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Vadiagens Contemporâneas - A arte insurgente do século XXI

DATERRA PRODUCAO LTDA
Solicitado
R$ 4,61 mi
Aprovado
R$ 4,61 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

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Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-01-05
Término
2027-03-31
Locais de realização (3)
Brasília Distrito FederalRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

"Vadiagens Contemporâneas - Reflexões sobre arte contemporânea, arte urbana, arte publica em contraponto com os corpos dissidentes no século XXI", é um projeto expositivo multidisciplinar, que se propõe a pensar sobre as diversas expressões artísticas presentes na arte pública, e as relações com a cidade. O projeto vai reunir obras artísticas visando questionar e refletir sobre a criminalização da vadiagem _ que foi promulgada inicialmente em 1830. O objetivo é pensar as ‘’vadiagens contemporâneas’’ a partir da cena artística brasileira e latino americana, subvertendo a lógica que culpabiliza os corpos marginais.

Sinopse

Exposição - ‘’Vadiagens contemporâneas’’ - Exposição multidisciplinar, que se propõe a pensar sobre as diversas expressões artísticas presentes na arte pública, e as relações com a cidade. Pretendemos evidenciar na Exposição Vadiagens Contemporâneas experiências, movimentos que assumem como mote elaborativo de vida e do desejo de viver, a vadiagem. Para tanto, assumimos vadiar como uma ação subversiva que potencializa o sujeito individual e coletivo, desordenando o sistema de opressão. A criminalização da vadiagem, como parte do Código Penal do Império Português de 1830, sofreu atualizações por mais de 3 séculos, é o principal insumo das reflexões geradoras desse projeto, que apresenta um amplo campo de discussão com complexidades político-histórico-social, correlacionado com outros sistemas e instrumentos legais de controles e manutenção da ordem, presentes no período colonial e pós-colonial nos processos outros países da América Latina. A exposição itinerante, tem como intensão a reflexão sobre a arte vinculada a criminalização da vadiagem através de obras em diversas dimensões para uma exposição coletiva de 40 artistas do Brasil, sendo destes 10 artistas comissionados que irão desenvolver obras especialmente para a mostra. A exposição contempla programa educativo integrado ao processo artístico; Catálogo com 15 x 15 cm de Dimensões, com 120 pags, gramatura (capa e miolo papel Offset 120g/m2) com impressão de 2000 unidades com distribuição gratuita; Rodas de conversa com artistas, curadores e personalidades da arte, da cultura e legisladores; O projeto ainda contempla a entrega de 3 obra pública, em grandes proporções no entorno de cada localidade da exposição em cada uma da cidades.

Objetivos

Obejtivo Geral: O desenvolvimento de uma exposição coletiva, multidisciplinar, com artistas contemporâneos nas variadas linguagens das artes visuais. A exposição trará visibilidade para artistas e obras de arte pública e arte urbana. Permitindo assim ao público conhecer e interagir com o passado que ainda se faz presente, podendo então pensar o futuro através de uma perspectiva crítica e decolonial. Objetivos Especificos: - 1 Exposição itinerante com abertura em São Paulo - Expectativa de público : 100 mil pessoas - A exposição passará por São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília. - 1 Residencia Artistica para o desenvolvimento de obras comissionadas envolvendo todas as as equipes de produção, educativo e curatorial para a criação de 10 obras especiais para a exposição. - 3 rodas de conversa em cada cidade totalizando 9 - Impressão de 2000 catálogos. - 3 obras em grandes proporções desenvolvida por artista na tecnica mural, qualificado como grafitti em empenas, sendo uma por cidade

