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Realizar exposição da artista Mercedes Lachmann em duas cidades brasileiras e publicar catálogo que acompanha a mostra.
Não se aplica.
Geral 1. Democratizar o acesso à cultura e às artes visuais promovendo a aproximação de diversos públicos por meio de ações de ampliação e mediação do acesso; 2. Fomentar e difundir as artes de um modo geral, em especial, as artes visuais, valorizando a produção da arte contemporânea brasileira, oportunizando ao público o acesso a exposições visando o contato, conhecimento e ampliação de repertório artístico e simbólico; 3. Promover o acesso ao contexto de criação artística, gerando material crítico acerca desta produção; 4. Mediar o acesso às artes visuais para públicos em situações sociais diversas; 5. Possibilitar e estimular diferentes apropriações das obras, destacando a multiplicidade potencial da arte, com a produção de diferentes produtos artísticos a partir da obra apresentada. Específicos (1) Realizar exposição inédita da artista Mercedes Lachmann em espaços culturais das cidades do Rio de Janeiro e São Paulo. Cada mostra terá uma duração de dois meses, ocupando uma área expositiva de 500m². (2) Publicar catálogo que acompanha a mostra com tiragem de 1.500 exemplares.
Flecha foi apresentada em 2023, no Museu Internacional de Escultura Contemporânea em Portugal, primeira exposição individual de Mercedes Lachmann naquele país, e apresenta sua produção mais recente. Realizar esta exposição no Brasil é acolher e impulsionar o retorno simbólico de flechas mensageiras que atravessaram o Atlântico rumo à Europa, carregando aromas, sons, sonhos e imagens das florestas e plantas brasileiras. O chamamento empreendido pelas obras de Mercedes Lachmann presentes nesta mostra começa com uma flecha, porém desemboca em porções de ervas, rituais, e totens que fundem naturezas, temporalidades e territórios (físicos e imateriais). O arqueólogo Eduardo Góes Neves ensinou-nos que a arqueologia não estuda o passado e sim fenômenos do presente, ou seja, "os sítios arqueológicos e outros tipos de registros que viajaram pelo tempo, às vezes por milhões de anos, até os dias de hoje", e que o campo de conhecimento que mais se assemelha a ela é a astronomia, já que "o brilho das estrelas ou as ondas de rádio que atingem hoje as antenas ou as lentes dos telescópios modernos são viajantes que iniciaram sua jornada pelo tempo e pelo espaço também há milhões ou bilhões de anos". As flechas e as estrelas não são, portanto, apenas vestígios nas obras de Mercedes, mas sujeitos carregados de conhecimento e de histórias que atravessaram o Oceano Atlântico numa espécie de levante dos que retornam, dos que ficaram no Brasil ou dos que nunca cá estiveram. A solicitação de apoio ao projeto junto ao Ministério da Cultura, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. Sobre o enquadramento no Artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Sobre o enquadramento no Artigo 3º da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
EXPOSIÇÃOO projeto tem como objetivo desenvolver uma exposição inédita no Brasil, apresentada em 2023 no Museu Internacional de Escultura Contemporânea/Portugal, utilizando a flecha como elemento material e conceitual que conecta histórias, lugares e tempos. Essa proposta dialoga com os temas do ecofeminismo e da arte ambiental. Sob a curadoria de Cristiana Tejo, as obras selecionadas exploram conceitos de encantamento, regeneração, interdependência, sensorialidade e suspensão. As flechas da artista brasileira atravessaram o Atlântico, deixando uma marca tanto física quanto simbólica no solo português. Trata-se uma instalação site specific com os diversos tipos de flechas de aço. São 50 flechas no total, 06 telas de vídeo e um sistema de som. A obra Tropirizoma tem 11 elementos. Acesse o site: https://mercedeslachmann.com/2023 CATÁLOGO: tiragem de 1.500 exemplares, impressão 4x4, miolo Eurobulk 150/m², 172 páginas, capa dura, 23x30cm fechado 23x60cm aberto.
PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTEAcessibilidade física: Os locais serão selecionados observando o atendimento às obrigações de acessibilidade arquitetônica, banheiros acessíveis, e rampa de acesso à cadeirantes. As experiências expográficas serão providas com sinalização no piso e paredes, mobiliários e equipamentos adequados aos públicos específicos com deficiência. Rubrica: Desenvolvimento/Material multissensorial Acessibilidade para PcD visual: audiodescrição, áudio-guiaRubrica: Desenvolvimento/Material multissensorial Acessibilidade para PcD auditiva: vídeo-libras, intérprete de librasRubrica: Desenvolvimento/Material multissensorial Acessibilidade para PcD intelectual: Não se aplica. PRODUTO CATÁLOGOAcessibilidade física: não se aplicaAcessibilidade para PcD visual: gravação de audiolivroAcessibilidade para PcD auditiva: não se aplica.Acessibilidade para PcD intelectual: Não se aplica.
