magali Romero Sá – Consultoria em História da Ciência Bióloga e Historiadora da Ciência, Mestre em Ciências biológicas (Zoologia) pela UFRJ (1986) e Ph.D. em História e Filosofia das Ciências pela Universidade de Durham, Inglaterra (1996). Pesquisadora Titular da Fundação Oswaldo Cruz desde 1997, atuando no Departamento de Pesquisa da Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz. Autora de mais de 80 artigos, livros e capítulos livros nas áreas da história das ciências naturais, biológicas e da saúde, com destaque para organização com Heloisa Bertol Domingues dos livros “A Recepção do Darwinismo no Brasil” (2003) e “Darwinismo, Meio Ambiente e Sociedade” (2009). Participou como curadora das exposições: “Dresden, 1911: 100 anos da Exposição Internacional de Higiene” e “Obras e periódicos alemães do acervo da Biblioteca de Ciências Biomédicas da Fiocruz”. Diogo Rezende - Direção de Arte e Curadoria Formado em desenho industrial pela Escola de Belas Artes da UFRJ, com especialização em Design de Exposições pela EAV, e Design Estratégico pela ESPM. É sócio da M’Baraká e responsável pela Direção de Arte de diversos projetos culturais, dentre exposições, mostras, festivais, espetáculos de teatro e circo. Dentre eles, destacam-se: Copa Fest (2008 a 2013); Expo SE LIGA! (2012 e 2015); EXPO VIREI VIRAL (2013 e 2014 CCBB RJ); Exposição Tropicália - Um disco em Movimento (2017 - CCBB-RJ), Exposição Quando o Mar Virou Rio (2017, Museu Histórico Nacional), diversas mostras no Centro de Referência do Artesanato Brasileiro do SEBRAE, Rolé Pelo Rio Hackeado (Museu do Amanhã), Vamos Comer (galeria BNDES), exposição de longa duração sobre a História do Banco do Brasil, no CCBB RJ, Mostra Expedição Coral em celebração aos 200 anos do Museu Nacional (2018), exposição “Darwin: Origens & Evolução” no Museu do Meio Ambiente e Centro Cultural FIESP, e mostra “Nise da Silveira - a revolução pelo afeto” no CCBB das cidades do Rio de Janeiro e Belo Horizonte . Letícia Stallone – Pesquisadora Letícia Stallone é Doutora em Estudos da Linguagem (UFF) e mestre em Linguística (PUC-RJ). Colabora com a M’Baraká há 10 anos. Na fase inicial dos projetos contribui com pesquisa histórica, narrativa e curadoria. Especializou-se na produção de textos e roteiros para exposições, acostumada a interagir com especialistas de diversas áreas, também coordena a revisão e tradução dos conteúdos. Dentre os projetos desenvolvidos estão as exposições Darwin, 1989, Expedição Coral Tropicália, Quando o Mar virou Rio, Design e Utopia dos Jogos Olímpicos, Virei Vira e Nise da Silveira - a revolução pelo afeto. Larissa Victorio – Coordenação administrativa- financeira Larissa de Souza Oliveira Victorio é graduada em Economia pela Universidade Federal Fluminense, possui Especialização em Política e Planejamento Urbano e Regional pelo IPPUR/UFRJ e Mestrado em Estudos Populacionais e Pesquisas Sociais pela Escola Nacional de Ciências Estatísticas (ENCE – IBGE). Possui experiência nas áreas de Economia, Planejamento Urbano e Regional e Pesquisas Sociais, com ênfase em mercado de trabalho e Economia da Cultura, gestão e elaboração de projetos culturais. Desde 2009, atua na gestão de projetos do Estúdio M’Baraká onde vem realizando as seguintes atividades: produção executiva, elaboração de projetos, planejamento de projetos, controle orçamentário e prestação de contas no que tange à execução de projetos culturais. A M´Baraká é uma empresa especializada na criação e gestão de projetos culturais. Com sede no Rio de Janeiro, a empresa tem como diferencial a fusão entre cultura, design e estratégia, atuando em seus projetos desde a pesquisa e conceituação até o planejamento estratégico e produção.
PROJETO ARQUIVADO.