Justificativa

O projeto foi aprovado no Edital de Patrocínio - Centro Cultural Banco do Brasil 2023 -2025 e será executado em sedes do Centros Culturais do Banco do Brasil.O projeto é aberto ao público em geral, tendo faixa etária livre e acesso gratuito. A intenção deste projeto é reunir obras artísticas numa exposição que questione e reflita sobre a criminalização da vadiagem _ que foi promulgada inicialmente em 1830, no 1º Código Penal do Brasil Independente com D. Pedro I. E legitimada no Código Penal de 1889, no artigo 399, que tratava sobre a vadiagem: "‘Capítulo XIII _ Dos Vadios e Capoeiras.’ ‘Art. 399. Deixar de exercer profissão, offício, ou qualquer mistêr em que ganhe a vida, não possuindo meio de subsistência e domicílio certo em que habite; prover a subsistência por meio de ocupação proibida por lei, ou manifestamente ofensiva da moral e dos bons costumes:’ ‘Pena _ de prisão cellular por quinze a trinta dias.’" A criminalização da vadiagem se mantém até hoje no Código Penal Brasileiro, e pune a ociosidade e pessoas que não possuem renda que lhe assegure os meios de subsistência. Neste sentido, é urgente discutir a continuidade histórica e política dessa criminalização, que é direcionada a corpos negros, pobres e indígenas em suas práticas cotidianas, e em suas manifestações culturais; tais como: samba, capoeira, movimento hip hop, funk, pancadões; assim como nas cosmovisões e meios de sobrevivência. Portanto, o objetivo da exposição é pensar as vadiagens contemporâneas em forma de ocupação pública da cidade. A partir da cena artística brasileira e latino americana, é possível subverter a lógica que culpabiliza os corpos marginais por não se submeterem às necessidades do sistema vigente. Sendo assim a exposição Vadiagens contemporâneas insere-se em um contexto histórico social de longa data e vem para reafirmar a importância da arte urbana, arte pública e manifestações artísticas oriundas de populações minorizadas, sendo assim é um projeto que precisa ser realizado para conscientizar e expressar a força desse nicho artístico. O projeto apresenta um campo de discussão ampla, mas não se trata de abordar exclusivamente sobre a lei de vadiagem - a Lei da Vadiagem aqui é o eixo central e histórico social para se compreender as artes marginais e para assim pensar a identidade de alguns corpos- aqui é um norte de como podemos subverter o pensamento vigente a respeito dos corpos marginalizados e mostrar que: a arte marginal permite múltiplas formas de reexistência e é parte da identidade cultural brasileira. Tratar da arte como uma veia exponencial da discussão sobre: identidades, pertencimentos, narrativas, memórias é apresentar outras formas possíveis de ver o mundo e de atuar nele com criticidade e não apenas como coadjuvantes e co autores do prolongamento de certos preconceitos, colocar em discussão: o porquê da vigência da lei de vadiagem em pleno século XXI, e falar que a exposição proposta traz discursos e ideias de vadiagens contemporâneas adentrando em espaços expositivos de arte, de cultura e de resistência. O projeto está calcado nos seguintes artigos da Lei 8313/91: Art. 1º da Lei 8313/91I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; ART. 3º DA lei 8133/91 II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;