Para atendimento ao Artigo 29 da IN 11/2024: O acesso às exposições será gratuito a todos os públicos. Para atendimento ao Artigo 30 da IN 11/2024: PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTE - optamos pelo Inciso IV, disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal. PRODUTO CATÁLOGO - optamos pelo Inciso I, doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento);
O proponente será responsável pela coordenação geral do projeto, remunerado pela rubrica de mesma nomenclatura, e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional. Coordenação Geral: MAXSOMA / Mercedes Lachmann (proponente) Artista: Mercedes LachmannGraduou-se em Comunicação Visual pela PUC-RJ em 1986, frequentou a Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV), participou de grupos de estudo em arte e filosofia e formações com artistas e curadores. Em 2018 foi indicada ao Prêmio Pipa, um dos mais relevantes prêmios de artes visuais do Brasil. Em 2020 integra o coletivo de artistas @BoraGirls, que apoia causas de mulheres em situações de vulnerabilidade, através de ações de comunicação pela arte. A artista já apresentou inúmeras exposições no Brasil e no exterior e o seu trabalho está presente em coleções públicas e privadas. Sua pesquisa se dá, primordialmente, no campo da escultura, da instalação e do vídeo, privilegiando o uso de materiais naturais. Seu trabalho tangencia questões do meio ambiente e algumas obras aproximam-se da arte ambiental e Land Art. A água foi um marco em sua poética remetendo a questões como a efemeridade da vida, as transformações da matéria e a escassez dos recursos naturais. Nos últimos anos Mercedes passou a usar plantas, ervas medicinais e aromáticas em seus trabalhos, onde combina diferentes intensidades, qualidades e potências elaborando uma alquimia sensível. Com as plantas novos materiais vêm sendo incorporados em sua produção como a madeira, as folhas, as sementes, metais, vindo ao encontro de um pensamento de integração, colaboração e proliferação de formas e experiências sinestésicas, como observamos na expressão da natureza. Curadoria: Cristiana TejoÉ Doutora em Sociologia (UFPE) e co-gestora do projeto e espaço NowHere (experimentos e trocas artísticas) com Marilá Dardot e Luiza Baldan, uma iniciativa experimental para pesquisas, diálogos e práticas em Arte Contemporânea, que tem sede em Lisboa. É investigadora do Instituto de História da Arte da Universidade Nova de Lisboa e foi pesquisadora do projeto Artists and Radical Education in Latin America: 1960s and 1970s financiada pela Fundação de Ciência e Tecnologia de Portugal. Faz parte do time curatorial do Panorama da Arte Brasileira 2022 do Museu de Arte Moderna de São Paulo. Tem dedicado-se a projetos que visam o intercâmbio internacional entre o Brasil e o Exterior, a profissionalização dos artistas e a pensar o campo da curadoria de arte no Brasil. Desde 2016 faz acompanhamentos críticos de artistas de várias partes do mundo individualmente e também dos artistas residentes no Hangar – Centro de Investigação Artística, em Lisboa. É curadora juntamente com Kiki Mazzuchelli da Residência Belojardim, no Agreste de Pernambuco, patrocinado pelo Instituto Conceição Moura, e foi co-fundadora do Espaço Fonte – Centro de Investigação em Arte (Recife) espaço de residência que recebeu artistas e curadores da Alemanha, França, Espanha, Argentina, Porto Rico, Holanda, Portugal e de várias partes do Brasil. Foi também curadora do Projeto Made in Mirrors, que envolveu intercâmbio entre artistas do Brasil, China, Egito e Holanda, no período de 2007 a 2012. Como coordenadora-geral de Capacitação e Difusão Científico-Cultural da Diretoria de Cultura da Fundação Joaquim Nabuco (2009 – 2011), Cristiana Tejo desenhou um vasto programa de formação em arte contemporânea para agentes do campo. Foi co-curadora do 32º Panorama da Arte Brasileira do MAM – SP, com Cauê Alves, em 2011. Foi Diretora do Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (2007-2009), curadora de Artes Plásticas da Fundação Joaquim Nabuco (2002-2006), Curadora do Rumos Artes Visuais do Itaú Cultural (2005-2006), Curadora visitante da Torre Malakoff (2003 – 2006) e curadora do 46º Salão de Artes Plásticas de Pernambuco (2004-2005). Foi curadora da Sala Especial de Paulo Bruscky na X Bienal de Havana, co-curou Brazilian Summer Show – Art & the City (Museu Het Domein, Holanda, 2009) com Roel Arkenstein, Futuro do Presente (Itaú Cultural, 2007) com Agnaldo Farias e Art doesn´t deliver us from anything at