Estratégia de execução

Cabe ressaltar que o projeto já foi contemplado pelo Edital de Patrocínio - Centro Cultural Banco do Brasil 2023 -2025. Necessitando agora apenas de aprovação na Lei Rouanet para execução do projeto. O projeto apresenta uma proposta de curadoria focada em arte publica e arte urbana, da pesquisa de Vera Nunes, criadora da Gentilização, uma das mulheres produtoras de arte urbana com maior reconhecimento na America latina. A exposição prima por uma curadoria coletiva, entre curadoras com experiencias diversas, em liguagens e territórios culturais diversos, primando por uma pesquisa ampla e diversa. Sandra Benites, importante curadora indigena, atual diretora de artes visuais da Funarte Thais de Menezes - Importante Curadora brailieira, com variada experiencia em critica curatorial, atualmente trabalha no macba - Museu de arte Comporanea de Barcela e desenvolve a "travessia"residencia artistica em Portugal. Articulação Curatorial Vadiagens Contemporâneas Pesquisa histórica: Portugal, espanha e Brasil Documento textual do surgimento da Lei (Portugal e Espanha) Primeiros casos detalhados e descrição das pessoas detidasAtualizações da Lei e descrição dos casos e detalhamento das pessoas detidasSistematizar essas informações para possíveis partilhas da pesquisa como material investigativo para comissões, artistas comissionadas e publicação no catálogo. Plano curatorial Conceitualização da ExposiçãoReuniões frequentes com a equipe curatorial Acompanhamento da pesquisa histórica e partilha com os demais "comissões" levantamento da questão curatorialArticulação com artistas e suas respectivas obraspartilha conceitual dos artistas comissionadosadaptação ao conceito e discussão com a expografiatextos curatoriais A proposta é estabelecer um diálogo de três encontros com até três horas de duração (presencial e online), individualmente. (1)Leitura crítica das obras e construções de metodologias de produção artística; (2) Desenvolvimento conceitual curatorial e histórico das obras que participarão da exposição; (3) Desenvolvimento, aprofundamento e análise crítica dos conceitos trabalhados e/ou desenvolvidos pelo artista em sua investigação para além da exposição. Nosso foco é criar um espaço de interlocução da questão artística relacionada ao conceito da exposição, acompanhamento crítico investigativo da obra, assim como referências filosóficas e da história da arte. E uma análise geral do percurso artístico com possíveis articulações metodológicas visando uma melhor fruição do artista na cena da arte local. Durante a pré-produção faremos um encontro com artistas, tecnicos responsáveis pela exposição e educativo para organização dos processos das obras comissionadas. Além disso, durante o processo de pré produção, nos comprometemos a finalizar a relação de obras a serem apresentadas, e enviaremos ao Ministerio para validação, assim como o projeto expografico que estará vinculado as dimensões das obras a serem construidas e/ ou emprestadas. Acompanhamento crítico curatorial Leitura de portfólio/ material artístico digitalizadovisita de ateliê (3x média) leitura crítica e acompanhamento da obra discussão conceitual articulada com o contexto da exposição partilha de referências bibliográficas, historiográficas e conceitual Plano com os artistas 10 artistas 3 encontros de 3h (total de 9h de interlocução individual) 3 encontros semanais por dois meses e meio (10 semanas) Total 90h de acompanhamento

Especificação técnica

Exposição Duração: 3 meses em cada localidade* Número de obras expostas: até 100 obras (análise curatorial) Número de artistas: 40 - Sendo 10 artistias que farão criações especiais para a exposição. Roda de conversa: Conceito Rodas de conversa: Sempre na semana de abertura da exposição, durante 3 dias, teremos rodas de conversa com especialistas em artes, legislação, curadoria e sociedade discutindo assuntos pertinentes à exposição. O formato das rodas de conversa serão sempre mesas com convidados e uma mediação. As rodas de conversa estarão sempre abertas ao público, em horário flexível onde a maior parte do público envolvido possa estar presente. A sugestão é que ocorra às sextas, sábados e domingos na semana de abertura da exposição em todas as itinerâncias. Quantidade de rodas de conversa por cidade: 3 rodas de conversa por cidade com diversidade de convidados, ocorrendo semanalmente, em data a ser combinada nas dependências do centro cultural Banco do Brasil nas unidades de São Paulo, Brasilia, Rio de Janeiro Formato: As rodas de conversa terão formato presencial, podendo ocorrer virtualmente em caso de pandemia ou saúde pública, com até 5 convidados por edição e um mediador. Catalogo: Catálogo com 15 x 15 cm de Dimensões, com 120 pags, gramatura (capa e miolo papel Offset 120g/m2) com impressão de 2000 unidades com distribuição gratuita; Arte pública - Em grandes proporções O projeto contempla a entrega de uma obra pública, em grandes proporções no entorno de cada localidade da exposição com aproximadamente 250m2