all (ACC Galerie, Weimar, 2006). Participou de diversas comissões de seleção e de premiação, entre elas: Bonnefanten Contemporary Art Prize 2014 (Maastricht, Holanda), Videobrasil 2013, Solo Projects – Focus Latin America (ARCO Madri, 2013), Rumos Artes Visuais da Argentina (júri internacional, 2011), Salão de Goiás, Salão Arte Pará, do Programa BNB Cultural, Situações Brasília, entre outras. Lecionou História da Arte nas Faculdades Integradas Barros Melo por 8 anos onde também coordenou o Bacharelado em Artes Plásticas (2008-2009). Publicou Paulo Bruscky – Arte em todos os sentidos (2009), Panorama do Pensamento Emergente (2011) e Salto no Escuro (2012). Co-organizou o Guia do Artista Visual – Inserção e Internacionalização, editado pelo Ministério da Cultura do Brasil em parceria com a UNESCO (2018). Foi organizadora do livro Paulo Bruscky – Arte e multimeios (2014) e Cinco Dimensões da Curadoria (2017). É conselheira do Museu de Arte Moderna de São Paulo. Produção executiva (SP): Pink Pineapple / Waléria Alexandrino Dias e Adelaide Witzler D’EspositoA Pink Pineapple é uma produtora de eventos culturais especializada em exposições de artes visuais. Nasceu da parceria entre as produtoras independentes Adelaide D’Esposito e Waléria Dias, que contam com mais de 16 anos de experiência em produção cultural, atuando nas mais diversas áreas relacionadas a este setor. Mostras mais recentes: 100 anos de arte brasileira g-20, na Bienal de São Paulo (2024); Retratistas do morro, SESC Pinheiros – SESC Guarulhos (2023); Monet à beira d’água: exposição imersiva, Parque Villa lobos – São Paulo (2023); Carolina Maria de Jesus: um Brasil para os brasileiros, SESC Sorocaba, SESC Rio Preto - MAR rio de Janeiro 92022/2023); 13a. Bienal Internacional de Arquitetura de SP, SESC Avenida Paulista – CCSP (2022); Amazônia – Sebastião Salgado, SESC Pompeia – São Paulo (2022); Soplo – Ernesto Neto, MALBA – Buenos Aires – Argentina (2020). Produção executiva (RJ): Jaqueline MeloProdutora, curadora e jornalista. Atua desde 2015 com curadoria de exposições. Está em fase de pré-produção da exposição "Cartografias de Augusta" ganhadora do edital Sesc Pulsar 2022 a ser realizada no Sesc Madureira (set.2023); E a exposição "Laroyê GrandeRio" ganhadora do edital FOCA 2022 a ser realizada no MAR - Museu de Arte do Rio (dez.2023); produziu a exposição "O Real Arde" dos curadores Bia Petrus e Bernardo Bazani para o CCJF - Centro Cultural da Justiça Federal (mai./jun.2023); A exposição "Mulheres na Independência Brasileira" da artista e curadora Gabriela Noujaim, (dez.2022), em cartaz na Casa da Escada Colorida na Lapa; Exposição virtual do curador Leonardo Antan "Sal60 uma revolução em vermelho, branco e negro" (2020) www.sal60.com.br e com Patrocínio da Lei Aldir Blanc; "Inundação" (jul./set.19) idealizada pela artista Bete Esteves, contou com a curadoria de Marcelo Campos e a participação de artistas contemporâneos que intervieram e dialogaram trazendo obras e expondo-as junto e entre a coleção do Museu Casa do Pontal que conta com um acervo de mais de 8 mil peças das variadas culturas rurais e urbanos do país e que estava fechado por conta das chuvas ocorridas no início do ano 2019. Assina a produção executiva das exposições do curador Leonardo Antan "Eu Vim me Apresentar: Encontros, Festas e Celebrações" no Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea/RJ (abr./jul.2019); “O Rei que Bordou o Mundo: imagens poéticas do processo criativo do carnaval da Cubango” no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica/RJ (fev./mar.2019); “Chegança – Bispo do Rosário na Acadêmicos do Cubango” no Museu da Escravidão e Liberdade/RJ (out./jan. 2019); “Uma Delirante Celebração Carnavalesca: O Legado de Rosa Magalhães” (fev./abr.2019) no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica/RJ. No audiovisual, dirigiu o clipe "Cria do Gueto" do cantor Rafike Madu (nov.2023) e está finalizando a websérie "Rio de Bloco em Bloco" com Humberto Teski. Fez assistência de produção executiva no longa "Incompatível com a Vida" (2023) de Eliza Capai e integrou a produção da série documental "Tempo Presente" (nov.2020). Trabalhou como assistente de produção executiva no longa-documentário "Espero tua (re)volta" e nos documentários "Olympia 2016" (2016), "O Estopim" (2014) e "Armados" (2012). Atuou na produção executiva de "Resistência" (2017) e produziu os filmes "DIVINAS" (2018) e "Banco Azul" (2017). É curadora do FICNOVA - Festival (RJ).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.