Acessibilidade

Acessibilidade de conteudo: Consideramos a acessibilidade uma oportunidade para construir espaços democráticos e diversos, assim, essa concepção abraça e transborda a prerrogativa de acessibilidade para pessoas com deficiência, pessoas do espectro autista, idosos 60+, pessoas em situação de rua, em privação de liberdade, trabalhadores ambulantes do entorno dos centros culturais, promovendo a integração como linguagem cotidiana. Propomos a promoção da acessibilidade com o uso de materiais e tecnologias multimídias, como acessibilidade tátil, libras, etc., mas também prevemos a formação de equipes que contem com a experiência e com os saberes das pessoas com deficiência para a construção coletiva das ações educativas. Acessibilidade fisica: acessibilidade Tátil - Faremos 4 obras táteis para acessibilidade de cegos e pessoas com baixa visão Acessibilidade Tátil: Todas as obras terão tradução em braile nas legendas de obras Acessibilidade auditiva: Todas as obras contarão com audiodescrição gravadas pelos proprios artistas Acessibilidade em libras: Todas as obras contarão com janela de libras em vídeo Após inicio do projeto, a produção se compromete a enviar um projeto expografico da exposição nas 3 cidades, apresentando a implantação musegrafica de todas as obras e as adequações acessíveis assim como descritos acima.

Democratização do acesso

Democratização de acesso: A exposição será realizada nos centros Culturais Banco do Brasil, sendo a entrada totalmente gratuita nas 3 cidadades por onde passar, ademais as rodas de conversa também serão gratuitas, tendo então a intenção de democratizar o acesso para visitantes interessados na exposição e também nos debates. Os catalógos serão de distribuição gratuita com foco em: Escolas, Centros Culturais, Bibliotecas, coletivos de arte e cultura, artistas equipe de ficha técnica. Serão realizadas 3 empenas com foco em oportunizar que as cidades que recebema a exposição aproveitem do legado da arte pública, visto que essa é esse conceito faz parte da centralidade da exposição.

Ficha técnica

Vera Nunes é uma especialista em gestão de projetos para comunicação e cultura formada pela USP, com especialização em ESG é uma destacada pesquisadora na área de gênero, raça e interseccionalidades. Com uma trajetória profissional de 20 anos dedicada à cultura, ela se destaca como uma das principais mulheres na liderança de projetos artísticos de grande escala, incluindo muralismo e arte pública na América Latina.Vera é CEO da Gentilização e diretora na Daterra Produções Culturais, onde demonstra sua paixão e compromisso com a promoção da diversidade e inclusão nas artes. Além disso, ela tem uma vasta experiência como curadora, tendo atuado como curadora do Festar, festival de realidade aumentada, foi diretora do Obra o primeiro festival internacional de arte em grande escala, está na co-curadoria da exposição "Nhe ē Sé" ao lado de Sandra Benites e curadora na Expo Diversos em cartaz em Brasília. Sua liderança e expertise têm sido fundamentais para o sucesso e impacto positivo de projetos culturais de destaque em todo o Brasil. ......................................................................................................................................................................................... Sandra Benites nasceu em 1975, na aldeia Porto Lindo, no Mato Grosso do Sul, e hoje vive e trabalha entre o Rio de Janeiro e São Paulo. É curadora, educadora e pesquisadora Guarani-Nhandeva. De 2010 a 2013, foi professora de guarani na Associação Indígena Guarani e Tupinikin – AITG, escola indígena na aldeia Três Palmeiras, no município de Aracruz, no Espírito Santo. Benites é doutoranda em antropologia social pelo Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Como curadora, se dedica à arte indígena – conceito bastante amplo, que engloba a produção de diferentes povos, etnias e culturas. O Brasil conta hoje com 305 etnias indígenas identificadas, cada qual com sua própria cosmologia e visão de mundo. Para Benites, arte indígena é eterno movimento e tem relação profunda com a vida, a natureza, o sagrado e o corpo. Em 2017, juntamente com José Ribamar Bessa, Pablo Lafuente e Clarissa Diniz, foi curadora da exposição Dja Guata Porã – Rio de Janeiro Indígena, no Museu de Arte do Rio (MAR), no Rio de Janeiro. Em 2019, foi nomeada curadora adjunta de arte brasileira do Museu de Arte de São Paulo (Masp). Tratou-se de um marco na história dos museus e da curadoria no Brasil, por ser a primeira curadora indígena a integrar a equipe curatorial de um museu de arte no país. Em 2023, a programação do Masp será inteiramente dedicada às Histórias Indígenas, abrangendo a história indígena do Brasil, assim como de outros países, e contará com obras de povos originários dos mais diversos territórios do planeta. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Thais de Menezes desenvolve suas atividades como curadora e pesquisadora autônoma entre Europa e Brasil. Integrante do Programa de Estudos Independentes (PEI) no MACBA e investigadora residente na mesma instituição(Barcelona), mestranda no curso de História da Arte pela Universidade Nova de Lisboa e graduada em Dança pela Faculdade Angel Vianna (Rio de Janeiro). Desenvolve sua pesquisa em curadoria fundamentada em discussões contracolonial que se atualiza em condução e fruição na arte e educação em projetos interdisciplinares, cujo pulso investigativo se funda com o conceito de restituição do sujeito, da memória historica e instituição artística. É co-fundadora do Coletivo de Investigação Curatorial Atlânticos; e pertence desde de 2012 ao coletivo Desdito com o filósofo carioca Fabio Gomes de Oliveira. Desde 2017 atua como pesquisadora convidada e membro estruturante do Curso de Extensão Cinema em Cores da Universidade Federal Fluminense em Santo Antônio de Pádua (Rio de Janeiro) em diálogo com a escola do Campo. Na direção das articulações do projeto ATRAVESSA, que atualmente acontece em seu ateliê no Porto, constrói conjuntamente ações independentes elaboradas em parcerias com outres trabalhadores da arte, filosofia e literatura. ............................................................................................................................................................................................. Victoria Madeiro Victoria Madeiro é nascida e criada na zona leste de São Paulo, atuando na cultura desde 2017 tem uma trajetória multifacetada que passa pela idealização, coordenação, pesquisa e curadoria de projetos artísticos culturais. Gestora de Políticas Públicas pela Universidade de São Paulo - USP, tendo como principal objetivo acadêmico e profissional pesquisa em arte e cultura. Desenvolve projetos artísticos e culturais de forma autônoma, para instituições, grupos, coletivos e artistas principalmente na área das artes visuais e música. É membra fundadora da Coletiva Afluente que pesquisa e produz artes visuais a partir de uma perspectiva feminina e é idealizadora do Banana da Terra - Festival, uma iniciativa que une arte, cultura e meio ambiente periférico. ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Danielle Almeida Formou-se em Licenciatura em Música pela Universidade Federal de Pelotas (RS). Especialização em História da África e dos Afro-brasileiros pela UFMG/Casa das Áfricas. Mestranda em Ciências da Educação pela Universidad de Monterrey (Monterrey-México) como bolsista da Organização dos Estados Americanos (OEA).Orienta seus estudos nas áreas de música latinoamericana, educação das relações raciais e manifestações culturais afrodescendentes na América Latina desde 2002.Percorrendo caminhos variados entre a música e a educação, ao longo de sua trajetória Almeida desempenhou inúmeros trabalhos no Brasil e no exterior. Como educadora destaca a colaboração com o grupo de Auto Mutua Ajuda da Associazione Solidarietà con l'América Latina (Roma-Itália), dirigindo reuniões com grupos de pais e familiares sobre educação não racista e não discriminatória de crianças latinoamericanas no sistema escolar italiano; concepção pedagógica e coordenação projeto "Palenque Infantil" promovido por Cedet e Fundação Van Leer (Lima-Peru); atuação como educadora do Museu Afro-Brasil (SP);coordenação adjunta do Núcleo de Educação da Casa das Áfricas (SP).Como cantora Danielle destaca a concepção e realização no Brasil e no exterior dos espetáculo "Me Gritaram Negra"inspirado no poema homônimo da peruana Victoria Santa Cruz,ganhador do prêmio "Ideias Criativas para o Dia da Consciência Negra 2009" (Ministério da Cultura e Fundação Cultural Palmares), SambaLandô-AfroBrasilPeru, Diáspórica, Meu Nó, entre outros trabalhos que trazem ao público uma refinada seleção de canções da Afro América Latina, executadas e difundidas por cantoras negras do século XX.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.